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	<title>fígado | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Estudo relaciona diabetes e câncer de pâncreas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Mar 2014 14:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo autores da maior revisão já feita sobre o tema, médicos devem considerar rastrear tumores em pessoas que desenvolvem diabetes sem uma causa óbvia. Pesquisadores australianos encontraram uma relação entre o diabetes e o câncer de pâncreas. A descoberta, publicada na última sexta-feira no periódico Annals of Surgical Oncology, foi feita a partir da revisão &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo autores da maior revisão já feita sobre o tema, médicos devem considerar rastrear tumores em pessoas que desenvolvem diabetes sem uma causa óbvia.</em><span id="more-7135"></span></p>
<p>Pesquisadores australianos encontraram uma relação entre o diabetes e o <a title="Diabetes ou câncer: qual tratar primeiro?" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ou-cancer-qual-tratar-primeiro/">câncer de pâncreas</a>. A descoberta, publicada na última sexta-feira no periódico Annals of Surgical Oncology, foi feita a partir da revisão de 88 estudos internacionais de 1973 a 2013, realizada por médicos e matemáticos. Trata-se da maior análise registrada sobre o tema.</p>
<p>Segundo Mehrdad Nikfarjam, especialista em fígado, pâncreas e vias biliares no Departamento de Cirurgia da Universidade de Melbourne, o câncer de <a title="Tamanho (do pâncreas!) é documento" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-do-pancreas-e-documento/">pâncreas</a> costuma ser descoberto em estágio avançado, quando é incurável. &#8220;Esse é um estudo importante que destaca para médicos e pacientes recém-diagnosticados com diabetes sem uma causa óbvia a importância de investigar câncer de pâncreas&#8221;, diz.</p>
<p>O estudo revelou que a incidência de tumores de pâncreas foi maior após o diagnóstico de diabetes e permaneceu elevada por muitos anos depois da descoberta. &#8220;A presença do diabetes continua a ser um fator de risco moderado para o desenvolvimento de câncer mais tarde na vida&#8221;, afirma Nikfarjam.</p>
<p>Embora o número de casos de câncer de pâncreas seja relativamente baixo — no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), eles são responsáveis por 2% de todos os tipos de câncer e por 4% das mortes decorrentes da doença — a pesquisa sugere que os médicos devem considerar exames de rastreamento em pacientes diabéticos.</p>
<p>&#8220;Pode ser importante rastrear em todas as pessoas recém-diagnosticadas com diabetes, especialmente aquelas sem <a title="Fator de risco para o diabetes: namorar um(a) diabético(a)!" href="http://www.diabeticool.com/fator-de-risco-para-o-diabetes-namorar-uma-diabeticoa/">fatores de risco</a>. Os exames também podem se estender a diabéticos de longa data&#8221;, diz.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/estudo-relaciona-diabetes-e-cancer-no-pancreas" target="_blank" rel="nofollow">Veja</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-relaciona-diabetes-e-cancer-de-pancreas/">Estudo relaciona diabetes e câncer de pâncreas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>11 pessoas têm o diabetes revertido pelo &#8220;Método da Fome&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 14:13:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em uma novidade empolgante de começo de ano, método &#8220;radical&#8221; de tratar o diabetes mostra-se extremamente eficaz e &#8220;cura&#8221; 11 pessoas. Descubra como isto foi possível! Em agosto do ano passado, o Diabeticool noticiou que o britânico Richard Doughty havia conseguido reverter seu diabetes tipo 2. Como se isto não bastasse, outro detalhe chamou a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em uma novidade empolgante de começo de ano, método &#8220;radical&#8221; de tratar o diabetes mostra-se extremamente eficaz e &#8220;cura&#8221; 11 pessoas. Descubra como isto foi possível!</em><span id="more-6412"></span></p>
<p>Em agosto do ano passado, o <strong>Diabeticool</strong> noticiou que o britânico Richard Doughty havia conseguido reverter seu diabetes tipo 2. Como se isto não bastasse, outro detalhe chamou a atenção para a notícia: o inglês garante que realizou a proeza em apenas 11 dias. O segredo para este pequeno &#8216;milagre&#8217; foi seguir uma &#8216;dieta de fome&#8217;, baseada em <strong>apenas 800 kcal por dia</strong> (no geral, indica-se ingerir o <em>triplo</em> de calorias todos os dias).</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/reversao-do-diabetes-uma-historia-real/">Reversão do Diabetes: uma História Real</a>&#8220;</strong> <em>&#8211; a história de Richard Doughty</em></p>
<p>A idéia para a dieta brusca de Richard veio das pesquisas do cientista Roy Taylor, professor de medicina e metabolismo na Universidade de Newcastle, na Inglaterra. Taylor argumenta que o diabetes tipo 2 é causado, em boa parte dos casos, pelo acúmulo de gordura no fígado e no pâncreas, o que danifica o funcionamento deste órgãos essencias à produção de insulina e ao metabolismo. A hipótese explicaria, por exemplo, o porquê da obesidade e do acúmulo de gordura na região abdominal serem fatores de risco perigosos para o desenvolvimento do diabetes.</p>
<p>Após a divulgação da notícia de que Richard conseguira reverter o diabetes, o autor da hipótese original, Roy Taylor, começou a pesquisar a dieta de 800 kcal por conta própria. Após conseguir financiamento, o professor recrutou 11 voluntários obesos e testou neles a dieta brusca durante algumas semanas. A idéia foi deixar, literalmente, que o corpo dos voluntários &#8216;passasse fome&#8217;, processo que estimula a queima das gorduras extras acumuladas no organismo (e, desta maneira, permitindo a &#8216;desobstrução&#8217; de órgãos como o pâncreas).</p>
<p>Neste final de semana, o professor Taylor e sua equipe divulgaram, entusiasmados, os resultados desta pesquisa. Segundo eles, <strong>o diabetes tipo 2 de todos os 11 pacientes desapareceu</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FALAM OS CIENTISTAS</strong></p>
<figure id="attachment_6413" aria-describedby="caption-attachment-6413" style="width: 318px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-6413" alt="roy taylor diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/roy-taylor-diabetes.jpg" width="318" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-6413" class="wp-caption-text">O pesquisador britânico Roy Taylor, principal divulgador do processo de reversão do diabetes.</figcaption></figure>
<p>&#8220;Nós demonstramos que, ao modificar a ingestão de calorias, fomos capazes de mudar as taxas de gordura no fígado e no pâncreas, fazendo a produção de insulina voltar ao normal&#8221;, disse Taylor. &#8220;A boa notícia é que, se você conseguir cortar a gordura da alimentação, então o nível de gordura no fígado cai muito rápido e isto significa que o pâncreas pode voltar a funcionar&#8221;.</p>
<p>Agora, um estudo com custos estimados em R$9,5 milhões está sendo posto em ação por Taylor e seus colegas. A meta é ampliar o número de obesos estudados de 11 para 280, todos com diabetes tipo 2. Além disso, eles terão a saúde acompanhada durante vários anos. Isto porque ninguém sabe ainda se os resultados obtidos através da dieta drástica são &#8216;sustentáveis&#8217;, isto é, <strong>ninguém sabe se o diabetes vai retornar quando a pessoa voltar a se alimentar normalmente</strong> (uma vez que se manter por muito tempo em dieta de 800kcal gera efeitos adversos perigosos no organismo, inclusive a subnutrição).</p>
<p>&#8220;Nós estamos confiantes de que algumas pessoas com diabetes tipo 2 conseguirão atingir a remissão&#8221;, disse Mike Lean, professor da Universidade de Glasgow e colaborar no estudo. &#8220;O que realmente queremos saber é quantas pessoas conseguirão fazê-lo. Se nossas análises mostrarem que esta estratégia tem um bom custo-benefício, nossa meta então será desenvolver um programa que possa ser implementado no sistema público de saúde o mais rápido possível&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POSSO TENTAR EU MESMO FAZER ESTA DIETA DRÁSTICA <strong>EM CASA</strong>?</strong></p>
 Será que comer pouco (muito pouco mesmo!) se tornará um tratamento-padrão para o diabetes tipo 2?
<p>Não. Esta é a orientação unânime de diversos profissionais da saúde ouvidos pelo <strong>Diabeticool</strong>. Todos eles alertaram que os voluntários do estudo só estão vivos hoje porque a dieta de 800 kcal foi cuidadosamente planejada por nutricionistas, o que permitiu que eles mantivessem a saúde mesmo comendo tão pouco. Este tipo de cálculo de calorias diárias na alimentação é extremamente complexo, envolvendo diversos fatores como quantidades de vitaminas e proteínas ingeridas, e deve ser feito apenas por profissionais.</p>
<p>Além disso, vale lembrar: o método funciona (em tese) apenas em um caso específico de diabetes: o de pessoas obesas e que estão com diabetes tipo 2. Alimentar-se menos não traria efeitos para quem está com diabetes tipo 1, disseram os médicos.</p>
<p><strong>+ ENTENDA AQUI A DIFERENÇA ENTRE <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">DIABETES TIPO 1</a> E <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">TIPO 2</a>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>VOCÊ DISCUTE</strong></span></p>
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		<title>Glucagon, o &#8220;irmão mau&#8221; da insulina, pode ajudar diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem! O pâncreas é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hormônio com função de aumentar a quantidade de açúcar no sangue pode ser a base de novas terapias para controlar o diabetes. Entenda nesta reportagem!</em></p>
<p><span id="more-4803"></span></p>
 O pâncreas pode ser um órgão pequenino, porém produz alguns dos hormônios mais importantes do corpo humano, como a insulina e o glucagon.
<p>O <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas </a>é um órgão do corpo humano que todo diabético certamente conhece. É ele que abriga as células que produzem a insulina, necessária para abaixar a quantidade de açúcar no sangue. Estas células que produzem a insulina se chamam <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>. Além delas, o pâncreas é lar também para as <a title="Como criar novos soldados na luta contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/como-criar-novos-soldados-na-luta-contra-o-diabetes/">células alfa</a>, de ação diametralmente oposta às beta. As células alfa produzem o <strong>glucagon</strong>, hormônio que atua no fígado e faz a quantidade de açúcar no sangue subir, e que é importantíssimo para dar energia ao corpo quando estamos em jejum. Agora, cientistas descobriram que a ação do glucagon no cérebro é bem maior do que se pensava, o que pode abrir novos caminhos terapêuticos para o tratamento do diabetes. Vamos entender o que está acontecendo!</p>
<p>Cientistas do General Research Institute em Toronto, no Canadá, acreditam que o glucagon é um dos mais importantes fatores na hora de baixar a quantidade de açúcar no sangue. A conclusão está em artigo científico na mais recente edição da revista Nature Medicine. A idéia é a seguinte: enquanto a insulina diminui a glicemia ao transportar o açúcar do sangue para as células, a ação normal do glucagon no cérebro &#8216;avisa&#8217; o corpo quando há uma quantidade alta de açúcar no sangue, impedindo que o fígado libere ainda mais açúcar acumulado.</p>
<p>Em pessoas com diabetes, esta comunicação mediada pelo glucagon e com ação numa região cerebral chamada de hipotálamo possivelmente está comprometida, o que pode ajudar a fazer com que o organismo perca o balanceamento correto das taxas de açúcar no sangue.</p>
<p>Em outras palavras, o hormônio que aumenta a glicemia quando atua no fígado é o mesmo que controla a quantidade de açúcar no sangue quando atua no cérebro. Vê-se o quão complexo é o corpo humano e suas interações bioquímicas!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA</strong></p>
<p>Os pesquisadores canadenses descobriram uma via de sinalização molecular, a da proteína quinase A, que pode reverter a ação &#8216;errada&#8217; do glucagon em diabéticos, fazendo-a voltar para o normal. Segundo eles, isto abre portas na busca por uma cura do diabetes.</p>
<p>&#8220;Remédios que buscam aumentar a ação do glucagon no cérebro e/ou bloquear a ação do glucagon no fígado podem regular os níveis de açúcar em diabéticos&#8221;, disse Tony Lam, cientistas especialista em obesidade e diabetes e líder do novo estudo.</p>
<p>&#8220;Eu acredito que, mais para a frente, tratar o diabetes com terapia baseada no glucagon vai ser tão efetivo quanto a insulinoterapia&#8221;, revelou.</p>
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		<title>Como o corpo transforma o que comemos em gordura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2012 17:09:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O mecanismo que converte os açúcares que ingerimos em gorduras é cada vez melhor compreendido pela Ciência. Veja aqui como ele funciona e o que fazer para manter uma dieta saudável neste fim de ano! As festas de final de ano são uma farra nutricional. As pessoas geralmente se esquecem dos regimes, tiram o atraso &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O mecanismo que converte os açúcares que ingerimos em gorduras é cada vez melhor compreendido pela Ciência. Veja aqui como ele funciona e o que fazer para manter uma dieta saudável neste fim de ano!</em></p>
<p><span id="more-2358"></span></p>
<p>As festas de final de ano são uma farra nutricional. As pessoas geralmente se esquecem dos regimes, tiram o atraso calórico de uma ano inteiro e exageram em doces, bebidas e refrigerantes. A glicemia de qualquer um atinge niveis épicos durante as festividades natalinas e de ano novo! Como o corpo se comporta perante tanto carboidrato na corrente sangüínea?</p>
<p>Após uma refeição, os carboidratos são quebrados em <strong><a title="Quantas xícara de café por dia te protegem do diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/quantas-xicara-de-cafe-por-dia-te-protegem-do-diabetes/">glicose</a></strong>, que é uma fonte imediata de energia para o organismo. O excesso de glicose fica acumulado no <a title="Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio" href="http://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/"><strong>fígado</strong></a> na forma de <strong>glicogênio</strong> &#8211; ou então, com a ajuda da <strong>insulina</strong>, é convertido em <strong>ácidos graxos</strong>, circulado para outras partes do corpo e guardado como gordura nos tecidos adiposos. Quando há abundância de ácidos graxos, a gordura também se desenvolve no fígado. E este é um enorme problema, conhecido como &#8220;fígado gorduroso&#8221; ou pelo simpático nome de &#8220;esteatose hepática&#8221;.</p>
<p>&#8220;Fígado gorduroso causado por alto consumo de carboidratos pode ser tão nocivo quanto a ingestão excessiva de álcool, além de contribuir para várias doenças, incluindo o diabetes tipo 2&#8221;, garante Hei Sook Sul, professor do Departamento de Ciência Nutricional e Toxicologia da Universidade da Califórnia, Berkeley. &#8220;A conversão do excesso de glicose em ácidos graxos ocorre no fígado, mas há várias etapas neste processo que ainda não foram compreendidas.&#8221;</p>
<div>Estima-se que 3/4 das pessoas obesas possuam o fígado &#8211; até ele! &#8211; gorduroso.</div>
<p><strong>Um prato cheio de novidades</strong></p>
<p>O professor Sul conduziu uma pesquisa, publicada na última edição da revista científica <em>Molecular Cell</em>, na qual identifica um único <strong><a title="Pode a gripe causar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gripe-causa-diabetes/">gene </a></strong>responsável pela conversão de carboidratos em aminoácidos, denominado <strong>BAF60c</strong>. Em camundongos nos quais este gene foi &#8220;desligado&#8221;, não houve a conversão, mesmo quando alimentados com dietas riquíssimas em açúcares. Corroborando os dados, camundongos que expressavam o triplo do BAF60c em seus fígados mostraram aumento significativo na quantidade de gordura acumulada. Com esta nova informação em mente, será possível desenvolver novas terapias para o tratamento do fígado gorduroso, reduzindo também, desta forma, a incidência de doenças correlacionadas, como o diabetes.</p>
<p>Carboidratos são essenciais à <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">boa dieta humana</a> &#8211; especialmente os carboidratos encontrados em legumes, frutas e vegetais -, porém costumamos consumir em demasia apenas os açúcares refinados, que aumentam mais rapidamente a glicemia. Os pesquisadores sugerem tomar cuidado com este nutriente. &#8220;Limitar o consumo de refrigerante, bolos e cookies é uma boa idéia para qualquer época&#8230; <em>inclusive</em> durante as festividades de final de ano&#8221;, sugeriu o professor Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-o-corpo-transforma-o-que-comemos-em-gordura/">Como o corpo transforma o que comemos em gordura</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa brasileira abre novos caminhos terapêuticos</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pesquisa-brasileira-abre-novos-caminhos-terapeuticos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2012 21:45:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo realizado na Unicamp correlaciona hormônio produzido no fígado à resistência à insulina, abrindo perspectivas para novos tratamentos de cura para o diabetes. Uma tese de doutorado acalenta esperanças de inéditos tratamentos para o diabetes. O estudo, realizado na Faculdade de Ciências Médicas e no Instituto de Biologia da Unicamp pelo biomédico Tiago Gomes de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo realizado na Unicamp correlaciona hormônio produzido no fígado à resistência à insulina, abrindo perspectivas para novos tratamentos de cura para o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-2344"></span></p>
 fonte: Jornal da Unicamp
<p>Uma tese de doutorado acalenta esperanças de inéditos tratamentos para o diabetes. O estudo, realizado na Faculdade de Ciências Médicas e no Instituto de Biologia da Unicamp pelo biomédico Tiago Gomes de Araújo, sob orientação do famoso endocrinologista especialista em diabetes Mário Saad, analisou o papel do hormônio HGF no desenvolvimento do diabetes. Os resultados podem, futuramente, ser aplicados em terapias contra a doença.</p>
<p>O hormônio HGF é um dos responsáveis pelas altas taxas de regeneração do fígado. Além disso, ele estimula o crescimento de células beta do pâncreas, as responsáveis pela produção de insulina. De acordo com o Jornal da Unicamp, &#8220;a pesquisa de Tiago teve como objetivo mostrar a relação de causa-efeito entre o aumento dos níveis circulantes de HGF, o aumento de células beta do pâncreas, a hiperinsulinemia compensatória e a força dessa associação.&#8221;</p>
 fonte: Jornal da Unicamp
<p>O grande feito da pesquisa, publicada no periódico <em>Endocrinology</em> sob<em> </em>o título de “<em>Hepatocyte growth factor plays a key role in insulin resistance-associated compensatory mechanisms</em>”, foi caracterizar detalhadamente como ocorre a associação entre o hormônio produzido pelo <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">fígado </a>e a glicemia. Agora, sabemos que quando a resistência à insulina se instala no organismo, ela estimula o aumento na secreção do HGF, e este, por sua vez, induz à proliferação de células produtoras de insulina. <strong>Ou seja, quando o corpo percebe que a insulina não está funcionando de maneira efetiva, estimula a produção de mais insulina.</strong></p>
<p>Em entrevista ao Jornal, o pesquisador resumiu os achados: “No modelo animal de obesidade, observamos um aumento do HGF no fígado e no tecido adiposo, que são dois tecidos muito bem caracterizados em situações de resistência à insulina. Assim, podemos sugerir que a resistência à insulina, de alguma forma nestes tecidos, pode induzir um aumento do HGF. Isso passa a ser irônico, pois no sentido de proteger o indivíduo do desenvolvimento do diabetes, o organismo cria uma resposta compensatória aumentando a massa de células beta do pâncreas levando, assim, à produção de mais insulina para compensar o aumento do açúcar no sangue.&#8221;</p>
<p>Ainda de acordo com a reportagem, &#8220;O professor e orientador Mario Saad reforça a importância da descoberta: “O HGF passa a ser um alvo-terapêutico, pois melhora a ação da insulina nos tecidos periféricos. Se conseguirmos medicamentos que possam potencializar a ação do HGF, vamos conseguir drogas para tratar melhor o diabetes tipo 2. Além disso, isso mostra que ele pode ser usado para proliferação das células beta, representando um importante passo para o transplante de ilhotas pancreáticas em pacientes com diabetes tipo 1”, disse Saad.&#8221;</p>
<p>Vale lembrar que a <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/">resistência à insulina</a> é a menor capacidade do organismo de utilizar este hormônio como meio de transferência da glicose do sangue para as células. Além disso, ela é uma das características clássicas de diabetes.</p>
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		<title>Diabetes ou câncer: qual tratar primeiro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 09:31:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que diabéticos tipo 2 diagnosticados com câncer se esquecem de cuidar do diabetes, o que piora profundamente sua saúde e abala o sistema imune. O câncer agradece. Receber a notícia de que se está com diabetes já não é agradável. Saber que tem diabetes tipo 2 e, ainda por cima, ser diagnosticado com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa aponta que diabéticos tipo 2 diagnosticados com câncer se esquecem de cuidar do diabetes, o que piora profundamente sua saúde e abala o sistema imune. O câncer agradece.</em></p>
<p><span id="more-2226"></span></p>
 Ouvir certas coisas dos médicos nunca é fácil. Todavia, é fundamental manter a cabeça fria e ouvir os bons conselhos que ele tem a dar, caso queira se manter saudável.
<p>Receber a notícia de que se está com diabetes já não é agradável. Saber que tem diabetes tipo 2 e, ainda por cima, ser diagnosticado com câncer é mais difícil ainda. O paciente costuma, na maior parte das vezes, se esquecer completamente do diabetes e focar o tratamento e suas energias apenas no câncer. O problema é que esta atitude é extremamente danosa à saúde.<strong> Nestes casos, é mais fácil a pessoa falecer em decorrência do diabetes mal cuidado do que do <a title="Drogas para Diabetes Podem Aumentar o Risco de Câncer?" href="http://www.diabeticool.com/drogas-para-diabetes-podem-aumentar-o-risco-de-cancer-na-bexiga/">câncer</a>.</strong> Esta é a conclusão de um novo estudo realizado por pesquisadores da <a title="Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/">Universidade</a> <a title="Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/">Northwestern</a>, nos EUA.</p>
<p>&#8220;Pessoas com diabetes escutam &#8220;câncer&#8221; e eles acham que isto é uma sentença de morte, então quem liga para o diabetes numa situação dessas?&#8221;, pergunta, enfática, a doutora June McKoy, diretora de oncologia geriátrica na Universidade e uma das autoras do trabalho. &#8220;Porém, se elas não tomarem cuidado, é o diabetes que as levará deste mundo, não o câncer. É por isso que educação é tão importante quando ele surge. <strong>Os pacientes têm que cuidar de ambas as doenças</strong>.&#8221;, explica, de maneira peculiar, a especialista.</p>
 O bonito campus da Northwestern University, em Illinois, EUA.
<p>O fato é que diabéticos tipo 2 são mais propensos a adquirir certos tipos de câncer do que o restante da população, especialmente se o diabetes for tratado com desleixo. Dentre estes, estão o câncer de fígado, pâncreas, cólon, mama, bexiga e endométrio. Apesar do motivo pelo qual esta incidência ser maior ainda não estar completamente compreendido, é sabido que o diabetes tipo 2 compromete o <a title="Verdades &amp; Mitos" href="http://www.diabeticool.com/verdades-mitos/">sistema imune</a> e prejudica a capacidade natural do corpo humano de combater o câncer. Ou seja, caso o diabetes não seja cuidado, toda a saúde do paciente acaba sofrendo e o câncer tem maiores chances de proliferar.</p>
 A pesquisadora June McKoy.
<p>Sabendo disto, o estudo acompanhou os registros médicos de cerca de 200,000 diabéticos diagnosticados com câncer e descobriu que, de fato, os pacientes melhor educados possuíam uma qualidade de vida muito superior. As pessoas que passaram por programas educativos após receber o diagnóstico do câncer &#8211; nos quais aprenderam sobre a importância de manter o diabetes bem tratado &#8211; visitaram menos vezes as salas de emergência hospitalares, tiveram menos admissões em hospitais e menores custos de saúde, além de checarem a glicemia e as taxas de <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/">hemoglobina glicada</a> mais vezes. O resultado foi uma visível sobrevida.</p>
<p>&#8220;Se você não usar o poder da educação, estará dando nó em pingo d&#8217;água&#8221;, disse McKoy. E completa: &#8220;As pessoas precisam ser informadas e os médicos devem agir como vendedores de conhecimento aos nossos pacientes. Ter diabetes e daí descobrir que se tem câncer pode ser um fardo pesado demais.&#8221;</p>
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		<title>Cientistas encontram ligação entre psoríase e diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Oct 2012 00:11:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Desta vez é &#8220;incontestável&#8221;: quem sofre de psoríase tem 2x mais chance de ter diabetes tipo 2. Entenda o motivo por trás disto neste post! A psoríase é uma doença de pele caracterizada pela presença de placas vermelhas e descamativas em qualquer região do corpo e que acomete ambos os sexos e todas as idades. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Desta vez é &#8220;incontestável&#8221;: quem sofre de psoríase tem 2x mais chance de ter diabetes tipo 2. Entenda o motivo por trás disto neste post!</em></p>
<p><span id="more-1735"></span></p>
<a href="http://www.diabeticool.com/cientistas-encontram-ligacao-entre-psoriase-e-diabetes-tipo-2/cameron-diaz-psoriase-diabetes/" rel="attachment wp-att-1736"></a> A atriz hollywoodiana <strong>Cameron Diaz</strong> é uma famosa que convive com a psoríase.
<p style="text-align: left;">A psoríase é uma doença de pele caracterizada pela presença de placas vermelhas e descamativas em qualquer região do corpo e que acomete ambos os sexos e todas as idades. É uma <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">doença auto-imune</a>, ou seja, ocorre devido a um &#8220;erro&#8221; do nosso sistema de defesa. No caso, as células que deveriam defender nosso corpo contra microorganismos invasores passam a achar que as células <em>da pele</em> são nocivas, daí as atacam, o que faz surgirem as lesões. Falando assim, a psoríase possui fortes semelhanças com <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">uma outra doença auto-imune bastante conhecida</a>, não?</p>
<p style="text-align: left;">Alguns estudos anteriores já haviam indicado que havia uma ligação entre pessoas com psoríase e diabéticos. Todavia, nunca forneceram certezas. As coisas mudaram esta semana, com a publicação de um novo trabalho, no periódico científico Archives of Dermatology. A pesquisa, realizada por cientistas da <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/">Universidade da Califórnia</a> &#8211; um local com forte tradição em trabalhos sobre o diabetes -, analisou os dados de 27 estudos, que em conjunto somam mais de 300 mil pacientes.</p>
<p style="text-align: left;">A conclusão foi que pessoas com psoríase moderada têm 1,5x mais chances de se tornarem diabéticos tipo 2 do que pessoas sem psoríase. Quem tem a doença em níveis severos vê este número subir: as chances de se tornar diabético <strong>dobram</strong> em relação ao restante da população.</p>
<p style="text-align: left;">A professora de dermatologia April Armstrong, principal autora do trabalho, explica que <strong>quem tem psoríase produz uma substância que ajuda a destruir as células produtoras de insulina do <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a>, o que, como conseqüência, favorece as chances do desenvolvimento do diabetes</strong>. &#8220;Há evidências de que as células adiposas de pacientes com psoríase podem não funcionar corretamente. Estas células secretam substâncias inflamatórias, conhecidas como citocinas, que aumentam a resistência à insulina no fígado e nos músculos e iniciam a destruição das células pancreáticas que produzem insulina&#8221;.</p>
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		<title>Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 17:03:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.  Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.</em> <span id="more-712"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/machudao-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. Muitos dos aproximados 350 milhões de diabéticos no mundo desenvolvem úlceras nos pés, o que leva a amputações em 10-15 milhões de casos. Mesmo assim, ainda hoje, o tratamento primário para lesões em diabéticos consiste em aplicação de compressas e bandagens; não existe medicação efetiva conta a condição.</p>
<p>Ou, talvez, não <em>existia</em>. Pesquisadores de Universidade de Umeå, na Suécia, publicaram no periódico <em>Blood</em> o resultado de anos de pesquisas com uma proteína chamada de plasminogênio. Os dados são tão animadores que os cientistas, agora, esperam apenas um patrocínio para iniciar análises clínicas de um novo remédio para cicatrização, cujo princípio ativo já foi testado, com enorme sucesso, em camundongos.</p>
<h3>O segredo do plasminogênio</h3>
<p>O plasminogênio é uma proteína já bem conhecida pela Ciência, produzida pelo fígado e encontrada em todos os fluidos corporais. <span style="color: #334c80;">Os pesquisadores da Umeå foram capazes de reavaliar sua função e demonstrar que sua concentração aumenta dramaticamente dentro e ao redor de lesões, o que é um sinal importante para se iniciar a reação inflamatória necessária à cicatrização. Em diabéticos, esta concentração não aumenta tanto, o que parece ser a razão pela qual as feridas não saram. A fim de testar tal hipótese, os cientistas injetaram plasminogênio ao redor de machucados em camundongos e ratos diabéticos. O processo de cicatrização começou imediatamente, e as feridas eventualmente fecharam por completo.</span></p>
<h3>Nova medicação</h3>
<p>Uma linhagem celular produtora de plasminogênio em larga escala já foi desenvolvida em Umeå e os pesquisadores esperam apenas financiamento para que o desenvolvimento de uma nova medicação se inicie. As expectativas são altíssimas, uma vez que a proteína é endógena (produzida pelo organismo) e, por isso, não deve apresentar efeitos colaterais. A princípio, os cientistas concentram seus esforços nos machucados de diabéticos, porém o plasminogênio tem o potencial de auxiliar a cura de outras feridas (como perfurações da membrana timpânica e periodontite), além de ser efetivo na destruição de bactérias resistentes a antibióticos, devido às suas propriedades pró-inflamatórias.</p>
<p>&#8220;Hoje temos o conhecimento necessário para desenvolver um remédio&#8221;, garante, otimista, o professor Tor Ny, um dos autores do artigo. &#8220;O grosso da pesquisa pré-clínica já foi feito e nós temos tido reuniões com a Agência de Produtos Médicos (a &#8220;Anvisa&#8221; sueca) para discutir um programa para os testes clínicos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Quando todos achavam que o problema era a insulina&#8230;</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/quando-todos-achavam-que-o-problema-era-a-insulina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 May 2012 21:08:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[fígado]]></category>
		<category><![CDATA[glucagon]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Liangyou Rui]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores descobrem que o diabetes tipo 2 pode estar relacionado não apenas ao funcionamento anormal da insulina, como também ao de seu hormônio &#8220;contrário&#8221;, o glucagon. Existe um hormônio que todo diabético conhece de cor e outro que todos deveriam conhecer. Trata-se, claro, da insulina, no primeiro caso, e do glucagon, no segundo. A insulina &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Pesquisadores descobrem que o diabetes tipo 2 pode estar relacionado não apenas ao funcionamento anormal da insulina, como também ao de seu hormônio &#8220;contrário&#8221;, o glucagon.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-644"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Existe um hormônio que todo diabético conhece de cor e outro que todos deveriam conhecer. Trata-se, claro, da insulina, no primeiro caso, e do glucagon, no segundo. A insulina é a velha amiga que faz com que o nível de glicose no sangue diminua. O glucagon, por sua vez, tem o efeito contrário: estimula o fígado a liberar açúcar na corrente sangüínea. Sabendo disso, e lembrando que o diabetes é caracterizado por taxas muito altas de glicemia, qual dos dois hormônios você estudaria, caso fosse um cientista, na procura por uma cura do diabetes?</p>
<p>Ora, até hoje, a grande maioria escolheu a insulina. E isto parece bem óbvio: diabetes = açúcar demais no sangue; insulina = diminuição da glicemia. Portanto, cura do diabetes = estudo da insulina! Todavia, resultados recém-saídos dos laboratórios do Departamente de Fisiologia Molecular e Integrativa da <em>University of Michigan Medical School</em> levantaram a moral do glucagon e podem abrir novas frentes de pesquisa na luta contra o diabetes.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/doutora-glucagon.jpg"></span></p>
<p>A pesquisa estudou os efeitos da obesidade no desenvolvimento do diabetes. &#8220;Há uma teoria bem comum de que a inflamação no fígado e no tecido adiposo associada à obesidade causa resistência à insulina, e que isso leva ao maior problema do diabetes tipo 2: altas taxas de açúcar no sangue.&#8221;, explica Liangyou Rui, Ph.D, professor associado na Universidade de Michigan. A descoberta do grupo é que a inflamação destes tecidos, ocasionada pela obesidade, pode <em>intensificar</em> a habilidade do glucagon de liberar açúcar no sangue.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Em outras palavras, isto significa que, além da ação da insulina ser prejudicada, os efeitos nocivos da obesidade no organismo também podem levar a um aumento da glicemia, este induzido por uma ação intensificada do glucagon. Acredita-se que a descoberta lançará novas luzes na busca do entendimento total da fisiologia do diabetes, o que nos torna ainda mais aptos a buscar uma cura à doença.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quando-todos-achavam-que-o-problema-era-a-insulina/">Quando todos achavam que o problema era a insulina…</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta drástica reverte diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 14:48:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ingerir apenas 30% da quantidade normal de calorias por dia resulta em ganhos rápidos à saúde, incluindo reversão do diabetes tipo 2 O diabetes tipo 2 é uma condição médica típica de países desenvolvidos, relacionada aos maus hábitos alimentares comuns à vida moderna. A ingestão costumeira de alimentos altamente calóricos – e a obesidade decorrente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ingerir apenas 30% da quantidade normal de calorias por dia resulta em ganhos rápidos à saúde, incluindo reversão do diabetes tipo 2</em><br />
<span id="more-97"></span><br />
O diabetes tipo 2 é uma condição médica típica de países desenvolvidos, relacionada aos maus hábitos alimentares comuns à vida moderna. A ingestão costumeira de alimentos altamente calóricos – e a obesidade decorrente disso – aumenta consideravelmente as chances de se adquir a doença. Foi pensando nessa associação que estudos recentes foram conduzidos na Europa e mostraram que, sob uma dieta rigorosíssima, é possível em pouco tempo não apenas diminuir os acúmulos prejudiciais de gordura no organismo, mas também equilibrar as taxas de glicose no sangue, de fato remitindo o diabetes.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/01/Mulher-dieta.jpg"></span> Dietas atrozes podem trazer mais benefícios à saúde do que apenas a perda de peso
<p>Dois trabalhos, um holandês e o outro realizado por uma equipe da <em>Newcastle University</em>, no Reino Unido, estudaram as conseqüências de se manter portadores de diabetes sob uma dieta de cerca de 600 quilocalorias diárias. “Isso significa que essas pessoas estavam morrendo de fome”, alerta David Samadi, do hospital Mount Sinai de Nova York. Apesar das taxas calóricas diárias recomendadas variarem bastante, especialmente de acordo com o modo de vida adotado, indica-se a ingestão de 2000 kcal para mulheres e 2500 kcal para homens. A dieta extrema dos estudos foi baseada em alimentos líquidos e três porções de vegetais que não contêm amido (como brócolis, tomate e cenoura) por dia.</p>
<p>As mudanças no metabolismo e na constituição dos pacientes aconteceram rapidamente. Uma semana após o início da dieta, as taxas de açúcar no sangue equilibraram-se a níveis normais, comparáveis àqueles de não-diabéticos. Após um mês, o acúmulo de gordura ao redor do coração, vilão de diversas doenças cardíacas, retornou a valores saudáveis. Durante e pós a dieta, ademais, o conteúdo de gordura no fígado e pâncreas, fator associado a maiores riscos de se ter o diabetes, também diminuiu consideravelmente. No caso da pesquisa britânica, oito dos onze diabéticos conseguiram manter os níveis de açúcar em valores normais durante os três meses seguintes ao fim da dieta.</p>
<p>Os cientistas levantam vários poréns a estes resultados aparentemente milagrosos. Não se sabe ainda por quanto tempo os efeitos serão sentidos, nem como as taxas de glicose se comportarão nos meses e anos posteriores ao fim da dieta extrema – acredita-se que, com o natural ganho de alguns quilos pós-privação intensa, os resultados benéficos esvaneçam. Além disso, tão radical dieta não é absolutamente recomendada pelos médicos, a não ser que seja acompanhada rigorosamente por nutricionistas.</p>
<p>Maiores informações podem ser encontradas <a href="http://www.myhealthnewsdaily.com/1425-extreme-diet-reverse-diabetes.html" target="_blank" rel="noopener">nesta matéria</a> e <a href="http://video.foxnews.com/v/1322216404001/study-reduced-calorie-diet-could-help-beat-type-2-diabetes" target="_blank" rel="noopener">neste vídeo</a> (ambos em inglês).</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1499" target="_blank" rel="noopener">Ambro/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dieta-drastica-reverte-diabetes/">Dieta drástica reverte diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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