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	<title>amputação | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Ídolo do Santos, Coutinho amputa dedo por causa de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2014 15:22:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A nefropatia diabética &#8211; uma das conseqüências mais alarmantes do diabetes mal cuidado &#8211; faz mais uma vítima, desta vez no mundo da bola. Ex-atacante do Santos, Coutinho, 70 anos, teve que amputar um dos dedos do pé, na manhã deste domingo. O ídolo santista passou por algumas complicações por causa de diabetes, e realizou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A nefropatia diabética &#8211; uma das conseqüências mais alarmantes do diabetes mal cuidado &#8211; faz mais uma vítima, desta vez no mundo da bola.</em><span id="more-7620"></span></p>
<figure style="width: 264px" class="wp-caption alignleft"><img src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/480/640/images.terra.com/2014/06/01/coutinhosergiobarzaghigazeta.jpg" alt="" width="264" height="352" /><figcaption class="wp-caption-text">Coutinho está há mais de uma semana internado em SP Foto: Sergio Barzaghi / Gazeta Press</figcaption></figure>
<p>Ex-atacante do Santos, Coutinho, 70 anos, teve que <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">amputar um dos dedos</a> do pé, na manhã deste domingo. O ídolo santista passou por algumas complicações por causa de diabetes, e realizou a cirurgia no Hospital Sancta Maggiore, em São Paulo, onde está há mais de uma semana.</p>
<p>Coutinho já passa bem, mas ainda não tem previsão de alta. Ele foi internado há 20 dias, na Casa de Saúde de Santos, onde mora com a família, e de lá foi transferido para a capital paulista. Alguns ex-companheiros de Santos já entraram em contato por telefone para desejar melhoras.</p>
<p>Com 370 gols, Antonio Wilson Vieira Honório, o Coutinho, é o terceiro maior artilheiro da história do time alvinegro, atrás dos ex-parceiros Pelé e Pepe, que marcaram 1.091 e 405 respectivamente. Ele é também o nono jogador que mais vestiu a camisa do clube,com 457 jogos e 22 títulos conquistados.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://esportes.terra.com.br/futebol/idolo-do-santos-coutinho-amputa-dedo-por-causa-de-diabetes,c60dab8f5a856410VgnCLD200000b0bf46d0RCRD.html" target="_blank" rel="nofollow">Terra / Brasil</a></strong></p>
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		<title>Viu alguma alteração nos seus pés? Corra para o médico!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2014 15:00:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo mostra a importância de tratar o mais rápido possível dos problemas nos pés de quem está com diabetes. Atraso pode acarretar conseqüências sérias. Quando você perceber qualquer alteração nos seus pés, procure auxílio médico o mais rápido possível. Esta é a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Leicester, no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo mostra a importância de tratar o mais rápido possível dos problemas nos pés de quem está com diabetes. Atraso pode acarretar conseqüências sérias.</em><span id="more-7084"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7086" alt="cuidado com o pé diabético diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/cuidado-com-o-pe-diabetico-diabetes.jpg" width="600" height="398" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/cuidado-com-o-pe-diabetico-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/cuidado-com-o-pe-diabetico-diabetes-362x240.jpg 362w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p><strong>Quando você perceber qualquer alteração nos seus pés, procure auxílio médico o mais rápido possível</strong>. Esta é a conclusão de um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Leicester, no Reino Unido, e divulgado semana passada durante uma conferência européia sobre diabetes. De acordo com o estudo, pessoas que estão com diabetes e deixam de cuidar dos pés correm riscos altíssimos de complicações sérias, incluindo a temida amputação.</p>
<p>É bastante comum que diabéticos tenham problemas nos membros inferiores. As altas taxas de açúcar no sangue características do diabetes causam, com o tempo, danos nos nervos e tecidos, dificultando a circulação e a <a title="Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">sensibilidade nos pés</a>. Com isto, um pequeno machucado pode passar despercebido e, então, evoluir para um quadro grave de lesão, exigindo medidas médicas drásticas e completamente evitáveis.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS SOBRE A</span> <a href="http://www.diabeticool.com/neuropatia-diabetica/">NEUROPATIA DIABÉTICA AQUI</a>!</strong></p>
<p>O estudo apresentado na última semana analisou 20 casos clínicos envolvendo pacientes diabéticos e seus pés. Havia uma coisa em comum entre todos eles: o tratamento das feridas foi feito com muito atraso, em média de 4 meses e meio. A culpa pelo atraso foi dos próprios pacientes, que demoraram a procurar um médico. Em um dos casos, o tempo decorrido entre a lesão e a procura por auxílio profissional foi de 9 meses.</p>
<p>O resultado do atraso foi devastador: <strong>destes 20 casos, 6 deles (30%) resultaram em amputação</strong>. A estatística é alta e lamentável, uma vez que, muito possivelmente, estas cirurgias poderiam ter sido evitadas. Vale lembrar que diabéticos são as principais vítimas de cirurgias de amputação. Em 2010, segundo dados do DataSUS, 42 mil operações deste tipo foram realizadas no Brasil.</p>
<p>Uma das organizadoras da conferência sobre diabetes na qual os dados foram apresentados, Bridget Turner, comentou: &#8220;É extremamente preocupante que algumas pessoas estejam esperando vários meses até procurar ajuda médica, e isto mostra que precisamos fazer muito mais para conscientizar a população e para nos certificarmos de que as pessoas que correm riscos estejam informadas sobre o que precisam fazer se tiverem problemas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DICAS VALIOSAS</strong></p>
<p>As dicas a seguir valem para qualquer pessoa, mas principalmente para quem está com diabetes já há alguns anos. O conselho principal é: <strong>conheça o seu corpo</strong>. Cheque <strong>diariamente</strong>, durante o banho, o corpo inteiro, dando especial atenção aos pés. Qualquer alteração, por menor e mais insignificante que seja, merece atenção. Unhas encravadas, queimaduras, manchas, machucados, <a title="Creme hidratante para diabéticos? Qual a diferença?" href="http://www.diabeticool.com/creme-hidratante-para-diabeticos-qual-a-diferenca/">pele seca</a>, joanetes &#8211; deve-se prestar atenção a todos estes sintomas e procurar ajuda especializada o quanto antes.</p>
<p>É fundamental analisar <strong>visualmente</strong> os pés, todos os dias. O diabetes pode causar danos nos nervos sensores, então confiar apenas na sensibilidade e nas sensações de dores nos pés não é bom.</p>
<p>Quem está com diabetes bem sabe: ficar de olho na saúde é tarefa de todo dia. E isto deve ser feito da cabeça aos pés.</p>
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		<title>Quem tem diabete precisa ter cuidados especiais com a pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2014 13:00:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Acantose Nigricans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas. O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas.<span id="more-6925"></span></em></p>
<p>O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto status de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">epidemia</a>. No mundo todo, são 347 milhões de diabéticos, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui no Brasil, 7,4% da população sofre com a doença, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2012. São números elevados e preocupantes porque o diabete é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e a principal causa de cegueira e falência dos rins, por exemplo. Não menos importante é a relação entre o distúrbio e a amputação de membros, do qual ele é o maior responsável.</p>
<p>A relação se explica porque todas as células do corpo são afetadas pelo alto <a title="Comidas com alto índice glicêmico favorecem o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/comidas-com-alto-indice-glicemico-favorecem-o-diabetes/">índice glicêmico</a> do diabético, incluindo as da pele. Essas alterações fazem com que haja maior propensão a sofrer lesões e à incidência de doenças como infecções por fungos e bactérias na pele. Se não forem observados e tratados corretamente, esses problemas podem evoluir e resultar em amputação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que a pele do diabético é diferente?</p>
<p>Existem dois tipos de diabete. O tipo 1 é uma doença autoimune manifestada mais frequentemente entre crianças e adolescentes. Nela, a parte do pâncreas que produz insulina é atacada pelo próprio organismo e a pessoa precisa de doses diárias de insulina. O tipo 2, o mais comum na população, é uma doença crônica caracterizada pela resistência à ação da insulina e pela queda na sua produção. Os fatores de risco para o seu surgimento são obesidade, sedentarismo, herança genética, hipertensão, tabagismo, ovário policístico, e colesterol e triglicérides altos.</p>
<p>Nos dois casos, a ausência ou insuficiência de insulina faz com que a glicose não entre nas células e o açúcar fica de fora, sobrando na circulação. &#8220;A <a title="Insulina Lantus gratuita está com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/insulina-lantus-gratuita-esta-com-os-dias-contados/">insulina</a> é muito importante para a pele porque ajuda, por exemplo, no crescimento dos queracinócitos, as células da pele&#8221;, explica a dermatologista Flávia Ravelli, de São Paulo. Para a pele, essa alta taxa glicêmica, portanto, acarreta diversas consequências, como explicam, a seguir, Flávia e a endocrinologista Denise Reis Franco, de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais fina e menos elástica</p>
<p>Com o crescimento dos queracinócitos prejudicado, a pele perde espessura e elasticidade.</p>
<p>Cicatrização lenta</p>
<p>A glicemia alta provoca uma reação inflamatória nos vasos sanguíneos. &#8220;Enquanto nos vasos grandes a possível consequência dessa inflamação é a <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">doença cardiovascular</a>, no caso dos vasos pequenos, que nutrem a pele, ela prejudica a irrigação&#8221;, explica Denise. Assim, a cicatrização de lesões na pele é mais lenta.</p>
<p>Perda de sensibilidade</p>
<p>Os nervos, embebidos em glicose e sem irrigação sanguínea adequada, ficam mais macios e não funcionam perfeitamente. O efeito é a perda de parte da sensibilidade da pele, além de coceiras generalizadas e da sensação de agulhamento (como se a pele estivesse sendo espetada).</p>
<p>Infecções</p>
<p>&#8220;No diabético, o sistema imunológico não funciona corretamente, o que aumenta a chance de infecções&#8221;, diz Flávia. Elas podem ser causadas tanto por bactérias quanto por fungos, como é o caso das micoses e frieiras.</p>
<p>Acantose nigricans</p>
<p>Quando o organismo não consegue gerar insulina, paradoxalmente começa a produzir uma substância chamada fator de crescimento de insulina. Ela provoca a acantose nigricans, doença de pele na qual as regiões de dobras, como pescoço e axilas, ficam escurecidas.</p>
<p>Dermatites</p>
<p>A função de barreira para evitar a perda de água pelo organismo não funciona corretamente no diabético. O resultado é uma pele desidratada, propensa ao surgimento de dermatites.</p>
<p>Vitiligo</p>
<p>&#8220;Quem sofre de diabete tipo 1 tem mais chances de desenvolver outra doença autoimune&#8221;, afirma Denise. É o caso do vitiligo, doença de pele na qual o próprio organismo ataca as células de pigmentação da pele e causa manchas brancas pelo corpo.</p>
<p>Pé diabético</p>
<p>A pele do diabético, portanto, está mais propensa a sofrer lesões e infecções de todo tipo. A combinação desse fator com outro, a sensibilidade cutânea deficiente, pode culminar num problema gravíssimo: o <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a>. &#8220;Uma simples pedra no sapato pode machucar a pele e a pessoa não percebe porque tem pouca sensibilidade nas extremidades&#8221;, explica Flávia. &#8220;A lesão evolui para uma infecção e, como a pele não recebe irrigação suficiente para recuperar o tecido lesionado, a infecção vai avançando até atingir músculo, gordura e até os ossos&#8221;. Quando a situação chega a esse ponto, o pé precisa ser amputado para que a infecção não se espalhe pelo corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se prevenir</strong></p>
<p>Examine a pele</p>
<p>A principal medida de prevenção é examinar a pele, sobretudo dos pés, pela manhã e à noite. Procure por micoses entre os dedos, pequenas lesões e feridas pelo corpo e, se encontrá-las, vá ao médico assim que possível.</p>
<p>Hidrate-se</p>
<p>Beba bastante água e use hidratante para a pele todos os dias para evitar a desidratação. &#8220;Um bom ritual diário é lavar os pés com água e sabão, secar bem e espalhar hidratante hipoalergênico, sem cheiro e dermatologicamente testado. Com esse procedimento, o diabético já vai acabar fazendo a inspeção da pele&#8221;, sugere Flávia.</p>
<p>Cuide dos sapatos</p>
<p>Use calçados confortáveis, de preferência os produzidos especialmente para diabéticos. Antes de calçar, cheque cada um em busca pedrinhas ou qualquer alteração na palmilha que possa machucar a sola dos pés.</p>
<p>Procure um podólogo</p>
<p>Se possível, contrate um serviço especializado para cortar as unhas. Um simples corte ou &#8220;bife&#8221; arrancado durante o processo pode acarretar em infecção.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/saiba-quais-sao-cuidados-especiais-pele-quem-tem-diabete-precisa-ter-773817.shtml">M de Mulher</span></strong></p>
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		<title>Como evitar a pior conseqüência do pé diabético</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Mar 2013 18:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preocupados com número de amputações em diabéticos, entidades de saúde lançam estudo com soluções para o grave problema. Diversas entidades de saúde inglesas, incluindo a ONG Diabetes UK, a Sociedade de Podologia e o Ministério da Saúde local, lançaram um abrangente estudo sobre o pé diabético. A principal conclusão do trabalho é que um número &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Preocupados com número de amputações em diabéticos, entidades de saúde lançam estudo com soluções para o grave problema.</em></p>
<p><span id="more-3717"></span></p>
<p>Diversas entidades de saúde inglesas, incluindo a ONG Diabetes UK, a Sociedade de Podologia e o Ministério da Saúde local, lançaram um abrangente estudo sobre o <strong>pé diabético</strong>. A principal conclusão do trabalho é que um número enorme de <strong>amputações</strong> poderia ser evitado caso houvesse atendimento mais rápido para os pacientes com diabetes.</p>
<p>Só no Reino Unido, mais de 6.000 amputações dos membros inferiores são realizadas a cada ano decorrentes de complicações do diabetes. A taxa é vinte vezes maior do que a da população em geral. De acordo com o trabalho, 4.800 destas cirurgias poderiam ser evitadas através de medidas bem simples de saúde.</p>
<p><strong>Se estes números parecem altos, espere até ler os brasileiros</strong>. Aqui no país, ocorrem anualmente mais de 55 mil amputações decorrentes do diabetes. O estado &#8220;campeão&#8221; no número destas cirurgias é o Alagoas, com a triste cifra de 42 mil cirurgias do tipo em 2010.</p>
<p><strong>+ Para saber mais: &#8220;<a href="http://manutencao.diabeticool.com/archives/2756">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a>&#8220;</strong></p>
<p><strong>+ Leia também sobre uma maneira interessante de curar o pé diabético: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">Tratando o pé diabético com luz</a>&#8220;</strong></p>
<p>As recomendações dos especialistas para um melhor tratamento do pé diabético incluem que cada hospital do país possua uma equipe multidisciplinar de plantão para o tratamento imediato e urgente dos membros de pacientes.</p>
<p>Além disso, orienta-se que médicos identifiquem pessoas com alto risco de desenvolver problemas nos pés e infecções, mantendo-as sob constante observação e, também, educando-as sobre como identificar sinais de perigo e o que fazer nestas situações.</p>
<p>&#8220;Se todo hospital tivesse uma equipe multidisciplinar para cuidados com os pés e garantisse o acesso a esta equipe dentro de 24 horas, isto faria uma enorme diferença nas taxas de amputação&#8221;, garantiu Barbara Young, da Diabetes UK. Segundo Young, estas medidas, aliadas às demais apresentadas no relatório, ajudariam o sistema público de saúde britânico a economizar dinheiro&#8230;e membros.</p>
<p><strong> </strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">Como evitar a pior conseqüência do pé diabético</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pés diabéticos e o perigo de ficar em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2013 12:32:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Universidade de Amsterdã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pacientes diabéticos com problemas nos pés costumam deixar de lado os cuidados quando chegam em casa, o que eleva riscos para a saúde, aponta pesquisa. Qual a primeira coisa que você faz quando chega em casa? Para muitas pessoas, o primeiro ato de liberdade doméstica é &#8220;tirar os sapatos&#8221;. E é aí que mora o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pacientes diabéticos com problemas nos pés costumam deixar de lado os cuidados quando chegam em casa, o que eleva riscos para a saúde, aponta pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-3018"></span></p>
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<p>Qual a primeira coisa que você faz quando chega em casa? Para muitas pessoas, o primeiro ato de liberdade doméstica é &#8220;tirar os sapatos&#8221;. E é aí que mora o perigo para muitos diabéticos, de acordo com uma nova pesquisa holandesa.</p>
<p>Preocupados com os altos índices de problemas nos pés que os diabéticos costumam ter, pesquisadores da Universidade de Amsterdã decidiram estudar quanto tempo uma pessoa com diabetes passava por dia com sapatos ortopédicos. Os resultados do estudo indicam que a mania de retirar os sapatos em casa é mais comum do que se imaginava, e que pode representar um grave perigo à saúde de quem sofre de <strong><a href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">pé diabético</a></strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo o pé diabético</strong></p>
<p>&#8220;Pé diabético&#8221; é um termo genérico que abrange uma gama de sintomas comuns em quem tem diabetes durante muitos anos, entre eles úlceras e infecções. Devido às limitações na cicatrização e aos problemas de circulação decorrentes do diabetes, qualquer ferida ou machucado nos pés, por menor que seja, pode evoluir para quadros gravíssimos. Problemas nos pés de diabéticos são tão comuns que a doença é a principal causa de amputações de membros inferiores no mundo.</p>
<p>É sempre importante lembrar que, apesar de muito sérios, os sintomas do pé diabético podem ser <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">prevenidos de maneiras bem simples</a>. O primeiro passo é cuidar da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/"><strong>glicemia</strong></a> com diligência. O segundo é seguir uma rotina de exames minuciosos nos pés, percebendo desde cedo qualquer alteração ou fator estranho, de preferência com orientação médica. O terceiro é manter uma higiene impecável e cuidar do conforto dos pés, se possível utilizando palmilhas ortopédicas. Foi neste terceiro ponto que os cientistas holandeses focaram seus estudos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma pesquisa espertinha</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-3020" alt="sapato close diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/sapato-close-diabetes.jpg" width="216" height="161" />Os calçados ortopédicos voltados para os diabéticos são forrados com palmilhas especiais, as quais diminuem a pressão nos pés. Com isto, facilitam o fluxo de sangue e aumentam a sensibilidade no local, fatores importantes na prevenção de machucados. Por isto, são muito indicados aos pacientes com diabetes, especialmente aos mais velhos, que naturalmente apresentam má circulação.</p>
<p>Para averiguar o uso dos calçados ortopédicos, os pesquisadores distribuíram aos voluntários sensores de calor, usados dentro dos sapatos, além de tornozeleiras que mediam os passos dados. Os participantes tinham de manter um diário, no qual relatavam as horas do dia que estiveram em casa e quando saíram. A pesquisa acompanhou a rotina dos pacientes durante duas semanas.</p>
<p>Para que os resultados fossem realistas, os cientistas disseram que estavam medindo a temperatura nos pés, e não a freqüência no uso do calçado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Os resultados e a opinião dos especialistas</strong></p>
<p>Em média, os pacientes deram 2600 passos fora de casa e 4000 passos dentro dela. A maior parte dos 107 voluntários era de homens aposentados, o que pode explicar o maior tempo dentro do lar.</p>
<p>Quando estavam na rua, os pacientes andaram 87% dos seus passos com os sapatos ortopédicos. Porém, dentro de casa, apenas 39% dos passos medidos foram feitos com os calçados. Levando-se em conta que os voluntários permaneciam mais dentro de casa do que fora, a pesquisa indica que <strong>em pelo menos um terço dos passos dados pelos diabéticos durante o dia eles não usavam o calçado especial</strong>.</p>
<p>&#8220;Os pacientes geralmente pensam que ele têm de usar os sapatos quando saem de casa, mesmo que o médico lhes diga para usar os sapatos especiais tanto quanto possível&#8221;, disse Sicco Bus, pesquisador do Centro Médico Acadêmico da Universidade de Amsterdã.</p>
<p>&#8220;<strong>Eu entendo muito bem o porquê dos pacientes tiraram os sapatos quando chegam em casa, porque eu faço exatamente a mesma coisa</strong>&#8220;, conta Bus. &#8220;Esses sapatos são bem pesados.&#8221;</p>
<p>Então, como estimular o uso dos sapatos e palmilhas ortopédicas dentro de casa, algo que seria muito benéfico à saúde dos diabéticos? Bus e sua equipe estudarão se tecnologias que ajudam o paciente a se lembrar que tem de vestir os sapatos ortopédicos &#8211; como por exemplo aparelhos inseridos nos calçados que emitem sinais sonoros &#8211; podem ser de alguma valia.</p>
<p>Além disso, eles dão uma dica: tenha em casa um par de sapatos ou de <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">sandálias</a> ortopédicas para usar apenas ali. Caso eles sejam mais confortáveis que os sapatos ortopédicos &#8220;de sair&#8221;, não há motivo para não utilizá-los.</p>
<p>E lembramos que palmilhas ortopédicas pré-fabricadas, bem mais baratas, são tão boas quanto as feitas sob medida, de acordo com uma recente pesquisa &#8211; leia na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a>&#8220;!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 10:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Foot and Ankle Research]]></category>
		<category><![CDATA[machucado]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[palmilha]]></category>
		<category><![CDATA[palmilha ortopédica]]></category>
		<category><![CDATA[pé]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa. Uma análise clínica publicada no Journal of Foot and Ankle Research comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-2756"></span></p>
<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-2758 " alt="Palmilhas feitas para diabéticos são um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png" width="600" height="305" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-415x211.png 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-474x240.png 474w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-164x82.png 164w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Utilizar palmilhas ortopédicas nos calçados é um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores.</figcaption></figure>
<p>Uma análise clínica publicada no<em> Journal of Foot and Ankle Research</em> comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. As palmilhas ajudam a proteger os pés dos problemas relacionados à má circulação do sangue, os quais podem levar a sérias lesões em quem tem diabetes. No início das pesquisas, os cientistas pensavam que as palmilhas feitas sob medida, mais caras e de desenho mais complexo, teriam um desempenho melhor do que as pré-fabricadas. Os resultados do estudo surpreenderam a todos e indicam novas maneiras para tratar os <a title="Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/">pés diabéticos</a> com eficácia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alerta: a neuropatia é um problema maior do que muitos supõe</strong></p>
<p>Quase metade dos diabéticos sofre de uma condição médica chamada de <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; isto é, danos aos nervos, decorrentes das altas taxas de açúcar no sangue [aprenda mais sobre a neuropatia <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neste link do <strong>Diabeticool</strong></a>]. Apesar de poderem afetar todo o corpo, como mãos e pele, estes danos costumam aparecer com maior freqüência nos membros inferiores. E é justamente aí que mora o perigo. Pés e pernas são algumas das partes mais suceptíveis a machucados em uma pessoa &#8211; quantas vezes não batemos o dedinho na quina de um móvel ou acertamos o joelho, sem querer, na mesa?! Acrescente a isto o fato de que a neuropatia diminui a sensibilidade nas regiões afetadas. Desta forma, pessoas com neuropatias nos membros inferiores podem facilmente se machucar e não sentir nada. Além disso, como sabemos, quem está com diabetes geralmente tem problemas de cicatrização. Um pequeno machucado nos pés, não detectado, pode se transformar, em pouco tempo, em uma ferida incurável.</p>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2759" alt="Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/exame-nos-pes-diabetes.gif" width="440" height="295" /><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso.</figcaption></figure>
<p>Não são raros os casos de amputações decorrentes desta triste associação entre diabetes e neuropatia. De fato, o diabetes é a principal causa de <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">amputações </a>no mundo inteiro, respondendo por 50% destes procedimentos cirúrgicos. Estima-se que diabéticos têm quinze vezes mais chances de terem um membro amputado do que o restante da população. Além disso, problemas relacionados aos pés são o motivo número um pelo qual diabéticos costumam ser internados. Apesar das informações acima soarem desagradáveis, há um alento simples e eficiente: boa parte dos problemas decorrentes da neuropatia podem ser prevenidos através de uma rotina fácil de checagem dos pés, em busca de lesões como pequenas feridas e inchaços. Hospitais de alta qualidade no tratamento de diabéticos costumam fazer esta checagem como procedimento rotineiro [<a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">como mostra esta matéria do site</a>].</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual tipo de palmilha é o melhor?</strong></p>
<p>O estudo em questão contou com a colaboração de mais de 100 diabéticos, divididos em dois grupos. Um deles utilizou palmilhas pré-fabricadas, enquanto o outro colocou em seus sapatos aquelas feitas sob medida. O trabalho durou seis meses. Ao longo deste tempo, a pressão exercida sobre os pés conforme os pacientes caminhavam foi medida várias vezes. Os cientistas buscavam apenas confirmar um hipótese que parecia óbvia: as palmilhas feitas sob medida seriam melhores para estes pacientes. Este tipo de palmilha usualmente é anunciado como sendo superior às pré-fabricadas por maximizarem a área de distribuição de pressão ao longo do pé, impedindo que pontos isolados sofram mais pressão que os demais e, com isso, corram maiores riscos de desenvolver lesões.</p>
<p>Todavia, os resultados destes seis meses de observações e medições de pressão foram bem conclusivos: tanto faz calçar sapatos com palminhas pré-fabricadas ou feitas sob medida. A eficiência de ambas na distribuição da pressão é igual. A única diferença encontrada é que as feitas sob medida costumam ser um pouco mais efetivas em diminuir a pressão total exercida na parte da frente dos pés. Fora isto, nenhuma distinção significativa foi encontrada.</p>
<p>Escreveram os autores no estudo: &#8220;As palmilhas feitas sob medida são mais caras que as palmilhas pré-fabricadas avaliadas neste trabalho e não são melhores na redução de picos de pressão. (&#8230;) Nós recomendamos que, caso seja clinicamente apropriado, as palmilhas pré-fabricadas, de melhor custo-benefício, devem ser consideradas para uso em pacientes com diabetes e neuropatia.&#8221;</p>
<p>No Brasil, a dica é válida e bem-vinda. Em relação ao custo-benefício, as palmilhas pré-fabricadas ganham a batalha em relação às demais. Seus preços variam de R$30 a R$90, dependendo do material com o qual são feitas. Já as feitas sob medida costumam ter preços por volta dos R$100.</p>
<p>Uma ressalva: é importante atentar que os dois tipos de palmilhas utilizadas no estudo diferem apenas na maneira como são produzidas, porém são todas <strong>palmilhas ortopédicas</strong>. Diversos estudos comprovaram, sem sombra de dúvida, que as palmilhas ortopédicas são muito melhores na redução de pressão e dos riscos de úlceras e amputações do que as palmilhas convencionais.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Tratando o pé diabético com luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 20:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tratamento do Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Anchieta]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Tardivo]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[osteomielite]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Photomedicine and Laser Surgery]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera por pressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro. Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via fototerapia, foi &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro.</em></p>
<p><span id="more-1807"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/?attachment_id=1808"></span></p>
<p>Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via <strong>fototerapia</strong>, foi defendido pelo pesquisador João Paulo Tardivo, que já havia publicado sobre a técnica no periódico <em>Photomedicine and Laser Surgery</em>, há três anos.</p>
<p>É extremamente comum que diabéticos tenham problemas nos pés. Por serem os nossos órgãos que mais entram em contacto com diversas superfícies (incluindo quinas de camas e mesas!), é muito fácil machucá-los. Some-se a isso os problemas de cicatrização e circulação do sangue decorrentes das altas taxas de glicemia e temos um quadro preocupante para os membros inferiores. Por isso, todos os bons centros de saúde realizam exames rotineiros nos pés dos diabéticos e alertam o paciente para a importância de se manter atento a qualquer machucado neles. A situação é tão comum que há cientistas que até mesmo <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">condenam o uso de sandálias</a>, por não protegerem de maneira adequada os pés!</p>
<p>Em casos graves de complicações do <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/"><strong>pé diabético</strong></a>, infelizmente as alternativas usuais de cura são cirurgias e amputações. A nova técnica, baseada na fototerapia, utiliza luz modulada em freqüências especiais, que ajuda na recuperação de tecidos e eliminação de microorganismos do local. A técnica é muito mais barata do que qualquer intervenção cirúrgica, além de preservar a qualidade de vida do paciente. De acordo com profissionais do hospital Anchieta, ela poderá ser utilizada inclusive em casos de osteomielite (quando uma infecção atinge o osso) e outras condições como ferimento ortopédico ou úlcera por pressão.</p>
<p>&#8220;Quando o paciente diabético chega, muitas vezes já tem indicação para ser amputado porque já se investiram vários recursos. Veja a importância de se oferecer uma alternativa&#8221;, afirma Tardivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Histórias de sucesso da técnica de fototerapia</strong></span></p>
<p>De acordo com o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>,</p>
<p>&#8220;Sandra Aparecida Martins, de 48 anos, teve sua diabete diagnosticada pelo pé. Quando foi ao médico tratar uma ferida no dedo do pé, que tinha evoluído de uma simples bolha, ele desconfiou que a paciente poderia ser diabética, o que foi confirmado pelo exame de glicemia.</p>
<p>Pela gravidade da ferida, Sandra foi imediatamente internada e a avaliação dos clínicos foi que seria necessário amputar o dedo afetado. &#8220;Comentei que era impossível, com a medicina tão avançada, não ter uma alternativa&#8221;, diz. Quando contaram a ela sobre a possibilidade de um tratamento experimental com fototerapia, ela viu uma nova esperança. &#8220;Depois de quatro meses de tratamento, meu dedo estava perfeito&#8221;, conta.</p>
<p>Ela acrescenta que é um tratamento demorado e exige disciplina, já que as sessões são feitas duas vezes por semana. &#8220;Todo o sacrifício vale a pena para evitara amputação&#8221;, diz. Agora, Sandra está de volta ao Centro porque machucou outro dedo ao esbarrá-lo no sofá. As sessões de fototerapia têm ajudado a prevenir nova ferida.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">Tratando o pé diabético com luz</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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