<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>bebês | Diabeticool</title>
	<atom:link href="https://www.diabeticool.com/tag/bebes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.diabeticool.com</link>
	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:05:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Bebês que nascem por cesariana têm mais chance de ter excesso de peso</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2014 00:46:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[cesariana]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[parto vaginal]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=7045</guid>

					<description><![CDATA[<p>Doenças como asma e diabetes tipo-1 também podem ser desenvolvidas mais facilmente por pessoas nascidas através do procedimento. As chances de estar acima do peso ou obeso são 26% maiores para os adultos que nasceram por cesariana do que os nascidos por parto normal, segundo estudo realizado pelo Imperial College de Londres. A descoberta é &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso/">Bebês que nascem por cesariana têm mais chance de ter excesso de peso</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Doenças como asma e diabetes tipo-1 também podem ser desenvolvidas mais facilmente por pessoas nascidas através do procedimento.<span id="more-7045"></span></em></p>
<p>As chances de estar acima do peso ou obeso são 26% maiores para os adultos que nasceram por <a title="Todas as vantagens do exercício físico na gravidez" href="http://www.diabeticool.com/todas-as-vantagens-do-exercicio-fisico-na-gravidez/">cesariana</a> do que os nascidos por parto normal, segundo estudo realizado pelo Imperial College de Londres. A descoberta é baseada em dados combinados de mais de 38.000 participantes.</p>
<p>Pesquisadores dizem que as mães que escolhem a cesariana devem estar cientes de que pode haver consequências a longo prazo para seus filhos.</p>
<p>Cerca de um em quatro nascimentos na Inglaterra são por cesariana, em torno de duas vezes mais que em 1990. Em alguns países, a taxa é muito maior, com 60% das mães na China e quase a metade no Brasil realizando o procedimento.</p>
<p>Pesquisas anteriores já sugeriam as chances de desenvolver outras patologias a longo prazo, como asma e <a title="Descoberta ligação entre a gripe e o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo-1</a>, também são maiores em crianças que nascem por cesariana.</p>
<p>O novo estudo, que inclui dados de 10 países, constatou que a média do IMC de adultos nascidos por cesariana é quase o dobro dos que vem ao mundo por parto vaginal.</p>
<p>— As cesarianas pode ocasionalmente salvar vidas. No entanto, precisamos entender os resultados a longo prazo, a fim de proporcionar o melhor conselho para as mulheres que estão considerando o procedimento— diz a autora Neena Modi.</p>
<p>— Há mecanismos plausíveis pelas quais a cesariana pode influenciar o peso corporal futuramente. Os tipos de bactérias saudáveis no intestino diferem em bebês nascidos por cesariana e parto normal. Além disso, a compressão do bebê durante o parto vaginal parece influenciar os <a title="Genes dos Neandertais deram pele resistente aos humanos modernos" href="http://www.diabeticool.com/genes-dos-neandertais-deram-pele-resistente-aos-humanos-modernos/">genes</a> serão ativados, e isso poderia ter um efeito a longo prazo sobre o metabolismo— afirma o colaborador Matthew Hyde.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2014/02/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso-na-idade-adulta-relata-estudo-4432069.html" target="_blank" rel="nofollow">Zero Hora</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso/">Bebês que nascem por cesariana têm mais chance de ter excesso de peso</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/bebes-que-nascem-por-cesariana-tem-mais-chance-de-ter-excesso-de-peso/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2014 20:11:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes neonatal]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[genes]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[MNX1]]></category>
		<category><![CDATA[NKX2-2]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Flanagan]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=6453</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa descobre que dois genes fundamentais à formação do pâncreas estão relacionados a esta forma raríssima de diabetes. Quando se fala de diabetes aparecendo logo cedo na vida, logo se pensa no diabetes tipo 1. Porém existe um outro tipo de diabetes, muito mais raro, que pode ser revelado logo após o nascimento. É &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/">Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa descobre que dois genes fundamentais à formação do pâncreas estão relacionados a esta forma raríssima de diabetes.</em></p>
<p><span id="more-6453"></span></p>
 O diabetes neonatal é a forma da doença que surge mais cedo na vida.
<p>Quando se fala de diabetes aparecendo logo cedo na vida, logo se pensa no diabetes tipo 1. Porém existe um outro tipo de diabetes, muito mais raro, que pode ser revelado logo após o nascimento. É o chamado <strong>diabetes neonatal</strong>. Cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, anunciaram esta semana que desvendaram novas causas genéticas para a doença metabólica, que afeta 1 a cada 100 mil bebês.</p>
<p>Enquanto o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> é causado por um &#8220;erro&#8221; no sistema imune, o qual passa a atacar as células produtoras de insulina do próprio corpo, o diabetes neonatal é caracterizado por mutações em genes que ocorrem durante o desenvolvimento do bebê.</p>
<p>A pesquisa, publicada esta semana na revista científica <em>Cell Metabolism</em>, descobriu dois genes afetados pelas mutações &#8211; o NKX2-2 e o MNX1. Ambos contêm informações essenciais à formação do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/">pâncreas</a>.</p>
<p>As mutações, que podem ocorrer de maneira completamente randômica durante a união do material genético do pai e da mãe da criança, impedem que o pâncreas se desenvolva corretamente, o que resultará em baixa produção de insulina. Com pouca insulina, a quantidade de açúcar no sangue do bebê dispara, caracterizando o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM POUCO DE CONTEXTO: A IMPORTÂNCIA DESTA PESQUISA NA PRÁTICA</strong></p>
<p>Os cientistas da Universidade de Exeter &#8211; referência mundial em diabetes neonatal &#8211; disseram que a descoberta destes novos genes trará pelo menos três vantagens. Além de ajudarem a tratar melhor quem está com diabetes neonatal, as informações poderão ser utilizadas para calcular os riscos de um casal gerar um filho com esta doença. Os dados também auxiliarão os médicos a explicar às famílias o porquê de seus filhos terem nascido com diabetes.</p>
<p>&#8220;O diabetes neonatal é diagnosticado quando uma criança tem menos de seis meses, e alguns destes pacientes possuem complicações adicionais como fraqueza muscular, dificuldade de aprendizado e <a title="AstraZeneca e Bristol-Myers Squibb retiram medicamento Forxiga® do mercado alemão" href="http://www.diabeticool.com/astrazeneca-e-bristol-myers-squibb-retiram-medicamento-forxiga-do-mercado-alemao/">epilepsia</a>&#8220;, conta a dra. Sarah Flanagan, principal autora do estudo.</p>
<p>&#8220;Nossa descoberta genética é crucial ao avanço do conhecimento de como as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>, produtoras de insulina, são formadas no pâncreas, o que possui implicações para pesquisas de manipulação de células-tronco, as quais podem, um dia, levar à cura&#8221;, disse a pesquisadora.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">FALANDO NISSO&#8230;LEIA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco</a></strong>&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
[poll id=&#8221;34&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/">Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como diminuir os riscos de diabetes tipo 1 em bebês?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/como-diminuir-os-riscos-de-diabetes-tipo-1-em-bebes/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/como-diminuir-os-riscos-de-diabetes-tipo-1-em-bebes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2013 20:44:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[células beta]]></category>
		<category><![CDATA[comidas sólidas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[mães]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=5895</guid>

					<description><![CDATA[<p>O momento no qual as mamães começam a dar alimentos sólidos aos filhos é determinante nas chances de diabetes tipo 1 das crianças. Qual a idade certa para começar a dar comida sólida para bebês? Muitos médicos e pediatras responderiam que é a partir dos seis meses de idade. Uma nova pesquisa, porém, indica que &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-diminuir-os-riscos-de-diabetes-tipo-1-em-bebes/">Como diminuir os riscos de diabetes tipo 1 em bebês?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O momento no qual as mamães começam a dar alimentos sólidos aos filhos é determinante nas chances de diabetes tipo 1 das crianças.</em><span id="more-5895"></span></p>
<p>Qual a idade certa para começar a dar comida sólida para bebês? Muitos médicos e pediatras responderiam que é a partir dos seis meses de idade. Uma nova pesquisa, porém, indica que esta não é a melhor resposta &#8211; e, mais do que isto, o estudo revela que errar a época certa de introduzir alimentos sólidos na dieta pode até <strong>triplicar as chances da criança desenvolver <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a></strong>.</p>
<p>A pesquisa foi realizada por cientistas da Universidade de Denver, nos EUA. Eles acompanharam mais de 1800 bebês com alta probabilidade de desenvolver diabetes tipo 1 &#8211; isto é, estes bebês tinham parentes próximos que eram diabéticos tipo 1 e/ou possuíam alterações genéticas que os predispunham à doença.</p>
<p><strong>Vale lembrar</strong>: o diabetes tipo 1 acontece quando o <a title="O que você precisa saber sobre a ‘whey protein’ e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-whey-protein-e-o-diabetes/">sistema imune</a> passa a atacar, erroneamente, as células produtoras de insulina do próprio organismo. Com isto, menos insulina é gerada e a quantidade de glicose no sangue aumenta, causando o diabetes. Este &#8220;auto-ataque&#8221; do sistema imune costuma acontecer já na infância, por isso o diabetes tipo 1 era até pouco tempo atrás conhecido como &#8220;diabetes juvenil&#8221;.</p>
<p>O trabalho científico concluiu que dar comidas sólidas aos filhos antes dos quatro meses duplicam as chances da criança desenvolver diabetes tipo 1. Outra conclusão foi que, se os alimentos sólidos forem dados após os seis meses, as chances de diabetes triplicam.</p>
<p>Considerou-se, na pesquisa, &#8220;alimento sólido&#8221; qualquer comida que não seja o leite materno (ou leite artificial), como por exemplo papinhas, purês e cereais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A LIÇÃO A SER TOMADA</strong></p>
<p>A doutora Jill Norris, uma das cientistas envolvidas no trabalho, disse em entrevista que, em termos básicos, sua pesquisa sugere que mães &#8220;não dêem comidas sólidas antes dos quatro meses de idade e, quando o bebê estiver pronto, [elas] devem introduzir os alimentos sólidos preferencialmente antes dos seis meses e enquanto ainda estiverem amamentando&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EXPLICAÇÕES</strong></p>
<p>Segundo Jill, um possível motivo pelo qual dar comidas sólidas antes dos quatro meses pode levar ao diabetes é que o sistema imune da criança ainda está muito imaturo nesta fase, e &#8220;erros&#8221; &#8211; como atacar as <a title="Gordura gera “caos” no corpo humano" href="http://www.diabeticool.com/gordura-gera-caos-no-corpo-humano/">células-beta</a>, produtoras de insulina &#8211; se tornariam mais comuns. Quanto às chances de diabetes triplicarem após os seis meses, a pesquisadora acredita que a falta de leite materno (além dos alimentos sólidos) na dieta do bebê pode ser uma das causas de problemas no sistema imune.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA NOTA DE CAUTELA</strong></p>
<p>A pesquisa, como mencionado acima, foi realizada apenas com bebês que possuíam chances mais altas que o comum de desenvolver diabetes tipo 1. Por isso, as conclusões não necessariamente se aplicam à população no geral. Ainda assim, os resultados corroboram os dados de diversos outros estudos que concluíram que a janela de 4-6 meses é o período ideal para começar a alimentar bebês com alimentos sólidos.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-diminuir-os-riscos-de-diabetes-tipo-1-em-bebes/">Como diminuir os riscos de diabetes tipo 1 em bebês?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/como-diminuir-os-riscos-de-diabetes-tipo-1-em-bebes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gravidez e o diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/gravidez-e-o-diabetes/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/gravidez-e-o-diabetes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 May 2013 22:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[engravidar]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[macrossomia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=4748</guid>

					<description><![CDATA[<p>Deseja engravidar e está com diabetes tipo 1 ou tipo 2? Acompanhe as dicas do Diabetes Sem Medo para cuidar bem do seu futuro bebê! Se você possui diabetes tipo 1 ou tipo 2 e está grávida ou planejando engravidar, você poderá aprender o que poderá fazer para ter um bebê saudável. Você também pode &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/gravidez-e-o-diabetes/">Gravidez e o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deseja engravidar e está com diabetes tipo 1 ou tipo 2? Acompanhe as dicas do Diabetes Sem Medo para cuidar bem do seu futuro bebê!</em></p>
<p><span id="more-4748"></span></p>
<p>Se você possui diabetes tipo 1 ou tipo 2 e está grávida ou planejando engravidar, você poderá aprender o que poderá fazer para ter um bebê saudável. Você também pode aprender como cuidar de você mesmo e do seu diabetes antes, durante e depois da sua gravidez.</p>
<p>Comece a discutir sobre isso com sua equipe de saúde antes de engravidar e faça uma revisão nos seus exames de hemoglobina glicada (HbA1c), coração, rins, nervos, olhos e pressão arterial. Marque uma consulta com sua nutricionista para revisar seu plano alimentar. Discuta com sua equipe de saúde como a gravidez afetará sua saúde a longo prazo.</p>
<p>Gravidez e maternidade são momentos de grande emoção, preocupação e mudança para qualquer mulher. Se você tem diabetes e está grávida, a gravidez é automaticamente considerada de alto risco, mas não significa que você terá problemas. Em vez disso, o alto risco significa que você precisa prestar atenção especial na sua saúde e fazer o seu acompanhamento com médicos especialistas com esta situação. Milhões de bebês com saúde perfeita nascem de gravidez de alto risco, sem afetar o bebê ou a mãe. A chave para o sucesso é uma atenção e cuidado especial.</p>
<p>A gravidez com o diabetes traz risco para você e para seu bebê. Bebês nascidos de mães com diabetes possuem maiores chances de nascerem com deficiência ou de ter morte fetal. Eles também podem nascer muito grandes, complicando o parto. Você pode evitar a maioria destes problemas alcançando níveis normais de glicose no sangue (glicemia) antes e durante a sua gravidez.</p>
<p>Na verdade, o controle da glicemia é muito importante nas 12 primeiras semanas da gestação, pois esta é o momento em que todos os principais órgãos do bebê são formados. Para ser seguro, você deve planejar alcançar os níveis de HbA1c dentro de 1% do normal antes de começar a tentar engravidar, menor que 6,1%.</p>
<p>Manter sua glicemia no seu alvo antes de engravidar e até o bebê nascer irá ajudar a manter você e seu bebê saudáveis de forma segura. Também irá reduzir suas chances de ter um bebê prematuro ou maior que o normal (macrossomia). O controle da glicemia nas primeiras semanas de gravidez irá reduzir o risco de defeitos congênitos no bebê.</p>
<p>Hoje, mais mulheres com diabetes são capazes de ter bebês saudáveis. Com planejamento e trabalho duro você também pode ter!</p>
<figure id="attachment_4749" aria-describedby="caption-attachment-4749" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes.jpg"><img class="size-full wp-image-4749" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-gravidez-e-diabetes-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4749" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gravidez-e-o-diabetes/">Gravidez e o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/gravidez-e-o-diabetes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A explosão do diabetes infantil</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 11:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[brancos]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[dança]]></category>
		<category><![CDATA[Dance for Health]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[enfermeira]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[Filadélfia]]></category>
		<category><![CDATA[hispânicos]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Terri Lipman]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Pensilvânia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=2875</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora que coleta dados de diabéticos há 30 anos revela uma alarmante tendência: o número de crianças diagnosticadas tem aumentado assustadoramente. Terri Lipman é uma profissional da saúde multifacetada: é enfermeira, professora da Escola de Enfermagem da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, e ainda trabalha no Hospital Infantil da cidade. Apesar das várias atividades, ela &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">A explosão do diabetes infantil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadora que coleta dados de diabéticos há 30 anos revela uma alarmante tendência: o número de crianças diagnosticadas tem aumentado assustadoramente.</em></p>
<p><span id="more-2875"></span></p>
<p>Terri Lipman é uma profissional da saúde multifacetada: é enfermeira, professora da Escola de Enfermagem da <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">Universidade da Pensilvânia</a>, nos EUA, e ainda trabalha no Hospital Infantil da cidade. Apesar das várias atividades, ela possui uma ligação especial e intensa com uma doença em particular: o diabetes. Além de já ter organizado diversos eventos públicos para a conscientização sobre a condição, Terri também cuida de pacientes diabéticos &#8211; em especial das crianças &#8211; e realiza pesquisas científicas. Um de seus trabalhos é manter um registro detalhado de crianças com diabetes em sua cidade, a Filadélfia. Foi analisando os dados dos últimos vinte anos deste relatório que a enfermeira chegou a uma alarmante conclusão: as taxas de diabetes nos pequenos crescem em ritmo acelerado, principalmente nos últimos anos.</p>
<p>Em 1985, a Organização Mundial da Saúde criou um projeto de escopo global para o monitoramento do diabetes. A idéia era estudar a distribuição da doença entre diferentes populações, de distintas condições sociais e econômicas. Mais de 150 centros foram criados em 70 países. Nos EUA, um destes centros foi organizado pela doutora Lipman. Ela começou a coletar dados de crianças diabéticas na Filadélfia, dividindo-as entre brancas, negras e hispânicas. Hoje, 28 anos depois, o centro de Terri é o único ainda ativo nos EUA. Com tantos anos de dados coletados à disposição, Terri Lipman pôs-se ao trabalho de estudá-los, observando as mudanças no surgimento do diabetes de trinta anos atrás até os dias de hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crescimento explosivo</strong></p>
<figure id="attachment_2876" aria-describedby="caption-attachment-2876" style="width: 140px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2876 " alt="A doutora Terri Lipman." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/terri-lipman-diabetes.jpg" width="140" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-2876" class="wp-caption-text">A doutora Terri Lipman.</figcaption></figure>
<p>A análise das informações do centro de monitoramento da doutora Lipman foi publicada na edição atual do periódico científico <em>Diabetes Care</em>. As principais &#8211; e preocupantes &#8211; conclusões são as de que a incidência de diabetes infantil (ou seja, diabetes tipo 1) cresceu 30% na cidade durante o período de 1985-2004 e que os índices de diabetes em crianças menores de cinco anos subiram 70%.</p>
<p>Os dados dão ainda mais peso às diversas pesquisas realizadas ao redor do planeta que demonstram que, a cada ano que passa, mais e mais crianças são diagnosticadas com o diabetes. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, há um crescimento anual de 3% no número de pessoas com menos de 14 anos que descobrem que têm a doença. Pode-se pensar que isto é um bom sinal, indício de que os serviços de saúde têm dado o diagnóstico mais cedo. Mas, de acordo com especialistas, o real motivo do crescimento é a <a title="Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe" href="http://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/">má alimentação das gestantes</a> e das crianças, somada à falta de exercícios físicos.</p>
<p>&#8220;A incidência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> nas crianças da Filadélfia aumentou, em média, 1.5 porcento por ano&#8221;, revelou Terri. &#8220;É importante notar, todavia, que a incidência manteve-se relativamente estável durante os quinze primeiros anos de medição e subiu de maneira marcante a partir dos anos 2000. Esta tendência de crescimento é mais uma evidência do aumento da incidência do diabetes nos EUA e ao redor do mundo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A questão étnica e a preocupação médica</strong></p>
<p>&#8220;Este crescimento mais rápido do diabetes tipo 1 em crianças menores de cinco anos requer atenção imediata&#8221;, disse Terri. &#8220;As crianças pequenas correm maiores riscos de morte por conta de diagnósticos mal feitos ou realizados tardiamente. O aumento rápido nos riscos de diabetes em crianças negras de 0 a 4 anos é particularmente preocupante, dadas as disparidades econômicas marcantes que foram identificadas nos tratamentos e nos resultados do diabetes nesta população.&#8221;</p>
<p>O relatório de Terri também traça um panorama interessante sobre a doença e as diferenças socio-genéticas das crianças. De acordo com a pesquisa, a incidência do diabetes tipo 1 em crianças hispânicas e brancas manteve-se historicamente estável, em torno de 14 diagnósticos por cada 100 mil crianças. Nos anos de 2000 a 2004, todavia, houve um aumento considerável de casos em ambos os grupos étnicos. <strong>O crescimento no número de crianças brancas com diabetes foi de 48%; dentre as hispânicas, o aumento chegou a 27%</strong>.</p>
<p><em>Nota: nos EUA, considera-se &#8220;branco&#8221; alguém de descendência européia ou de países americanos não-hispânicos; por isso, muitas crianças &#8220;hispânicas&#8221; seriam consideradas &#8220;brancas&#8221; pelo padrão brasileiro.</em></p>
<p>Os dados epidemiológicos de Terri também permitem aferir a prevalência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a> em jovens. A pesquisa mostrou que, pelo menos na Filadélfia, a incidência do diabetes tipo 2 é maior em mulheres e em jovens negros, e menor em jovens brancos não-hispânicos.</p>
<p>Uma criança com diabetes é muito mais provável de possuir o tipo 1 da doença (<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-e-diabetes/">veja as diferenças entre os dois tipos aqui</a>), fato corroborado pelas informações do projeto. As crianças negras mostram incidência quase duas vezes maior do diabetes tipo 1 do que do 2. Já entre crianças brancas, <strong>o tipo 1 é 18 vezes mais comum do que o tipo 2</strong>. Isto indica, segundo Lipman, que as crianças negras têm uma predisposição maior ao diabetes tipo 2 &#8211; todavia, afirma a doutora, isto não se trata de uma conclusão categórica, mas de uma hipótese baseada apenas em observações específicas daquela cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que fazer para diminuir o crescimento</strong></p>
<p>&#8220;Apesar de haver várias hipóteses relacionadas às causas do aumento no número de casos de diabetes tipo 1, nenhum fator de risco foi até agora confirmado&#8221;, garante a dra. Lipman. &#8220;É crítico que se mantenham as investigações sobre os fatores de risco que possam estar relacionados ao crescimento na incidência do diabetes tipo 1 no geral, e, principalmente, nas crianças pequenas.&#8221;</p>
<p>&#8220;O diabetes tipo 1 continua sendo o maior risco para as crianças da Filadélfia, um risco três vezes maior que o diabetes tipo 2&#8221;, enfatizou Terri. &#8220;Melhorar e manter a coleta de informações e as pesquisas científicas ajudarão a tornar mais claras as origens e a epidemiologia destas preocupantes tendências mundiais em diabetes pediátrico&#8221;, concluiu a doutora.</p>
<p>Ela está fazendo a sua parte no combate ao problema. Há dois anos, Terri lançou o programa &#8220;<em>Dance for Health</em>&#8220;, o qual incentiva os pequenos a praticarem <a title="Astros da NBA se unem a diabéticos em campanha" href="http://www.diabeticool.com/astros-da-nba-se-unem-a-diabeticos-em-campanha/">atividades físicas</a> através da <strong>dança</strong>. Espera-se que o esforço diminua os riscos de <a title="Calcule as chances de um bebê ser uma criança obesa" href="http://www.diabeticool.com/calcule-as-chances-de-um-bebe-ser-uma-crianca-obesa/">obesidade infantil</a> &#8211; um dos principais fatores de risco para o diabetes. Além disto, ela estimula os alunos de enfermagem da Universidade a realizar ações educativas nas comunidades locais, ensinando bons hábitos alimentares, falando sobre a importância de praticar exercícios e explicando como identificar os sintomas iniciais do diabetes.</p>
<p>Apesar das taxas alarmantes de diabetes, as crianças da Filadélfia podem dormir mais sossegadas, sabendo que terão boas chances de crescer saudáveis: elas estão muito bem amparadas pelos esforços da doutora Terri Lipman.</p>
 A dança é uma ótima e divertida maneira de livrar as crianças dos riscos do sendentarismo e da obesidade.The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">A explosão do diabetes infantil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Louisiana State University]]></category>
		<category><![CDATA[Melinda Sothern]]></category>
		<category><![CDATA[nicotina]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=160</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bebês dos anos 50 e 60 somente são adultos saudáveis hoje se suas mães fizeram exatamente o contrário do que seus médicos ensinaram Melinda Sothern, 55 anos, faz das tripas coração a fim de manter seus 58kg, possui um irmão diabético e uma irmã obesa. E tem uma teoria. A pesquisadora da Louisiana State University, &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/">Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bebês dos anos 50 e 60 somente são adultos saudáveis hoje se suas mães fizeram exatamente o contrário do que seus médicos ensinaram</em><br />
<span id="more-160"></span><br />
Melinda Sothern, 55 anos, faz das tripas coração a fim de manter seus 58kg, possui um irmão diabético e uma irmã obesa. E tem uma teoria. A pesquisadora da <em>Louisiana State University</em>, expert em nutrição e fitness, acredita ter encontrado os culpados pelos problemas de peso e saúde de sua família: os obstetras que acompanharam a gravidez da sua mãe.</p>
<p>Conforme avançam as pesquisas acerca do desenvolvimento fetal e as influências do ambiente uterino no metabolismo futuro do bebê, mais se prova que o que se considerava conduta comum na década de 50, aconselhada pelos médicos da época a toda gestante, era, na verdade, uma receita desastrosa para se ter adultos doentes e gordos. Tanto que os últimos trabalhos da doutora Sothern traçam paralelos entre estes idos tempos e a explosão da epidemia de obesidade nos EUA a partir da década de 80, justamente quando os bebês de sessenta anos atrás passavam para a idade adulta. “Foram os diabólicos anos 50. Uma receita perfeita para obesidade”, clama Melinda.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/Mae-gravida.jpg"></span> O estado de saúde das mães impacta significativamente o futuro de seus bebês
<p>A pesquisadora batizou sua teoria de “trindade da obesidade”. Nas décadas de 50 e 60, era usual indicar às mulheres que ganhassem quanto menos peso possível fosse durante a gravidez, de preferência cerca de 5kg. Fumar também não era mal visto pela comunidade acadêmica – a mãe de Melinda foi aconselhada pelo médico a fumar um maço de cigarros por dia, uma boa maneira de se perder peso, segundo ele. Para completar a tríade de péssimas idéias, amamentar naturalmente os filhos não estava em voga à época, sendo substituída pelos novíssimos leites engarrafados.</p>
<p>As conseqüências destas três ações foram catastróficas. A nutrição inadequada das gestantes pode ter programado seus bebês a compensarem os déficits energéticos durante a infância – o que resulta em riscos maiores de serem crianças &#8211; e adultos &#8211; obesos. A nicotina atrapalha mecanismos no corpo que controlam o apetite, taxa metabólica e acúmulo de gordura – grávidas fumantes, portanto, têm mais chances de ganhar prole acima do peso. Como se não pudesse piorar, bebês que são nutridos com alimentos artificiais são mais propensos a ser acima do peso. Fechando o véu de desgraça, amamentar naturalmente os filhos é um ótimo meio anticoncepcional; não realizar o ato propicia gestações próximas uma a outra, e é sabido que bebês nascidos em curto espaço de tempo após o irmão mais velho têm probabilidade maior de serem mal nutridos no útero e querer compensar durante a infância essa falta de comida.</p>
<p>A tríade maléfica facilita a aparição, portanto, de adultos obesos. Seus efeitos lúridos, perversamente, passam às gerações seguintes. Mães obesas usualmente parem bebês grandes, o que já é o começo de um futuro acima do peso. Além do mais, esses bebês são menos sensíveis a estímulos de saciedade e à insulina – o que já é o começo de um futuro diabético. Sem contar que gestantes diabéticas são mais susceptíveis a terem filhos também diabéticos. Não à toa houve a explosão de obesos e diabéticos nos anos 80, de acordo com Melinda.</p>
<p>Fugir da trindade é fácil. Felizmente, hoje em dia as indicações obstetrícias são muito mais sensatas. É fortemente indicado às mães que amamentem seus filhos pelo menos até os seis meses, e enfaticamente contra-indicado o fumo, tanto ativo quanto passivo. As crianças devem ser estimuladas desde cedo a seguirem uma dieta regrada e a praticarem atividades físicas. Além disso, “mulheres significativamente acima do peso não devem ter bebês. Mulheres devem ser fisicamente ativas e ter uma dieta saudável por pelo menos um ano antes de engravidarem”, aconselha  Sothern. “Eu acho que podemos “desprogramar” (a trindade da obesidade), mas devemos ser bastante agressivos quanto a isso”.</p>
<p>Mais detalhes sobre a doutora Melinda Sothern, suas pesquisas, teorias e conclusões podem ser encontrados <span class="removed_link" title="http://www.latimes.com/health/la-he-obesity-causes-20111219,0,3527554,full.story">nesta matéria</span> (em inglês).</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2019" target="_blank" rel="noopener">zole4/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/">Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
