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	<title>Forxiga | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Forxiga e Invokana – Evolução no tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jul 2014 21:22:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novidades nas prateleiras das farmácias, Invokana e Forxiga (este já à venda no Brasil) são inovações poderosas na luta pelo controle da glicemia. Dois novos medicamentos para combater o diabetes estão chegando no mercado. Desde o início de 2014, o Forxiga já está à venda no Brasil; ainda esperamos a liberação do outro medicamento, o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novidades nas prateleiras das farmácias, Invokana e Forxiga (este já à venda no Brasil) são inovações poderosas na luta pelo controle da glicemia.</em><span id="more-7778"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7780" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/forxiga-invokana-diabetes.jpg" alt="forxiga invokana diabetes" width="600" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/forxiga-invokana-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/forxiga-invokana-diabetes-415x208.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Dois novos medicamentos para combater o diabetes estão chegando no mercado. Desde o início de 2014, o <strong>Forxiga</strong> já está à venda no Brasil; ainda esperamos a liberação do outro medicamento, o <strong>Invokana</strong>. Ambos são os pioneiros de uma nova série de antidiabéticos com grandes promessas de melhorar a qualidade de vida dos usuários, devido ao poucos efeitos colaterais, à alta efetividade no controle da glicemia e aos efeitos secundários <em>benéficos</em> – como a perda de peso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #f2f2f2; padding: 10px;">
<p><span style="color: #333333;"><strong>EM DETALHES<br />
</strong></span></p>
<p><span style="color: #333333;">O Invokana é um medicamento à base do princípio ativo “canagliflozina”, produzido pela Janssen e comercializado pela Johnson &amp; Johnson. O Forxiga (cujo princípio ativo é a dapagliflozina), é produzido e distribuído pela farmacêutica AstraZeneca.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">O Forxiga é vendido na Europa desde o final de 2012 e nos EUA desde 2013. O Invokana passou a ser vendido na metade do ano passado nos EUA e Europa. Há poucos dias, a FDA (espécie de &#8220;ANVISA&#8221; dos EUA) aprovou a criação de versões genéricas do Invokana para comercialização nos EUA, confirmando que confia na eficácia do medicamento.</span></p>
<p><span style="color: #333333;">Aqui no Brasil, uma caixinha de Forxiga com 30 comprimidos (para um mês de tratamento) pode ser encontrada por cerca de R$120.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A maneira como os novos medicamentos surgiram é muito interessante e vale uma pequena digressão.</p>
<p>Existe uma doença chamada <strong>glicosúria</strong>, muito comum de aparecer em vários indivíduos de uma mesma família. A glicosúria nada mais é que a eliminação de açúcares pela urina (que normalmente não contém açúcar nenhum). Quem tem glicosúria em geral é magro e tem menos chances de desenvolver <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, já que qualquer excesso de açúcar no sangue é eliminado junto com o xixi. Sabendo disto, desde os anos 1980 médicos e cientistas têm tentando “imitar”, através de medicamentos, a glicosúria. Se o problema de quem está com diabetes é ter açúcar demais no sangue, por que não mandá-lo embora junto com o xixi?</p>
<p>Após décadas de testes e experimentos, hoje a Ciência encontrou duas drogas (a “canagliflozina” e a “dapagliflozina”) com capacidade de imitar, de maneira segura e controlada, a glicosúria. Elas inibem a ação da molécula SGLT2, responsável pela reabsorção do açúcar nos rins. Desta forma, quem toma algum destes remédios consegue controlar melhor a quantidade de açúcar no sangue ao eliminar o excesso através da urina.</p>
<p>Mas como o Forxiga e o Invokana funcionam? Quais as grandes diferenças entre eles? É verdade que eles ajudam a perder peso? O <strong>Diabeticool</strong> conversou com o dr. <strong>Luciano Giacaglia</strong>, médico endocrinologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo, sobre as maiores dúvidas que intrigam a comunidade diabética quanto a estes novos medicamentos. Acompanhe a seguir.</p>
 O Forxiga e o Invokana foram criados para aumentar a eliminação de açúcar através da urina.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO FUNCIONAM O INVOKANA E O FORXIGA?</strong></p>
<p>Ambos os novos medicamentos ajudam a diminuir a glicemia ao eliminar, através da urina, o excesso de açúcar no sangue (se quiser saber em maiores detalhes os mecanismos de ação do medicamento, <a href="http://www.diabeticool.com/update-nos-remedios-para-diabetes/">clique aqui</a>).</p>
<p>Quando o sangue é filtrado pelos rins, praticamente todo o açúcar volta à corrente sanguínea, sendo reabsorvido por moléculas como a SGLT2 (responsável por 90% da reabsorção). É fácil de entender que, quando voltam à circulação, os açúcares mantém a glicemia alta. Os novos medicamentos ajudam a bloquear a ação da SGLT2, consequentemente diminuindo a glicemia.</p>
<p>Tanto o Invokana quanto o Forxiga são tomados apenas 1 vez ao dia, normalmente sendo administrados em conjunto com outros antidiabéticos, como metformina ou a insulina. Médicos podem prescrevê-los para serem tomados sozinhos também, em casos menos severos da doença. Por enquanto, são comprovadamente seguros para uso apenas por diabéticos do tipo 2.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>EXISTEM DIFERENÇAS ENTRE ELES?</strong></p>
<p>Basicamente, o Forxiga e o Invokana são medicamentos iguais. As semelhanças entre os dois superam, em muito, as diferenças.</p>
<p>Todavia, o dr. Giacaglia explica que o Forxiga é um inibidor altamente específico de SGLT2, enquanto que o Invokana inibe também parte das moléculas SGLT1. Com isto, pode ser que haja alguns efeitos colaterais adicionais no caso do Invokana. Até agora, porém, nada foi definitivamente comprovado.<strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #ebf5ff; padding: 10px;">
<p><span style="color: #000000;"><strong>MUITA GENTE TEM INVOCADO COM O INVOKANA</strong></span></p>
<p>Desde os primeiros testes clínicos, alguns dos efeitos colaterais do Invokana haviam se mostrado preocupantes. No início do ano passado, a FDA apontou indícios de que o medicamento poderia induzir problemas cardíacos, piora nos níveis do colesterol ruim e disfunções renais.</p>
<p>Uma ampla série de testes clínicos foram realizados e, hoje, <strong>a maior parte destes medos já foi descartada</strong>. Atualmente, sabe-se que, de fato, existem alguns efeitos colaterais pouco comuns do uso do Invokana, mas eles estão restritos a infecções urinárias e bucais.</p>
<p>Apesar das desconfianças iniciais, os novos estudos clínicos positivos resultaram num aumento do número de países que tem aprovado o uso do Invokana para pacientes diabéticos. A Inglaterra, Escócia e País de Gales entraram na lista no final do mês passado. Segundo um funcionário do governo escocês, o novo medicamento ajudará a controlar &#8220;esta epidemia mortal que é o diabetes, um dos maiores desafios que o nosso país enfrenta na área da saúde&#8221;.</p>
</div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>OS EFEITOS COLATERAIS CONHECIDOS</strong></p>
<p>Assim como o Invokana trouxe uma parcela de medo em relação a possíveis problemas cardíacos, o Forxiga também foi exaustivamente testado até que seu uso fosse considerado seguro. Quanto a estes riscos ao coração, o dr. Giacaglia explica que os novos medicamentos antidiabéticos ainda não apresentam dados sólidos que confirmem um benefício em relação à saúde do órgão. Se não há nenhum benefício comprovado, também não há malefícios óbvios apontados nos estudos.</p>
<p>Alguns dos usuários dos novos medicamentos tiveram <a title="Só para maiores! Masturbação pode prevenir diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/so-para-maiores-masturbacao-pode-prevenir-diabetes-tipo-2/">infecções urinárias</a>, causadas usualmente por fungos, que se proliferam devido ao excesso de açúcares eliminados no xixi. Giacaglia lembra que, em geral, estas infecções são “de leve intensidade, facilmente tratadas e na maioria das vezes não é necessária a suspensão da droga”. O endocrinologista ainda ressalta que quem está com diabetes (e com a glicemia alta) já tem chances maiores de adquirir infecções urinárias, e que a melhora na glicemia gerada pelos medicamentos pode, com o tempo, combater as infecções.</p>
<p>E quanto à saúde dos rins? Se o uso tanto do Forxiga quanto do Invokana resulta em “mais trabalho” para os rins, será que os órgãos não ficam comprometidos? Esta é uma pergunta válida e muito analisada na literatura médica. Nenhum dos dois medicamentos é indicado para pessoas que já tenham a função renal debilitada. Mas, para quem tem os rins saudáveis, eles não apresentam grandes riscos. O dr. Luciano explica que, se lembrarmos dos casos “naturais” de glicosúria, estas pessoas não costumam ter problemas renais graves por pausa da eliminação de açúcar na urina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É VERDADE QUE ELES AJUDAM A PERDER PESO?</strong></p>
<p>Além de baixar a glicemia, o Invokana e o Forxiga também têm a fama de ajudar a perder peso. A glicose eliminada pela urina significa, além de menos açúcar na corrente sangüínea, que há também menos calorias a serem acumuladas no organismo. Será que, então, eles são emagrecedores?</p>
<figure id="attachment_7782" aria-describedby="caption-attachment-7782" style="width: 284px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="wp-image-7782 " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/dr-luciano-giacaglia-diabetes.jpg" alt="dr luciano giacaglia diabetes" width="284" height="197" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/dr-luciano-giacaglia-diabetes.jpg 392w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/dr-luciano-giacaglia-diabetes-346x240.jpg 346w" sizes="(max-width: 284px) 100vw, 284px" /><figcaption id="caption-attachment-7782" class="wp-caption-text">O endocrinologista Luciano Giacaglia, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, respondeu às maiores questões sobre os novos antidiabéticos.</figcaption></figure>
<p>Giacaglia explica que, de fato, a eliminação de açúcar pelos rins ajuda a perder peso, mas que este efeito é transitório. “Estas drogas promovem a liberação de 40-100g de glicose ao dia, e sabendo que cada grama de glicose contem 4Kcal, isto promoveria uma perda diária de 160 a 400Kcal. A perda de peso acaba sendo maior quanto maior a glicemia do indivíduo”, conta.</p>
<p>“No entanto, quando fazemos a conta a longo de vários meses de tratamento, observamos que a perda de peso é menor do que a esperada.” O motivo, segundo o médico, é que muitas pessoas acabam compensando a perda de peso com a ingestão de mais comida. “Então se pensarmos em utilizar esta medicação com o intuito de redução do peso teremos que abordar conjuntamente o controle do apetite”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UM FUTURO PROMISSOR</strong></p>
<p>Vivemos em uma época repleta de evoluções e novidades positivas no tratamento do diabetes. O Invokana e o Forxiga chegam para aumentar ainda mais a qualidade de vida de quem está com a doença e são opções seguras e práticas de controle da glicemia. Os novos medicamentos são a prova de que o futuro está, felizmente, chegando bem rápido para quem acompanha o desenvolvimento médico. Controlar o diabetes nunca foi tão fácil &#8211; e a promessa é que fica <a title="Google revoluciona com lente de contato que mede a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/google-revoluciona-com-lente-de-contato-que-mede-a-glicemia/">ainda mais tranqüilo nos próximos anos</a>!<strong> </strong></p>
<p><em>Com colaboração de Ricardo Schinaider de Aguiar</em></p>
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		<title>Leia aqui a matéria de capa da IstoÉ sobre o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2014 19:15:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas. Um robusto conjunto de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas.</em><span id="more-7125"></span></p>
<p>Um robusto conjunto de novidades que começam a chegar ao Brasil irá mudar para muito melhor a vida dos 12 milhões de diabéticos do País. Entre elas estão remédios que controlam a doença, <a title="Games ‘ativos’ ajudam a controlar diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/games-ativos-ajudam-a-controlar-diabetes-diz-estudo/">ajudam a perder peso</a> e ainda contribuem para baixar a pressão arterial, a primeira insulina com ação de até 40 horas e aparelhos que permitem acompanhar a evolução da enfermidade com maior precisão. Somados aos outros avanços que estão por vir, esses recursos representam a maior virada até agora na luta contra a doença. “Estamos vivendo uma era de ouro em relação ao tratamento da diabetes”, afirma o endocrinologista Walter Minicucci, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes. “E o panorama do futuro também é bastante promissor”, acredita.</p>
<p>A diabetes é uma doença crônica que se tornou um dos maiores problemas de saúde pública mundial. Caracterizada pelo excesso de glicose na corrente sanguínea, a enfermidade traz prejuízos terríveis quando não controlada. Está, por exemplo, diretamente associada ao aumento do risco de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral, e figura como uma das principais causas de cegueira no mundo. Por isso, a urgência em se encontrar maneiras mais eficazes de combatê-la, antes que seja tarde demais.</p>
<p>Felizmente, algumas dessas estratégias começaram a desembarcar no País nas últimas semanas. Na segunda-feira 17, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou para comercialização no Brasil a primeira insulina com efeito de até 40 horas. Trata-se da Tresiba (degludeca), fabricada pelo laboratório Novo Nordisk. A insulina é o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose que está circulando no sangue. Quando há algum problema na sua fabricação ou no seu funcionamento, há o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea que tanto estraga o organismo. Os portadores do tipo 1 da doença não conseguem fabricar insulina, já que as células que a produzem são destruídas pelo próprio corpo. Por essa razão, são obrigados a recorrer a uma solução externa: injeções diárias de insulina – às vezes mais de uma – para conseguir manter o nível adequado de glicose.</p>
<p>Até hoje, o tempo mais longo de efeito de uma insulina injetável era de 24 horas. Ou seja, o paciente não podia ficar mais de um dia sem reaplicar o remédio, sob risco de sofrer novamente com o excesso de açúcar no sangue. Com a Tresiba, ganha um tempo extra de janela, caso seja necessário. “Recomendamos que os pacientes tomem uma dose por dia, mas os benefícios da insulina se mantêm por até 40 horas”, explica a endocrinologista Mariana Narbot, gerente médica do Novo Nordisk no Brasil. Isso significa que o diabético terá maior flexibilidade para os intervalos entre as aplicações. Se tomou uma dose às dez da manhã de um dia, não precisará injetar a próxima dose impreterivelmente às dez da manhã do dia seguinte. “Ele ficará com uma melhor qualidade de vida”, diz Mariana.</p>
<p>Espera-se também para os próximos meses a entrada no mercado das duas primeiras medicações que atuam nos rins – o Forxiga, do Laboratório AstraZeneca, e o Invokana, da Janssen. Os órgãos têm papel importante para o equilíbrio das taxas de glicose no sangue, ao permitirem a reabsorção de parte do açúcar por eles filtrada. A nova classe de drogas – de uso oral – impede justamente esse processo. O resultado é que o açúcar é eliminado pela urina, assim como o sódio. “Há uma queda importante na concentração de glicose”, explica o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente eleito da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade.</p>
<p>Na conta final, o paciente acaba com a <a title="Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg" href="http://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">glicemia controlada</a> e ainda pode sofrer perda de peso e queda na pressão arterial. Em estudos realizados com o Forxiga, por exemplo, a média de perda de peso, após um ano de uso, foi de três a quatro quilos. E houve diminuição de cinco milímetros de mercúrio na pressão arterial sistólica (máxima). Por exemplo, um indivíduo cuja pressão era de 150 mmHg x 80 mmHg pode ter experimentado uma diminuição para 145 mmHg x 80 mmHg. “São vantagens importantíssimas em se tratando de diabéticos, já que a combinação da doença com obesidade e hipertensão arterial é algo perigoso, elevando brutalmente o risco para doenças cardiovasculares”, diz o endocrinologista João Eduardo Nunes Salles, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O efeito colateral mais importante observado foi infecção genital causada por fungos (a eliminação de muito açúcar pela urina muda a flora bacteriana da região, deixando a área mais propensa à ­proliferação desses micro-organismos). O Laboratório Pfizer também está desenvolvendo uma droga do gênero (ertugliflozin), sob análise em estudo clínico.</p>
<p>Essas medicações reforçam um arsenal já encorpado depois da chegada de remédios que atuam sobre as <a title="Gordura gera “caos” no corpo humano" href="http://www.diabeticool.com/gordura-gera-caos-no-corpo-humano/">incretinas</a>, hormônios produzidos pelo intestino e que desempenham papel importante para o equilíbrio dos níveis glicêmicos. “Eles são muito eficientes”, assegura a endocrinologista Maria Fernanda Barca, de São Paulo. A médica Sophia Caldas, 27 anos, faz uso do remédio e está conseguindo controlar a doença. “Também parei de comer pão, macarrão e doce. E meço a glicose todos os dias”, conta.</p>
<p>O monitoramento da doença será outro aspecto ainda mais facilitado. Deve chegar nos próximos meses ao Brasil uma nova geração de monitores de glicemia. Fabricado pela Sanofi Diabetes em parceria com a Agamatrix, o IBGStar &#x2122; é capaz, por exemplo, de medir as taxas de açúcar, enviar as informações para iPhone ou iPod Touch e compartilhar os dados com médicos e familiares. O paciente pode criar uma espécie de diário digital da evolução do tratamento, armazenando informações sobre as oscilações nos níveis glicêmicos, entre outras.</p>
<p>Para aqueles que usam <a title="Nova bomba de insulina da Cellnovo: um show de tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/nova-bomba-de-insulina-da-cellnovo-um-show-de-tecnologia/">bombas de insulina</a> (infundem o hormônio), a novidade é a chegada do sistema de infusão Paradigm VEO, da Medtronic. É o mais moderno do gênero. Seu diferencial é sua capacidade de interromper o fornecimento de insulina caso os níveis de açúcar no sangue atinjam patamares perigosamente baixos. Trata-se de uma medida de segurança, para evitar que o indivíduo continue a receber insulina mesmo quando não for necessário, correndo o risco de sofrer uma crise de hipoglicemia (falta de glicose na corrente sanguínea). O aparelho acabou de receber autorização da Anvisa para ser vendido no Brasil.</p>
<p>Na Universidade de São Paulo, prossegue uma experiência usando células-tronco para tratar o tipo 1 da enfermidade. O raciocínio é simples. Como esse gênero da doença é causado pelo ataque do sistema de defesa do corpo às células fabricantes de insulina, a ideia é criar um novo sistema imunológico, desta vez sem o defeito que o leva a atacar o próprio organismo. Para isso, primeiro células-tronco são extraídas da medula óssea dos pacientes – é na medula óssea que são fabricadas as células do sistema imunológico. Essas células-tronco, com potencial para dar origem a novas células de defesa, são preservadas. Em seguida, o paciente é submetido a uma quimioterapia intensa, destinada a destruir toda a medula ­defeituosa. Depois, as células-tronco que haviam sido guardadas são reinjetadas, formando uma nova medula óssea. Até agora, 25 diabéticos foram submetidos ao procedimento. Três estão livres da dependência de insulina.</p>
<p>O estudante de medicina Renato Fernandes Silveira, 25 anos, de São Paulo, não toma mais o remédio há nove anos. “Levo uma vida normal”, conta. “Controlo a ingestão de carboidratos e me exercito. Nunca mais usei insulina.” Neste momento, os pesquisadores se dedicam a entender por que participantes que também haviam interrompido o uso do hormônio foram obrigados a voltar a injetá-lo. “Quatro pacientes já integram essa nova pesquisa. O estudo será realizado em colaboração com cientistas americanos e franceses”, informa o endocrinologista Carlos ­Eduardo Couri, coordenador da Equipe de Transplante de Células-Tronco do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto (SP).</p>
<p>Uma ajuda extra está disponível para diabéticos que necessitem da colocação de stent (dispositivo que desobstrui as artérias coronarianas, que irrigam o coração). Um desses stents, fabricado pela Medtronic, recebeu indicação para ser usado por portadores da doença. Normalmente, eles apresentam vasos sanguíneos com calibre reduzido, tortuosos, calcificados. E esse stent é mais fácil de ser colocado nessas condições. Dessa maneira, a artéria é menos agredida durante a colocação do dispositivo. Isso reduz a possibilidade de ocorrer hiperproliferação das células que revestem o vaso, processo que pode levar a uma reobstrução do local. “Avaliações bem documentadas fundamentaram a liberação e a indicação para que esses stents sejam usados em diabéticos”, afirma o médico Décio Salvadori, chefe de equipe do Hospital Beneficência Portuguesa, de São Paulo. O advogado paulistano Nicola Abisati teve um desses stents implantados. Está recuperado e já voltou à rotina de trabalho.</p>
<p>O futuro também promete boas estratégias. Nos laboratórios ao redor do mundo estão sendo desenvolvidos diversos recursos promissores. Um deles é o chamado <a title="Já conhece o pâncreas artificial?" href="http://www.diabeticool.com/ja-conhece-o-pancreas-artificial/">pâncreas artificial</a>. Em linhas gerais, é um sistema bem parecido com os aparelhos de infusão de insulina disponíveis atualmente. Mas o pâncreas artificial seria implantado no abdome, ao contrário das bombas de insulina. Ele também é dotado de um esquema inteligente de medição de glicemia e interrompimento do fornecimento de insulina quando necessário. Na Inglaterra, o grupo de Joan Taylor, da De Montfort University, está testando um equipamento do gênero. “Ele poderá ajudar principalmente os pacientes com o tipo 1 da doença”, disse a pesquisadora à ISTOÉ.</p>
<p>Uma estratégia igualmente interessante em estudo são as vacinas contra o tipo 1 da enfermidade. Há duas linhas de trabalho. A primeira é a adotada pelos cientistas da Universidade de Standford, nos Estados Unidos. Eles já testaram em 80 pacientes um imunizante que impediu o ataque de um tipo de célula do sistema de defesa às células fabricantes de insulina. “Agora vamos expandir os testes, desta vez com 200 indivíduos”, disse à ISTOÉ Lawrence Steinman, coordenador do trabalho. A segunda aposta vem sendo pesquisada na Universidade de Tampere, na Finlândia. Lá, os pesquisadores querem criar uma vacina contra vírus (enterovírus) associados ao desencadeamento da enfermidade, de acordo com estudos. Um protótipo de imunizante já foi testado em cobaias. “Sabemos que foi efetivo em ratos”, disse o pesquisador Heikki Hyöty, líder da experiência.</p>
<p>Em outra linha de frente estão os pesquisadores que procuram maneiras mais eficazes de prevenir a doença, especialmente o tipo 2. Estudos recentes apontaram, por exemplo, indivíduos com mais risco para a enfermidade. O trabalho executado na Universidade de Groningen, na Noruega, identificou que pessoas com depressão e distúrbios de compulsão alimentar estão nesse grupo. “Os médicos devem ficar atentos a isso”, disse à ISTOÉ Peter de Jonge, coordenador do trabalho. Já os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins (Eua) concluíram que também estão sob maior ameaça bebês prematuros. Isso acontece porque, na infância, eles tendem a produzir muita insulina. Depois, na idade adulta, as células podem desenvolver resistência à atuação do hormônio, desencadeando a diabetes tipo 2.</p>
<p>Cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel, estão dando uma contribuição igualmente importante nessa seara. Eles verificaram que um teste já disponível, o HbA1c, também serve para indicar a chance de uma pessoa desenvolver o tipo 2 da enfermidade entre os cinco e oito anos seguintes. Hoje, o exame é usado para dar uma medida das oscilações de glicemia em períodos prolongados. Por isso, é considerado um dos melhores indicadores de como a doença está sendo manejada. “Mas descobrimos que ele também aponta o risco futuro de ter o problema”, informou à ISTOÉ Nataly Lerner, responsável pela pesquisa. “Ele é indicado principalmente para pessoas com sobrepeso, sedentárias ou com pressão arterial elevada.”</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.istoe.com.br/reportagens/349185_UMA+VIDA+MELHOR+PARA+OS+DIABETICOS?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage">Revista IstoÉ</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/leia-aqui-a-materia-de-capa-da-istoe-sobre-o-diabetes/">Leia aqui a matéria de capa da IstoÉ sobre o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Xigduo, a &#8220;metformina aditivada&#8221;, mais perto das farmácias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2014 20:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dapagliflozina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Elisabeth Bjork]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aprovação do novo e aguardado medicamento pela União Européia é sinal de que, em breve, ele poderá ser encontrado também no Brasil. Mais um passo foi dado em direção ao lançamento nas farmácias do antecipado medicamento Xigduo, popularmente conhecido como &#8220;a metformina aditivada&#8220;. O Xigduo, uma novidade que combina a ação de dois populares medicamentos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aprovação do novo e aguardado medicamento pela União Européia é sinal de que, em breve, ele poderá ser encontrado também no Brasil.</em><span id="more-6656"></span></p>
<p>Mais um passo foi dado em direção ao lançamento nas farmácias do antecipado medicamento <strong>Xigduo</strong>, popularmente conhecido como &#8220;<strong>a metformina aditivada</strong>&#8220;. O Xigduo, uma novidade que combina a ação de dois populares medicamentos para o diabetes, foi aprovado para venda pela União Européia.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-6658" alt="xigduo medicamento para diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/xigduo-diabetes.jpg" width="350" height="350" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/xigduo-diabetes.jpg 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/xigduo-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/xigduo-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />As grandes indústrias farmacêuticas costumam tentar vender seus novos produtos primeiro em mercados consolidados, como o norte-americano e o europeu. A aprovação da União Européia significa que é bem provável que as agências regulatórias brasileiras aprovem também, em breve, a novidade.</p>
<p>O <strong>Diabeticool</strong> noticiou no início de dezembro de 2013 que o Xigduo havia sido aprovado pelo Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano &#8211; um braço regulatório da União Européia &#8211; como tratamento seguro e eficiente a pacientes diabéticos.</p>
<p>Agora, o novo remédio foi liberado para venda em todas os países membros da União Européia. A expectativa é que chegue às farmácias do continente ainda este ano. O foco do Xigduo é cuidar do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> em adultos que não respondem bem ao tratamento tradicional com a metformina, ou então que utilizam uma combinação de metformina e dapagliflozina (Forxiga) a fim de controlar a glicemia.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA MAIS </span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/">Metformina “aditivada” em breve nas farmácias</a>&#8220;</strong></p>
<p>&#8220;O Xigduo é uma adição importante à gama de medicamentos que ajudam pacientes a controlar a glicemia&#8221;, afirmou Elisabeth Bjork, representante da farmacêutica AstraZeneca, fabricante do produto.</p>
<p>&#8220;Nós sabemos que nem todos os pacientes são iguais e que tratamentos diferenciados são necessários, e apoiamos uma abordagem mais personalisada para o tratamento da doença&#8221;.</p>
<p>&#8220;A metformina há tempos é um padrão no tratamento do diabetes, e com a aprovação do Xigduo nós agora temos a combinação de um inibidor de SGLT2 [<em>Forxiga</em>] e da metformina em um produto que representa uma opção inovadora no tratamento de adultos com diabetes tipo 2&#8243;, disse Elisabeth.</p>
<p>+<strong> <span style="color: #ff6600;">SAIBA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/">Metformina, camisa 10 no time do tratamento do diabetes tipo 2</a>&#8220;</strong>,<strong> pelo dr. Carlos Eduardo Barra Couri</strong></p>
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		<title>AstraZeneca e Bristol-Myers Squibb retiram medicamento Forxiga® do mercado alemão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2013 14:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[AstraZeneca]]></category>
		<category><![CDATA[Bristol-Myers Squibb]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Forxiga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guerra de preços e contrariedades de órgão regulatório derrubam Forxiga na Alemanha. A AstraZeneca e a Bristol-Myers Squibb anunciaram na passada sexta-feira que vão retirar o seu medicamento para a diabetes tipo 2 Forxiga® (dapagliflozina) do mercado alemão a partir de 15 de Dezembro por causa de uma disputa sobre o seu preço. &#8220;O produto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Guerra de preços e contrariedades de órgão regulatório derrubam Forxiga na Alemanha.</em><span id="more-6199"></span></p>
<p>A AstraZeneca e a Bristol-Myers Squibb anunciaram na passada sexta-feira que vão retirar o seu medicamento para a diabetes tipo 2 <a title="Metformina “aditivada” em breve nas farmácias" href="http://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/">Forxiga</a>® (dapagliflozina) do mercado alemão a partir de 15 de Dezembro por causa de uma disputa sobre o seu preço. &#8220;O produto vai continuar a estar disponível através de prescrição até que o stock actual no mercado esteja esgotado&#8221;, disseram as fabricantes de medicamentos, acrescentando que vão reconsiderar a sua decisão quando os processos de arbitragem com as autoridades alemãs estiverem resolvidos, avança o site FirstWord.</p>
<p>O Comité Federal Conjunto do país concluiu que o Forxiga® &#8220;não confere vantagem&#8221; em relação a terapias padrão , e as empresas disseram que não conseguiram chegar a acordo sobre um preço com os administradores de seguros de saúde alemães. O Forxiga® foi aprovado pelos reguladores europeus em Novembro de 2012, enquanto um painel consultivo da FDA (entidade que regula os medicamentos nos EUA) recomendou o inibidor de SGLT2 para aprovação no início da semana passada. A <a title="Até o Google entra na guerra pela “Pílula de Insulina”" href="http://www.diabeticool.com/ate-o-google-entra-na-guerra-pela-pilula-de-insulina/">Bristol-Myers Squibb</a> e a AstraZeneca registaram vendas do terceiro trimestre de 7 milhões e 3 milhões de dólares, respectivamente, para o medicamento.</p>
<p>Regulamentos da Alemanha já levaram a acções semelhantes por outras empresas farmacêuticas, incluindo a GlaxoSmithKline, que retirou o seu medicamento para a epilepsia Trobalt® (retigabine) do mercado alemão em Abril 2012, bem como a Boehringer Ingelheim e a sua parceira Eli Lilly, que decidiram contra o lançamento da sua terapia para a diabetes Trajenta® (<a title="Aniversariante do mês: Trayenta faz 2 anos de Brasil" href="http://www.diabeticool.com/aniversariante-do-mes-trayenta-faz-2-anos-de-brasil/">linagliptina</a>) no mercado alemão graças a uma disputa com as autoridades sobre a comparticipação do medicamento no país.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.rcmpharma.com/actualidade/industria-farmaceutica/16-12-13/astrazeneca-e-bristol-myers-squibb-retiram-medicamento-f" target="_blank" rel="nofollow">RCM Pharma</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/astrazeneca-e-bristol-myers-squibb-retiram-medicamento-forxiga-do-mercado-alemao/">AstraZeneca e Bristol-Myers Squibb retiram medicamento Forxiga® do mercado alemão</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Metformina &#8220;aditivada&#8221; em breve nas farmácias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2013 13:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[dapagliflozina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[efeitos colaterais]]></category>
		<category><![CDATA[Forxiga]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glicose]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[Xigduo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo medicamento antidiabético &#8211; o Xigduo &#8211; será uma combinação de dois famosos tratamentos e poderá ser vendido já em 2014. Dois conhecidos medicamentos antidiabéticos estão prestes a unir as forças no combate à doença. O Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano, um braço regulatório da União Européia, deu aval positivo a uma combinação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo medicamento antidiabético &#8211; o Xigduo &#8211; será uma combinação de dois famosos tratamentos e poderá ser vendido já em 2014.</em><span id="more-5949"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-5952" alt="xigduo metformina forxiga diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes.png" width="290" height="290" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes.png 500w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes-150x150.png 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/xigduo-metformina-forxiga-diabetes-240x240.png 240w" sizes="(max-width: 290px) 100vw, 290px" />Dois conhecidos medicamentos antidiabéticos estão prestes a unir as forças no combate à doença.</p>
<p>O Comitê de Produtos Medicinais para Uso Humano, um braço regulatório da União Européia, deu aval positivo a uma combinação dos remédios <strong>Forxiga</strong> e <strong>metformina</strong> em uma única pílula.</p>
<p>A <a title="Lembra da cantora-fenômeno Susan Boyle? Ela também tem diabetes" href="http://www.diabeticool.com/lembra-da-cantora-fenomeno-susan-boyle-ela-tambem-tem-diabetes/">metformina</a> é o princípio ativo mais conhecido no tratamento do diabetes tipo 2, devido à alta eficácia no controle da glicemia, aos poucos efeitos colaterais e ao longo tempo no mercado. Uma das maiores vantagens de seu uso é que não gera <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a>.</p>
<p>Já o Forxiga (cujo princípio ativo é a dapagliflozina) é um remédio mais recente &#8211; ele começou a ser comercializado há poucos meses na Europa e nos Estados Unidos. O Forxiga funciona estimulando a liberação de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> na urina, o que diminui a quantidade do açúcar no sangue. O efeito é atingido através da inibição da reabsorção da glicose nos rins. Um outro resultado benéfico do remédio é ajudar na diminuição do peso, uma vez que a excreção extra de glicose consome calorias.</p>
<p>A combinação dos dois medicamentos, criada pelas farmacêuticas Bristol-Myers Squibb e AstraZeneca, será chamada de <strong>Xigduo</strong> e poderá começar a ser vendida já no ano que vem.</p>
<p>De acordo com o relatório do Comitê europeu,</p>
<p>&#8220;O benefício do Xigduo é sua habilidade de melhorar o controle glicêmico através da redução dos níveis de açúcar no sangue em pacientes cujo controle unicamente através da metformina é inadequado. Os efeitos colaterais mais comuns são hipoglicemia, náusea, vômitos, diarréia, dores abdominais, perda de apetite, vulvovaginite, balanite e infecções genitais relacionadas, infecções no trato urinário, disúria <em>[dor ao urinar]</em> e poliúria <em>[urinar em demasia]</em>&#8220;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/metformina-aditivada-em-breve-nas-farmacias/">Metformina “aditivada” em breve nas farmácias</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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