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	<title>Journal of the American Medical Association | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>O que a Finlândia fez para parar o diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 17:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[enterovírus]]></category>
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		<category><![CDATA[Finlândia]]></category>
		<category><![CDATA[infecções]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar de Helsinque]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Valma Harjutsalo]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo indica que o número de casos de diabetes infantil parou de crescer no país. Será que alguém já descobriu o motivo? Há várias décadas o diabetes tipo 1 é uma das doenças crônicas mais presentes em crianças da Finlândia, país no norte da Europa. Registros médicos nacionais mostram que a incidência da doença cresceu &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo indica que o número de casos de diabetes infantil parou de crescer no país. Será que alguém já descobriu o motivo?</em></p>
<p><span id="more-4968"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Há várias décadas o <a title="Cientistas desenvolvem pesquisa sobre diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-desenvolvem-pesquisa-sobre-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> é uma das doenças crônicas mais presentes em crianças da Finlândia, país no norte da Europa. Registros médicos nacionais mostram que a incidência da doença cresceu aceleradamente a partir dos anos 1980, atingindo um pico em 2006. Uma nova pesquisa analisou o que aconteceu com esta incidência de 2006 para cá. O resultado espantou os pesquisadores: <strong>o número de casos de diabetes tipo 1 em crianças parou de crescer nos últimos anos</strong>.</p>
<p>O estudo, publicado na última edição da revista científica <em>Journal of the American Medical Association</em>, analisou dados de diversos bancos de dados de saúde finlandeses, coletando informações a partir de 1980 até 2011. Com isto, descobriu que 14.069 novos casos de diabetes tipo 1 foram diagnosticados neste período em crianças no país, sendo que 3.332 casos foram descobertos entre 2006 e 2011 &#8211; pode parecer pouco, mas devemos lembrar que a Finlândia possui uma população bem pequena, de cerca de 5,5 milhões de pessoas.</p>
<p>Além disso, ao organizarem os dados de acordo com <a href="http://www.diabeticool.com/achados-genes-ligados-ao-peso-de-bebes-e-ao-diabetes-o-que-isto-significa/">a faixa etária das crianças diagnosticadas</a>, os autores puderam construir um gráfico (abaixo) que mostra que a incidência de diabetes no país passou por um intervalo de rápido crescimento entre o final da década de 1980 e o início deste século, tendência revertida nos últimos anos.</p>
<figure id="attachment_4969" aria-describedby="caption-attachment-4969" style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-4969" alt="Gráfico retirado do mais recente estudo sobre diabetes tipo 1 em crianças finlandesas mostra que, após décadas de aumento no número de casos, tal tendência cessou nos últimos anos." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia.png" width="520" height="357" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia.png 520w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia-350x240.png 350w" sizes="(max-width: 520px) 100vw, 520px" /><figcaption id="caption-attachment-4969" class="wp-caption-text">Gráfico retirado do mais recente estudo sobre diabetes tipo 1 em crianças finlandesas mostra que, após décadas de aumento no número de casos, tal tendência cessou nos últimos anos.</figcaption></figure>
<p>Isto não significa que menos crianças finlandesas estão sendo diagnosticadas com o diabetes tipo 1, mas mostra que a taxa de crescimento no número de novos casos parou de crescer (o que é, por si só, uma ótima notícia!).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE ACONTECEU NA FINLÂNDIA PARA O DIABETES PARAR DE CRESCER?</strong></p>
<p>A grande questão que o novo estudo levanta é a seguinte: o que aconteceu na Finlândia para que, ao contrário do que anda ocorrendo ao redor do mundo, o crescimento do diabetes infantil tenha parado?</p>
<p>Valma Harjutsalo, do Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar de Helsinque, e seus colegas argumentam que alguns fatores comumente associados a maiores riscos de diabetes tipo 1 parecem não explicar o ocorrido. Por exemplo, é sabido que a <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">obesidade em crianças</a> aumenta as chances de diabetes tipo 1. Nos últimos 20 anos, os números de crianças obesas e acima do peso na Finlândia cresceu anualmente (e não houve diminuição desde 2005). Mesmo assim, como vimos, as taxas de diabetes pararam de subir.</p>
 A Finlândia é um país de beleza natural exuberante (apesar do frio intenso!) e que oferece alta qualidade de vida para sua população.
<p>Outro fator que poderia desencadear o diabetes tipo 1 são vírus que atacam o trato digestivo, mucosas e o aparelho respiratório. Como garantem os cientistas, &#8220;o número de infecções severas de enterovírus na Finlândia cresceu dez vezes de 2006 a 2010, e é provável que infecções menos severas tenham crescido também; todavia, a incidência de diabetes tipo 1 não aumentou neste mesmo período&#8221;.</p>
<p>A única explicação que os pesquisadores conseguiram encontrar é a de que o consumo de <a href="http://www.diabeticool.com/cogumelos-o-metodo-natural-para-obter-mais-vitamina-d/"><strong>vitamina D</strong></a> aumentou justamente durante o período em que os números do diabetes infantil pararam de subir.</p>
<p>&#8220;A quantidade de vitamina D recomendada para suplementação [alimentar] em crianças foi reduzida a um décimo desde 1950, tempo durante o qual a incidência de diabetes tipo 1 aumentou cinco vezes. A fortificação de produtos lácteos com vitamina D após 2003 pode ter contribuído para o nivelamento da incidência do diabetes tipo 1&#8221;, explicam os autores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">LEIA MAIS SOBRE A VITAMINA D</a> E SUA IMPORTÂNCIA PARA O DIABETES NESTA MATÉRIA ESPECIAL DO DIABETICOOL!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-a-finlandia-fez-para-parar-o-diabetes/">O que a Finlândia fez para parar o diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Pouca melatonina aumenta os riscos de diabetes tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 21:31:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Ciaran McMullan]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[hormônio]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
		<category><![CDATA[melatonina]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo relaciona níveis baixos de melatonina &#8211; também conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221; &#8211; a maiores chances de se desenvolver diabetes. Um dos motivos pelos quais o diabetes é uma doença que ainda não foi curada é a enorme complexidade da condição. Insulina, glicose e demais &#8220;participantes&#8221; do diabetes interagem com o corpo humano &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo relaciona níveis baixos de melatonina &#8211; também conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221; &#8211; a maiores chances de se desenvolver diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4235"></span></p>
 Mulheres com níveis baixos de melatonina à noite foram o alvo principal do estudo.
<p>Um dos motivos pelos quais o diabetes é uma doença que ainda não foi curada é a <strong>enorme complexidade</strong> da condição. <a title="Quais são os tipos de insulina que existem?" href="http://www.diabeticool.com/quais-sao-os-tipos-de-insulina-que-existem/">Insulina</a>, glicose e demais &#8220;participantes&#8221; do diabetes interagem com o corpo humano de tantas maneiras que torna-se complicado compreender exatamente como o diabetes funciona. Agora, uma nova interação entre o nosso corpo e o diabetes foi descoberta, trazendo consigo a promessa de potenciais novos tratamentos e ajudando a compreender melhor esta complicada condição.</p>
<p>Na edição de 3 de abril da importante revista científica <a title="Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?" href="http://www.diabeticool.com/qual-destes-acucares-diminui-a-fome-e-ajuda-e-emagrecer/"><em>Journal of the American Medical Association</em></a>, foi publicado, pela primeira vez, um trabalho que associa o hormônio melatonina e riscos elevados de diabetes.</p>
<p>A <strong>melatonina</strong> é uma substância importante para o funcionamento correto do <a title="Dormir pouco muda muito o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-muda-muito-o-nosso-corpo/">relógio interno</a> do organismo e ajuda a acalmar o corpo. Mais do que isto, auxilia de maneira significativa a controlar o <a title="Insulina funciona de maneira diferente de dia e à noite" href="http://www.diabeticool.com/insulina-funciona-de-maneira-diferente-de-dia-e-a-noite/">sono</a> &#8211; por isso mesmo, a melatonina é também conhecida como &#8220;hormônio do sono&#8221;. Ela é utilizada em diversos tratamentos médicos, como aqueles para vítimas de delírios, dores de cabeça, transtornos de comportamento e até mesmo câncer.</p>
 A melatonina é bastante conhecida nos EUA e Europa, locais nos quais é vendida como medicamento e suplemento alimentar.
<p><strong>A pesquisa descobriu que mulheres que possuem quantidades menores de melatonina à noite correm duas mais chances de se tornarem diabéticas tipo 2.</strong></p>
<p>O estudo foi realizado obtendo-se melatonina a partir da urina de cerca de 800 voluntárias norte-americanas. O grupo de pesquisa, baseado no Brigham and Women&#8217;s Hospital, de Boston, EUA, foi liderado pelo doutor Ciaran McMullan. De acordo com o médico, &#8220;é a primeira vez que se constata um vínculo entre a secreção noturna de melatonina e o risco de diabetes tipo 2&#8221;.</p>
<p>&#8220;Espero que este estudo leve a outras pesquisas para examinar os efeitos da secreção de melatonina sobre o organismo e o papel deste hormônio no metabolismo da <a title="Hormônios diminuem apetite e podem prevenir o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/hormonios-diminuem-apetite-e-podem-prevenir-o-diabetes/">glicose</a> e no risco de diabetes&#8221;, acrescentou McMullan.</p>
<p>De acordo com os cientistas, com as informações que eles conseguiram será possível realizar novas pesquisas visando a determinar se um aumento artificial na quantidade de melanina (através de suplementos, por exemplo) pode ter um efeito benéfico na sensibilidade do corpo à insulina, o que ajudaria a prevenir o diabetes tipo 2.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pouca-melatonina-aumenta-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/">Pouca melatonina aumenta os riscos de diabetes tipo 2</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jan 2013 20:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
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		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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		<category><![CDATA[saciedade]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Yale]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa revela que o corpo humano responde de maneira bem diferente quando ingerimos açúcar comum e quando comemos alimentos com frutose &#8211; um açúcar popular em adoçantes. Você sabe qual deles é o melhor para se perder peso? Desde que a obesidade tornou-se uma epidemia mundial e uma grande dor de cabeça para quem está &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa revela que o corpo humano responde de maneira bem diferente quando ingerimos açúcar comum e quando comemos alimentos com frutose &#8211; um açúcar popular em adoçantes. Você sabe qual deles é o melhor para se perder peso?</em></p>
<p><span id="more-2600"></span></p>
<p>Desde que a <a title="Como evitar a “Doença da Cadeira”" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-doenca-da-cadeira/">obesidade </a>tornou-se uma epidemia mundial e uma grande dor de cabeça para quem está acima do peso, aumentou bastante a oferta e o consumo de <a title="Má absorção de frutose pode ser causa de dores de barriga" href="http://www.diabeticool.com/ma-absorcao-de-frutose-pode-ser-causa-de-dores-de-barriga/"><strong>frutose</strong></a>. Esta molécula é um açúcar simples presente na maior parte das plantas e frutas. Quando algo é adoçado com frutose, o gosto é praticamente idêntico ao do açúcar normal. A grande diferença da frutose para a <strong>glicose</strong> &#8211; que é o nosso &#8220;açúcar comum&#8221; &#8211; é que o poder adoçante da frutose é muito maior. Ou seja, é necessário usar menos frutose para adoçar algum alimento do que glicose, o que significa menor consumo de açúcar e, portanto, menos calorias ingeridas. Por isto, atualmente a frutose está presente em boa parte dos adoçantes e produtos com baixo teor de calorias que existem no mercado.</p>
<p>Se, por um lado, a frutose atua da mesma maneira que o açúcar comum ao paladar, como é que o corpo reage internamente a esta molécula? <strong>Será que trocar glicose por frutose altera de alguma maneira o funcionamento do corpo?</strong> Estas foram algumas das questões que cientistas da Universidade de Yale, nos EUA, resolveram estudar. Suas conclusões, publicadas na última edição do <em>Journal of the American Medical Association</em>, mostram que o corpo humano tem uma clara preferência por um dos dois tipos de açúcar.</p>
 Voluntários fizeram exames de ressonância magnética para medir como os diferentes açúcares influenciavam seu cérebro.
<p>O experimento conduzido pelos pesquisadores consistiu em dar bebidas adoçadas com frutose ou com glicose para um grupo de 20 adultos, todos saudáveis. Após ingerirem a bebida, eles respondiam a um questionário sobre seus índices de fome e saciedade, tinham amostras de sangue coletadas e passavam por um exame de ressonância magnética. Através deste exame, os cientistas podiam acompanhar quais regiões do cérebro do paciente estavam mais ou menos ativas, de acordo com a quantidade de sangue que passava por elas. O que eles puderam observar é que houve nítidas diferenças no funcionamento cerebral de quem ingeriu glicose e de quem havia tomado a bebida com frutose.</p>
<p>As ressonâncias magnéticas mostraram que a glicose diminui o fluxo sangüíneo &#8211; isto é, diminui a &#8220;ativação&#8221; &#8211; de diversas regiões do cérebro que regulam o apetite e a sensação de fome, enquanto que a frutose faz <em>aumentar</em> o fluxo em parte destas áreas. Os exames de sangue, por sua vez, indicaram que a frutose estimula fracamente a liberação de insulina, hormônio que pode aumentar a sensação de saciedade, e diminui a liberação do hormônio <a title="Nova droga contra Diabetes tipo 2 é injetada semanalmente" href="http://www.diabeticool.com/nova-droga-contra-diabetes-tipo-2-e-injetada-semanalmente/">GLP-1</a>, o qual também gera a sensação de se estar satisfeito. Estes efeitos foram totalmente contrários aos da glicose, que aumentou a liberação destes dois hormônios da saciedade. A análise dos questionários dados aos pacientes indicou que aqueles que tomaram a bebida adoçada com frutose sentiram mais fome, e muito mais cedo, do que os que ingeriram glicose. <strong>Todos os dados acima parecem indicar fortemente uma única e inequívoca conclusão</strong>.</p>
<p>&#8220;As descobertas dão suporte à teoria de que quando o cérebro humano é exposto à frutose, vias neurobiológicas envolvidas na regulação do apetite são moduladas, desta forma promovendo o maior consumo de alimentos&#8221;, afirmou o editorial da revista. Ou seja, apesar de terem sabores similares ao paladar, internamente o corpo humano distingue a frutose da glicose de várias maneiras. Uma delas é que alimentos adoçados com frutose não geram tanta sensação de saciedade como aqueles que possuem glicose, fazendo com que a pessoa tenha fome mais cedo e ingira mais alimentos até se sentir satisfeita &#8211; <strong>o que anularia os supostos efeitos</strong> dietéticos da frutose.</p>
<p>Os pesquisadores, cautelosos, afirmam que o estudo é preliminar e que os dados não são totalmente conclusivos. Porém, admitem que &#8220;a realidade é que a fome e a sensação de saciedade são grandes determinantes do quanto um ser humano come, assim como a sede determina o quanto os humanos bebem. Estas sensações não podem simplesmente ser esquecidas ou ignoradas.&#8221; Para quem realmente deseja perder peso, a dica dos profissionais é clara: ao invés de tentar utilizar produtos alternativos como a frutose, basta seguir o bom, velho e certeiro conselho &#8211; &#8220;quer emagrecer? Coma menos!&#8221;</p>
<p>Mais fácil falado do que feito&#8230;!</p>
 Diferentes tipos de açúcar: qual o melhor para a sua saúde?
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/qual-destes-acucares-diminui-a-fome-e-ajuda-e-emagrecer/">Qual destes açúcares diminui a fome e ajuda a emagrecer?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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