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	<title>Tresiba | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:04 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Tresiba no SUS? Aberta consulta pública sobre a insulina de ultra longa duração</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/tresiba-no-sus-aberta-consulta-publica-sobre-a-insulina-de-ultra-longa-duracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2017 17:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Consulta Pública]]></category>
		<category><![CDATA[degludeca]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Distrito Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Tresiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já imaginou tratar o diabetes com a insulina Tresiba, de ultra longa duração? Pessoas com diabetes do DF têm chance de participar de Consulta Pública. &#160; A insulina degludeca (esse é o nome ‘médico’; seu nome comercial, encontrado nas farmácias, é Tresiba) chegou ao Brasil em 2014, com grande repercussão. Trata-se de uma insulina de ação &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/tresiba-no-sus-aberta-consulta-publica-sobre-a-insulina-de-ultra-longa-duracao/">Tresiba no SUS? Aberta consulta pública sobre a insulina de ultra longa duração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já imaginou tratar o diabetes com a insulina Tresiba, de ultra longa duração? Pessoas com diabetes do DF têm chance de participar de Consulta Pública.</em><br />
<span id="more-9549"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9561" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/01/insulina-degludeca-tresiba-diabetes-tipo-1.jpg" alt="insulina-degludeca-tresiba-diabetes-tipo-1" width="850" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/01/insulina-degludeca-tresiba-diabetes-tipo-1.jpg 850w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/01/insulina-degludeca-tresiba-diabetes-tipo-1-768x497.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/01/insulina-degludeca-tresiba-diabetes-tipo-1-371x240.jpg 371w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span><strong> insulina degludeca</strong> (<em>esse é o nome ‘médico’; seu nome comercial, encontrado nas farmácias, é <strong>Tresiba</strong></em>) chegou ao Brasil em 2014, com grande repercussão. Trata-se de uma <strong>insulina de ação ‘ultra-longa’</strong>: uma vez aplicada, fornece os níveis basais de insulina por um período de até <span style="color: #ff6600;"><strong>42 horas</strong></span>, garantindo maior conforto e comodidade (especialmente para quem está com diabetes tipo 1 e precisa injetar insulina várias vezes ao dia).</p>
[pullquote]<em><strong><a href="http://www.diabeticool.com/chega-ao-brasil-insulina-aplicada-apenas-1-vez-ao-dia/">Veja como foi o lançamento da Tresiba no Brasil, com participação da cantora Paula Toller, ex-Kid Abelha (e que convive com o diabetes tipo 1!)</a> <img loading="lazy" class="alignnone size-full wp-image-9556" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/01/Paula-Toller-Diabetes-tipo-1-Tresiba-destaque-pequeno.jpg" alt="paula-toller-diabetes-tipo-1-tresiba-destaque-pequeno" width="237" height="142" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/01/Paula-Toller-Diabetes-tipo-1-Tresiba-destaque-pequeno.jpg 237w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/01/Paula-Toller-Diabetes-tipo-1-Tresiba-destaque-pequeno-235x142.jpg 235w" sizes="(max-width: 237px) 100vw, 237px" /></strong></em>[/pullquote]
<p>Apesar da pessoa com diabetes tipo 1 ainda necessitar da aplicação de insulina de ação rápida na hora da alimentação, com o uso das insulinas de ação prolongada ela terá maior segurança quanto ao equilíbrio dos níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>A degludeca possui perfil de ativação longo, isto é, a insulina é liberada continuamente no organismo, ao longo das 42 horas. Isso significa que os períodos entre as aplicações são muito mais flexíveis. Além disso, diversos estudos científicos mostraram que há redução considerável nos episódios de hipoglicemia – em especial a temida <a href="http://www.diabeticool.com/hipoglicemia-noturna-voce-avisa-seu-medico-quando-ela-acontece/"><strong>hipoglicemia noturna</strong></a> – entre usuário da Tresiba.</p>
<p>Já pensou ter esse moderno tratamento para o diabetes gratuitamente, por meio do Sistema Único de Saúde?</p>
[button link=&#8221;mailto:consultapublicaprotocolodf@gmail.com&#8221; size=&#8221;small&#8221; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;#077cc5&#8243;]CLIQUE AQUI PARA ENVIAR SEU E-MAIL PARA A SECRETARIA DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL![/button]
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>CONSULTA PÚBLICA ESTUDA INCLUSÃO DA DEGLUDECA NO SUS</strong></span></h2>
<p>A Secretaria de Saúde do Distrito Federal está em processo de análise da proposta de inclusão da insulina de ultra-longa duração no Sistema Único de Saúde. Isso significa que seus representantes analisarão o mérito da questão e poderão sugerir que, de fato, usuários do SUS possam ser tratados com a degludeca sem pagar nada.</p>
[pullquote]Um estudo publicado em 2009 na revista científica <em>Acta Diabetologica</em> mostra que, no Brasil, 90% das pessoas com diabetes tipo 1 (que dependem do uso de insulina) têm um controle inadequado da glicemia.[/pullquote]
<p><strong>A sociedade civil também pode –e deve! – participar desta consulta</strong>. Até o dia 07 deste mês (sábado), a secretaria receberá e-mails do público com relatos sobre a importância da incorporação de degludeca no SUS. Podem participar pessoas com diabetes, familiares, profissionais da saúde e cuidadores. O essencial é, na mensagem, argumentar sobre a importância de poder contar com uma insulina de ação ultra-longa para manter a glicemia sob controle e evitar, assim, as diversas consequências perigosas do diabetes mal controlado.</p>
<blockquote><p><em>Enviar este e-mail é uma maneira de alertar as autoridades públicas sobre o impacto que o diabetes tem na vida de milhões de brasileiros, além de fazê-las compreender o que pode ser feito para melhorar a saúde desta parcela tão grande da nossa população.</em></p></blockquote>
<p>De acordo com o protocolo elaborado pela Secretaria de Saúde do DF para a Consulta Pública, a inclusão da insulina degludeca tem como objetivo “oferecer ao usuário a oportunidade de reduzir complicações e de melhor qualidade de vida com menor variabilidade glicêmica, com uso de formulações seguras que garantam menores riscos de hipoglicemia em todas as faixas etárias e condições de saúde”.</p>
<div style="padding: 20px; background: #f4f4f4; margin-top: 20px;">
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>A Consulta Pública prevê fornecimento da insulina degludeca para:</strong></span></p>
<ul>
<li>pessoas com diabetes tipo 1;</li>
<li>diabetes associado à gravidez;</li>
<li>diabetes tipo 2 com insuficiência renal crônica em procedimento dialíticos, pós transplantes ou em insulinização plena;</li>
<li>maiores de 80 anos que apresentem condições especiais.</li>
</ul>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>UMA OPÇÃO DE PESO PARA O MELHOR CONTROLE DO DIABETES</strong></span></h2>
<p>De acordo com <strong>Alex Alves</strong>, presidente da <strong>Associação de Diabéticos de Brasília</strong>, atualmente há mais de 150 mil pessoas com diabetes no Distrito Federal. Delas, pelo menos 8 mil são crianças e jovens de 0 a 14 anos, que precisam de cuidados diários para controlar o diabetes tipo 1. Este é um dos públicos-alvo mais importantes para esta Consulta Pública.</p>
<figure id="attachment_7978" aria-describedby="caption-attachment-7978" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7978" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/tresiba-diabetes-2.jpg" alt="tresiba diabetes 2" width="600" height="140" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/tresiba-diabetes-2.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/tresiba-diabetes-2-415x97.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7978" class="wp-caption-text">Caneta de aplicação da nova insulina de ultralonga duração.</figcaption></figure>
<p>“Quanto mais opções tivermos na hora de controlar a glicemia, melhor”, afirma Alex. O diabetes e seus sintomas variam muito de pessoa para pessoa, e possibilitar o uso de novas abordagens terapêuticas, modernas e comprovadamente eficientes, é um passo positivo rumo à melhora na qualidade de vida de todos que convivem com o diabetes.</p>
<blockquote><p>Os interessados em contribuir com a consulta pública podem enviar um e-mail para <strong><a href="mailto:consultapublicaprotocolodf@gmail.com">consultapublicaprotocolodf@gmail.com</a> </strong>com o seu relato. Lembrando que as contribuições devem ser feitas até o dia 7 de janeiro de 2017.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tresiba-no-sus-aberta-consulta-publica-sobre-a-insulina-de-ultra-longa-duracao/">Tresiba no SUS? Aberta consulta pública sobre a insulina de ultra longa duração</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Hipoglicemia noturna: você avisa seu médico quando ela acontece?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/hipoglicemia-noturna-voce-avisa-seu-medico-quando-ela-acontece/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2015 01:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia noturna]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Nordisk]]></category>
		<category><![CDATA[Tresiba]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que 50% de quem convive com o diabetes tem episódios rotineiros de hipoglicemia noturna, mas boa parte nem avisa o médico. Esta semana (05 – 11 de outubro) a hipoglicemia é o centro das atenções na comunidade diabética no Reino Unido. Lá, comemora-se a Semana de Conscientização da Hipoglicemia. Eventos e campanhas educativas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa mostra que 50% de quem convive com o diabetes tem episódios rotineiros de hipoglicemia noturna, mas boa parte nem avisa o médico.</em><br />
<span id="more-9034"></span></p>
 Preocupações com hipos noturnas podem afetar o sono e a saúde &#8211; também por isto, conversar com o médico é fundamental.
<span class="bdaia-shory-dropcap" >E</span>sta semana (05 – 11 de outubro) a hipoglicemia é o centro das atenções na comunidade diabética no Reino Unido. Lá, comemora-se a <strong>Semana de Conscientização da Hipoglicemia</strong>. Eventos e campanhas educativas buscam maior conscientização sobre os riscos das baixas taxas de açúcar no sangue.</p>
[pullquote]A Novo Nordisk <a href="http://www.diabeticool.com/chega-ao-brasil-insulina-aplicada-apenas-1-vez-ao-dia/">lançou recentemente a insulina Tresiba</a> (degludec), aplicada apenas 1x por dia. Em estudos clínicos, ela foi capaz de reduzir em 25% o risco de hipoglicemia noturna em diabéticos tipo 1 e em 43% em diabéticos tipo 2.[/pullquote]
<p>Em vista da data comemorativa, a <a href="http://www.diabeticool.com/novo-nordisk-quer-curar-a-epidemia-de-diabetes-nas-cidades/">Novo Nordisk</a> – uma das maiores empresas farmacêuticas do mundo, presente também no Brasil – divulgou os resultados surpreendentes de um levantamento com mais de 500 pessoas que convivem com o diabetes (tanto tipo 1 quanto tipo 2).</p>
<p>A Novo Nordisk queria entender qual era a relação das pessoas com a hipoglicemia, em especial a hipoglicemia noturna.</p>
<p>O <strong>Diabeticool</strong> traz em forma de gráfico, abaixo, os principais resultados. O destaque vai para a constatação de que <strong>50% dos entrevistados afirmaram ter passado por um <a href="http://www.diabeticool.com/cachorros-podem-ajudar-os-diabeticos-em-momentos-de-crise/">episódio de hipoglicemia noturna</a> nos últimos 30 dias</strong>.</p>
<p>Destes, <strong>1/3 disse que não avisou ao médico</strong> sobre o ocorrido.</p>
[yop_poll id=&#8221;8&#8243;]
[yop_poll id=&#8221;6&#8243;]
<figure id="attachment_9036" aria-describedby="caption-attachment-9036" style="width: 826px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9036" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/grafico-hipoglicemia-noturna.jpg" alt="grafico hipoglicemia noturna" width="826" height="583" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/grafico-hipoglicemia-noturna.jpg 826w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/10/grafico-hipoglicemia-noturna-340x240.jpg 340w" sizes="(max-width: 826px) 100vw, 826px" /><figcaption id="caption-attachment-9036" class="wp-caption-text">Resultados da pesquisa sobre hipo noturna.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h3><span style="color: #008ec8;"><strong>POR QUE A HIPOGLICEMIA NOTURNA É PERIGOSA?</strong></span></h3>
<p>A hipoglicemia significa que a quantidade de açúcar no sangue está muito baixa (geralmente determinada por valores <strong>menores do que 70 mg/dL</strong>).</p>
[pullquote]
<p>Fique atento! Principais sintomas da hipoglicemia:</p>
<ul>
<li>Suor excessivo</li>
<li>Ansiedade</li>
<li>Sentir-se tremendo</li>
<li>Formigamento nos lábios</li>
<li>Fome</li>
<li>Palidez</li>
<li>Palpitações</li>
</ul>
[/pullquote]
<p>Assim como ficar com açúcar demais no sangue é ruim, ter açúcar de menos também gera danos ao organismo. Em casos extremos, pode levar à inconsciência e à morte.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ Informe-se! Entre na</span> <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">página especial sobre HIPOGLICEMIA</a> <span style="color: #ff6600;">para saber tudo sobre os sintomas e como se tratar!</span></strong></p>
<p>Apesar da hipoglicemia poder aparecer em qualquer momento do dia, é à noite que mais cuidados são necessários. Como passamos muitas horas dormindo, se a glicemia baixar muito durante a noite não teremos consciência disto, e não conseguiremos nos cuidar adequadamente.</p>
<p>Por isto, medir a glicemia antes de dormir é sempre uma boa orientação. Conversar com um profissional da saúde, também. Afinal, se ele souber que as hipos noturnas têm ocorrido com você, poderá analisar como está seu tratamento e adequá-lo melhor, garantindo noites mais tranqüilas de bom sono.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/hipoglicemia-noturna-voce-avisa-seu-medico-quando-ela-acontece/">Hipoglicemia noturna: você avisa seu médico quando ela acontece?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Chega ao Brasil insulina aplicada apenas 1 vez ao dia</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/chega-ao-brasil-insulina-aplicada-apenas-1-vez-ao-dia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 15:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[degludeca]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Novo Nordisk]]></category>
		<category><![CDATA[Paula Toller]]></category>
		<category><![CDATA[Tresiba]]></category>
		<category><![CDATA[ultralonga duração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Insulina Tresiba promete facilidade na hora de controlar a glicemia. Mais: Paula Toller prestigia lançamento e fala sobre seu dia-a-dia com o diabetes. Já pensou aplicar insulina apenas uma vez por dia e poder se preocupar menos com os perigosos episódios de hipoglicemia? É esta tranquilidade no tratamento do diabetes que a nova insulina degludeca &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Insulina Tresiba promete facilidade na hora de controlar a glicemia. Mais: Paula Toller prestigia lançamento e fala sobre seu dia-a-dia com o diabetes.</em><span id="more-7976"></span></p>
<figure id="attachment_7978" aria-describedby="caption-attachment-7978" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-7978" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/tresiba-diabetes-2.jpg" alt="tresiba diabetes 2" width="600" height="140" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/tresiba-diabetes-2.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/tresiba-diabetes-2-415x97.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7978" class="wp-caption-text">Caneta de aplicação da nova insulina de ultralonga duração.</figcaption></figure>
<p>Já pensou aplicar insulina apenas uma vez por dia e poder se preocupar menos com os perigosos episódios de hipoglicemia? É esta tranquilidade no tratamento do diabetes que a nova <strong>insulina</strong> <strong>degludeca</strong> promete trazer. Lançamento da Novo Nordisk no Brasil, com o nome comercial de “<strong>Tresiba</strong>”, a degludeca pode ser uma ajuda e tanto na hora de manter a glicemia sob controle.</p>
<p>A degludeca é uma insulina basal de ação ultralonga, com até 42 horas de duração. Assim, apenas 1 injeção por dia já é suficiente para manter os níveis <strong>basais</strong> de insulina sob controle. Sua composição garante maior estabilidade durante este período, sem grandes picos de ação, o que ajuda a manter a <a title="O açúcar que diminui a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-acucar-que-diminui-a-glicemia/">glicemia</a> equilibrada por mais tempo.</p>
<p>Um dos pontos fortes da degludeca é diminuir episódios de hipoglicemia. Em estudos clínicos, ela foi capaz de reduzir em 25% o risco de hipoglicemia noturna em diabéticos tipo 1 e em 43% em diabéticos tipo 2.</p>
<div style="background-color: #c2e0ff; border: 2px solid #3399FF; padding: 10px;"><em>A primeira vez que a degludeca apareceu no <strong>Diabeticool</strong> foi em abril de 2012, em uma matéria sobre os primeiros resultados publicados de testes com a insulina. Relembre em “</em><a href="http://www.diabeticool.com/insulina-de-ultra-longa-duracao-e-um-ultra-sucesso/">Insulina de ultra-longa duração é um ultra sucesso</a><em>”!</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FACILIDADES NO TRATAMENTO</strong></p>
<figure id="attachment_7980" aria-describedby="caption-attachment-7980" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-7980 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/lancamento-tresiba-diabetes.jpg" alt="lancamento tresiba diabetes" width="600" height="347" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/lancamento-tresiba-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/lancamento-tresiba-diabetes-415x240.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7980" class="wp-caption-text">Em evento de lançamento do Tresiba, o endocrinologista Antônio Roberto Chacra, professor titular da UNIFESP, conversou com diabéticos sobre a dificuldade de equilibrar a glicemia e evitar hipoglicemias. Foto: Alexandre Lico Neves</figcaption></figure>
<p>Boa parte dos diabéticos que precisam injetar insulina diariamente não segue direitinho os horários de aplicação. Seja por esquecimento, viagens ou até mesmo <a title="McDonald’s expulsa mulher que tentava aplicar insulina" href="http://www.diabeticool.com/mcdonalds-expulsa-mulher-que-tentava-aplicar-insulina/">vergonha de aplicar em público</a>, é muito comum que se “pule” uma ou outra aplicação. Isto pode trazer <a title="Diabetes tipo 1: hipoglicemias afetam diretamente o coração" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-hipoglicemias-afetam-diretamente-o-coracao/">consequências graves</a>, provocando picos na variação da quantidade de açúcar no sangue que podem ser prejudiciais ao corpo.</p>
<p>Um estudo publicado em 2009 na revista científica <em>Acta Diabetologica</em> mostra que, no Brasil, 90% dos diabéticos tipo 1 (que dependem do uso de insulina) têm um controle inadequado da glicemia.</p>
<p>Em vista disto, utilizar uma insulina de ação ultralonga é uma ótima opção. Ela permite maior flexibilidade nos horários de aplicação. Além disso, mesmo que o diabético “se esqueça” de uma injeção, as consequências na variação da taxa glicêmica serão menores.</p>
<p><strong>+<span style="color: #ff6600;"> SAIBA TUDO</span> sobre <span style="color: #ff6600;">hipoglicemia</span>, quais são os sintomas e como combate-la <a title="Hipoglicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">AQUI</a>!</strong></p>
<p>A degludeca foi aprovada para utilização em diabéticos tipo 1 e tipo 2 insulinodependentes em fevereiro deste ano pela ANVISA. Estudos estão sendo conduzidos no momento para determinar se ela poderá ser utilizada por crianças e grávidas. É importante lembrar que insulinas de ação ultralonga não substituem as de ação rápida (utilizadas na hora das refeições), sendo os dois tipos usados em conjunto.</p>
<p>A Tresiba já pode ser encontrada nas prateleiras das farmácias com preço aproximado de R$125.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PAULA TOLLER PRESTIGIA LANÇAMENTO</strong></p>
<figure id="attachment_7977" aria-describedby="caption-attachment-7977" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="wp-image-7977 size-full" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/paula-toller-diabetes.jpg" alt="paula toller diabetes" width="600" height="368" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/paula-toller-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/10/paula-toller-diabetes-391x240.jpg 391w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7977" class="wp-caption-text">A vocalista do Kid Abelha abriu o jogo sobre sua convivência com o diabetes. Foto: Alexandre Lico Neves</figcaption></figure>
<p>Em evento de lançamento da Tresiba em São Paulo, <a title="Paula Toller e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/paula-toller-e-o-diabetes/"><strong>Paula Toller</strong></a>, vocalista do Kid Abelha e diabética tipo 1, falou sobre sua história com a doença. Foi a primeira vez que a cantora detalhou, em público, como é conviver com o diabetes.</p>
<p>“Descobri o diabetes no verão de 2009. Estava muito magra na época – e achando ótimo! Também sentia muita sede e cansaço, mas achava que eles eram por causa das altas temperaturas”, conta.</p>
<p>Foi o seu dermatologista quem primeiro a alertou de que estes sinais poderiam ser de diabetes. “Ele me pediu para fazer um exame de sangue. <strong>Deu 340 de glicemia em jejum, a <a title="Hemoglobina Glicada (glicosilada)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> estava em 12%</strong>. Naquele dia, fiquei meio em choque com os resultados”, revela Paula.</p>
<p>Desde então, a cantora segue uma rotina rígida de controle da glicemia. Paula pratica exercícios físicos todos os dias (corridas, caminhadas, pilates, musculação), aprendeu a contar carboidratos nas refeições e mede continuamente a quantidade de açúcar no sangue. Antes dos shows, sempre checa se a glicemia está em valores adequados para aguentar a adrenalina e agitação dos palcos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Kid Abelha - Fixação (Acústico MTV)" width="850" height="638" src="https://www.youtube.com/embed/EdLg2pny6WA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>“Eu nunca relaxo, porque o diabete é uma doença que, se controlar, dá para viver ‘quase’ normal”, conta a cantora.</p>
<p>“<strong>Controlar o diabetes restringe um pouco o seu dia-a-dia, sim, mas hoje sou uma pessoa bem mais saudável</strong>, me alimento muito melhor do que antes. Aliás, não deixo de comer nada, só modero as porções. Um pedacinho pequeno de bolo não afeta muito minha glicemia e já me deixa bastante feliz!”.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/chega-ao-brasil-insulina-aplicada-apenas-1-vez-ao-dia/">Chega ao Brasil insulina aplicada apenas 1 vez ao dia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Leia aqui a matéria de capa da IstoÉ sobre o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2014 19:15:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas. Um robusto conjunto de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma vida melhor para os diabéticos &#8211; isso será possível graças às novidades que acabam de chegar ao Brasil &#8211; e às que estão por vir. Entre elas estão remédios que controlam a glicemia, emagrecem e ajudam a baixar a pressão arterial e uma insulina com efeito de até 40 horas.</em><span id="more-7125"></span></p>
<p>Um robusto conjunto de novidades que começam a chegar ao Brasil irá mudar para muito melhor a vida dos 12 milhões de diabéticos do País. Entre elas estão remédios que controlam a doença, <a title="Games ‘ativos’ ajudam a controlar diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/games-ativos-ajudam-a-controlar-diabetes-diz-estudo/">ajudam a perder peso</a> e ainda contribuem para baixar a pressão arterial, a primeira insulina com ação de até 40 horas e aparelhos que permitem acompanhar a evolução da enfermidade com maior precisão. Somados aos outros avanços que estão por vir, esses recursos representam a maior virada até agora na luta contra a doença. “Estamos vivendo uma era de ouro em relação ao tratamento da diabetes”, afirma o endocrinologista Walter Minicucci, presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes. “E o panorama do futuro também é bastante promissor”, acredita.</p>
<p>A diabetes é uma doença crônica que se tornou um dos maiores problemas de saúde pública mundial. Caracterizada pelo excesso de glicose na corrente sanguínea, a enfermidade traz prejuízos terríveis quando não controlada. Está, por exemplo, diretamente associada ao aumento do risco de eventos cardiovasculares, como o infarto e o acidente vascular cerebral, e figura como uma das principais causas de cegueira no mundo. Por isso, a urgência em se encontrar maneiras mais eficazes de combatê-la, antes que seja tarde demais.</p>
<p>Felizmente, algumas dessas estratégias começaram a desembarcar no País nas últimas semanas. Na segunda-feira 17, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou para comercialização no Brasil a primeira insulina com efeito de até 40 horas. Trata-se da Tresiba (degludeca), fabricada pelo laboratório Novo Nordisk. A insulina é o hormônio que permite a entrada, nas células, da glicose que está circulando no sangue. Quando há algum problema na sua fabricação ou no seu funcionamento, há o acúmulo de açúcar na corrente sanguínea que tanto estraga o organismo. Os portadores do tipo 1 da doença não conseguem fabricar insulina, já que as células que a produzem são destruídas pelo próprio corpo. Por essa razão, são obrigados a recorrer a uma solução externa: injeções diárias de insulina – às vezes mais de uma – para conseguir manter o nível adequado de glicose.</p>
<p>Até hoje, o tempo mais longo de efeito de uma insulina injetável era de 24 horas. Ou seja, o paciente não podia ficar mais de um dia sem reaplicar o remédio, sob risco de sofrer novamente com o excesso de açúcar no sangue. Com a Tresiba, ganha um tempo extra de janela, caso seja necessário. “Recomendamos que os pacientes tomem uma dose por dia, mas os benefícios da insulina se mantêm por até 40 horas”, explica a endocrinologista Mariana Narbot, gerente médica do Novo Nordisk no Brasil. Isso significa que o diabético terá maior flexibilidade para os intervalos entre as aplicações. Se tomou uma dose às dez da manhã de um dia, não precisará injetar a próxima dose impreterivelmente às dez da manhã do dia seguinte. “Ele ficará com uma melhor qualidade de vida”, diz Mariana.</p>
<p>Espera-se também para os próximos meses a entrada no mercado das duas primeiras medicações que atuam nos rins – o Forxiga, do Laboratório AstraZeneca, e o Invokana, da Janssen. Os órgãos têm papel importante para o equilíbrio das taxas de glicose no sangue, ao permitirem a reabsorção de parte do açúcar por eles filtrada. A nova classe de drogas – de uso oral – impede justamente esse processo. O resultado é que o açúcar é eliminado pela urina, assim como o sódio. “Há uma queda importante na concentração de glicose”, explica o endocrinologista Walmir Coutinho, presidente eleito da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade.</p>
<p>Na conta final, o paciente acaba com a <a title="Após descobrir diabetes, natalense muda estilo de vida e perde 21 kg" href="http://www.diabeticool.com/apos-descobrir-diabetes-natalense-muda-estilo-de-vida-e-perde-21-kg/">glicemia controlada</a> e ainda pode sofrer perda de peso e queda na pressão arterial. Em estudos realizados com o Forxiga, por exemplo, a média de perda de peso, após um ano de uso, foi de três a quatro quilos. E houve diminuição de cinco milímetros de mercúrio na pressão arterial sistólica (máxima). Por exemplo, um indivíduo cuja pressão era de 150 mmHg x 80 mmHg pode ter experimentado uma diminuição para 145 mmHg x 80 mmHg. “São vantagens importantíssimas em se tratando de diabéticos, já que a combinação da doença com obesidade e hipertensão arterial é algo perigoso, elevando brutalmente o risco para doenças cardiovasculares”, diz o endocrinologista João Eduardo Nunes Salles, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. O efeito colateral mais importante observado foi infecção genital causada por fungos (a eliminação de muito açúcar pela urina muda a flora bacteriana da região, deixando a área mais propensa à ­proliferação desses micro-organismos). O Laboratório Pfizer também está desenvolvendo uma droga do gênero (ertugliflozin), sob análise em estudo clínico.</p>
<p>Essas medicações reforçam um arsenal já encorpado depois da chegada de remédios que atuam sobre as <a title="Gordura gera “caos” no corpo humano" href="http://www.diabeticool.com/gordura-gera-caos-no-corpo-humano/">incretinas</a>, hormônios produzidos pelo intestino e que desempenham papel importante para o equilíbrio dos níveis glicêmicos. “Eles são muito eficientes”, assegura a endocrinologista Maria Fernanda Barca, de São Paulo. A médica Sophia Caldas, 27 anos, faz uso do remédio e está conseguindo controlar a doença. “Também parei de comer pão, macarrão e doce. E meço a glicose todos os dias”, conta.</p>
<p>O monitoramento da doença será outro aspecto ainda mais facilitado. Deve chegar nos próximos meses ao Brasil uma nova geração de monitores de glicemia. Fabricado pela Sanofi Diabetes em parceria com a Agamatrix, o IBGStar &#x2122; é capaz, por exemplo, de medir as taxas de açúcar, enviar as informações para iPhone ou iPod Touch e compartilhar os dados com médicos e familiares. O paciente pode criar uma espécie de diário digital da evolução do tratamento, armazenando informações sobre as oscilações nos níveis glicêmicos, entre outras.</p>
<p>Para aqueles que usam <a title="Nova bomba de insulina da Cellnovo: um show de tecnologia" href="http://www.diabeticool.com/nova-bomba-de-insulina-da-cellnovo-um-show-de-tecnologia/">bombas de insulina</a> (infundem o hormônio), a novidade é a chegada do sistema de infusão Paradigm VEO, da Medtronic. É o mais moderno do gênero. Seu diferencial é sua capacidade de interromper o fornecimento de insulina caso os níveis de açúcar no sangue atinjam patamares perigosamente baixos. Trata-se de uma medida de segurança, para evitar que o indivíduo continue a receber insulina mesmo quando não for necessário, correndo o risco de sofrer uma crise de hipoglicemia (falta de glicose na corrente sanguínea). O aparelho acabou de receber autorização da Anvisa para ser vendido no Brasil.</p>
<p>Na Universidade de São Paulo, prossegue uma experiência usando células-tronco para tratar o tipo 1 da enfermidade. O raciocínio é simples. Como esse gênero da doença é causado pelo ataque do sistema de defesa do corpo às células fabricantes de insulina, a ideia é criar um novo sistema imunológico, desta vez sem o defeito que o leva a atacar o próprio organismo. Para isso, primeiro células-tronco são extraídas da medula óssea dos pacientes – é na medula óssea que são fabricadas as células do sistema imunológico. Essas células-tronco, com potencial para dar origem a novas células de defesa, são preservadas. Em seguida, o paciente é submetido a uma quimioterapia intensa, destinada a destruir toda a medula ­defeituosa. Depois, as células-tronco que haviam sido guardadas são reinjetadas, formando uma nova medula óssea. Até agora, 25 diabéticos foram submetidos ao procedimento. Três estão livres da dependência de insulina.</p>
<p>O estudante de medicina Renato Fernandes Silveira, 25 anos, de São Paulo, não toma mais o remédio há nove anos. “Levo uma vida normal”, conta. “Controlo a ingestão de carboidratos e me exercito. Nunca mais usei insulina.” Neste momento, os pesquisadores se dedicam a entender por que participantes que também haviam interrompido o uso do hormônio foram obrigados a voltar a injetá-lo. “Quatro pacientes já integram essa nova pesquisa. O estudo será realizado em colaboração com cientistas americanos e franceses”, informa o endocrinologista Carlos ­Eduardo Couri, coordenador da Equipe de Transplante de Células-Tronco do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto (SP).</p>
<p>Uma ajuda extra está disponível para diabéticos que necessitem da colocação de stent (dispositivo que desobstrui as artérias coronarianas, que irrigam o coração). Um desses stents, fabricado pela Medtronic, recebeu indicação para ser usado por portadores da doença. Normalmente, eles apresentam vasos sanguíneos com calibre reduzido, tortuosos, calcificados. E esse stent é mais fácil de ser colocado nessas condições. Dessa maneira, a artéria é menos agredida durante a colocação do dispositivo. Isso reduz a possibilidade de ocorrer hiperproliferação das células que revestem o vaso, processo que pode levar a uma reobstrução do local. “Avaliações bem documentadas fundamentaram a liberação e a indicação para que esses stents sejam usados em diabéticos”, afirma o médico Décio Salvadori, chefe de equipe do Hospital Beneficência Portuguesa, de São Paulo. O advogado paulistano Nicola Abisati teve um desses stents implantados. Está recuperado e já voltou à rotina de trabalho.</p>
<p>O futuro também promete boas estratégias. Nos laboratórios ao redor do mundo estão sendo desenvolvidos diversos recursos promissores. Um deles é o chamado <a title="Já conhece o pâncreas artificial?" href="http://www.diabeticool.com/ja-conhece-o-pancreas-artificial/">pâncreas artificial</a>. Em linhas gerais, é um sistema bem parecido com os aparelhos de infusão de insulina disponíveis atualmente. Mas o pâncreas artificial seria implantado no abdome, ao contrário das bombas de insulina. Ele também é dotado de um esquema inteligente de medição de glicemia e interrompimento do fornecimento de insulina quando necessário. Na Inglaterra, o grupo de Joan Taylor, da De Montfort University, está testando um equipamento do gênero. “Ele poderá ajudar principalmente os pacientes com o tipo 1 da doença”, disse a pesquisadora à ISTOÉ.</p>
<p>Uma estratégia igualmente interessante em estudo são as vacinas contra o tipo 1 da enfermidade. Há duas linhas de trabalho. A primeira é a adotada pelos cientistas da Universidade de Standford, nos Estados Unidos. Eles já testaram em 80 pacientes um imunizante que impediu o ataque de um tipo de célula do sistema de defesa às células fabricantes de insulina. “Agora vamos expandir os testes, desta vez com 200 indivíduos”, disse à ISTOÉ Lawrence Steinman, coordenador do trabalho. A segunda aposta vem sendo pesquisada na Universidade de Tampere, na Finlândia. Lá, os pesquisadores querem criar uma vacina contra vírus (enterovírus) associados ao desencadeamento da enfermidade, de acordo com estudos. Um protótipo de imunizante já foi testado em cobaias. “Sabemos que foi efetivo em ratos”, disse o pesquisador Heikki Hyöty, líder da experiência.</p>
<p>Em outra linha de frente estão os pesquisadores que procuram maneiras mais eficazes de prevenir a doença, especialmente o tipo 2. Estudos recentes apontaram, por exemplo, indivíduos com mais risco para a enfermidade. O trabalho executado na Universidade de Groningen, na Noruega, identificou que pessoas com depressão e distúrbios de compulsão alimentar estão nesse grupo. “Os médicos devem ficar atentos a isso”, disse à ISTOÉ Peter de Jonge, coordenador do trabalho. Já os pesquisadores da Universidade Johns Hopkins (Eua) concluíram que também estão sob maior ameaça bebês prematuros. Isso acontece porque, na infância, eles tendem a produzir muita insulina. Depois, na idade adulta, as células podem desenvolver resistência à atuação do hormônio, desencadeando a diabetes tipo 2.</p>
<p>Cientistas da Universidade de Tel Aviv, em Israel, estão dando uma contribuição igualmente importante nessa seara. Eles verificaram que um teste já disponível, o HbA1c, também serve para indicar a chance de uma pessoa desenvolver o tipo 2 da enfermidade entre os cinco e oito anos seguintes. Hoje, o exame é usado para dar uma medida das oscilações de glicemia em períodos prolongados. Por isso, é considerado um dos melhores indicadores de como a doença está sendo manejada. “Mas descobrimos que ele também aponta o risco futuro de ter o problema”, informou à ISTOÉ Nataly Lerner, responsável pela pesquisa. “Ele é indicado principalmente para pessoas com sobrepeso, sedentárias ou com pressão arterial elevada.”</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.istoe.com.br/reportagens/349185_UMA+VIDA+MELHOR+PARA+OS+DIABETICOS?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage">Revista IstoÉ</span></strong></p>
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