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	<title>JDRF | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 21:05:39 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Este homem é um &#8220;testador&#8221; de pâncreas artificiais!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Apr 2014 21:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de insulina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acompanhe as aventuras de Thomas Brobson, diabético tipo 1 que testa há mais de 5 anos pâncreas artificiais. Será que a tecnologia pode mesmo melhorar a vida? Com notícias recentes sobre o desenvolvimento de pâncreas artificiais, uma dúvida talvez passe pela cabeça de quem tem diabetes: como seria usar um pâncreas artificial? Para tentar responder &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Acompanhe as aventuras de Thomas Brobson, diabético tipo 1 que testa há mais de 5 anos pâncreas artificiais. Será que a tecnologia pode mesmo melhorar a vida?</em><span id="more-7350"></span></p>
<figure id="attachment_7356" aria-describedby="caption-attachment-7356" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7356" alt="thomas brobson pancreas artificial diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/thomas-brobson-pancreas-artificial-diabetes.jpg" width="600" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/thomas-brobson-pancreas-artificial-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/thomas-brobson-pancreas-artificial-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7356" class="wp-caption-text">Brobson testa pâncreas artificiais desde 2007!</figcaption></figure>
<p>Com notícias recentes sobre o desenvolvimento de pâncreas artificiais, uma dúvida talvez passe pela cabeça de quem tem diabetes: como seria usar um pâncreas artificial? Para tentar responder essa pergunta, vamos conhecer <strong>Thomas Brobson</strong>. Hoje com 54 anos, Thomas é o Diretor Nacional de Pesquisas da JDRF (<em>Juvenile Diabetes Research Foundation</em>, ou Fundação de Pesquisa para Diabetes em Jovens), uma instituição de caridade dedicada a financiar pesquisas sobre diabetes. Mais do que isso, Thomas tem <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> e <strong>participou de testes clínicos de pâncreas artificiais em 2007 e 2012</strong>. Agora, através de depoimentos seus, vamos trazer a história dele até vocês. Além de contar suas experiências, Thomas também revela a grande evolução da tecnologia nos últimos anos e fala sobre o atual estágio de desenvolvimento do pâncreas artificial.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">NOVIDADE QUENTE</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/novo-pancreas-artificial-faz-sucesso-em-feira-e-ganha-premio/">Novo pâncreas artificial faz sucesso em feira e ganha prêmio</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_7355" aria-describedby="caption-attachment-7355" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7355 " alt="pancreas artificial esquema" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/pancreas-artificial-esquema.jpg" width="300" height="227" /><figcaption id="caption-attachment-7355" class="wp-caption-text">Esquema mostra o funcionamento de um pâncreas artificial.</figcaption></figure>
<p><strong>COMO TUDO COMEÇOU</strong></p>
<p>Thomas se juntou à equipe da JDRF em 2005, um ano depois de ser diagnosticado com diabetes. Em 2006, a instituição decidiu financiar pesquisas relacionadas ao desenvolvimento de pâncreas artificiais e Thomas se voluntariou para ser uma “cobaia”. Em 2007 ele participou, pela primeira vez, de testes clínicos na Universidade de Virginia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A PRIMEIRA EXPERIÊNCIA</strong></p>
<p>Depois de ser conectado ao pâncreas artificial, Thomas lembra de um engenheiro lhe dizer que “o sistema está controlando sua <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> agora” e de ele pensar “como assim?”. Em sua cabeça, não paravam de passar as perguntas tão frequentes a ele: “preciso comer mais agora?”, “como está minha glicemia?”.</p>
<figure id="attachment_7353" aria-describedby="caption-attachment-7353" style="width: 297px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7353 " alt="brobson pancreas artificial" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-pancreas-artificial.jpg" width="297" height="169" /><figcaption id="caption-attachment-7353" class="wp-caption-text">Thomas exibie o modelo mais recente do pâncreas artificial que testou.</figcaption></figure>
<p>“São as primeiras perguntas que eu me faço depois de acordar e as últimas antes de dormir”, contou Thomas, em entrevista para o site <em>Diabetes Mine</em>. “Foi um momento marcante na minha vida, pois eu percebi que não precisava pensar sobre diabetes. Após algumas horas, eu estava comendo e vivendo, e pensando que o sistema realmente estava em controle. Eu tinha permissão para ver os dados de glicemia, mas não precisava fazer nada a respeito. <strong>Foi uma sensação inacreditável e bastante emocionante para mim</strong>”.</p>
<p>Entretanto, apesar de funcionar bem, <strong>o sistema tinha desvantagens</strong>. A falta de praticidade era uma delas – Thomas precisava ficar com agulhas intravenosas em ambos os braços, uma para insulina e uma para glucagon. “Ir ao banheiro envolvia eu e mais três pessoas”, ele lembra. Além disso, Thomas não pôde sair do hospital e vivenciar situações do “mundo real”. Isso mudou em sua segunda experiência, cinco anos depois.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A EVOLUÇÃO DA TECNOLOGIA E OS TESTES CLÍNICOS EM 2012</strong></p>
<p>Quando Thomas voltou para novos testes clínicos em dezembro de 2012, a diferença em relação ao procedimento de cinco anos atrás não poderia ter sido maior. “Eles, literalmente, apenas me deram um celular e falaram ‘vá viver sua vida’”, diz ele.</p>
<p style="text-align: left;">A grande evolução da tecnologia e da internet sem fio dos últimos anos ajudou, e muito, no desenvolvimento do pâncreas artificial. Agora, com <a title="Nova bomba de insulina da Cellnovo: um show de tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/nova-bomba-de-insulina-da-cellnovo-um-show-de-tecnologia/">bombas de insulina inteligentes</a> e monitores de glicose contínuos, o novo design do pâncreas artificial era prático e discreto, e não tinha a necessidade das desconfortáveis agulhas intravenosas. Tudo se resumia, basicamente, a um dispositivo parecido com um <em>smartphone</em>, com poucos parâmetros para serem ajustados pelo paciente. Dessa vez, não apenas ele poderia sair do hospital, como foi obrigado a fazer isso. Não foi exatamente um grande sacrifício para Thomas seguir essa recomendação médica.</p>
<figure id="attachment_7352" aria-describedby="caption-attachment-7352" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-7352" alt="brobson no restaurante diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-no-restaurante-diabetes.jpg" width="600" height="349" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-no-restaurante-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/brobson-no-restaurante-diabetes-413x240.jpg 413w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7352" class="wp-caption-text">Assim que adquiriu o novo dispositivo, Thomas deleitou-se em um restaurante tipicamente americano.</figcaption></figure>
<p>Logo após sair do hospital, Thomas foi a um restaurante e pediu um <em>cheeseburger</em> e um <em>sundae</em>. O sistema de pâncreas artificial funcionou perfeitamente, mantendo seus níveis de glicemia estáveis automaticamente. Durante o curto período de teste &#8211; de três dias &#8211; Thomas precisava apenas ajustar as bombas de insulina ocasionalmente, através de dois simples botões em seu dispositivo.</p>
<p>“Durante esses três dias vivendo com o pâncreas artificial, eu não precisava pensar no diabetes. Para mim, a cura do diabetes é justamente não ter que pensar sobre diabetes. O pâncreas artificial não é a cura, mas através dele pude vislumbrar como seria a cura – e essa foi a parte mais poderosa de toda a experiência para mim”.</p>
<figure id="attachment_7354" aria-describedby="caption-attachment-7354" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7354" alt="novo pancreas artificial em funcionamento" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-em-funcionamento.jpg" width="600" height="369" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-em-funcionamento.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/04/novo-pancreas-artificial-em-funcionamento-390x240.jpg 390w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7354" class="wp-caption-text">O novo pâncreas em atividade.</figcaption></figure>
<p>Atualmente, Thomas continua buscando financiamento para novas pesquisas relacionadas ao tratamento do diabetes tipo 1 e ao desenvolvimento de pâncreas artificiais. A próxima etapa, segundo pesquisadores da Universidade de Virginia, é testar o sistema durante um período de 6 meses. Quando os testes clínicos irão acontecer e quando teremos um pâncreas artificial disponível no mercado, ainda não podemos dizer. Mas, se precisarem de voluntários, os cientistas provavelmente saberão onde encontrar um.</p>
<div style="background-color: #c7daee; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p style="text-align: left;"><span style="color: #333333;"><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-6719" alt="ricardo schinaider de aguiar perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/ricardo-schinaider-de-aguiar-perfil-diabeticool.jpg" width="114" height="138" /></strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;"><strong>Ricardo Aguiar é biólogo (UNICAMP), especialista em divulgação científica (LABJOR/</strong><strong>UNICAMP) e colabora com o Diabeticool trazendo para a gente as últimas e mais empolgantes novidades da Ciência relacionadas ao diabetes, à saúde e a um estilo de vida mais saudável.</strong></span></p>
</div>
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		<title>A moda agora é tirar uma &#8220;selfie&#8221; da glicemia!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2014 21:05:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prática relativamente comum entre diabéticos ganha novo fôlego ao ser promovida em rede social. Objetivo é conscientizar e arrecadar dinheiro para pesquisas. &#8220;Selfies&#8221; é o nome que se dá àquelas fotos que uma pessoa tira de si própria, acompanhada ou não, e depois compartilha em redes sociais. O que geralmente nada mais é do que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Prática relativamente comum entre diabéticos ganha novo fôlego ao ser promovida em rede social. Objetivo é conscientizar e arrecadar dinheiro para pesquisas. </em><span id="more-7207"></span></p>
<p>&#8220;<strong>Selfies</strong>&#8221; é o nome que se dá àquelas fotos que uma pessoa tira de si própria, acompanhada ou não, e depois compartilha em redes sociais. O que geralmente nada mais é do que uma demonstração de intenso amor-próprio ganhou um tom positivo e útil esta semana. A comunidade <strong>Diabetes UK</strong> &#8211; o maior grupo online de diabéticos em toda a Europa &#8211; lançou a campanha &#8220;#BloodSugarSelfies&#8221; (algo como &#8220;#SelfiesdaGlicemia&#8221;, no jargão da internet), na qual os membros postam fotos suas mostrando um <a title="Glicosímetro que se comunica com telefones é aprovado" href="http://www.diabeticool.com/glicosimetro-que-se-comunica-com-telefones-e-aprovado/">glicosímetro</a> e o valor da última medição da glicemia.</p>
<p>A idéia da campanha é conscientizar as pessoas &#8211; tenham elas o diabetes ou não &#8211; sobre a importância de monitorar continuamente os níveis de açúcar no sangue, além de arrecadar dinheiro para pesquisas sobre tratamentos e curas da doença metabólica. Várias pesquisas já mostraram que quem controla rotineiramente os valores de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> consegue evitar por muito mais tempo os efeitos negativos que o diabetes pode acarretar no organismo.</p>
<p>Mais de cem pessoas já mandaram uma &#8220;selfie&#8221; mostrando ao mundo a quantas anda sua glicemia para a página do Facebook da campanha (<a href="https://www.facebook.com/Diabetes.co.uk">acesse aqui!</a>). Todo mundo que postar uma foto será convidado a doar uma quantia para auxiliar pesquisas científicas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EFEITOS POSITIVOS DA CAMPANHA DO &#8220;SELFIE DIABÉTICO&#8221; JÁ COMEÇAM A SER SENTIDOS<br />
</strong></p>
<p>Um representante da organização <strong>JDRF</strong>, que financia há décadas pesquisas sobre o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>, afirmou que, em menos de 24 horas da campanha, a ONG já recebeu mais de 60 doações.</p>
<p>Na esfera pessoal, os selfies também parecem surtir um bom efeito. Debbie Cannon, mãe de uma garotinha diagnosticada com diabetes, comentou na rede social: &#8220;Deixe-me dizer apenas &#8220;Muito bem!&#8221; para a #BloodSugarSelfies. Minha filha acabou de me dizer &#8216;Olhar para tanta gente mostrando suas leituras (de glicemia) me dá tanta confiança!&#8217;. Então muito obrigada a todos que deram um pouco de inspiração à (minha filha)&#8221;.</p>
<p>Será que conseguimos fazer uma campanha destas também no Brasil?</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #f8f8f8; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><strong>VEJA ALGUMA &#8220;SELFIES&#8221; QUE JÁ ENTRARAM PARA A HISTÓRIA</strong><em></em></p>
<p><em>Durante a cerimônia de entrega do Oscar deste ano, a apresentadora do evento, Ellen DeGeneres, tirou uma foto rodeada de celebridades. A idéia, que fazia parte de uma campanha de uma fabricante de celulares, fez sucesso: esta é a foto mais compartilhada da história do Twitter, rede social na qual foi postada (até o momento da edição desta matéria, são mais de 3 milhões de compartilhamentos).</em><br />
<img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7208" alt="selfie Ellen DeGeneres diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/selfie-Ellen-DeGeneres-diabetes.jpg" width="599" height="337" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/selfie-Ellen-DeGeneres-diabetes.jpg 599w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/03/selfie-Ellen-DeGeneres-diabetes-415x233.jpg 415w" sizes="(max-width: 599px) 100vw, 599px" /><em>Bem em meio ao funeral do líder sul-africano Nelson Mandela, o presidente dos EUA, Barack Obama, chocou o mundo ao tirar uma selfie ao lado do primeiro-ministro britânico e da primeira-ministra da Dinamarca.</em></p>
</div>
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		<title>Vale tudo para curar o diabetes &#8211; até atravessar o oceano a remo!</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/vale-tudo-para-curar-o-diabetes-ate-atravessar-o-oceano-a-remo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2014 15:50:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Alex Bland]]></category>
		<category><![CDATA[aventura]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Harry Martin-Dreyer]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dupla de jovens completa aventura e arrecada mais de meio milhão de reais para pesquisas de curas do diabetes tipo 1. Quando a causa é nobre, a motivação é abundante. Visando a arrecadar dinheiro para pesquisas de curas para o diabetes tipo 1 e a leucemia, dois jovens britânicos conseguiram completar um desafio gigantesco: atravessar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dupla de jovens completa aventura e arrecada mais de meio milhão de reais para pesquisas de curas do diabetes tipo 1.</em><span id="more-6770"></span></p>
<figure id="attachment_6771" aria-describedby="caption-attachment-6771" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6771" alt="rota dos remadores diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/rota-dos-remadores-diabetes.jpg" width="600" height="355" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/rota-dos-remadores-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/rota-dos-remadores-diabetes-406x240.jpg 406w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6771" class="wp-caption-text">Em vermelho, a trajetória percorrida ao longo de 50 dias pelos dois amigos.</figcaption></figure>
<p>Quando a causa é nobre, a motivação é abundante. Visando a arrecadar dinheiro para pesquisas de curas para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> e a leucemia, dois jovens britânicos conseguiram completar um desafio gigantesco: <strong>atravessar o Oceano Atlântico a remo</strong>.</p>
<p>A tarefa não foi fácil: os dois aventureiros passaram 50 dias direto dentro d&#8217;água, confinados a um pequeno barco, sem muito conforto nem tecnologia para facilitar a jornada. Alex Bland e Harry Martin-Dreyer partiram das Ilhas Canárias, perto da África, no dia 12 de dezembro, e chegaram ao seu destino &#8211; a ilha de Barbados, no Caribe &#8211; no sábado.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA TUDO SOBRE A AVENTURA EM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/dica-de-natal-dupla-vai-atravessar-o-oceano-a-remo-em-prol-do-diabetes/">Dica de Natal: dupla vai atravessar o oceano a remo em prol do diabetes</a>&#8220;</strong></p>
<p>O estímulo principal por trás do desafio foi a <strong>superação</strong>. A mãe de Harry morreu recentemente de leucemia e o irmão de Alex está com diabetes tipo 1. Ambas as doenças ainda não tem cura. Os dois amigos criaram a idéia de atrevessar o oceano a remo para provar que é possível superar qualquer desafio &#8211; como encontrar a cura destas doenças &#8211; quando se está verdadeiramente empenhado.</p>
 Harry Martin-Dreyer (esq.) e Alex Bland voltaram barbudos, bronzeados e sem conseguir andar&#8230;mas com os bolsos cheios em prol do diabetes!
<p>Mesmo sem ter muita experiência em remar, os dois chegaram com saúde à Barbados, sendo recebidos por parentes e amigos. Logo foram notadas pela platéia três grandes diferenças neles: o bronzeado vivo, contrastando com a antiga palidez britânica; as longas barbas, que não foram cortadas durante estes 50 dias no mar; e a incapacidade de caminhar em terra firme.</p>
<p>Os aventureiros contam que demorou <strong>dois dias</strong> até que eles se reacostumassem a andar normalmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DINHEIRO</strong></p>
<p>Alex e Harry criaram um site, o <em><strong>rowing4research.com</strong></em>, no qual receberam doações para as pesquisas científicas. A meta era chegar a cerca de R$600 mil. Até o momento, o total de contribuições ultrapassa os <strong>R$560 mil</strong>.</p>
<p>Quanto ao diabetes, o dinheiro arrecadado será destinado à entidade <a title="Já conhece o pâncreas artificial?" href="http://www.diabeticool.com/ja-conhece-o-pancreas-artificial/">JDRF</a>, a maior ONG do mundo focada em financiar pesquisas sobre curas e tratamentos para o diabetes tipo 1. Ao longo de sua história de 44 anos, a JRDF já doou mais de três bilhões de reais a pesquisas.</p>
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		<title>Já conhece o pâncreas artificial?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/ja-conhece-o-pancreas-artificial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 May 2013 12:42:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Animas Corporation]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes sem medo]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[Johnson & Johnson]]></category>
		<category><![CDATA[MiniMed® 530G]]></category>
		<category><![CDATA[Minimiser Hipoglicemia-Hiperglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabetes Sem Medo conta as últimas novidades sobre sistemas modernos de controle da glicemia! O pâncreas artificial tem sido testado com sucesso em seres humanos com diabetes tipo 1. O Minimiser Hipoglicemia-Hiperglicemia (HMM) foi testado para detectar picos e quedas na glicose sanguínea dos participantes por meio da análise de um algoritmo de computador, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Diabetes Sem Medo conta as últimas novidades sobre sistemas modernos de controle da glicemia!</em></p>
<p><span id="more-4627"></span></p>
<p>O pâncreas artificial tem sido testado com sucesso em seres humanos com diabetes tipo 1.</p>
<p>O Minimiser Hipoglicemia-Hiperglicemia (HMM) foi testado para detectar picos e quedas na glicose sanguínea dos participantes por meio da análise de um algoritmo de computador, que recebe os dados de um sensor de monitoramento contínuo de glicose. O algoritmo calcula a insulina necessária e envia a informação para uma bomba de infusão contínua de insulina usada pelo paciente, que automaticamente libera maiores ou menores níveis de insulina no corpo.</p>
<p>O sistema é uma passo significativo para a criação de um mecanismo pelo de funcionamento “<em>closed-loop</em>” ou circuito fechado, que um dia irá remover totalmente a necessidade de intervenção humana na administração da insulina. A Fundação de Pesquisas no Diabetes Juvenil (JDRF) e a empresa Animas Corporation, parte da Johnson &amp; Johnson, desenvolveram este sistema que foi apresentado no 72 Congresso Americano de Diabetes no dia 11 de Junho de 2012 na Philadelfia – USA.</p>
<p>No passo seguinte para o desenvolvimento de um pâncreas artificial, a empresa Medtronic conseguiu uma aprovação pré-marketing do aparelho MiniMed® 530G, uma bomba de infusão contínua de insulina integrada a um sistema de monitoramento contínuo de glicose que para automaticamente a infusão de insulina quando os níveis de glicose no sangue de um sujeito são iguais ou inferiores ao “valor de limiar baixo”. A proposta do estudo inclui dados que revelam como o sistema reduziu os períodos de hipoglicemia dos pacientes em comparação com um sistema de administração de insulina tradicional.</p>
<p>Se aprovado pelo FDA (órgão regulatório Americano), o sistema MiniMed® 530G será a primeira bomba de insulina integrada com monitoramento contínuo de glicose nos Estados Unidos que suspende automaticamente a administração de insulina, se o valor da glicemia do sensor de glicose for igual ou inferior ao “valor de limiar baixo”.</p>
<p>Veja este vídeo sobre a pesquisa do pâncreas artificial da Medtronic:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/qKXKdCen4qI" height="480" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4628" aria-describedby="caption-attachment-4628" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-pancreas-artificial.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4628" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-pancreas-artificial.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-pancreas-artificial.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-pancreas-artificial-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-pancreas-artificial-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4628" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Estudo usa remédio contra câncer para tratar diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/estudo-usa-remedio-contra-cancer-para-tratar-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 15:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[aldesleucina]]></category>
		<category><![CDATA[Cambridge]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pele]]></category>
		<category><![CDATA[célula T]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Addenbrooke]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[interleucina-2]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo inédito vai determinar se remédio presente na quimioterapia anti-câncer poderá ser também utilizado no tratamento do diabetes tipo 1. Uma das maiores ONGs pró-diabéticos do mundo financiará um estudo inédito a fim de determinar se um medicamento utilizado no tratamento de câncer pode ajudar também pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com diabetes tipo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo inédito vai determinar se remédio presente na quimioterapia anti-câncer poderá ser também utilizado no tratamento do diabetes tipo 1.</em></p>
<p><span id="more-4482"></span></p>
 Muitas esperanças estão depositadas aqui, no hospital Addenbrooke, na Inglaterra, onde ocorrerão os testes inéditos do novo tratamento.
<p>Uma das maiores ONGs pró-diabéticos do mundo financiará um estudo inédito a fim de determinar se um medicamento utilizado no tratamento de câncer pode ajudar também pessoas que acabaram de ser diagnosticadas com diabetes tipo 1. A pesquisa será realizada nos próximos meses na cidade de Cambridge, na Inglaterra, e envolverá cientistas da famosa Universidade local.</p>
<p>Quarenta <a title="EPAC2 causa reviravolta nas pesquisas sobre diabetes" href="http://www.diabeticool.com/epac2-causa-reviravolta-nas-pesquisas-sobre-diabetes/">diabéticos tipo 1</a> já foram selecionados como voluntários para o estudo. Eles foram diagnosticados recentemente com a condição. Nos próximos meses, estas pessoas receberão doses bem pequenas de um medicamento utilizado na quimioterapia de pacientes com câncer.</p>
<p>O medicamento, chamado de <strong>aldesleucina</strong>, é uma modificação feita por cientistas da proteína interleucina-2, naturalmente presente no nosso organismo. Este remédio é utilizado com sucesso para tratar alguns tipos específicos de câncer de pele e dos rins.</p>
<p>A esperança dos cientistas, no caso dos pacientes com diabetes, é que a aldesleucina seja capaz de &#8220;reeducar&#8221; o <a title="“Mini-órgão” é a grande esperança para diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">sistema imune</a> para que ele pare de atacar o próprio corpo. No diabetes tipo 1, células de defesa do organismo chamadas de <strong>células T</strong>, as quais normalmente atacam apenas os elementos nocivos à saúde, passam a destruir as células do pâncreas que produzem <a title="O que são as bombas de infusão de insulina?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-sao-as-bombas-de-infusao-de-insulina/">insulina</a>, o que leva ao diabetes. É possível que a aldesleucina impeça este auto-ataque por parte das células T.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4484" alt="JDRF logo diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes.png" width="500" height="173" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes.png 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/JDRF-logo-diabetes-415x144.png 415w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p>Todo o estudo é patrocinado pela ONG <strong>JDRF</strong>, uma entidade cujo foco é &#8220;encontrar uma cura para o diabetes e suas complicações através de ajuda para pesquisas&#8221;. Desde 1970, quando foi fundada, a JDRF já destinou <strong>mais de US$ 1 bilhão para pesquisas</strong> sobre a doença em todo o mundo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-usa-remedio-contra-cancer-para-tratar-diabetes-tipo-1/">Estudo usa remédio contra câncer para tratar diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Encontradas células-tronco do pâncreas</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 23:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[JDRF]]></category>
		<category><![CDATA[Maebh Kelly]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[San Diega]]></category>
		<category><![CDATA[SSEA4]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade da Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[USA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina. Células-tronco são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina.</em></p>
<p><span id="more-1488"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/celulas-pancreaticas-microscopia-diabetes.jpg"></span> Células pancreáticas, vistas através de microscópio de luz.
<p><strong>Células-tronco</strong> são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, encontraram pela primeira vez exemplares de células-tronco no pâncreas. Quando &#8220;cultivadas&#8221; em laboratório, estas células se transformaram em produtoras de insulina, abrindo uma empolgante possibilidade de tratamento para o diabetes tipo 1.</p>
<p>O diabetes tipo 1 ocorre pela falha na produção de <a title="Insulina" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/"><strong>insulina</strong> </a>pelo <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a>. Mais especificamente, os componentes do pâncreas responsáveis pela produção de insulina &#8211; as chamadas <strong>células beta</strong> &#8211; não realizam corretamente esta função. Uma das estratégias de cura para a doença, portanto, seria substituir estas células beta defeituosas por outras saudáveis. Uma maneira de se fazer isso é justamente transformar células-tronco em células beta.</p>
<h6>A beleza da ciência pancreática</h6>
<p>As células-tronco foram encontradas no <strong>ducto pancreático</strong>, uma região do órgão que o une ao intestino. Elas apresentavam em sua superfície um marcador chamado de <strong>SSEA4</strong>, uma espécie de &#8220;sinal&#8221; característico de células-tronco. Em laboratório, os pesquisadores cultivaram-nas com sinais químicos específicos e elas se desenvolveram em células pancreáticas adultas, inclusive células produtoras de insulina.</p>
<p>Por enquanto, o que os cientistas fizeram foi explorar o potencial natural das células-tronco do pâncreas de se tornarem células adultas e funcionais deste órgão. Ainda não se sabe como &#8220;incentivar&#8221; uma célula-tronco encontrada em outros locais do organismo a se desenvolver em uma célula adulta pancreática. A aposta é que pesquisas como esta ajudem na solução do problema. &#8220;A identificação de células-tronco no pâncreas abre novas possibilidades para pesquisadores que tentam curar o diabetes tipo 1&#8221;, afirma Maebh Kelly, da ONG inglesa JDRF, que anunciou a descoberta. &#8220;Este estudo nos ajuda a compreender como é que o pâncreas faz novas células&#8221;, complementa.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.jdrf.org.uk/news/latest-news/new-stem-cells-found-in-the-pancreas-" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi-se o tempo em que falar de pesquisas com células-tronco era motivo de polêmica, inquietação e sinônimo de uma ciência distante! É que, até pouco tempo, acreditava-se que apenas embriões possuíam estas &#8220;jovens&#8221; células. Felizmente, elas cada vez mais são encontradas em órgãos já adultos, o que torna cada vez mais desnecessário as polêmicas pesquisas com células de embriões. Melhor ainda é saber que já foram identificadas células-tronco produzidas pelo próprio pâncreas, e que, por isso, fornecem chances maiores de ajudar os diabéticos tipo 1 na reposição de suas células beta!</strong> <strong>Ficaremos de olho no desenvolvimento destas pesquisas!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/">Encontradas células-tronco do pâncreas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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