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	<title>Estados Unidos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Ajuda na hora de calcular a dose de insulina das crianças</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2013 17:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quer acertar a dose de insulina dos seus filhos sem fazer contas? Novo programa de computador feito por hospital americano pode ajudar! Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool O hospital norte-americano Nationwide Children´s Hospital desenvolveu e disponibilizou em seu site uma nova ferramenta para ajudar no acompanhamento e tratamento de crianças que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quer acertar a dose de insulina dos seus filhos sem fazer contas? Novo programa de computador feito por hospital americano pode ajudar!</em></p>
<p><span id="more-4945"></span><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>O hospital norte-americano Nationwide Children´s Hospital desenvolveu e disponibilizou em seu site uma nova ferramenta para ajudar no acompanhamento e tratamento de crianças que têm diabetes. A “<strong>Calculadora de Diabetes para Crianças</strong>”, em tradução livre, permite aos pais ou responsáveis calcularem, de forma personalizada, a dose correta de insulina que devem dar à <a href="http://www.diabeticool.com/eua-publicam-sua-primeira-diretriz-para-tratamento-do-diabetes-infantil/">criança que possui diabetes</a>. A ferramenta é a primeira que realiza essa função e pode ser acessada gratuitamente, em inglês, <strong><a href="http://www.nationwidechildrens.org/diabetes-calculator-for-kids">clicando aqui</a></strong>.</p>
<p>O diabetes está afetando cada vez mais crianças e adolescentes em todo o mundo. Nos Estados Unidos, 1 em cada 400 crianças e adolescentes tem diabetes e, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes, há um crescimento anual de 3% no número de pessoas com menos de 14 anos que descobrem que têm a doença. Manter o diabetes sob controle é ainda mais importante nessas idades para evitar complicações maiores na vida adulta. Para isso, pode se estimular uma <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentação saudável </a>e a prática regular de atividades físicas, mas é fundamental o controle das doses de insulina.</p>
<p>A “Calculadora de Diabetes para Crianças” permite a qualquer paciente que use <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> calcular a dose adequada que deve ser utilizada. A conta é feita após 5 simples etapas, nas quais são feitas perguntas sobre os níveis de glicose e consumo de carboidratos. Após fornecer as respostas, a calculadora gera uma tabela personalizada informando o paciente sobre a dose adequada de insulina que deve ser aplicada. A tabela pode ser impressa ou enviada por e-mail e é uma maneira fácil para pais ou responsáveis descobrirem a dose certa para a criança sem precisarem fazer contas.</p>
<figure id="attachment_4946" aria-describedby="caption-attachment-4946" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-4946" alt="Após o usuário adicionar informações sobre a saúde da criança, a calculadora fornece uma tabela com a dosagem correta de insulina." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/calculadora-diabetes-infantil.jpg" width="950" height="814" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/calculadora-diabetes-infantil.jpg 950w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/calculadora-diabetes-infantil-280x240.jpg 280w" sizes="(max-width: 950px) 100vw, 950px" /><figcaption id="caption-attachment-4946" class="wp-caption-text">Após o usuário adicionar informações sobre a saúde da criança, a calculadora fornece uma tabela com a dosagem correta de insulina.</figcaption></figure>
<p>“O objetivo é oferecer uma ferramenta adicional para as famílias cuidarem apropriadamente, e em casa, de suas crianças com diabetes” diz David Repaske, chefe do Departamento de Endocrinologia, Metabolismo e Diabetes do Nationwide Children´s Hospital. “A tabela pode ser impressa e levada à escola ou entregue a uma babá para assegurar que a dose certa de insulina será utilizada sem a necessidade de decorar fórmulas ou fazer contas”.</p>
<p>É importante ressaltar que o Nationwide Children´s Hospital sempre recomenda que os pais ou responsáveis consultem um médico caso tenham dúvidas sobre o diabetes ou sobre o tratamento de uma criança.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Conselho médico para idosos: vá com calma no tratamento!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 15:54:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alguns médicos indicam um controle menos rigoroso do diabetes para seus pacientes mais velhos – entenda aqui o porquê. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool A preocupação por parte de parentes com um idoso em sua família que possui diabetes é, na maioria dos casos, grande e justificada. Pessoas idosas têm maior &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alguns médicos indicam um controle menos rigoroso do diabetes para seus pacientes mais velhos – entenda aqui o porquê.</em></p>
<p><span id="more-4675"></span></p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>A preocupação por parte de parentes com um idoso em sua família que possui diabetes é, na maioria dos casos, grande e justificada. Pessoas idosas têm maior risco de sofrerem com complicações cardiovasculares e com outras enfermidades. Porém, quando a Dra. Medha Munshi, diretora do programa geriátrico do Centro Joslin de Diabetes, em Boston, nos Estados Unidos, é procurada, a sua resposta é bastante inesperada: “<strong>Vocês podem relaxar um pouco. Às vezes, a qualidade de vida é mais importante do que um número</strong>”.</p>
<p>A Dra. Munshi acredita que determinados tratamentos e um controle rigoroso da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> podem não ser a melhor forma de se lidar com um diabético idoso. <strong>Em sua visão, as desvantagens dos tratamentos podem ser, às vezes, maiores que as vantagens</strong>. A constante preocupação e esforço para se manter a glicemia baixa podem, por exemplo, levar à <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>, ou seja, a poucas quantidade de glicose no sangue. Para idosos, mesmo diabéticos, a hipoglicemia pode ser mais perigosa do que níveis de glicose um pouco mais elevados no sangue.</p>
<p>“Se a glicemia ficar muito baixa, pode agravar outras condições médicas como problemas cardíacos e cognitivos”, diz a Dra. Munschi. Além disso, as medicações podem deixá-los com tontura ou atordoados, o que aumenta o risco de caírem e se machucarem.</p>
<p>Realizar <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">exercícios físicos</a> é crucial para pacientes de diabetes em qualquer idade, porém também é necessário um cuidado especial com idosos. “Eles pensam que devem correr ou andar rápido por 30 minutos”, diz a Dra. Munshi. O conselho da doutora é caminhar, fora ou até mesmo dentro de casa, por 5 minutos antes de cada refeição. Desta forma, se reduz o risco de lesões por quedas ou acidentes.</p>
<p>Deve-se levar em consideração que o diabetes raramente é a única condição médica de um idoso. Muitos precisam lidar com outras condições crônicas e tomam remédios para isso. Manter a glicemia dentro dos níveis definidos pelos médicos pode ser complicado e pode afetar a qualidade de vida. Na geriatria, segundo a Dra. Munshi, é necessário tratar os pacientes com equilíbrio. “<strong>Pode não ser o melhor jeito de se tratar o diabetes, mas talvez seja o melhor jeito de se tratar o paciente. Eles não estão lidando apenas com uma doença, mas sim com a vida</strong>”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/conselho-medico-para-idosos-va-com-calma-no-tratamento/">Conselho médico para idosos: vá com calma no tratamento!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Achados genes ligados ao peso de bebês e ao diabetes. O que isto significa?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/achados-genes-ligados-ao-peso-de-bebes-e-ao-diabetes-o-que-isto-significa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Dec 2012 19:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um time internacional de pesquisadores identificou sete genes que aumentam as chances de um bebê nascer abaixo do peso e desenvolver diabetes no futuro. Veja aqui o verdadeiro significado desta descoberta. O DNA é o conjunto de informações que faz o ser humano funcionar, desde o seu desenvolvimento no útero materno até a morte. Os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Um time internacional de pesquisadores identificou sete genes que aumentam as chances de um bebê nascer abaixo do peso e desenvolver diabetes no futuro. Veja aqui o verdadeiro significado</em> <em>desta descoberta.</em></p>
<p><span id="more-2296"></span></p>
<p>O <a title="“Albiglutide”, novo remédio contra diabetes, a caminho" href="http://www.diabeticool.com/albiglutide-novo-remedio-contra-diabetes-a-caminho/"><strong>DNA</strong> </a>é o conjunto de informações que faz o ser humano funcionar, desde o seu desenvolvimento no útero materno até a morte. Os <a title="ENCODE – um marco histórico para a Ciência" href="http://www.diabeticool.com/encode-um-marco-historico-para-a-ciencia/"><strong>genes</strong> </a>são como &#8220;capítulos&#8221; neste grande livro de informações que é o DNA, especificando certas atividades no organismo. Cada ser humano carrega uma quantidade de genes praticamente iguais. Porém, esse &#8220;praticamente&#8221; faz muita diferença! Uma pequena modificação em um gene pode ter grandes conseqüências, como por exemplo aumentar as chances de um bebê nascer abaixo do peso. Foi exatamente isto que um grupo internacional de cientistas quis entender melhor. E, no processo, acabou descobrindo ligações importantes de genes com o diabetes.</p>
<p>Cientistas de diversos países, como <a title="Calcule as chances de um bebê ser uma criança obesa" href="http://www.diabeticool.com/calcule-as-chances-de-um-bebe-ser-uma-crianca-obesa/">Finlândia</a>, <a title="Conversas com Amigos – Karl Reinhard" href="http://www.diabeticool.com/conversas-com-amigos-karl-reinhard/">Holanda</a>, Estados Unidos e Grã-Bretanha, formaram o <em>Early Growth Genetics Consortium</em>, um grupo de pesquisas conjuntas sobre o papel dos genes no desenvolvimento de bebês. No início do ano, eles lançaram um relatório no qual anunciavam dois genes altamente correlacionados ao nascimento de <a title="Como convencer seu filho a praticar exercícios" href="http://www.diabeticool.com/como-convencer-seu-filho-a-praticar-exercicios/">bebês obesos</a>. Agora, este mês, o grupo apresentou os dados acerca de seus estudos com crianças <em>abaixo</em> do peso.</p>
<p>O projeto tem proporções gigantescas. Foram estudadas mais de setenta mil pessoas, de descendência européia, asiática, árabe e africana, através de dados de mais de 50 trabalhos. Com isto, <strong>os pesquisadores puderam identificar sete genes ou regiões gênicas que contribuem para chances maiores de um bebê nascer abaixo do peso</strong>. E mais: duas destas sete regiões <strong>também aumentavam os riscos de diabetes tipo 2</strong>, outras duas contribuíam para tamanho menor em adultos e outro gene correlacionava-se à pressão alta em adultos.</p>
<p><strong>O que significa isto tudo?</strong></p>
<p>Os genes que uma pessoa carrega não a determinam. Existem inúmeras variáveis que interferem no funcionamento do organismo humano e na ativação ou desligamento de genes. Assim, por exemplo, um homem que possui um gene altamente correlacionado à calvície não necessariamente será careca. Da mesma maneira, os bebês que nascem com os genes encontrados neste estudo não necessariamente nascerão abaixo do peso ou terão diabetes no futuro. Todavia, as chances de que isso ocorra são, sim, maiores para eles.</p>
<p>É muito importante que médicos e cientistas possuam informações genéticas como estas encontradas no estudo para que as utilizem em trabalhos de prevenção. Afirmou um dos autores do trabalho: &#8220;Este estudo demonstra que genes que atuam cedo no desenvolvimento possuem efeitos importantes tanto na infância quanto posteriormente. Enquanto nós continuamos aprendendo mais sobre a biologia, uma implicação importante é que imaginar intervenções pré-natais para aumentar o peso ao nascer pode resultar em benefícios para toda uma vida.&#8221;</p>
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		<title>Quando o estudo sai pela culatra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 23:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa norte americana queria provar que perder peso diminuiria as chances de diabéticos tipo 2 sofrerem problemas cardíacos. Uma década depois, os resultados mostram uma história muito diferente! O governo dos Estados Unidos, através do seu Departamento da Saúde, lançou há mais de dez anos um projeto, intitulado Look AHEAD (Action for Help in Diabetes). &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa norte americana queria provar que perder peso diminuiria as chances de diabéticos tipo 2 sofrerem problemas cardíacos. Uma década depois, os resultados mostram uma história muito diferente!</em></p>
<p><span id="more-1754"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diabeticool.com/quando-o-estudo-sai-pela-culatra/senior-couple-on-cycle-ride-in-countryside/" rel="attachment wp-att-1755"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-1755" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes.jpg" alt="" width="570" height="294" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes.jpg 570w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes-415x214.jpg 415w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></a></p>
<p>O governo dos Estados Unidos, através do seu Departamento da Saúde, lançou há mais de dez anos um projeto, intitulado <a href="https://www.lookaheadtrial.org/public/home.cfm">Look AHEAD (Action for Help in Diabetes)</a>. O objetivo era simples: provar que pessoas com diabetes tipo 2 e acima do peso, quando submetidas a tratamentos intensivos de perda de peso e aumento da atividade física, tornavam-se menos vulneráveis a <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a> &#8211; como enfartes e derrames. Com a tal prova em mãos, o Departamento poderia incentivar, com propriedade, a criação de programas de governo focados nestas soluções. O único problema: <strong>os resultados do trabalho</strong>. Divulgados esta semana, eles mostraram que de nada adiantou perder peso: as taxas de doenças cardíacas mantiveram-se as mesmas!</p>
<p>O estudo acompanhou mais de 5000 americanos, divididos em dois times. Um deles recebeu o que foi chamado de &#8220;intervenção intensiva no estilo de vida&#8221;, o que incluía acompanhamento constante da saúde do paciente e estímulos para a perda de peso e aumento na freqüência da prática de esportes. O segundo time recebeu apenas o suporte básico para diabéticos e material educativo.</p>
<p><strong>Os resultados</strong></p>
<p>Após um ano do início do projeto, os voluntários do primeiro time &#8211; o que recebeu a &#8220;intervenção&#8221; &#8211; mostraram <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">perda de peso</a> de, em média, 8%. Após quatro anos, a perda de peso média chegou a 5%. Já o segundo grupo perdeu apenas 1% do peso, tanto após um ano quanto após quatro anos.</p>
<p>Ou seja, o primeiro grupo, de fato, perdeu mais peso que o segundo, como era de se esperar. Porém, teria isso se traduzido em menos complicações cardiovasculares?</p>
<p>A resposta é um incrível &#8220;não&#8221;. Depois de 11 anos, os pesquisadores não encontraram nenhuma diminuição nos números relativos de doenças cardíacas e derrames no primeiro grupo, contrariando o que era amplamente esperado.</p>
<p>&#8220;Apesar do estudo ter mostrado que a perda de peso tem muitos efeitos positivos para a saúde de pessoas com diabetes tipo 2, esta perda não reduziu o número de eventos cardiovasculares&#8221;, afirmou a Dra. Rena Wing, presidente do grupo Look AHEAD e professora de psiquiatria e comportamento humano na <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">Brown University</a>.</p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<p>Perder peso pode não ter servido para diminuir a incidência de doenças cardiovasculares nos diabéticos do estudo, porém <strong>trouxe outros enormes benefícios</strong>: diminuição da dependência de remédios para o diabetes, menor incidência de <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">apnéia obstrutiva do sono</a>, maior mobilidade física e aumento considerável na qualidade de vida. Pode não ter sido o resultado esperado no início dos trabalhos, mas certamente trata-se de uma ótima notícia para todos os diabéticos.</p>
<p>O estudo Look AHEAD está programado para ser concluído apenas em 2014.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quando-o-estudo-sai-pela-culatra/">Quando o estudo sai pela culatra</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Conversas com Amigos &#8211; Karl Reinhard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 03:05:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diabeticool conversa com o professor Karl Reinhard, líder da pesquisa sobre as origens genéticas e históricas do diabetes. &#160; &#160; Quando publicamos notícias na seção &#8220;Ciência&#8221; aqui do site, em 99% dos casos vamos contar a história de alguma pesquisa recente na qual cientistas de jaleco branco, dentro de seus laboratórios com ar-condicionado e ambiente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; border: 4px solid black; padding: 10px;">
<p><em>Diabeticool conversa com o professor Karl Reinhard, líder da pesquisa sobre as origens genéticas e históricas do diabetes.</em></p>
<p><span id="more-1406"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png"><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-1413" title="conversa com amigos3" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png" width="585" height="60" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3-415x43.png 415w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando publicamos notícias na seção &#8220;Ciência&#8221; aqui do site, em 99% dos casos vamos contar a história de alguma pesquisa recente na qual cientistas de jaleco branco, dentro de seus laboratórios com ar-condicionado e ambiente controlado, lançam luz sobre os mistérios do diabetes. Eventualmente, porém, podemos dar a sorte de nos deparar com os exóticos pesquisadores que compõe o 1% restante. São cientistas que, de maneiras inimagináveis e inesperadas, também auxiliam a Ciência a progredir, deixando-nos mais próximos de um novíssimo tratamento ou cura para a doença. E fazem isso sem jalecos brancos ou aparelhos de ar-condicionado. É, indubitavelmente, neste grupo de cientistas raros que encontramos <strong>Karl</strong> <strong>Reinhard</strong>, professor da Universidade de Nebraska-Lincoln. Passeie por uma quente e abafada floresta tropical, ou então um sítio arqueológico antiquíssimo, e você poderá se deparar com um simpático senhor de barba engraçada e bermuda curta, concentrado em seus pensamentos. Quem diria que ele está ali buscando entender como é que o diabetes surgiu&#8230;</p>
<figure id="attachment_1416" aria-describedby="caption-attachment-1416" style="width: 210px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1416" title="Karl Reihard diabetes" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes.jpg" width="210" height="280" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes.jpg 210w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Karl-Reihard-diabetes-180x240.jpg 180w" sizes="(max-width: 210px) 100vw, 210px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1416" class="wp-caption-text">O professor Karl Reihard, da School of Natural Resources, University of Nebraska-Lincoln, que conversou com exclusividade com o <strong><span style="color: #3366ff;">Diabeticool</span></strong>!</figcaption></figure>
<h5><strong>Bem pertinho de nós</strong></h5>
<p>O início da carreira do professor Reinhard o trouxe para bem perto de nós, brasileiros. Trabalhando como arqueólogo, Karl estudou, durante as décadas de 1980 e 1990, múmias no Chile e no Peru. Mais especificamente, estudou o <em>conteúdo estomacal destas múmias</em>, a fim de entender o que era comum os povos antigos comerem. Foram centenas de múmias analisadas por ele e seus alunos. As pesquisas resultaram em novos métodos de datação de corpos, de identificação de restos de alimentos e revelaram novas informações sobre o início da agricultura na América do Sul.</p>
<figure id="attachment_1417" aria-describedby="caption-attachment-1417" style="width: 549px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-1417 " title="Reihard diabetes em campo" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo-1024x768.jpg" width="549" height="411" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo-1024x768.jpg 1024w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo-320x240.jpg 320w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Reihard-diabetes-em-campo.jpg 1280w" sizes="(max-width: 549px) 100vw, 549px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1417" class="wp-caption-text">Karl e aluno trabalhando em seu local preferido: o campo. A foto foi tirada durante pesquisa no Chile.</figcaption></figure>
<p>A partir de 1985, o escopo de pesquisa de Karl Reihard aumentou. Conta o pesquisador: &#8220;O foco principal da minha carreira entre 1985 e 2005 foi encontrar explicações para padrões modernos de doenças nos registros arqueológicos e históricos. Eu desenvolvi uma nova área de especialização, chamada de arqueoparasitologia. Esta é uma maneira de entender a evolução de doenças parasitárias&#8221;. A arqueoparasitologia está intimamente ligada aos climas tropicais, onde este tipo de doença é mais comum. Com isso, não demorou para que Karl colocasse os pés no Brasil. Desde 2001, o professor norte-americano ministra aulas e cursos para a Fiocruz, no Rio de Janeiro, sobre sua área de especialização.</p>
<p>Todos estes trabalhos com múmias, parasitas e doenças aguçaram a curiosidade do pesquisador e fizeram-no ganhar experiência o suficiente para atacar uma questão bem maior: sabendo o que os povos antigos comiam, será possível entender o porquê da prevalência de certas doenças nas populações de hoje?</p>
<h5><strong>O diabetes entre em cena</strong></h5>
<p>Sendo arqueólogo de formação, e pesquisador multidisciplinar por vocação, Reihard travou desde cedo contato direto com populações indígenas &#8211; tanto as atuais quanto as de 10 mil anos atrás! Uma coisa sempre o intrigou: porque será que dentre os índios dos Estados Unidos certas doenças possuem tão grande prevalência? Por exemplo, índios americanos têm <strong>o dobro de chances</strong> de desenvolver diabetes do que os brancos. Se a origem do problema estiver nos modos de vida dos antecessores destes índios, Karl, com seus dons de cavocar o passado, poderia ser capaz de achar a chave do mistério&#8230;</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/homem-das-cavernas-diabetes.jpg"></span> Para se entender o diabetes de hoje, é fundamental compreender os modos de vida dos nossos ancestrais de milhares de anos atrás.
<p>Foi com esta idéia na cabeça que o pesquisador deu início às pesquisas sobre a origem do diabetes. Desde que começou os trabalhos, Karl já coletou informações sobre a dieta de povos antigos que cobrem um período de mais de 10 mil anos. Quando analisados junto com novos dados sobre a nutrição dos povos antigos, os trabalhos do professor ajudam a entender como é que a ingestão de certas plantas e animais contribuíram para a evolução do metabolismo humano.</p>
<h5><strong>A incrível história genética do diabetes americano</strong></h5>
<p>A mais recente pesquisa de Karl Reinhard é revolucionária. <a href="http://www.diabeticool.com/a-incrivel-historia-genetica-do-diabetes-americano/">Comentado aqui no site na semana passada</a>, o estudo joga uma pá de terra sobre teorias até então acreditadas que explicariam porque os índios sofrem mais de diabetes, além de sugerir novas soluções para o problema. Através da análise de coprólitos (cocô fossilizado), Karl e sua equipe acreditam que a dieta dos índios antigos (mas antigos <em>mesmo</em>, que viveram há milhares de anos!) era praticamente toda composta por milho e sementes de plantas. Comidas contendo altas taxas de carboidratos e gorduras eram a exceção para estes povos. Assim, os cientistas argumentam, genes que auxiliavam o corpo a &#8220;guardar&#8221; estas raras fontes de energia evoluíram juntamente com os índios. O problema é que hoje em dia, diferente de antigamente, é muito fácil conseguir alimentos ricos em açúcares e gorduras. Os genes do passado continuam fazendo o seu trabalho, que é o de &#8220;guardar&#8221; essa energia. O resultado? Sobrepeso, obesidade&#8230;e diabetes.</p>
<a href="http://www.diabeticool.com/a-incrivel-historia-genetica-do-diabetes-americano/"></a> Clique na figura para ler a nossa matéria sobre a mais recente pesquisa do professor Karl!
<h5><strong>Como é que o pessoal vivia antigamente?</strong></h5>
<p>O professor Karl contou com exclusividade para o <span style="color: #3366ff;"><strong>Diabeticool</strong></span> como é que os povos da época das cavernas, em especial aqueles do continente americano, viviam. Segundo ele, os povos que habitavam o sul dos EUA e norte do México nunca desenvolveram uma agricultura que eliminasse a necessidade de saírem à mata em busca de alimento. Algumas plantas como o agave e um tipo de milho bastante diferente do que conhecemos hoje eram cultivadas, mas não chegavam a suprir as demandas de energia da população. O estilo de vida &#8220;caçador-coletor&#8221; predominou nas Américas até a chegada dos europeus.</p>
<p>Já que as taxas atuais de diabetes entre os índios e brancos são tão diferentes, e já que a predominância do diabetes tem a ver com a alimentação dos nossos ancestrais, perguntamos para Karl quais eram as semelhanças e diferenças nas dietas dos ancestrais destes dois grupos.</p>
<p>&#8220;Os europeus herdaram o cultivo do trigo (variedades emmer e durum), cevada, milhete, aveia e centeio. Com estes eles fizeram pães, cerveja, massas (com o trigo durum). Tudo isso são fontes mais concentradas de carboidratos do que as comidas dos nativo-americanos dos EUA e do México. Eu tenho analisado múmias e túmulos da Bélgica, Itália e da Holanda. As evidências destes enterros mostram que grãos compunham a maior parte das fontes de calorias da população européia. Todavia, pessoas pobres que viveram há 1000 anos na Europa ainda comiam um monte de fibras, na forma de restos de cereais. Eu acredito que nativo-americanos comiam mais ossos. Ossos eram um componente comum na dieta dos antigos nativo-americanos porque animais pequenos eram intensivamente caçados. Mais de 80% dos coprólitos de caçadores-coletores contêm pequenos ossos de animais&#8221;, diz o professor.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/trigo-diabetes.jpg"></span> Trigo, um dos segredos da dieta &#8220;anti-diabética&#8221; dos europeus do passado.
<h5><strong>Alerta e Futuro</strong></h5>
<p>Especialista no passado do diabetes, Karl faz alertas também sobre o futuro da doença. Segundo o cientista nos contou, a tendência de altas taxas de diabetes entre os índios não é restrita apenas aos EUA. Os nativos brasileiros também devem se cuidar. Karl indica um livro de 2004, &#8220;<em>The Xavante in Transition: Health, Ecology, and Bioanthropology in Central Brazil</em>&#8221; (&#8220;O Xavante em Transição: Saúde, Ecologia e Bioantropologia no Brasil Central&#8221;, em tradução livre; o livro pode ser comprado <span class="removed_link" title="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=1293904&amp;sid=0182201201493992768532">AQUI</span>), que demonstra como o diabetes está preocupantemente se infiltrando nas nossas populações de índios, possivelmente pelos mesmos motivos genéticos e históricos já revelados. &#8220;Eu acho que é muito importante passar a mensagem dos EUA para o Brasil sobre mudanças alimentares antes que o diabetes se torne uma epidemia no país&#8221;, afirma o professor.</p>
<p>Para isso, Karl pretende continuar vindo para o Brasil, tanto para estudar melhor nosso país quanto para continuar a dar aulas e palestras para alunos sedentos de conhecimento. Suas próximas pesquisas serão aqui ao lado, nos Andes, portanto não será difícil vê-lo por nossas terras. Este mês fará uma parada no Rio de Janeiro. Quer preparar o terreno para explicar os problemas dos índios americanos com o diabetes. E, com alguma sorte, incentivar alguns novos jovens cientistas a largar seus jalecos brancos e suas salas com temperatura controlada e botar o pé na estrada, sujando a roupa de lama enquanto desenterram mais mistérios sobre a origem de tão antigo e importante problema de saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Diabéticos tipo 1 vivem mais e mais e mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 22:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Pittsburgh]]></category>
		<category><![CDATA[Trevor Orchar]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Pittsburgh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comparação com décadas passadas, diabéticos dos dias de hoje vivem por muito mais anos; melhora supera crescimento da expectativa de vida geral. A boa notícia de sexta-feira vem do periódico Diabetes, em trabalho de análise estatística de Universidade de Pittsburgh. Pesquisadores descobriram que as taxas de mortalidade de diabéticos tipo 1 diagnosticados no período &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em comparação com décadas passadas, diabéticos dos dias de hoje vivem por muito mais anos; melhora supera crescimento da expectativa de vida geral.</em></p>
<p><span id="more-1402"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/viver-mais-diabetes.jpg"></span></p>
<p>A boa notícia de sexta-feira vem do periódico <em>Diabetes</em>, em trabalho de análise estatística de Universidade de Pittsburgh. Pesquisadores descobriram que as taxas de mortalidade de diabéticos tipo 1 diagnosticados no período 1950-1964 foi de 35,6%, enquanto que os diagnosticados entre 1965-1980 tiveram uma taxa bem menor, de 11,6%.  Além disso, os pacientes do segundo grupo (o mais novo) viveram cerca de 15 anos a mais que os do primeiro.</p>
<p>A análise dos cientistas só levou em consideração os diabéticos tipo 1 porque eles são acompanhados constantemente por um estudo sobre este tipo de diabetes que a cidade de Pittsburgh conduz desde os anos de 1950. Diabéticos tipo 2 estão fora do trabalho, e portanto faltam dados sobre esta população.</p>
<p>Explica Trevor Orchar, médico, professor de epidemiologia, pediatria e medicina na universidade e principal autor do trabalho:</p>
<p>&#8220;As taxas de mortalidade do diabetes tipo 1, é sabido, têm caído ao longo dos anos, mas estimativas de expectativa de vida recentes para aqueles diagnosticados com diabetes tipo 2 estão em falta nos Estados Unidos. (&#8230;) Assim, nós estimamos a expectativa de vida dos participantes [do estudo de Pittsburgh] e ficamos impressionados de ver tamanha melhora &#8211; um tributo a como o tratamento moderno mudou dramaticamente as perspectivas daqueles com diabetes tipo 1 desde a infância&#8221;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.healio.com/endocrinology/diabetes/news/print/endocrine-today/%7B4C474358-F717-4ED6-84CC-63AB5035C9D8%7D/Life-expectancy-improving-for-people-with-type-1-diabetes" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esta recente pesquisa já é boa por si só, mas, quando colocada em contexto, fica melhor ainda: comparando-se os dois períodos estudados (1950-1964 e 1965-80), a expectativa de vida <em>em geral</em> da população norte-americana subiu <em>um ano</em>. A dos diabéticos tipo 1, como diz o estudo, cresceu<em> 15 anos</em>!</strong></p>
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