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	<title>Universidade do Texas | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:04:26 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Insulina é essencial para diabéticos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2013 21:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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		<category><![CDATA[Centro Médico Southwestern]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa recém-publicada indica que a insulina talvez não seja tão importante assim para quem está com diabetes. Por enquanto a resposta à pergunta que dá título a esta matéria é um sonoro &#8220;sim&#8220;. Mas uma descoberta científica põe em cheque o papel central da insulina no tratamento de quem está com diabetes. Já faz &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa recém-publicada indica que a insulina talvez não seja tão importante assim para quem está com diabetes.</em></p>
<p><span id="more-5202"></span></p>
<p>Por enquanto a resposta à pergunta que dá título a esta matéria é um sonoro &#8220;<strong>sim</strong>&#8220;. Mas uma descoberta científica põe em cheque o papel central da insulina no tratamento de quem está com diabetes.</p>
<p>Já faz décadas que a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina </a>é a companheira diária de milhões de diabéticos no mundo todo, tenham eles o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">tipo 1</a> ou o tipo 2 da condição. A insulina é o hormônio que ajuda a retirar o excesso de açúcar no sangue de quem está com diabetes e é considerada o tratamento-padrão para boa parte dos pacientes. <strong>Mas este reinado terapêutico pode estar com os dias contados</strong>.</p>
<p>Uma pesquisa realizada por cientistas do Centro Médico Southwestern da Universidade do Texas, nos EUA, mostrou que um outro hormônio naturalmente presente no corpo humano, a <strong>leptina</strong>, pode muito bem fazer o papel da insulina no controle da glicemia. Melhor ainda, a leptina seria capaz de fazer isto evitando um dos efeitos colaterais mais perigosos do uso da insulina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CAMUNDONGOS SOBREVIVERAM SEM NENHUMA INSULINA</strong></p>
<p>A idéia do estudo em questão foi descobrir se seres vivos como nós seriam capazes de sobreviver sem insulina no organismo, somente a leptina.</p>
<p>Para isto, os cientistas utilizaram camundongos (animais que possuem fisiologia bastante similar à nossa) geneticamente modificados para que não produzissem insulina alguma. Destes camundongos, um grupo passou a receber regularmente doses do hormônio leptina, e o outro não. Em pouco tempo, os animais do segundo grupo vieram a falecer, enquanto que os do primeiro grupo <strong>sobreviveram normalmente</strong>.</p>
<p>Ou seja, a leptina parece ser, sim, capaz de controlar a quantidade de açúcar no sangue, mesmo na total ausência de insulina.</p>
<p><strong>+ LEIA MAIS SOBRE A LEPTINA EM &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-mais-importante-o-que-voce-come-ou-quando-voce-come/">O QUE É MAIS IMPORTANTE: O QUE VOCÊ COME OU QUANDO VOCÊ COME?</a>&#8220;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE AINDA NÃO EXISTE UM TRATAMENTO DE LEPTINA PARA NÓS?</strong></p>
<p>A grande novidade desta pesquisa &#8211; e que abre oportunidades terapêuticas inéditas para os seres humanos &#8211; é que ela permitiu a descoberta, pela primeira vez, das vias moleculares ativadas quando há somente leptina (e não insulina) no corpo.</p>
<p>No caso, descobriu-se que o hormônio atua sobre neurônios específicos do hipotálamo, que é uma parte importantíssima do cérebro no controle do nosso organismo.</p>
<p>Até então, os cientistas já sabiam que a leptina tinha uma certa influência positiva no manejo da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>&#8211; e portanto do diabetes -, mas ninguém sabia o porquê disto. <strong>Agora, com as vias moleculares desvendadas, os pesquisadores podem trabalhar em novas frentes de pesquisa para tratamentos antidiabéticos</strong>.</p>
<p>Uma outra boa notícia é que, apesar de ajudar no controle da glicemia assim como a insulina, a leptina é <strong>incapaz</strong> de provocar problemas sérios de saúde como a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>Já pensou tomar um remédio para controlar a quantidade de açúcar no sangue sem se preocupar com efeitos indesejáveis como a hipoglicemia? Torçamos para que, em breve, esta seja uma realidade. O <strong>Diabeticool</strong> ficará de olho no desenvolvimento desta nova e promissora linha de pesquisas!</p>
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		<title>Problemas nos vasos estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários. Cientistas da Universidade do Texas realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários.</em></p>
<p><span id="more-2439"></span></p>
<p>Cientistas da <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Universidade do Texas</a> realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia provoca em diabéticos. Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, foram testados no processo 6.766 remédios. Destes, apenas um se destacou como candidato a possível tratamento diabético. A surpresa é que ele é o princípio ativo de alguns dos mais populares <strong>antidepressivos</strong> à venda no Brasil e no mundo. Poderia um antidepressivo tratar os efeitos do diabetes, em especial os relacionados aos vasos sangüíneos? Após uma extensa bateria de testes, a resposta dos cientistas é um auspicioso &#8220;sim&#8221;!</p>
 Poderia um antidepressivo combater também os efeitos do diabetes? Como isso seria possível?
<p>Os pesquisadores buscavam uma cura para as conseqüências da <a title="Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">hiperglicemia </a>&#8211; ou altas taxas de açúcar no sangue &#8211; nos vasos sangüíneos. O que ocorre é o seguinte: o excesso de açúcar correndo junto com o sangue pelos vasos estimula as células que recobrem os vasos a produzir uma família de moléculas químicas altamente tóxicas, chamadas de <strong>espécies reativas de oxigênio</strong>. Estas moléculas acabam destruindo tanto as células que recobrem os vasos quanto outras ao seu redor, e isto é a causa de diversos problemas comumente associados ao diabetes, como <strong>ataques cardíacos</strong>, <strong>derrames</strong>, <strong>retinopatia</strong>, <strong>nefropatia </strong>e <strong>neuropatia</strong> (para uma lista dos efeitos do diabetes no corpo humano e explicações detalhadas de como eles ocorrem, <strong><a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">leia nossa página especial sobre o assunto</a></strong>).</p>
<p>Após estudar as propriedades fisico-químicas e terapêuticas de quase sete mil compostos, os pesquisadores descobriram que um deles, a <strong>paroxetina</strong>, apresentava resultados incríveis. Em ensaios feitos em tubo de ensaio, a paroxetina reduziu significativamente a concentração das espécies reativas de oxigênio e impediu que elas fossem produzidas pelas células que recobrem os vasos sangüíneos. As boas notícias não pararam por aí: o composto químico ainda protegeu o DNA, RNA e as proteínas das células, alvos preferenciais das moléculas tóxicas, e permitiu que vasos sangüíneos se dilatassem normalmente, mesmo em situações de hiper e hipoglicemia &#8211; algo absolutamente inédito.</p>
<p>&#8220;O potencial futuro deste estudo é que nós poderemos ser capazes de &#8220;modificar&#8221; a ação da paroxetina para ajudar na terapia experimental de tratamento de complicações cardíacas de diabéticos&#8221;, afirmou Csaba Szabo, principal autor do estudo, que foi publicado esta semana na revista científica <em>Diabetes</em>. &#8220;Precisaremos caracterizar cuidadosamente o perfil de segurança da paroxetina em pacientes diabéticos, <strong>mas eu acredito que há definitivamente potencial aqui</strong>.&#8221;</p>
<p><strong>E o quê, afinal de contas, seria a</strong> paroxetina? Seria um medicamento obscuro e pouco utilizado, por isso ninguém ainda havia percebido suas propriedades benéficas aos diabéticos? Muito pelo contrário. A paroxetina é o princípio ativo de uma grande variedade de antidepressivos comumente receitados no Brasil. Além da depressão, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, dor de cabeça crônica, fobia social e tensão pré-menstrual são também tratadas com estes remédios, vendidos no Brasil sob os nomes comerciais de <b>Cebrilin</b>, <b>Arotin</b>, <b>Benepax</b>, <b>Paxan</b>, <b>Paxtrat</b>, <b>Pondera</b> e <b>Roxetin</b>, além das versões genéricas, chamadas apenas de &#8220;Paroxetina&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Nov 2012 19:43:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento utilizado para curar a resistência à insulina em diabéticos aumentou as habilidades cognitivas de pessoas com Alzheimer, de acordo com novo estudo. Quando pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, começaram a tratar camundongos que tinham Alzheimer com um medicamento para diabéticos, mal sabiam eles que a experiência daria tão certo. Surpreendendo os cientistas, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento utilizado para curar a resistência à insulina em diabéticos aumentou as habilidades cognitivas de pessoas com Alzheimer, de acordo com novo estudo.</em></p>
<p><span id="more-1998"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1999" title="cerebro musculacao diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes.jpg" alt="" width="413" height="350" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes.jpg 413w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 413px) 100vw, 413px" /></p>
<p>Quando pesquisadores da Universidade do Texas, nos EUA, começaram a tratar camundongos que tinham <a title="Glicemia alta pode encolher o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Alzheimer </a>com um medicamento para diabéticos, mal sabiam eles que a experiência daria tão certo. Surpreendendo os cientistas, os animais mostraram uma enorme melhora em processos <a title="A inteligência diabética" href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/">cerebrais </a>e cognitivos &#8211; e ainda, como bônus, a resistência à insulina foi devidamente controlada! A descoberta abre portas para novos tratamentos para quem sofre de Alzheimer.</p>
<p><strong>A relação entre Alzheimer e diabetes</strong></p>
<p>Durante este ano de 2012, diversas pesquisas médicas foram publicadas que sugerem uma forte ligação entre Alzheimer e diabetes. O elo entre as duas condições estaria na <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>resistência à insulina</strong></a>, ou seja, na menor capacidade das células cerebrais de utilizar a insulina da corrente sangüínea como mediadora de sua &#8220;alimentação&#8221; (com glicose). Evidências apontam que a resistência à insulina pode ser um indicador precoce de Alzheimer. <em>Assim, é fundamental que diabéticos tratem corretamente e com carinho a sua condição, evitando maiores problemas no futuro</em>.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>A pesquisa texana administrou aos camundongos a droga <strong>rosiglitazona</strong>, uma substância bastante polêmica. Vendida durante vários anos como remédio de controle de diabetes (sob o nome comercial de <strong><em>Avandia</em></strong>), foi proibida aqui no Brasil em 2010, devido a riscos cardiovasculares em humanos. O medicamento combate a resistência à insulina ao tornar as células mais sensíveis à atividade da molécula. Portanto, o primeiro intuito do estudo americano foi controlar a resistência à insulina em camundongos com Alzheimer. Os ótimos resultados cognitivos apresentados foram um fortuito acaso.</p>
<figure id="attachment_2001" aria-describedby="caption-attachment-2001" style="width: 392px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2001" title="cerebro musculacao diabetes 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2.jpg" alt="" width="392" height="306" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2.jpg 392w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/cerebro-musculacao-diabetes-2-307x240.jpg 307w" sizes="(max-width: 392px) 100vw, 392px" /><figcaption id="caption-attachment-2001" class="wp-caption-text">Fortalecendo o cérebro com a rosiglitazona.</figcaption></figure>
<p>Os cientistas acreditam que a rosiglitazona teve uma influência benéfica na atividade de uma proteína chamada ERK. Em pessoas e camundongos com Alzheimer, a ERK se torna superativa, e esta atividade aumentada compromete a comunicação entre as células do cérebro. Isto resulta em danos à memória e ao aprendizado.</p>
<p>&#8220;O uso deste medicamento aparentemente restaura a sinalização neuronal necessária a um funcionamento cognitivo adequado&#8221;, disse o principal autor do estudo, professor Larry Denner. &#8220;Isto nos dá a oportunidade de testar várias drogas já aprovadas a fim de normalizar a resistência à insulina em pacientes com Alzheimer e, possivelmente, também melhorar a memória. Além disso, a descoberta pode ser uma ferramenta notável a ser usada em modelos animais para entender os mecanismos moleculares subjacentes aos problemas cognitivos do Alzheimer&#8221;, completou o pesquisador.</p>
<p>O trabalho foi publicado no periódico <em><strong>Journal of Neuroscience</strong></em> deste mês.</p>
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		<title>A cura pela drupa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 18:53:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Frutos carnosos &#8211; também conhecidos como drupas &#8211; contêm componentes especiais que evitam doenças como a obesidade e o diabetes. A novidade vem de pesquisadores do Texas AgriLife Research, ligados à Universidade do Texas. Segundo eles, frutos carnosos &#8211; as drupas &#8211; ajudam a evitar a síndrome metabólica, a qual pode resultar em doenças como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Frutos carnosos &#8211; também conhecidos como drupas &#8211; contêm componentes especiais que evitam doenças como a obesidade e o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-796"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/mulher-comendo-pessego.jpg"></span></p>
<p>A novidade vem de pesquisadores do <em>Texas AgriLife Research</em>, ligados à Universidade do Texas. Segundo eles, frutos carnosos &#8211; as drupas &#8211; ajudam a evitar a síndrome metabólica, a qual pode resultar em doenças como diabetes, ataques cardíacos e obesidade.</p>
<p>A síndrome metabólica, como já explicado aqui, é um conjunto de condições que elevam os riscos de diabetes, derrame e parada cardíaca. Dentre estas condições, as mais comuns são glicemia alta, hipertensão, muita gordura ao redor da cintura e taxas de colesterol muito altas. Como que as drupas (veja abaixo exemplos destas frutas) podem auxiliar a combater a síndrome?</p>
<p>Explica o cientista alimentar Luis Cisneros-Zevallos, um dos autores do trabalho:</p>
<p>&#8220;Nossos estudos mostraram que frutos carnosos &#8211; pêssegos, ameixas, e nectarinas &#8211; contêm componentes bioativos com o potencial de atacar a síndrome.</p>
<p>Nosso trabalho indica que componentes fenólicos presentes nestas frutas têm propriedades anti-obesidade, antiinflamatórias e anti-diabéticas em diferentes linhagens celulares, e podem também reduzir a oxidação do colesterol ruim (LDL), o qual é associado a doenças cardiovasculares.&#8221;</p>
<h3>Detalhes bioquímicos</h3>
<p>Cisneros-Zevallos fornece interessantes informações específicas sobre a pesquisa:</p>
<p>&#8220;Nosso trabalho mostra que os quatro principais grupos fenólicos &#8211; antocianinas, ácidos clorogênicos, derivados da quercetina e catequinas &#8211; atuam em diferentes células &#8211; células adiposas, macrófagos e células do endotélio vascular. Eles modulam a expressão diferenciada de genes e proteínas, de acordo com o tipo de composto.</p>
<p>Todavia, ao mesmo tempo, todos eles atuam simultaneamente em diferentes frentes contra componentes da doença (a síndrome metabólica), incluindo obesidade, inflamação, diabetes e doenças cardiovasculares&#8221;.</p>
<p>Os resultados serão apresentados em sua forma definitiva em agosto deste ano, durante o encontro da <em>American Chemical Society</em>.</p>
<h3><span style="color: #334c80;">Exemplos de drupas, para uma alimentação mais saudável</span></h3>
<ul>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Ameixas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Amêndoas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Cerejas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Côcos</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Damascos</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Mangas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Nectarinas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Pêssegos</span></li>
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