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	<title>nefropatia diabética | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Hemoglobina glicada baixa é relacionada à boa saúde dos rins</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2014 19:07:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Joslin Diabetes Center]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo comprova que manter as porcentagens de hemoglobina glicada em valores saudáveis traz uma porção de benefícios à saúde no futuro. Confira alguns deles aqui! Na matéria publicada no início da semana, sobre a maior eficiência da metformina em pessoas negras, mencionamos que a hemoglobina glicada foi o parâmetro utilizado pelos cientistas para medir &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo comprova que manter as porcentagens de hemoglobina glicada em valores saudáveis traz uma porção de benefícios à saúde no futuro. Confira alguns deles aqui!</em><span id="more-7652"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7653" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/exame-de-sangue-diabetes.jpg" alt="exame de sangue diabetes" width="600" height="344" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/exame-de-sangue-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/exame-de-sangue-diabetes-406x233.jpg 406w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/06/exame-de-sangue-diabetes-415x238.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Na matéria publicada no início da semana, <a href="http://www.diabeticool.com/metformina-e-mais-eficiente-em-negros-do-que-em-brancos/">sobre a maior eficiência da metformina em pessoas negras</a>, mencionamos que a <strong>hemoglobina glicada</strong> foi o parâmetro utilizado pelos cientistas para medir o controle da glicemia nos voluntários.</p>
<p>Muita gente ainda têm dúvidas sobre o que significa hemoglobina glicada, qual a importância dela para quem tem diabetes e quais são os valores adequados que se deve ter em mente. Por isto, <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">a dica é acessar esta página exclusiva do <strong>Diabeticool</strong></a>, que explica todos estes detalhes em termos simples e precisos.</p>
<p>E, para estimular um conhecimento ainda maior sobre o tema, a notícia de hoje vai agradar bastante a quem anda com os testes de hemoglobina glicada em dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HEMOGLOBINA GLICADA BAIXA? SEUS RINS AGRADECEM!</strong></p>
<p>Cientistas do Joslin Diabetes Center, nos EUA, mostraram que <strong>a redução em mero 1% nas taxas de hemoglobina glicada significa chances 25% menores de problemas renais</strong> no futuro em diabéticos. Doenças nos rins &#8211; como por exemplo a <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">nefropatia diabética</a> &#8211; são algumas das complicações mais comuns em quem está com a doença, por isto qualquer ação que minimize as chances de distúrbios renais é muito bem-vinda.</p>
<p>A descoberta dá peso ao corpo de evidências que mostram que o bom controle da glicemia é algo que deve ser feito diariamente e que melhora, em muito, os prospectos da saúde no curto e no longo prazo.</p>
<p>Vale lembrar: no final de 2012, o <strong>Diabeticool</strong> <a href="https://www.google.com/url?q=http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/&amp;sa=U&amp;ei=oeChU6KyEJCQuATdq4GoAg&amp;ved=0CAYQFjAA&amp;client=internal-uds-cse&amp;usg=AFQjCNGkTsuEa_YL_0jAfNGG7FNXXbsq7A">publicou uma reportagem</a> detalhando um estudo científico realizado na Suécia que concluiu que diminuir em 1% os níveis da hemoglobina glicosilada representa um <strong>aumento de até 50% na expectativa de vida de quem está com diabetes</strong>.</p>
<p>Se você está atrasado quanto aos seus exames de hemoglobina glicada, ou então não anda controlando a glicemia direitinho, esta é a hora de se sentir motivado e melhorar bastante sua qualidade de vida! Garantir um futuro muito mais saudável depende, em grande parte, de seu próprio esforço.</p>
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		<title>Diabetes em Catástrofes &#8211; a luta pela saúde em meio ao caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Apr 2014 13:30:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[catástrofes]]></category>
		<category><![CDATA[cetoacidose diabética]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Federação Internacional de Diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[nefropatia diabética]]></category>
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		<category><![CDATA[revolução]]></category>
		<category><![CDATA[síria]]></category>
		<category><![CDATA[terremoto]]></category>
		<category><![CDATA[Widny Dworce]]></category>
		<category><![CDATA[Zilda Arns]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>História reais de diabéticos em áreas de terremotos, enchentes e guerras civis. Veja o que eles fizeram para sobreviver e continuar cuidando da saúde em meio ao caos. POR RONALDO WIESELBERG Imagine a cena. Você está em um almoço com a sua família. Seus filhos à mesa, assim como o seu esposo ou esposa. De &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>História reais de diabéticos em áreas de terremotos, enchentes e guerras civis. Veja o que eles fizeram para sobreviver e continuar cuidando da saúde em meio ao caos.</em><span id="more-7372"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>Imagine a cena. Você está em um almoço com a sua família. Seus filhos à mesa, assim como o seu esposo ou esposa. De repente, um estrondo. A parede da sala caiu, as estantes balançam, derrubando alguns livros. Uma nuvem de poeira se levanta, enquanto estilhaços da parede são arremessados na direção de todos. Vocês se abaixam, e, por sorte, ninguém é ferido. A terra treme por alguns segundos, sacudindo sob seus pés, e a luz acaba, repentinamente. O terremoto não deixou vítimas, ao menos não na sua família. Porém, muitos lugares foram devastados. Inclusive hospitais e casas de outras pessoas, deixando vítimas, muitas vezes fatais.</p>
<p>E aí, você se lembra: <strong>não aplicou a insulina antes do almoço</strong>.</p>
<p>Pareceu uma cena esquisita? Algo fora de lugar? Ou será que não?</p>
<p>Os acontecimentos recentes ao redor do mundo nos fazem – ou ao menos, deveriam fazer! – pensar sobre a situação de uma pessoa com diabetes em meio às tragédias, sejam elas naturais ou causadas pelo homem. Terremotos, como o acontecido no Haiti em 2010; o furacão Katrina, nos Estados Unidos, em 2005; o Tsunami na Ásia em 2004; ou os recentes conflitos armados na Síria e na Ucrânia, todos são eventos em que a simples falta de energia elétrica, água potável, comida e abrigo são suficientes para causar um caos virtualmente infindável. <strong>O que fazer, então, tendo diabetes nesses casos?</strong></p>
<p>Os sistemas de saúde, em geral já sobrecarregados pela simples procura por parte da população, entram, então, em colapso. Quedas de energia podem ocasionar o fim de condições de armazenamento da medicação. Danos às vias de transporte podem significar que não haverá meios de conseguir outros medicamentos.</p>
<p>Neste artigo, contarei alguns casos sobre o que pessoas com diabetes fizeram nessas situações.</p>
<p><em>Observação: nomes foram trocados de maneira a preservar a identidade das pessoas nos relatos.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>1. REVOLUÇÃO SÍRIA (Síria, 2011-atualidade)</strong></p>
<p>Uma guerra civil, nascida de protestos por causa do desemprego e da crise econômica da Síria, país no Oriente Médio, que se estende até os dias atuais, gerando cerca de 6,5 milhões de desabrigados e mais de 2,3 milhões de refugiados – muitos deles no Brasil! – abre a nossa série de relatos.</p>
<p>Tristemente, uma vez que o Oriente Médio está constantemente nos nossos meios de comunicação, com notícias infelizes de bombardeios e ataques suicidas, nos acostumamos de tal forma com a barbárie diária que ela nos parece comum. Para aqueles que ali estão, porém, a situação é muito grave.</p>
 Destruição em Damasco, após um atentado à bomba, em outubro de 2012.
<p><strong>Mohamad</strong> tem 30 anos e era comerciante na Síria. Ele, sua mulher e seus dois filhos conseguiram escapar para o Brasil numa jornada pela Jordânia, à pé. Um de seus filhos, Bilel, tem <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>. Este relato é sobre a fuga de Mohamad, Bilel e família de Damasco, capital da Síria, até a Jordânia.</p>
<p>Por ter, na época, uma boa condição financeira, Mohamad conseguia comprar as insulinas que Bilel usava – <a title="Agora é Lei: Lantus vai ser fornecida em todo país pelo SUS" href="http://www.diabeticool.com/agora-e-lei-lantus-vai-ser-fornecida-em-todo-pais-pelo-sus/">Lantus</a> e Humalog. Quando os conflitos começaram, Mohamad conseguiu, ainda, comprar alguns frascos de insulina, e considerou que pelo menos por alguns meses, teria condições de esperar o conflito terminar. Porém, o conflito foi se alongando&#8230;e se alongando. Semanas tornaram-se meses e meses tornaram-se anos.</p>
<p>Com o ataque às redes elétricas por parte do exército sírio, cidades inteiras, inclusive a capital, Damasco, sofreram quedas de energia. Com isso, o armazenamento da insulina de Bilel tornou-se um problema muito grande. Em contato com o gelo, ela poderia congelar e tornar-se inútil. Se armazenada na geladeira, além dos problemas de queda de energia, os bombardeios poderiam acertar o local e destruir todo o estoque. Como, então, proteger os preciosos frascos de insulina restantes das variações de temperatura do local, que variava entre trinta e cinco graus Celsius durante o dia para, muitas vezes, cair próximo ao zero durante a noite?</p>
 Criança refugiada dos conflitos da Síria, em abrigo da UNHCR, Comissão de Refugiados da ONU. Não é Bilel, mas poderia ser.
<p>Mohamad pensou em uma solução inusitada. Os esquimós construíam abrigos de gelo para se isolar do frio externo, mantendo a temperatura dentro dos iglus constante, e maior do que a temperatura de fora. Então, ele decidiu usar o solo para abrigar as insulinas. Colocou os suprimentos em uma caixa de isopor e cavou um buraco no quintal, à sombra. Escondeu ali as insulinas, e, sempre que Bilel precisava de mais, ele desenterrava a caixa e tirava apenas o necessário.</p>
<p>A casa de um dos vizinhos da família foi bombardeada, e a energia elétrica faltou por vários dias. Durante semanas o exército sírio trocou tiros com os manifestantes praticamente na rua de Mohamed e Bilel, mas ninguém ameaçou o local seguro das insulinas. Quando a situação permitiu uma fuga, Mohamad desenterrou a caixa uma última vez e fugiu para a Jordânia, levando consigo a família e as insulinas restantes. De lá, Mohamad se refugiou com a família no Brasil, e Bilel atualmente consegue as insulinas pelo SUS, como refugiado de guerra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>2. SISMO DO HAITI (Haiti, 2010)</strong></p>
<p>Essa história tem um personagem muito especial, o <em>Young Leader</em> haitiano Widny Dworce. Ele é, atualmente, o Conselheiro Eleito dos Young Leaders região NAC, que compreende a América do Norte e o Caribe, e trabalha ativamente pelas pessoas com diabetes no Haiti.</p>
<p>Este terremoto, ocorrido em 12 de janeiro de 2010, deixa suas marcas ainda hoje, quatro anos depois do ocorrido. Além dos 316 mil mortos, entre eles a médica pediatra e sanitarista brasileira Zilda Arns, indicada ao Nobel da Paz, o incidente deixou mais de 350 mil feridos e mais de 1,5 milhão de flagelados. O país, um dos mais pobres do mundo, ainda não se recuperou.</p>
 Jovem haitiano em meio aos escombros de Port-au-Prince, 2010. Não é Widny, mas poderia ser.
<p>Widny, ao contrário de Mohamad e Bilel, não teve tempo para pensar num local seguro para suas insulinas. Usando <a title="Quais são os tipos de insulina que existem?" href="http://www.diabeticool.com/quais-sao-os-tipos-de-insulina-que-existem/">insulinas NPH</a> e regular, seu estoque estava em casa na hora do tremor. Com a queda da parede em cima da geladeira, os frascos se quebraram. As farmácias estavam destruídas, assim como todo o estoque de medicamentos estava perdido. A pouca insulina que ele tinha não iria durar muito.</p>
<p>O programa<em> Insulin for Life</em>, da IDF, se encarregou de entregar insulina no Haiti, porém, conseguia chegar apenas até Port-au-Prince, capital do país. Além disso, o risco de desmoronamentos devido às estruturas abaladas era muito grande para entregar as insulinas para quem precisava armazenar em seus abrigos improvisados.</p>
<p>Para sobreviver, então, Widny teria que caminhar cerca de 20km diários, em meio aos escombros, até a FHADIMAC (Federação Haitiana de Diabetes e Doenças Cardiovasculares, em tradução livre, a associação de diabetes à qual Widny pertence) para tomar uma dose diária de insulina. O único tipo de exercício que ele teria seriam as caminhadas diárias. A alimentação seria aquela que existisse, podendo ser, até, biscoitos de barro, preparados misturando água, terra e um pouco de manteiga.</p>
 Acampamento de desabrigados na base do Exército Brasileiro da MINUSTAH, Haiti, 2010.
<p>Widny sobreviveu assim por alguns meses. Lentamente, o Haiti foi se recuperando do desastre, mas ainda há muito para se fazer. Encontrá-lo em Melbourne foi uma das coisas mais emocionantes pela qual já passei, e hoje ele luta arduamente em prol das pessoas com diabetes no Haiti, sabendo das péssimas condições que enfrentam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3. ENCHENTES EM SANTA CATARINA (Brasil, 2008)</strong></p>
<p>Em 2008, a região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, foi castigada por chuvas muito além do esperado. O resultado foram enchentes que mataram 135 pessoas, desalojando cerca de 13 mil e prejudicando o abastecimento de 150 mil pessoas. O Brasil se manifestou em doações e equipes de profissionais voluntários para auxiliar no local, assim como os governos dos Estados Unidos e da Alemanha.</p>
<p>Roberto estava em casa quando a chuva começou. Ele não se lembrava de ter visto uma daquelas antes, apesar de o pai sempre contar da enchente de 1979, alguns anos antes de ele nascer. Porém, pensou ele, não havia de ser nada. Tomou o comprimido de metformina pós jantar e foi assistir televisão.</p>
 Rua inundada em Itajaí (SC), 2008.
<p>Naquela noite, a casa de Roberto foi inundada, e a metformina que ele tinha se perdeu junto com as roupas, comida e mobília. Ele teve a sorte de ser removido com vida para um abrigo em uma das igrejas da região de Jaraguá do Sul. Porém, o acesso deficiente à alimentação, exercício e a falta da medicação contribuíam para o péssimo cuidado do diabetes.</p>
<p>As doações supriam as necessidades de alimentos, porém, o número de alimentos ricos em carboidratos e o acesso a bebidas açucaradas não contribuíam em nada com a alimentação recomendada. Os medicamentos doados não incluíam medicamentos que tratassem diabetes. Como se não bastasse, o estresse pelo qual Roberto estava passando fazia sua glicemia subir ainda mais. A glicemia de Roberto ficou alterada durante cerca de três semanas, o suficiente para que ele, mesmo tendo diabetes tipo 2, tivesse um caso de <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/">cetoacidose diabética</a>.</p>
<p>O tratamento da equipe médica o salvou, mas os danos em seu organismo foram grandes. Com o passar do tempo e falta de cuidados adequados, no final daquele ano, os rins de Roberto demonstraram perda parcial da função. Roberto desenvolveu uma <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">nefropatia diabética</a>. Hoje, por sorte, Roberto conseguiu um transplante renal e vive sem problemas, mas ainda se lembra do ocorrido. E cuida muito bem de seu diabetes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estes três casos reais mostram os principais problemas enfrentados por quem tem diabetes em meio às catástrofes. Acesso e armazenamento da medicação, alimentação, exercício. O tripé do bem-estar de quem tem diabetes é drasticamente alterado, e torna-se muito difícil cuidar da maneira correta da doença.</p>
<p>Desde 2001, a Federação Internacional de Diabetes (IDF) sentiu necessidade de um programa voltado para esse aspecto do diabetes. O programa TIDES (“Ondas”, em tradução livre, é sigla para “<em>Towards Improvement In Diabetes Emergency Settings</em>”, “Em Direção às Melhorias no Diabetes em Situações Emergenciais”, em tradução livre) trabalha junto à Organização Mundial de Saúde (OMS) de maneira a prover suporte para pessoas com diabetes e outras doenças crônicas ao redor do mundo. O programa <em>Insulin for Life</em> também auxilia, provendo insulina; e recentemente, a Cruz Vermelha e o Crescente Vermelho reconheceram que, após o tratamento de feridos graves – que precisem de tratamento cirúrgico –, o tratamento de doenças crônicas, como diabetes e asma, é tão importante quanto o acesso à água potável e comida.</p>
<p>O importante a lembrar é que diabetes é uma doença que precisa de cuidados constantes. Após os cuidados imediatos para preservar a vida, o tratamento da doença merece o máximo de importância, e que não devemos medir esforços para isso.</p>
<p><strong>Forte abraço, e até a próxima!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
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		<title>Descoberto novo biomarcador para a nefropatia diabética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2014 11:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[angiotensinogênio]]></category>
		<category><![CDATA[complicações]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[insuficiência renal]]></category>
		<category><![CDATA[nefropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[Ovidiu Constantin Baltatu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir de agora poderá ser mais fácil identificar e tratar a nefropatia, uma das mais comuns conseqüências do diabetes. Uma nova pesquisa revelou que a análise dos níveis de uma proteína conhecida como angiotensinogênio, produzida nos rins e detectada na urina, pode ser uma forma de diagnosticar mais precocemente a nefropatia diabética – uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A partir de agora poderá ser mais fácil identificar e tratar a nefropatia, uma das mais comuns conseqüências do diabetes.</em><span id="more-6726"></span></p>
<p>Uma nova pesquisa revelou que a análise dos níveis de uma proteína conhecida como angiotensinogênio, produzida nos rins e detectada na urina, pode ser uma forma de diagnosticar mais precocemente a <a title="Cientistas argentinos conseguem novos avanços no tratamento do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-argentinos-conseguem-novos-avancos-no-tratamento-do-diabetes/">nefropatia diabética</a> – uma das complicações mais graves do diabetes. Resultante de alterações nos vasos sanguíneos renais, a doença faz com que o órgão perca a capacidade de filtrar adequadamente o sangue e deixe escapar na urina proteínas importantes para o organismo. Caso não seja tratada, pode progredir até se converter em insuficiência renal crônica.</p>
<p>Atualmente, o diagnóstico é feito pela análise de albumina na urina. No entanto, quando essa proteína é detectada nos testes, é sinal de que já existe lesão no tecido renal.</p>
<p>“Achamos que a análise do angiotensinogênio renal na urina poderia ajudar a identificar o problema em um estágio mais inicial, quando há tempo de o dano ser revertido”, disse Ovidiu Constantin Baltatu, professor na Universidade Camilo Castelo Branco (Unicastelo) e coordenador da pesquisa apoiada pela FAPESP.</p>
<p>Os ensaios pré-clínicos realizados com ratos contaram com a parceria de pesquisadores do Centro de Medicina Molecular Max-Delbrück, na Alemanha, e do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, o grupo busca novos parceiros para a realização dos ensaios clínicos necessários para a caracterização e validação do novo biomarcador.</p>
<p>De acordo com Baltatu, o objetivo inicial do projeto era investigar se o diabetes afetava diferentemente homens e mulheres. “Os estudos de gênero são algo recente, surgiram nos últimos 10 ou 15 anos e têm como foco encontrar tratamentos personalizados”, comentou o pesquisador nascido na Romênia.</p>
<p>A linha de pesquisa começou quando Baltatu morava em Berlim, na Alemanha, e investigava no centro Max-Delbrück as diferenças de gênero relacionadas à <a title="Os custos da obesidade e do diabetes no Brasil" href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">cardiopatia</a> e à nefropatia hipertensivas.</p>
<p>“Demonstramos que os hormônios masculinos ou andrógenos estimulam a atividade do sistema renina-angiotensina (conjunto de peptídeos, enzimas e receptores envolvidos no controle da pressão arterial), contribuindo para o desenvolvimento da hipertensão e, consequentemente, da cardiopatia e da nefropatia hipertensiva”, contou Baltatu.</p>
<p>Os resultados – divulgados em artigos publicados na revista Hypertension e no Journal of The American Society of Nephrology – suscitaram a hipótese de que o mesmo poderia ocorrer no caso da nefropatia causada pelo diabetes.</p>
<p>Para confirmar a suspeita, em experimentos realizados no Brasil, os cientistas induziram em ratos um quadro similar ao do <a title="Você conhece os 4 sintomas do diabetes tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-4-sintomas-do-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> (insulino-dependente) por meio de uma injeção do antibiótico estreptozotocina.</p>
<p>A estreptozotocina causa a destruição das células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina e, poucos dias depois, os animais apresentam aumento sustentado nos níveis de glicose no sangue. Doze semanas após a injeção, já era possível detectar a presença de albumina na urina dos roedores.</p>
<p>Os animais foram divididos em seis grupos: machos controle (que não receberam injeção para induzir o diabetes); machos diabéticos; machos diabéticos tratados com flutamida (droga antiandrogênica); fêmeas controle; fêmeas diabéticas e fêmeas diabéticas tratadas com flutamida.</p>
<p>“Uma das primeiras diferenças que observamos foi que os níveis de albuminúria eram muito maiores nos machos do que nas fêmeas, sinal de que a doença estava progredindo mais rapidamente nos machos”, disse Baltatu.</p>
<p>Diferentemente do que havia sido observado na pesquisa sobre nefropatia hipertensiva, porém, a flutamida foi capaz de proteger apenas os machos contra a progressão da doença, mas não as fêmeas. “Isso mostra que são mecanismos diferentes por trás do desenvolvimento da nefropatia hipertensiva e da nefropatia diabética”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Expressão gênica</strong></p>
<p>O passo seguinte foi analisar a pressão arterial e os níveis circulantes das enzimas do sistema renina-angiotensina e de sua proteína precursora: o angiotensinogênio.</p>
<p>“O angiotensinogênio é convertido em angiotensina-I por meio da ação da enzima renina. A angiotensina-I sofre então a ação da enzima conversora de angiotensina e vira angiotensina-II – uma das substâncias vasoconstritoras mais potentes já descritas”, explicou Baltatu.</p>
<p>Na pesquisa sobre hipertensão, o grupo havia observado que os andrógenos elevavam os níveis de renina circulantes. No caso do diabetes, porém, é comum haver um nível baixo de renina plasmática. E isso foi confirmado nos grupos de ratos diabéticos.</p>
<p>“Mas, além desse sistema renina-angiotensina circulante ou endócrino, existem também sistemas locais em cada órgão. Extraímos então o tecido renal dos ratos para fazer uma análise de expressão gênica e ver como estava a produção local das enzimas. Observamos que, nos machos, a síntese de angiotensinogênio renal estava significativamente aumentada”, explicou Baltatu.</p>
<p>Ao comparar os níveis de angiotensinogênio renal dos ratos com os níveis de albuminúria, os pesquisadores verificaram a existência de uma forte correlação.</p>
<p>“Nossa hipótese é que a maior produção de angiotensinogênio no rim leva a um nível maior de angiotensina-II local e isso induz a nefropatia e explica o aumento da albuminúria. Acreditamos que o angiotensinogênio renal, portanto, pode revelar a nefropatia diabética antes que os níveis altos de albumina apareçam nos exames”, disse o pesquisador da Unicastelo.</p>
<p>Embora a correlação entre os níveis de angiotensinogênio e de albumina só tenha sido verificada nos ratos machos, Baltatu estima que o biomarcador possa ser eficaz para diagnosticar tanto homens como mulheres.</p>
<p>“Possivelmente, a correlação não tenha sido observada em fêmeas porque elas tinham níveis baixos de albuminúria. É necessário realizar um novo estudo – que já pode ser um ensaio clínico – para analisar mulheres com uma escala maior de albuminúria (um estágio mais avançado da patologia). O objetivo será esclarecer se para diagnosticar a nefropatia os valores de corte do angiotensinogênio seriam os mesmos para homens e mulheres”, disse Baltatu.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.planetauniversitario.com/index.php/ciencia-e-tecnologia-mainmenu-75/32178-descoberto-novo-biomarcador-para-a-nefropatia-diabetica" target="_blank" rel="nofollow">Planeta Universitário</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/descoberto-novo-biomarcador-para-a-nefropatia-diabetica/">Descoberto novo biomarcador para a nefropatia diabética</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O diabetes e a audição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Nov 2012 21:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Chika Horikawa]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[estria vascular]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism]]></category>
		<category><![CDATA[material didático]]></category>
		<category><![CDATA[nefropatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[nervo]]></category>
		<category><![CDATA[ouvido]]></category>
		<category><![CDATA[retinopatia diabética]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Niigata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sabia que quem tem diabetes deve tomar um cuidado especial com seus ouvidos? Entenda o motivo neste novo texto. Uma das páginas mais acessadas do Diabeticool é &#8220;Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?&#8220;, parte do nosso material didático (que pode ser encontrado na barra superior do site). Lá, pode-se ler uma lista &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Sabia que quem tem diabetes deve tomar um cuidado especial com seus ouvidos? Entenda o motivo neste novo texto<em></em>.</em></p>
<p><span id="more-1942"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-e-a-audicao/audicao-diabetes/"></span>Uma das páginas mais acessadas do <strong>Diabeticool </strong>é &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?</a>&#8220;, parte do nosso <span style="color: #000000;"><strong>material didático</strong> </span>(que pode ser encontrado na barra superior do site). Lá, pode-se ler uma lista de graves conseqüências que acontecem quando o diabetes não é tratado corretamente e a glicemia mantém-se alta. A maioria delas, como a retinopatia e a nefropatia diabéticas, são causadas por danos em vasos sangüíneos ou nervos, devido às altas taxas de açúcar no sangue. Cientistas japoneses concluíram esta semana que a alta glicemia pode comprometer, de maneira semelhante, um outro órgão importantíssimo para nós: os ouvidos.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>Chika Horikawa, especialista em nutrição da Universidade Niigata, no <a title="O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/">Japão</a>, e principal autor do estudo, percebeu que diabéticos sofriam mais do que o normal de problemas de audição. Através de sua recente pesquisa, publicada no <em>Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism</em>, pôde comprovar que, realmente, diabéticos têm motivos para tomar um cuidado especial com seus ouvidos.</p>
<div>
<p>&#8220;A associação entre problemas auditivos e diabetes é controversa, mas acredita-se que, com o passar do tempo, altas taxas de açúcar no sangue danificam <a title="A saudabilíssima dieta nojenta" href="http://www.diabeticool.com/a-saudabilissima-dieta-nojenta/">vasos sangüíneos </a>na <em>estria vascular</em> e nervos, diminuindo a capacidade de ouvir&#8221;, afirmou Chika. &#8220;Neste nosso estudo, <strong>descobrimos que pessoas com diabetes têm duas vezes mais prevalência de problemas de audição do que aquelas não-diabéticas</strong>&#8220;, completou o japonês. Vale notar que a <em>estria vascular</em> é uma região ricamente vascularizada do ouvido interno; a atrofia desta região é uma das principais causas de perda de audição.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-e-a-audicao/chika-horikawa-diabetes/"></span> O pesquisador Chika Horikawa, autor da pesquisa associando diabetes e problemas auditivos.
<p><strong>O que fazer para se prevenir contra problemas de audição? A resposta é simples:</strong> manter sempre a glicemia sob controle. Ou seja, seguindo à risca o tratamento para o diabetes, evita-se uma série de conseqüências desagradáveis e perigosas, causadas pelos danos em vasos sangüíneos e nervos que o excesso de açúcar provoca. De acordo com Horikawa, &#8220;nossos resultados sugerem que pacientes diabéticos devem ser examinados para problemas de audição a partir de uma idade mais jovem do que o comum, a fim de prevenir vários problemas de saúde decorrentes de dificuldades na audição, como a depressão.&#8221;
</div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-diabetes-e-a-audicao/">O diabetes e a audição</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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