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	<title>doenças cardiovasculares | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Como está a saúde dos adultos no Brasil? Não tão boa assim&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 14:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol alto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exclusivo: estudo mostra que maioria dos brasileiros está com algum fator de risco grave para doenças cardiovasculares e diabetes. Veja os dados do trabalho. Como está a saúde dos adultos brasileiros? Esta é a pergunta que um novo estudo pretende responder. Cientistas de seis grandes Universidades brasileiras se uniram em um projeto pioneiro no país: &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exclusivo: estudo mostra que maioria dos brasileiros está com algum fator de risco grave para doenças cardiovasculares e diabetes. Veja os dados do trabalho.</em> <span id="more-7104"></span></p>
<p><strong>Como está a saúde dos adultos brasileiros</strong>? Esta é a pergunta que um novo estudo pretende responder. Cientistas de seis grandes Universidades brasileiras se uniram em um projeto pioneiro no país: descobrir o que causa e como se dá a progressão, em adultos, de doenças crônicas como o diabetes e <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">problemas cardiovasculares</a>.</p>
<p>O trabalho é importante porque hoje, no país, 72% das mortes são decorrentes das doenças cardiovasculares (como enfartes e derrames) e demais problemas crônicos de saúde.</p>
<p>Os primeiros resultados do trabalho, iniciado em 2008, serão publicados na próxima edição da revista científica <em>International Journal of Epidemiology</em>. Os dados são referentes à saúde de mais de 15 mil funcionários públicos das seis Universidades, com idade entre 35 e 74 anos e que foram entrevistados sobre sua saúde e hábitos de vida (como fumar e beber), além de realizaram vários exames (urina, plasma sangüíneo, DNA) ao longo dos últimos anos.</p>
<p>As informações que serão publicadas são referentes à fase inicial do estudo, que durou de 2008 a 2010. Uma nova fase de coleta e análise de dados começou em 2012 e continua este ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O ESTADO ATUAL DA SAÚDE DOS ADULTOS NO BRASIL</strong></p>
<p>Muitos dados interessantes já foram conseguidos pelo grupo de pesquisas. Eles lançam luz sobre a saúde da população adulta brasileira e revelam caraterísticas importantes para a prevenção de <a title="Arquitetos defendem planejamento urbano anti-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/arquitetos-defendem-planejamento-urbano-anti-diabetes/">doenças crônicas</a>.</p>
<p>Por exemplo, existem fatores de risco clássicos para doenças crônicas, reconhecidos há décadas como fortes influência negativas à saúde. Qual a porcentagem dos adultos que possui algum deles? Os dados revelam que:</p>
<ul>
<li>20.3% dos adultos têm tolerância à glicose diminuída;</li>
<li>35.8% estão com a <a title="Pressão alta, diabetes e obesidade podem ser sinais de alerta para doença renal" href="http://www.diabeticool.com/pressao-alta-diabetes-e-obesidade-podem-ser-sinais-de-alerta-para-doenca-renal/">pressão alta</a>;</li>
<li><strong>61.5%</strong> têm colesterol alto;</li>
<li><strong>63.1%</strong> estão com excesso de peso.</li>
</ul>
 Sedentarismo: o &#8220;vilão&#8221; mais comum da boa saúde.
<p>Estas informações, preocupantes, talvez sejam reflexo do fato de que quase <strong>80% dos entrevistados revelaram não praticar atividades físicas</strong> regularmente durante o tempo livre.</p>
<p>Tantas pessoas com excesso de peso e colesterol alto certamente se reflete nas estatísticas de doenças crônicas. Segundo o estudo:</p>
<ul>
<li>4.7% têm histórico de alguma doença cardíaca;</li>
<li><strong>19.7% das pessoas estão com diabetes</strong>;</li>
<li>26.7% tem algum distúrbio mental.</li>
</ul>
<p>Pelo lado positivo, os pesquisadores encontraram um número elevado de ex-fumantes (30% dos entrevistados) em comparação com a porcentagem daqueles que são fumantes atualmente (13%).</p>
<p>De acordo com os autores do trabalho, os dados são importantes para que novas políticas de saúde pública sejam estudadas e implantadas. A população brasileira está envelhecendo e engordando, e nosso sistema de saúde deve se adequar a esta nova realidade.</p>
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		<title>Nem todo mundo é igual na hora de calcular o peso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jan 2014 18:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[etnias]]></category>
		<category><![CDATA[IMC]]></category>
		<category><![CDATA[índice de massa corporal]]></category>
		<category><![CDATA[National Institute for Health and Care Excellence]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Órgão europeu defende que cálculo do IMC deve variar de acordo com a etnia da pessoa, o que ajudaria a prevenir novos casos de diabetes tipo 2. O diabetes não diferencia gênero (tanto homens quanto mulheres podem desenvolver a doença com a mesma probabilidade), idade, orientação sexual ou tamanho da conta bancária. Porém, a doença &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Órgão europeu defende que cálculo do IMC deve variar de acordo com a etnia da pessoa, o que ajudaria a prevenir novos casos de diabetes tipo 2.</em><span id="more-6665"></span></p>
 Você está em risco de desenvolver o diabetes? A resposta pode estar na sua descendência.
<p>O diabetes não diferencia gênero (tanto homens quanto mulheres podem desenvolver a doença com a mesma probabilidade), idade, orientação sexual ou tamanho da conta bancária. Porém, a doença exibe significativas diferenças entre <strong>etnias</strong> <strong>diversas</strong>. Pessoas de descendência <strong>asiática</strong>, <strong>africana</strong>, <strong>caribenha</strong> ou do <strong>Oriente Médio</strong> apresentam chances até <strong>6 vezes maiores de desenvolver diabetes tipo 2 </strong>e demais complicações decorrentes do sobrepeso. Para elas, novos e diferenciados critérios devem ser criados a fim de que estejam alertas sobre os perigos de estar acima do peso normal.</p>
<p>Esta é a conclusão de um estudo do <em>National Institute for Health and Care Excellence</em> (NICE), órgão do sistema de saúde inglês que emite análises sobre a saúde da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FUGINDO DOS PADRÕES DO ÍNDICE DE MASSA CORPORAL</strong></p>
<p>De acordo com os especialistas do NICE, os valores de Índice de Massa Corporal (IMC) &#8211; medida tradicionalmente utilizada para definir quem está acima ou abaixo do peso &#8211; considerados &#8220;normais&#8221; não devem ser os mesmos entre pessoas de descendência européia e de outras etnias.</p>
<p>No modelo tradicional, qualquer pessoa é considerada &#8220;acima do peso&#8221; se tiver um IMC entre 25 e 29.9. Valores acima disto indicam obesidade. A faixa de peso &#8220;normal&#8221; é de 18.5 a 24.9.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">Aprenda aqui a calcular o seu IMC</a></strong></p>
<p>A sugestão do NICE é que, para os grupos étnicos citados no primeiro parágrafo, o valor do IMC relacionado ao sobrepeso deve ser 23 (ao invés do tradicional 25). O valor para &#8220;obesidade&#8221; também deve ficar mais estrito: dos atuais 30 passaria para 27.5.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE AS ETNIAS DEVEM SEGUIR VALORES DE IMC DIFERENTES?</strong></p>
<p>O professor Mike Kelly, diretor do NICE, explicou: &#8220;O diabetes tipo 2, doenças cardíacas e derrames são condições que colocam a vida em risco, as quais as pessoas de descendência africana, caribenha e asiática têm probabilidades maiores de contrair do que a população no geral. As pessoas de tais descendências não apenas têm 6 vezes mais chances de desenvolver diabetes tipo 2, elas também possuem chances 50% maiores de morrer vítimas de doenças cardiovasculares e sofrem destas condições em idades mais jovens&#8221;.</p>
<p>Sabendo que diabetes tipo 2, <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">doenças cardiovasculares</a> e derrames estão intimamente ligadas ao sobrepeso e à obesidade, o NICE refez os cálculos do IMC considerados &#8220;de risco&#8221; para estas populações e, por isto, aconselha agora que estes grupos étnicos sejam considerados &#8220;acima do peso&#8221; a partir de um valor de IMC menor que o tradicional.</p>
<p>O relatório do NICE afirma que, caso a mudança nos valores de IMC sugeridas sejam aceitas, o sistema de saúde do Reino Unido economizará até R$52 bilhões anuais ao prevenir o desenvolvimento do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>.</p>
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		<title>A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2013 14:40:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo. Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as doenças cardiovasculares são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. A fim de evitá-las, é &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O coração é uma das maiores &#8220;vítimas&#8221; do diabetes. Um estudo sueco comprovou que existe uma maneira bem fácil de ajudar a protegê-lo.</em><span id="more-5775"></span></p>
 O coração é um dos órgãos mais afetados pelas complicações do diabetes &#8211; que tal torná-lo mais saudável e forte?
<p>Dentre as diversas complicações causadas pelo diabetes, as <a title="Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-da-cintura-pode-indicar-risco-de-desenvolver-diabetes/"><strong>doenças cardiovasculares</strong></a> são, de longe, as mais comuns. Estima-se que elas respondam por 80% dos falecimentos devidos ao diabetes. <strong>A fim de evitá-las, é fundamental a prática rotineira de exercícios físicos &#8211; uma maneira simples, eficaz e de baixo custo de melhorar vários aspectos da saúde</strong>. Mas quanto tempo por semana deve ser investido na prática de exercícios? Uma pesquisa publicada na última semana parece dar uma boa dica quanto a esta dúvida.</p>
<p>O estudo científico foi conduzido na Suécia, país que possui um formidável registro nacional de todas as pessoas que estão com diabetes. Pesquisadores da Universidade de Uppsala acompanharam os dados clínicos de mais de 15 mil suecos com diabetes tipo 2. Eles foram dividios em dois grandes grupos: aqueles que praticavam um &#8220;nível alto&#8221; ou &#8220;baixo&#8221; de atividade física.</p>
<p>Foi determinado como &#8220;nível baixo&#8221; a prática de meia hora de exercícios uma ou duas vezes por semana. No &#8220;nível alto&#8221; foram incluídos os diabéticos que faziam pelo menos 30 minutos de exercícios três ou mais vezes toda semana.</p>
<p>Estas 15 mil pessoas foram acompanhadas ao longo de cinco anos. Ao final do estudo, a conclusão é estarrecedora.</p>
<p>Os diabéticos que praticaram menos <a title="Diabetes e o esporte: exercícios em  dias alternados são recomendados" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-o-esporte-exercicios-em-dias-alternados-sao-recomendados/">exercício físico</a> (ou nenhum) tiveram:</p>
<ul>
<li>chances 25% maiores de sofrer alguma doença cardiovascular grave, como ataques cardíacos e anginas (dores no peito);</li>
<li><strong>70% maiores chances de falecer devido a problemas cardiovasculares</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SEMPRE É TEMPO DE COMEÇAR</strong></p>
<figure id="attachment_5777" aria-describedby="caption-attachment-5777" style="width: 360px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-5777 " alt="pessoas caminhando diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/pessoas-caminhando-diabetes.jpg" width="360" height="240" /><figcaption id="caption-attachment-5777" class="wp-caption-text">Uma simples caminhada pode ajudar bastante a sua saúde.</figcaption></figure>
<p>Entre os diabéticos participantes da pesquisa, alguns passaram a praticar mais exercícios físicos ao longo dos anos. Após os cinco anos do estudo, estas pessoas mostraram ter uma saúde muito melhor do que quem não se exercitava, porém não tão boa quanto a daquelas que já tinham o hábito de se exercitar. Isto prova que nunca é tarde para começar a suar na academia (ou em casa mesmo!) e que os benefícios da atividade física são cumulativos.</p>
<p>&#8220;A atividade física regular é uma parte importante do tratamento do diabetes e estas descobertas ressaltam a importância de implementar tais atividades no dia-a-dia do diabético&#8221;, disseram os autores do trabalho.</p>
<p>De acordo com o principal autor do estudo, dr. Björn Zethelius, &#8220;a mensagem deste trabalho é clara. Evite um estilo de vida sedentário. Faça atividades físicas. Juntamente com o controle da alimentação, estes são os pilares do <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">tratamento do diabetes tipo 2</a>. <strong>Se você está atualmente fazendo pouco exercício, faça mais</strong>&#8220;.</p>
<p>O trabalho foi publicado no <em>European Journal of Preventive Cardiology</em>.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-quantidade-certa-de-exercicios-para-proteger-seu-coracao/">A quantidade certa de exercícios para proteger seu coração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Ácido úrico favorece doenças cardiovasculares e diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Oct 2013 21:32:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[ácido úrico]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[hiperuricemia]]></category>
		<category><![CDATA[purinas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ácido úrico é produto final do metabolismo das purinas, gerado após a quebra de DNA, RNA e ATP, além de também ser gerado pelas proteínas. Ele serve de mediador de dano vascular e altos níveis dele são decorrentes de excesso de produção e/ou baixa excreção. Atualmente, seus níveis variam de 2,5-12 mg/dl, ou mais. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://fw.atarde.uol.com.br/2013/10/650x375_1359516.jpg" width="650" height="375" /><figcaption class="wp-caption-text">Substância provoca inflamações nas articulações, principalmente nos pés. Fonte: A Tarde (link ao final do texto).</figcaption></figure>
<p>O <a title="Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea" href="http://www.diabeticool.com/conheca-os-novos-beneficios-da-dieta-mediterranea/">ácido úrico</a> é produto final do metabolismo das purinas, gerado após a quebra de DNA, RNA e ATP, além de também ser gerado pelas proteínas. Ele serve de mediador de dano vascular e altos níveis dele são decorrentes de excesso de produção e/ou baixa excreção. Atualmente, seus níveis variam de 2,5-12 mg/dl, ou mais. Pessoas com altas concentrações de ácido úrico são mais propensas a desenvolverem gota e pedras renais. Além disso, aumenta as chances de desenvolvimento de obesidade, síndrome metabólica, diabetes, esteatose hepática, <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">hipertensão</a> e <a title="Tamanho da cintura pode indicar risco de desenvolver diabetes" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-da-cintura-pode-indicar-risco-de-desenvolver-diabetes/">doenças cardiovasculares</a> e renais.</p>
<p>Alguns estudos sugerem que o ácido úrico parece ter papel pró-inflamatório por estimular a libertação de MCP1 e de IL6, síntese de TNF-alfa conduzindo a lesão endotelial vascular. Parece também estimular a produção de PCR (proteína C reativa) conhecido por ser um marcador de resposta inflamatória e preditora de doença cardiovascular aterosclerótica. Ele também aumenta a produção de endotelina 1, que atua inibindo o óxido nítrico e provocando uma vasoconstrição, o que dificulta a passagem sanguínea e pode aumentar a pressão arterial.</p>
<p>A ingestão aumentada de frutose (principalmente na forma de sacarose e de xarope de milho) está associada ao aumento dos níveis séricos de ácido úrico o que contribui para o desenvolvimento de resistência à insulina e o aparecimento de obesidade, diabetes e síndrome metabólica. Alterações no estilo de vida e na dieta parecem ajudar no combate a hiperuricemia e, muitas vezes, há a necessidade de intervenção farmacológica.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://atarde.uol.com.br/cienciaevida/materias/1538439-acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes" target="_blank" rel="nofollow">A Tarde</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes/">Ácido úrico favorece doenças cardiovasculares e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Quanto custa ser diabético?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2013 18:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Preventive Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[amputações]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Centers for Disease Control]]></category>
		<category><![CDATA[complicações do diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatias]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Ratner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela quanto um diabético tipo 2 gasta ao longo da vida no tratamento da doença. Está preparado para descobrir o tamanho da fortuna? Um estudo publicado no respeitado American Journal of Preventive Medicine (AJPM) analisou os custos econômicos que o diabetes tipo 2 carrega consigo. Os resultados são de arregalar os olhos e fazer &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela quanto um diabético tipo 2 gasta ao longo da vida no tratamento da doença. Está preparado para descobrir o tamanho da fortuna?</em></p>
<p><span id="more-5095"></span></p>
<p>Um estudo publicado no respeitado <em>American Journal of Preventive Medicine</em> (AJPM) analisou os custos econômicos que o diabetes tipo 2 carrega consigo. Os resultados são de arregalar os olhos e fazer doer o bolso.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, se um homem for diagnosticado com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> quando tiver entre 25 e 44 anos de idade, <strong>terá de investir cerca de 290 mil reais ao longo da vida</strong> no controle da doença. Se for uma mulher, os custos são um pouco maiores, ultrapassando a marca de <strong>300 mil reais</strong>.</p>
<p>Isto significa que, se este diabético viver mais trinta anos, desembolsará no mínimo R$800 por mês com seu diabetes.</p>
<p>Vale considerar que estes valores foram calculados tendo como base a expectativa de vida média da população dos EUA &#8211; que é bem similar àquela dos estados mais desenvolvidos do Brasil &#8211; e consideram os custos relacionados ao <strong>bom controle</strong> do diabetes tipo 2, incluindo visitas ao médico, medicação e equipamentos de medição de glicemia, além de levarem em conta os custos de possíveis complicações do diabetes, como <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neuropatias</a>, problemas oculares, <a href="http://www.diabeticool.com/vereador-propoe-assistencia-a-vitimas-de-amputacao-por-diabetes/">amputações</a> e doenças cardiovasculares.</p>
<p>A inclusão, nos valores acima, dos custos com o tratamento de complicações do diabetes não foi à toa. Segundo os pesquisadores, <strong>mais da metade (53%) dos gastos de um diabético é em decorrência justamente das complicações</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES E SEU BOLSO</strong></p>
<p>A pesquisa publicada indica que a incidência de complicações causadas pelo diabetes tipo 2 tem diminuído nos últimos anos. Todavia, o número de novos diabéticos sobe no mundo todo, portanto os gastos totais com as complicações não param de crescer.</p>
<p>&#8220;Nos últimos 12 anos, houve uma redução de 50% na necessidade de amputações e uma queda de 35% em doenças renais que necessitam de diálise ou transplante&#8221;, disse Robert Ratner, executivo da Associação Americana de Diabetes, comentando o artigo. &#8220;Quando você olha para os custos anuais [do tratamento do diabetes], porém, você vê claramente que a taxa de crescimento é insustentável&#8221;.</p>
<p>A conclusão do trabalho é inequívoca: <strong>vale muito mais a pena investir tempo e dinheiro na prevenção do diabetes</strong> &#8211; atividade que inclui educação alimentar e incentivo à prática de atividades físicas &#8211; do que remediar a (cara) situação.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na mais recente edição do AJPM e foi feita por cientistas do <a title="Expectativa de vida de jovens com diabetes é 80% maior do que há 40 anos" href="http://www.diabeticool.com/expectativa-de-vida-de-jovens-com-diabetes-e-80-maior-do-que-ha-40-anos/">Centers for Disease Control </a>e do Research Triangle International, ambas instituições norte-americanas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quanto-custa-ser-diabetico/">Quanto custa ser diabético?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo do Incor quer entender o coração do diabético</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 19:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia obstrutiva do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Brown University]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia de redução de estômago]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Fernanda Reis de Azevedo]]></category>
		<category><![CDATA[IMC]]></category>
		<category><![CDATA[Incor]]></category>
		<category><![CDATA[índice de massa corporal]]></category>
		<category><![CDATA[Look AHEAD]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Rena Wing]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[USP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de pesquisa busca voluntários para avaliar se cirurgia bariátrica em diabéticos tem influência na saúde cardiovascular dos pacientes. Procuram-se candidatos O Incor, hospital vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, está à procura de voluntários para um pesquisa que visa determinar a influência da cirurgia de redução de estômago em diabéticos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto de pesquisa busca voluntários para avaliar se cirurgia bariátrica em diabéticos tem influência na saúde cardiovascular dos pacientes.</em></p>
<p><span id="more-2199"></span></p>
<p><strong>Procuram-se candidatos</strong></p>
<p>O <strong>Incor</strong>, hospital vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, está à procura de voluntários para um pesquisa que visa determinar a influência da <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">cirurgia de redução de estômago</a> em diabéticos obesos ou acima do peso. A meta é avaliar se, após o procedimento cirúrgico, os pacientes apresentam menores chances de desenvolver <a title="Verdades &amp; Mitos" href="http://www.diabeticool.com/verdades-mitos/">doenças cardiovasculares</a>.</p>
<p><strong>Quem quiser concorrer a uma das 10 vagas que serão sorteadas para a cirurgia deverá se adequar a um estrito perfil</strong>. O candidato tem de ser homem, entre 18 e 65 anos, ter circunferência abdominal acima dos 102cm, ter sido diagnosticado com o diabetes há menos de dez e há mais de 2 anos e possuir Índice de Massa Corporal entre 28 e 35 (<a href="http://www.diabeticool.com/?p=2134">aprenda aqui a calcular seu IMC</a>!). Além disso, de acordo com o jornal O Estado de São Paulo, &#8220;os voluntários (&#8230;) não podem ser dependentes de álcool, cigarro ou drogas, nem ser portadores de doenças crônicas graves não relacionadas à obesidade, como câncer, Aids e distúrbios autoimunes.&#8221;</p>
<p>“Nosso objetivo é entender quais são as alterações metabólicas envolvidas e medir o impacto na redução do risco cardiovascular”, afirmou Fernanda Reis de Azevedo, responsável pelo projeto de pesquisa. De acordo com a matéria do Estadão, a pesquisadora ainda afirmou que &#8220;investigações recentes também têm mostrado que diabéticos operados apresentam melhora na glicemia antes mesmo que ocorra uma perda de peso significativa.&#8221;</p>
<p>Isto é bem verdade. Todavia, uma coisa é relacionar a perda de peso, resultado da cirurgia bariátrica, à melhora na glicemia; outra é correlacioná-la a melhoras na saúde cardiovascular. Quanto a este ponto, o infame estudo <a href="https://www.lookaheadtrial.org/public/home.cfm">Look AHEAD (Action for Help in Diabetes)</a>, do governo norte-americano, pode fornecer algumas pistas.</p>
<p><strong>As já clássicas conclusões do Look AHEAD</strong></p>
<p>De acordo com nossa matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/?p=1754">Quando o estudo sai pela culatra</a>&#8220;, de 22 de outubro, o Look AHEAD foi um amplo trabalho de acompanhamento da saúde de milhares de diabéticos lançado nos EUA há mais de dez anos. &#8220;O objetivo era simples: provar que pessoas com diabetes tipo 2 e acima do peso, quando submetidas a tratamentos intensivos de perda de peso e aumento da atividade física, tornavam-se menos vulneráveis a <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a> &#8211; como enfartes e derrames.&#8221;</p>
<p>Todavia, os resultados preliminares do projeto foram tão contundentes que sua continuação foi cancelada por futilidade. <strong>Uma das conclusões do trabalho é que perder peso não influencia em nada os riscos de doenças cardiovasculares.</strong> &#8220;Apesar do estudo ter mostrado que a perda de peso tem muitos efeitos positivos para a saúde de pessoas com diabetes tipo 2, esta perda não reduziu o número de eventos cardiovasculares&#8221;, afirmou a Dra. Rena Wing, presidente do grupo Look AHEAD e professora de psiquiatria e comportamento humano na <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">Brown University</a>. Alguns destes efeitos positivos: diminuição da dependência de remédios para o diabetes, menor incidência de <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">apnéia obstrutiva do sono</a>, maior mobilidade física e aumento considerável na qualidade de vida. Ótimas notícias, de qualquer maneira!</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-do-incor-quer-entender-o-coracao-do-diabetico/">Estudo do Incor quer entender o coração do diabético</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Quando o estudo sai pela culatra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 23:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia]]></category>
		<category><![CDATA[Brown University]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[enfarto]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Look AHEAD]]></category>
		<category><![CDATA[Rena Wing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa norte americana queria provar que perder peso diminuiria as chances de diabéticos tipo 2 sofrerem problemas cardíacos. Uma década depois, os resultados mostram uma história muito diferente! O governo dos Estados Unidos, através do seu Departamento da Saúde, lançou há mais de dez anos um projeto, intitulado Look AHEAD (Action for Help in Diabetes). &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa norte americana queria provar que perder peso diminuiria as chances de diabéticos tipo 2 sofrerem problemas cardíacos. Uma década depois, os resultados mostram uma história muito diferente!</em></p>
<p><span id="more-1754"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diabeticool.com/quando-o-estudo-sai-pela-culatra/senior-couple-on-cycle-ride-in-countryside/" rel="attachment wp-att-1755"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-1755" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes.jpg" alt="" width="570" height="294" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes.jpg 570w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes-415x214.jpg 415w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></a></p>
<p>O governo dos Estados Unidos, através do seu Departamento da Saúde, lançou há mais de dez anos um projeto, intitulado <a href="https://www.lookaheadtrial.org/public/home.cfm">Look AHEAD (Action for Help in Diabetes)</a>. O objetivo era simples: provar que pessoas com diabetes tipo 2 e acima do peso, quando submetidas a tratamentos intensivos de perda de peso e aumento da atividade física, tornavam-se menos vulneráveis a <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a> &#8211; como enfartes e derrames. Com a tal prova em mãos, o Departamento poderia incentivar, com propriedade, a criação de programas de governo focados nestas soluções. O único problema: <strong>os resultados do trabalho</strong>. Divulgados esta semana, eles mostraram que de nada adiantou perder peso: as taxas de doenças cardíacas mantiveram-se as mesmas!</p>
<p>O estudo acompanhou mais de 5000 americanos, divididos em dois times. Um deles recebeu o que foi chamado de &#8220;intervenção intensiva no estilo de vida&#8221;, o que incluía acompanhamento constante da saúde do paciente e estímulos para a perda de peso e aumento na freqüência da prática de esportes. O segundo time recebeu apenas o suporte básico para diabéticos e material educativo.</p>
<p><strong>Os resultados</strong></p>
<p>Após um ano do início do projeto, os voluntários do primeiro time &#8211; o que recebeu a &#8220;intervenção&#8221; &#8211; mostraram <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">perda de peso</a> de, em média, 8%. Após quatro anos, a perda de peso média chegou a 5%. Já o segundo grupo perdeu apenas 1% do peso, tanto após um ano quanto após quatro anos.</p>
<p>Ou seja, o primeiro grupo, de fato, perdeu mais peso que o segundo, como era de se esperar. Porém, teria isso se traduzido em menos complicações cardiovasculares?</p>
<p>A resposta é um incrível &#8220;não&#8221;. Depois de 11 anos, os pesquisadores não encontraram nenhuma diminuição nos números relativos de doenças cardíacas e derrames no primeiro grupo, contrariando o que era amplamente esperado.</p>
<p>&#8220;Apesar do estudo ter mostrado que a perda de peso tem muitos efeitos positivos para a saúde de pessoas com diabetes tipo 2, esta perda não reduziu o número de eventos cardiovasculares&#8221;, afirmou a Dra. Rena Wing, presidente do grupo Look AHEAD e professora de psiquiatria e comportamento humano na <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">Brown University</a>.</p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<p>Perder peso pode não ter servido para diminuir a incidência de doenças cardiovasculares nos diabéticos do estudo, porém <strong>trouxe outros enormes benefícios</strong>: diminuição da dependência de remédios para o diabetes, menor incidência de <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">apnéia obstrutiva do sono</a>, maior mobilidade física e aumento considerável na qualidade de vida. Pode não ter sido o resultado esperado no início dos trabalhos, mas certamente trata-se de uma ótima notícia para todos os diabéticos.</p>
<p>O estudo Look AHEAD está programado para ser concluído apenas em 2014.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quando-o-estudo-sai-pela-culatra/">Quando o estudo sai pela culatra</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 Mar 2012 05:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[antioxidantes]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[chá preto]]></category>
		<category><![CDATA[coagulação]]></category>
		<category><![CDATA[Daily Express]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Carrie Ruxton]]></category>
		<category><![CDATA[Dra. Pamela Mason]]></category>
		<category><![CDATA[flavonóides]]></category>
		<category><![CDATA[tiamina]]></category>
		<category><![CDATA[UK Nutrition Bulletin]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina B1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo afirma que pessoas que bebem pelo menos três xícaras de chá preto por dia podem ter reduzido seu risco de desenvolver doenças como diabetes e ataques cardíacos. Um grupo de pesquisadores afirmou que o consumo de três xícaras de chá preto todos os dias pode reduzir significativamente o risco de ataque cardíaco em cerca &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em>Estudo afirma que pessoas que bebem pelo menos três xícaras de chá preto por dia podem ter reduzido seu risco de desenvolver doenças como diabetes e ataques cardíacos.</em></p>
<p><span id="more-369"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de pesquisadores afirmou que o consumo de três xícaras de chá preto todos os dias pode reduzir significativamente o risco de ataque cardíaco em cerca de 60%. Isso também pode reduzir consideravelmente o risco de desenvolver diabetes, de acordo com os mesmos.</p>
 Chá preto, uma arma valiosa contra ataques cardíacos e diabetes
<p style="text-align: justify;">A descoberta foi que o chá preto contém vários tipos de nutrientes positívos, incluindo antioxidantes como flavonóides e tiaminas (vitaminas B1), que são capazes de controlar os níveis de pressão arterial e também a produção de óxido nítrico, contribuindo, portanto, para com a saúde das artérias e inibindo a agregação plaquetária, uma das principais causa da formação de coágulos sanguíneos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas acreditam que existem três condições que levam a um ataque cardíaco, sendo elas o bloqueio arterial por coagulação do sangue, pressão arterial elevada e, por último mas não menos importante, a constrição e imobilização das artérias pelo fluxo sanguíneo. Estas três condições bloqueaiam os vasos sanguíneos que fornecem oxigênio para os músculos &#8211; o que, por sua vez, causa um ataque cardíaco. Segundo os pesquisadores do estudo, os antioxidantes contidos no chá atuam como escudos contra as três condições citadas como principais responsáveis pelo ataque cardíaco.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo, que avaliou dados potencialmente ligados ao consumo de chá preto com a prevenção de doenças, revelou que o chá ajudou a produzir uma associação significativa de proteção, na maioria dos casos. As pesquisadoras responsáveis, Dra. Pamela Mason e Dra. Carrie Ruxton, analisaram 40 artigos e encontraram uma ligação notável entre beber chá preto e prevenção de ataque cardíaco. Eles alegaram que, segundo pesquisas anteriores, o chá preto tinha agido como um escudo contra o ataque cardíaco em número de casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Dra. Mason e a Dra. Ruxton, as pessoas que bebem de três a seis xícaras de chá preto por dia são de 30% a 57% menos propensas a ter ataques cardíacos do que pessoas que bebem menos de três xícaras por dia (ou que não o bebem). A Dra. Ruxton disse ao <em><a href="http://www.express.co.uk/posts/view/292710/Just-three-cuppas-a-day-cuts-heart-risk" target="_Blank" rel="noopener">Daily Express</a></em> (em inglês) que o consumo diário de chá preto reduz significativamente o risco de desenvolver diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados do estudo foram publicados no <em><a href="http://www.sify.com/news/3-cups-of-black-tea-a-day-can-cut-heart-attack-risk-by-60pc-news-health-lm5manjfgjb.html?ref=false" target="_Blank" rel="noopener">UK Nutrition Bulletin</a></em> (em inglês).</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações podem ser obtidas seguindo <a href="http://healthdoctrine.com/consumption-of-three-or-more-cups-of-black-tea-daily-prevents-heart-attack/" target="_Blank" rel="noopener">este link</a> (em inglês).</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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