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	<title>saúde | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>O que significa o Dia Mundial do Diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2015 11:16:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[14 de novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma texto especial da Equipe Diabeticool para lembrar o dia 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes, data tão importante em nosso calendário! Certa vez, em um quente novembro há muitos anos, um amigo nos contou que estava muito intrigado com a gente, &#8220;os diabéticos&#8221;. Na época, nem ligávamos por sermos chamados desse jeito, como &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma texto especial da Equipe Diabeticool para lembrar o dia 14 de novembro, Dia Mundial do Diabetes, data tão importante em nosso calendário!</em><span id="more-5677"></span></p>
 &#8220;Dia Mundial da Diabetes??! Por que alguém comemoraria isto?&#8221;, perguntou um amigo&#8230;
<span class="bdaia-shory-dropcap" >C</span>erta vez, em um quente novembro há muitos anos, um amigo nos contou que estava muito intrigado com a gente, &#8220;os diabéticos&#8221;. Na época, nem ligávamos por sermos chamados desse jeito, como se o diabetes definisse nossa personalidade&#8230;Conversávamos em um barzinho e havíamos mencionado que dia 14 de novembro é o <strong><a href="http://www.diabeticool.com/dia-mundial-do-diabetes-video-apresenta-os-riscos-do-sedentarismo/">Dia Mundial do Diabetes</a></strong>.</p>
<p>&#8220;Ué&#8221;, disse esse amigo, &#8220;Dia Mundial do Diabetes? Que história é essa?! Eu não fico comemorando minha enxaqueca, minha gripe, minha dor de barriga &#8211; eu tomo um remedinho e comemoro quando fico saudável de novo!&#8221;</p>
<p>&#8220;Como é que você tem coragem de &#8216;comemorar&#8217;, ainda mais MUNDIALMENTE, essa doença aí de vocês, que nem cura tem?&#8221;, indagou.</p>
<p>Nós, &#8220;os diabéticos&#8221;, nos entreolhamos, pensando no que responder. No fundo, no fundo, acho que a mesma idéia cruzou nossas mentes: caramba, como é difícil explicar para alguém o que passa pela nossa cabeça, quais são os nossos motivos para &#8220;comemorar&#8221; o diabetes, se esta pessoa não sabe o que é conviver 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano com uma condição de saúde?!</p>
<figure style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/dia-mundial-do-diabetes.jpg" alt="" width="600" height="311" /><figcaption class="wp-caption-text">&#8220;A cor escolhida para o mês de novembro é o azul, a cor do céu, que fica sobre nossas cabeças e é a cor escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU). O símbolo é um círculo azul, uma vez que precisa ser simples o suficiente para que qualquer criança com giz de cera consiga desenhá-lo&#8221;, explica Ronaldo Wieselberg.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>VENCENDO E SUPERANDO DESAFIOS</strong></span></h3>
<p>Diabetes não é uma enxaqueca, que vai embora com um ou dois comprimidinhos. Não é gripe, da qual você sara em menos de uma semana. E nem é dor de barriga, que às vezes passa mais rápido do que planejamos!!</p>
<p>Sim, nós pensamos, você acertou, amigo: diabetes não tem cura. Mas você errou em uma questão fundamental: nós não comemoramos o Dia Mundial do Diabetes desta maneira meio irresponsável que você sugeriu, mesmo sabendo que não há cura. Os motivos de nossa sincera comemoração todo dia 14/11 são outros, bem mais nobres do que ele imaginava&#8230;</p>
<p>Se (<a href="http://www.diabeticool.com/a-cura-do-diabetes-foi-finalmente-encontrada/">ainda</a>!) não existe cura para o diabetes, isto significa que todos nós tivemos que aceitar a condição. Assumir que &#8220;ser docinho&#8221; agora<strong> já faz parte de quem nós somos</strong>. <strong>Tivemos que, a duras penas, aprender a cuidar, nós mesmos, da nossa saúde.</strong></p>
<p>Sofremos, choramos, bradamos aos céus contra tamanha injustiça.</p>
<p><strong>Mas superamos estes desafios</strong>. Vencemos e somos <strong>muito mais fortes</strong>. Alguns de nós aprenderam até a vencer barreiras ainda mais difíceis &#8211; como quem precisa todo santo dia picar os dedos diversas vezes para medir a glicemia e aplicar insulina. E buscamos lutar a batalha pela saúde &#8211; por mais difícil que seja às vezes &#8211; com um sorriso no rosto, porque agora entendemos que estar com diabetes também tem suas vantagens&#8230;</p>
<p>Sabe, amigo, estar com diabetes é entender do próprio corpo melhor que muitos &#8220;especialistas&#8221; por aí! É ter um controle fora do comum sobre o que faz bem e o que faz mal para a saúde. É saber que atos irresponsáveis (como abusar na comilança de final de ano!!) podem ter conseqüências seríssimas. É entender como ninguém o quão importante é manter um estilo de vida saudável e ativo.</p>
<p><strong>Conviver com o diabetes é ser responsável, esclarecido, é aprender a cuidar da saúde como ninguém. É ser, sem sombra de dúvidas, um <span style="color: #008ec8;">doce guerreiro</span>.</strong></p>
<p>Ora, dissemos ao nosso amigo, estes são motivos pra lá de bons para uma comemoração, não é mesmo? No dia 14 de novembro de todos os anos em que estivermos vivos, estaremos comemorando não uma doença, mas a capacidade humana de vencer enormes desafios, com alegria no rosto e serenidade no coração!</p>
<p>Feliz dia 14 de Novembro! 🙂</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #808080;"><strong>Uma homenagem da Equipe Diabeticool a todas as guerreiras e guerreiros que, dia após dia, vencem incríveis batalhas para manter a boa saúde!</strong></span></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-significa-o-dia-mundial-do-diabetes/">O que significa o Dia Mundial do Diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>5 coisas que não te contam sobre a perda de peso</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/5-coisas-que-nao-te-contam-sobre-a-perda-de-peso/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Jan 2015 21:59:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[perda de peso]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra segredos e mudanças que ocorrem no corpo de quem perde bastante peso, um dos métodos mais efetivos no combate ao diabetes tipo 2. Poucas coisas são mais inspiradores que uma mudança dramática na sua saúde. Mas, nas narrativas típicas sobre perda de peso, a tendência é se concentrar no óbvio: os benefícios de saúde, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra segredos e mudanças que ocorrem no corpo de quem perde bastante pes</em>o, <em>um dos métodos mais efetivos no combate ao diabetes tipo 2.</em><span id="more-8252"></span></p>
<p>Poucas coisas são mais inspiradores que uma mudança dramática na sua saúde. Mas, nas narrativas típicas sobre perda de peso, a tendência é se concentrar no óbvio: os benefícios de saúde, a melhoria da autoestima e do <a title="Pessoas com diabetes tipo 2 devem ter atenção ao sono" href="http://www.diabeticool.com/pessoas-com-diabetes-tipo-2-devem-ter-atencao-ao-sono/">sono</a>.</p>
<p>É verdade que perder aqueles quilos a mais traz muitos ganhos de saúde (ossos fortalecidos, menor risco de diabetes e derrames e uma vida mais longa, só para mencionar alguns, mas há desafios dos quais nem sempre ouvimos falar.</p>
<p>Como sabemos que não é fácil, eis alguns dos desafios de perder peso que não costumam ter tanto destaque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. Sua percepção do próprio corpo não vai mudar do dia para a noite.</strong></p>
<p>Uma mudança dramática deveria ser incrível – mas e quando não é assim?</p>
<p>“Ainda tenho dificuldades para enxergar o que conquistei nestes últimos dois anos”, disse ao Huffington Post Kristin Griffin, que perdeu 38 quilos. “Perder o peso foi a parte fácil; enxergar meu novo eu tem sido uma luta diária”.</p>
<p>“Muitas pessoas atribuem suas decepções ao fato de estarem obesas e acham que, perdendo peso, tudo vai melhorar milagrosamente”, diz Ed Abramson, doutor em psicologia e autor de Emotional Eating (Comendo emocionalmente, em tradução livre), ao The Huffington Post. “Mas a realidade é que você ainda é você.”</p>
<p>“No começo, achei que simplesmente teria essa autoconfiança”, disse à CNN Shannon Britton, que perdeu 120 quilos depois de fazer cirurgia de redução do estômago. “Ficaria magra, com vontade de sair correndo pelada por aí. OK, talvez não pelada, mas tinha essa fantasia na cabeça de que um dia acordaria amando meu corpo e me sentiria à vontade de biquíni – que não teria nenhuma vergonha do meu corpo.”</p>
<p>Na verdade, diz Abramson, a imagem corporal pode ser a última coisa a mudar em uma transformação dessas; assim como as pessoas que perderam um membro sentem dor ou formigamento fantasmas, quem era obeso ainda acredita ocupar o mesmo espaço.</p>
<p>Isso não quer dizer que seja impossível chegar lá. “Nos primeiros dois anos da minha jornada, ainda tinha dificuldades de me enxergar como uma nova pessoa”, disse Maia Sutton ao HuffPost em 2013. Ela perdeu 40 quilos. “Só recentemente tive uma epifania e percebi: ‘Sou boa o suficiente! Eu mereço! Pela primeira vez na vida, me olhei no espelho e me achei maravilhosa. Vejo coisas dignas de elogio, não de críticas. Nunca me senti tão confiante.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. Provavelmente vai haver sobra de pele.</strong></p>
<p>Se você perdeu uma certa quantidade de peso, provavelmente vai ser lembrado disso fisicamente: pele flácida e com estrias. Infelizmente, não há nada que se possa fazer para evitar esse problema. “Como você perde a pele depois da perda de peso depende de vários fatores: quantos quilos perdeu, que idade tem, <a title="Qual a relação entre efeito sanfona e diabetes tipo 2?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-relacao-entre-efeito-sanfona-e-diabetes-tipo-2/">quantas vezes engordou e emagreceu</a> e com que velocidade perdeu peso (quanto mais rápido o emagrecimento, menos tempo tem a pele de se firmar naturalmente)”, diz a revista Women’s Health.</p>
<p>Alguns optam por cirurgia. Brian Beck, que perdeu mais de 135 quilos, disse ao HuffPost em 2013 que fez operações para retirar mais de 4,5 quilos de pele em excesso. É claro que qualquer tipo de cirurgia pode ter sérias consequências de saúde, e as operações para a retirada de pele excessiva não costumam ser cobertas por planos de saúde. “Estou mais feliz, mas tenho essa lembrança constante do meu passado&#8230; sérias cicatrizes mentais”, disse ao Huffington Post Robbie Siron, que perdeu 52 quilos. “Fiquei com pele sobrando. Estou frustrado, porque meu plano de saúde pagaria uma ponte de safena tripla, mas não uma operação para retirar a pele em excesso.”</p>
<p>A imagem corporal também interfere, diz Abramson. Ele incentiva as pessoas com o excesso de pele a serem pelo menos um pouco céticas em relação ao que pensam. “Às vezes, quando você se olha no espelho, o cérebro te engana”, diz ele. “A representação que o cérebro faz do seu corpo pode não ser totalmente precisa.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. Alguns relacionamentos podem mudar.</strong></p>
<p>Talvez seu novo treino favorito seja na mesma hora daquele programa de TV que você assistia religiosamente com um amigo, comendo besteiras. Talvez sua mulher ache que seus jantares cheios de legumes sejam uma dica silenciosa para que ela mude a dieta. A mudança de hábitos pode mostrar que você tem menos (ou mais!) em comum com certas pessoas a sua volta.</p>
<p>Novos relacionamentos iniciados na academia ou no grupo de perda de peso podem ser extremamente motivadores, mas pesquisas sugerem que os relacionamentos mais antigos, especialmente os românticos, podem sofrer se um dos integrantes perder peso, e o outro, não. Um estudo apontou até mesmo maiores índices de divórcio entre pessoas que passam por cirurgias para redução de peso. O peso pode ser uma espécie de fator de equilíbrio num relacionamento, explica Abramson. Ele teoriza, por exemplo, que um parceiro pode se sentir mais confiante para enfrentar o outro depois de emagrecer, ou então pode temer perder o parceiro caso ele emagreça. Irmãos podem sentir um aumento na rivalidade se um deles perder peso. “Você mexe com o equilíbrio”, diz ele, “e às vezes surgem conflitos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>4. Seu novo guarda-roupas pode custar caro.</strong></p>
<p>Depois de atingir seu peso ideal, você provavelmente vai começar a procurar novas roupas. Quanto mais dramática sua transformação, mais provável que você se veja comprando roupas ao longo do processo.</p>
<p>“Apesar de ter sido caro, fico muito empolgado por ter de comprar roupas menores todo mês”, disse ao HuffPost Brad Bishop, que perdeu 30 quilos. “Minha cintura diminuiu quase 20 centímetros. Tive de cortar e fazer novos furos no meu cinto várias vezes. A pulseira do meu relógio também diminuiu muito.”</p>
<p>Comprar roupas baratas ou fazer trocas com amigos pode ajudar a encher o guarda-roupa sem esvaziar a carteira. Se você conseguir adiar, deixe para comprar roupas só quando estiver precisando. Em vez disso, dê-se de presente algo que não dependa do tamanho, como um novo produto para o cabelo ou uma joia, diz Abramson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5. Os outros podem achar que estão ajudando&#8230;</strong></p>
<p>Você provavelmente vai encontrar pessoas que percebem a mudança pela qual você está passando. Muitas dessas pessoas vão te apoiar e incentivar. Outras, não. Nem sempre esse tipo de atenção é bem-vindo.</p>
<p>Na verdade, um simples “Você está ótimo!” pode parecer definitivamente constrangedor. Para começar, esse tipo de comentário te obriga a se perguntar: se você está ótimo agora, como estava antes? Concentrar-se apenas no físico pode servir de estímulo para algumas pessoas. Para outras, porém, pode parecer falta de educação. “Não sou gordo, não sou magro, tenho proporções razoáveis, e as pessoas perguntam se perdi peso”, diz Abramson. “[Tenho vontade de dizer:] ‘Não é da sua conta’. Eu incentivaria as pessoas a mudar de assunto.”</p>
<p>Tente se armar com respostas inteligentes, como essas do Health.com e saiba que o que essas pessoas realmente querem te dizer, por mais doloroso que seja, é: Tenha orgulho de si mesmo.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.brasilpost.com.br/2015/01/02/novidades-perda-de-peso_n_6406208.html">Huff Post Br</span></strong></p>
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		<title>UNICAMP lança portal online sobre dietas e controle do peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 00:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[OCRC]]></category>
		<category><![CDATA[portal]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes. Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Iniciativa de grupo de pesquisadores da Universidade, site “SobrePeso” discute de maneira simples e direta assuntos como obesidade, dieta saudável e diabetes.</em><br />
<span id="more-7928"></span></p>
<figure id="attachment_7931" aria-describedby="caption-attachment-7931" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.sobrepeso.com.br" target="_blank"><img loading="lazy" class="wp-image-7931 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg" alt="logo sobrepeso site" width="600" height="250" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/logo-sobrepeso-site-415x173.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption id="caption-attachment-7931" class="wp-caption-text">Clique na imagem para acessar o novo portal informativo.</figcaption></figure>
<p>Ninguém gosta de estar acima do peso. Além dos estigmas sociais sempre associados ao sobrepeso e à obesidade, os quilinhos a mais na balança são fatores de risco para diversos problemas de saúde, como pressão alta e o <a title="Diabetes tipo 2: melhores resultados com bomba de insulina do que com múltiplas injeções diárias" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-melhores-resultados-com-bomba-de-insulina-do-que-com-multiplas-injecoes-diarias/">diabetes tipo 2</a>. Na busca por soluções, muitas pessoas acabam confiando em dietas milagrosas (e falsas) divulgadas na internet – o que, na maioria das vezes, só gera ainda mais dores de cabeça e malefícios ao corpo.</p>
<p>Tentando mudar esta realidade, esta semana foi inaugurado o site “<strong>SobrePeso</strong>”, uma iniciativa do Centro de Pesquisas em Obesidade e Comorbidades (<a href="http://www.ocrc.com.br">OCRC</a>), da Universidade Estadual de Campinas. O site traz diariamente informações de qualidade e de fácil entendimento sobre temas de saúde relacionados ao bom controle do peso.</p>
<p>A iniciativa nasceu dos próprios cientistas do OCRC. Eles buscam, através do “SobrePeso”, repassar à população todo o conhecimento adquirido nos laboratórios da Universidade, mas de maneira clara e acessível.</p>
<p>“O site trará notícias diversas sobre todas as doenças relacionadas à obesidade, fórum de discussões, calendário de atividades. Será um site muito dinâmico e que esperamos que tenha número de visitantes bastante alto”, disse em entrevista ao jornal Correio Popular o coordenador de divulgação científica do OCRC, Ronaldo Pilli.</p>
<figure id="attachment_7929" aria-describedby="caption-attachment-7929" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7929" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg" alt="sobrepeso site unicamp" width="600" height="436" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sobrepeso-site-unicamp-330x240.jpg 330w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7929" class="wp-caption-text">O diabetes também é tema de destaque no portal.</figcaption></figure>
<p>“A população em geral poderá ter informações sobre como calcular o <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">IMC</a>, acesso a receitas, notícias relacionadas. Só não terá dietas mágicas porque não acreditamos nisso, mas sim em orientações para desenvolver bons hábitos alimentares”, disse Pilli.</p>
<p>O site está em fase inicial de atividades. Já é possível encontrar cerca de uma centena de textos sobre doenças relacionadas ao excesso de peso, como diabetes tipo 2, aterosclerose e hipertensão. Além disso, há dicas de exercícios físicos e de alimentação.</p>
<p>Uma outra seção de alto interesse é o “Livro de Receitas Saudáveis”, atualizado continuamente com alimentos que fazem bem à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PORTAL REFERÊNCIA NO PAÍS</strong></p>
<p>A meta dos pesquisadores responsáveis pelo “SobrePeso” é que, em pouco tempo, o site torne-se uma referência para a população brasileira em geral aprender mais sobre os assuntos abordados.</p>
<p>Pesquisadores do OCRC terão colunas fixas no portal nas quais discutirão temas relacionadas às suas especialidades acadêmicas. Além disso, uma área de material didático está sendo criada como suporte aos textos publicados.</p>
<p>Para quem gosta de conversas e discussões, o portal está estreando a seção de fóruns, abertos e qualquer pessoa que tenha uma conta no Facebook.</p>
<p>O &#8220;SobrePeso&#8221; pode ser visitado em <a href="http://www.sobrepeso.com.br">www.sobrepeso.com.br</a>. Para facilitar o acompanhamento das atualizações, o portal também está presente nas redes sociais, como o <a href="http://www.facebook.com/sobrepesobrasil">Facebook</a>, <a href="http://twitter.com/sobrepesobrasil">Twitter</a>, <a href="https://plus.google.com/111846202854593138546">Google+</a> e <a href="http://sobrepesobrasil.tumblr.com/">Tumblr</a>.</p>
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		<title>6 segundos de atividades físicas já melhoram a saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2014 18:22:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
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		<category><![CDATA[Journal of the American Geriatrics Society]]></category>
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		<category><![CDATA[pressão sangüínea]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você tem pressão alta ou problemas cardíacos, vai adorar saber mais sobre esta incrível descoberta científica! Costuma-se dizer que qualquer forma de atividade física é melhor do que ficar parado &#8211; e isto é muito mais do que um simples mantra de professor de academia! A Ciência comprova, cada vez mais, que o mínimo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Se você tem pressão alta ou problemas cardíacos, vai adorar saber mais sobre esta incrível descoberta científica!</em><span id="more-7773"></span></p>
<p>Costuma-se dizer que qualquer forma de atividade física é melhor do que ficar parado &#8211; e isto é muito mais do que um simples mantra de professor de academia! A Ciência comprova, cada vez mais, que o mínimo de exercícios já ajuda a melhor a saúde. No ano passado, o mundo ficou impressionado com estudos mostrando que apenas <a title="O estímulo que faltava para mudar de vida" href="http://www.diabeticool.com/o-estimulo-que-faltava-para-mudar-de-vida/">7 minutos de atividades físicas</a> por semana correspondiam a melhoras substanciais na saúde do coração e no controle da glicemia.</p>
<p>Agora, <strong>uma nova pesquisa promete ser o estímulo que faltava para que todos saiam do sedentarismo</strong>. Pesquisadores da Universidade Abertay, na Escócia, afirmam que apenas 6 segundos de exercícios já são suficientes para tornar o coração mais saudável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEIS SEGUNDOS DE MUITO SUOR</strong></p>
<p>O trabalho dos acadêmicos &#8211; publicado na última edição do <em>Journal of the American Geriatrics Society</em> &#8211; envolveu grupos de senhores e senhoras que participaram, duas vezes por semana, de sessões de <a title="Os riscos do sedentarismo" href="http://www.diabeticool.com/os-riscos-do-sedentarismo/">exercícios físicos de alta intensidade</a>. Funcionou assim: os voluntários tinham que pedalar o mais intensamente que podiam durante 6 segundos, dando o máximo de si, e depois descansar por pelo menos 1 minuto (ou até que os batimentos cardíacos voltassem a 120 batidas/minuto).</p>
<p>No começo, os voluntários aguentavam seis seqüências de pedaladas intensas; após seis semanas de estudo, chegaram a dez.</p>
<p>Depois deste um mês e meio de atividades físicas, o resultado foi surpreendente. <strong>Os voluntários diminuíram em 10% a pressão sangüínea e aumentaram a capacidade de enviar oxigênio aos músculos</strong>. Vale lembrar: a <a title="Pressão alta, diabetes e obesidade podem ser sinais de alerta para doença renal" href="http://www.diabeticool.com/pressao-alta-diabetes-e-obesidade-podem-ser-sinais-de-alerta-para-doenca-renal/">pressão alta</a> é um dos maiores fatores de risco para doenças do coração, é muito prevalente na população mais velha e aumenta consideravelmente os riscos de complicações do diabetes.</p>
<p>Os pesquisadores, animados com os resultados, afirmam que vão realizar novos testes para comprovar a eficácia dos treinamentos curtíssimos e de alta intensidade. Segundo eles, talvez no futuro este tipo de atividade seja recomendada às pessoas de mais idade como alternativa aos remédios contra a pressão alta, que sempre possuem efeitos colaterais.</p>
<p>Em entrevista à BBC, o dr. Adam Gordon, da Sociedade Geriátrica britânica, afirmou: &#8220;<strong>A grande mensagem aqui é que você nunca está velho demais, frágil demais ou doente demais para se beneficiar de exercícios físicos, desde que eles sejam escolhidos com cuidado</strong>&#8220;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diabetes tipo 1: hipoglicemias afetam diretamente o coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 17:48:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recente pesquisa mostra que as variações na glicemia provocam stress nos músculos do coração, o que pode levar a doenças sérias no futuro. Se você está com diabetes tipo 1 e precisa diminuir os valores de hemoglobina glicada – que nada mais é do que uma medida a longo prazo dos valores de glicemia – ou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Recente pesquisa mostra que as variações na glicemia provocam stress nos músculos do coração, o que pode levar a doenças sérias no futuro.</em><span id="more-7722"></span></p>
<p>Se você está com diabetes tipo 1 e precisa diminuir os valores de hemoglobina glicada – que nada mais é do que uma medida a longo prazo dos valores de glicemia – ou simplesmente controlar melhor as suas taxas de açúcar, aqui vai um aviso: na hora de diminuir a quantidade de açúcares na corrente sangüínea,<strong> tome muito cuidado para evitar hipoglicemias</strong>.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #000000;">Quer entender melhor o que é <span style="color: #ff6600;">he</span></span><span style="color: #ff6600;">moglobina glicada</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">Acesse estas dicas</a>!</strong></p>
<p>Cientistas da Universidade de Michigan, nos EUA, descobriram que episódios de hipoglicemia em diabéticos tipo 1 aumentam os riscos de problemas no coração.</p>
<p>A conclusão vem de um estudo com 44 diabéticos tipo 1, todos com valores de hemoglobina glicada muito acima do esperado (8%, quando o máximo indicado é de aproximadamente 7%). Os voluntários utilizaram durante cinco dias um monitor contínuo de glicemia. Ao mesmo tempo, um outro aparelho media as funções vitais do coração.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #000000;">Dúvidas sobre a </span><span style="color: #ff6600;">glicemia</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">Clique aqui</a><span style="color: #000000;"> e resolva-as</span>!</strong></p>
<p>Os cientistas perceberam que os voluntários que tiveram mais episódios de hipoglicemias também tinham o coração ‘menos saudável’, isto é, com variações menores no ritmo das batidas. Estas variações menores são relacionadas a altas taxas de mortalidade, de acordo com a a literatura científica médica.</p>
<p>O estudo sugere que as mudanças para baixo na quantidade de açúcar no sangue  – as hipoglicemias – geram stress nos músculos do coração, o que pode causar danos que se transformarão em doenças cardíacas no futuro.</p>
<p>A dica, portanto, é lutar para manter sempre a glicemia em valores adequados, todos os dias. A tarefa é bastante complicada e exige uma série de esforços, porém vale muito a pena. Toda a saúde – especialmente a do coração! – agradecerá mais para frente.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-hipoglicemias-afetam-diretamente-o-coracao/">Diabetes tipo 1: hipoglicemias afetam diretamente o coração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Bactérias intestinais são associadas a baixos índices de obesidade e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2014 21:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[intestino]]></category>
		<category><![CDATA[microbiota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas saudáveis apresentam uma diversidade de espécies maior da microbiota intestinal, que reforça a proteção contra várias doenças. Em um pequeno estudo, que dá suporte a descobertas anteriores que ligam determinado microrganismos do intestino à obesidade e ao diabetes tipo 2, pesquisadores turcos descobriram inconsistências na microbiota das pessoas afetadas pelas condições citadas acima quando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas saudáveis apresentam uma diversidade de espécies maior da microbiota intestinal, que reforça a proteção contra várias doenças.</em><span id="more-7717"></span></p>
<p style="color: #393939;">Em um pequeno estudo, que dá suporte a descobertas anteriores que ligam determinado <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">microrganismos do intestino</a> à obesidade e ao diabetes tipo 2, pesquisadores turcos descobriram inconsistências na microbiota das pessoas afetadas pelas condições citadas acima quando comparadas a indivíduos saudáveis.</p>
<p style="color: #393939;">Microbiota é um termo científico para descrever a comunidade bacteriana digestiva, composta por pelo menos 160 espécies. Ela é considerada parte do <a title="Médico diz que prefere ter HIV a diabetes e causa polêmica" href="http://www.diabeticool.com/medico-diz-que-prefere-ter-hiv-a-diabetes-e-causa-polemica/">sistema imunológico</a>, por sua capacidade de combater uma série de doenças.</p>
<p style="color: #393939;">— A microbiota intestinal pode ser utilizada como um importante indicador para determinar o risco dessas doenças metabólicas ou pode se tornar um alvo terapêutico para tratá-las— diz Yalcin Basaran, endocrinologista da Escola de Medicina da Academia Médica Militar Gulhane, em Ancara.</p>
<p style="color: #393939;">No estudo, os pesquisadores trabalharam com 27 adultos que tinham obesidade grave, 26 participantes recém-diagnosticados com diabetes tipo 2 e um grupo de controle com 28 voluntários saudáveis. Um dos critérios de seleção foi a ausência de medicamentos e antibióticos no sistema, o que poderia alterar a composição da microbiota. A análise fecal apresentou maior diversidade da microbiota nos indivíduos saudáveis e nos grupos de obesos e diabéticos estavam faltando várias espécies importantes.</p>
<p style="color: #393939;">— Novos testes devem ser feitos para esclarecer se as mudanças microbianas intestinais são uma causa ou efeito das doenças metabólicas. A manipulação de bactérias intestinais poderia oferecer uma nova abordagem para gerenciar a obesidade e diabetes tipo 2— afirma Basaran.</p>
<p style="color: #393939;">A investigação obteve sucesso ao conectar diversas condições a uma bactéria específica, já que o <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">índice de massa corporal</a> (IMC) dos pacientes, a circunferência da cintura e o controle de açúcar no sangue, entre outros fatores, corresponderam às suas respectivas contagens de determinadas espécies.</p>
<p style="color: #393939;">Ainda que manter a microbiota diversificada seja uma questão de alimentação para a maioria das pessoas, o transplante por meio de material fecal talvez seja necessário para os casos nos quais a alteração dos hábitos alimentares não traz resultados. Também conhecidos como bacterioterapia fecal, os transplantes fecais têm sido usados com moderação apesar de serem cada vez mais comuns.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Fonte: <a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2014/06/bacterias-intestinais-sao-associadas-a-baixos-indices-de-obesidade-e-diabetes-4537853.html" target="_blank" rel="nofollow">ZH Vida</a></strong></p>
<p style="color: #393939;">The post <a href="https://www.diabeticool.com/bacterias-intestinais-sao-associadas-a-baixos-indices-de-obesidade-e-diabetes/">Bactérias intestinais são associadas a baixos índices de obesidade e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como está a saúde dos adultos no Brasil? Não tão boa assim&#8230;</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/como-esta-a-saude-dos-adultos-no-brasil-nao-tao-boa-assim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 14:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol alto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exclusivo: estudo mostra que maioria dos brasileiros está com algum fator de risco grave para doenças cardiovasculares e diabetes. Veja os dados do trabalho. Como está a saúde dos adultos brasileiros? Esta é a pergunta que um novo estudo pretende responder. Cientistas de seis grandes Universidades brasileiras se uniram em um projeto pioneiro no país: &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exclusivo: estudo mostra que maioria dos brasileiros está com algum fator de risco grave para doenças cardiovasculares e diabetes. Veja os dados do trabalho.</em> <span id="more-7104"></span></p>
<p><strong>Como está a saúde dos adultos brasileiros</strong>? Esta é a pergunta que um novo estudo pretende responder. Cientistas de seis grandes Universidades brasileiras se uniram em um projeto pioneiro no país: descobrir o que causa e como se dá a progressão, em adultos, de doenças crônicas como o diabetes e <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">problemas cardiovasculares</a>.</p>
<p>O trabalho é importante porque hoje, no país, 72% das mortes são decorrentes das doenças cardiovasculares (como enfartes e derrames) e demais problemas crônicos de saúde.</p>
<p>Os primeiros resultados do trabalho, iniciado em 2008, serão publicados na próxima edição da revista científica <em>International Journal of Epidemiology</em>. Os dados são referentes à saúde de mais de 15 mil funcionários públicos das seis Universidades, com idade entre 35 e 74 anos e que foram entrevistados sobre sua saúde e hábitos de vida (como fumar e beber), além de realizaram vários exames (urina, plasma sangüíneo, DNA) ao longo dos últimos anos.</p>
<p>As informações que serão publicadas são referentes à fase inicial do estudo, que durou de 2008 a 2010. Uma nova fase de coleta e análise de dados começou em 2012 e continua este ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O ESTADO ATUAL DA SAÚDE DOS ADULTOS NO BRASIL</strong></p>
<p>Muitos dados interessantes já foram conseguidos pelo grupo de pesquisas. Eles lançam luz sobre a saúde da população adulta brasileira e revelam caraterísticas importantes para a prevenção de <a title="Arquitetos defendem planejamento urbano anti-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/arquitetos-defendem-planejamento-urbano-anti-diabetes/">doenças crônicas</a>.</p>
<p>Por exemplo, existem fatores de risco clássicos para doenças crônicas, reconhecidos há décadas como fortes influência negativas à saúde. Qual a porcentagem dos adultos que possui algum deles? Os dados revelam que:</p>
<ul>
<li>20.3% dos adultos têm tolerância à glicose diminuída;</li>
<li>35.8% estão com a <a title="Pressão alta, diabetes e obesidade podem ser sinais de alerta para doença renal" href="http://www.diabeticool.com/pressao-alta-diabetes-e-obesidade-podem-ser-sinais-de-alerta-para-doenca-renal/">pressão alta</a>;</li>
<li><strong>61.5%</strong> têm colesterol alto;</li>
<li><strong>63.1%</strong> estão com excesso de peso.</li>
</ul>
 Sedentarismo: o &#8220;vilão&#8221; mais comum da boa saúde.
<p>Estas informações, preocupantes, talvez sejam reflexo do fato de que quase <strong>80% dos entrevistados revelaram não praticar atividades físicas</strong> regularmente durante o tempo livre.</p>
<p>Tantas pessoas com excesso de peso e colesterol alto certamente se reflete nas estatísticas de doenças crônicas. Segundo o estudo:</p>
<ul>
<li>4.7% têm histórico de alguma doença cardíaca;</li>
<li><strong>19.7% das pessoas estão com diabetes</strong>;</li>
<li>26.7% tem algum distúrbio mental.</li>
</ul>
<p>Pelo lado positivo, os pesquisadores encontraram um número elevado de ex-fumantes (30% dos entrevistados) em comparação com a porcentagem daqueles que são fumantes atualmente (13%).</p>
<p>De acordo com os autores do trabalho, os dados são importantes para que novas políticas de saúde pública sejam estudadas e implantadas. A população brasileira está envelhecendo e engordando, e nosso sistema de saúde deve se adequar a esta nova realidade.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diabetes afeta muito a saúde dos olhos, mas pouca gente sabe</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-afeta-muito-a-saude-dos-olhos-mas-pouca-gente-sabe/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Dec 2013 21:01:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[complicações do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[edema macular diabético]]></category>
		<category><![CDATA[JAMA Ophthalmology]]></category>
		<category><![CDATA[Neil Bressler]]></category>
		<category><![CDATA[olhos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[vasos sangüíneos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo comprova que boa parte dos diabéticos ainda desconhece os efeitos da doença na saúde dos olhos. Veja os dados do trabalho e aprenda sobre o edema macular. Uma das complicações do diabetes mais comuns é o dano causado nos olhos. Por incrível que pareça, ela é também uma das complicações menos &#8220;visíveis&#8221;. Isto porque &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo comprova que boa parte dos diabéticos ainda desconhece os efeitos da doença na saúde dos olhos. Veja os dados do trabalho e aprenda sobre o edema macular.</em><span id="more-6270"></span></p>
<p>Uma das <a title="Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes/">complicações do diabetes</a> mais comuns é o dano causado nos olhos. Por incrível que pareça, ela é também uma das complicações menos &#8220;visíveis&#8221;. Isto porque muita gente ainda não sabe que o diabetes pode causar diversas formas de problemas oculares, muitos dos quais, quando não tratados adequadamente, são capazes de levar até mesmo à cegueira.</p>
<p>A relação entre diabetes e problemas nos olhos já é bem compreendida pela Ciência. Em termos bem simples, altas taxas de açúcar no sangue geram danos aos pequenos e delicados vasos sangüíneos que nutrem os olhos, desencadeando uma série de problemas visuais. Caso o diabético controle mal a glicemia durante muitos anos, o acúmulo de danos pode ser irreversível.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA MAIS</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?</a></strong></p>
<p>Uma recente pesquisa científica, publicada na edição do dia 19 deste mês na revista <em>JAMA Ophthalmology</em>, mostra que o número de diabéticos que não cuidam adequadamente da saúde dos olhos é alto, mesmo em um país com sistema de saúde de primeiro mundo (os EUA, onde o estudo foi feito).</p>
<p>Cientistas do hospital Johns Hopkins analisaram os dados de cerca de 800 diabéticos tipo 2, todos com mais de 40 anos de idade e que passaram por exames de retina. Eles descobriram que:</p>
<ul>
<li>48% dos pacientes tinham um problema de visão chamado de <a title="A visão central e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-visao-central-e-o-diabetes/"><strong>edema macular diabético</strong></a>, que dificulta a visão central e o enxergar de imagens detalhadas;</li>
<li>55% deles não tinham sido avisados pelos seus médicos de que existe uma correlação entre diabetes e problemas de visão;</li>
<li>40% dos diabéticos não tinham feito nenhum exame ocular durante o ano de estudo;</li>
<li>Cerca de 30% dos diabéticos que estavam com o edema já apresentavam perda parcial da visão.</li>
</ul>
<p>Os dados apontam duas coisas: primeiro, que problemas de visão são bastante comuns e devem ser tratados com todo o cuidado; e, também, que existe uma falha muito grande por parte dos profissionais de saúde em orientar os pacientes diabéticos quanto à saúde ocular.</p>
<p>&#8220;(&#8230;) <strong>Nós somos horrivelmente inadequados como profissionais de saúde</strong> na hora de explicar para os nossos pacientes com diabetes que a condição pode ter efeitos negativos nos olhos&#8221;, confessou o principal autor do estudo, o dr. Neil Bressler. &#8220;Quanto mais cedo detectarmos as doenças oculares causadas pelo diabetes, maior a probabilidade de ajudar os pacientes a manter uma visão saudável. De maneira inequívoca, esta pesquisa mostra o quanto temos ainda de caminhar para educar as pessoas sobre esta complicação freqüente e temida&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MELHORAS</strong></p>
<p>O dr. Bressler, em entrevista à mídia internacional, explicou que, até recentemente, 15% dos pacientes que desenvolviam problemas oculares e que eram tratados com cirurgia à laser acabam perdendo a visão. Agora, porém, o tratamento-padrão consiste em injetar medicamentos nos olhos que reduzem o inchaço e o risco de perda de visão para menos de 5%. Além disso, com o tratamento, metade dos pacientes relata <strong>melhora na visão</strong>.</p>
<p>A missão agora dos médicos é, de acordo com Bressler, aprender a educar melhor seus pacientes. Este seria o primeiro e principal passo para garantir a saúde ocular de quem está com diabetes.</p>
[poll id=&#8221;28&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-afeta-muito-a-saude-dos-olhos-mas-pouca-gente-sabe/">Diabetes afeta muito a saúde dos olhos, mas pouca gente sabe</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>&#8216;É preciso cuidar de doença de rico e de pobre&#8217;</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/e-preciso-cuidar-de-doenca-de-rico-e-de-pobre/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2013 11:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ex-presidente da Fiocruz cita dengue entre &#8216;moléstias negligenciadas&#8217; e diz que vacina não deve sair antes de 2020. O alerta oficial é de que a dengue deve bater mais forte neste verão, agravando os índices de 1,4 milhão de casos notificados e as 573 mortes verificadas entre janeiro e novembro últimos. Para complicar, o sanitarista &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ex-presidente da Fiocruz cita dengue entre &#8216;moléstias negligenciadas&#8217; e diz que vacina não deve sair antes de 2020.</em><span id="more-6201"></span></p>
<p>O alerta oficial é de que a dengue deve bater mais forte neste verão, agravando os índices de 1,4 milhão de casos notificados e as 573 mortes verificadas entre janeiro e novembro últimos. Para complicar, o sanitarista britânico Simon Hay, da Universidade de Oxford, declarou à revista Nature que o País pode se tornar &#8220;foco global de transmissão&#8221; em 2014, em função da Copa. Preocupa-se com o intenso tráfego humano em capitais onde criadouros de mosquito já são ameaça (Salvador, Fortaleza e Natal) e pede ações preventivas já. Entre elas, a fumigação no entorno dos estádios e campanhas de informação aos turistas. Avisa que torcedores podem trazer novos tipos de dengue ao Brasil.</p>
<p>Para o médico e cientista brasileiro Carlos Medicis Morel, há muito &#8220;achismo&#8221; no comentário de Hay e certa tendência &#8220;de explicar o certo aos colegas do Terceiro Mundo&#8221;. Aponta erro &#8220;crasso&#8221; quando Hay fala em novos tipos de dengue entrando no País: &#8220;Aqui já circulam as quatro variedades responsáveis por infecções humanas&#8221;. Nesta entrevista exclusiva, o ex-presidente da Fiocruz e ex-diretor do Programa de Doenças Tropicais da Organização Mundial de Saúde (OMS) desvenda a complexidade do combate às chamadas &#8220;doenças negligenciadas&#8221; &#8211; expressão criada nos anos 1980 por Ken Warren, da Fundação Rockefeller. A expressão refere-se a moléstias historicamente carentes de recursos para a pesquisa biomédica: além da dengue, hanseníase, tuberculose, esquistossomose, leishmaniose e malária, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outra estação da dengue, com os alertas de sempre: filme que se repete?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; A dengue é uma doença que se espalhou, ameaçando vários países. O Brasil tinha ficado fora disso até os anos 1940, mas com a urbanização, a proliferação de lixo nas cidades, a acumulação de água, enfim, a dengue se instalou. E vai ser duro eliminá-la. Um colega meu diz que &#8220;cada governo tem a dengue que merece&#8221;, pois precisa lidar com o problema, dispondo de poucas intervenções possíveis. O que temos na mira é o desenvolvimento de uma vacina. Há grandes instituições no mundo trabalhando nisso, entre elas, a Fiocruz. Mas não será fácil. A vacina da Sanofi trazia esperança, mas quando fizeram o ensaio clínico, ela imunizou bem o dengue 1, 3 e 4, deixando de fora o dengue 2. A meu ver, a vacina não sairá antes de 2020.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que tanto tempo pela frente?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Você pode identificar três fracassos no combate de uma doença: a falha da ciência, por não se chegar às intervenções eficazes; a falha do mercado, quando há intervenções, mas a um custo elevado, caso dos retrovirais na África; e a falha da saúde pública, quando existem as intervenções, elas têm baixo custo, porém o acesso é limitado. Caso da vacina de poliomielite. Na dengue, o que existe é falha da ciência, não chegamos à vacina perfeita. E não por falta de dinheiro, mas porque não sabemos como fazer. A Fiocruz trabalha no desenvolvimento de uma vacina inativada, ou seja, a partir de vírus que não estão vivos. Outros institutos, como o Butantã, desenvolvem a vacina com vírus vivos, aquela que provoca infecção para curar. Enquanto isso, o jeito é persistir na prevenção &#8211; limpeza de ruas, acabar com poças d&#8217;água e fazer diagnóstico antes que o doente entre na síndrome de febre hemorrágica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O que se quer é chegar, com a dengue, ao patamar da febre amarela?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Isso. Hoje ninguém mais fala em febre amarela, doença para a qual existe vacina eficiente. Só falamos quando surge uma pequena epidemia, logo controlada. Há outras falhas de ciência por aí: recentemente, houve problemas com vacinas para malária. Feitos os testes clínicos, viu-se que elas protegiam 20%, 30%, ou seja, não alcançavam patamar desejável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No caso da malária, houve mais recursos para pesquisa, certo?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Sim, inclusive vindos da Fundação Gates. Também houve sucesso, na África em particular, com a utilização de estratégias além-vacina, caso dos mosquiteiros impregnados. O fato é que a malária na África é um problema mais sério que no Brasil. Lá temos um parasito bem agressivo, o Plasmodium falciparum, enquanto na Amazônia legal brasileira, encontramos o Plasmodium vivax. O falciparum mata mais, ao passo que o vivax mata menos, porém, pode ficar dormindo no organismo. Você pensa que está curada e, lá na frente, tem um novo episódio. E já se comprovou a perda de rendimento escolar entre crianças com malária na Amazônia. Isso consta de belo trabalho científico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pode-se dizer que as doenças negligenciadas dão um baile na ciência?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Gosto da expressão. Dão baile porque sempre se investiu menos nelas. São doenças de pobre, e as companhias farmacêuticas não esperam fazer dinheiro com elas. Essas empresas só entram em campo quando estimuladas por fator externo ou quando alguém chega com o dinheiro para a pesquisa. Aparece uma nova febre hemorrágica na África e ninguém presta atenção. Mas, quando aparece uma doença como a SARS, em 2003, no Canadá, daí o mundo fica em polvorosa. A dengue teve mais recursos quando passou a afetar o turismo de certos países. Tailândia, por exemplo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como o senhor definiria a transição epidemiológica brasileira?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; O Brasil passou por ela de maneira até rápida. Hoje em dia, as doenças prevalentes no País já não são as associadas à pobreza. Passou a ser câncer, diabete, obesidade, doenças coronarianas e certas moléstias crônicas. Diante disso, as moléstias negligenciadas tendem a ficar mais negligenciadas porque já não provocam aquele impacto todo no perfil epidemiológico. Só que, em saúde pública, é preciso cuidar da doença do rico e do pobre. Tomemos a obesidade. O prefeito de Nova York tentou regulamentar o tamanho daqueles copões para refrigerante. E não conseguiu. O americano se revoltou, defendendo o direito de comprar a quantidade que quiser de Coca-Cola. Eis um novo problema de saúde pública, que começa a afetar o nosso perfil epidemiológico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma doença pode ser negligenciada pelo baixo número de afetados?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Muita gente diz &#8220;essas doenças não contam mais&#8221; porque atingem 5% a 10% das pessoas. Não contam até você pegar, certo? O Brasil tem um dos altos índices de hanseníase do mundo, doença que afeta poucos. É preocupante? Sim, porque o paciente vive um drama para si mesmo, para a família, para quem o cerca. Presido o comitê de avaliação de um instituto suíço, onde encontrei um pesquisador com um trabalho sobre uma doença que você nunca ouviu falar: a úlcera de buruli. Costuma aparecer na África central. É rara, porém terrível: vem de uma bactéria cuja infecção come a carne humana, destrói a pele&#8230; Poucos são os afetados. Mas, quem passa por isso, conhece o horror.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Lembra leishmaniose.</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Mas não é. Vou contar uma história. Quando fiz Medicina, em Pernambuco, os alunos mais antigos diziam aos mais novos: &#8220;Ô, calouro, vou facilitar a sua vida: se chegar algum doente de Jacobina, na Bahia, você já pode marcar na ficha que ele tem leishmaniose&#8221;. Tal era a prevalência da doença na região. Melhoramos muito, mas ainda não há vacina, o diagnóstico e o tratamento são complicados, as drogas dão reação adversa. É uma das doenças que têm tido alta prioridade no Brasil, porém, não superamos a falha da ciência. No campo das vacinas, a busca é constante e é preciso estar sempre preparado. Todo ano, a Fiocruz, que exporta para mais de 80 países, produz vacina de febre amarela para o nosso consumo e termina jogando fora. Você poderia dizer: &#8216;Ah, isso é desperdício&#8217;. Mas seria muito pior não ter estoque à mão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>E a tuberculose? Por que o combate ainda é tão difícil?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Eis uma ameaça milenar. Neste mês, participo de uma reunião em Nova York para discutir novos regimes terapêuticos, já que o regime clássico começou a ser ameaçado pela tuberculose &#8220;resistente a drogas&#8221;, a &#8220;multirresistente a drogas&#8221; e a &#8220;totalmente resistente a drogas&#8221;. São três níveis de problema. Se alguém tiver a má sorte de pegar um tipo &#8220;totalmente resistente&#8221;, terá assinado um atestado de óbito prematuro. Não há como curar. Aqui, também, a tentativa é de superar a falha da ciência. Depois virá a falha de mercado, pois as drogas novas não serão baratas. O problema é que o tratamento atual é demoradíssimo. Seis a nove meses, tempo em que o doente toma dezenas de pílulas por dia. Depois dos primeiros meses, ele não quer saber mais, joga os remédios fora. A tuberculose precisa de tratamento diretamente observado. Outro problema: apesar de barato, o tratamento pode demandar uma infraestrutura custosa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como assim?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; Vi como fazem a prevenção e o tratamento nos Estados Unidos. Chegamos cedo a um salão de beleza em Newark, região rica, num carro com médica, enfermeira e auxiliar. Pelo telefone, uma manicure com tuberculose foi chamada pela equipe. Saiu do salão para tomar as drogas diante do médico. E por que fora do salão? Para não ser estigmatizada. Daí recebeu dois vouchers da US$ 5 cada, para gastar no supermercado. Some tudo: remédios, carro, médica, enfermeira, auxiliar, vouchers, para uma paciente! É uma abordagem cara. Agora imagine a tuberculose que se espalha numa prisão lotada, em país pobre&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O governo aposta no Mais Médicos para alcançar a população que vive afastada dos centros. Isso beneficia o combate às doenças negligenciadas?</p>
<p>Carlos Medicis Morel &#8211; O problema da saúde no Brasil é imenso e exige ações em diferentes níveis, com muito dinheiro e muita gestão. Ou a gente se conscientiza disso ou nada feito. Há bons hospitais por aqui, bons serviços, mas são ilhas. Queremos continente! O Brasil precisa urgentemente de um pacto na saúde. E a solução não virá deste ou daquele presidente. Virá de um compromisso que deixe ideologia e partidos de lado.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,e-preciso-cuidar-de-doenca-de-rico-e-de-pobre-,1108690,0.htm" target="_blank" rel="nofollow">Estadão</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/e-preciso-cuidar-de-doenca-de-rico-e-de-pobre/">‘É preciso cuidar de doença de rico e de pobre’</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 14:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[angina]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[atividades físicas]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo. Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as doenças cardiovasculares são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. A fim de evitá-las, é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo.</em><span id="more-5775"></span></p>
 O coração é um dos órgãos mais afetados pelas complicações do diabetes &#8211; que tal torná-lo mais saudável e forte?
<p>Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as <a title="Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-da-cintura-pode-indicar-risco-de-desenvolver-diabetes/"><strong>doenças cardiovasculares</strong></a> são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. <strong>A fim de evitá-las, é fundamental a prática rotineira de exercícios físicos &#8211; uma maneira simples, eficaz e de baixo custo de melhorar vários aspectos da saúde</strong>. Mas quanto tempo por semana deve ser investido na prática de exercícios? Uma pesquisa publicada na última semana parece dar uma boa dica quanto a esta dúvida.</p>
<p>O estudo científico foi conduzido na Suécia, país que possui um formidável registro nacional de todas as pessoas que estão com diabetes. Pesquisadores da Universidade de Uppsala acompanharam os dados clínicos de mais de 15 mil suecos com diabetes tipo 2. Eles foram dividios em dois grandes grupos: aqueles que praticavam um &#8220;nível alto&#8221; ou &#8220;baixo&#8221; de atividade física.</p>
<p>Foi determinado como &#8220;nível baixo&#8221; a prática de meia hora de exercícios uma ou duas vezes por semana. No &#8220;nível alto&#8221; foram incluídos os diabéticos que faziam pelo menos 30 minutos de exercícios três ou mais vezes toda semana.</p>
<p>Estas 15 mil pessoas foram acompanhadas ao longo de cinco anos. Ao final do estudo, a conclusão é estarrecedora.</p>
<p>Os diabéticos que praticaram menos <a title="Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">exercício físico</a> (ou nenhum) tiveram:</p>
<ul>
<li>chances 25% maiores de sofrer alguma doença cardiovascular grave, como ataques cardíacos e anginas (dores no peito);</li>
<li><strong>70% maiores chances de falecer devido a problemas cardiovasculares</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEMPRE É TEMPO DE COMEÇAR</strong></p>
<figure id="attachment_5777" aria-describedby="caption-attachment-5777" style="width: 360px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-5777 " alt="pessoas caminhando diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/pessoas-caminhando-diabetes.jpg" width="360" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-5777" class="wp-caption-text">Uma simples caminhada pode ajudar bastante a sua saúde.</figcaption></figure>
<p>Entre os diabéticos participantes da pesquisa, alguns passaram a praticar mais exercícios físicos ao longo dos anos. Após os cinco anos do estudo, estas pessoas mostraram ter uma saúde muito melhor do que quem não se exercitava, porém não tão boa quanto a daquelas que já tinham o hábito de se exercitar. Isto prova que nunca é tarde para começar a suar na academia (ou em casa mesmo!) e que os benefícios da atividade física são cumulativos.</p>
<p>&#8220;A atividade física regular é uma parte importante do tratamento do diabetes e estas descobertas ressaltam a importância de implementar tais atividades no dia-a-dia do diabético&#8221;, disseram os autores do trabalho.</p>
<p>De acordo com o principal autor do estudo, dr. Björn Zethelius, &#8220;a mensagem deste trabalho é clara. Evite um estilo de vida sedentário. Faça atividades físicas. Juntamente com o controle da alimentação, estes são os pilares do <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">tratamento do diabetes tipo 2</a>. <strong>Se você está atualmente fazendo pouco exercício, faça mais</strong>&#8220;.</p>
<p>O trabalho foi publicado no <em>European Journal of Preventive Cardiology</em>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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