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	<title>diabetes gestacional | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Saiu! Novo guia com orientações de exercícios para combater o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2016 18:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[ADA]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[orientações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guia de orientações da Associação Americana de Diabetes traz informações importantes sobre atividades físicas para combater o diabetes tipo 1 e o tipo 2. A Associação Americana de Diabetes (ADA, na sigla em inglês) é uma das principais associações sobre o diabetes em todo o mundo. Toda a vez que a entidade lança algum trabalho, orientação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Guia de orientações da Associação Americana de Diabetes traz informações importantes sobre atividades físicas para combater o diabetes tipo 1 e o tipo 2.</em><span id="more-9425"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9427" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/10/orientações-de-exercícios-físicos-para-diabetes-1.jpg" alt="orientacoes-de-exercicios-fisicos-para-diabetes" width="867" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/10/orientações-de-exercícios-físicos-para-diabetes-1.jpg 867w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/10/orientações-de-exercícios-físicos-para-diabetes-1-378x240.jpg 378w" sizes="(max-width: 867px) 100vw, 867px" /><br />
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A </span> Associação Americana de Diabetes (ADA, na sigla em inglês) é uma das principais associações sobre o diabetes em todo o mundo. Toda a vez que a entidade lança algum trabalho, orientação ou aviso, <strong>as pessoas escutam</strong>. Isso porque a ADA representa alguns dos mais renomados cientistas e grupos de pesquisa especializados em diabetes, pesquisadores que já tiveram contribuições de peso na compreensão da doença e que buscam novos tratamentos para os milhões que convivem com ela.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-9430" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/10/associação-americana-de-diabetes.jpg" alt="associacao-americana-de-diabetes" width="300" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/10/associação-americana-de-diabetes.jpg 300w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/10/associação-americana-de-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/10/associação-americana-de-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Uma publicação aguardadíssima da ADA, lançada anualmente, é <strong>o guia de orientações para prevenir o diabetes e os &#8216;efeitos colaterais&#8217; da doença</strong>. Os cientistas da ADA realizam uma ampla <strong>revisão</strong> de <strong>centenas</strong> de estudos científicos e buscam sintetizar as grandes descobertas dos últimos meses. Assim, o guia acaba sendo um repositório confiável de dicas em relação à prevenção do excesso de açúcar no sangue e quais são as maneiras mais eficientes de combater <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">os efeitos do diabetes no corpo</a>.</p>
<p>Este ano, o guia da ADA foca nos exercícios físicos. <a href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-facilita-controlar-a-glicemia-mesmo-que-voce-nao-perca-peso/">Como já noticiado diversas vezes aqui no <strong>Diabeticool</strong></a>, <strong>o mínimo de exercício físico que for feito já ajuda a corpo</strong> a lidar melhor com o açúcar e a insulina no sangue. E isso não significa que você precisará suar a camisa praticando esportes de grupo ou correndo em torno da praça &#8211; um simples alongamento, ou uma caminhada de 3 minutinhos, já fortalecem o corpo e ajudam a combater os efeitos do diabetes. <strong>O sedentarismo é o principal inimigo do corpo saudável</strong>.</p>
<p>Sendo assim, veja a seguir um resumo das principais orientações da ADA sobre exercícios físicos e o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>ORIENTAÇÕES DA ADA &#8211; EXERCÍCIOS FÍSICOS &#8216;ANTI-DIABETES&#8217;</strong></span></h2>
 O guia traz dicas de exercícios para todos os principais tipos de diabetes.
<p>Se você ficar sentado por mais de meia hora (seja trabalhando na frente do computador, seja assistindo TV, lendo ou fazendo outras atividades &#8216;sedentárias&#8217;), pare durante pelo menos 3 minutos. Levante-se e faça uma atividade leve, como por exemplo:</p>
<ul>
<li>alongamento dos braços e/ou das pernas</li>
<li>alongamento do torso</li>
<li>andar no mesmo lugar</li>
<li>subir e descer degraus de uma escada</li>
</ul>
<p>Nada muito cansativo. Apenas o básico para movimentar um pouquinho o corpo, fazer o sangue fluir e &#8216;ativar&#8217; seus músculos.</p>
<p>Esses exercícios super simples ajudam a corpo a controlar melhor a glicemia (quantidade de açúcar no sangue). Feitos com frequência, eles comprovadamente auxiliam a manter a quantidade de açúcar no sangue sob controle mais facilmente.</p>
<blockquote><p>Esses &#8216;mini exercícios&#8217; que vimos acima funcionam melhor quando associados à prática regular de atividades físicas mais intensas. Veja a seguir as principais recomendações da ADA.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong><span style="color: #077cc5;">PARA QUEM ESTÁ COM DIABETES TIPO 2</span></strong></h3>
<p>A dica é realizar <strong>exercícios aeróbicos</strong>, já que inúmeros estudos mostraram que eles ajudam a melhorar o controle da glicemia, a perder peso e diminuir os riscos de <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-hipoglicemias-afetam-diretamente-o-coracao/">doenças do coração</a>. O bom é que há várias &#8216;opções&#8217; de atividades aeróbicas para se escolher (veja abaixo!); pelo menos uma delas certamente agradará a você.</p>
<p><span style="color: #077cc5;"><strong>Exemplos de exercícios aeróbico</strong><strong>s</strong></span>: caminhar, dançar, nadar, escalar, andar de bicicleta, correr.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #077cc5;"><strong>PARA QUEM ESTÁ COM DIABETES TIPO 1</strong></span></h3>
<p>Além dos exercícios aeróbicos, também é fortemente indicada a <a href="http://www.diabeticool.com/10-beneficios-da-atividade-fisica/"><strong>musculação</strong></a>, uma vez que ela fortalece os músculos (e, com isso, favorece o equilíbrio energético do corpo), melhora o condicionamento cardíaco e aprimora a sensibilidade do corpo à ação da insulina.</p>
 Antes, a orientação da ADA era de &#8216;se mexer&#8217; a cada 90 minutos que você passasse sentado; agora, a regra é para cada meia hora. Seu corpo e sua saúde agradecem!
<h3><span style="color: #077cc5;"><strong>PARA MULHERES COM DIABETES GESTACIONAL</strong></span></h3>
<p>De acordo com a ADA, vale a pena realizar tanto <strong>exercícios aeróbicos</strong> quanto os de <strong>resistência</strong> &#8211; sempre com orientação de um profissional, é claro. Eles ajudarão a controlar a glicemia e evitar problemas causados pelo excesso de glicose no desenvolvimento do bebê.</p>
<p>&nbsp;</p>
[pullquote]&#8221;Como a incorporação de mais atividades físicas diárias pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes, este guia [da ADA]  fornece excelentes sugestões do que fazer, por que fazer e quando fazer [os exercícios]  com segurança&#8221; &#8211; Sheri Ochs[/pullquote]
<p>&#8220;Estas orientações atualizadas têm a intenção de fazer com que as pessoas se mantenham em movimento ao longo do dia &#8211; pelo menos a cada meia hora &#8211; para aprimorar o controle da glicose no sangue&#8221;, disse a diretora de estudos sobre exercícios físicos da ADA, Sheri Ochs.</p>
<p>De acordo com a cientista, se estas atividades leves forem associadas a exercícios físicos um pouco mais rigorosos (como a prática de esportes) regularmente, os benefícios para o corpo serão ainda melhores.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">PARA MAIORES INFORMAÇÕES...</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">PARA MAIORES INFORMAÇÕES...</span></h4><div class="toggle-content"><p>REFERÊNCIA CIENTÍFICA &#8211;<br />
<a href="http://care.diabetesjournals.org/content/39/11/2065">Physical Activity/Exercise and Diabetes: A Position Statement of the American Diabetes Association</a><br />
</p></div></div>
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		<title>Dica para as novas mães: metformina protege contra diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/dica-para-novas-maes-metformina-protege-contra-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2015 16:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para mulheres que tiveram diabetes gestacional e temem desenvolver o tipo 2, uma boa notícia: estudo mostra que a metformina diminui em até 40% os riscos da doença. A gravidez é uma das épocas mais bonitas na vida de qualquer casal. É, também, um período que exige cuidados para a saúde tanto da futura mamãe &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para mulheres que tiveram diabetes gestacional e temem desenvolver o tipo 2, uma boa notícia: estudo mostra que a metformina diminui em até 40% os riscos da doença.</em><span id="more-8494"></span></p>
 Metformina: proteção contra o diabetes tipo 2.
<p>A gravidez é uma das épocas mais bonitas na vida de qualquer casal. É, também, um período que exige cuidados para a saúde tanto da futura mamãe quanto do bebê. Por isso, muitas mulheres ficam preocupadas quando recebem o diagnóstico de <a title="Diabetes gestacional: tudo o que você precisa saber" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-tudo-o-que-voce-precisa-saber/">diabetes gestacional</a>. O que fazer para controlar a glicemia e evitar ao máximo que o diabetes tipo 2 apareça no futuro?</p>
<p>A resposta pode estar em um dos medicamentos mais populares e baratos para tratar o diabetes: a <strong>metformina</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>ENTENDA O DIABETES GESTACIONAL</strong></h4>
<p>Cerca de 9% das mulheres grávidas apresentam excesso de açúcar no sangue e são diagnosticadas com o diabetes gestacional, a forma de diabetes que aparece exclusivamente durante a gestação. Esta <a title="Qual o mistério por trás de alimentos diet e light?" href="http://www.diabeticool.com/qual-o-misterio-por-tras-de-alimentos-diet-e-light/">hiperglicemia</a> deve ser tratada com o máximo cuidado, pois pode levar a complicações no parto e a problemas na saúde do bebê.</p>
<p>Além disso, um dos maiores medos de quem está com diabetes gestacional é se tornar diabética no futuro. Apesar de geralmente regredir após o parto, quem tem esta forma de diabetes corre riscos 7 vezes maiores de desenvolver diabetes tipo 2 em um período de 5 a 10 anos após o nascimento do filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>PREVENÇÃO: DOIS MÉTODOS SUPER EFICIENTES</strong></h4>
<p>Por causa destes dados, médicos e equipes de saúde sempre orientam as futuras mães a seguir algumas dicas para evitar a hiperglicemia durante e depois da gravidez.</p>
<p>Em boa parte dos casos, o diabetes gestacional pode ser tratado com uma <a title="Todas as Receitas Já Publicadas" href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">dieta balanceada</a> – repleta de vitaminas, fibras e minerais, e com poucos açúcares e gorduras – e prática de exercícios físicos moderados. Depois que o bebê nasce, porém, nem sempre é fácil para as mães terem tempo e disposição para realizar estas atividades&#8230;</p>
<p>Com um bebê chorando e precisando de atenção constante, é comum muitas mães deixarem de se exercitar e passarem a comer de maneira desregulada. Tudo isto aumenta os riscos do diabetes tipo 2 surgir.</p>
<p>Uma possível solução para este problema é tomar metformina. Um estudo publicado na edição de março do periódico científico <em>Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism </em>mostra que a ingestão de <strong>metformina reduz em 40% os riscos de diabetes tipo 2 em mulheres que tiveram diabetes gestacional</strong>.</p>
[pullquote]Com um bebê chorando e precisando de atenção constante, é difícil manter o peso e a prática de exercícios[/pullquote]
<p>A pesquisa acompanhou a saúde de 1.700 mulheres durante 10 anos, nos EUA. As voluntárias foram divididas em dois grupos: as que tiveram e que não tiveram diabetes gestacional. Após o parto, ambos os grupos passaram ou a praticar atividades físicas e cuidar da dieta ou então a tomar metformina.</p>
<p>Os resultados são pra lá de animadores:</p>
<ul>
<li>Entre as mulheres que tiveram diabetes na gravidez, mudanças no estilo de vida diminuíram em 35% as chances de diabetes tipo 2. Tomar metformina reduziu ainda mais, em 40%.</li>
<li>Nas mulheres que não tiveram diabetes gestacional, as mudanças no estilo de vida reduziram os riscos de diabetes em 30%. A metformina não mostrou efeito algum nestes casos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dra. Vanita Aroda, principal autora do estudo, disse: “Este é provavelmente o maior estudo sobre a progressão para o diabetes tipo 2 em mulheres que tiveram diabetes durante a gravidez”.</p>
<p>“É importante diagnosticar se uma mulher teve diabetes gestacional ou não. As pessoas tendem a se esquecer disto após o parto, mas o risco de desenvolver diabetes após alguns anos é bem alto, e este estudo pode ser um ajuda para tratar o problema”, afirmou.</p>
<p>Se você é mãe, teve diabetes na gravidez e está preocupada com o diabetes tipo 2 no futuro, converse com seu médico sobre possíveis maneiras de evitar a doença. Caso mudanças no estilo de vida não sejam adequadas ou não estejam fazendo efeito, a metformina pode ser uma opção viável para melhorar a qualidade de vida.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dica-para-novas-maes-metformina-protege-contra-diabetes-tipo-2/">Dica para as novas mães: metformina protege contra diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes gestacional: tudo o que você precisa saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2014 20:54:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O diabetes gestacional é fácil de ser controlado, mas se não for tratado traz riscos e consequências para mãe e bebê. Mesmo que você nunca tenha tido problema com diabetes antes, pode ser que, na gravidez, suas taxas de açúcar fiquem além do considerado normal. Cerca de 7,5% das brasileiras são diagnosticadas com diabetes gestacional, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O diabetes gestacional é fácil de ser controlado, mas se não for tratado traz riscos e consequências para mãe e bebê.</em><span id="more-8130"></span></p>
<p>Mesmo que você nunca tenha tido problema com diabetes antes, pode ser que, na gravidez, suas taxas de açúcar fiquem além do considerado normal. Cerca de 7,5% das brasileiras são diagnosticadas com <a title="Comer fritura antes de engravidar aumenta o risco de diabetes gestacional" href="http://www.diabeticool.com/comer-fritura-antes-de-engravidar-aumenta-o-risco-de-diabetes-gestacional/">diabetes gestacional</a>, mas, desde o final do ano passado, mais gestantes podem ser afetadas pelo problema. É que a Organização Mundial de Saúde (OMS) passou a considerar glicemia elevada e alerta de diabetes gestacional taxas de 92 mg/l de glicose no sangue quanto analisado em jejum. Antes esse valor era de 95 mg/l.</p>
<p>A nova diretriz mostra que o diabetes quando aparece na gestação é um sinal de alerta e precisa ser diagnosticado e tratado adequadamente. “Uma mulher que nunca teve diabetes pode apresentar o problema na gravidez, pois o corpo da mãe passa a preservar glicose para dar alimento ao bebê”, explica a endocrinologista Lenita Zajdenverg, vice-coordenadora do departamento de diabetes e gestação da Sociedade Brasileira de Diabetes e coordenadora do serviço de diabetes e gravidez da maternidade-escola da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A doença está relacionada a certos hormônios produzidos pela placenta que interferem na ação da <a title="Você usaria insulina de porco ao invés das sintéticas?" href="http://www.diabeticool.com/voce-usaria-insulina-de-porco-ao-inves-das-sinteticas/">insulina</a> (substância responsável pelo controle do açúcar no sangue). A seguir, tudo o que você precisa saber sobre o diabetes gestacional:</p>
<p><strong>Quem pode ter?</strong><br />
Qualquer gestante, mas é mais comum nas que têm histórico familiar de diabetes, estão acima do peso ou ganhando muito peso na gestação, são mais velhas, têm ovários policísticos, gravidez de gêmeos, diabetes gestacional em outra gravidez ou bebês muito grandes em outra gestação.</p>
<p><strong>Como identificar?</strong><br />
É feito um teste no início do sexto mês de gestação para ver os níveis de glicose no sangue. Se achar necessário, o obstetra pode solicitar o exame ainda no primeiro trimestre.</p>
<p><strong>Como controlar?</strong><br />
Com dietas e diminuição da ingestão de açúcares e gorduras, além de atividade física (quando permitida pelo obstetra). Cerca de 20% das mulheres precisam de tratamento com insulina, que não causa nenhum mal ao bebê.</p>
<p><strong>Quais os riscos para a mãe?</strong><br />
Se não controlado, o diabetes gestacional aumenta os riscos de hipertensão, eclâmpsia e do surgimento de diabetes depois da gravidez.</p>
<p><strong>Quais os riscos para o bebê?</strong><br />
Ele pode ganhar muito peso (o que é chamado de macrossomia fetal) e nascer prematuro, além de ter maiores riscos de obesidade e diabetes quando adulto.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/Os-primeiros-1000-dias-do-seu-filho/noticia/2014/11/diabetes-gestacional-tudo-o-que-voce-precisa-saber.html">Revista Crescer</a></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comer fritura antes de engravidar aumenta o risco de diabetes gestacional</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/comer-fritura-antes-de-engravidar-aumenta-o-risco-de-diabetes-gestacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2014 21:54:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[fritura]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com nova pesquisa, esse tipo de alimento pode elevar chances da doença em até 88% &#8211; especialmente se consumido fora de casa. Mulheres que consomem muita fritura antes de engravidar têm maiores chances de desenvolver diabetes gestacional, segundo as conclusões de um novo estudo americano. De acordo com a pesquisa, a ingestão de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>De acordo com nova pesquisa, esse tipo de alimento pode elevar chances da doença em até 88% &#8211; especialmente se consumido fora de casa.</em><span id="more-8005"></span></p>
<p>Mulheres que consomem muita <a title="Dicas de Alimentação para Turbinar o Cérebro dos Adolescentes!" href="http://www.diabeticool.com/dicas-de-alimentacao-para-turbinar-o-cerebro-dos-adolescentes/">fritura</a> antes de engravidar têm maiores chances de desenvolver diabetes gestacional, segundo as conclusões de um novo estudo americano. De acordo com a pesquisa, a ingestão de fritura chega a aumentar em 88% o risco da doença.</p>
<p>“A fritura reduz a água do alimento, aumenta a densidade energética e muda a composição dos ácidos da gordura”, escreveram os autores na pesquisa, que foi publicada na nova edição do periódico <em>Diabetologia</em>.</p>
<p>O <a title="Diabetes gestacional: 10% das mulheres desenvolve a doença" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-10-das-mulheres-desenvolve-a-doenca/">diabetes gestacional</a> acomete entre 1% e 3% das grávidas e é mais comum em mulheres obesas. A maioria das gestantes com a doença desenvolve o problema por não conseguir produzir insulina suficiente para regular sua taxa de glicose. Entre as possíveis complicações decorrentes estão problemas respiratórios no bebê e hipertensão na mãe. Após o parto, os sintomas costumam desaparecer, mas muitas mulheres que tiveram a doença acabam desenvolvendo diabetes tipo 2 nos anos seguintes.</p>
<p><strong>Análise — </strong>Na nova pesquisa, cerca de 15 000 mulheres foram acompanhadas durante dez anos e, ao longo desse tempo, responderam a questionários sobre os seus hábitos alimentares. Os pesquisadores concluíram que mulheres que comiam fritura pelo menos sete vezes por semana tiveram um risco 88% maior de ter diabetes gestacional em comparação com as que consumiam esse tipo de alimento até uma vez na semana. Já aquelas que comiam fritura quatro vezes na semana, por exemplo, tiveram um risco 30% maior de desenvolver a doença.</p>
<p>O estudo mostrou que essa relação foi particularmente significativa quando as mulheres consumiam fritura fora de casa. De acordo com os pesquisadores, a explicação para esse achado está no fato de muitos restaurantes reutilizarem o óleo em diversas frituras. Esse processo aumenta ainda mais as modificações causadas no alimento, tornando-o ainda mais prejudicial à saúde.</p>
<p>“A associação entre o consumo de alimentos fritos e o risco do diabetes gestacional não tinha sido previamente examinado. Além disso, há evidências, mesmo que limitadas, que indicam que o consumo frequente de frituras também está associado com aumento de <a title="Obesidade não é o principal fator de risco para diabetes tipo 2?" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-nao-e-o-principal-fator-de-risco-para-diabetes-tipo-2/">risco do diabetes tipo 2</a> em todas as pessoas”, escreveram os autores.</p>
<p><em>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comer-fritura-antes-de-engravidar-aumenta-o-risco-de-diabetes-gestacional" target="_blank" rel="nofollow">Veja</a></em></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/comer-fritura-antes-de-engravidar-aumenta-o-risco-de-diabetes-gestacional/">Comer fritura antes de engravidar aumenta o risco de diabetes gestacional</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabetes na Gravidez: o que fazer para se prevenir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 21:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa de Harvard indica o perfil ideal para futuras mamães que desejam evitar a experiência de desenvolver o diabetes gestacional.  A preparação para a chegada de um bebê é complexa. Futuras mamães e papais devem pensar em enxoval, roupinhas, berço, cadeirinhas, carrinhos&#8230;o importante é deixar tudo preparado para o grande momento: o dia em que o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa de Harvard indica o perfil ideal para futuras mamães que desejam evitar a experiência de desenvolver o diabetes gestacional. </em><span id="more-7948"></span></p>
 Dicas para uma gravidez mais saudável e livre do diabetes.
<p>A preparação para a chegada de um bebê é complexa. Futuras mamães e papais devem pensar em enxoval, roupinhas, berço, cadeirinhas, carrinhos&#8230;o importante é deixar tudo preparado para o grande momento: o dia em que o filho vem ao mundo!</p>
<p>Mas muita gente se esquece de que as preparações relacionadas à gravidez devem começar muito antes. Na verdade, devem começar antes mesmo da mulher ficar grávida. E envolve um detalhe muitas vezes ignorado: o corpo da mulher deve estar, ele também, “preparado” para o novo bebê.</p>
<p>Uma nova pesquisa vem ilustrar a importância desta preparação materna. Segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, mulheres que adotam um estilo de vida saudável antes de engravidar tem os riscos de desenvolver <a title="Diabetes Gestacional" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-gestacional/">diabetes gestacional</a> 50% menores que o normal. E mulheres que estão obesas correm riscos muito, muito maiores.</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid #3399FF; padding: 10px;">
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Para Relembrar: O que é Diabetes Gestacional?</strong></span></p>
<p>Diabetes gestacional é um tipo de diabetes que aparece na mãe SOMENTE durante a gravidez. Isto é, a futura mamãe não era diabética e, durante a gravidez, torna-se. Isto acontece porque o desenvolvimento do filho gera mudanças hormonais e fisiológicas no corpo da mãe, as quais podem resultar em um aumento momentâneo nos valores de glicemia.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-7951" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez.jpg" alt="diabetes gravidez" width="333" height="294" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez.jpg 333w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez-272x240.jpg 272w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez-110x96.jpg 110w" sizes="(max-width: 333px) 100vw, 333px" />Em geral, o diabetes gestacional some após o parto. Em alguns casos, <a title="Mais da metade das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes no futuro, diz pesquisa" href="http://www.diabeticool.com/mais-da-metade-das-mulheres-com-diabetes-gestacional-desenvolvem-diabetes-no-futuro-diz-pesquisa/">pode se tornar diabetes tipo 2</a>. Se a mãe mantiver uma dieta equilibrada durante e após a gravidez, as chances do diabetes gestacional se desenvolver em diabetes tipo 2 diminuem consideravelmente.</p>
<p>Estima-se que 1 a cada 20 mulheres grávidas desenvolvem o diabetes gestacional. Com isto, há maiores riscos dos filhos nascerem acima do peso (acima dos 4kg), tornarem-se obesos com o tempo e desenvolverem diabetes tipo 2 no futuro.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa analisou dados de saúde coletados de cerca de 14.500 mulheres, entre 1989 e 2001, nos EUA. Mais de 20 mil partos foram registrados no período.</p>
<p>Ao comparar dados sobre a saúde e modo de vida das mulheres, os pesquisadores perceberam detalhes interessantes quanto às probabilidades de desenvolverem o diabetes durante a gestação. A seguir, os destaques da pesquisa:</p>
<ol>
<li>Mulheres que se alimentavam de <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">maneira saudável</a>, não fumavam e faziam pelo menos 2,5h de exercícios físicos por semana apresentaram <strong>chances 41% menores </strong>de ter diabetes gestacional;</li>
<li>As <strong>chances eram 52% menores</strong> em mulheres que, além de seguirem todos os itens listados acima, iniciaram a gravidez com peso adequado à sua altura;</li>
<li>Em mulheres obesas (índice de massa corporal maior que 33), as chances de desenvolver diabetes gestacional foram <strong>400% maiores</strong> (ou 5x maiores).</li>
</ol>
<p>Os dados deixam claro: assim como é importante preparar a casa e a mente para a chegada do bebê, adequar o corpo para um momento tão delicado e único como a gravidez é essencial. Futuras mamães ganham muito se engravidaram enquanto estiverem ativas fisicamente, alimentando-se bem e com a balança em dia. O corpo delas – e também dos bebês – agradece bastante.</p>
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		<title>Diabetes gestacional: 10% das mulheres desenvolve a doença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2014 17:37:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[grávida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Nacional do Diabetes, confira quatro dicas para evitar o problema durante a gestação. O Dia Nacional do Diabetes, comemorado nesta quinta (26), tem como objetivo alertar a população para a doença que é capaz de aumentar excessivamente as taxas de açúcar no sangue. Se você está grávida, deve ficar ainda mais atenta: o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>No Dia Nacional do Diabetes, confira quatro dicas para evitar o problema durante a gestação.</em><span id="more-7684"></span></p>
<p>O Dia Nacional do Diabetes, comemorado nesta quinta (26), tem como objetivo alertar a população para a doença que é capaz de aumentar excessivamente as taxas de açúcar no sangue. Se você está <a title="Grávidas: como cortar pela metade as chances de ter diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gravidas-como-cortar-pela-metade-as-chances-de-ter-diabetes/">grávida</a>, deve ficar ainda mais atenta: o diabetes pode aparecer durante a gestação, mesmo sem você ter desenvolvido a doença anteriormente. Por isso é chamada diabetes gestacional.</p>
<p>De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC &#8211; Centers for Disease Control and Prevention), 1 em cada 10 mulheres norte-americanas desenvolvem o problema durante a gravidez. A manifestação da doença acontece, principalmente, no último trimestre, quando o <a title="Por que meu pâncreas não produz insulina?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-meu-pancreas-nao-produz-insulina/">pâncreas</a> fica sobrecarregado e já não consegue produzir insulina, aumentando o nível de açúcar no sangue da futura mãe.</p>
<p>Após o nascimento do bebê, a sobrecarga no pâncreas e os hormônios placentários que bloqueiam a ação da insulina no corpo da gestante desaparecem. Com isso, as taxas de açúcar no sangue tendem a normalizar. Porém, se o diabetes gestacional é diagnosticado muito tarde, a mulher corre o risco de desenvolver os tipos 1 ou 2 da doença [<em>sic, o correto é apenas o tipo 2</em>]. Isso sem contar o risco para o bebê, que pode nascer muito grande, pela alta taxa de açúcar que recebeu da mãe durante a gravidez, o que aumenta a chance de internação para a regulagem do açúcar e insulina em seu metabolismo.</p>
<p>Em entrevista à CRESCER, o ginecologista e obstetra Alexandre Pupo, do Hospital Sírio Libanês (SP), reforça que a maioria dos casos de diabetes gestacional pode ser facilmente controlada por meio de <a title="Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg" href="http://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">mudanças na alimentação</a>. Além disso, a incidência da doença em mulheres fora do grupo de risco &#8211; formado por aquelas que possuem diabetes gestacional ou tipo 1 e 2 no histórico familiar ou que estão acima do peso no início da gestação &#8211; é baixa. “Grávidas com mais de 35 anos ou com alguma doença crônica, como pressão alta, também devem ficar atentas”, alerta Pupo.</p>
<p>O diagnóstico é feito por meio da glicemia de jejum, exame de sangue comum durante os check-ups com o seu ginecologista. Caso ele esteja alto, o médico vai pedir que você realize, entre a 24a e 28a semana de gestação, o teste oral de tolerância à glicose (curva glicêmica) para confirmar a doença.</p>
<p>Mas você pode, sim, evitar o surgimento da doença enquanto espera o bebê. Confira 4 dicas:</p>
<ul>
<li>Acompanhe o seu ganho de peso e não engorde além do recomendado pelo obstetra.</li>
<li>Se antes de engravidar você estiver com sobrepeso, emagreça antes da concepção e mantenha seu Índice de Massa Corpórea (IMC), resultado da divisão entre o peso e a altura ao quadrado, entre 20 e 25.</li>
<li>Se puder, faça um acompanhamento nutricional. Além de garantir uma alimentação saudável, o profissional vai controlar os quilos extras e as taxas de açúcar em seu sangue.</li>
<li>Pratique atividade física, como caminhada ou ioga, diariamente durante toda a gestação. Exercícios físicos controlam a taxa de açúcar no sangue, mas só devem ser realizados após a autorização do seu obstetra.</li>
</ul>
<p><strong>Fonte: <a href="http://revistacrescer.globo.com/Gravidez/Saude/noticia/2014/06/diabetes-gestacional-1-em-cada-10-mulheres-desenvolve-doenca.html" target="_blank" rel="nofollow">Revista Crescer</a></strong></p>
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		<title>EUA: novos parâmetros para testes de diabetes gestacional</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/eua-novos-parametros-para-testes-de-diabetes-gestacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2014 11:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>EUA recomendam exame de diabetes para todas as grávidas, a partir da 24.ª semana de gestação. O departamento de serviços preventivos dos EUA lançou, em publicação neste mês de janeiro do Annals of Internal Medicine, recomendações para o rastreio de diabetes gestacional. Segundo a determinação, todas as mulheres, sintomáticas ou não, devem ser examinadas depois &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>EUA recomendam exame de diabetes para todas as grávidas, a partir da 24.ª semana de gestação.</em><span id="more-6754"></span></p>
<p>O departamento de serviços preventivos dos EUA lançou, em publicação neste mês de janeiro do Annals of Internal Medicine, recomendações para o rastreio de d<a title="Cinco questões sobre diabetes gestacional" href="http://www.diabeticool.com/cinco-questoes-sobre-diabetes-gestacional/">iabetes gestacional</a>. Segundo a determinação, todas as mulheres, sintomáticas ou não, devem ser examinadas depois das 24 semanas de gravidez para o rastreio do diabetes gestacional.</p>
<p>De acordo com Fabiano Sandrini, endocrinologista do Laboratório Frischmann Aisengart, a recomendação foi feito devido ao aumento no número de mulheres com a doença, que tem efeitos não só sobre a mãe, mas também sobre o bebê. “Dependendo da região dos Estados Unidos, a taxa de diabetes gestacional chega a 25%. Já, no Brasil, o problema afeta cerca de 7% das mulheres”, compara o especialista.</p>
<p>O diabetes gestacional é o aumento dos <a title="Alimentos ricos em flavonóides podem reduzir riscos de ter diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/alimentos-ricos-em-flavonoides-podem-reduzir-riscos-de-ter-diabetes-tipo-2/">níveis de açúcar no sangue</a> durante a gravidez de mulheres que antes não apresentavam a doença. O problema aparece depois do segundo trimestre e, uma vez diagnosticado, persiste até o fim da gestação. Os sintomas da doença não ficam muito claros durante a gravidez, já que são comumente confundidos com mudanças do organismo típicas deste período.</p>
<p>O médico explica que o diabetes gestacional acontece porque a placenta produz diversos hormônios que podem bloquear parcialmente a ação de <a title="A História do Diabetes – Parte 3 – Como usar a insulina?" href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">insulina</a>, a substância responsável pelo transporte do açúcar do sangue para dentro das células. Na maioria das mulheres o pâncreas reage a essa situação, liberando mais insulina para superar essa resistência. “Mas em pacientes com o diabetes gestacional é como se a glândula não conseguisse suprir esta demanda. Assim, a produção de insulina será insuficiente para que o corpo processe adequadamente o excedente de glicose que está na circulação. E, então, conforme as semanas de gravidez avançam e a placenta cresce, eleva-se o risco do diabetes surgir”, afirma.</p>
<p>Sandrini revela que o diabetes gestacional não impede uma gestação tranquila, desde que diagnosticado precocemente e que a gestante receba acompanhamento médico durante a gravidez e após o nascimento do bebê. “Para isso, é essencial que as mulheres façam exames para conferir a taxa de açúcar no sangue”, alerta.</p>
<p>A endocrinologista lembra que estudos têm revelado que as crianças nascidas de mães diabéticas têm risco aumentado de desenvolverem obesidade e diabetes durante a adolescência. “Por isso, os cuidados com a alimentação prosseguem após o parto, para mãe e filho&#8221;, recomenda.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.paranashop.com.br/colunas/colunas_n.php?id=26766&amp;op=saude" target="_blank" rel="nofollow">ParanaShop</a></strong></p>
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		<title>Cinco questões sobre diabetes gestacional</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/cinco-questoes-sobre-diabetes-gestacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2014 17:16:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[hormônios]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[placenta]]></category>
		<category><![CDATA[teste oral de tolerância à glicose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hormônios produzidos na placenta podem afetar a ação da insulina, substância que controla o nível de glicose no organismo. Entenda. Qual a causa do diabetes gestacional? Certos hormônios produzidos pela placenta reduzem a ação da insulina, substância que é responsável pelo equilíbrio do nível de açúcar no sangue. O pâncreas compensa esse aumento, produzindo mais &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Hormônios produzidos na placenta podem afetar a ação da insulina, substância que controla o nível de glicose no organismo. Entenda.</em><span id="more-6724"></span></p>
<p><strong>Qual a causa do diabetes gestacional?</strong></p>
<p>Certos hormônios produzidos pela placenta reduzem a ação da <a title="Insulina Lantus gratuita está com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/insulina-lantus-gratuita-esta-com-os-dias-contados/">insulina</a>, substância que é responsável pelo equilíbrio do nível de açúcar no sangue. O pâncreas compensa esse aumento, produzindo mais insulina. No entanto, o organismo de algumas gestantes não consegue produzir tal substância em quantidades adequadas, o que causa o problema.</p>
<p><strong>Quem tem mais chance de desenvolver a doença?</strong></p>
<p>Entre os fatores de risco, estão idade materna avançada, gestação gemelar, sobrepeso e obesidade, ganho de peso excessivo na gestação, mulheres com síndrome dos ovários policísticos, hipertensão e histórico familiar. Quem já teve diabetes gestacional anteriormente ou, ainda, gerou um bebê com mais de 4 kg também pode desenvolver a doença. Mas, como não apresenta sintomas e pode surgir em qualquer mulher, todas as gestantes devem se submeter a uma análise do <a title="GP Senai de Inovação premia projeto de pastilha sanitária que detecta diabetes" href="http://www.diabeticool.com/gp-senai-de-inovacao-premia-projeto-de-pastilha-sanitaria-que-detecta-diabetes/">nível de glicose no sangue</a> no início da gravidez e também a outro exame mais específico, o teste oral de tolerância à glicose, a partir da 24ª semana (entre o quinto e o sexto mês).</p>
<p><strong>Como é feito o tratamento?</strong></p>
<p>Uma alimentação adequada, com a orientação de um nutricionista, é o suficiente para controlar os níveis de açúcar no sangue na maioria das gestantes com o problema. Exercícios físicos leves e moderados também são aliados para combater o diabetes gestacional. O uso de insulina, considerado seguro na gravidez, é indicado apenas quando nada disso funciona.</p>
<p><strong>Quais os riscos para o bebê?</strong></p>
<p>O bebê exposto a grandes quantidades de glicose durante a gestação tende a crescer excessivamente, o que é chamado de macrossomia fetal, o que pode dificultar o parto. Além disso, o bebê corre o risco de sofrer hipoglicemia (queda do nível de açúcar do sangue) após o nascimento, assim como enfrentar obesidade e diabete no futuro.</p>
<p><strong>Após o parto, a doença desaparece?</strong></p>
<p>Na maioria das mulheres, sim. Mas aproximadamente seis semanas depois do nascimento do bebê, é necessário repetir o <a title="Diabetes e gravidez: controle de glicemia no pré-natal" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-gravidez-controle-de-glicemia-no-pre-natal/">teste oral de tolerância à glicose</a>, sem estar usando qualquer medicação para controlar a doença. A boa notícia é que a amamentação diminui a chance de o diabetes permanecer após o término da gravidez.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://colunas.revistacrescer.globo.com/natura/2014/01/31/duvidasdiabetes-gestacional/">Revista Crescer</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cinco-questoes-sobre-diabetes-gestacional/">Cinco questões sobre diabetes gestacional</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pesquisa aponta as causas do diabetes gestacional</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 13:41:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adiponetcina]]></category>
		<category><![CDATA[causas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[leptina]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo pesquisa, doença é mais comum em grávidas com sobrepeso. Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investiga as causas de mulheres com sobrepeso desenvolverem diabetes gestacional e pré-eclâmpsia (pressão alta) durante a gravidez com mais frequência que as mais magras. O estudo visa ajudar os médicos a identificar mais precocemente os problemas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Segundo pesquisa, doença é mais comum em grávidas com sobrepeso.</em><span id="more-6654"></span></p>
<p>Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) investiga as causas de mulheres com sobrepeso desenvolverem <a title="Diabetes gestacional pode trazer riscos para a mãe e o bebê" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-pode-trazer-riscos-para-a-mae-e-o-bebe/">diabetes gestacional</a> e pré-eclâmpsia (pressão alta) durante a gravidez com mais frequência que as mais magras. O estudo visa ajudar os médicos a identificar mais precocemente os problemas na gestação antes que eles apareçam, além de melhorar o tratamento.</p>
<p>Segundo Silvia Daher, coordenadora do Laboratório de Obstetrícia Fisiológica Experimental da Unifesp, as primeiras descobertas do estudo, que começou há pelos menos quatro anos, estão ligadas a duas substâncias produzidas principalmente por tecido adiposo, aquele que aumenta conforme a pessoa engorda.</p>
<p>Descobriu-se que a substância <a title="Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">adiponectina</a>, responsável pela diminuição da glicemia, estava presente em menor quantidade nas mulheres com sobrepeso. Isso significa que esse grupo tem mais chance de aumento da glicemia. “Pode-se ter mais inflamação porque ela faz falta”, explicou.</p>
<p>Outra substância investigada foi a <a title="Insulina é essencial para diabéticos?" href="http://www.diabeticool.com/insulina-e-essencial-para-diabeticos/">leptina</a>. A pesquisa científica constatou que ela estava presente em maior quantidade entre as mulheres com sobrepeso, segundo o estudo. “Apesar de ser inicialmente definida como hormônio da saciedade, quando aumenta demais (a leptina) não tem mais esse efeito. Mexe nos mecanismos imunológicos e piora toda a inflamação e resistência à insulina”, disse a pesquisadora.</p>
<p>De acordo com Silvia, a mulher com sobrepeso tem Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25 e, a partir de 30, é considera obesa. O sobrepeso, alertou, duplica a chance de desenvolvimento da pressão alta na gravidez. “A mulher tem mais chance de ser uma hipertensa (posteriormente à gravidez), as criança também têm os seus problemas. É causa de morte materna e de óbito fetal, um problema bastante grave”.</p>
<p>O sobrepeso, além disso, restringe o crescimento do bebê, fazendo com que ele nasça abaixo do peso. Silvia explicou que, nesses casos, há mais chance de parto prematuro.</p>
<p>As mulheres com sobrepeso têm também quatro vezes mais chance de desenvolver diabetes gestacional, ou seja, quando a doença se manifesta mesmo que a paciente nunca tenha sido diagnosticada com diabetes antes. De acordo com a pesquisadora, há chance de que a gestante passe a ter diabetes tipo 2 após o nascimento da criança.</p>
<p>Para a mãe, além de aumento do risco de cesareana, o diabetes gestacional pode estar associado à toxemia, uma condição da gravidez que provoca pressão alta e geralmente pode ser detectado pelo aparecimento de um inocente inchaço das pernas, mas que pode evoluir para a eclâmpsia, com elevado risco de mortalidade materno-fetal e parto prematuro.</p>
<p>Diante de tantos riscos potenciais, é essencial que as futuras mamães façam exames para checar a taxa de açúcar no sangue durante o pré-natal, segundo médicos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crianças podem nascer em boas condições de saúde</strong></p>
<p>Apesar do diabetes gestacional ser considerado uma situação de gravidez de alto risco, os cuidados médicos e o envolvimento da gestante possibilitam que a gestação corra tranquilamente e que os bebês nasçam no momento adequado e em boas condições de saúde, segundo especialistas.</p>
<p>Na gravidez, duas situações envolvendo o diabetes podem acontecer: a mulher que já tinha diabetes e engravida ou o aparecimento do diabetes gestacional em mulheres que antes não apresentavam a doença.</p>
<p>“O diabetes gestacional é a alteração das taxas de açúcar no sangue que aparece ou é diagnosticada, pela primeira vez, durante a gravidez. Pode atingir até 7% das grávidas, mas não impede uma gestação tranquila, quando é diagnosticado precocemente e recebe acompanhamento médico, durante a gestação e após o nascimento do bebê”, explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Centro Integrado de Terapia Nutricional (Citen).</p>
<p>Várias são as mudanças metabólicas e hormonais que ocorrem na gestação. Uma delas é o aumento da produção de hormônios, principalmente o hormônio lactogênio placentário, que pode prejudicar &#8211; ou até mesmo bloquear &#8211; a ação da insulina materna.</p>
<p>Para a maioria das gestantes, isso não chega a ser um problema, pois o próprio corpo compensa o desequilíbrio, aumentando a fabricação de insulina. Entretanto, nem todas as mulheres reagem desta maneira. Por isso, é tão importante detectar o distúrbio o mais cedo possível.</p>
<p>“O tratamento do diabetes gestacional tem por objetivo diminuir a taxa de macrossomia &#8211; os grandes bebês filhos de mães diabéticas &#8211; e evitar a queda do açúcar do sangue do bebê ao nascer e diminuir a incidência da cesareana”, diz Ellen.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.d24am.com/noticias/saude/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/104647" target="_blank" rel="nofollow">D42am</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pesquisa-aponta-as-causas-do-diabetes-gestacional/">Pesquisa aponta as causas do diabetes gestacional</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Sobrepeso pode contribuir para aumento da inflamação durante a gravidez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 11:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Unifesp]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo da Unifesp avalia mediadores inflamatórios em amostras sanguíneas de gestantes e constata alterações. Ao engravidar, mulheres obesas ou com sobrepeso apresentam maior risco de desenvolver complicações como pré-eclâmpsia e diabetes gestacional. Uma pesquisa recentemente concluída na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com apoio da FAPESP, oferece pistas para entender por que isso ocorre. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo da Unifesp avalia mediadores inflamatórios em amostras sanguíneas de gestantes e constata alterações.</em><span id="more-6571"></span></p>
<p>Ao engravidar, mulheres obesas ou com sobrepeso apresentam maior risco de desenvolver complicações como pré-eclâmpsia e <a title="Diabetes Gestacional e Tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-e-tipo-2/">diabetes gestacional</a>. Uma pesquisa recentemente concluída na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com apoio da FAPESP, oferece pistas para entender por que isso ocorre.</p>
<p>Por meio da análise de amostras sanguíneas de quase 200 gestantes, os pesquisadores concluíram que o sobrepeso está associado a alterações significativas nos níveis de duas substâncias secretadas pelo tecido adiposo – adiponectina e leptina – que podem contribuir para o aumento do grau de <a title="Entenda a relação entre doenças periodontais e diabetes" href="http://www.diabeticool.com/entenda-a-relacao-entre-doencas-periodontais-e-diabetes/">inflamação sistêmica</a>.</p>
<p>&#8220;Durante a gravidez, existe um grau de inflamação fisiológico resultante da interação entre mãe e feto. Por outro lado, a obesidade, a diabetes e a hipertensão são doenças com forte componente inflamatório. Avaliar a combinação entre gestação e obesidade com foco em inflamação, portanto, parece importante para entender os riscos e os mecanismos envolvidos nessas patologias obstétricas&#8221;, disse Silvia Daher, coordenadora do Laboratório de Obstetrícia Fisiológica e Experimental da Unifesp.</p>
<p>A coleta do sangue foi feita no terceiro trimestre de gestação uma vez que, de acordo com Daher, o diabetes gestacional é uma doença que geralmente só se instala a partir da segunda metade da gravidez. Com base no Índice de Massa corporal (IMC) pré-gestacional, as voluntárias foram divididas em quatro diferentes grupos: as com sobrepeso saudáveis (IMC igual ou maior que 25), as com sobrepeso e diabetes gestacional, as com peso ideal (IMC entre 18,5 e 24,9) saudáveis e as com peso ideal, mas com diabetes gestacional.</p>
<p>&#8220;Fizemos essa separação para que pudéssemos verificar com precisão se as alterações encontradas estavam associadas ao diabetes ou seriam de fato decorrentes do sobrepeso&#8221;, disse Daher.</p>
<p>Três diferentes parâmetros capazes de mensurar o grau de inflamação sistêmica foram analisados nas amostras sanguíneas. O primeiro passo foi medir os níveis séricos de três diferentes citocinas – o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) e as interleucinas (IL) 6 e 10 –, que são moléculas produzidas por células do sistema imunológico e têm um papel importante na modulação da resposta inflamatória no combate a <a title="Só para maiores! Masturbação pode prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/so-para-maiores-masturbacao-pode-prevenir-diabetes-tipo-2/">infecções</a>.</p>
<p>&#8220;No caso da IL10, cuja ação é anti-inflamatória, notamos uma queda associada apenas ao diabetes, mas não houve diferença relacionada ao sobrepeso. Em relação à IL6 e ao TNF-α – citocinas pró-inflamatórias –, não notamos diferenças significativas nos grupos&#8221;, contou Daher.</p>
<p>O segundo parâmetro avaliado foi a presença de células imunológicas ativas no sangue das voluntárias, entre elas as células exterminadoras naturais ou NK (Natural Killers na sigla em inglês) e as células TCD8 – dois tipos de linfócitos capazes de liberar substâncias tóxicas para matar, por exemplo, células tumorais ou infectadas por vírus.</p>
<p>&#8220;A essa altura da gravidez, essas células de defesa teriam de estar diminuídas, pois podem ser agressivas para o feto. Verificamos uma maior ativação dos linfócitos relacionada ao diabetes, mas não ao IMC&#8221;, disse Daher.</p>
<p>Por último, foram medidas nas amostras de sangue os níveis de algumas adipocinas – peptídeos secretados pelas células adiposas com diversas funções, entre elas a regulação da resposta imunológica.</p>
<p>&#8220;A adiponectina é uma adipocina com ação anti-inflamatória e anti-hiperglicêmica. Normalmente, ela diminui durante a gestação porque é preciso aumentar a quantidade de glicose circulante para suprir as necessidades do feto. Já a leptina e a resistina são adipocinas que induzem a produção de citocinas inflamatórias, como a IL6 e o TNF-α, podendo agravar a resistência à insulina típica da gestação e também a inflamação sistêmica&#8221;, explicou Daher.</p>
<p>As análises mostraram uma redução significativa nos níveis de adiponectina associada ao sobrepeso, bem como aumento nos níveis de leptina. &#8220;É um fator que pode estar contribuindo para a inflamação e para uma maior resistência à insulina nas gestantes com sobrepeso&#8221;, avaliou Daher.</p>
<p>Segundo Daher, o fato de os resultados mostrarem alterações nas células imunes e nas citocinas apenas associadas ao diabetes e não ao IMC deve-se, possivelmente, ao pequeno número de obesas na amostra avaliada.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter" alt="" src="http://www.bonde.com.br/img/bondenews/2014/01/img_1_27_3096.jpg" width="500" height="280" /></p>
<p>&#8220;Pretendemos agora estudar um grupo de mulheres com IMC maior ou igual a 30 para ver se há alterações mais intensas nesses e em outros mediadores inflamatórios&#8221;, contou.</p>
<p>A crescente epidemia de obesidade no mundo, ressaltou Daher, afeta também mulheres em idade reprodutiva. Dados da literatura apontam que a gestante obesa tem quatro vezes mais risco de desenvolver diabetes gestacional e o dobro de chance de desenvolver pré-eclâmpsia.</p>
<p>&#8220;Quem sofre de diabetes gestacional, por sua vez, tem risco aumentado de sofrer de diabetes do tipo 2 no futuro e a criança também fica mais propensa a distúrbios metabólicos. O mesmo ocorre no caso da pré-eclâmpsia. É um risco para a geração atual e a futura&#8221;, disse Daher.</p>
<p>Parte dos dados levantados durante a pesquisa e também em estudos anteriores do grupo financiados pela FAPESP foram divulgados em duas revisões publicadas no American Journal of Reproductive Immunology e no Journal of Reproductive Immunology.</p>
<p>Atualmente, a equipe avalia o perfil lipídico de gestantes com sobrepeso para descobrir como as alterações nos níveis de colesterol se relacionam com os mediadores inflamatórios já estudados.</p>
<p>&#8220;Também estamos investigando alguns polimorfismos genéticos para saber, por exemplo, se alguém pode ser geneticamente propenso a produzir níveis maiores adiponectina ou menores de leptina. Isso nos ajudará a entender por que algumas pessoas com sobrepeso adoecem e outras, não&#8221;, disse Daher.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.bonde.com.br/?id_bonde=1-27--89-20140114" target="_blank" rel="nofollow">Bonde</a></strong></p>
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