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	<title>adiponectina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>AdipoRon, a esperança de novo tratamento oral para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2013 21:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho! POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL &#160; O tratamento e controle do diabetes tipo II consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores conseguiram controlar a glicemia de camundongos com nova substância, absorvida pelo estômago. Novo tratamento oral para diabetes pode estar a caminho!</em></p>
<p><span id="more-5638"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>POR RICARDO SCHINAIDER DE AGUIAR, ESPECIAL PARA O DIABETICOOL<br />
</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O tratamento e controle do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo II</a> consiste, normalmente, de uma dieta adequada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, medicamentos para regular a glicemia. Na busca por novos remédios para o diabetes, cientistas japoneses desenvolveram e testaram uma nova substância, chamada <strong>AdipoRon</strong>. O estudo, realizado pela Universidade de Tóquio e publicado na revista <i>Nature</i>, mostrou que o AdipoRon é capaz de melhorar o controle glicêmico, principalmente em casos de obesidade, e pode ser administrado oralmente.</p>
<p>Um dos fatores que podem levar ao diabetes tipo II é a <a title="A cabeça do brasileiro quando o assunto é diabetes" href="http://www.diabeticool.com/a-cabeca-do-brasileiro-quando-o-assunto-e-diabetes/">obesidade</a>. Pesquisas anteriores já haviam mostrado que pessoas obesas têm níveis menores de adiponectina, um hormônio regulador de glicose e que aumenta a eficácia da insulina. <strong>O AdipoRon imita os efeitos da adiponectina, mas possui uma grande vantagem</strong>: ao contrário do hormônio natural, ele consegue atravessar o estômago e o intestino e chegar à corrente sanguínea com sua função intacta. O composto, portanto, poderia ser utilizado para desenvolver mais uma forma de tratamento oral para o diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PESQUISA<br />
</strong></p>
<p>Para testar a eficácia do AdipoRon, os pesquisadores alimentaram ratos com uma dieta rica em gorduras, tornando os animais obesos e diabéticos. Eles foram divididos em dois grupos: um que tomaria o remédio e outro que não. Depois de quatro meses, <strong>a taxa de sobrevivência dos ratos que não tomaram AdipoRon foi de 30%, enquanto a dos que tomaram a substância foi de 70%</strong>. Para comparação, ratos com uma dieta balanceada normalmente possuem uma taxa de sobrevivência de 95% para esse mesmo período.</p>
<p>“Nossos resultados mostraram que os ratos que tomaram AdipoRon sobreviveram por mais tempo, apesar de continuarem obesos e não terem perdido peso”, diz Toshimasa Yamauchi, membro da equipe que realizou o estudo. “Pretendemos iniciar testes clínicos em humanos nos próximos anos”.</p>
<figure id="attachment_5639" aria-describedby="caption-attachment-5639" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-5639 " alt="Yuji Matsuzawa diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg" width="200" height="200" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes.jpg 200w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/Yuji-Matsuzawa-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-5639" class="wp-caption-text">Yuji Matsuzawa, o cientista que descobriu a adiponectina, elogiou a descoberta.</figcaption></figure>
<p>Além disso, segundo os pesquisadores, muitos diabéticos do tipo II não conseguem seguir os conselhos médicos que recomendam <a title="História inspiradora: mulher perde 40kg em 18 meses e reverte o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/historia-inspiradora-mulher-perde-40kg-em-18-meses-e-reverte-o-diabetes/">exercícios físicos</a> regulares e uma dieta saudável. “As oportunidades para realizar atividades físicas foram drasticamente reduzidas em nossa sociedade atual”, disseram eles. “<strong>Seguir uma dieta não é fácil nem para pessoas saudáveis, obesas ou não, diabéticas ou não</strong>”. O novo remédio, ainda de acordo com eles, poderia ser uma boa solução para essas pessoas.</p>
<p>Yuji Matsuzawa, um dos pesquisadores responsáveis pelo descobrimento da adiponectina em seres humanos em 1995, comentou que os resultados da equipe de Yamauchi representaram um grande progresso no estudo do hormônio. Segundo ele, ainda há outras formas de se pensar em tratamentos para diabéticos envolvendo a substância. “Mais pesquisas precisam ser feitas com a adiponectina”, diz Matsuzawa. “Uma possibilidade é tentar aumentar a produção desse hormônio pelo próprio organismo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2013 11:00:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Substância poderia ser um &#8216;composto líder&#8217; em um possível tratamento oral. Pesquisadores ainda vão realizar testes clínicos. Cientistas do Japão anunciaram nesta quinta-feira (31) que estão mais próximos de encontrar um tratamento via oral para a diabetes. Pesquisadores da Universidade de Tóquio informaram que criaram um composto que ajuda o organismo a controlar a glicose &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Substância poderia ser um &#8216;composto líder&#8217; em um possível tratamento oral. Pesquisadores ainda vão realizar testes clínicos.</em></p>
<p><span id="more-5558"></span></p>
<p>Cientistas do Japão anunciaram nesta quinta-feira (31) que estão mais próximos de encontrar um tratamento via oral para a diabetes. Pesquisadores da Universidade de Tóquio informaram que criaram um composto que ajuda o organismo a controlar a <a title="Alimentação correta é tão eficiente quanto tomar remédio" href="http://www.diabeticool.com/alimentacao-correta-e-tao-eficiente-quanto-tomar-remedio/">glicose na corrente sanguínea</a>.</p>
<p>A glicose é um combustível vital para o funcionamento de todos os órgãos do corpo, mas uma quantidade excessiva é nociva. Em algumas pessoas, esse excesso desenvolve a diabetes tipo 2, um mal que pode causar enfermidades, derrames cerebrais e <a title="Quanto custa ser diabético?" href="http://www.diabeticool.com/quanto-custa-ser-diabetico/">problemas renais</a>.</p>
<p>Os médicos afirmam que os casos de diabetes tipo 2 têm crescido consideravelmente nas últimas décadas, fato atribuído, principalmente, ao aumento de pessoas obesas.</p>
<p>O estudo, publicado na revista &#8220;Nature&#8221;, mostra que as pessoas obesas têm níveis mais baixos de <a title="A polêmica do óleo de peixe" href="http://www.diabeticool.com/a-polemica-do-oleo-de-peixe/">adiponectina</a>, um hormônio que regula a glicose e incrementa a eficácia da insulina. Os cientistas japoneses desenvolveram um componente chamado AdipoRon, que imita os efeitos desse hormônio e sobrevive sem modificações durante o processo digestivo.</p>
<p>De acordo com Toshimasa Yamauchi, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Tóquio, AdipoRon poderia ser um “composto líder” em um possível tratamento oral para a diabetes. “Nosso objetivo é realizar ensaios clínicos dentro de alguns anos”, disse ele à agência de notícias France Presse.</p>
<p>A diabetes é uma doença que atinge cerca de 347 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde. Se bem controlada, ela não prejudica a qualidade de vida do paciente; porém, se não houver o controle adequado, o diabético pode ter riscos de problemas na visão, nos pés e também nos rins, nervos e coração.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2013/10/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2.html" target="_blank" rel="nofollow">Bem Estar / G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cientistas-do-japao-desenvolvem-tratamento-oral-contra-diabetes-tipo-2/">Cientistas do Japão desenvolvem tratamento oral contra diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A polêmica do óleo de peixe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jun 2013 18:30:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Afinal de contas, vale ou não vale a pena ingerir ômega-3 para melhorar a saúde e ajudar a controlar o diabetes? Veja aqui o que dizem as últimas novidades da Ciência. OBS: Há muito tempo se acredita que o óleo de peixe &#8211; mais especificamente uma molécula conhecida como ômega-3 &#8211; traz diversos benefícios à &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Afinal de contas, vale ou não vale a pena ingerir ômega-3 para melhorar a saúde e ajudar a controlar o diabetes? Veja aqui o que dizem as últimas novidades da Ciência.</em></p>
<p><span id="more-4834"></span></p>
<p><em>OBS: Há muito tempo se acredita que o óleo de peixe &#8211; mais especificamente uma molécula conhecida como ômega-3 &#8211; traz diversos benefícios à saúde e tem o poder de controlar o diabetes. <a href="http://www.diabeticool.com/olhando-de-perto-o-oleo-de-peixe/">No dia 18.06.2012, o <strong>Diabeticool</strong> publicou uma matéria </a>que relatava que os propagandeados efeitos positivos do ômega-3 no coração não eram lá tão poderosos assim. Todavia, a Ciência também evolui. Novos estudos foram feitos, desta vez focando na atuação direta do ômega-3 no controle da glicemia. <strong>Ricardo Schinaider de Aguiar</strong> nos conta, a seguir, as empolgantes descobertas!</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p>A ingestão de <strong>ômega-3</strong>, tipo de gordura encontrada principalmente em <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">peixes</a>, pode ser uma boa maneira para se prevenir o diabetes. A conclusão é de um estudo realizado por pesquisadores de Harvard, que mostrou a relação do ômega-3 com um importante hormônio associado à regulação da glicemia, chamado de <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/"><strong>adiponectina</strong></a>. A pesquisa foi a primeira que observou essa relação em humanos.</p>
<p>A adiponectina é produzida por nosso próprio corpo e está envolvida com o metabolismo de gorduras e com a regulação dos níveis de glicose no sangue. Esse hormônio está reduzido em pessoas diabéticas e já foi comprovada sua relação não apenas com o diabetes tipo 2, mas também com a obesidade, <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/sindrome-metabolica/">Síndrome Metabólica</a> e aterosclerose (entupimento de veias e artérias). Segundo esse novo estudo, o ômega-3 pode aumentar os níveis de adiponectina, ajudando na prevenção do diabetes e de doenças cardiovasculares.</p>
<p>Os testes clínicos foram realizados com mais de 1300 pessoas. Dentre elas, 682 foram tratadas com suplementos de ômega-3, enquanto outras 641 receberam apenas placebos. Após 8 semanas, os níveis de adiponectina no sangue daqueles que receberam o ômega-3 aumentaram, em média, 0,37 mg/mL.  “Baseado na associação observada entre adiponectina e <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, um aumento em 0,37 mg/mL de adiponectina poderia corresponder a uma chance 3% menor de desenvolvimento de diabetes”, diz Jason Wu, primeiro autor do estudo. “Nossos resultados indicam, portanto, que a ingestão de ômega-3 pode ser benéfica no controle da glicemia e no metabolismo de gorduras”.</p>
<p>O ômega-3 não é produzido por nosso organismo, o que significa que precisamos ingeri-lo em nossa dieta. As principais fontes naturais são os peixes, especialmente as sardinhas e os salmões, e ele é comercializado também em forma de cápsulas de suplementos alimentares. Antes de comprar suplementos alimentares, porém, é sempre importante a consulta com um médico ou nutricionista.</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-polemica-do-oleo-de-peixe/">A polêmica do óleo de peixe</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Nova maneira de fazer dieta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Nov 2012 22:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa. Muçulmanos de todo o mundo costumam fazer jejum durante o Ramadã, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comer carboidratos apenas durante o jantar pode beneficiar pessoas que lutam contra a balança, além de diminuir os casos de diabetes e doenças cardiovasculares, de acordo com nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-1935"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/comendo-massa-diabetes/"></span>Muçulmanos de todo o mundo costumam <a title="O perigoso jejum do Ramadan" href="http://www.diabeticool.com/o-perigoso-jejum-do-ramadan/">fazer jejum durante o Ramadã</a>, o nono mês do calendário islâmico. A prática consiste em evitar comer durante o dia e ingerir alimentos ricos em carboidratos à noite. Cientistas israelenses resolveram estudar o que acontecia com o corpo humano durante este jejum prolongado e descobriram algo intrigante: o comportamento do hormônio <strong>leptina</strong> se alterava profundamente. Sabendo que a leptina é considerada o hormônio da saciedade, os pesquisadores decidiram testar uma nova maneira de se fazer dieta. Os resultados podem mudar a maneira como pensamos sobre perder peso.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>A pesquisa foi conduzida por Sigal Sofer e Zecharia Madar, da Universidade Hebraica, em Jerusalém. Zecharia, professor emérito da Universidade e atual cientista-chefe do Ministério da Educação israelense,disse que &#8220;<strong>as descobertas lançam as bases para uma dieta mais apropriada àquelas pessoas que têm dificuldade em manter um regime durante muito tempo</strong>&#8220;. &#8220;O próximo passo é entender os mecanismos que levaram aos resultados obtidos&#8221;, afirmou.</p>
<p>E que resultados foram estes? A pesquisa acompanhou durante 6 meses mais de 60 policiais. Metade deles foi orientada a comer uma dieta-padrão para perder peso (na qual o consumo de carboidratos era constante ao longo do dia), enquanto a outra metade recebeu a dieta experimental (na qual só havia <a title="Pequeno Guia de Comidas Enganosas" href="http://www.diabeticool.com/pequeno-guia-de-comidas-enganosas/">carboidratos </a>na janta). Após os seis meses,<strong> o grupo na dieta experimental apresentou menores índices de fome, melhores medições de peso, circunferência abdominal e gordura corporal, melhores leituras bioquímicas (açúcar e lipídios no sangue) e, também, respostas melhores à <a title="O que acontece no cérebro quando se come em excesso" href="http://www.diabeticool.com/o-que-acontece-no-cerebro-quando-se-come-em-excesso/">inflamação</a>.</strong></p>
<p>Se estes resultados já parecem ótimos, <strong>as melhores notícias vêm agora</strong>. Sofer e Madar estudaram com atenção as mudanças que ocorreram nas taxas de secreção de três hormônios ao longo dos seis meses. Resumimos os resultados abaixo:</p>
<p><span style="color: #ff9900;"><strong>Leptina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da saciedade&#8221; &#8211; isto é, quando se encontra em altas taxas no sangue, a pessoa sente menos fome. Normalmente, suas taxas são baixas ao longo do dia (= fome!) e altas durante a noite (= saciedade). Os policiais na dieta experimental mostraram taxas progressivamente mais altas de leptina ao longo do dia, com picos no final da tarde (ou seja, sentiram-se com menos fome ao longo de todo o dia).</p>
<p><span style="color: #008000;"><strong>Grelina</strong></span>: é o &#8220;hormônio da fome&#8221; &#8211; isto é, quanto mais grelina, mais fome se sente. Normalmente, como dá para imaginar, suas taxas são altas durante o dia e baixas à noite. Os voluntários da pesquisa tiveram secreção de grelina baixa durante todo o dia, mostrando picos apenas à noite &#8211; justamente quando poderiam se alimentar com carboidratos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Adiponectina</strong></span>: é considerada a ligação entre diabetes, <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">obesidade </a>e a<a title="Fomos feitos para dormir bem" href="http://www.diabeticool.com/fomos-feitos-para-dormir-bem/"> síndrome metabólica</a>. Em pessoas obesas, a secreção deste hormônio é baixa durante todo o dia. Nos participantes do estudo, a adiponectina for secretada em taxas elevadas ao longo do dia inteiro.</p>
<p>Ou seja, além ser ótima para a saúde no geral, a dieta rica em carboidratos à noite ainda modulou de maneira positiva a secreção de hormônios que, quando desregulados, podem levar à obesidade, diabetes e <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a>. Comer pães e massas na janta nunca pareceu tão saboroso!</p>
<p><em>Aproveite e veja a nossa receita especial de <a href="http://www.diabeticool.com/receita-leve-para-diabeticos-club-sandwich-de-peru/">Club Sandwich de Peru</a>, uma ótima pedida na hora do jantar!</em></p>
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