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	<title>mulheres | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Ovário policístico pode aumentar risco de diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2014 18:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[síndrome do ovário policístico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é a síndrome do ovário policístico e qual a relação da doença com o diabetes tipo 2. Podendo acometer uma a cada cinco mulheres em idade reprodutiva, a síndrome do ovário policístico foi considerada durante muito tempo como uma condição que afetava apenas a parte reprodutiva da mulher. No entanto, com a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda o que é a síndrome do ovário policístico e qual a relação da doença com o diabetes tipo 2.</em><span id="more-7205"></span></p>
<p>Podendo acometer uma a cada cinco mulheres em idade reprodutiva, a síndrome do ovário policístico foi considerada durante muito tempo como uma condição que afetava apenas a parte reprodutiva da mulher. No entanto, com a evolução dos estudos, atualmente tem sido encarada como uma condição de risco para diversas doenças, como <a title="Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens" href="http://www.diabeticool.com/falta-de-sono-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-jovens/">doenças cardiovasculares</a>, obesidade, pressão alta e resistência insulínica.</p>
<p>Antes de começamos, é preciso entender o que é esta síndrome. Na medicina, palavra síndrome é o conjunto de sinais e sintomas que vão juntos formar uma condição clínica. Logo, no caso da síndrome dos ovários policísticos teremos de forma associada: irregularidade menstrual e o excesso de hormônios masculinos determinando aumento dos pelos, acne, queda de cabelo, etc. Além disso, ao ultrassom dos ovários podem ser vistos os cistos, que nada mais são do que os folículos que formam os óvulos e que não conseguem se desenvolver de forma correta.</p>
<p>O que se sabe é que as mulheres com ovário policístico apresentam maior <a title="Nascimento prematuro pode elevar risco de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/nascimento-prematuro-pode-elevar-risco-de-diabetes-tipo-2/">risco de diabetes tipo 2</a> justamente por apresentarem maior resistência insulínica. O resultado é que o corpo irá produzir mais insulina porque as células ficam menos sensíveis à ação dela. Em condições normais, as células respondem à ação da insulina absorvendo glicose para gerar energia ou para armazenamento. Quando a resistência acontece, é como se para absorver a mesma quantidade de glicose a célula precisasse de mais insulina. O problema disso é que, no ovário, essa resistência à insulina determina o erro no desenvolvimento dos folículos e excesso de produção de hormônios masculinos.</p>
<p>Um outro dado importante é que a síndrome dos ovários policísticos pode ser hereditária: filhas de mães com o diagnóstico tem 50% de chances de desenvolver os sintomas e sinais. Também nas mulheres que tem diabetes ou estão acima do peso, o risco de desenvolver a síndrome aumentam [<em>sic</em>]. Sabe-se que a obesidade piora muito os sintomas de irregularidade menstrual e também o aumento dos pelos, porque quanto mais acima do peso, mais <a title="Alimentos ricos em flavonóides podem reduzir riscos de ter diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/alimentos-ricos-em-flavonoides-podem-reduzir-riscos-de-ter-diabetes-tipo-2/">resistência insulínica</a>.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://wp.clicrbs.com.br/alongue-se/2014/03/25/ovario-policistico-pode-aumentar-risco-de-diabetes-tipo-2/?topo=84,2,18,,,77">ClickRBS</span></strong></p>
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		<title>Diabetes nas grávidas quase duplicou num período de 5 anos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-nas-gravidas-quase-duplicou-num-periodo-de-5-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2014 18:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Números absolutos praticamente estabilizaram, mas o peso da doença no total de gestantes aumentou. O número de mulheres que desenvolvem diabetes durante a gravidez aparentemente estabilizou, com a queda da natalidade em Portugal. Porém, quando se tem em consideração a proporção de grávidas com diabetes gestacional no total de partos, verifica-se que a taxa quase &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Números absolutos praticamente estabilizaram, mas o peso da doença no total de gestantes aumentou.<span id="more-7076"></span></em></p>
<p style="text-align: left;">O número de mulheres que desenvolvem diabetes durante a <a title="Sobrepeso pode contribuir para aumento da inflamação durante a gravidez" href="http://www.diabeticool.com/sobrepeso-pode-contribuir-para-aumento-da-inflamacao-durante-a-gravidez/">gravidez</a> aparentemente estabilizou, com a queda da natalidade em Portugal. Porém, quando se tem em consideração a proporção de grávidas com diabetes gestacional no total de partos, verifica-se que a taxa quase duplicou, passando de 3,3% em 2007 para 5,6% em 2012, segundo os novos dados antecipados ao PÚBLICO e que vão ser apresentados neste domingo no 11.º Congresso Português de Diabetes, que está a decorrer no Algarve. Adiamento da maternidade, obesidade das mães e critérios de identificação da doença mais apertados são algumas das justificações para este crescimento.</p>
<p>O endocrinologista Jorge Dores, médico do Centro Hospitalar do Porto e coordenador do Grupo de Estudos da Diabetes e Gravidez da Sociedade Portuguesa de Diabetologia, adianta que os dados que fazem parte do Registo Nacional da Diabetes Gestacional “mostram uma prevalência superior à encontrada pelo Relatório Anual do Observatório Nacional da Diabetes”, apresentado no final de 2013, que também analisava os casos de 2012 e referia uma percentagem que se ficava nos 4,8%.</p>
<p>O também membro da comissão organizadora do congresso, que decorre em Vilamoura e que junta 1300 profissionais do sector, explica que o registo nacional só recolheu dados de cerca de 75% a 80% do total de partos, enviados por mais de 20 unidades, “mas que são representativos e apontam para que os números do relatório estejam subestimados”. Jorge Dores justifica que o registo e o relatório “têm métodos de recolha diferentes”, já que o registo faz uma recolha directa voluntária junto dos colegas nos vários hospitais, contando com informações como as características das parturientes, “enquanto o relatório é mais administrativo e tem como fonte as bases de dados da Administração Central do Sistema de Saúde e da Direcção-Geral da Saúde”. O especialista diz que, por vezes, “há casos que não estão codificados” e que escapam por isso na contabilidade final do relatório.</p>
<p>A análise preliminar do registo permite ainda perceber que 280 mulheres já tinham diabetes quando engravidaram – sendo que o relatório referia apenas 120 e já contava com um número fechado. Quanto às 2700 mulheres que desenvolveram diabetes durante a gravidez, tinham em média 32,8 anos e 28,3% eram obesas mesmo antes de engravidarem. A média de peso ganho durante a gestação foi de cerca de dez quilogramas, mas Jorge Dores alerta que este número vai precisar de “uma análise mais detalhada, pois se uma mulher com baixo peso pode ganhar até 17 quilos, uma mulher com sobrepeso em alguns casos não deverá ir além dos cinco quilos”. Quanto a diferenças geográficas, o médico garante que não têm expressão, com a taxa mais baixa a ser encontrada em Braga e a mais elevada em Gaia.</p>
<p>“O adiamento da maternidade, com muitas mulheres a terem filhos depois dos 30 anos, o peso excessivo ou ganho de peso na gravidez e o historial familiar de diabetes são os factores que mais influenciam a probabilidade de se desenvolver diabetes gestacional”, refere Jorge Dores. O endocrinologista sublinha, contudo, que os critérios para se considerar que uma grávida é diabética mudaram há três anos, sendo agora “mais apertados” e estando os profissionais “mais atentos”, pelo que parte do aumento se justifica pelo maior rigor na identificação destes casos que quase nunca dão sintomas mas que colocam a saúde da mulher e do bebé em risco, com as grávidas a registarem mais situações de hipertensão e de <a title="Pesquisa aponta as causas do diabetes gestacional" href="http://www.diabeticool.com/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/">pré-eclampsia</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais 50% de probabilidades de ter a doença no futuro</strong></p>
<p>Regra geral durante a gravidez a mulher é sujeita a dois exames para despiste da diabetes gestacional, sendo que o nível de glicémia admitido em jejum ou na prova de tolerância à glicose é agora mais baixo “e os testes são mais sensíveis”. Além disso, basta um valor alterado durante a prova para se considerar que a mulher tem diabetes, quando antes eram necessários dois valores. “Inicialmente com a uniformização dos novos critérios falava-se que o número de casos iria triplicar mas também não foi isso que aconteceu e até podemos falar em alguma estabilização”, defende o clínico, que entende que o mais importante é analisar esta tendência e controlar bem os casos diagnosticados.</p>
<p>Quanto ao caminho após o diagnóstico e consequências, nos casos de diabetes gestacional o controlo da alimentação é o primeiro passo a dar, mas em 40% dos casos as mulheres tiveram de recorrer à ajuda de <a title="A História do Diabetes – Parte 3 – Como usar a insulina?" href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">insulina</a>. Apesar de os partos terem ocorrido dentro do tempo normal, com uma média de 38,3 semanas de gestação, em 36,2% dos casos foi necessário recorrer a uma cesariana, o que está acima da média nacional para os partos de mulheres sem a doença.</p>
<p>Outro dos indicadores de controlo inadequado durante a gravidez é o peso do bebé, tendo o registo verificado que em 4,6% dos casos a criança tinha mais de quatro quilos, “o que potencia o traumatismo de parto, hipoglicémia e icterícia”. Uma percentagem que segundo Jorge Dores, apesar de tudo, já não difere muito dos restantes partos.</p>
<p>Outro problema, acrescenta, é que apesar de só 1% a 2% das mulheres continuarem diabéticas após o parto, em geral com a chamada diabetes tipo 2, antes conhecida como não insulinodependente, “as restantes têm mais 50% de probabilidade de virem a ser diabéticas no futuro, sobretudo se ganharem peso”. Sendo que a doença tira em média sete anos de vida às pessoas com menos de 70 anos, representa já 10% da despesa total em saúde com um custo directo que chega perto dos 1500 milhões de euros e a sua prevalência na população total em Portugal já atinge quase os 13%.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.publico.pt/sociedade/noticia/diabetes-nas-gravidas-quase-duplicou-no-espaco-de-cinco-anos-1627539" target="_blank" rel="nofollow">Publico (Portugal)</a></strong></p>
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		<title>Pesquisa aponta as causas do diabetes gestacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 13:41:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa, doença é mais comum em grávidas com sobrepeso. Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investiga as causas de mulheres com sobrepeso desenvolverem diabetes gestacional e pré-eclâmpsia (pressão alta) durante a gravidez com mais frequência que as mais magras. O estudo visa ajudar os médicos a identificar mais precocemente os problemas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo pesquisa, doença é mais comum em grávidas com sobrepeso.</em><span id="more-6654"></span></p>
<p>Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investiga as causas de mulheres com sobrepeso desenvolverem <a title="Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-pode-trazer-riscos-para-a-mae-e-o-bebe/">diabetes gestacional</a> e pré-eclâmpsia (pressão alta) durante a gravidez com mais frequência que as mais magras. O estudo visa ajudar os médicos a identificar mais precocemente os problemas na gestação antes que eles apareçam, além de melhorar o tratamento.</p>
<p>Segundo Silvia Daher, coordenadora do Laboratório de Obstetrícia Fisiológica Experimental da Unifesp, as primeiras descobertas do estudo, que começou há pelos menos quatro anos, estão ligadas a duas substâncias produzidas principalmente por tecido adiposo, aquele que aumenta conforme a pessoa engorda.</p>
<p>Descobriu-se que a substância <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">adiponectina</a>, responsável pela diminuição da glicemia, estava presente em menor quantidade nas mulheres com sobrepeso. Isso significa que esse grupo tem mais chance de aumento da glicemia. “Pode-se ter mais inflamação porque ela faz falta”, explicou.</p>
<p>Outra substância investigada foi a <a title="Insulina é essencial para diabéticos?" href="http://www.diabeticool.com/insulina-e-essencial-para-diabeticos/">leptina</a>. A pesquisa científica constatou que ela estava presente em maior quantidade entre as mulheres com sobrepeso, segundo o estudo. “Apesar de ser inicialmente definida como hormônio da saciedade, quando aumenta demais (a leptina) não tem mais esse efeito. Mexe nos mecanismos imunológicos e piora toda a inflamação e resistência à insulina”, disse a pesquisadora.</p>
<p>De acordo com Silvia, a mulher com sobrepeso tem Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25 e, a partir de 30, é considera obesa. O sobrepeso, alertou, duplica a chance de desenvolvimento da pressão alta na gravidez. “A mulher tem mais chance de ser uma hipertensa (posteriormente à gravidez), as criança também têm os seus problemas. É causa de morte materna e de óbito fetal, um problema bastante grave”.</p>
<p>O sobrepeso, além disso, restringe o crescimento do bebê, fazendo com que ele nasça abaixo do peso. Silvia explicou que, nesses casos, há mais chance de parto prematuro.</p>
<p>As mulheres com sobrepeso têm também quatro vezes mais chance de desenvolver diabetes gestacional, ou seja, quando a doença se manifesta mesmo que a paciente nunca tenha sido diagnosticada com diabetes antes. De acordo com a pesquisadora, há chance de que a gestante passe a ter diabetes tipo 2 após o nascimento da criança.</p>
<p>Para a mãe, além de aumento do risco de cesareana, o diabetes gestacional pode estar associado à toxemia, uma condição da gravidez que provoca pressão alta e geralmente pode ser detectado pelo aparecimento de um inocente inchaço das pernas, mas que pode evoluir para a eclâmpsia, com elevado risco de mortalidade materno-fetal e parto prematuro.</p>
<p>Diante de tantos riscos potenciais, é essencial que as futuras mamães façam exames para checar a taxa de açúcar no sangue durante o pré-natal, segundo médicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crianças podem nascer em boas condições de saúde</strong></p>
<p>Apesar do diabetes gestacional ser considerado uma situação de gravidez de alto risco, os cuidados médicos e o envolvimento da gestante possibilitam que a gestação corra tranquilamente e que os bebês nasçam no momento adequado e em boas condições de saúde, segundo especialistas.</p>
<p>Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença.</p>
<p>“O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é diagnosticada, pela primeira vez, durante a gravidez. Pode atingir até 7% das grávidas, mas não impede uma gestação tranquila, quando é diagnosticado precocemente e recebe acompanhamento médico, durante a gestação e após o nascimento do bebê”, explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Centro Integrado de Terapia Nutricional (Citen).</p>
<p>Várias são as mudanças metabólicas e hormonais que ocorrem na gestação. Uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar &#8211; ou até mesmo bloquear &#8211; a ação da insulina materna.</p>
<p>Para a maioria das gestantes, isso não chega a ser um problema, pois o próprio corpo compensa o desequilíbrio, aumentando a fabricação de insulina. Entretanto, nem todas as mulheres reagem desta maneira. Por isso, é tão importante detectar o distúrbio o mais cedo possível.</p>
<p>“O tratamento do diabetes gestacional tem por objetivo diminuir a taxa de macrossomia &#8211; os grandes bebês filhos de mães diabéticas &#8211; e evitar a queda do açúcar do sangue do bebê ao nascer e diminuir a incidência da cesareana”, diz Ellen.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.d24am.com/noticias/saude/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/104647" target="_blank" rel="nofollow">D42am</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/">Pesquisa aponta as causas do diabetes gestacional</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo: Musculação reduz risco de diabetes em mulheres</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/estudo-musculacao-reduz-risco-de-diabetes-em-mulheres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 11:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios aeróbicos]]></category>
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		<category><![CDATA[riscos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exercícios de resistência diminuíram em um terço as chances de desenvolvimento da doença. Mulheres que fazem musculação reduzem o risco de desenvolverem diabetes, de acordo com um estudo feito por cientistas da Faculdade de Medicina de Harvard. O estudo acompanhou cerca de 100 mil enfermeiras americanas por um período de oito anos. * Levantar pesos, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exercícios de resistência diminuíram em um terço as chances de desenvolvimento da doença.</em><span id="more-6606"></span></p>
<p>Mulheres que fazem <a title="Musculação é também prevenção" href="http://www.diabeticool.com/musculacao-e-tambem-prevencao/">musculação</a> reduzem o risco de desenvolverem diabetes, de acordo com um estudo feito por cientistas da Faculdade de Medicina de Harvard.</p>
<p>O estudo acompanhou cerca de 100 mil enfermeiras americanas por um período de oito anos. <span style="color: #ff6600;">*</span></p>
<p>Levantar pesos, fazer flexões ou exercícios similares de resistência muscular foram relacionados a um risco mais baixo de diabetes, concluíram os pesquisadores.</p>
<p>No que diz respeito especificamente à diabetes, os benefícios da musculação superaram os do <a title="Diabetes e Exercícios Aeróbicos" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-exercicios-aerobicos/">exercício aeróbico</a>.</p>
<p>Mulheres que fazem pelo menos 150 minutos por semana de exercícios aeróbicos e ao menos uma hora também por semana de musculação tiveram a redução mais significativa (no risco de diabetes), se comparada com mulheres sedentárias.</p>
<p>Elas reduziram em um terço as chances de desenvolverem diabetes 2. Especialistas já sabiam que a prática exercícios aeróbicos regularmente &#8211; tais como corrida ou natação &#8211; ajudava na diminuição do risco de desenvolver esse tipo de diabetes.</p>
<p>O estudo de Harvard sugere, no entanto, que musculação e exercícios de resistência sejam adicionados à rotina para garantir uma maior proteção.</p>
<p><strong>Amortecedor</strong></p>
<p>Os pesquisadores afirmaram que o estudo não é perfeito &#8211; entrevistaram apenas enfermeiras, em sua maioria de etnia caucasiana, e levaram em conta apenas os dados que as mulheres lhes passavam, sem poder checá-los.</p>
<p>No entanto, eles disseram que os resultados são compatíveis com outras pesquisas que analisaram esses quesitos em grupos de homens.</p>
<p>Eles acreditam que uma massa muscular mais desenvolvida funciona como um amortecedor contra diabetes.</p>
<p>Isso porque o diabetes do tipo 2 se desenvolve quando células que produzem <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> passam a funcionar mal ou quando a insulina produzida não age como deveria.</p>
<p>A insulina permite ao corpo usar o açúcar como energia e armazenar qualquer excesso nos músculos e no fígado.</p>
<p>Assim, o excesso de peso pode aumentar o risco de uma pessoa em desenvolver a doença.</p>
<p>De acordo com o instituto britânico Diabetes UK, se você está acima do peso, a cada quilo perdido, você reduz o risco de ter esse tipo de diabetes em 15%.</p>
<p>&#8220;Apesar das limitações envolvidas, a pesquisa destaca a mensagem de que ter um estilo de vida saudável e ativo pode ajudar a reduzir o risco de se ter diabetes 2&#8221;, disse o médico Richard Elliot, porta-voz do instituto.</p>
<p>&#8220;Temos certeza de que o melhor jeito de reduzir o risco desse tipo de diabetes é manter um peso saudável se alimentando de maneira saudável, com uma dieta balanceada e com atividade física regular. Agora no começo do ano, muita gente está em busca de maneiras de perder peso. Nossa recomendação é que encontrem uma atividade física de que gostem, assim é mais fácil se manter motivado.&#8221;</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2014/01/musculacao-reduz-risco-de-diabetes-em-mulheres-diz-estudo.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem Estar</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff6600;">*</span> <strong>Observação da Redação Diabeticool:</strong> <span style="color: #ff6600;">a informação do segundo parágrafo do texto é falsa. Não foram acompanhadas 100 mil &#8220;enfermeiras&#8221; neste estudo. Na verdade, as 100 mil mulheres voluntárias, das mais diversas profissões, foram selecionadas a partir de um banco de dados criado por associação de enfermeiras</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-musculacao-reduz-risco-de-diabetes-em-mulheres/">Estudo: Musculação reduz risco de diabetes em mulheres</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>O melhor exercício físico para prevenir diabetes em mulheres</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-melhor-exercicio-fisico-para-prevenir-diabetes-em-mulheres/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2014 17:07:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[alongamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ampla pesquisa, envolvendo mais de 100 mil mulheres, descobriu que fortalecer e tonificar os músculos é a maneira mais efetiva de evitar a doença. Entenda. Já é bem conhecido o fato de que praticar exercícios físicos rotineiramente é uma das formas mais efetivas de prevenção do diabetes tipo 2. Ainda há dúvida, porém, em relação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ampla pesquisa, envolvendo mais de 100 mil mulheres, descobriu que fortalecer e tonificar os músculos é a maneira mais efetiva de evitar a doença. Entenda.</em><span id="more-6575"></span></p>
<p>Já é bem conhecido o fato de que praticar exercícios físicos rotineiramente é uma das formas mais efetivas de prevenção do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Ainda há dúvida, porém, em relação ao <em>tipo</em> de atividade física que gera os melhores benefícios para a saúde. Agora, uma pesquisa publicada na conceituada revista científica PLOS Medicine sugere uma resposta a esta questão: <strong>pelo menos para mulheres, praticar exercícios que envolvam fortalecimento e condicionamento muscular é a medida mais efetiva na prevenção do diabetes.</strong></p>
<p>A conclusão veio da análise cuidadosa da saúde de quase 100 mil mulheres norte-americanas, acompanhadas durante um período de 8 anos. Todas elas eram de meia-idade ou mais velhas e nenhuma estava com diabetes no início do estudo. Ao longo do tempo, 3.491 delas desenvolveram o diabetes tipo 2. Os cientistas, então, estudaram em detalhes o estilo de vida destas voluntárias, buscando encontrar alguma diferença comportamental que explicasse a doença.</p>
<p>Entre os dados analisados, estão o tempo que cada mulher praticou de atividade física durante a semana e qual o tipo de exercício que fez.</p>
<p>Após levarem em consideração vários fatores de risco para o diabetes, os pesquisadores puderam concluir que dois tipos de exercício físicos pareciam proteger as mulheres do diabetes tipo 2. Tanto os exercícios para fortalecimento quanto para condicionamento muscular mostraram-se muito efetivos no combate à doença. <strong>Mulheres que investiram pelo menos 150 minutos por semana fazendo estes exercícios tiveram chances 40% menores de desenvolver diabetes do que as outras participantes do estudo</strong>.</p>
<p>A menor diminuição nos riscos de diabetes tipo 2 apareceu nas mulheres que combinaram pelo menos 60 minutos semanais de atividades físicas musculares com 150 minutos ou mais de ginástica <a title="Qual é o melhor exercício físico para diabéticos tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-exercicio-fisico-para-diabeticos-tipo-1/">aeróbica</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE SÃO EXERCÍCIOS FÍSICOS DE FORTALECIMENTO E CONDICIONAMENTO MUSCULAR?</strong></p>
 Praticar yoga é uma relaxante opção para quem busca melhorar a saúde.
<p>A gama de atividades físicas que se mostraram benéficas à saúde das mulheres é alta. Apesar do termo &#8220;exercícios de fortalecimento e condicionamento muscular&#8221; utilizado pelos cientistas sugerir que a <strong>musculação</strong> é a atividade indicada &#8211; o que não deixa de ser verdade &#8211; diversos outros exercícios entram na conta. Entre eles estão o yoga, atividades de tonificação muscular e de alongamento.</p>
<p>Ou seja, é possível ficar saudável mesmo praticando atividades físicas mais leves &#8211; como o yoga &#8211; na academia.</p>
<p>&#8220;Estas descobertas dão peso à inclusão de exercícios de fortalecimento muscular e de condicionamento em programas destinados a <a title="Óleo de peixe ajuda a prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/oleo-de-peixe-ajuda-a-prevenir-diabetes-tipo-2/">prevenir o diabetes tipo 2</a> em mulheres, uma conclusão que é consistente com as diretrizes atuais de atividades físicas entre adultos&#8221;, esclareceram os autores.</p>
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		<title>Diabetes e menopausa! Veja fatores de risco que levam mulheres ao infarto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2013 11:00:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A vida estressante e os maus hábitos estão trazendo consequências sérias para a saúde das mulheres. Você sabia que, atualmente, 21 milhões de mulheres brasileiras correm risco de sofrer um infarto? No Mais Você, Ana Maria abordou o tema que preocupa os especialistas. A apresentadora contou histórias de mulheres que sofrem com problemas no coração. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida estressante e os maus hábitos estão trazendo consequências sérias para a saúde das mulheres. Você sabia que, atualmente, 21 milhões de mulheres brasileiras correm risco de sofrer um infarto? No Mais Você, Ana Maria abordou o tema que preocupa os especialistas. A apresentadora contou histórias de mulheres que sofrem com <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">problemas no coração</a>. O programa ainda ressaltou quais são os fatores de risco e os sintomas do infarto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fatores de risco:</strong></p>
<p>&#8211; Segundo pesquisa, as mulheres erram muito ao subestimar fatores de risco perigosos para elas, como o diabetes, por exemplo. Por causa dos vasos mais finos, elas são mais suscetíveis aos danos arteriais causados por <a title="Pais devem redobrar cuidados com o exagero de doce" href="http://www.diabeticool.com/pais-devem-redobrar-cuidados-com-o-exagero-de-doce/">excesso de glicose no sangue</a>. Quatro a cada dez mulheres diabéticas morrem de problemas de coração!</p>
<p>&#8211; Outro fator de risco subestimado pelo gênero feminino é a <a title="Os 6 mil passos da mulher de meia-idade" href="http://www.diabeticool.com/os-6-mil-passos-da-mulher-de-meia-idade/">menopausa</a>: a probabilidade de uma mulher enfartar por volta dos 55 anos é duas vezes maior do que no caso de mulheres mais jovens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alguns sintomas:</strong></p>
<p>&#8211; Existem os sintomas clássicos: dor no peito e formigamento no braço;</p>
<p>&#8211; Além disso, a dor ou formigamento na mandíbula pode ser um indício de infarto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte<strong>: <a href="http://tvg.globo.com/programas/mais-voce/O-programa/noticia/2013/12/diabetes-e-menopausa-veja-fatores-de-risco-que-levam-mulheres-ao-infarto.html" target="_blank" rel="nofollow">Mais Você</a></strong></strong></p>
<p><em> (clique no link para ver o vídeo do programa)</em></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-e-menopausa-veja-fatores-de-risco-que-levam-mulheres-ao-infarto/">Diabetes e menopausa! Veja fatores de risco que levam mulheres ao infarto</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>É diabética e sente dores? Conheça os benefícios da vitamina D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 16:53:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Todd Doyle]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Loyola]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho recentemente divulgado descobre os benefícios de suplementos alimentares com vitamina D na melhora da depressão e de dores em diabéticos. Um dos sintomas mais presentes em diabéticos &#8211; e em mulheres com diabetes em especial &#8211; é a dor. Seja nas mãos, nos dedos ou nas pernas, muitas vezes a dor é persistente, durando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trabalho recentemente divulgado descobre os benefícios de suplementos alimentares com vitamina D na melhora da depressão e de dores em diabéticos.</em><span id="more-6018"></span></p>
 A vitamina D também é conhecida como &#8220;a vitamina do sol&#8221;.
<p>Um dos sintomas mais presentes em diabéticos &#8211; e em mulheres com diabetes em especial &#8211; é a dor. Seja nas mãos, nos dedos ou nas pernas, muitas vezes a dor é persistente, durando anos. Muitas pessoas caem, inclusive, em depressão por causa delas. O que fazer para amainar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida de quem está sofrendo? Um estudo científico recentemente divulgado aumenta as esperanças de um tratamento para dores em diabéticos &#8211; e o segredo está na vitamina D.</p>
<p>A pesquisa, conduzida por cientistas da universidade Loyola, em Chicago, testou os efeitos de suplementos de vitamina D em mulheres diabéticas tipo 2. No começo do estudo, 61% das voluntárias disseram sentir fortes dores nos pés e nas pernas e 74% delas afirmaram ter formigamentos ou falta de sensibilidade nas mãos, dedos e pernas.</p>
<p><strong>Após seis meses ingerindo semanalmente um suplemento de vitamina D2, os níveis de depressão nas voluntárias caíram de maneira significativa, assim como os relatos de dores. Em alguns casos, apenas três meses de tratamento já ajudaram a diminuir a sensação de dor.</strong></p>
<p>&#8220;Dor é um problema comum e geralmente sério em mulheres com diabetes tipo 2 e depressão. Apesar de mais pesquisas serem necessárias, a suplementação alimentar com vitamina D2 é um tratamento promissor tanto para dor quanto para depressão relacionadas ao diabetes tipo 2&#8221;, afirmou Todd Doyle, o principal autor do estudo.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>+ LEIA MAIS</strong></span><strong>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">Benefícios da Vitamina D para diabéticos</a>:<em> Vitamina D pode ajudar no controle da glicemia e na prevenção do diabetes</em>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOR?</strong></p>
 Dores nas articulações são um sintoma comum no diabetes.
<p>As dores que muitos diabéticos sentem &#8211; em especial nos membros inferiores &#8211; estão geralmente associadas à <a title="Neuropatia Diabética" href="http://www.diabeticool.com/neuropatia-diabetica/"><strong>neuropatia diabética</strong></a>. O excesso de açúcar no sangue que caracteriza o diabetes gera danos aos nervos e isto, por sua vez, causa as sensações de dor, formigamento ou falta de sensibilidade. É importantíssimo manter a glicemia sempre sob controle, pois os danos nos nervos podem gerar complicações seriíssimas e de difícil tratamento.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ LEIA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS VANTAGENS DA VITAMINA D PARA DIABÉTICAS</strong></p>
<p>Pesquisas anteriores realizadas também pela Universidade Loyola apontaram que a vitamina D melhora o humor e diminui a pressão sangüínea em mulheres que estão com diabetes tipo 2 e depressão. Além disso, em algumas das voluntárias deste estudo, a vitamina D ajudou-as também a perder peso.</p>
<p>Comentando o estudo atual, a professora da Universidade Loyola e autora do trabalho, Sue Penckofer, disse que &#8220;a vitamina D tem amplos benefícios para nossa saúde e para certas doenças crônicas, como o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>&#8220;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/e-diabetica-e-sente-dores-conheca-os-beneficios-da-vitamina-d/">É diabética e sente dores? Conheça os benefícios da vitamina D</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes: Dicas de alimentação para controlar melhor a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2013 17:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diabetes é uma doença muito comum no país, caracterizada pelo aumento do nível de açúcar no sangue. Segundo o Ministério da Saúde, ele atinge 5,6% da população adulta, sendo que a maioria é composta por mulheres, que tem mais dificuldade de controlar a diabetes por conta das mudanças hormonais que sofre durante o mês &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[AS HORTALIÇAS PODEM SER CONSUMIDAS SEM RESTRIÇÕES
<p>O diabetes é uma doença muito comum no país, caracterizada pelo aumento do nível de açúcar no sangue. Segundo o Ministério da Saúde, ele atinge 5,6% da população adulta, sendo que a maioria é composta por mulheres, que tem mais dificuldade de controlar a diabetes por conta das mudanças hormonais que sofre durante o mês como TPM e menstruação.</p>
<p>Além da alimentação, é importante fazer o monitoramento constante da glicose, a administração correta dos remédios e mudar o estilo de vida. Tudo isso, claro, com a orientação de um especialista. A <a title="Pessoas com diabetes apresentam maior risco de desenvolver certas doenças oculares" href="http://www.diabeticool.com/pessoas-com-diabetes-apresentam-maior-risco-de-desenvolver-certas-doencas-oculares/">prática de exercícios físicos</a> também é muito importante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1. Mantenha o prato colorido.</p>
<p>2. As hortaliças podem ser consumidas sem restrições.</p>
<p>3. As frutas não estão liberadas, mas as porções devem ser controladas. Como elas possuem a frutose, procure consumi-las como sobremesa e adicione aveia ou linhaça, por exemplo, e com casca.</p>
<p>4. Os alimentos integrais oferecem mais nutrientes e fibras, que são importantes, pois retardam a velocidade de absorção da glicose, o que favorece o controle da glicemia. Abacate, azeite de oliva, castanhas, nozes e feijão branco também têm este papel.</p>
<p>5. As <a title="Cerveja tem substância que poderá tratar diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cerveja-tem-substancia-que-podera-tratar-diabetes/">inflamações</a> são frequentes. Para controlar, consuma os alimentos que contenham o ômega 3 como a sardinha, o salmão e a linhaça.</p>
<p>6. O fato de não comer carboidrato não dispensa o uso da insulina. Segundo o Ministério da Saúde, o carboidrato eleva a glicemia com maior rapidez. Quem tem diabetes tipo 1 precisa da insulina de qualquer maneira, já que o pâncreas não produz. No caso do diabetes tipo 2, o uso da insulina depende do controle glicêmico, mas só o médico pode suspender o uso.</p>
<p>7. É mito dizer que comer muito açúcar pode levar à diabetes. O tipo 1 não tem relação com o excesso de açúcar nem de peso, já o do tipo 2 é consequência do excesso de peso.</p>
<p>8. Evite <a title="Salada Crocante de Salmão para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/salada-crocante-de-salmao-para-diabeticos/">carne de porco</a>, creme de leite, queijos amarelos, frituras, temperos industrializados, frios e embutidos.</p>
<p>9. Para quem não consegue deixar a vontade dos doces de lado, clique aqui e veja algumas opções para diabéticos.</p>
<p>10. Produtos diet e light não são liberados. Os adoçantes são a melhor opção na hora de adoçar o cafezinho ou o suco, mas sem excesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A melhor maneira de adequar essas dicas ao seu dia a dia é consultar um especialista. Cada caso é um caso e só ele vai poder orientar sobre o cardápio ideal para você.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.portaldepaulinia.com.br/saude/alimentacao/23787-diabetes-dicas-de-alimentacao-para-controlar-melhor-a-doenca.html">Portal de Paulínia</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-dicas-de-alimentacao-para-controlar-melhor-a-doenca/">Diabetes: Dicas de alimentação para controlar melhor a doença</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Pouca melatonina aumenta os riscos de diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pouca-melatonina-aumenta-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 21:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciaran McMullan]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
		<category><![CDATA[melatonina]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo relaciona níveis baixos de melatonina &#8211; também conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221; &#8211; a maiores chances de se desenvolver diabetes. Um dos motivos pelos quais o diabetes é uma doença que ainda não foi curada é a enorme complexidade da condição. Insulina, glicose e demais &#8220;participantes&#8221; do diabetes interagem com o corpo humano &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo relaciona níveis baixos de melatonina &#8211; também conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221; &#8211; a maiores chances de se desenvolver diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4235"></span></p>
 Mulheres com níveis baixos de melatonina à noite foram o alvo principal do estudo.
<p>Um dos motivos pelos quais o diabetes é uma doença que ainda não foi curada é a <strong>enorme complexidade</strong> da condição. <a title="Quais são os tipos de insulina que existem?" href="http://www.diabeticool.com/quais-sao-os-tipos-de-insulina-que-existem/">Insulina</a>, glicose e demais &#8220;participantes&#8221; do diabetes interagem com o corpo humano de tantas maneiras que torna-se complicado compreender exatamente como o diabetes funciona. Agora, uma nova interação entre o nosso corpo e o diabetes foi descoberta, trazendo consigo a promessa de potenciais novos tratamentos e ajudando a compreender melhor esta complicada condição.</p>
<p>Na edição de 3 de abril da importante revista científica <a title="Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?" href="http://www.diabeticool.com/qual-destes-acucares-diminui-a-fome-e-ajuda-e-emagrecer/"><em>Journal of the American Medical Association</em></a>, foi publicado, pela primeira vez, um trabalho que associa o hormônio melatonina e riscos elevados de diabetes.</p>
<p>A <strong>melatonina</strong> é uma substância importante para o funcionamento correto do <a title="Dormir pouco muda muito o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-muda-muito-o-nosso-corpo/">relógio interno</a> do organismo e ajuda a acalmar o corpo. Mais do que isto, auxilia de maneira significativa a controlar o <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">sono</a> &#8211; por isso mesmo, a melatonina é também conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221;. Ela é utilizada em diversos tratamentos médicos, como aqueles para vítimas de delírios, dores de cabeça, transtornos de comportamento e até mesmo câncer.</p>
 A melatonina é bastante conhecida nos EUA e Europa, locais nos quais é vendida como medicamento e suplemento alimentar.
<p><strong>A pesquisa descobriu que mulheres que possuem quantidades menores de melatonina à noite correm duas mais chances de se tornarem diabéticas tipo 2.</strong></p>
<p>O estudo foi realizado obtendo-se melatonina a partir da urina de cerca de 800 voluntárias norte-americanas. O grupo de pesquisa, baseado no Brigham and Women&#8217;s Hospital, de Boston, EUA, foi liderado pelo doutor Ciaran McMullan. De acordo com o médico, &#8220;é a primeira vez que se constata um vínculo entre a secreção noturna de melatonina e o risco de diabetes tipo 2&#8221;.</p>
<p>&#8220;Espero que este estudo leve a outras pesquisas para examinar os efeitos da secreção de melatonina sobre o organismo e o papel deste hormônio no metabolismo da <a title="Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">glicose</a> e no risco de diabetes&#8221;, acrescentou McMullan.</p>
<p>De acordo com os cientistas, com as informações que eles conseguiram será possível realizar novas pesquisas visando a determinar se um aumento artificial na quantidade de melanina (através de suplementos, por exemplo) pode ter um efeito benéfico na sensibilidade do corpo à insulina, o que ajudaria a prevenir o diabetes tipo 2.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pouca-melatonina-aumenta-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/">Pouca melatonina aumenta os riscos de diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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