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	<title>Brasil | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Explicamos os dados da nova Pesquisa Nacional de Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2014 17:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[números]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O IBGE divulgou na última semana os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde. Dados sobre diabetes impressionam. Divulgados na última semana, os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em todo o país, mostram um panorama abrangente de como o diabetes é cuidado aqui no Brasil. Além disso, fornecem informações valiosas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O IBGE divulgou na última semana os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde. Dados sobre diabetes impressionam.</em><br />
<span id="more-8187"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8191" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/pesquisa-nacional-de-saude-ibge-diabetes.jpg" alt="pesquisa nacional de saude ibge diabetes" width="600" height="338" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/pesquisa-nacional-de-saude-ibge-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/pesquisa-nacional-de-saude-ibge-diabetes-415x234.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Divulgados na última semana, os resultados da primeira Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo IBGE em todo o país, mostram um panorama abrangente de como o diabetes é cuidado aqui no Brasil. Além disso, fornecem informações valiosas quanto aos principais gargalos no tratamento da doença.</p>
<p>A pesquisa é referente a dados de 2013. Os resultados são baseados nas respostas dos moradores de 1.600 cidades de todos os estados do país. Cerca de 80 mil domicílios foram visitados pela equipe do IBGE. Apenas adultos (18 anos ou mais) responderam ao questionário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUANTAS PESSOAS TÊM DIABETES NO BRASIL?</strong></p>
<p>O primeiro dado que mais chama a atenção é a incidência do diabetes. De acordo com a pesquisa, <strong>a doença afeta 6,2% da população adulta, o que corresponde a cerca de 12,5 milhões de pessoas</strong>. Destes, 5,4% são homens e 7% mulheres. A proporção é idêntica àquela <a title="Números do Diabetes" href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">prevista pela Sociedade Brasileira de Diabetes em 2012</a>.</p>
<p>A incidência é um pouco maior nas áreas urbanas, onde 6,5% dos entrevistados disseram estar com diabetes. Na zona rural, foram 4,6%. A pesquisa não discerniu entre diabetes tipo 1 ou tipo 2, nem tentou explicar se a diferença entre campo e cidade, por exemplo, se deve à falta de diagnóstico na zona rural ou aos hábitos de vida urbanos.</p>
<p>Vale notar: no Brasil, <strong>11,5% dos adultos jamais fizeram um simples exame de <a title="Sabia que o magnésio ajuda a controlar a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/sabia-que-o-magnesio-ajuda-a-controlar-a-glicemia/">glicemia</a></strong>. Nas cidades, a taxa é de 9,9%, enquanto que no campo é de 21,5% &#8211; o que pode ajudar a explicar a incidência menor de diagnóstico de diabetes na zona rural.</p>
<figure id="attachment_8188" aria-describedby="caption-attachment-8188" style="width: 881px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8188" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/mapa-de-diabetes-ibge-2013.jpg" alt="mapa de diabetes ibge 2013" width="881" height="911" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/mapa-de-diabetes-ibge-2013.jpg 881w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/12/mapa-de-diabetes-ibge-2013-232x240.jpg 232w" sizes="(max-width: 881px) 100vw, 881px" /><figcaption id="caption-attachment-8188" class="wp-caption-text">Infográfico: Ricardo Schinaider de Aguiar</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO O DIABÉTICO BRASILEIRO SE CUIDA E É CUIDADO</strong></p>
<p>Uma conclusão interessante que pode ser tirada da pesquisa é que, no país, a distribuição de remédios funciona muito melhor do que o atendimento médico em si.</p>
<p>Mais da metade dos entrevistados, 57,4%, conseguiu pelo menos 1 medicamento antidiabético através do programa Farmácia Popular.</p>
<p>Mas a proporção de quem recebeu atendimento médico de qualidade, incluindo exames preventivos, é assustadoramente baixa.</p>
<p>Apenas 35,6% dos adultos com diabetes fizeram, no último ano, exame de vista &#8211; a taxa é de míseros 17% entre a população rural. Exames nos pés foram realizados em apenas 30% dos diabéticos.</p>
<figure style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/exame-nos-pes-diabetes.gif" alt="exame dos pés em diabéticos" width="440" height="295" /><figcaption class="wp-caption-text">Examinar os pés é fundamental para prevenir problemas graves decorrentes da neuropatia diabética.</figcaption></figure>
<div style="background-color: #ffe0cc; border: 2px solid #ff3300; padding: 15px;">Tanto o exame de vista quanto o exame do <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a> são fundamentais no tratamento da doença. Através deles, o médico é capaz de perceber, com antecedência, o desenvolvimento de complicações comuns do excesso de açúcar no sangue, como danos nos nervos dos olhos e dos membros. É importante lembrar que o diabetes é a principal causa de amputações no país, e examinar os pés é uma forma efetiva de prevenir esta drástica situação.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na hora de cuidar da doença, também ajuda se um mesmo profissional da saúde for responsável pelo mesmo paciente ao longo do tempo, acompanhando seus progressos e retrocessos. Isto, pelo menos, parece acontecer com a maior parte dos diabéticos nacionais. <strong>65,2% deles afirmam que se consultam rotineiramente com o mesmo médico</strong>.</p>
<p>Dos mais de 12 milhões de adultos diabéticos no país, cerca de <strong>7% deles relataram grau intenso ou muito intenso de limitações</strong> nas atividades habituais do dia-a-dia devido à doença.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PARA MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A PESQUISA NACIONAL</strong></p>
<p>Os dados completos da pesquisa do IBGE podem ser acessados gratuitamente (e sem necessidade de cadastros) neste endereço eletrônico: <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/pns/2013/default_pdf.shtm">http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/pns/2013/default_pdf.shtm</a></p>
<p>As informações sobre diabetes estão no arquivo &#8220;Doenças Crônicas&#8221;, a partir da página 13.</p>
<p>Para maiores detalhes sobre as outras doenças inquiridas na pesquisa, assim como hábitos de vida dos brasileiros, leia a matéria &#8220;<a href="http://www.sobrepeso.com.br/pesquisa-nacional-da-saude-revela-quadro-preocupante-para-brasil/">Pesquisa Nacional da Saúde revela quadro preocupante para o Brasil</a>&#8220;, do portal SobrePeso.</p>
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		<title>&#8220;O governo trocou meu monitor de glicemia&#8221;! Dá para confiar no novo?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/o-governo-trocou-meu-monitor-de-glicemia-da-para-confiar-no-novo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2014 14:51:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Injex Sens II]]></category>
		<category><![CDATA[monitor de glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[SUS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma discussão sobre monitores de glicemia, licitações públicas e financiamento da saúde, por Ronaldo Wieselberg!  Nos últimos dias, surgiu pela internet uma sensação de revolta. Os monitores de glicemia fornecidos pela secretaria da saúde do estado de São Paulo, até então, os famosos Accu-Chek Active, da Roche, foram substituídos pelos desconhecidos Injex Sens II, fabricados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma discussão sobre monitores de glicemia, licitações públicas e financiamento da saúde, por Ronaldo Wieselberg!</em><strong> </strong><br />
<span id="more-7900"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7906" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/medidores-de-glicemia-diabetes.jpg" alt="medidores de glicemia diabetes" width="600" height="305" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/medidores-de-glicemia-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/medidores-de-glicemia-diabetes-415x211.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Nos últimos dias, surgiu pela internet uma sensação de revolta. Os monitores de glicemia fornecidos pela secretaria da saúde do estado de São Paulo, até então, os famosos <strong>Accu-Chek Active</strong>, da Roche, foram substituídos pelos desconhecidos <strong>Injex Sens II</strong>, fabricados na Coreia do Sul, sob a tutela de uma fabricante brasileira, a Injex.</p>
<p>Isso já tinha acontecido antes, em Minas Gerais, quando houve substituição dos monitores anteriores pelo até então desconhecido monitor CEPA.</p>
<p>Imediatamente, as pessoas decidiram comparar os resultados dos testes dos dois monitores, para “verificar” qual deles era o mais exato. E, <em>claro</em>, tiveram decepções.</p>
<p>Antes de começar, é preciso lembrar que, por lei, os resultados exibidos nos monitores de glicemia capilar – ou seja, dos testes de ponta de dedo – não podem variar mais do que 15% <em>em relação aos valores de glicose plasmática</em>. Ou seja, a diferença entre o resultado do monitor de glicemia e o exame do laboratório pode ser de 15% para mais ou para menos.</p>
<p>Assim, se o seu valor de glicemia no laboratório foi de 100mg/dl, uma medição do seu monitor de glicemia entre 85mg/dl e 115mg/dl ainda é aceitável. E, também, caso a sua glicemia, no laboratório, tenha dado 200mg/dl, uma medição do monitor entre 170mg/dl e 230mg/dl&#8230; continua aceitável!</p>
<p>A capacidade de um monitor de glicemia de transformar aquela gotinha de sangue no seu dedo em um valor numérico chama-se <strong>acurácia</strong>. A maneira mais confiável de saber se o seu monitor corresponde às expectativas é levá-lo junto quando for fazer o exame de sangue no laboratório e comparar os resultados. Para esse teste, é preciso prestar atenção em algumas coisas&#8230;</p>
<ul>
<li>O sangue deve ser o mesmo. O melhor seria pegar uma gotinha de sangue do tubinho que será enviado ao laboratório – o que NÃO SERÁ FEITO, pois pode contaminar o sangue da amostra inteira! –, mas algo que pode ser feito é realizar o teste com o seu monitor de glicemia num dedo do mesmo lado que foi coletado o sangue. A diferença vai existir, claro, mas, dessa maneira, diminuímos essa diferença ao máximo. Nada, também, de aproveitar o furo da agulha de coleta para fazer o teste, certo?</li>
</ul>
<ul>
<li>Quando comparamos dois monitores de glicemia, um com o outro, o teste é INCONCLUSIVO. Isso acontece, simplesmente, porque não temos o resultado do exame de laboratório para servir de referência. Assim, caso um dos monitores mostre 170mg/dl e o outro mostre 230mg/dl, vamos achar “um absurdo”, que pode muito bem ser aceito caso o valor da glicose plasmática seja 200mg/dl.</li>
</ul>
<ul>
<li>O método de medição dos aparelhos deve ser o mesmo. Hoje, os principais aparelhos do mercado utilizam dois tipos de tecnologia de medição: o <em>biossensor</em> – que utiliza uma pequena corrente elétrica, de intensidade variável de acordo com a quantidade de glicose na amostra de sangue – e a<em> colorimetria</em> – baseado em uma enzima nas tiras, que muda a coloração das tiras de teste, e essa mudança de cor é lida por um sensor no aparelho. Sabemos, também, que a colorimetria apresenta um valores de medição um pouco mais altos.</li>
</ul>
<ul>
<li>Quanto mais alta ou mais baixa a glicemia, maior a imprecisão em TODOS OS MONITORES. Isso ocorre porque a corrente elétrica do biossensor pode sofrer muita ou nenhuma variação; a cor pode mudar muito ou não ser uniforme na colorimetria&#8230;</li>
</ul>
<p>Assim, a ideia de comparar um monitor com o outro, sem nenhum exame de laboratório, é bastante errada. Só vai trazer confusão.</p>
<p>De qualquer forma, todos os monitores aprovados no Brasil devem ter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a ANVISA, e para seu uso, as tiras devem estar dentro do prazo de validade com as mãos devem estar limpas e secas.</p>
<p>Ufa! Finalmente, chegamos às comparações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TESTANDO OS NOVOS MONITORES DE GLICEMIA</strong></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7901" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/accu-chek-performa-nano-active-diabetes.jpg" alt="accu-chek performa nano active diabetes" width="600" height="440" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/accu-chek-performa-nano-active-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/accu-chek-performa-nano-active-diabetes-327x240.jpg 327w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Para não dizer que somos injustos de comparar uma marca famosa com uma marca desconhecida, comparamos dois monitores da Roche, o Accu-Chek Performa Nano (biossensor) e o Accu-Chek Active (colorimetria). Observe a diferença (<em>foto acima</em>)&#8230; o Active tem valores mais altos, como era de se esperar pelo método, e a diferença entre os valores não passa de 25mg/dl – o que, lembrando, sem os exames laboratoriais, não adianta nada.</p>
<p><img loading="lazy" class="alignleft  wp-image-7902" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/Sens-II-medidor-coreano-diabetes.jpg" alt="Sens II medidor coreano diabetes" width="210" height="275" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vamos aos malvados! Na foto à esquerda, perceba uma diferença de 20mg/dl entre os valores, sendo o Active (colorimétrico) maior do que o Sens II (biossensor). Ainda assim, sem o valor do laboratório, não dá pra afirmar nada.</p>
<p>O detalhe, aqui, é que um deles indica um valor de <a title="O que é hipoglicemia?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-hipoglicemia/"><strong>hipoglicemia</strong></a>. A dica é que, caso esteja com algum sintoma de hipoglicemia, <em>corrija</em>, uma vez que a glicemia pode estar caindo. Caso não tenha sintomas, <em>repita o teste</em>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7903" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/injex-sens-II-medidor-diabetes.jpg" alt="injex sens II medidor diabetes" width="600" height="449" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/injex-sens-II-medidor-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/injex-sens-II-medidor-diabetes-321x240.jpg 321w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Que bonito, que beleza! Resultados praticamente iguais, então, a glicemia era essa mesma?! Pode ser que sim, pode ser que não. Lembram que eu falei de uma variação de 15% a mais ou a menos? O que garante que ambos os monitores não estejam com a mesma variação percentual, para cima ou para baixo? Sim, só o exame laboratorial&#8230; que não está disponível!</p>
<p>E aí, o que fazer, então? Em quem confiar?</p>
<p>Bem, a resposta é simples. A variação é relativamente pequena, certo? Então, na <em>imensa</em> maioria das vezes, a diferença da glicemia “real” (plasmática, no exame do laboratório) para a “medida” (no monitor de glicemia) não vai afetar a conduta.</p>
<p>Uma hiperglicemia continuará a ser uma hiperglicemia, e demandará tratamento com insulina, por exemplo. Uma hipoglicemia continuará a ser uma hipoglicemia, e demandará tratamento com a ingestão de alimentos ou bebidas açucarados. Mesmo em caso de uma superdosagem de insulina, a variação de dose será de, no máximo, uma unidade – e a hipoglicemia será detectada. No caso de uma hipoglicemia, um consumo de quantidade maior de carboidratos para corrigir uma hipoglicemia “falsamente baixa” não necessariamente acarretará uma hiperglicemia.</p>
<p>Então, o fato de precisar trocar o monitor de glicemia não significa que “o governo não se importa com quem tem diabetes”. Significa, apenas, que a empresa que agora fornece os materiais ganhou da concorrência para se tornar fornecedora.</p>
<p>E aqui, começa a segunda parte da nossa jornada. Por que, então, ó raios e trovões, os fornecedores precisam mudar tanto?</p>
<p>Para explicar isso, vamos entender como funciona o fornecimento de equipamentos no Sistema Único de Saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>GUIA BÁSICO DO FUNCIONAMENTO DO SUS</strong></p>
<p>Basicamente, a cada ano, o planejamento financeiro para os gastos com a saúde – isso inclui o diabetes – é revisto, de maneira a reajustar o orçamento, pagamento de servidores, compra de medicamentos e aparelhagem de acordo com a inflação. Portanto, os contratos dos fornecedores, em geral, também são anuais. Assim, a cada ano, são abertas novas licitações e, em geral, quem ganha é a empresa que cobra menos pelo fornecimento.</p>
<p>Muitas vezes, os custos de trocar todos os aparelhos e fornecer tiras de determinado tipo sai “mais barato” para o governo do que manter um aparelho, recebendo apenas as fitas. E aí, volta e meia, os monitores são trocados, por exemplo.</p>
<p>E então, falando em custos, entramos na parte mais complicada da história – ou como dizia um conhecido meu, “na parte mais baixa do buraco” –, o financiamento do SUS.</p>
<p>Lá no século passado – ou seja, no final do século XX – quando o SUS foi criado, esperava-se que o financiamento dele fosse misto, ou seja, parte federal, parte estadual, parte municipal. Assim, o governo federal repassaria uma verba mínima de manutenção – baseada, dentre outras coisas, na população do local –, que seria complementada pelo governo estadual, mais competente para avaliar as necessidades regionais de cada estado, e também complementada pela verba municipal, compatível com os problemas inerentes de cada município.</p>
<p>Vamos pensar em alguns exemplos puramente fictícios.</p>
<p>A cidade de Ji-Paraná, em Rondônia, receberia uma parte da verba do governo federal, complementada com verba estadual para a vacinação contra febre amarela, e também complementada com verba municipal para erradicar casos de diarreia devido às eventuais más condições sanitárias&#8230; E a cidade de São Paulo, grande capital, receberia uma verba federal maior, complementada pela verba estadual para tratar casos de leptospirose devido às enchentes da região da Grande São Paulo, e complementada pela verba municipal para tratar vítimas de acidentes automobilísticos. Na teoria, funciona bem, não?!</p>
<p>Vamos começar a complicar. Essa verba deve ser utilizada para todos os programas de prevenção, vacinação, tratamentos, manutenção dos serviços de saúde, saneamento básico&#8230;</p>
<p>Usando de metáforas, a verba total recebida seria um bolo – cada uma das fontes pode ser um dos ingredientes do bolo, se preferir – e cada programa de saúde seria uma fatia do bolo. Pois é. Com tantos programas, tantas pessoas adoecendo e precisando de tratamento&#8230; São muitas fatias para pouco bolo!</p>
<p>Quer complicar ainda mais? Medicamentos de alto custo – por exemplo, os análogos de insulina para o tratamento do diabetes, muitos medicamentos para o tratamento de câncer, etc. Essas “fatias” do nosso bolo precisam ser maiores, uma vez que esses medicamentos são mais caros. O problema é que o bolo tem um tamanho limitado – a verba disponível não é infinita. Assim, <em>para que alguém receba uma fatia maior, outro alguém precisa receber uma fatia menor.</em></p>
<p>E, agora, a parte mais chata&#8230; A “fatia do bolo” que o tratamento do diabetes recebe é uma das menores de todas. Algumas migalhinhas, só.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7904" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sus-brasil-diabetes.jpg" alt="sus brasil diabetes" width="600" height="319" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sus-brasil-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/09/sus-brasil-diabetes-415x221.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Imagine, então, com um orçamento mínimo, ter que providenciar metformina, glicazida, insulina NPH e regular, seringas, testes de glicose plasmática, testes de hemoglobina glicada, as medicações de alto custo – Lantus, Levemir, bombas de insulina – e ainda ter que pensar nos monitores de glicemia. De onde puderem cortar gastos, <strong>vão cortar.</strong></p>
<p>Oras, então, não seria interessante aumentar o tamanho do bolo? Assim, todas as fatias poderiam aumentar de tamanho, certo?</p>
<p>Corretíssimo. E aí, chegamos no fundo do poço.</p>
<p>O nosso bolo não consegue crescer.</p>
<p>Recentemente, foi divulgado que o Ministério da Saúde deixou de repassar mais de <strong>17 bilhões</strong> de reais em verbas no período de um único ano. Nos últimos anos, a saúde no Brasil foi sucateada de tal forma pela falta de recursos – ou do repasse destes recursos – que as instalações dos serviços públicos de saúde (AMAs, UPAs, hospitais e maternidades) estão à beira da falência. Muitos programas de prevenção básica – com conceitos básicos de higiene, como lavar as mãos e escovar os dentes, nutrição e até mesmo educação sexual – foram repassados às escolas, parcerias público-privadas e às ONGs.</p>
<p>É difícil não lembrar das associações de diabetes nesse momento, não é? Mas, vamos fugir do nosso universo conhecido: Pastoral da Criança, criada pela Dra. Zilda Arns – indicada ao Prêmio Nobel da Paz, inclusive! – trabalhou muito, sem apoio do governo, em prol de crianças carentes.</p>
<p>Se por um lado, a quebra das patentes e fornecimento gratuito dos medicamentos contra a AIDS foi uma vitória, de outro, os programas de prevenção sofrem com o descaso. Se por um lado, os programas de vacinação são exemplo, de outro, a falta de saneamento básico ainda é um problema de saúde pública. Se por um lado os incentivos financeiros do governo às famílias tiraram muitas delas da miséria, de outro, a falta de programas nutricionais adequados está levando estas mesmas famílias à obesidade e ao desenvolvimento do diabetes tipo 2, <a title="Dormir mal pode levar à hipertensão e ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/dormir-mal-pode-levar-a-hipertensao-e-ao-diabetes/"><strong>hipertensão</strong></a> e doenças cardiovasculares.</p>
<p>Então, qual a solução? Hora de fugir do país? Hora de se esconder? Não! Agora é a hora de fazer valer a nossa vontade, nas urnas, enfrentando a dura missão de escolher os candidatos com as melhores propostas, e o mais importante, cobrá-los para que cumpram suas promessas com transparência.</p>
<p>E tudo isso porque trocaram os monitores de glicemia&#8230; Saúde não é a coisa mais simples do mundo&#8230;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ <span style="color: #008080;">Quer ler todos os</span> <span style="color: #008080;">textos de Ronaldo Wieselberg</span>? <a href="http://www.diabeticool.com/?p=7247">CLIQUE AQUI</a>!</strong></div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-governo-trocou-meu-monitor-de-glicemia-da-para-confiar-no-novo/">“O governo trocou meu monitor de glicemia”! Dá para confiar no novo?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como está a saúde dos adultos no Brasil? Não tão boa assim&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 14:22:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol alto]]></category>
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		<category><![CDATA[International Journal of Epidemiology]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exclusivo: estudo mostra que maioria dos brasileiros está com algum fator de risco grave para doenças cardiovasculares e diabetes. Veja os dados do trabalho. Como está a saúde dos adultos brasileiros? Esta é a pergunta que um novo estudo pretende responder. Cientistas de seis grandes Universidades brasileiras se uniram em um projeto pioneiro no país: &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Exclusivo: estudo mostra que maioria dos brasileiros está com algum fator de risco grave para doenças cardiovasculares e diabetes. Veja os dados do trabalho.</em> <span id="more-7104"></span></p>
<p><strong>Como está a saúde dos adultos brasileiros</strong>? Esta é a pergunta que um novo estudo pretende responder. Cientistas de seis grandes Universidades brasileiras se uniram em um projeto pioneiro no país: descobrir o que causa e como se dá a progressão, em adultos, de doenças crônicas como o diabetes e <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">problemas cardiovasculares</a>.</p>
<p>O trabalho é importante porque hoje, no país, 72% das mortes são decorrentes das doenças cardiovasculares (como enfartes e derrames) e demais problemas crônicos de saúde.</p>
<p>Os primeiros resultados do trabalho, iniciado em 2008, serão publicados na próxima edição da revista científica <em>International Journal of Epidemiology</em>. Os dados são referentes à saúde de mais de 15 mil funcionários públicos das seis Universidades, com idade entre 35 e 74 anos e que foram entrevistados sobre sua saúde e hábitos de vida (como fumar e beber), além de realizaram vários exames (urina, plasma sangüíneo, DNA) ao longo dos últimos anos.</p>
<p>As informações que serão publicadas são referentes à fase inicial do estudo, que durou de 2008 a 2010. Uma nova fase de coleta e análise de dados começou em 2012 e continua este ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O ESTADO ATUAL DA SAÚDE DOS ADULTOS NO BRASIL</strong></p>
<p>Muitos dados interessantes já foram conseguidos pelo grupo de pesquisas. Eles lançam luz sobre a saúde da população adulta brasileira e revelam caraterísticas importantes para a prevenção de <a title="Arquitetos defendem planejamento urbano anti-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/arquitetos-defendem-planejamento-urbano-anti-diabetes/">doenças crônicas</a>.</p>
<p>Por exemplo, existem fatores de risco clássicos para doenças crônicas, reconhecidos há décadas como fortes influência negativas à saúde. Qual a porcentagem dos adultos que possui algum deles? Os dados revelam que:</p>
<ul>
<li>20.3% dos adultos têm tolerância à glicose diminuída;</li>
<li>35.8% estão com a <a title="Pressão alta, diabetes e obesidade podem ser sinais de alerta para doença renal" href="http://www.diabeticool.com/pressao-alta-diabetes-e-obesidade-podem-ser-sinais-de-alerta-para-doenca-renal/">pressão alta</a>;</li>
<li><strong>61.5%</strong> têm colesterol alto;</li>
<li><strong>63.1%</strong> estão com excesso de peso.</li>
</ul>
 Sedentarismo: o &#8220;vilão&#8221; mais comum da boa saúde.
<p>Estas informações, preocupantes, talvez sejam reflexo do fato de que quase <strong>80% dos entrevistados revelaram não praticar atividades físicas</strong> regularmente durante o tempo livre.</p>
<p>Tantas pessoas com excesso de peso e colesterol alto certamente se reflete nas estatísticas de doenças crônicas. Segundo o estudo:</p>
<ul>
<li>4.7% têm histórico de alguma doença cardíaca;</li>
<li><strong>19.7% das pessoas estão com diabetes</strong>;</li>
<li>26.7% tem algum distúrbio mental.</li>
</ul>
<p>Pelo lado positivo, os pesquisadores encontraram um número elevado de ex-fumantes (30% dos entrevistados) em comparação com a porcentagem daqueles que são fumantes atualmente (13%).</p>
<p>De acordo com os autores do trabalho, os dados são importantes para que novas políticas de saúde pública sejam estudadas e implantadas. A população brasileira está envelhecendo e engordando, e nosso sistema de saúde deve se adequar a esta nova realidade.</p>
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		<title>Emirados Árabes cortam em 83% os preços de remédios para diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jan 2014 01:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[custo]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Emirados Árabes]]></category>
		<category><![CDATA[Humalog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem mora no Oriente Médio começou 2014 com uma ótima notícia. Redução de preços abarca 14 medicamentos. Diabéticos que moram nos Emirados Árabes, no Oriente Médio, ganharam uma ótima notícia logo no início de 2014. O governo anunciou nesta quarta-feira o corte de 83% no custo de 14 medicamentos para o tratamento do diabetes, incluindo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem mora no Oriente Médio começou 2014 com uma ótima notícia. Redução de preços abarca 14 medicamentos.</em><span id="more-6358"></span></p>
 Dubai é uma das cidades mais famosas dos Emirados Árabes.
<p>Diabéticos que moram nos Emirados Árabes, no Oriente Médio, ganharam uma ótima notícia logo no início de 2014. <strong>O governo anunciou nesta quarta-feira o corte de 83% no custo de 14 medicamentos para o tratamento do diabetes</strong>, incluindo a insulina <a title="Tipos de Insulina" href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/">Humalog</a>.</p>
<p>A redução de preços engloba também 191 remédios contra condições como <a title="Refrigerante diet pode causar ganho de peso e envelhecimento precoce" href="http://www.diabeticool.com/refrigerante-diet-pode-causar-ganho-de-peso-e-envelhecimento-precoce/">osteoporose</a>, câncer de pulmão, doenças cardíacas, hipertensão e problemas renais.</p>
<p>Nos últimos três anos, o governo dos Emirados Árabes decretou a diminuição nos preços de mais de 7500 medicamentos. O corte ocorreu após longas conversas com as indústrias farmacêuticas e a divulgação de um relatório que mostrava que os preços de medicamentos nos Emirados estavam muito acima da média na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E NO BRASIL?</strong></p>
<p>A cada ano, um número cada vez maior de pessoas são diagnosticadas com diabetes, em especial o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>. Por ser uma doença crônica e exigir cuidados constantes, os custos para os cofres públicos de países como o Brasil &#8211; que fornece gratuitamente medicamentos para tratar a condição &#8211; não param de subir. Para se ter uma idéia do montante, nos últimos três anos, o governo brasileiro investiu cerca de R$90 milhões anuais apenas em casos de internação causada pelo diabetes.</p>
<p>Para boa parte da população, a ajuda governamental para o tratamento do diabetes continua sendo essencial. De acordo com pesquisa da Sociedade Brasileira de Diabetes divulgada no último ano, quem opta por cuidar da doença metabólica via o sistema privado chega a gastar R$12 mil anuais.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/emirados-arabes-cortam-em-83-os-precos-de-remedios-para-diabetes/">Emirados Árabes cortam em 83% os preços de remédios para diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabéticos em áreas de enchentes: o que fazer na hora da tragédia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2013 18:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[chuva]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados com os pés]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[enchentes]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dicas e cuidados para diabéticos cuidarem da saúde e controlarem a glicemia mesmo nas situações mais extremas. Chegou o verão no Brasil, uma época caracterizada no imaginário popular por temperaturas extremas, viagens de férias e chuvas, muitas chuvas. Com elas, a devastação causada por enchentes e desabamentos é uma constante que, ano após ano, aflige &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dicas e cuidados para diabéticos cuidarem da saúde e controlarem a glicemia mesmo nas situações mais extremas.</em><span id="more-6259"></span></p>
 A tragédia das chuvas no Espírito Santo traz à tona a luta dos diabéticos para controlar a saúde mesmo em meio ao caos.
<p>Chegou o verão no Brasil, uma época caracterizada no imaginário popular por temperaturas extremas, viagens de férias e chuvas, muitas chuvas. Com elas, a devastação causada por enchentes e desabamentos é uma constante que, ano após ano, aflige a vida de milhares de brasileiros.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/tufao-nas-filipinas-diabeticos-no-pais-passam-por-apuros/">Tufão nas Filipinas – diabéticos no país passam por apuros</a>&#8220;</strong></p>
<p>Se estar em meio a uma tragédia já é ruim por si só, o sofrimento de quem está com diabetes e se encontra numa situação de perigo é ainda maior. O que fazer se a região onde mora está alagada ou isolada do mundo por causa de deslizamentos de terra e precisa-se de insulina? O assunto é sério e muitos diabéticos precisam de orientações adequadas para sobreviver bem a situações de calamidade.</p>
<p>Por isso, visando a  ajudar os diabéticos que se encontram em áreas de risco, o doutor Carlos Eduardo Barra Couri, amigo do site, deu uma dica importante em sua página do Facebook. Ele menciona um documento redigido pela <a title="Imagens chocantes revelam o que diabetes pode fazer com uma ferida em apenas 10 dias" href="http://www.diabeticool.com/imagens-chocantes-revelam-o-que-diabetes-pode-fazer-com-uma-ferida-em-apenas-10-dias/">Sociedade Brasileira de Diabetes</a> contendo justamente as dicas essenciais para diabéticos que moram em regiões atingidas por enchentes ou outros desastres naturais.</p>
<p>Dentre as dicas contidas no documento estão orientações sobre alimentação, cuidados com os pés, dicas de conservação e aplicação da <a title="Refrigerante diet pode causar ganho de peso e envelhecimento precoce" href="http://www.diabeticool.com/refrigerante-diet-pode-causar-ganho-de-peso-e-envelhecimento-precoce/">insulina</a> e cuidados quanto ao reaproveitamento de seringas.</p>
<p>A seguir, a nota do dr. Couri e o link para o documento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TEXTO DO DR. CARLOS EDUARDO COURI:</strong></p>
<p><em>Mais um ano se passou, mais um verão chega e com ele as chuvas e inundações. Talvez os governos que nós escolhemos não sejam tão bons administradores, pois os problemas com as chuvas nunca (repito, nunca) são prevenidos. O que vemos são sempre luto, desculpas, promessas e muito blá blá blá&#8230;</em><br />
<em> Estes desastres infelizmente não poupam pessoas com diabetes. Por isso, a Sociedade Brasileira de Diabetes disponibiliza um documento informativo no seu site sobre como as pessoas diabéticas devem proceder caso morem em localidades atingidas por estas catástrofes.</em></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabetes.org.br/component/content/article/91-noticias-nacionais/1655-documento-informativo-para-as-regioes-atingidas-pelas-enchentes-quanto-ao-uso-de-insulina"><strong>LINK PARA O DOCUMENTO DA SBD</strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabeticos-em-areas-de-enchentes-o-que-fazer-na-hora-da-tragedia/">Diabéticos em áreas de enchentes: o que fazer na hora da tragédia?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Alimentação é fator-chave para cuidar e prevenir o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 11:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[açúcar]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Karin Honorato]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nutricionista fala sobre medidas e reeducação alimentar para tratar e prevenir a doença. Dados do Ministério da Saúde indicam que hoje há 13,5 milhões de brasileiros portadores de diabetes. Os sintomas do diabetes podem &#8211; e costumam &#8211; demorar para ser notados, e por isso, quanto maior a conscientização sobre a doença, mais fáceis serão &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nutricionista fala sobre medidas e reeducação alimentar para tratar e prevenir a doença.</em><span id="more-5974"></span></p>
<p>Dados do Ministério da Saúde indicam que hoje há 13,5 milhões de brasileiros portadores de diabetes. Os sintomas do diabetes podem &#8211; e costumam &#8211; demorar para ser notados, e por isso, quanto maior a conscientização sobre a doença, mais fáceis serão o diagnóstico, tratamento e prevenção.</p>
<p>Segundo a nutricionista consultora da farmácia online Netfarma, Karin Honorato, a <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentação</a> é um dos fatores-chave para o tratamento &#8211; e em alguns casos, prevenção &#8211; do diabetes.</p>
<p>&#8220;Cuidar da alimentação é fundamental para manter os níveis de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> equilibrados. O diabético deve passar, ainda que involuntariamente, por uma reeducação alimentar&#8221;, ela explica.</p>
<p>A primeira mudança a ser feita na alimentação, de acordo com a especialista, é fracionar as refeições em cinco a seis ao dia, e evitar excessos de gordura, em especial a saturada, presente na carne animal e em alguns alimentos industrializados.</p>
<p>&#8220;É recomendável que doces e açúcares refinados sejam dosados na dieta, pois elevam a absorção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> e a glicemia tende a aumentar até gerar um quadro de hiperglicemia&#8221;.</p>
<p>Também é importante não abusar dos carboidratos, como massas, batata e arroz, uma vez que após a digestão eles se transformam em açúcar.</p>
<p>&#8220;Vale escolher a versão integral e colocar apenas um deles, e completar o prato com proteínas, como uma carne grelhada, por exemplo, grãos e bastante folhas e <a title="Dicas para Cozinhar de Forma Saudável" href="http://www.diabeticool.com/dicas-para-cozinhar-de-forma-saudavel/">vegetais</a>&#8220;, ensina a nutricionista.</p>
<p>O diabético nunca deve se esquecer de consumir as verduras verde-escuras em quantidade caprichada, pois ajudam no controle do açúcar, são ricas em diversos nutrientes antioxidantes e antiinflamatórios.</p>
<p>Vale ainda ter cuidado com o excesso de frutas, pois também liberam açúcar. &#8220;É recomendável sempre que possível consumi-las acompanhadas de fibras como o amaranto, linhaça, chia ou gergelim para ajudar ainda mais neste controle glicêmico&#8221;, ensina Dra. Karin Honorato.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.odebate.com.br/bem-viver/alimentacao-e-fator-chave-para-cuidar-e-prevenir-o-diabetes-02-12-2013.html">ODebate</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/alimentacao-e-fator-chave-para-cuidar-e-prevenir-o-diabetes/">Alimentação é fator-chave para cuidar e prevenir o diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2013 11:51:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Suely Godoy Agostinho Gimeno]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fenômeno estaria associado à proximidade de centros urbanos e ao aumento do número de indígenas que exercem atividade profissional remunerada. São Paulo – Se em 1965 doenças como a malária, as infecções respiratórias e a diarreia eram as principais causas de morte de índios no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, hoje a doença &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/">Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fenômeno estaria associado à proximidade de centros urbanos e ao aumento do número de indígenas que exercem atividade profissional remunerada.</em></p>
<p><span id="more-5466"></span></p>
<p>São Paulo – Se em 1965 doenças como a malária, as infecções respiratórias e a diarreia eram as principais causas de morte de índios no Parque Indígena do Xingu, em Mato Grosso, hoje a doença de maior incidência entre eles é a hipertensão arterial. É o que mostra pesquisa coordenada pelo Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina, da Universidade Federal de São Paulo, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado e do Projeto Xingu.</p>
<p>Atualmente, a malária está sob controle. Embora as doenças infecciosas e parasitárias ainda sejam relevantes em termos de mortalidade, são os males crônicos não transmissíveis, como a hipertensão, a <a title="Diabetes gestacional: saiba o que é e como prevenir" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-gestacional-saiba-o-que-e-e-como-prevenir/">intolerância à glicose</a> e a dislipidemia, que mais cresceram nos últimos anos entre os índios da região.</p>
<p>Para essa pesquisa foram entrevistados e examinados 179 índios khisêdjês, moradores da área central do Parque do Xingu, no período de 2010 a 2011. A análise dos resultados mostrou a prevalência de hipertensão arterial (10,3% do total) em ambos os sexos, sendo que 18,7% das mulheres e 53% dos homens apresentaram níveis de <a title="Ácido úrico favorece doenças cardiovasculares e diabetes" href="http://www.diabeticool.com/acido-urico-favorece-doencas-cardiovasculares-e-diabetes/">pressão arterial</a> preocupantes.</p>
<p>A intolerância à glicose [também conhecida como pré-diabetes] foi identificada em 30,5% das mulheres e em 17% dos homens. A dislipidemia (aumento anormal da taxa de lipídios no sangue) apareceu em 84,4% dos participantes dos dois sexos.</p>
<p>Em entrevista à Agência Brasil, a pesquisadora Suely Godoy Agostinho Gimeno, coordenadora do estudo Perfil Nutricional e Metabólico dos Indígenas Khisêdjê, disse que algumas alterações estão sendo constatadas, principalmente nos últimos 15 anos. Na pesquisa anterior, divulgada pelo grupo no começo de 2000 e feita com os mesmos índios, a doença mais relevante era a dislipidemia. “Era impressionante a proporção [de dislipidemia]. Muito maior que nos estudos que se faz com população não indígena”, disse ela.</p>
<p>Naquela ocasião, informou a pesquisadora, a incidência de hipertensão ainda era baixa ou rara nessa população. Mas agora a hipertensão e a intolerância à glicose cresceram entre os índios, embora a incidência ainda seja menor quando comparada ao restante da população brasileira.</p>
<p>De acordo com Suely, entre os fatores que explicam essa transformação está a maior proximidade com os centros urbanos e a intensificação do contato com a sociedade não indígena; o aumento do número de indígenas que exercem atividade profissional remunerada e que assim, segundo ela, “deixam de pescar e de caçar e, com isso, reduzem suas atividades físicas”; e o maior acesso a produtos e bens de consumo, como alimentos industrializados, eletroeletrônicos e motor de barcos.</p>
<p>O quadro atual tem preocupado os pesquisadores, uma vez que o controle dessas doenças requer condições que nem sempre estão disponíveis nas aldeias. “Isso tem causado várias preocupações e por muitas razões. Primeiro, porque muitas dessas doenças requerem condições que nas aldeias são difíceis de serem alcançadas. Um exemplo é um indígena diabético que necessita de <a title="Novo Nordisk investe até US$3,7 bi em remédio para diabetes" href="http://www.diabeticool.com/novo-nordisk-investe-ate-us37-bi-em-remedio-para-diabetes/">insulina</a>. A insulina precisa ser guardada em geladeira. E na aldeia, em geral, não se dispõe de energia elétrica. A necessidade de refrigeração, nesse caso, é o tempo todo”, observou.</p>
<p>Outro problema, destacou Suely, é que é preciso o controle de horário para tomar os medicamentos e para o controle regular da glicemia e da pressão arterial, que nem sempre estão disponíveis nas aldeias. “Além disso, são situações novas para eles. O aprendizado para controlar e manipular não são simples. A forma como eles percebem a doença é diferente de nós, não indígenas. É um trabalho de longo prazo”, acrescentou.</p>
<p>Outro resultado que chamou a atenção dos pesquisadores é que muitos dos índios estão com excesso de peso (sobrepeso ou obesidade), o que ocorre em 36% do total de mulheres e 56,8% dos homens. “Atribuímos isso [o excesso de peso] não à obesidade propriamente dita, mas ao fato de que os indicadores que utilizamos para avaliar o excesso de peso não são adequados, uma vez que eles têm uma quantidade de músculos muito maior que os não indígenas”, disse a pesquisadora.</p>
<p>Para evitar situações como essa, segundo Suely, o fundamental seria estimular a manutenção do modo de vida dos indígenas. “Para isso, eles dependem da terra, do rio, do seu território. Manter as terras indígenas e garantir o território é fundamental”, disse ela.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.redebrasilatual.com.br/saude/2013/10/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu-601.html">Rede Brasil Atual</span></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/">Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Novo &#8220;campeão&#8221; no ranking mundial de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2013 19:34:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, um país passou os EUA e está no topo do ranking dos países com maior incidência de diabetes. Descubra qual é! Montar rankings sobre indicadores de saúde é uma maneira interessante de comparar a qualidade de vida de diversas populações ao redor do mundo. No caso do diabetes, todos os anos pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, um país passou os EUA e está no topo do ranking dos países com maior incidência de diabetes. Descubra qual é!</em> <span id="more-5212"></span></p>
 Má alimentação: o fator número 1 para o aumento nos casos de diabetes.
<p>Montar rankings sobre indicadores de saúde é uma maneira interessante de comparar a qualidade de vida de diversas populações ao redor do mundo. No caso do diabetes, todos os anos pelo menos dois rankings são atualizados: um deles mostra o número total de habitantes que estão com diabetes em um determinado país, enquanto que o outro ranking indica a <strong>porcentagem</strong> da população que está com a doença.</p>
<p>Em termos absolutos, há anos a <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-china/"><strong>China</strong></a> é a campeã mundial em número total de diabéticos &#8211; o que é bastante compreensível, tendo-se em vista que é o país mais populoso do planeta. Dados da Federação Internacional de Diabetes de 2012 indicam que, na China, mais de 92 milhões de pessoas estão com a doença. Para se ter uma idéia, neste mesmo ranking do ano passado, o Brasil ocupa a quarta colocação, com cerca de 13,5 milhões de diabéticos.</p>
<p><strong>+ VEJA MAIS NÚMEROS SOBRE O DIABETES <a href="http://www.diabeticool.com/numeros-do-diabetes/">NA NOSSA PÁGINA ESPECIAL</a>!</strong></p>
<p>Quando falamos em termos relativos, porém, nenhum país jamais &#8216;venceu&#8217; os EUA. A taxa de incidência de diabetes por lá é de 11,3% &#8211; ou seja, 11,3% da população é diabética. No Brasil, este número está próximo dos 7%. Um novo levantamento, todavia, mostra que os norte-americanos foram ultrapassados em termos de incidência da doença pelo gigante chinês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A SITUAÇÃO CATASTRÓFICA DA CHINA</strong></p>
<p>Um imenso estudo sobre o impacto do diabetes realizado na China e divulgado na semana passada resultou um números impressionantes.</p>
<p>De acordo com o trabalho, hoje o número de diabéticos no país asiático já ultrapassa os <strong>114 milhões de pessoas</strong>. É como se mais da metade da população brasileira tivesse a doença.</p>
<p>Além disso, a incidência da condição chegou aos 11,6%, ultrapassando a marca dos norte-americanos.</p>
<p>As estatísticas mais alarmantes mostram que 1 de cada 3 diabéticos no mundo é chinês. Além disso, o estudo descobriu que <strong>metade da população chinesa</strong> tem níveis de glicose no sangue altos o suficiente para serem diagnosticados com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/">pré-diabetes</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>UMA GRANDE DIFERENÇA DE PESO</strong></p>
 Praticar exercícios é uma ótima maneira de prevenir a doença.
<p>Um dado que espantou os pesquisadores foi descobrir que o diabetes tem aparecido em chineses com índice de massa corporal considerado &#8216;normal&#8217; nas sociedades ocidentais.</p>
<p>O diabetes, como se sabe, é intimamente relacionado ao sobrepeso e à <a title="Os custos da obesidade e do diabetes no Brasil" href="http://www.diabeticool.com/os-custos-da-obesidade-e-do-diabetes-no-brasil/">obesidade</a>. Por isso, não é de se espantar que o índice de massa corporal médio de um diabético norte-americano, por exemplo, seja 28.7, número considerado como &#8220;sobrepeso&#8221;. No caso chinês, porém, o IMC médio dos diabéticos é de 23.7, número considerado como &#8220;saudável&#8221; ao se seguir a tabela tradicional.</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-controla-diabetes-em-paciente-com-sobrepeso/">CLIQUE AQUI</a> PARA CALCULAR SEU IMC!</strong></p>
<p>Ainda não há explicações para todas as novidades coletadas. Os realizadores do estudo, porém, acreditam que<strong> a grande explicação</strong> para uma prevalência tão grande do diabetes na China é a <strong>má alimentação da população</strong>.</p>
<p>&#8220;Má nutrição no útero e durante os primeiros anos, combinada como uma super-nutrição mais tarde ao longo da vida, podem ter contribuído para a aceleração da epidemia de diabetes na China&#8221;, disseram os cientistas.</p>
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		<title>Quanto custa ser diabético?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2013 18:22:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[American Journal of Preventive Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[amputações]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Robert Ratner]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela quanto um diabético tipo 2 gasta ao longo da vida no tratamento da doença. Está preparado para descobrir o tamanho da fortuna? Um estudo publicado no respeitado American Journal of Preventive Medicine (AJPM) analisou os custos econômicos que o diabetes tipo 2 carrega consigo. Os resultados são de arregalar os olhos e fazer &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela quanto um diabético tipo 2 gasta ao longo da vida no tratamento da doença. Está preparado para descobrir o tamanho da fortuna?</em></p>
<p><span id="more-5095"></span></p>
<p>Um estudo publicado no respeitado <em>American Journal of Preventive Medicine</em> (AJPM) analisou os custos econômicos que o diabetes tipo 2 carrega consigo. Os resultados são de arregalar os olhos e fazer doer o bolso.</p>
<p>De acordo com os pesquisadores, se um homem for diagnosticado com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> quando tiver entre 25 e 44 anos de idade, <strong>terá de investir cerca de 290 mil reais ao longo da vida</strong> no controle da doença. Se for uma mulher, os custos são um pouco maiores, ultrapassando a marca de <strong>300 mil reais</strong>.</p>
<p>Isto significa que, se este diabético viver mais trinta anos, desembolsará no mínimo R$800 por mês com seu diabetes.</p>
<p>Vale considerar que estes valores foram calculados tendo como base a expectativa de vida média da população dos EUA &#8211; que é bem similar àquela dos estados mais desenvolvidos do Brasil &#8211; e consideram os custos relacionados ao <strong>bom controle</strong> do diabetes tipo 2, incluindo visitas ao médico, medicação e equipamentos de medição de glicemia, além de levarem em conta os custos de possíveis complicações do diabetes, como <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neuropatias</a>, problemas oculares, <a href="http://www.diabeticool.com/vereador-propoe-assistencia-a-vitimas-de-amputacao-por-diabetes/">amputações</a> e doenças cardiovasculares.</p>
<p>A inclusão, nos valores acima, dos custos com o tratamento de complicações do diabetes não foi à toa. Segundo os pesquisadores, <strong>mais da metade (53%) dos gastos de um diabético é em decorrência justamente das complicações</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS COMPLICAÇÕES DO DIABETES E SEU BOLSO</strong></p>
<p>A pesquisa publicada indica que a incidência de complicações causadas pelo diabetes tipo 2 tem diminuído nos últimos anos. Todavia, o número de novos diabéticos sobe no mundo todo, portanto os gastos totais com as complicações não param de crescer.</p>
<p>&#8220;Nos últimos 12 anos, houve uma redução de 50% na necessidade de amputações e uma queda de 35% em doenças renais que necessitam de diálise ou transplante&#8221;, disse Robert Ratner, executivo da Associação Americana de Diabetes, comentando o artigo. &#8220;Quando você olha para os custos anuais [do tratamento do diabetes], porém, você vê claramente que a taxa de crescimento é insustentável&#8221;.</p>
<p>A conclusão do trabalho é inequívoca: <strong>vale muito mais a pena investir tempo e dinheiro na prevenção do diabetes</strong> &#8211; atividade que inclui educação alimentar e incentivo à prática de atividades físicas &#8211; do que remediar a (cara) situação.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na mais recente edição do AJPM e foi feita por cientistas do <a title="Expectativa de vida de jovens com diabetes é 80% maior do que há 40 anos" href="http://www.diabeticool.com/expectativa-de-vida-de-jovens-com-diabetes-e-80-maior-do-que-ha-40-anos/">Centers for Disease Control </a>e do Research Triangle International, ambas instituições norte-americanas.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quanto-custa-ser-diabetico/">Quanto custa ser diabético?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Conheça o novo Já Mediu? !</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 22:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Já Mediu?]]></category>
		<category><![CDATA[rede social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A primeira rede social para diabéticos do Brasil em breve ganhará cara nova. Fique por dentro das novidades! A rede social &#8220;Já Mediu?&#8221;, exclusiva para quem lida com diabetes diariamente, está entrando em uma nova fase. O site terá um novo layout e mais recursos, focados na interação entre os usuários e, como sempre, na &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A primeira rede social para diabéticos do Brasil em breve ganhará cara nova. Fique por dentro das novidades!</em></p>
<p><span id="more-4685"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4686" alt="novo ja mediu diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/novo-ja-mediu-diabetes.jpg" width="599" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/novo-ja-mediu-diabetes.jpg 599w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/novo-ja-mediu-diabetes-415x116.jpg 415w" sizes="(max-width: 599px) 100vw, 599px" /></p>
<p>A rede social &#8220;Já Mediu?&#8221;, exclusiva para quem lida com diabetes diariamente, está entrando em uma nova fase. O site terá um novo layout e mais recursos, focados na interação entre os usuários e, como sempre, na troca de informações e experiências entre os membros.</p>
<p>O Novo &#8220;Já Mediu?&#8221; já está em testes e você está convidado para testar o novo site e dar sua opinião.</p>
<p>Basta clicar aqui para aceitar o convite: <strong><span class="removed_link" title="http://jamediu.ning.com/?xgi=0Z755SZTiaMrpY">http://jamediu.ning.com/?xgi=0Z755SZTiaMrpY</span></strong></p>
<p>Entre os novos recursos do site podemos citar:</p>
<ul style="list-style-type: disc;">
<li>Chat em tempo real (estilo bate-papo do Facebook)</li>
<li>Calendário de eventos</li>
<li>Álbum de fotos e galeria de videos!</li>
</ul>
<p>Vale a pena conferir.</p>
<p>O Novo &#8220;Já Mediu?&#8221; funcionará temporariamente neste novo endereço (<span class="removed_link" title="http://jamediu.ning.com">http://jamediu.ning.com</span>) e somente serão aceitos cadastros mediante convite. Ou seja, você poderá convidar novos membros! Convide seus amigos e conhecidos e ajude a tornar a rede social &#8220;Já Mediu?&#8221; ainda melhor.</p>
<p>Por enquanto o antigo site ainda vai funcionar normalmente no endereço <span class="removed_link" title="www.jamediu.com.br">www.jamediu.com.br,</span> mas em breve o Novo &#8220;Já Mediu?&#8221; passará para este endereço.</p>
<p>Visite <span class="removed_link" title="http://jamediu.ning.com/?xgi=0Z755SZTiaMrpY">http://jamediu.ning.com/?xgi=0Z755SZTiaMrpY</span> e faça seu cadastro! Convide amigos e conhecidos que lidam com diabetes!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/conheca-o-novo-ja-mediu/">Conheça o novo Já Mediu? !</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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