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	<title>Israel | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:04:25 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Até o Google entra na guerra pela &#8220;Pílula de Insulina&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2013 19:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Google investe mais de 20 milhões de reais em empresa que promete acabar para sempre com as injeções de insulina. O que vem à cabeça quando se fala em &#8220;Google&#8221;? Logo nos lembramos de mecanismos de busca na internet, serviços de e-mail, mapas detalhados, aplicativos para telefone&#8230; Por certo, &#8220;tratamento para o diabetes&#8221; não é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Google investe mais de 20 milhões de reais em empresa que promete acabar para sempre com as injeções de insulina.</em></p>
<p><span id="more-5166"></span><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-5167" alt="google ventures diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/google-ventures-diabetes.jpg" width="822" height="266" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/google-ventures-diabetes.jpg 822w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/google-ventures-diabetes-768x249.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/google-ventures-diabetes-415x134.jpg 415w" sizes="(max-width: 822px) 100vw, 822px" /></p>
<p>O que vem à cabeça quando se fala em &#8220;Google&#8221;? Logo nos lembramos de mecanismos de busca na internet, serviços de e-mail, mapas detalhados, aplicativos para telefone&#8230; Por certo, &#8220;tratamento para o diabetes&#8221; não é algo normalmente associada à marca (a não ser que pesquisemos o termo no buscador!). Porém engana-se quem acha que o Google nada tem a ver com melhorias na qualidade de vida de quem está com diabetes.</p>
<p>Na última semana, o gigante da internet anunciou que <strong>investirá mais de R$23 milhões em uma nova empresa</strong> que promete revolucionar a maneira como milhões de diabéticos em todo o mundo cuidam da saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>CONHEÇA A RANI THERAPEUTICS</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-5169" alt="rani therapeutics diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/rani-therapeutics-diabetes.png" width="200" height="101" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/rani-therapeutics-diabetes.png 200w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/09/rani-therapeutics-diabetes-164x82.png 164w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><strong>Rani Therapeuthics</strong> é uma pequena empresa farmacêutica recém-criada na cidade de San José, estado norte-americano da Califórnia. Ela trabalha no desenvolvimento de uma <strong>pílula de insulina</strong>.</p>
<p>Até hoje, habitualmente a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> é administrada através de (dolorosas e bem chatas) injeções (<em>ver imagem abaixo</em>). Apesar deste ser um processo bastante desagradável &#8211; ainda mais para quem está com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> e precisa de várias injeções por dia -, uma alternativa menos invasiva ainda não foi criada.</p>
<p>Isto acontece porque a molécula de insulina é facilmente destruída pelos fortes ácidos do nosso sistema digestivo. Por isso é que não existem até hoje as tais pílulas.</p>
<p>A Rani Therapeutics, porém, garante que resolverá este problema. Segundo a empresa, ela conseguiu desenvolver uma pílula de insulina que passa incólume pelo estômago, sendo absorvida quando entra em contato com as paredes do intestino delgado.</p>
<p>Para continuar as pesquisas desta nova pílula, porém, a empresa precisa de muito dinheiro. E é aí que entra o Google.</p>
<p>Na semana passada, em rodada de negociações, a Google Ventures e a InCube Ventures mostraram que acreditam nas aspirações da Rani e anunciaram o investimento de mais de 10 milhões de dólares na empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MUITA GENTE ESTÁ ATRÁS DA &#8220;PÍLULA DE INSULINA&#8221;</strong></p>
 Até o Google aposta na idéia de que aplicar insulina via injeção será, em breve, coisa do passado.
<p>Se quiser se manter um competidor forte no <a href="http://www.diabeticool.com/inedito-tratamento-antidiabetico-mais-perto-do-mercado/">mercado farmacêutico</a>, a Rani Therapeutics precisará, de fato, de muito dinheiro. Além dela, diversas outras empresas já anunciaram que estão concentrando esforços no desenvolvimento de insulina em versão pílula, o que evitaria as injeções para aplicação do hormônio.</p>
<p>Dentre as concorrentes, a mais avançada é a empresa israelense <strong>Oramed</strong>, que já possui um protótipo da pílula em estágios avançados de testes clínicos.</p>
<p>Além dela, entram na briga as gigantes farmacêuticas Novo Nordisk, a norte-americana Bristol-Myers Squibb e a indiana Biocon.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SUA OPINIÃO CONTA</strong></p>
<p>O Google acredita em um futuro recente no qual a idéia de se injetar a fim de ter mais insulina em circulação soará bastante absurda, uma vez que existirão pílulas que fazem o mesmo serviço, sem dores nem complicações. Será que podemos contar com isto ou trata-se de algo muito bom para ser verdade? Dê sua opinião nos comentários e na pesquisa logo abaixo!</p>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;23&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/ate-o-google-entra-na-guerra-pela-pilula-de-insulina/">Até o Google entra na guerra pela “Pílula de Insulina”</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Diabetes e o Alzheimer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2013 12:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[amilina]]></category>
		<category><![CDATA[beta amilóide]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Negev]]></category>
		<category><![CDATA[Yifat Miller]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao relacionar as doenças, estudo mostra que é possível a criação de uma droga para reduzir as chances de pacientes de diabetes tipo 2 desenvolverem Alzheimer. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Pesquisas recentes sugerem que pessoas com diabetes tipo 2 têm uma probabilidade duas vezes maior de desenvolver a Doença de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Ao relacionar as doenças, estudo mostra que é possível a criação de uma droga para reduzir as chances de pacientes de diabetes tipo 2 desenvolverem Alzheimer. </i></p>
<p><span id="more-3288"></span></p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>Pesquisas recentes sugerem que pessoas com <a title="Médicos emitem recomendações especiais para o tratamento de  diabetes tipo 2 em crianças" href="http://www.diabeticool.com/medicos-emitem-recomendacoes-especiais-para-o-tratamento-de-diabetes-tipo-2-em-criancas/">diabetes tipo 2</a> têm uma probabilidade duas vezes maior de desenvolver a <strong>Doença de Alzheimer</strong> quando comparadas a pessoas não diabéticas. Um novo estudo, porém, demonstrou, através de uma abordagem inovadora, que seria possível o desenvolvimento de uma droga para diminuir esse risco elevado.</p>
<p><strong>+ Leia mais: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/">Glicemia alta pode encolher o cérebro &#8211; </a></strong><a href="http://www.diabeticool.com/glicemia-alta-pode-encolher-o-cerebro/"><em>Pesquisa associa altas taxas de açúcar no sangue à diminuição de regiões cerebrais, à demência e ao Alzheimer</em></a><strong>&#8220;. </strong></p>
<p>A relação entre o diabetes e o <a title="Quantas xícara de café por dia te protegem do diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/quantas-xicara-de-cafe-por-dia-te-protegem-do-diabetes/">Alzheimer</a> está no fato de que ambos estão associados à formação de agregados de peptídeos que se depositam em regiões onde não deveriam, resultando em problemas para o organismo. <strong>Peptídeos</strong> são cadeias de aminoácidos; longas cadeias de peptídeos formam as proteínas. No caso da Doença de Alzheimer, um peptídeo chamado <strong>beta amilóide</strong> é encontrado acumulado em forma de placas no cérebro, causando falhas na comunicação entre neurônios e levando aos sintomas característicos da doença. Já no caso do diabetes, a <strong>amilina</strong>, produzida no pâncreas juntamente com a <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">insulina</a>, é o peptídeo que pode se acumular, causando uma falha no reconhecimento da glicose pelo organismo. Em ambos os casos, a presença e acúmulo dos peptídeos estão diretamente ligados à progressão das doenças.</p>
<p>Há dois anos, pesquisadores notaram a presença tanto da beta amilóide quanto da amilina no pâncreas de pessoas com diabetes tipo 2. Para descobrir se a interação entre as moléculas exercia um papel na agregação inapropriada de peptídeos e contribuía para o desenvolvimento da Doença de Alzheimer, Yifat Miller, da Universidade de Negev, <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/">Israel</a>, liderou um estudo para caracterizar o modo como essas duas moléculas interagem uma com a outra. Para isso, ele analisou as estruturas dos peptídeos, experimento nunca antes realizado. O resultado foi a descoberta de bases moleculares que podem permitir, no futuro, a criação de um medicamento para se prevenir o desenvolvimento do Alzheimer em pacientes de diabetes tipo 2.</p>
<p>“Ao identificar regiões específicas desses peptídeos que os fazem interagir fortemente entre si, nosso estudo pode fornecer uma nova perspectiva na relação entre o diabetes tipo 2 e a Doença de Alzheimer”, afirma Miller. “Nós acreditamos que ao prevenir essas interações, através do desenvolvimento de uma nova droga, poderemos reduzir o risco de pessoas com diabetes tipo 2 de desenvolver a Doença de Alzheimer mais tarde em suas vidas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3;border: 2px solid black;padding: 10px">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Nova maneira de fazer dieta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 22:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[adiponectina]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Hebraica]]></category>
		<category><![CDATA[Zecharia Madar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa. Muçulmanos de todo o mundo costumam fazer jejum durante o Ramadã, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-1935"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/comendo-massa-diabetes/"></span>Muçulmanos de todo o mundo costumam <a title="O perigoso jejum do Ramadan" href="http://www.diabeticool.com/o-perigoso-jejum-do-ramadan/">fazer jejum durante o Ramadã</a>, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia e ingerir alimentos ricos em carboidratos à noite. Cientistas israelenses resolveram estudar o que acontecia com o corpo humano durante este jejum prolongado e descobriram algo intrigante: o comportamento do hormônio <strong>leptina</strong> se alterava profundamente. Sabendo que a leptina é considerada o hormônio da saciedade, os pesquisadores decidiram testar uma nova maneira de se fazer dieta. Os resultados podem mudar a maneira como pensamos sobre perder peso.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Sigal Sofer e Zecharia Madar, da Universidade Hebraica, em Jerusalém. Zecharia, professor emérito da Universidade e atual cientista-chefe do Ministério da Educação israelense,disse que &#8220;<strong>as descobertas lançam as bases para uma dieta mais apropriada àquelas pessoas que têm dificuldade em manter um regime durante muito tempo</strong>&#8220;. &#8220;O próximo passo é entender os mecanismos que levaram aos resultados obtidos&#8221;, afirmou.</p>
<p>E que resultados foram estes? A pesquisa acompanhou durante 6 meses mais de 60 policiais. Metade deles foi orientada a comer uma dieta-padrão para perder peso (na qual o consumo de carboidratos era constante ao longo do dia), enquanto a outra metade recebeu a dieta experimental (na qual só havia <a title="Pequeno Guia de Comidas Enganosas" href="http://www.diabeticool.com/pequeno-guia-de-comidas-enganosas/">carboidratos </a>na janta). Após os seis meses,<strong> o grupo na dieta experimental apresentou menores índices de fome, melhores medições de peso, circunferência abdominal e gordura corporal, melhores leituras bioquímicas (açúcar e lipídios no sangue) e, também, respostas melhores à <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">inflamação</a>.</strong></p>
<p>Se estes resultados já parecem ótimos, <strong>as melhores notícias vêm agora</strong>. Sofer e Madar estudaram com atenção as mudanças que ocorreram nas taxas de secreção de três hormônios ao longo dos seis meses. Resumimos os resultados abaixo:</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Leptina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da saciedade&#8221; &#8211; isto é, quando se encontra em altas taxas no sangue, a pessoa sente menos fome. Normalmente, suas taxas são baixas ao longo do dia (= fome!) e altas durante a noite (= saciedade). Os policiais na dieta experimental mostraram taxas progressivamente mais altas de leptina ao longo do dia, com picos no final da tarde (ou seja, sentiram-se com menos fome ao longo de todo o dia).</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Grelina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da fome&#8221; &#8211; isto é, quanto mais grelina, mais fome se sente. Normalmente, como dá para imaginar, suas taxas são altas durante o dia e baixas à noite. Os voluntários da pesquisa tiveram secreção de grelina baixa durante todo o dia, mostrando picos apenas à noite &#8211; justamente quando poderiam se alimentar com carboidratos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Adiponectina</strong></span>: é considerada a ligação entre diabetes, <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">obesidade </a>e a<a title="Fomos feitos para dormir bem" href="http://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/"> síndrome metabólica</a>. Em pessoas obesas, a secreção deste hormônio é baixa durante todo o dia. Nos participantes do estudo, a adiponectina for secretada em taxas elevadas ao longo do dia inteiro.</p>
<p>Ou seja, além ser ótima para a saúde no geral, a dieta rica em carboidratos à noite ainda modulou de maneira positiva a secreção de hormônios que, quando desregulados, podem levar à obesidade, diabetes e <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a>. Comer pães e massas na janta nunca pareceu tão saboroso!</p>
<p><em>Aproveite e veja a nossa receita especial de <a href="http://www.diabeticool.com/receita-leve-para-diabeticos-club-sandwich-de-peru/">Club Sandwich de Peru</a>, uma ótima pedida na hora do jantar!</em></p>
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		<title>Um pâncreas novinho criado em laboratório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Aug 2012 23:47:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[camundongo]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Shulamit Levenberg]]></category>
		<category><![CDATA[Technion-Israel Institute of Technology]]></category>
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		<category><![CDATA[transplante]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Insatisfeitos com os resultados de transplantes de tecido do pâncreas em diabéticos, israelenses criam sua própria versão do órgão em laboratório. Os primeiros resultados animam. A novidade vem do laboratório da professora doutora Shulamit Levenberg, do Technion-Israel Institute of Technology, um dos mais respeitados centros de pesquisa de ponta do mundo. O grande problema que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Insatisfeitos com os resultados de transplantes de tecido do pâncreas em diabéticos, israelenses criam sua própria versão do órgão em laboratório. Os primeiros resultados animam.</em></p>
<p><span id="more-1298"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Shulamit-Levenberg-diabetes.jpg"></span> A pesquisadora Shulamit Levenberg, do Technion
<p>A novidade vem do laboratório da professora doutora Shulamit Levenberg, do <em>Technion-Israel Institute of Technology</em>, um dos mais respeitados centros de pesquisa de ponta do mundo. O grande problema que esta pesquisa pretende resolver é a pouca (ou nenhuma) produção de insulina pelo <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas </a>de <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a>. A solução, nestes casos, é repôr constantemente esta insulina, através de injeções, várias vezes por dia. Ou então tentar um transplante de tecido pancreático saudável. Todavia, além de bem mais cara, esta segunda opção possui todos os problemas inerentes a um transplante: o número de doadores é pequeno, as chances de rejeição do tecido são altas e, especialmente em relação ao pâncreas, as taxas de sucesso da operação são bastante baixas.</p>
<p>O principal motivo para este insucesso, segundo os cientistas israelenses, é que o tecido do <a href="http://www.diabeticool.com/?p=412">pâncreas</a> não é transplantado juntamente com toda a rede de vasos sangüíneos que alimentam e nutrem o órgão. Assim, uma vez transplantado, cabe ao organismo de quem recebeu o tecido criar conexões de veias e artérias com ele. O mais comum é que este processo demore, levando muitas das células produtoras de insulina recém-transplantadas à morte.</p>
<p>Sabendo disso, os pesquisadores criaram, em laboratório, um tecido igualzinho ao pancreático &#8220;natural&#8221;, contendo células de produção de insulina. Além delas, uma rede de vasos sangüíneos também foi desenvolvida conjuntamente. Desta forma, o organismo que receber o transplante não terá tanto trabalho em se conectar com o novo tecido, pois ele já &#8220;vem de fábrica&#8221; com vasos pré-prontos, e as chances de sucesso da operação tornam-se bem maiores.</p>
<p>Até agora, o tecido de laboratório foi testado em camundongos. Os resultados são animadores: após o transplante, as células produtoras de insulina sobreviveram por mais tempo, produziram mais insulina e outros hormônios e funcionaram bem o suficiente a fim de diminuir a <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>dos animais.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.t3technion.com/2012/07/diabetes-innovation-3d-vascularized.html"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
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<p><strong>Parece inacreditável que cientistas consigam criar tecidos em laboratório! Sorte nossa que vivemos nesta época tão avançada da Ciência. Caso o leitor fique curioso, os detalhes sobre como este tecido foi criado podem ser encontrados no link da matéria, logo acima. Parece que o segredo, realmente, são os vasos sangüíneos: os cientistas afirmam que os vasos &#8220;pré-prontos&#8221; que eles adicionam ao tecido de laboratório estimula a comunicação entre as células, e este seria o motivo delas sobreviveram mais e trabalharem melhor. Eles também disseram que uma pesquisa similar com humanos ainda está longe de acontecer. Porém, dados os ótimos resultados com camundongos, é só questão de tempo até uma boa notícia surgir para nós! Ficaremos na torcida e de olhos abertos.</strong></p>
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