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	<title>Mães &amp; Filhos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:03 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mães devem ficar longe do álcool desde o início da gravidez!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 16:39:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa indica que o consumo de álcool nos primeiros momentos da formação dos embriões pode aumentar os riscos de diabetes tipo 2 no futuro do bebê. Cada vez mais, a Ciência mostra que as causas do diabetes tipo 2 são mais variadas do que pensávamos. A novidade é que o consumo de álcool durante &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa indica que o consumo de álcool nos primeiros momentos da formação dos embriões pode aumentar os riscos de diabetes tipo 2 no futuro do bebê.</em><br />
<span id="more-8868"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8870" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/gravidez-alcool-diabetes-tipo-2.jpg" alt="gravidez alcool diabetes tipo 2" width="912" height="500" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/gravidez-alcool-diabetes-tipo-2.jpg 912w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/gravidez-alcool-diabetes-tipo-2-768x421.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/gravidez-alcool-diabetes-tipo-2-415x228.jpg 415w" sizes="(max-width: 912px) 100vw, 912px" /></p>
<p>Cada vez mais, a Ciência mostra que as <strong><a href="http://www.diabeticool.com/causa-do-diabetes-e-o-contrario-do-que-pensamos-diz-nobel/">causas do diabetes tipo 2</a></strong> são mais variadas do que pensávamos.</p>
<p>A novidade é que o <strong>consumo de álcool durante os primeiros estágios da gravidez</strong> pode ser um dos motivos por trás do diabetes no futuro do bebê.</p>
<p>A notícia é resultado de pesquisas realizadas na Universidade de Queensland, na Inglaterra, e publicadas no <em>The Journal of the Federation of American Societies for Experimental Biology</em> na última semana.</p>
[button link=&#8221;http://www.diabeticool.com/quem-tem-diabetes-pode-tomar-cerveja/&#8221; color=&#8221;#5cb85c&#8221;]Quem tem diabetes pode tomar cerveja?[/button]
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #008ec8;"><strong>A RELAÇÃO ENTRE ÁLCOOL, GRAVIDEZ E DIABETES TIPO 2</strong></span></h3>
<p>“Os fatores de risco tradicionais [<em>para o diabetes tipo 2</em>] são a <strong>má alimentação</strong> e <strong>falta de exercícios físicos</strong>&#8220;, explicou Karen Moritz, cientista da Escola de Ciências Biomédicas de Queensland e uma das autoras do trabalho.</p>
<figure id="attachment_8876" aria-describedby="caption-attachment-8876" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-8876" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/cientista-karen-moritz-diabetes-alcool.jpg" alt="cientista karen moritz diabetes alcool" width="400" height="245" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/cientista-karen-moritz-diabetes-alcool.jpg 420w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/cientista-karen-moritz-diabetes-alcool-392x240.jpg 392w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-8876" class="wp-caption-text">A cientista Karen Moritz, autora do estudo &#8211; Universidade de Queensland</figcaption></figure>
<p>&#8220;Mas nossa pesquisa mostrou que a exposição ao álcool no começo da gravidez gera um risco similar [de diabetes] a seguir uma dieta rica em gorduras na maior parte da vida”, revelou a pesquisadora.</p>
<p>A pesquisa foi realizada com ratas grávidas, que receberam alimento misturado a álcool durante os estágios iniciais da concepção. A quantidade de álcool foi o equivalente a 5 doses “humanas”. Os ratinhos resultantes deste experimento foram acompanhados ao longo da vida, para que os cientistas observassem mudanças no funcionamento do corpo.</p>
<p>De acordo com os resultados, o consumo de álcool pelas mães aumentou os riscos dos filhos se tornarem obesos e diabéticos tipo 2 no futuro. Os cientistas acreditam que o álcool alterou a <a href="http://www.diabeticool.com/a-incrivel-historia-genetica-do-diabetes-americano/"><strong>programação dos genes</strong> </a>dos embriões em desenvolvimento, e esta alteração aumentou as chances das doenças aparecerem no decorrer da vida.</p>
[button link=&#8221;http://www.diabeticool.com/por-que-ficar-bebado-aumenta-os-riscos-de-diabetes/&#8221; color=&#8221;#5cb85c&#8221;]Por que ficar bêbado aumenta os riscos de diabetes?[/button]
<p>&nbsp;</p>
<h3 style="text-align: center;"><span style="color: #008ec8;"><strong>A IMPORTÂNCIA DAS MÃES FICAREM LONGE DO ÁLCOOL</strong></span></h3>
[pullquote]Segundo várias entidades médicas, não há uma quantidade segura de álcool que uma grávida possa beber. A orientação é manter-se 100% longe da bebida, pelo bem do neném![/pullquote]
<p>A maior parte das mães – mesmo aquelas que adoram beber! – para com o hábito de consumir álcool assim que descobre a gravidez. E isto é corretíssimo: o consumo de bebidas alcoólicas é comprovadamente prejudicial à formação do bebê. Mas o que o estudo da dra. Karen e colegas sugere é que os efeitos negativos podem ser gerados <strong>desde muito cedo na gestação</strong> (fase da implantação), tão cedo que muitas mães podem nem ter sentido qualquer mudança no corpo. Sem saber que estão grávidas, elas continuam bebendo.</p>
<p>O que fazer, então, para diminuir os riscos para os bebês? A sugestão do grupo de pesquisas é tentar remediar a situação através de medicamentos.</p>
<p>“Uma possibilidade é dar algum tipo de nutriente à mãe, mesmo nos estágios mais avançados da gravidez, para ver se as mudanças causadas pelo álcool podem ser prevenidas, a ao mesmo tempo diminuir a possibilidade de surgirem doenças no futuro”, disse Karin em entrevista à mídia australiana.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #008ec8;"><strong>Agradecimentos a Mainara Barbieri e Marilia Justino pela terminologia embriológica.</strong></span></p>
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		<title>Animais de Estimação: uma ajuda a mais no controle da glicemia</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/animais-de-estimacao-uma-ajuda-a-mais-no-controle-da-glicemia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 19:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[animais de estimação]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[pets]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que adolescentes com diabetes controlam melhor a glicemia (e têm até valores menores de hemoglobina glicada!) quando cuidam de animais de estimação. A adolescência é um dos períodos mais complicados da vida. Hormônios, desejos, experiências e responsabilidades competem na mente do jovem pela formação do novo adulto. Este caminho é repleto de percalços e &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/animais-de-estimacao-uma-ajuda-a-mais-no-controle-da-glicemia/">Animais de Estimação: uma ajuda a mais no controle da glicemia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Pesquisa mostra que adolescentes com diabetes controlam melhor a glicemia (e têm até valores menores de hemoglobina glicada!) quando cuidam de animais de estimação.</em><br />
<span id="more-8799"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span> adolescência é um dos períodos mais complicados da vida. Hormônios, desejos, experiências e responsabilidades competem na mente do jovem pela formação do novo adulto. Este caminho é repleto de percalços e chateações &#8211; tanto para o adolescente quanto para seus pais, que enfrentam crises terríveis de humor e têm de aprender a lidar com a &#8220;nova versão&#8221; dos filhos!</p>
[pullquote]“Meu filho nem percebia que estava conversando mais sobre seu diabetes e estava medindo a glicemia com maior freqüência”[/pullquote]
<p>Se os adolescentes já são notoriamente conhecidos pela rebeldia, o que dizer de <a href="http://www.diabeticool.com/devo-deixar-meu-filho-adolescente-ir-ao-medico-sozinho/">jovens que passam pela adolescência juntamente com o diabetes</a>? Isto é, como fica a rebeldia natural da idade em vista de uma condição de saúde que exige cuidados diários e muito autocontrole?</p>
<p><strong>No geral, jovens costumam cuidar mal do diabetes</strong>. Não medem a glicemia tantas vezes quanto deveriam, prestam menos atenção ao que comem e chegam até a esquecer de aplicar insulina nos momentos certos. Isto está relacionado à vontade de ser independente, livre, inclusive em relação à doença.</p>
<p>Porém, não dá para escapar: é preciso tratar, gostando ou não, do diabetes diariamente. Como convencer os jovens a fazer isto? Como fazê-los entender a importância de cuidar bem da saúde? Uma resposta pode estar dentro de um aquário&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e0eff5; padding: 10px;">
<p style="text-align: center;"><span style="color: #003366;"><em>Uma rara visão do ponto de vista de adolescentes com diabetes tipo 1 pode ser vista <strong><a style="color: #003366;" href="http://www.diabeticool.com/incriveis-fotos-mostram-como-e-para-um-jovem-viver-com-o-diabetes-tipo-1/">nesta reportagem especial</a></strong>, sobre uma série de fotografias tiradas por jovens e que mostram como é conviver, todos os dias, com o diabetes.</em></span></p>
</div>
<p>Pesquisa realizada por cientistas do Centro Médico da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, mostrou que <strong>cuidar de um bichinho de estimação</strong> &#8211; no caso do experimento, um peixe beta &#8211; ajuda os jovens a diminuir a glicemia, aumentar o número de medições e até mesmo a conseguir valores melhores de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>UMA BOA ESTRATÉGIA PARA MELHORAR OS CUIDADOS DOS JOVENS COM A SAÚDE</strong></h3>
<p>“Adolescentes são um dos grupos de pacientes mais difíceis de tratar, principalmente por causa dos vários fatores psicossociais associados a esta fase da vida”, contou a doutora Olga Gupta, co-autora do estudo e professora de Medicina e Pediatria na UT Southwestern.</p>
<p>“Nós aprendemos que instruir as famílias a associar cuidados com um peixinho aos cuidados com a saúde do diabético pode melhorar significativamente os níveis de hemoglobina glicada”, disse Olga. O estudo foi publicado no periódico científico <em>Diabetes Educator</em>.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">O que motivou os cientistas a dar um peixinho aos jovens?</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">O que motivou os cientistas a dar um peixinho aos jovens?</span></h4><div class="toggle-content"><p>A idéia da pesquisa foi simples: será que induzir um jovem a cuidar de um animal o &#8220;desperta&#8221; para o fato de que todos nós precisamos de cuidados?</p>
<p>Isto é, será que o adolescente &#8220;se toca&#8221; de que não fazer as medições de glicemia e não tomar remédio na hora certa é a mesma coisa que deixar de cuidar do animal?</p>
<p>O peixinho foi escolhido por ser fácil de cuidar, não exigir grandes investimentos de tempo e dinheiro mas, de qualquer maneira, poder se tornar uma companhia prazerosa.</p>
</p></div></div>
 Os peixes beta são muito populares no Brasil, devido à beleza e facilidade para cuidar.
[pullquote]&#8221;(Meu filho) alimentava o peixe, lia para ele, até mesmo assitia TV com ele!&#8221;[/pullquote]
<p>O estudo acompanhou 28 jovens com diabetes tipo 1, de idades entre 10 e 17 anos, durante 03 meses. Todos receberam um peixinho beta e um pequeno aquário. A indicação era manter o aquário, de preferência, no quarto do jovem (para estimular o contato). O adolescente tinha de alimentar o animal de manhã e à tarde; toda vez que desse comida, deveria, também, medir a própria glicemia. Uma vez por semana, era hora de trocar a água do aquário e de acompanhar, com um profissional da saúde, os resultados das medições.</p>
<p>Famílias de jovens com diabetes tipo 1 logo toparam a idéia de participar do experimento. “Ele nunca teve a oportunidade de ter um bichinho de estimação, e se isso significasse uma melhora na glicemia, então eu estava a fim de participar”, disse Jeanette Claxton, mãe de um dos participantes.</p>
<p>“Ao longo de toda a experiência, nós cuidamos de dois peixes, que acabaram fazendo parte da família. O primeiro peixe era o Bob, e meu filho o alimentava, lia para ele, até mesmo assistia TV com ele”.</p>
<p>“Meu filho nem percebia que estava conversando mais sobre seu diabetes e estava medindo a glicemia com maior freqüência”.</p>
<p>O caso de Jeanette não foi o único: no geral, o simples fato de cuidar de um animal tornou o convívio com o diabetes algo muito mais fácil e prazeroso para os adolescentes.</p>
 Pesquisas comprovam: ser amigo de um pet ajuda a melhorar a saúde em vários aspectos &#8211; inclusive no controle do diabetes.
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>RESULTADOS: CUIDAR DE PEIXINHO MELHOROU A SAÚDE!</strong></h3>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span>s resultados do experimento mostram que os jovens diabéticos tipo 1 que cuidaram do animal de estimação, em comparação a um grupo controle da mesma idade, tiveram:</p>
<ul>
<li><strong>redução de 0.5% nas taxas de hemoglobina glicada</strong></li>
<li><strong>valores menores de glicemia</strong></li>
</ul>
<p>Os benefícios à saúde foram vistos principalmente em adolescentes mais novos. Segundo os pesquisadores, os mais jovens desejam ganhar independência em relação aos pais, e cuidar do peixinho é visto como um sinal de maior responsabilidade.</p>
<p>“Eu recomendaria esta estratégia a outras famílias porque ela permite que você domine não apenas o peixinho, mas também domine o seu diabetes. Quando você está no domínio, o diabetes não é seu chefe”, afirmou Jeanette.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=iBpspQfstG0</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/animais-de-estimacao-uma-ajuda-a-mais-no-controle-da-glicemia/">Animais de Estimação: uma ajuda a mais no controle da glicemia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Incríveis fotos mostram como é para um jovem viver com o diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/incriveis-fotos-mostram-como-e-para-um-jovem-viver-com-o-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2015 21:25:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Ashby Walker]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora norte-americana distribui câmeras fotográficas a jovens com diabetes tipo 1 e pede para mostrarem o que o diabetes significa para eles. O resultado é surpreendente. Como é sensação de conviver todos os dias com o diabetes? O que sente uma pessoa após o diagnóstico, na rotina diferente do dia-a-dia, quando os cuidados com a saúde se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadora norte-americana distribui câmeras fotográficas a jovens com diabetes tipo 1 e pede para mostrarem o que o diabetes significa para eles. O resultado é surpreendente.</em><br />
<span id="more-8741"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8756" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/jovens-diabetes-tipo-1.jpg" alt="jovens diabetes tipo 1" width="800" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/jovens-diabetes-tipo-1.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/jovens-diabetes-tipo-1-768x528.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/jovens-diabetes-tipo-1-349x240.jpg 349w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<figure id="attachment_8744" aria-describedby="caption-attachment-8744" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class=" wp-image-8744" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-1.jpg" alt="o que pensa o jovem com diabetes tipo 1 -1" width="350" height="415" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-1.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-1-203x240.jpg 203w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-8744" class="wp-caption-text">Imagem gentilmente cedida pela Dra. Ashby Walker e sua equipe.</figcaption></figure>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >C</span>omo é sensação de <strong>conviver todos os dias</strong> com o diabetes?</p>
<p>O que sente uma pessoa após o diagnóstico, na rotina diferente do dia-a-dia, quando os cuidados com a saúde se tornam parte fundamental da vida?</p>
<p>Uma nova pesquisa científica buscou entender o que passa na cabeça de um diabético tipo 1. Em especial, o interesse era saber <strong><a href="http://www.diabeticool.com/jovens-fortinhos-sao-os-mais-saudaveis/">o que os jovens pensam</a></strong> sobre o convívio diário com a condição.</p>
<p>Será que eles se sentem deprimidos devido a tantas checagens de glicemia e injeções de insulina? Ou será que o diabetes acaba se tornando um motivo a mais para lutarem pela boa saúde, um incentivo à melhora da qualidade de vida?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #077cc5;"><strong>A CÂMERA FOTOGRÁFICA COMO ESPELHO DA ALMA</strong></span></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >P</span>ara entender a mente de um jovem diabético, a equipe de cientistas liderados pela dra. Ashby Walker, da Escola de Medicina da Universidade da Flórida, distribuiu uma câmera fotográfica para dezenas de voluntários. Eram jovens de 12 a 19 anos, todos com diabetes tipo 1 há pelo menos dois anos.</p>
<figure id="attachment_8745" aria-describedby="caption-attachment-8745" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8745" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-2.jpg" alt="o que pensa o jovem com diabetes tipo 1 -2" width="800" height="913" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-2.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-2-210x240.jpg 210w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8745" class="wp-caption-text">Imagem gentilmente cedida pela Dra. Ashby Walker e sua equipe.</figcaption></figure>
<p>Os jovens foram instruídos a tirar 05 fotos que mostrassem o que o diabetes representa para eles. A fotografia, por ser um meio popular entre os jovens e algo familiar para eles, facilitaria a expressão de seus sentimentos de maneira mais &#8220;honesta&#8221; do que se os pesquisadores pedissem um texto escrito, por exemplo.</p>
<p>&#8220;<em>Conforme você bate cada foto, tenha em mente a seguinte idéia: Para mim, diabetes é _____. Imagine explicar o que significa viver com diabetes a alguém que não sabe o que seja isto</em>&#8220;, estava escrito nas instruções distribuídas aos jovens.</p>
<p>Além de tirar as fotos, os jovens deveriam escrever uma breve sentença explicando a relação entre a imagem e seu diabetes.</p>
<figure id="attachment_8743" aria-describedby="caption-attachment-8743" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8743" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-3.jpg" alt="o que pensa o jovem com diabetes tipo 1 -3" width="800" height="1000" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-3.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-3-192x240.jpg 192w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8743" class="wp-caption-text">Imagem gentilmente cedida pela Dra. Ashby Walker e sua equipe.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #077cc5;"><strong>DIABETES É DESAFIO E DOR&#8230;</strong></span></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >M</span>ais de 200 fotos foram recebidas pelos pesquisadores. Os resultados serão publicados no periódico <em>Diabetes Spectrum</em>.</p>
<p>Qual foi o tipo de foto mais comum? Foram aquelas que <strong>equacionavam o diabetes a aparelhos como agulhas, seringas, medidores de glicose, <a href="http://www.diabeticool.com/modelo-desfila-com-bomba-de-insulina-e-ganha-premio-de-miss/">bombas de insulina</a> e lancetas</strong>. 88% dos jovens tirou pelo menos uma foto deste tipo. Veja algumas das imagens reais do estudo, acompanhadas das legendas escritas pelos jovens, ao longo da matéria. As imagens são cortesia da dra. Walker e sua equipe ao <strong>Diabeticool</strong>.</p>
<p>Outro tema muito comum foi a <strong>comida</strong>. 68% dos participantes tirou pelo menos uma foto mostrando um prato de alimento, geralmente doces como cookies, pães, sorvete e bolo. Nestes casos, as legendas eram, no geral, mais agressivas, mostrando frustração por não poderem comer as guloseimas.</p>
<p>Metade dos jovens bateu pelo menos 01 <strong>foto de seu corpo</strong>, geralmente mostrando como é medir a glicemia ou injetar insulina. Segundo o estudo, &#8220;[Em] todas as narrativas que acompanharam estas fotos, (&#8230;) os jovens descreveram as imagens em termos de dor ou sofrimento&#8221;.</p>
<figure id="attachment_8747" aria-describedby="caption-attachment-8747" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8747" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-4.jpg" alt="o que pensa o jovem com diabetes tipo 1 -4" width="800" height="1000" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-4.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-4-192x240.jpg 192w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8747" class="wp-caption-text">Imagem gentilmente cedida pela Dra. Ashby Walker e sua equipe.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #077cc5;"><strong>&#8230;MAS TAMBÉM SIGNIFICA SUPERAÇÃO</strong></span></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >M</span>as não é só a dificuldades e desafios que os jovens associam o diabetes tipo 1. Muitos vêem a condição como uma <strong>maneira de viver uma vida mais saudável</strong>, apesar dos desafios inegáveis do dia-a-dia.</p>
<p>53% dos adolescentes tirou pelo menos 1 foto representando <strong><a href="http://www.diabeticool.com/vale-tudo-para-curar-o-diabetes-ate-atravessar-o-oceano-a-remo/">situações de superação</a></strong> e de um cotidiano &#8220;normal&#8221;. Muito comuns foram imagens de brincadeiras com bichinhos de estimação, prática de esportes e atividades físicas e a leitura da Bíblia.</p>
<p>Vale notar também que 12% de todas as fotos mostravam cenas em que os jovens afirmavam que <strong>o diabetes não definia quem eles eram</strong>. Veja alguns exemplos a seguir.</p>
<figure id="attachment_8754" aria-describedby="caption-attachment-8754" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8754" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-5-2.jpg" alt="o que pensa o jovem com diabetes tipo 1 -5-2" width="800" height="700" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-5-2.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-5-2-274x240.jpg 274w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-5-2-110x96.jpg 110w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8754" class="wp-caption-text">Imagem gentilmente cedida pela Dra. Ashby Walker e sua equipe.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><span style="color: #077cc5;"><strong>DIFERENÇAS ENTRE MENINOS E MENINAS NO CONVÍVIO COM O DIABETES</strong></span></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> estudo observou ainda que meninos tiraram mais fotos de comida do que as meninas. Segundo os cientistas, uma possível explicação é que o diabetes exige moderação e auto-controle na hora de se alimentar, o que é visto como &#8220;coisa de menina&#8221; na juventude, especialmente em situações sociais. Assim, comer se torna uma fonte de frustração maior para os meninos.</p>
<p>Já as garotas preferiram focar as lentes da câmera em situações que ajudam a lidar com diabetes, como brincar com animais de estimação e escrever diários.</p>
<p>Além disso, os jovens que moravam em lares de melhor condição social tiraram, no geral, um número maior de fotos mostrando como &#8220;superaram&#8221; o diabetes do que os jovens de classe social mais baixa.</p>
<figure id="attachment_8746" aria-describedby="caption-attachment-8746" style="width: 613px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8746" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-6.jpg" alt="o que pensa o jovem com diabetes tipo 1 -6" width="613" height="1000" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-6.jpg 613w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/o-que-pensa-o-jovem-com-diabetes-tipo-1-6-147x240.jpg 147w" sizes="(max-width: 613px) 100vw, 613px" /><figcaption id="caption-attachment-8746" class="wp-caption-text">Imagem gentilmente cedida pela Dra. Ashby Walker e sua equipe.</figcaption></figure>
<p>&#8220;(..) Os jovens neste estudo claramente mostraram que o diabetes significa enfrentar desafios &#8211; como ter atenção constante com equipamentos e com comida &#8211; e que seus corpos são o local que o diabetes &#8220;invade&#8221; de várias maneiras&#8221;, escreveram os pesquisadores.</p>
<p>&#8220;Tão importante quanto estes fatos é observar que os jovens também mostraram estratégias criativas e significativas para minimizar as dificuldades da doença e também para rejeitar impactos culturais negativos que podem acompanhar seu diagnóstico&#8221;.</p>
<p><strong>O Diabeticool agrade a dra. Ashby Walker e demais cientistas envolvidos no estudo pela divulgação das fotos e dos resultados.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/incriveis-fotos-mostram-como-e-para-um-jovem-viver-com-o-diabetes-tipo-1/">Incríveis fotos mostram como é para um jovem viver com o diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Dica para as novas mães: metformina protege contra diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/dica-para-novas-maes-metformina-protege-contra-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2015 16:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para mulheres que tiveram diabetes gestacional e temem desenvolver o tipo 2, uma boa notícia: estudo mostra que a metformina diminui em até 40% os riscos da doença. A gravidez é uma das épocas mais bonitas na vida de qualquer casal. É, também, um período que exige cuidados para a saúde tanto da futura mamãe &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para mulheres que tiveram diabetes gestacional e temem desenvolver o tipo 2, uma boa notícia: estudo mostra que a metformina diminui em até 40% os riscos da doença.</em><span id="more-8494"></span></p>
 Metformina: proteção contra o diabetes tipo 2.
<p>A gravidez é uma das épocas mais bonitas na vida de qualquer casal. É, também, um período que exige cuidados para a saúde tanto da futura mamãe quanto do bebê. Por isso, muitas mulheres ficam preocupadas quando recebem o diagnóstico de <a title="Diabetes gestacional: tudo o que você precisa saber" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-tudo-o-que-voce-precisa-saber/">diabetes gestacional</a>. O que fazer para controlar a glicemia e evitar ao máximo que o diabetes tipo 2 apareça no futuro?</p>
<p>A resposta pode estar em um dos medicamentos mais populares e baratos para tratar o diabetes: a <strong>metformina</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>ENTENDA O DIABETES GESTACIONAL</strong></h4>
<p>Cerca de 9% das mulheres grávidas apresentam excesso de açúcar no sangue e são diagnosticadas com o diabetes gestacional, a forma de diabetes que aparece exclusivamente durante a gestação. Esta <a title="Qual o mistério por trás de alimentos diet e light?" href="http://www.diabeticool.com/qual-o-misterio-por-tras-de-alimentos-diet-e-light/">hiperglicemia</a> deve ser tratada com o máximo cuidado, pois pode levar a complicações no parto e a problemas na saúde do bebê.</p>
<p>Além disso, um dos maiores medos de quem está com diabetes gestacional é se tornar diabética no futuro. Apesar de geralmente regredir após o parto, quem tem esta forma de diabetes corre riscos 7 vezes maiores de desenvolver diabetes tipo 2 em um período de 5 a 10 anos após o nascimento do filho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>PREVENÇÃO: DOIS MÉTODOS SUPER EFICIENTES</strong></h4>
<p>Por causa destes dados, médicos e equipes de saúde sempre orientam as futuras mães a seguir algumas dicas para evitar a hiperglicemia durante e depois da gravidez.</p>
<p>Em boa parte dos casos, o diabetes gestacional pode ser tratado com uma <a title="Todas as Receitas Já Publicadas" href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">dieta balanceada</a> – repleta de vitaminas, fibras e minerais, e com poucos açúcares e gorduras – e prática de exercícios físicos moderados. Depois que o bebê nasce, porém, nem sempre é fácil para as mães terem tempo e disposição para realizar estas atividades&#8230;</p>
<p>Com um bebê chorando e precisando de atenção constante, é comum muitas mães deixarem de se exercitar e passarem a comer de maneira desregulada. Tudo isto aumenta os riscos do diabetes tipo 2 surgir.</p>
<p>Uma possível solução para este problema é tomar metformina. Um estudo publicado na edição de março do periódico científico <em>Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism </em>mostra que a ingestão de <strong>metformina reduz em 40% os riscos de diabetes tipo 2 em mulheres que tiveram diabetes gestacional</strong>.</p>
[pullquote]Com um bebê chorando e precisando de atenção constante, é difícil manter o peso e a prática de exercícios[/pullquote]
<p>A pesquisa acompanhou a saúde de 1.700 mulheres durante 10 anos, nos EUA. As voluntárias foram divididas em dois grupos: as que tiveram e que não tiveram diabetes gestacional. Após o parto, ambos os grupos passaram ou a praticar atividades físicas e cuidar da dieta ou então a tomar metformina.</p>
<p>Os resultados são pra lá de animadores:</p>
<ul>
<li>Entre as mulheres que tiveram diabetes na gravidez, mudanças no estilo de vida diminuíram em 35% as chances de diabetes tipo 2. Tomar metformina reduziu ainda mais, em 40%.</li>
<li>Nas mulheres que não tiveram diabetes gestacional, as mudanças no estilo de vida reduziram os riscos de diabetes em 30%. A metformina não mostrou efeito algum nestes casos.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>A dra. Vanita Aroda, principal autora do estudo, disse: “Este é provavelmente o maior estudo sobre a progressão para o diabetes tipo 2 em mulheres que tiveram diabetes durante a gravidez”.</p>
<p>“É importante diagnosticar se uma mulher teve diabetes gestacional ou não. As pessoas tendem a se esquecer disto após o parto, mas o risco de desenvolver diabetes após alguns anos é bem alto, e este estudo pode ser um ajuda para tratar o problema”, afirmou.</p>
<p>Se você é mãe, teve diabetes na gravidez e está preocupada com o diabetes tipo 2 no futuro, converse com seu médico sobre possíveis maneiras de evitar a doença. Caso mudanças no estilo de vida não sejam adequadas ou não estejam fazendo efeito, a metformina pode ser uma opção viável para melhorar a qualidade de vida.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dica-para-novas-maes-metformina-protege-contra-diabetes-tipo-2/">Dica para as novas mães: metformina protege contra diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Mulheres têm 3x mais riscos de diabetes tipo 2 se a mãe fumou na gravidez</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/mulheres-tem-3x-mais-riscos-de-diabetes-tipo-2-se-mae-fumou-na-gravidez/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2015 17:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[fumar]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da Universidade da Califórnia traz mais uma prova de que fumar na gravidez faz muito mal aos bebês – inclusive depois que eles crescem. As chances de uma mulher desenvolver diabetes tipo 2 podem estar determinadas desde pequenininha, quando estava no ventre materno. Esta é a conclusão de um estudo da Universidade da Califórnia, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa da Universidade da Califórnia traz mais uma prova de que fumar na gravidez faz muito mal aos bebês – inclusive depois que eles crescem.</em><br />
<span id="more-8461"></span></p>
 Fumo e gravidez: duas coisas que absolutamente não combinam!
<p>As chances de uma mulher <a title="Qualidade da dieta diminui chances de desenvolver diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/qualidade-da-dieta-diminui-chances-de-desenvolver-diabetes-tipo-2/">desenvolver diabetes tipo 2</a> podem estar determinadas desde pequenininha, quando estava no ventre materno.</p>
<p>Esta é a conclusão de um estudo da Universidade da Califórnia, publicado na revista científica <em>Journal of Developmental Origins of Health and Disease</em>.</p>
<p>O estudo analisou dados de saúde de 1.800 mulheres, hoje na casa dos 44 a 54 anos, e os comparou aos hábitos de vida de seus pais, coletados em questionários feitos durante os anos 50 e 60.</p>
<p>Os resultados mostram que mulheres filhas de mães fumantes (e que mantiveram o vício no cigarro durante a gravidez) têm de <strong>2 a 3 vezes mais chances de desenvolver diabetes tipo 2 na idade adulta</strong>.</p>
<p>Caso o pai fumasse, um pequeno acréscimo nas chances de diabetes também foi observado. Todavia, não há dados suficientes para comprovar a relação.</p>
[pullquote]<strong>VOCÊ SABIA?</strong> Nos anos 1950, era comum nos EUA que obstetras receitassem 1 maço de cigarros por dia às futuras mães! A idéia era ajudá-las a perder peso &#8211; e a conseqüência foi uma onda de malformações assustadora. Leia mais nesta matéria especial. [button link=&#8221;http://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Link para a matéria[/button][/pullquote]
<p>Pesquisas anteriores já haviam relacionado o fumo durante a gravidez a filhos com riscos maiores de obesidade na idade adulta e baixo peso na hora do parto. É a primeira vez que uma relação entre o fumo durante a gestação e o diabetes tipo 2 é observada.</p>
<p>“Nossas conclusões são consistentes com a idéia de que a presença de elementos químicos no ambiente uterino pode contribuir para o surgimento de doenças”, explicou a dra. Michele la Merrill, professora de toxicologia na Universidade da Califórnia e uma das autoras do trabalho.</p>
<p>“Nós descobrimos que ter pais fumantes é por si só um fator de risco para o diabetes, independente de obesidade na idade adulta ou peso ao nascer. Se um dos pais fumou durante a gravidez, você não está protegida do diabetes só porque é magra”, disse Michele.</p>
<p>A pesquisa não estudou o efeito do fumo nos meninos, uma vez que os dados de saúde foram coletados de questionários feitos apenas entre enfermeiras norte-americanas.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/mulheres-tem-3x-mais-riscos-de-diabetes-tipo-2-se-mae-fumou-na-gravidez/">Mulheres têm 3x mais riscos de diabetes tipo 2 se a mãe fumou na gravidez</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Lançamento: glicosímetro do Angry Birds revoluciona medições em crianças</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/lancamento-glicosimetro-angry-birds-revoluciona-medicoes-em-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2015 18:39:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Angry Birds]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicosímetro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novidade transforma o ato de medir a glicemia em “jogo”, compartilha dados com os pais e promete revolucionar a maneira como as crianças encaram o diabetes. Foi lançado hoje, 10 de fevereiro, no mercado europeu o glicosímetro dos Angry Birds. Desenvolvido pela empresa finlandesa Modz, o novo medidor de glicemia é aposta para transformar os &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novidade transforma o ato de medir a glicemia em “jogo”, compartilha dados com os pais e promete revolucionar a maneira como as crianças encaram o diabetes.</em><br />
<span id="more-8446"></span></p>
<figure id="attachment_8447" aria-describedby="caption-attachment-8447" style="width: 707px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-8447" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds.jpg" alt="glicosímetro angry birds" width="707" height="471" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds-768x512.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/glicosímetro-angry-birds-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 707px) 100vw, 707px" /><figcaption id="caption-attachment-8447" class="wp-caption-text">Aposta para fazer as crianças cuidarem bem da saúde todos os dias.</figcaption></figure>
<p>Foi lançado hoje, 10 de fevereiro, no mercado europeu o <strong>glicosímetro dos Angry Birds</strong>. Desenvolvido pela empresa finlandesa <strong>Modz</strong>, o novo medidor de glicemia é aposta para transformar os cuidados com o diabetes em uma tarefa divertida e estimulante para as crianças. Além disso, o aparelho possui funcionalidades que prometem deixar mais tranqüilos pais e profissionais da saúde.</p>
[pullquote]&#8221;As crianças poderão ter orgulho deste aparelho&#8221;, disse o presidente da Modz[/pullquote]
<p>O glicosímetro apresenta os personagens do Angry Birds – popular joguinho para telefones e tablets, no qual passarinhos são “lançados” em direção ao maldosos porcos – tanto na capinha externa quanto na interface. Toda vez que a criança <a title="Sete dicas para você desconfiar se a criança possui diabetes" href="http://www.diabeticool.com/sete-dicas-para-voce-desconfiar-se-a-crianca-possui-diabetes/">mede a glicemia</a>, aparece um Angry Bird; a cor do personagem indica se a taxa de açúcar no sangue está boa, abaixo do normal ou acima do permitido. Desta forma, os pequenos conseguem interpretar mais facilmente os resultados das medições.</p>
<p>Caso a glicemia esteja boa, o usuário recebe pontos, com os quais pode “passar de fase” no glicosímetro. Só chega às fases mais avançadas quem conseguir manter a glicemia em boas taxas durante vários dias seguidos.</p>
<p>Outra maneira de ganhar pontos é medir a taxa de açúcar no sangue nos horários certos – um sinal sonoro lembra a criança de que é hora da medição, de acordo com horários pré-definidos para as refeições.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>FUNCIONALIDADES ESTIMULAM A INDEPENDÊNCIA</strong></h4>
<p>Toda vez que o glicosímetro for utilizado pela criança, seus pais poderão acompanhar os valores de glicemia <strong>em tempo real</strong>, na tela dos celulares, através de mensagem de texto. Se quiserem, podem optar por receber os resultados por e-mail. Os valores também são guardados na nuvem, em um servidor seguro, e poderão ser acessados a partir de qualquer dispositivo conectado à internet, inclusive pela equipe médica do usuário.</p>
<p>A funcionalidade promete trazer paz aos pais de jovens diabéticos, que muitas vezes não permitem que seus filhos viajem a excursões, saiam de casa sozinhos ou participem de eventos sociais por medo de descuidarem da glicemia.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="MODZ tuli taloon" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/omjU1BUJTvo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“O glicosímetro faz um link concreto entre medições frequentes e sentir-se bem. <strong>Ele estimula o auto-cuidado e ajuda os jovens diabéticos a serem independentes</strong>”, afirmou Vesa Kemppainen, presidente da Modz.</p>
<p>“[O aparelho] é uma maneira inteiramente nova de lidar com o diabetes. Os pais podem parar de encher a paciência dos filhos, e as crianças saberão quando terão de fazer alguma coisa, porque o glicosímetro irá alertá-las!”, disse Vesa em entrevista ao site Wired.</p>
<p>A idéia por trás do glicosímetro dos Angry Birds veio de uma análise crítica do mercado de medidores de glicemia. Segundo Vesa, a grande maioria dos aparelhos é cinzenta ou preta, de formato pouco atraente e design ultrapassado. Com isto, toda vez que alguém precisa realizar a medição, está sujeito ao desconforto de ter de utilizar um aparelho “feio” e que pode gerar <a title="O menininho que não podia ir à escola" href="http://www.diabeticool.com/o-menininho-que-nao-podia-ir-a-escola/">estigmas sociais</a> – especialmente entre os mais novos.</p>
<figure id="attachment_8448" aria-describedby="caption-attachment-8448" style="width: 700px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8448" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/kit-modz-diabetes.jpg" alt="kit modz diabetes" width="700" height="507" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/kit-modz-diabetes.jpg 700w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/02/kit-modz-diabetes-331x240.jpg 331w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption id="caption-attachment-8448" class="wp-caption-text">O kit completo já pode ser encontrado na Europa.</figcaption></figure>
<p>“<strong>As crianças poderão ter orgulho deste aparelho</strong>. Ao invés de ser um aparelho cinzento e sem graça, ele é atrativo e diminui as barreiras sociais, já que você pode explicar como ele funciona aos seus amigos. Ser socialmente aceito é algo positivo para alguém que está com diabetes”, afirmou o presidente da Modz.</p>
<p>O glicosímetro do Angry Birds está sendo vendido por cerca de <strong>R$1.100</strong> na Europa. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Uma caixinha com 50 tiras para medição custa R$125 no Velho Continente.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/lancamento-glicosimetro-angry-birds-revoluciona-medicoes-em-criancas/">Lançamento: glicosímetro do Angry Birds revoluciona medições em crianças</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Diabetes na Gravidez: o que fazer para se prevenir</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/diabetes-na-gravidez-o-que-fazer-para-se-prevenir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Oct 2014 21:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes gestacional]]></category>
		<category><![CDATA[gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa de Harvard indica o perfil ideal para futuras mamães que desejam evitar a experiência de desenvolver o diabetes gestacional.  A preparação para a chegada de um bebê é complexa. Futuras mamães e papais devem pensar em enxoval, roupinhas, berço, cadeirinhas, carrinhos&#8230;o importante é deixar tudo preparado para o grande momento: o dia em que o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa de Harvard indica o perfil ideal para futuras mamães que desejam evitar a experiência de desenvolver o diabetes gestacional. </em><span id="more-7948"></span></p>
 Dicas para uma gravidez mais saudável e livre do diabetes.
<p>A preparação para a chegada de um bebê é complexa. Futuras mamães e papais devem pensar em enxoval, roupinhas, berço, cadeirinhas, carrinhos&#8230;o importante é deixar tudo preparado para o grande momento: o dia em que o filho vem ao mundo!</p>
<p>Mas muita gente se esquece de que as preparações relacionadas à gravidez devem começar muito antes. Na verdade, devem começar antes mesmo da mulher ficar grávida. E envolve um detalhe muitas vezes ignorado: o corpo da mulher deve estar, ele também, “preparado” para o novo bebê.</p>
<p>Uma nova pesquisa vem ilustrar a importância desta preparação materna. Segundo pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, mulheres que adotam um estilo de vida saudável antes de engravidar tem os riscos de desenvolver <a title="Diabetes Gestacional" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-gestacional/">diabetes gestacional</a> 50% menores que o normal. E mulheres que estão obesas correm riscos muito, muito maiores.</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid #3399FF; padding: 10px;">
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Para Relembrar: O que é Diabetes Gestacional?</strong></span></p>
<p>Diabetes gestacional é um tipo de diabetes que aparece na mãe SOMENTE durante a gravidez. Isto é, a futura mamãe não era diabética e, durante a gravidez, torna-se. Isto acontece porque o desenvolvimento do filho gera mudanças hormonais e fisiológicas no corpo da mãe, as quais podem resultar em um aumento momentâneo nos valores de glicemia.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft size-full wp-image-7951" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez.jpg" alt="diabetes gravidez" width="333" height="294" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez.jpg 333w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez-272x240.jpg 272w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/diabetes-gravidez-110x96.jpg 110w" sizes="(max-width: 333px) 100vw, 333px" />Em geral, o diabetes gestacional some após o parto. Em alguns casos, <a title="Mais da metade das mulheres com diabetes gestacional desenvolvem diabetes no futuro, diz pesquisa" href="http://www.diabeticool.com/mais-da-metade-das-mulheres-com-diabetes-gestacional-desenvolvem-diabetes-no-futuro-diz-pesquisa/">pode se tornar diabetes tipo 2</a>. Se a mãe mantiver uma dieta equilibrada durante e após a gravidez, as chances do diabetes gestacional se desenvolver em diabetes tipo 2 diminuem consideravelmente.</p>
<p>Estima-se que 1 a cada 20 mulheres grávidas desenvolvem o diabetes gestacional. Com isto, há maiores riscos dos filhos nascerem acima do peso (acima dos 4kg), tornarem-se obesos com o tempo e desenvolverem diabetes tipo 2 no futuro.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A pesquisa analisou dados de saúde coletados de cerca de 14.500 mulheres, entre 1989 e 2001, nos EUA. Mais de 20 mil partos foram registrados no período.</p>
<p>Ao comparar dados sobre a saúde e modo de vida das mulheres, os pesquisadores perceberam detalhes interessantes quanto às probabilidades de desenvolverem o diabetes durante a gestação. A seguir, os destaques da pesquisa:</p>
<ol>
<li>Mulheres que se alimentavam de <a href="http://www.diabeticool.com/todas-as-receitas-ja-publicadas/">maneira saudável</a>, não fumavam e faziam pelo menos 2,5h de exercícios físicos por semana apresentaram <strong>chances 41% menores </strong>de ter diabetes gestacional;</li>
<li>As <strong>chances eram 52% menores</strong> em mulheres que, além de seguirem todos os itens listados acima, iniciaram a gravidez com peso adequado à sua altura;</li>
<li>Em mulheres obesas (índice de massa corporal maior que 33), as chances de desenvolver diabetes gestacional foram <strong>400% maiores</strong> (ou 5x maiores).</li>
</ol>
<p>Os dados deixam claro: assim como é importante preparar a casa e a mente para a chegada do bebê, adequar o corpo para um momento tão delicado e único como a gravidez é essencial. Futuras mamães ganham muito se engravidaram enquanto estiverem ativas fisicamente, alimentando-se bem e com a balança em dia. O corpo delas – e também dos bebês – agradece bastante.</p>
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		<title>Chances de desenvolver diabetes podem ser definidas já no útero</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/chances-de-desenvolver-diabetes-podem-ser-definidas-ja-no-utero/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2014 01:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetologia]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[gestantes]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[mães]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui! Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo mostra como o tipo de alimentação das gestantes influencia diretamente a saúde futura dos bebês. Descubra aqui!</em><span id="more-7678"></span></p>
<p>Uma equipe de pesquisadores alemães mostrou evidências de como a <strong>alimentação das gestantes influencia diretamente o funcionamento do corpo de seus bebês</strong>. Segundo eles, o experimento traz uma possível nova explicação do porquê filhos de grávidas diabéticas ou obesas têm chances muito maiores de desenvolver diabetes no futuro.</p>
<p>Ninguém sabe ainda o motivo pelo qual estas crianças correm riscos maiores de ter diabetes. Será que filhos de mães obesas – e que portanto se alimentam de maneira inadequada – serão mal alimentados, ficarão acima do peso recomendável e, por isto, desenvolverão <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>? Será que a obesidade e/ou diabetes da mãe são genéticos – e serão passados “de herança” para as crianças? Todas estas são hipóteses que os cientistas atualmente investigam. A equipe alemã, porém, tem uma idéia diferente&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA NOVA HIPÓTESE</strong></p>
<p>O novo trabalho científico, publicado no periódico especializado <em>Diabetologia</em>, afirma que doenças como o diabetes, a obesidade e a <a title="Dormir mal pode levar à hipertensão e ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dormir-mal-pode-levar-a-hipertensao-e-ao-diabetes/">hipertensão</a> podem ser causadas pela <strong>maneira errada com que o cérebro utiliza a insulina</strong>. Se existe uma <strong>resistência à insulina</strong> no órgão, as chances destas doenças ocorrerem é maior.</p>
<p>Assim, os cientistas resolveram medir a atividade cerebral de bebês ainda no útero (através de sons e um moderno encefalograma), de acordo com a dieta da mãe.</p>
<p>As gestantes que participaram do trabalho fizeram uma espécie de teste de tolerância à glicose, tomando uma solução cheia de açúcares. A <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>delas foi medida logo após tomarem a bebida e também uma e duas horas depois. Ao mesmo tempo, a atividade do cérebro de seus filhos foi medida.</p>
<p>A conclusão das medições foi clara: os bebês de mães que eram mais propensas ao diabetes (tinham maior resistência à insulina) tiveram tempo de resposta cerebral consideravelmente menor do que o padrão.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, esta é a primeira vez que uma correlação direta entre o funcionamento do cérebro dos bebês e a alimentação materna é feita.</p>
<p><strong>Eles explicam que aí pode estar uma possível nova explicação do porquê filhos de mães diabéticas têm maiores chances de desenvolver a doença</strong>: talvez o metabolismo da mãe “molde” de maneira errada a resposta do cérebro dos filhos à ação da insulina. Isto, por sua vez, aumentaria as chances de condições como o sobrepeso e o diabetes surgirem mais para a frente na vida.</p>
<p>“Esta descoberta é evidência de um efeito direto do metabolismo da mãe na atividade cerebral dos fetos e sugere que a resistência à insulina no sistema nervoso central pode ser programada durante o desenvolvimento fetal”, escreveram os autores.</p>
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		<title>Grávidas: como cortar pela metade as chances de ter diabetes?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/gravidas-como-cortar-pela-metade-as-chances-de-ter-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 May 2014 18:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[exercício físico]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios físicos]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas mulheres adquirem o diabetes gestacional durante a gravidez. Saiba o que fazer para que ele não se desenvolva no diabetes tipo 2. Cerca de 2 a 10% das mulheres que engravidam ganham um &#8220;presentinho&#8221; a mais, além do futuro filho: o diabetes gestacional. Ele é caracterizado por taxas anormalmente altas de açúcar no sangue, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muitas mulheres adquirem o diabetes gestacional durante a gravidez. Saiba o que fazer para que ele não se desenvolva no diabetes tipo 2.</em><br />
<span id="more-7570"></span></p>
<p>Cerca de 2 a 10% das mulheres que engravidam ganham um &#8220;presentinho&#8221; a mais, além do futuro filho: o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-gestacional/">diabetes gestacional</a>. Ele é caracterizado por taxas anormalmente altas de açúcar no sangue, geradas pelo desequilíbrio no corpo que a gravidez pode trazer. Este é um tipo de diabetes que surge apenas quando a mulher está grávida e que pode desaparecer completamente após o parto. Porém, em alguns casos, o diabetes gestacional progride para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> e, com isto, a futura mamãe torna-se de fato diabética.</p>
<p>O que fazer para diminuir os riscos do diabetes gestacional se transformar no (ainda incurável) diabetes tipo 2?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ESTÁ NA HORA DE TROCAR A TEVÊ POR UMA CORRIDINHA!</strong></p>
<p>Uma nova pesquisa, publicada na revista científica JAMA Internal Medicine, estudou a progressão do diabetes gestacional em 4.500 mulheres, durante os anos de 1991 a 2007. Vários parâmetros de saúde destas mulheres foram acompanhados, incluindo os hábitos de vida e a quantidade de exercícios físicos praticados.</p>
<p><strong>Os cientistas perceberam que as mulheres que praticaram atividades físicas toda semana mostraram-se muito mais protegidas do diabetes tipo 2 do que as sedentárias.</strong></p>
<p>Segundo o artigo, fazer cerca de 75 minutos por semana de atividades físicas vigorosas &#8211; ou então 150 minutos de exercícios mais moderados &#8211; <strong>diminui em 47% os riscos</strong> do diabetes gestacional se tornar diabetes tipo 2.</p>
<p>Além disso, os pesquisadores notam que as mulheres que passaram mais tempo vendo TV (isto é, passaram mais tempo de maneira sedentária) tiveram chances maiores de diabetes tipo 2.</p>
<p>&#8220;Nossos resultados, vindos de um estudo de amplo espectro, indicam que praticar mais <a href="http://www.diabeticool.com/atividades-fisicas-para-diabeticos/">atividades físicas</a> pode ajudar a diminuir os riscos de progressão do diabetes gestacional para o diabetes tipo 2&#8243;, escreveram os pesquisadores.</p>
<p>&#8220;Estas descobertas trazem uma mensagem de esperança àquelas mulheres que desenvolveram diabetes gestacional. Apesar de elas correrem riscos bem altos de ter diabetes tipo 2, promover um estilo de vida mais ativo pode diminuir bastante este risco&#8221;.</p>
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		<title>O que está acontecendo com as crianças?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-que-esta-acontecendo-com-as-criancas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2014 19:41:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dana Dabelea]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[incidência]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inúmeras pesquisas mostram que a taxa de incidência do diabetes em jovens e crianças cresceu muito nas últimas décadas. A questão é: por quê? Dê sua opinião! A Escola de Saúde Pública do Colorado, nos Estados Unidos, divulgou na semana passada os preocupantes resultados de um novo estudo sobre a incidência do diabetes nos jovens. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Inúmeras pesquisas mostram que a taxa de incidência do diabetes em jovens e crianças cresceu muito nas últimas décadas. A questão é: por quê? Dê sua opinião!</em><span id="more-7472"></span></p>
<figure id="attachment_7475" aria-describedby="caption-attachment-7475" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7475" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes.jpg" alt="criancas brincando nas ruas diabetes" width="600" height="368" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/criancas-brincando-nas-ruas-diabetes-391x240.jpg 391w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7475" class="wp-caption-text">Um cena comum antigamente torna-se cada vez mais rara: crianças brincando nas ruas. Será este um dos motivos por trás do aumento nos casos de diabetes infantil?</figcaption></figure>
<p>A Escola de Saúde Pública do Colorado, nos Estados Unidos, divulgou na semana passada os preocupantes resultados de um novo estudo sobre a incidência do diabetes nos jovens.</p>
<p>Já é bem conhecido o fato de que o número de pessoas que desenvolvem diabetes tem crescido muito nas últimas décadas, incluindo adolescentes e crianças pequenas. <a href="http://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">Vários estudos apontam</a> que apenas 20 anos atrás havia muito menos crianças diabéticas do que hoje em dia.</p>
<p>O novo trabalho focou no período entre 2001 e 2009, e analisou a incidência do diabetes tipo 1 e tipo 2 entre jovens nos EUA. Dados de saúde de mais de 3 milhões de pessoas foram comparados.</p>
<p>O estudo aponta que, apenas na última década,<strong> houve um aumento de 21% nos casos de diabetes tipo 1 e de 30% nos de diabetes tipo 2 entre os jovens</strong>. O aumento no número de casos de diabetes tipo 2 chamou a atenção, uma vez que este tipo da doença é considerada mais comum entre adultos e não entre crianças.</p>
<figure id="attachment_7473" aria-describedby="caption-attachment-7473" style="width: 320px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7473" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes.jpg" alt="dana dabelea diabetes" width="320" height="480" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes.jpg 320w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/05/dana-dabelea-diabetes-160x240.jpg 160w" sizes="(max-width: 320px) 100vw, 320px" /><figcaption id="caption-attachment-7473" class="wp-caption-text">A pesquisadora Dana Dabelea, autora do novo trabalho.</figcaption></figure>
<p>Uma das autoras da pesquisa, a cientista<strong> Dana Dabelea</strong>, luta para explicar os motivos por trás dos resultados. &#8220;Apesar de não compreendermos ainda as razões para esse aumento [<em>no número de casos</em>], uma vez que as <a title="Causa do diabetes é o contrário do que pensamos, diz Nobel" href="http://www.diabeticool.com/causa-do-diabetes-e-o-contrario-do-que-pensamos-diz-nobel/">causas do diabetes tipo 1</a> ainda são um mistério, elas provavelmente estão relacionadas a mudanças no nosso ambiente, seja nos EUA ou em outros lugares do mundo, que fazem com que mais jovens desenvolvam a doença, talvez cada vez mais cedo&#8221;, disse Dana.</p>
<p>Quando pressionada sobre o principal suspeito por trás do aumento do diabetes, ela revelou: &#8220;Provavelmente é a <a title="Novo Nordisk quer curar a epidemia de diabetes nas cidades" href="http://www.diabeticool.com/novo-nordisk-quer-curar-a-epidemia-de-diabetes-nas-cidades/"><strong>epidemia de obesidade</strong></a>, mas também os efeitos de longo prazo do diabetes e a obesidade durante a gravidez, as quais também cresceram ao longo do tempo&#8221;.</p>
<p>Atualmente, estima-se que haja 167 mil jovens diabéticos tipo 1 nos EUA e cerca de 20 mil com diabetes tipo 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ENQUETE DIABETICOOL</strong></p>
[poll=&#8221;38&#8243;]The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-esta-acontecendo-com-as-criancas/">O que está acontecendo com as crianças?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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