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	<title>cicatrização | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Novo gel promete cicatrização em 20 segundos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2014 12:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O &#8220;band-aid do século XXI&#8221; pode ser um alívio para quem tem problemas de fechamento de cortes e machucados, muito comuns em diabéticos. Quem está com diabetes sabe: todo e qualquer cortinho necessita de atenção imediata. Isto porque, como é bem conhecido, o diabetes dificulta o processo natural de cicatrização. Com isto, os cortes, por &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O &#8220;band-aid do século XXI&#8221; pode ser um alívio para quem tem problemas de fechamento de cortes e machucados, muito comuns em diabéticos.</em><br />
<span id="more-8082"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8083" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/11/vetigel-diabetes.jpg" alt="vetigel diabetes" width="828" height="436" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/11/vetigel-diabetes.jpg 828w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/11/vetigel-diabetes-768x404.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/11/vetigel-diabetes-415x219.jpg 415w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quem está com diabetes sabe: todo e qualquer cortinho necessita de atenção imediata. Isto porque, como é bem conhecido, o diabetes dificulta o processo natural de <strong>cicatrização</strong>. Com isto, os cortes, por menores que sejam, ficam abertos por mais tempo, o que aumenta os riscos de <a title="Diabetes e Infecções Bacterianas" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-infeccoes-bacterianas/">infecções</a> e, em casos graves, pode levar ao sangramento excessivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Como fazer para que as feridas parem de sangrar mais rápido? Uma novidade vinda de uma pequena empresa nos EUA pode ser a solução. Trata-se do <strong>VetiGel</strong>, um gel feito de plantas que promete fechar qualquer corte, seja ele pequeno ou grande, superficial ou profundo, <strong>em no máximo 20 segundos</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>COMO FUNCIONA O “BAND-AID DO SÉCULO XXI”</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já existem no mercado algumas marcas de géis ou pomadas que auxiliam na <a title="Novidade duplica capacidade do corpo de curar feridas nos pés" href="http://www.diabeticool.com/novidade-duplica-capacidade-do-corpo-de-curar-feridas-nos-pes/">cicatrização</a>, acelerando o processo. Porém, nenhum deles age de maneira tão rápida quanto o VetiGel. Enquanto que a maioria dos medicamentos atuais fecha um machucado em cerca de 15 minutos, o novo gel é capaz de impedir os sangramentos em um tempo de 15 a 20 <strong>segundos</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O segredo, de acordo com a Suneris, empresa recém-criada e que fabrica o produto, é uma combinação específica de extratos de plantas. Os polímeros naturais trabalham junto às moléculas do organismos para acelerar a cicatrização.</p>
<figure id="attachment_8084" aria-describedby="caption-attachment-8084" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8084" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/11/cicatrizacao-vetigel-diabetes.jpg" alt="cicatrizacao vetigel diabetes" width="600" height="311" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/11/cicatrizacao-vetigel-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/11/cicatrizacao-vetigel-diabetes-415x215.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8084" class="wp-caption-text">Processo de fabricação do VetiGel: um gel espesso feito de plantas, formando uma barreira poderosa sobre os machucados.</figcaption></figure>
<p style="text-align: justify;">As entrar em contato com o sangue, os componentes do VetiGel imediatamente formam uma barreira que mantém uma pressão constante no local lesionado. Depois, estimulam a acumulação de plaquetas, células que formam uma barreira protetora. Por fim, o gel estimula a ligação de fibrina, uma proteína que fortalece a barreira protetora. Tudo isso ocorre em poucos segundos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por ser um produto natural, o gel pode ser eventualmente retirado com facilidade após endurecer ou então deixado onde está, pois é, aos poucos, reabsorvido pelo organismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>QUANDO O VETIGEL CHEGA ATÉ NÓS?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A novidade já está sendo testada em animais, com grande sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Os responsáveis pelo VetiGel afirmam que ainda vai demorar até que o medicamento chegue às prateleiras das farmácias, uma vez que testes com humanos ainda não foram iniciados.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem já demonstrou interesse pelo produto foi o Departamento de Defesa dos EUA, que pretende investir na companhia para testar, nos campos de batalha, a novidade farmacêutica.</p>
<p style="text-align: justify;">Torçamos para que o VetiGel chegue logo, também, para nos ajudar em outra frente de batalha: a luta contra <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">os efeitos do diabetes no nosso organismo</a>.</p>
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		<title>Quem tem diabete precisa ter cuidados especiais com a pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2014 13:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Acantose Nigricans]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[dermatites]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas. O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas.<span id="more-6925"></span></em></p>
<p>O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto status de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">epidemia</a>. No mundo todo, são 347 milhões de diabéticos, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui no Brasil, 7,4% da população sofre com a doença, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2012. São números elevados e preocupantes porque o diabete é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e a principal causa de cegueira e falência dos rins, por exemplo. Não menos importante é a relação entre o distúrbio e a amputação de membros, do qual ele é o maior responsável.</p>
<p>A relação se explica porque todas as células do corpo são afetadas pelo alto <a title="Comidas com alto índice glicêmico favorecem o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/comidas-com-alto-indice-glicemico-favorecem-o-diabetes/">índice glicêmico</a> do diabético, incluindo as da pele. Essas alterações fazem com que haja maior propensão a sofrer lesões e à incidência de doenças como infecções por fungos e bactérias na pele. Se não forem observados e tratados corretamente, esses problemas podem evoluir e resultar em amputação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que a pele do diabético é diferente?</p>
<p>Existem dois tipos de diabete. O tipo 1 é uma doença autoimune manifestada mais frequentemente entre crianças e adolescentes. Nela, a parte do pâncreas que produz insulina é atacada pelo próprio organismo e a pessoa precisa de doses diárias de insulina. O tipo 2, o mais comum na população, é uma doença crônica caracterizada pela resistência à ação da insulina e pela queda na sua produção. Os fatores de risco para o seu surgimento são obesidade, sedentarismo, herança genética, hipertensão, tabagismo, ovário policístico, e colesterol e triglicérides altos.</p>
<p>Nos dois casos, a ausência ou insuficiência de insulina faz com que a glicose não entre nas células e o açúcar fica de fora, sobrando na circulação. &#8220;A <a title="Insulina Lantus gratuita está com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/insulina-lantus-gratuita-esta-com-os-dias-contados/">insulina</a> é muito importante para a pele porque ajuda, por exemplo, no crescimento dos queracinócitos, as células da pele&#8221;, explica a dermatologista Flávia Ravelli, de São Paulo. Para a pele, essa alta taxa glicêmica, portanto, acarreta diversas consequências, como explicam, a seguir, Flávia e a endocrinologista Denise Reis Franco, de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais fina e menos elástica</p>
<p>Com o crescimento dos queracinócitos prejudicado, a pele perde espessura e elasticidade.</p>
<p>Cicatrização lenta</p>
<p>A glicemia alta provoca uma reação inflamatória nos vasos sanguíneos. &#8220;Enquanto nos vasos grandes a possível consequência dessa inflamação é a <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">doença cardiovascular</a>, no caso dos vasos pequenos, que nutrem a pele, ela prejudica a irrigação&#8221;, explica Denise. Assim, a cicatrização de lesões na pele é mais lenta.</p>
<p>Perda de sensibilidade</p>
<p>Os nervos, embebidos em glicose e sem irrigação sanguínea adequada, ficam mais macios e não funcionam perfeitamente. O efeito é a perda de parte da sensibilidade da pele, além de coceiras generalizadas e da sensação de agulhamento (como se a pele estivesse sendo espetada).</p>
<p>Infecções</p>
<p>&#8220;No diabético, o sistema imunológico não funciona corretamente, o que aumenta a chance de infecções&#8221;, diz Flávia. Elas podem ser causadas tanto por bactérias quanto por fungos, como é o caso das micoses e frieiras.</p>
<p>Acantose nigricans</p>
<p>Quando o organismo não consegue gerar insulina, paradoxalmente começa a produzir uma substância chamada fator de crescimento de insulina. Ela provoca a acantose nigricans, doença de pele na qual as regiões de dobras, como pescoço e axilas, ficam escurecidas.</p>
<p>Dermatites</p>
<p>A função de barreira para evitar a perda de água pelo organismo não funciona corretamente no diabético. O resultado é uma pele desidratada, propensa ao surgimento de dermatites.</p>
<p>Vitiligo</p>
<p>&#8220;Quem sofre de diabete tipo 1 tem mais chances de desenvolver outra doença autoimune&#8221;, afirma Denise. É o caso do vitiligo, doença de pele na qual o próprio organismo ataca as células de pigmentação da pele e causa manchas brancas pelo corpo.</p>
<p>Pé diabético</p>
<p>A pele do diabético, portanto, está mais propensa a sofrer lesões e infecções de todo tipo. A combinação desse fator com outro, a sensibilidade cutânea deficiente, pode culminar num problema gravíssimo: o <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a>. &#8220;Uma simples pedra no sapato pode machucar a pele e a pessoa não percebe porque tem pouca sensibilidade nas extremidades&#8221;, explica Flávia. &#8220;A lesão evolui para uma infecção e, como a pele não recebe irrigação suficiente para recuperar o tecido lesionado, a infecção vai avançando até atingir músculo, gordura e até os ossos&#8221;. Quando a situação chega a esse ponto, o pé precisa ser amputado para que a infecção não se espalhe pelo corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se prevenir</strong></p>
<p>Examine a pele</p>
<p>A principal medida de prevenção é examinar a pele, sobretudo dos pés, pela manhã e à noite. Procure por micoses entre os dedos, pequenas lesões e feridas pelo corpo e, se encontrá-las, vá ao médico assim que possível.</p>
<p>Hidrate-se</p>
<p>Beba bastante água e use hidratante para a pele todos os dias para evitar a desidratação. &#8220;Um bom ritual diário é lavar os pés com água e sabão, secar bem e espalhar hidratante hipoalergênico, sem cheiro e dermatologicamente testado. Com esse procedimento, o diabético já vai acabar fazendo a inspeção da pele&#8221;, sugere Flávia.</p>
<p>Cuide dos sapatos</p>
<p>Use calçados confortáveis, de preferência os produzidos especialmente para diabéticos. Antes de calçar, cheque cada um em busca pedrinhas ou qualquer alteração na palmilha que possa machucar a sola dos pés.</p>
<p>Procure um podólogo</p>
<p>Se possível, contrate um serviço especializado para cortar as unhas. Um simples corte ou &#8220;bife&#8221; arrancado durante o processo pode acarretar em infecção.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/saiba-quais-sao-cuidados-especiais-pele-quem-tem-diabete-precisa-ter-773817.shtml">M de Mulher</span></strong></p>
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		<title>Diabetes dificulta cicatrização das queimaduras em idosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2014 10:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Velhinhos correm mais riscos de se queimarem. O diabetes dificulta o processo natural de cura destas lesões. Veja o que você pode fazer para evitá-las. Poucas pessoas sabem, mas as queimaduras estão entre acidentes domésticos mais comuns. Porém, tornam-se ainda mais perigosos quando têm como vítimas os idosos. Embora não seja determinada uma conduta específica &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Velhinhos correm mais riscos de se queimarem. O diabetes dificulta o processo natural de cura destas lesões. Veja o que você pode fazer para evitá-las.</em><span id="more-6822"></span></p>
<p>Poucas pessoas sabem, mas as <a title="Maioria dos casos de amputação acontece por falta de cuidados com o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/maioria-dos-casos-de-amputacao-acontece-por-falta-de-cuidados-com-o-diabetes/">queimaduras</a> estão entre acidentes domésticos mais comuns. Porém, tornam-se ainda mais perigosos quando têm como vítimas os idosos. Embora não seja determinada uma conduta específica para pessoas mais velhas que passem por esse tipo de situação, pesquisas indicam que os idosos que sofrem queimaduras necessitam de cuidados especiais, já que seu <a title="Masturbação ajuda a prevenir diabetes, cistite e até câncer, dizem cientistas" href="http://www.diabeticool.com/masturbacao-ajuda-a-prevenir-diabetes-cistite-e-ate-cancer-dizem-cientistas/">sistema imunológico</a> e sensibilidade já não são mais os mesmos de um adulto saudável. Além disso, há o agravante de que doenças como diabetes dificultam ainda mais a cicatrização.</p>
<p>Segundo o neurologista Rodrigo Faleiro, normalmente as queimaduras ocorrem por motivos clínicos, comuns durante o processo de envelhecimento. “Isso porque os idosos enfrentam diminuição nos reflexos, artrose e problemas na visão, como cataratas, que contribuem para que a pessoas com mais idade tenham dificuldades ao manusear panelas e outros utensílios de cozinha. A diminuição da sensibilidade para as temperaturas também facilita para que o idoso se queime quando bebe ou come algo quente”, alerta o médico.</p>
<p>Por isso, o especialista alerta que, caso o idoso sofra uma queimadura de pequena extensão, é importante resfriar o local com água corrente. “Seque o local com um pano limpo e cubra o ferimento com compressas de gaze. Mantenha a região queimada mais elevada que o resto do corpo, para evitar inchaços. É fundamental também a ingestão de bastante água para hidratação. Não use nenhuma pomada ou produto doméstico na ferida. Em qualquer circunstância, chame o socorro”, destaca.</p>
<p>No entanto, Rodrigo Faleiro ressalta que, como a recuperação se torna mais difícil à medida que a idade do paciente avança, o mais importante é prevenir as queimaduras. “Para isso, evite deixar isqueiros, fósforos e materiais inflamáveis ao alcance do idoso, principalmente se ele tiver alguma deficiência motora. A água do chuveiro, assim como as bebidas e alimentos, deve estar em uma temperatura adequada, ou seja, morna e agradável. Evite também deixar o idoso manusear velas ou outros objetos que envolvam fogo ou substâncias explosivas e procure sempre desligar o gás da cozinha após utilizá-lo”, completa o neurologista.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,90994" target="_blank" rel="nofollow">JM Online</a></strong></p>
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		<title>Diabetes aumenta risco de problemas bucais, alertam dentistas</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-aumenta-risco-de-problemas-bucais-alertam-dentistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 11:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[dentes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[gengivite]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[infecção]]></category>
		<category><![CDATA[problemas bucais]]></category>
		<category><![CDATA[Rosileine Uliana]]></category>
		<category><![CDATA[Silvia Nunez]]></category>
		<category><![CDATA[xerostomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presença de gengivite, periodontite e outras infecções pioram o controle da glicemia. Mais do que garantir um sorriso bonito, cuidar da boca significa estar em dia com a saúde do corpo. No caso de portadores de diabetes, estes cuidados devem ser redobrados. Isso porque estes pacientes são mais suscetíveis à gengivite e periodontite. E o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Presença de gengivite, periodontite e outras infecções pioram o controle da glicemia.</em><span id="more-5970"></span></p>
<figure style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://img.r7.com/images/2013/11/29/13_49_16_157_file?dimensions=460x305" width="460" height="305" /><figcaption class="wp-caption-text">Outros problemas na boca de quem tem diabetes são xerostomia e a dificuldade de cicatrização. Reprodução/Rede Record.</figcaption></figure>
<p>Mais do que garantir um sorriso bonito, cuidar da boca significa estar em dia com a saúde do corpo. No caso de portadores de diabetes, estes cuidados devem ser redobrados. Isso porque estes pacientes são mais suscetíveis à gengivite e periodontite. E o contrário também é verdadeiro: a presença desta ou de qualquer outra <a title="O que é a SHHC?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-a-shhc/">infecção</a> piora o controle da <a title="Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil" href="http://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">glicemia</a>.</p>
<p>A periodontista Rosileine Uliana, da ABAH (Associação Brasileira de Halitose), avisa que o diabético descompensado tem três vezes mais chances de apresentar doença periodontal.</p>
<p>— A gengivite é uma das causas do mau hálito e, se não tratada adequadamente, pode dificultar o controle e cura do quadro.</p>
<p>Outros problemas comuns na boca de quem tem diabetes são a xerostomia (diminuição da produção de saliva) e a dificuldade de <a title="Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD" href="http://www.diabeticool.com/nao-controlada-diabetes-pode-causar-complicacoes-diz-sbd/">cicatrização</a>. A explicação de Rosileine é simples.</p>
<p>— A saliva age como um detergente bucal e sua falta aumenta a incidência de cárie, por isso mais uma vez reforço a importância da boa higiene bucal.</p>
<p>A dentista Silvia Nunez, da clínica Avelar, orienta procurar o dentista a cada seis meses e ensina as principais maneiras de prevenir as doenças bucais.</p>
<p>— É fundamental escovar os dentes após as refeições, com mais cuidado especialmente à noite, passar o fio dental e sempre se lembrar de escovar a língua. Além disso, a troca da escova de dente a cada três meses também é uma recomendação muito importante.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/saude/especial-saude-bucal/diabetes-aumenta-risco-de-problemas-bucais-alertam-dentistas-02122013" target="_blank" rel="nofollow">R7</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-aumenta-risco-de-problemas-bucais-alertam-dentistas/">Diabetes aumenta risco de problemas bucais, alertam dentistas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[conseqüências mais comuns do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiano Zaidan]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as consequências mais comuns do diabetes, a amputação é relatada por 91% dos entrevistados. Em seguida, aparecem a cegueira (89%) e problemas de circulação (79%). Essa é a principal causa de novos casos de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos e de pelo menos 50% das amputações de membros inferiores. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as <a title="Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa" href="http://www.diabeticool.com/brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa/">consequências mais comuns do diabetes</a>, a amputação é relatada por 91% dos entrevistados. Em seguida, aparecem a cegueira (89%) e problemas de circulação (79%). Essa é a principal causa de novos casos de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos e de pelo menos 50% das amputações de membros inferiores. O diabetes, por sua vez, aumenta de duas a quatro vezes o risco de um acidente vascular cerebral (AVC).</p>
<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, entre 2000 e 2010, o transtorno matou mais de 470 mil pessoas, fazendo com que o Brasil atingisse a quarta posição em número de casos no mundo. Atualmente, são mais de 13,4 milhões de pessoas com diabetes do tipo 2, especialmente pessoas obesas acima de 40 anos. Nesse tipo de diabetes, que corresponde a 90% dos casos, há insulina, porém a ação é dificultada pela obesidade.</p>
<p>Segundo o endocrinologista Fabiano Zaidan, o fator mais relevante é a <a title="Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu" href="http://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/">obesidade</a> e a alimentação inadequada predispõe o desenvolvimento da doença. Pessoas com histórico familiar de diabetes, que tenham uma vida sedentária, que já apresentem sobrepeso ou obesidade e mulheres que tenham tido diabetes na gestação fazem parte do grupo de risco. O endocrinologista ressalta que a doença costuma apresentar poucos sintomas, por isso muitos portadores desconhecem essa condição. Entre os sintomas mais comuns estão urinar excessivamente, muita sede, aumento do apetite, perda de peso, cansaço, vista embaçada e <a title="“Falta alcançarmos resultados definitivos”, diz Carlos Couri" href="http://www.diabeticool.com/falta-alcancarmos-resultados-definitivos-diz-carlos-couri/">infecções</a> frequentes.</p>
<p>Conforme informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o diabetes, causado principalmente pelo desequilíbrio na quantidade de insulina produzida pelo pâncreas, é uma doença que, por afetar a imunidade da pessoa, pode prejudicar o processo de cicatrização. Mesmo se o ferimento for pequeno e superficial, todo cuidado é pouco para evitar que ele se transforme em um foco infeccioso. Por isso, é fundamental evitar que as pequenas lesões ocorram e tomar cuidado com as atividades diárias. Fazer as unhas, mexer com fogo ou objetos cortantes, por exemplo, são tarefas que devem ser feitas com cautela. Caso algum imprevisto aconteça e seja seguido por ferimento leve, é preciso utilizar sprays antissépticos e pomadas antibacterianas para tratar o local. Se o ferimento for grave ou houver secreção e febre é necessário o acompanhamento médico.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,87271" target="_blank" rel="nofollow">JMOnline</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/nao-controlada-diabetes-pode-causar-complicacoes-diz-sbd/">Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Tratando o pé diabético com luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 20:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tratamento do Pé Diabético]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[circulação]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Anchieta]]></category>
		<category><![CDATA[João Paulo Tardivo]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[osteomielite]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Photomedicine and Laser Surgery]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera por pressão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro. Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via fototerapia, foi &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro.</em></p>
<p><span id="more-1807"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/?attachment_id=1808"></span></p>
<p>Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via <strong>fototerapia</strong>, foi defendido pelo pesquisador João Paulo Tardivo, que já havia publicado sobre a técnica no periódico <em>Photomedicine and Laser Surgery</em>, há três anos.</p>
<p>É extremamente comum que diabéticos tenham problemas nos pés. Por serem os nossos órgãos que mais entram em contacto com diversas superfícies (incluindo quinas de camas e mesas!), é muito fácil machucá-los. Some-se a isso os problemas de cicatrização e circulação do sangue decorrentes das altas taxas de glicemia e temos um quadro preocupante para os membros inferiores. Por isso, todos os bons centros de saúde realizam exames rotineiros nos pés dos diabéticos e alertam o paciente para a importância de se manter atento a qualquer machucado neles. A situação é tão comum que há cientistas que até mesmo <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">condenam o uso de sandálias</a>, por não protegerem de maneira adequada os pés!</p>
<p>Em casos graves de complicações do <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/"><strong>pé diabético</strong></a>, infelizmente as alternativas usuais de cura são cirurgias e amputações. A nova técnica, baseada na fototerapia, utiliza luz modulada em freqüências especiais, que ajuda na recuperação de tecidos e eliminação de microorganismos do local. A técnica é muito mais barata do que qualquer intervenção cirúrgica, além de preservar a qualidade de vida do paciente. De acordo com profissionais do hospital Anchieta, ela poderá ser utilizada inclusive em casos de osteomielite (quando uma infecção atinge o osso) e outras condições como ferimento ortopédico ou úlcera por pressão.</p>
<p>&#8220;Quando o paciente diabético chega, muitas vezes já tem indicação para ser amputado porque já se investiram vários recursos. Veja a importância de se oferecer uma alternativa&#8221;, afirma Tardivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Histórias de sucesso da técnica de fototerapia</strong></span></p>
<p>De acordo com o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>,</p>
<p>&#8220;Sandra Aparecida Martins, de 48 anos, teve sua diabete diagnosticada pelo pé. Quando foi ao médico tratar uma ferida no dedo do pé, que tinha evoluído de uma simples bolha, ele desconfiou que a paciente poderia ser diabética, o que foi confirmado pelo exame de glicemia.</p>
<p>Pela gravidade da ferida, Sandra foi imediatamente internada e a avaliação dos clínicos foi que seria necessário amputar o dedo afetado. &#8220;Comentei que era impossível, com a medicina tão avançada, não ter uma alternativa&#8221;, diz. Quando contaram a ela sobre a possibilidade de um tratamento experimental com fototerapia, ela viu uma nova esperança. &#8220;Depois de quatro meses de tratamento, meu dedo estava perfeito&#8221;, conta.</p>
<p>Ela acrescenta que é um tratamento demorado e exige disciplina, já que as sessões são feitas duas vezes por semana. &#8220;Todo o sacrifício vale a pena para evitara amputação&#8221;, diz. Agora, Sandra está de volta ao Centro porque machucou outro dedo ao esbarrá-lo no sofá. As sessões de fototerapia têm ajudado a prevenir nova ferida.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">Tratando o pé diabético com luz</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 17:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[Blood]]></category>
		<category><![CDATA[camundongos]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[efeito colateral]]></category>
		<category><![CDATA[endógeno]]></category>
		<category><![CDATA[ferida]]></category>
		<category><![CDATA[fígado]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[machucado]]></category>
		<category><![CDATA[periodontite]]></category>
		<category><![CDATA[plasminogênio]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Tor Ny]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Umeå]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.  Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.</em> <span id="more-712"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/machudao-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. Muitos dos aproximados 350 milhões de diabéticos no mundo desenvolvem úlceras nos pés, o que leva a amputações em 10-15 milhões de casos. Mesmo assim, ainda hoje, o tratamento primário para lesões em diabéticos consiste em aplicação de compressas e bandagens; não existe medicação efetiva conta a condição.</p>
<p>Ou, talvez, não <em>existia</em>. Pesquisadores de Universidade de Umeå, na Suécia, publicaram no periódico <em>Blood</em> o resultado de anos de pesquisas com uma proteína chamada de plasminogênio. Os dados são tão animadores que os cientistas, agora, esperam apenas um patrocínio para iniciar análises clínicas de um novo remédio para cicatrização, cujo princípio ativo já foi testado, com enorme sucesso, em camundongos.</p>
<h3>O segredo do plasminogênio</h3>
<p>O plasminogênio é uma proteína já bem conhecida pela Ciência, produzida pelo fígado e encontrada em todos os fluidos corporais. <span style="color: #334c80;">Os pesquisadores da Umeå foram capazes de reavaliar sua função e demonstrar que sua concentração aumenta dramaticamente dentro e ao redor de lesões, o que é um sinal importante para se iniciar a reação inflamatória necessária à cicatrização. Em diabéticos, esta concentração não aumenta tanto, o que parece ser a razão pela qual as feridas não saram. A fim de testar tal hipótese, os cientistas injetaram plasminogênio ao redor de machucados em camundongos e ratos diabéticos. O processo de cicatrização começou imediatamente, e as feridas eventualmente fecharam por completo.</span></p>
<h3>Nova medicação</h3>
<p>Uma linhagem celular produtora de plasminogênio em larga escala já foi desenvolvida em Umeå e os pesquisadores esperam apenas financiamento para que o desenvolvimento de uma nova medicação se inicie. As expectativas são altíssimas, uma vez que a proteína é endógena (produzida pelo organismo) e, por isso, não deve apresentar efeitos colaterais. A princípio, os cientistas concentram seus esforços nos machucados de diabéticos, porém o plasminogênio tem o potencial de auxiliar a cura de outras feridas (como perfurações da membrana timpânica e periodontite), além de ser efetivo na destruição de bactérias resistentes a antibióticos, devido às suas propriedades pró-inflamatórias.</p>
<p>&#8220;Hoje temos o conhecimento necessário para desenvolver um remédio&#8221;, garante, otimista, o professor Tor Ny, um dos autores do artigo. &#8220;O grosso da pesquisa pré-clínica já foi feito e nós temos tido reuniões com a Agência de Produtos Médicos (a &#8220;Anvisa&#8221; sueca) para discutir um programa para os testes clínicos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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