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	<title>medidor de glicemia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 17:09:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Glicemia sob controle sempre, com uma mãozinha da tecnologia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2013 18:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diadvisor]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
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		<category><![CDATA[Jens Poulsen]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça o dispositivo capaz de prever alterações na glicemia e instruir sobre o que deve ser feito para mantê-la estável. Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool Manter a glicemia sob controle é um dos maiores desafios para os pacientes do diabetes. Atualmente, o método mais eficaz para se controlar a quantidade de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conheça o dispositivo capaz de prever alterações na glicemia e instruir sobre o que deve ser feito para mantê-la estável.</em></p>
<p><span id="more-4207"></span></p>
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4209" alt="diadvisor diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diadvisor-diabetes.jpg" width="600" height="250" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diadvisor-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diadvisor-diabetes-415x173.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Manter a glicemia sob controle é um dos maiores desafios para os pacientes do diabetes. Atualmente, o método mais eficaz para se controlar a quantidade de glicose no sangue é o auto-exame dos pacientes, realizado através de picadas no dedo. Se a glicose está alta, aplicam insulina. Se está baixa, comem algo doce. Porém, o ideal seria evitar os picos e as quedas da glicemia antes de acontecerem. Com esse objetivo, a União Européia está financiando um projeto internacional chamado “<strong>Diadvisor</strong>”.</p>
<p>O principal objetivo do “<strong>Diadvisor</strong>” é a utilização de dados fisiológicos para prever mudanças nos níveis de glicemia e alertar os pacientes <em>antes</em> que elas ocorram. Na primeira fase do projeto, 90 pacientes de diabetes tiveram seus sinais vitais monitorados durante 10 dias. Após a análise dos dados, pesquisadores desenvolveram modelos capazes de prever variações nos níveis de <a title="Comidas com alto índice glicêmico favorecem o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/comidas-com-alto-indice-glicemico-favorecem-o-diabetes/">glicose</a>. As previsões para mudanças dentro de 20 minutos tiveram precisão acima de 90% e entre 40 e 60 minutos acertaram em mais de 80% dos casos.</p>
<p>A próxima etapa foi a criação de um protótipo do <a title="Glicosímetro que se comunica com telefones é aprovado" href="http://www.diabeticool.com/glicosimetro-que-se-comunica-com-telefones-e-aprovado/">aparelho</a> onde pacientes poderiam registrar dados sobre suas refeições e obter as previsões. “Usar esse instrumento para prever o que acontecerá caso nada seja feito é apenas um das possibilidades de uso”, diz Jens Poulsen, coordenador do projeto. “Ainda mais útil para pacientes de diabetes são recomendações sobre o que eles podem fazer a respeito disso”. Caso o paciente registrasse a ingestão de uma barra de chocolate, por exemplo, o dispositivo preveria um pico de glicose no sangue dentro de 20 minutos e recomendaria uma aplicação de insulina para evitar a elevação da glicemia.</p>
<p>As recomendações, contudo, precisam ser extremamente precisas. Um conselho errado poderia colocar a vida de uma pessoa em risco. “Não podemos desenvolver um sistema que faz recomendações perigosas ou inapropriadas. Por isso, estabelecemos um critério de segurança altíssimo”, afirma Poulsen.</p>
<figure id="attachment_4210" aria-describedby="caption-attachment-4210" style="width: 826px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4210" alt="Muita gente de peso está dando suporte ao ambicioso projeto Diadvisor: são 3 universidades, 3 hospitais, 6 empresas da área da saúde e 1 ONG, espalhadas por 13 países europeus." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/consorcio-diadvisor-diabetes.jpg" width="826" height="856" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/consorcio-diadvisor-diabetes.jpg 826w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/consorcio-diadvisor-diabetes-232x240.jpg 232w" sizes="(max-width: 826px) 100vw, 826px" /><figcaption id="caption-attachment-4210" class="wp-caption-text">Muita gente de peso está dando suporte ao ambicioso projeto Diadvisor: são 3 universidades, 3 hospitais, 6 empresas da área da saúde e 1 ONG, espalhadas por 13 países europeus.</figcaption></figure>
<p>Os testes com o dispositivo demonstraram sua eficácia em previsões de até 2 horas. O instrumento foi considerado seguro, já que nenhuma dentre as mais de 1500 recomendações feitas foi considerada inapropriada. Além disso, em mais de 88% dos casos, ela seria exatamente a mesma que um médico daria. “Um teste em larga escala no futuro é crucial para determinar se o Diadvisor realmente faz diferença no cotidiano dos pacientes de diabetes, mas nossos resultados preliminares são promissores”, diz Poulson.</p>
<p>Uma maior estabilidade da <a title="Você conhece os efeitos colaterais dos seus remédios?" href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-os-efeitos-colaterais-dos-seus-remedios/">glicemia</a> pode ajudar a manter o diabetes sob controle, não apenas melhorando a qualidade de vida de seus pacientes, mas também diminuindo o risco de desenvolvimento de outras doenças devido ao diabetes.</p>
<p>Para mais informações, é possível acessar o site oficial do projeto, em inglês, <span class="removed_link" title="http://www.diadvisor.eu/public/summary.php"><strong>clicando aqui</strong></span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Novo paradigma de monitoramento contínuo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 17:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[dedo]]></category>
		<category><![CDATA[Echo Therapeutics]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Monitorar continuamente a glicemia está muito próximo de ser uma atividade prática e indolor, graças a uma pequena empresa americana. Alguns diabéticos precisam monitorar com cuidado as taxas de açúcar no sangue o tempo inteiro &#8211; em especial os diabéticos tipo 1. A única maneira de se fazer isso, até pouco tempo atrás, era picando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Monitorar continuamente a glicemia está muito próximo de ser uma atividade prática e indolor, graças a uma pequena empresa americana.</em></p>
<p><span id="more-1591"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/novo-paradigma-de-monitoramento-continuo/echo-equipamentos-diabetes/" rel="attachment wp-att-1612"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1612" title="echo equipamentos diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-equipamentos-diabetes.jpg" alt="" width="557" height="346" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-equipamentos-diabetes.jpg 557w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-equipamentos-diabetes-386x240.jpg 386w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /></a></p>
<p>Alguns diabéticos precisam monitorar com cuidado as taxas de açúcar no sangue o tempo inteiro &#8211; em especial os <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a>. A única maneira de se fazer isso, até pouco tempo atrás, era picando o dedo, coletando uma gota de sangue e realizando a leitura da glicemia em um <a title="As picadas no dedo estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">medidor</a>. O problema é que as pontas dos dedos possuem diversas terminações nervosas, o que torna a medição uma atividade das mais desagradáveis. Em vista disto, a comunidade médica adotou o padrão de sugerir aos diabéticos que meçam a glicemia de quatro e seis vezes por dia &#8211; um número relativamente alto, porém longe do adequado para um acompanhamento eficiente das variações de açúcar no sangue.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000;">Pense da seguinte maneira: se você checar suas taxas de açúcar no sangue quatro vezes ao dia, e você as checa à meia-noite, quando vai dormir, de madrugada, quando acorda para o café da manhã, você as checa à hora no almoço, e novamente na hora da janta, você estará medindo apenas quatro vezes, e os resultados podem estar normais todas as vezes. Mas você não sabe a quantas anda seu açúcar sangüíneo à uma da manhã, 2, 3, 4 da madrugada, quando você está dormindo.&#8221;, explica o dr. Pat Mooney. E arremata: &#8220;São estes altos e baixos [de glicemia] não controlados e desconhecidos que levam às complicações de longo termo da doença.&#8221;</span></p>
<p><strong>Como resolver este problema?</strong></p>
<p>A indústria farmacêutica lançou há algum tempo medidores contínuos de glicemia, que funcionam através do implante de uma agulha sob a pele, a qual coleta os dados direto da corrente sangüínea e os transmite a um aparelho que os interpreta. Apesar de evitar as picadas nos dedos, manter uma agulha debaixo da pele não é o procedimento mais confortável e indolor do mundo. Em vista disto, a pequena empresa do dr. Pat Mooney, chamada <strong>Echo Therapeutics</strong>, está em processo final de desenvolvimento de um método revolucionário de monitoramento contínuo da glicemia. Conheça o <strong>Symphony</strong>.</p>
<p><strong>Como funciona o novo método?</strong></p>
<p>Para evitar ao máximo dor e desconforto, a abordagem do medidor de glicose da Echo Therapeutics é medir a glicemia não no sangue, mas no <strong>fluido intersticial</strong>. Este fluido é um líquido presente em uma finíssima camada que fica sob a pele, e é uma fonte alternativa de glicose e nutrientes às células. O medidor Symphony, que parece um tipo de band-aid e pode ser colado em diversas regiões do corpo, é capaz de ler a quantidade de açúcar no fluido intersticial e de enviar a medição, via wireless, a celulares, tablets, computadores e aparelhos que guardam e interpretam as informações.</p>
<p><strong>Um porém &#8211; e muita tecnologia!</strong></p>
<p>Porém, o fluido intersticial fica sob a <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">pele</a>. Além do quê, existe uma camada de pele morta recobrindo todo nosso corpo, e que funciona como um paredão de proteção do nosso organismo. Como é que o Symphony consegue medir a glicemia no fluido intersticial com tamanha barreira pela frente?</p>
<figure id="attachment_1592" aria-describedby="caption-attachment-1592" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/novo-paradigma-de-monitoramento-continuo/echo-therapeutics-diabetes/" rel="attachment wp-att-1592"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1592" title="echo therapeutics diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes.jpg" alt="" width="400" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1592" class="wp-caption-text">A caneta Prelude em ação, limpando a pele para a medição da glicemia.</figcaption></figure>
<p>O segredo se chama <strong>Prelude</strong>. Com o nome indica, trata-se de uma &#8220;preparação&#8221; para o uso do Symphony. O Prelude é um aparelho que lembra uma caneta grande. Ele é colocado junto à pele, e aperta-se um botão. Neste instante, corrente elétricas bem fraquinhas (e, portanto, totalmente indolores) são enviadas à pele. A camada de pele morta e a camada de pele viva respondem diferentemente a esta corrente. O aparelho interpreta os sinais e é capaz de discernir uma da outra. Quando encontra pele morta, o Prelude ativa um laser que remove esta camada, gerando uma zona livre para que o Symphony possa medir, com maior facilidade, o conteúdo do líquido intersticial. Parece ficção científica, mas é a realidade. E já funciona.</p>
<figure id="attachment_1593" aria-describedby="caption-attachment-1593" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/novo-paradigma-de-monitoramento-continuo/prelude-diabetes/" rel="attachment wp-att-1593"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1593" title="prelude diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/prelude-diabetes.jpg" alt="" width="450" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/prelude-diabetes.jpg 450w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/prelude-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1593" class="wp-caption-text">O Symphony é a caixinha que aparece na imagem. O medidor em si encontra-se na tampa azul, que se fecha sobre a pele limpa pelo Prelude, como mostrado acima.</figcaption></figure>
<p>A Echo Therapeutics fechou contrato com uma grande farmacêutica para a fabricação em escala industrial do Symphony e do Prelude. Testes cientificamente validados aferiram a qualidade das medições, acuradas em 98,9% dos testes. Basta, agora, o governo americano liberar a venda do produto para que ele, eventualmente, chegue aqui no Brasil e possa ser testado na pele por nós.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/C0PeoDgs4hg" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.huffingtonpost.com/gregory-weinkauf/glucose-monitoring_b_1503881.html" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
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		<title>Conversas com Amigos &#8211; Tim Fisher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Sep 2012 23:52:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[ceticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cornell University]]></category>
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		<category><![CDATA[medidor de glicose]]></category>
		<category><![CDATA[nanotecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Purdue University]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diabeticool conversa com exclusividade com o pesquisador Tim Fisher, inventor do mais sensível, versátil e indolor medidor de glicose já criado. &#160; &#160; O comum: receber notícias de médicos, biólogos, químicos, fisiologistas e farmacêuticos que pesquisam novidades e curas para o diabetes. Encontrar um engenheiro mecânico estudando a doença é raro &#8211; e, convenhamos, bastante &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; border: 4px solid black; padding: 10px;">
<p><em>Diabeticool conversa com exclusividade com o pesquisador Tim Fisher, inventor do mais sensível, versátil e indolor medidor de glicose já criado.<br />
</em></p>
<p><span id="more-1459"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png"><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-1413" title="conversa com amigos3" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png" alt="" width="585" height="60" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3.png 650w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/conversa-com-amigos3-415x43.png 415w" sizes="(max-width: 585px) 100vw, 585px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_1468" aria-describedby="caption-attachment-1468" style="width: 264px" class="wp-caption alignright"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Timothy-Fisher-diabetes-2.jpg"><img loading="lazy" class=" wp-image-1468     " title="Timothy Fisher diabetes 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Timothy-Fisher-diabetes-2.jpg" alt="" width="264" height="366" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Timothy-Fisher-diabetes-2.jpg 576w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/Timothy-Fisher-diabetes-2-173x240.jpg 173w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1468" class="wp-caption-text">O pesquisador Timothy S. Fisher, da Purdue University, é expert em nanotecnologia e, com se não bastasse, dá aulas de engenharia mecânica, aeronáutica e astronáutica!</figcaption></figure>
<p>O comum: receber notícias de médicos, biólogos, químicos, fisiologistas e farmacêuticos que pesquisam novidades e curas para o diabetes. Encontrar um <em>engenheiro mecânico</em> estudando a doença é raro &#8211; e, convenhamos, bastante curioso! Mas o diabetes é uma condição abrangente, atingindo todas as idades, sexos, pesos, alturas, cores de pele e profissões – faz todo o sentido, portanto, que a busca por soluções a este problema envolvam também o maior número possível de profissionais. Ainda mais quando engenheiros tão gabaritados quanto <strong>Tim Fisher</strong> decidem dar uma mãozinha aos seus colegas médicos, biólogos, químicos, fisiologistas e farmacêuticos!</p>
<p>O currículo de Timothy S. Fisher é de fazer qualquer um arregalar os olhos, contorcer os lábios e balançar a cabeça afirmativamente, em sinal de boa impressão. Com Ph.D na <em>Cornell University</em>, Fisher é educador e pesquisador de nanotecnologia e transferência de calor. É professor de Engenharia Mecânica, Aeronáutica e Astronáutica na <em>Purdue University</em>, uma das mais gabaritadas dos EUA. Lá, também ocupa o cargo de diretor do Grupo de Pesquisas em Transporte em Nanoescala. Ou seja, trabalha com tecnologia de ponta, em pesquisas aplicadas. Seus estudos com o diabetes são um ótimo exemplo deste lado prático e multifacetado do pesquisador .</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6>O engenheiro e o diabetes</h6>
<p><a title="As picadas no dedo estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">Como noticiamos há poucos dias</a>, Tim e seu grupo de pesquisa criaram um novo aparelho medidor de glicose. Mas não se trata de apenas “mais um novo medidor de glicose”. É, simplesmente, <strong>o melhor medidor de glicose já inventado</strong>. Um dos motivos é porque ele é capaz de detectar concentrações antes inimaginavelmente pequenas da molécula. O outro motivo é que ele detecta glicose não apenas no sangue, como também na <em>urina</em>, na <em>saliva</em> e em <em>lágrimas</em>. Nenhum outro aparelho jamais foi capaz destes feitos, frutos do uso da nanotecnologia em sua produção. Como se não bastasse, há ainda outra vantagem no medidor: sua versatilidade. Com uma pequena adaptação, ele poderá ser utilizado na medição de concentração de diversas outras moléculas, como álcool ou glutamato &#8211; este último de grande valor em testes para o <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">Alzheimer</a>.</p>
<a href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/"></a> Leia a notícia que foi base para esta entrevista clicando na figura acima!
<p>Imaginar como será a vida dos diabéticos &#8211; em especial os <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a> &#8211; em um futuro próximo, no qual espetar o dedo para coletar gotas de sangue para medir a glicemia será coisa do passado, é uma atividade prazerosa. Mais prazeroso ainda é bater um papo com Tim Fisher e descobrir, entre outras coisas, que este “futuro próximo” pode estar mais perto do que a imaginação permite supor. O <span style="color: #3366ff;"><strong>Diabeticool</strong> </span>conversou com exclusividade com o pesquisador para tirar dúvidas sobre sua pesquisa e entender mais a fundo seu impacto na vida dos diabéticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h6><strong>Pétalas tecnológicas</strong></h6>
<figure id="attachment_1462" aria-describedby="caption-attachment-1462" style="width: 288px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/fisher-sensor-nanotecnologia-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1462" title="fisher sensor nanotecnologia diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/fisher-sensor-nanotecnologia-diabetes.jpg" alt="" width="288" height="373" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/fisher-sensor-nanotecnologia-diabetes.jpg 288w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/fisher-sensor-nanotecnologia-diabetes-185x240.jpg 185w" sizes="(max-width: 288px) 100vw, 288px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1462" class="wp-caption-text">Imagem da pesquisa do prof. Fisher, mostrando as nanoestruturas do seu medidor de glicose.</figcaption></figure>
<p>Uma das coisas que mais chamam a atenção no novo medidor de glicose de Tim e sua equipe é a incrível sensibilidade do aparelho. De acordo com materiais de divulgação, o sensor é capaz de detectar quantidades de até 0.3 micromolar de glicose. Isto é quase nada de nada de nada, e várias vezes mais sensível do que qualquer medidor atualmente no mercado. O que significa que ele será capaz de medir a concentração de glicose utilizando amostras bem pequenas de material, ou então medi-la através de amostras nas quais, naturalmente, há pouca glicose. É justamente por isso que o sensor é capaz de medir a glicose presente na saliva e em lágrimas. Queríamos saber qual o segredo de tamanho e inédito poder de detecção. Tim nos revelou, em linguagem poeticamente metafórica e cheia de nanotecnologia.</p>
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<p>“O segredo possivelmente tem a ver com a microestrutura da cobertura de metal nas bordas das finas pétalas de grafite [que fazem parte do aparelho]. Nosso trabalho anterior com nanotúbulos de carbono mostrou que uma fileira de nanopartículas de metal colocadas lado-a-lado, como um colar de pérolas, funciona melhor do que um fileira com partículas de metal mais esparsas periodicamente presentes ao longo do nanotúbulo. As beiradas das pétalas, portanto, agem da mesma maneira que o colar de pérolas, criando uma coluna de nanopartículas de metal. [Através desta configuração], o limite de sensitividade do aparelho é excelente – o melhor que já medimos”.</p>
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<h6>Atirando o sapato em Fisher</h6>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/testes-clinicos-diabetes.jpeg"></span> Cientistas, acostumados a testar exaustivamente suas idéias, levantam sérias questões sobre o novo medidor.
<p>Tanta tecnologia de ponta e bons resultados sempre atraem críticos. Ainda mais na área da saúde. O novo sensor de Tim foi posto em cheque por diversos médicos nos Estados Unidos, que disseram algo do tipo “<em>All right</em>, tudo bem que seu sensor pode detectar pequeníssimas quantidades de glicose na saliva, em lágrimas e na urina, evitando assim picadas nos dedos dos diabéticos, mas, até hoje, <em>ninguém</em>, Mr. Fisher, ninguém correlacionou as concentrações de glicose nestes outros meios à glicose no sangue. Ou seja, grande coisa poder medir a glicose presente na saliva, mas saber se a quantidade encontrada representa hiperglicemia, hipoglicemia ou glicemia normal são outros quinhentos, <em>hein</em>?”. E eles têm razão. Mas Fisher tem uma resposta para estes críticos.</p>
<p>“Este problema [de correlação] é ainda proeminente na determinação do possível impacto da tecnologia. Nós acreditamos que, já que o alcance de sensibilidade do sensor é compatível com as quantidades de glicose no sangue e em outros soros, ele pode ser utilizado em um contexto de “medicina personalizada”, criando correlações específicas para cada paciente. A abordagem prospectiva pode ainda precisar de amostras de sangue, mas com muito menos frequência. Além disso, esperamos que o sensor funcione bem com outras proteínas dos soros humanos que se correlacionam com os níveis de glicose, e isto poderia ser utilizado no melhoramento da correlação específica do paciente”.</p>
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<h6>O futuro sem dedos picados</h6>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/medidor-de-glicose-diabetes.jpg"></span> Em muito breve, uma imagem do passado.
<p>Todo processo novo e revolucionário nas ciências médicas precisa de um tempo de testes e aceitação. Apesar das críticas, o medidor de Fisher e sua turma gera entusiasmo no mundo científico – e no mercado também. No momento, várias empresas farmacêuticas já demonstraram interesse na descoberta. Fisher está ainda na fase de conversas com elas. “O próximo passo é criar parcerias para alavancar a produção do protótipo e iniciar os testes clínicos”, diz o pesquisador. Estes testes clínicos, por sinal, são os que demandarão mais tempo até o lançamento do produto. Mas Fisher está otimista e nos dá uma ótima notícia: ele acredita que em apenas <strong>cinco anos</strong> seu medidor já poderá ser encontrado no mercado.</p>
<p>O novo medidor resolverá um problema premente na vida dos diabéticos, que é saber sua glicemia, através de uma solução prática, elegante e genial. E que só poderia ter sido encontrada através dos conhecimentos de um engenheiro, ainda mais especialista em nanotecnologia. Enquanto isso, os pesquisadores mais ligados às áreas biológicas, como médicos e farmacêuticos, continuam suas buscas para sanar outros problemas dos diabéticos, tentando entender e combater as origens e meandros da doença. Sorte nossa estarmos tão bem assessorados por mentes tão brilhantes, trabalhando em conjunto com o objetivo comum de melhorar a vida de quem está com diabetes.</p>
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<h6>Adendo: Assista ao vídeo do canal WLFI, de Lafayette, Indiana, com Tim Fisher (em inglês)!</h6>
<p><object width="500" height="427" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" align="middle"><param name="quality" value="high" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allownetworking" value="all" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="flashvars" 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<p style="width: 320px; text-align: left;">
</div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/conversas-com-amigos-tim-fisher/">Conversas com Amigos – Tim Fisher</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>As picadas no dedo estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 23:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Advanced Functional Materials]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[etanol oxidase]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[glicose oxidase]]></category>
		<category><![CDATA[glutamato oxidase]]></category>
		<category><![CDATA[Jonathan Claussen]]></category>
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		<category><![CDATA[U.S. Naval Research Laboratory]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Purdue]]></category>
		<category><![CDATA[urina]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina. Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do tipo 1, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina.</em></p>
<p><span id="more-1352"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/picar-dedo-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">tipo 1</a>, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar as taxas de <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Soluções para este dolorido problema surgem a cada ano: já noticiamos aqui, por exemplo, as tirinhas que <a title="O mais barato teste de glicemia já inventado troca gotinha de sangue por xixi" href="http://www.diabeticool.com/o-mais-barato-teste-de-glicemia-ja-inventado-troca-gotinha-de-sangue-por-xixi/">medem a quantidade de açúcar no sangue através do xixi</a>. Mas, pelo que parece, a novidade da vez é bem mais dinâmica e fácil de usar do que estas tiras de papel&#8230;</p>
<h6>E se eu não estiver com vontade de fazer xixi?</h6>
<p><strong>Um novo medidor de glicemia, anunciado no periódico científico <em>Advanced Functional Materials</em>, é capaz de detectar quantidades inimaginavelmente pequenas de glicose não apenas no sangue, mas também em lágrimas, na saliva e, é claro!, na urina. </strong></p>
<p>Desenvolvido em co-parceria entre pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA, e do U.S. Naval Research Laboratory, o medidor é capaz de detectar glicose em concentrações de até 0.3 micromolar, o que o torna mais sensível do que qualquer medidor atualmente no mercado. Além disto, devido à maneira como é projetado, ele pode ser utilizado na identificação de outras moléculas do corpo humano, através da troca de apenas um de seus componentes <strong>.</strong></p>
<p>Jonathan Claussen, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, explica: &#8220;Por utilizarmos a enzima glicose oxidase neste trabalho, ele é apropriado para o diabetes. Mas a gente poderia simplesmente trocar esta enzima por, por exemplo, glutamato oxidase, para medir o neurotransmissor glutamato em testes Parkinson e Alzheimer, ou então por etanol oxidase para monitorar níveis alcoólicos em bafômetros. (Nosso medidor) é muito versátil, rápido e portável.&#8221;</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.purdue.edu/newsroom/releases/2012/Q3/sensor-detects-glucose-in-saliva-and-tears-for-diabetes-testing.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais uma boa notícia para quem não agüenta mais furar a ponta dos dedos várias vezes por dia para medir a glicemia! O último método inovador que apresentamos no site, o das tirinhas de papel, tinha também alguns inconvenientes, como a ter de aplicar a urina no papel através de uma seringa especial &#8211; o que significa que teríamos que coletar o xixi nesta seringa antes, de alguma maneira! O novo medidor dos americanos parece resolver todos estes problemas. Já pensou que delícia poder saber, com uma precisão assombrosa, a sua taxa de glicose no sangue com um pouquinho da sua saliva? Ou então através das lágrimas de alegria que cairão por não ter mais de picar os dedos?!</strong></p>
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