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	<title>Barbara Young | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Cientistas defendem o fim do termo “pré-diabetes”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2014 20:24:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
		<category><![CDATA[British Journal of Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[John Yudikin]]></category>
		<category><![CDATA[pré-diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[pré-diabético]]></category>
		<category><![CDATA[termo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Pré-diabetes é uma categoria artificial com relevância clínica praticamente zero”, afirmam renomados cientistas em texto polêmico. Você conhece alguém que se intitula “pré-diabético”? Este termo é muito conhecido atualmente e é amplamente difundido. Talvez o seu próprio médico já tenha dito que você estava com pré-diabetes antes do diabetes tipo 2 se desenvolver de vez. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>“Pré-diabetes é uma categoria artificial com relevância clínica praticamente zero”, afirmam renomados cientistas em texto polêmico.</em><span id="more-7733"></span></p>
<p>Você conhece alguém que se intitula “<a title="Ficar de jejum pode ser novo tratamento para pré-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/ficar-de-jejum-pode-ser-novo-tratamento-para-pre-diabetes/"><strong>pré-diabético</strong></a>”? Este termo é muito conhecido atualmente e é amplamente difundido. Talvez o seu próprio médico já tenha dito que você estava com pré-diabetes antes do diabetes tipo 2 se desenvolver de vez.</p>
<div style="background-color: #f9b94b; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #800000;">Segundo a Organização Mundial de Saúde, ter a <strong>glicemia de jejum</strong> entre 110 – 125 mg/dL indica pré-diabetes.</span></p>
<p><span style="color: #800000;">A Associação Americana de Diabetes coloca estes valores em 100 – 125.</span></p>
<p><span style="color: #800000;">Fora a glicemia elevada um pouco acima do normal, o pré-diabetes não costuma resultar em nenhum sintoma no corpo.</span></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para algumas pessoas, saber que a glicemia está acima da faixa normal, mas ainda abaixo dos valores considerados diabéticos (ou seja, caracterizando o pré-diabetes) é um sinal de alerta importante. É o primeiro passo para a conscientização de que ela precisa se alimentar melhor, se exercitar mais e controlar com cuidado as quantidades de açúcares ingeridos.</p>
<p>Mas nem todo mundo pensa assim. Em um polêmico artigo publicado no respeitadíssimo periódico científico<a title="Todas as vantagens do exercício físico na gravidez" href="http://www.diabeticool.com/todas-as-vantagens-do-exercicio-fisico-na-gravidez/"> <em>British Journal of Medicine</em></a>, dois famosos pesquisadores argumentam que o termo “pré-diabetes” é, de certa forma, absurdo, e que <strong>diagnosticar alguém como “pré-diabético” é algo que todo médico deveria deixar de fazer</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>“PRÉ-DIABÉTICO” – UM TERMO QUE DEVE SER ABOLIDO?</strong></p>
<p>A dupla de cientistas começa o artigo citando uma frase cômica do escritor Aldous Huxley: “A ciência médica atingiu um nível de progresso tão elevado que quase não há mais humanos saudáveis”. A idéia dos pesquisadores é que “pré-diabetes” é um termo tão abrangente que, se levado ao pé da letra, abarcaria a maior parte da população mundial. Talvez o conhecimento médico devesse ser utilizado na <strong>prevenção efetiva de doenças</strong> ao invés de taxar quase todo mundo de “doentes”, como sugere a frase acima, argumentam os autores.</p>
<p>Os pesquisadores afirmam que diversas pesquisas mostram que, de cada 100 pessoas diagnosticadas com pré-diabetes, menos de 50 desenvolverão, de fato, o diabetes tipo 2. Além disso, ainda não há evidência fortes o suficiente demonstrando que começar a tratar o pré-diabetes com medicação ajuda, de fato, a diminuir as chances do diabetes tipo 2 surgir.</p>
 Exercitar-se sempre foi visto como uma das maneiras mais eficientes de curar o pré-diabetes &#8211; e continua sendo!
<p>Neste cenário, tratar um pré-diabético com medicamentos seria uma ação perigosa (devido aos efeitos colaterais dos remédios), dispendiosa aos sistemas de saúde e que não traria grandes benefícios. Mais do que isto: já que a taxa de conversão do pré-diabetes para diabetes tipo 2 não é muito alta, não vale a pena gastar dinheiro tentando curá-lo, muito menos “estigmatizar” a pessoa com o termo, argumentam os cientistas.</p>
<p>“Nós precisamos parar de ver [o pré-diabetes] como um problema clínico de soluções farmacêuticas e focar em melhorar a saúde pública. A população como um todo seria beneficiada se se alimentasse de maneira mais saudável e praticasse mais exercícios, então não faz sentido apontar o dedo para tantas pessoas e dizer que elas estão doentes”, afirmou em entrevista John Yudikin, professor emérito de Medicina no University College London e um dos autores do artigo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE, ENTÃO, EXISTE O TERMO ‘PRÉ-DIABETES’?</strong></p>
<p>Considerar alguém como “pré-diabético” é uma “invenção” recente e que, mais do que qualquer coisa, serve para ajudar a <strong>conscientizar o paciente</strong> de que medidas drásticas devem ser tomadas a fim de melhorar a saúde.</p>
<p>“Ser identificado como tendo pré-diabetes (&#8230;) dá a oportunidade às pessoas que correm altos <a title="Um gene que aumenta em 10 vezes as chances de diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/um-gene-que-aumenta-em-10-vezes-as-chances-de-diabetes/">riscos de desenvolver diabetes tipo 2</a> – uma condição que dura toda a vida e que é associada a complicações extremamente sérias como cegueira e derrames &#8211; de saírem desta situação”, explicou Barbara Young, presidente da ONG Diabetes UK, em entrevista ao Yahoo.</p>
<div style="background-color: #d9e2ff; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><strong>OPINIÃO</strong></p>
<p>Nós do <strong>Diabeticool</strong> entendemos as preocupações dos dois cientistas e concordamos que existem poucas razões científicas para medicar quem está com pré-diabetes. Porém, concordamos mais com a Barbara Young. “Pré-diabético” é uma maneira ótima de dizer às pessoas que está na hora de elas se preocuparem mais com a própria saúde. É enorme o número de pacientes que evitaram por completo o diabetes tipo 2 após terem sido diagnosticados com pré-diabetes e mudado para melhor a maneira como se alimentam. <strong>Conscientização é sempre a melhor prevenção</strong> – e, neste caso, abolir o termo “pré-diabetes” pode ser uma péssima idéia.</p>
</div>
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		<title>10 coisas essenciais para crianças com diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/10-coisas-essenciais-para-criancas-com-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 22:46:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[apoio emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
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		<category><![CDATA[jovem]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[orientação]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas em saúde dizem quais são as 10 práticas mais importantes para cuidar bem dos pequenos diabéticos! A ONG britânica Diabetes UK é uma das organizações em prol dos diabéticos mais atuantes do mundo. Seus relatórios são usados há décadas como referência na adoção de políticas pública no Reino Unido. Preocupados com dados recentes acerca &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialistas em saúde dizem quais são as 10 práticas mais importantes para cuidar bem dos pequenos diabéticos!</em></p>
<p><span id="more-3940"></span></p>
<p>A ONG britânica <a title="O menininho que não podia ir à escola" href="http://www.diabeticool.com/o-menininho-que-nao-podia-ir-a-escola/"><strong>Diabetes UK</strong></a> é uma das organizações em prol dos diabéticos mais atuantes do mundo. Seus relatórios são usados há décadas como referência na adoção de políticas pública no Reino Unido. Preocupados com dados recentes acerca da saúde dos jovens ingleses com <a title="Os cachorrinhos curados" href="http://www.diabeticool.com/os-cachorrinhos-curados/">diabetes tipo 1</a>, a ONG lançou um guia com dez orientações essenciais para que os pequenos tenham uma vida saudável e longa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS NÚMEROS QUE GERARAM O GUIA</strong></p>
<p>O que levou a organização a criar o pequeno guia foram os resultados de diversos estudos publicados nos últimos meses sobre a saúde da população da Inglaterra. Alguns números relacionados ao diabetes assustam. Por exemplo, descobriu-se que, devido à falta de tratamento adequado, jovens adultos com diabetes tipo 1 têm de <strong>quatro a nove vezes mais chances</strong> de falecer do que jovens não-diabéticos (caso forem homens ou mulheres, respectivamente).</p>
<p>Além disso, <strong>85%</strong> das crianças com diabetes tipo 1 mantém um péssimo controle sobre a quantidade de açúcar ingerido e a <a title="Estudo conclui: dieta rica em cacau pode ajudar a controlar o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/estudo-conclui-dieta-rica-em-cacau-pode-ajudar-a-controlar-o-diabetes/">glicemia</a>, deixando-as com maiores chances de desenvolver complicações sérias no futuro.</p>
<p>Outro dado estarrecedor: somente 15% das crianças do país possuem a taxa de <a title="1% menos HbA1c, 50% a mais de vida" href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">hemoglobina glicada</a> (HbA1C) menor que 7,5% &#8211; em demais países europeus, como a Alemanha, este número chega a mais de 30% dos infantes.</p>
<p>Em vista destes dados, os quais pré-definem um futuro inquietante para os jovens ingleses e para a saúde do país, a ONG lançou um guia com orientações para pais, jovens e profissionais da saúde tratarem o diabetes da melhor maneira possível. O texto completo <a href="http://www.diabetes.org.uk/Get_involved/Campaigning/Type-1-essentials/">pode ser lido aqui</a> (em inglês).</p>
<p>O <strong>Diabeticool</strong> traduziu e resumiu as principais orientações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>10 COISAS ESSENCIAIS PARA CRIANÇAS COM DIABETES:</strong></p>
<ol>
<li>Receber tratamento através de uma equipe de especialistas &#8211; incluindo um consultor, uma enfermeira e um nutricionista com experiência em diabetes infantil.</li>
<li>Passar por checagens de saúde regulares, como exames de sangue, dos pés e de pressão.</li>
<li>Adotar o tratamento correto, dentre os vários possíveis para diabéticos, de acordo com suas peculiaridades.</li>
<li>Ter ajuda para aprender a se cuidar sozinha, através do acesso constante a informações de boa qualidade e orientação especializada.</li>
<li>Obter auxílio emocional, uma vez que cuidar do diabetes pode trazer angústia e preocupações aos pequenos.</li>
<li>Receber tratamento hospitalar correto.</li>
<li>Passar por uma transição tranqüila aos serviços de saúde para adultos diabéticos.</li>
<li>Ter voz em seu tratamento, trabalhando junto à equipe médica e aos pais a fim de melhorar sua saúde.</li>
<li>Possuir suporte na escola: os professores devem saber da condição da criança e deve-se decidir com antecedência quem cuidará dela em momentos de necessidade.</li>
<li>Ter oportunidades iguais: isto é, uma criança que está com diabetes deve ter as mesmas oportunidades (de educação, esportes, cultura etc) que uma que não tem a condição.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OPINIÃO</strong></p>
<p>A executiva-chefe da ONG Diabetes UK, Barbara Young, comentou o projeto:</p>
<p>&#8220;Nosso guia de coisas essenciais para o diabetes tipo 1 em crianças e jovens define os cuidados que toda criança com diabetes tipo 1 deveria receber, (apesar de que) muitas não recebem estes tratamentos.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ao publicar nosso guia, que mostra como é um bom atendimento, nós esperamos que o serviço de saúde garanta que toda criança com diabetes tipo 1 receba os cuidados que merece e nós queremos que os pais e profissionais de saúde entendam o que é um bom atendimento, parar que possam fazer o seu papel a fim de garantir que ele seja posto em prática.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nossas crianças com diabetes tipo 1 têm sido negligenciadas por tratamentos de saúde ruins por muito tempo. Ao garantir que toda criança receba as 10 diretrizes [da lista], nós poderemos dar a elas a melhor chance possível a uma vida longa e saudável&#8221;.</p>
<p><strong>Seria um sonho se todas as crianças, de qualquer lugar do mundo, pudessem receber todo este carinho e atenção</strong>. Certamente os números do início deste texto tornar-se-iam bem mais positivos. Porém, a própria Diabetes UK reconhece que, mesmo no Reino Unido, será um grande desafio implantar todas estas medidas &#8211; imagine então no Brasil, que possui um sistema público de saúde incomparável ao inglês! Todavia, começar a planejar e divulgar estas idéias é o primeiro passo para que um futuro melhor para nossas crianças se torne, eventualmente, uma feliz realidade.</p>
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		<title>Como evitar a pior conseqüência do pé diabético</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Mar 2013 18:32:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[pé]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preocupados com número de amputações em diabéticos, entidades de saúde lançam estudo com soluções para o grave problema. Diversas entidades de saúde inglesas, incluindo a ONG Diabetes UK, a Sociedade de Podologia e o Ministério da Saúde local, lançaram um abrangente estudo sobre o pé diabético. A principal conclusão do trabalho é que um número &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Preocupados com número de amputações em diabéticos, entidades de saúde lançam estudo com soluções para o grave problema.</em></p>
<p><span id="more-3717"></span></p>
<p>Diversas entidades de saúde inglesas, incluindo a ONG Diabetes UK, a Sociedade de Podologia e o Ministério da Saúde local, lançaram um abrangente estudo sobre o <strong>pé diabético</strong>. A principal conclusão do trabalho é que um número enorme de <strong>amputações</strong> poderia ser evitado caso houvesse atendimento mais rápido para os pacientes com diabetes.</p>
<p>Só no Reino Unido, mais de 6.000 amputações dos membros inferiores são realizadas a cada ano decorrentes de complicações do diabetes. A taxa é vinte vezes maior do que a da população em geral. De acordo com o trabalho, 4.800 destas cirurgias poderiam ser evitadas através de medidas bem simples de saúde.</p>
<p><strong>Se estes números parecem altos, espere até ler os brasileiros</strong>. Aqui no país, ocorrem anualmente mais de 55 mil amputações decorrentes do diabetes. O estado &#8220;campeão&#8221; no número destas cirurgias é o Alagoas, com a triste cifra de 42 mil cirurgias do tipo em 2010.</p>
<p><strong>+ Para saber mais: &#8220;<a href="http://manutencao.diabeticool.com/archives/2756">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a>&#8220;</strong></p>
<p><strong>+ Leia também sobre uma maneira interessante de curar o pé diabético: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">Tratando o pé diabético com luz</a>&#8220;</strong></p>
<p>As recomendações dos especialistas para um melhor tratamento do pé diabético incluem que cada hospital do país possua uma equipe multidisciplinar de plantão para o tratamento imediato e urgente dos membros de pacientes.</p>
<p>Além disso, orienta-se que médicos identifiquem pessoas com alto risco de desenvolver problemas nos pés e infecções, mantendo-as sob constante observação e, também, educando-as sobre como identificar sinais de perigo e o que fazer nestas situações.</p>
<p>&#8220;Se todo hospital tivesse uma equipe multidisciplinar para cuidados com os pés e garantisse o acesso a esta equipe dentro de 24 horas, isto faria uma enorme diferença nas taxas de amputação&#8221;, garantiu Barbara Young, da Diabetes UK. Segundo Young, estas medidas, aliadas às demais apresentadas no relatório, ajudariam o sistema público de saúde britânico a economizar dinheiro&#8230;e membros.</p>
<p><strong> </strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">Como evitar a pior conseqüência do pé diabético</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 18:40:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Young]]></category>
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		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes UK]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[ONG]]></category>
		<category><![CDATA[parada cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[vaso sangüíneo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que o colesterol alto, um dos grandes inimigos dos diabéticos, é facilmente diagnosticado, mas raramente tratado com empenho. Por que será? Pessoas que têm diabetes tipo 1 e tipo 2 são mais propensas a sofrerem de doenças nos vasos sangüíneos, que podem resultar em quadros como paradas cardíacas e derrames, em especial se &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que o colesterol alto, um dos grandes inimigos dos diabéticos, é facilmente diagnosticado, mas raramente tratado com empenho. Por que será?</em></p>
<p><span id="more-1510"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/checkup-medico-diabetes-colesterol.jpg"></span> Informe-se sobre seus níveis de colesterol durante os checkups médicos.
<p>Pessoas que têm diabetes tipo 1 e tipo 2 são mais propensas a sofrerem de doenças nos <a title="Os efeitos sexuais do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-efeitos-sexuais-do-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">vasos sangüíneos</a>, que podem resultar em quadros como <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/" target="_blank" rel="noopener">paradas cardíacas</a> e <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/" target="_blank" rel="noopener">derrames</a>, em especial se elas tiverem <a title="Olhando de perto o óleo de peixe" href="http://www.diabeticool.com/olhando-de-perto-o-oleo-de-peixe/" target="_blank" rel="noopener">colesterol alto</a>. Pode soar feio este tipo de informação, mas a boa notícia é que estes quadros são facilmente tratáveis. Ainda assim, é <em>fundamental</em> que diabéticos acompanhem com atenção e periodicamente seus níveis de colesterol. Na Europa, este acompanhamento é feito regularmente. Porém, de maneira misteriosa, mesmo sabendo que estão com colesterol alto, os europeus não têm cuidado adequadamente do problema.</p>
<p>Foi o que descobriu a mais recente análise de dados de diabéticos em toda a Inglaterra, que abrange informações de quase 2 milhões de pessoas. Descobriu-se que nove de cada dez diabéticos checam seus níveis de colesterol pelo menos uma vez ao ano, uma proporção muito maior do que a população em geral &#8211; o que mostra que, ao menos, eles estão bem acessorados pelos médicos sobre os perigos caridovasculares extras que o diabetes acarreta. Dos pacientes que medem o colesterol, 60% apresentam níveis acima do recomendado. Porém, o número de diabéticos que buscam reverter as altas taxas de colesterol fica muito aquém do esperado.</p>
<p>&#8220;Não é claro por que o alto número de pessoas checando anualmente suas taxas de colesterol não se traduz em controle melhor do colesterol, mas este é uma questão que está colocando em risco as saúdes de centenas de milhares de pessoas&#8221;, garante Barbara Young, do ONG inglesa <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">Diabetes UK</a>. Ela complementa: &#8220;Muitas vezes é apropriado receitar medicações como estatinas [contra o colesterol alto], mas isso de nada adianta sem explicar [ao paciente] a importância de tomar regularmente os remédios e as conseqüências potencialmente desastrosas de se não fazer isso&#8221;.</p>
<p><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.bbc.co.uk/news/health-19517219" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conforme diz o subtítulo desta matéria, o colesterol alto &#8211; e suas conseqüências &#8211;  é um dos maiores vilões dos diabéticos. Doenças cardiovasculares são responsáveis, por exemplo, por 44% dos falecimentos de diabéticos tipo 1 e de 52% dos tipo 2. Por isso, não é preciso dizer que lutar contra fatores que promovem estas doenças, como é o caso do colesterol alto, é importantíssimo. </strong></p>
<p><strong>Maneiras existem várias de se diminuir as taxas de colesterol. Pode-se adotar uma dieta com menos gorduras, praticar exercícios diariamente, perder peso, parar de fumar e diminuir a quantidade de álcool ingerida. Ou então utilizar medicamentos como as estatinas. Com tantas opções em mãos, o único motivo que diabéticos teriam de deixar de tratar seu colesterol é falta de informação. Este é um dos motivos pelos quais o <span style="color: #3366ff;">Diabeticool</span> existe!</strong></p>
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