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	<title>infecções | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes e Infecções Bacterianas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2014 20:37:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[bacterianas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já ouviu falar de doenças de pele como o carbúnculo, chiqueiro ou furúnculo? Sabe qual a relação delas com o diabetes? Descubra aqui! As pessoas com diabetes são mais suceptíveis a infecções por várias razões. A pele seca e a coceira aumentam o risco de ruptura da pele, facilitando a entrada de fungos e bactérias. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Já ouviu falar de doenças de pele como o carbúnculo, chiqueiro ou furúnculo? Sabe qual a relação delas com o diabetes? Descubra aqui!</em><span id="more-7708"></span></p>
<p>As pessoas com diabetes são mais suceptíveis a <a title="Pode o rotavírus causar diabetes tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/pode-o-rotavirus-causar-diabetes-tipo-1/">infecções</a> por várias razões. A <strong>pele seca</strong> e a <strong>coceira</strong> aumentam o risco de ruptura da pele, facilitando a entrada de fungos e bactérias. Altas taxas de glicose no sangue promovem o crescimento de bactérias e fungos, e a <a title="Neuropatia Diabética" href="http://www.diabeticool.com/neuropatia-diabetica/">neuropatia</a> (doença nos nervos) dificulta a percepção das lesões da pele que podem estar infectadas, especialmente lesões nos pés. A <strong>má circulação</strong> presente nas pessoas com diabetes também facilita as infecções porque dificulta a ação das células de defesa no local da lesão. Alguns tipos de infecções são mais comuns em indivíduos com diabetes.</p>
<p>Vários tipos de infecções por bactérias ocorrem em pessoas com diabetes:</p>
<ul>
<li><strong>Chiqueiro</strong> – infecção bacteriana causada por bactérias estafilococos (<em>Staphylococcus aureus</em>), se manifesta com a inflamação das glândulas sebáceas na base dos cílios (pálpebras). Aparece como um inchaço vermelho e uma borbulha sensível ao toque.</li>
<li><strong>Ferve </strong>ou<strong> Furunculos</strong> – infecção bacteriana na pele causada por <em>Follicultis infecciosa</em> ou bactérias estafilococos (<em>Staphylococcus aureus</em>). São nódulos dolorosos que ocorrem na pele.</li>
<li><strong>Foliculite</strong> – infecção em um ou mais folículos capilares, os folícluos capilares são bloqueados ou danificados ao fazer a barba ou pelo atrito com a roupa. Na maioria dos casos os folículos são infectados por bactérias estafilococos.</li>
<li><strong>Carbúnculo</strong> – é uma infecção da pele que com frequência envolve um grupo de folículos capilares e é causada por bactérias estafilococos (<em>Staphylococcus aureus</em>). O material infeccionado forma uma protuberância, que se instala profundamente na pele e pode conter pus. Quando você possui mais de um carbúnculo, a doença é chamada <strong>carbunculose</strong>. Os carbúnculos são contagiosos e podem se desenvolver em qualquer lugar, mas são mais comuns na nuca e nas costas. Homens desenvolvem mais do que as mulheres.</li>
<li><strong>Infecções ao redor das unhas</strong>: o tecido inflamado geralmente é inchado, quente, vermelho e dolorido. Vários microorganismos podem causar infecções, mas o mais comum são as bactérias estafilococos. Antigamente as infecções bacterianas eram fatais, principalmente para as pessoas com diabetes. Hoje é raro uma morte causada por bactérias, graças ao uso de antibióticos e melhores métodos de controle dos <a title="Saiba sua glicemia o tempo inteiro, sem picar o dedo" href="http://www.diabeticool.com/saiba-sua-glicemia-o-tempo-inteiro-sem-picar-o-dedo/">níveis de glicose no sangue</a>.</li>
</ul>
<p>Mesmo nos dias atuais, as pessoas com diabetes são mais propensas a desenvolver infecções bacterianas. Os médicos acreditam que as pessoas com diabetes podem reduzir suas chances de desenvolver infecções ao praticar bons cuidados com a pele.</p>
<p>Se você acredita que possui alguma infecção na pele, procure o seu dermatologista – médico especialista em pele.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7709" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/diabetes-e-infeccoes-bacterianas.jpg" alt="diabetes e infeccoes bacterianas" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/diabetes-e-infeccoes-bacterianas.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/diabetes-e-infeccoes-bacterianas-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/07/diabetes-e-infeccoes-bacterianas-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
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		<title>Quem tem diabete precisa ter cuidados especiais com a pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2014 13:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Acantose Nigricans]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
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		<category><![CDATA[infecções]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[queracinócitos]]></category>
		<category><![CDATA[vitiligo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas. O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas.<span id="more-6925"></span></em></p>
<p>O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto status de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">epidemia</a>. No mundo todo, são 347 milhões de diabéticos, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui no Brasil, 7,4% da população sofre com a doença, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2012. São números elevados e preocupantes porque o diabete é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e a principal causa de cegueira e falência dos rins, por exemplo. Não menos importante é a relação entre o distúrbio e a amputação de membros, do qual ele é o maior responsável.</p>
<p>A relação se explica porque todas as células do corpo são afetadas pelo alto <a title="Comidas com alto índice glicêmico favorecem o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/comidas-com-alto-indice-glicemico-favorecem-o-diabetes/">índice glicêmico</a> do diabético, incluindo as da pele. Essas alterações fazem com que haja maior propensão a sofrer lesões e à incidência de doenças como infecções por fungos e bactérias na pele. Se não forem observados e tratados corretamente, esses problemas podem evoluir e resultar em amputação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que a pele do diabético é diferente?</p>
<p>Existem dois tipos de diabete. O tipo 1 é uma doença autoimune manifestada mais frequentemente entre crianças e adolescentes. Nela, a parte do pâncreas que produz insulina é atacada pelo próprio organismo e a pessoa precisa de doses diárias de insulina. O tipo 2, o mais comum na população, é uma doença crônica caracterizada pela resistência à ação da insulina e pela queda na sua produção. Os fatores de risco para o seu surgimento são obesidade, sedentarismo, herança genética, hipertensão, tabagismo, ovário policístico, e colesterol e triglicérides altos.</p>
<p>Nos dois casos, a ausência ou insuficiência de insulina faz com que a glicose não entre nas células e o açúcar fica de fora, sobrando na circulação. &#8220;A <a title="Insulina Lantus gratuita está com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/insulina-lantus-gratuita-esta-com-os-dias-contados/">insulina</a> é muito importante para a pele porque ajuda, por exemplo, no crescimento dos queracinócitos, as células da pele&#8221;, explica a dermatologista Flávia Ravelli, de São Paulo. Para a pele, essa alta taxa glicêmica, portanto, acarreta diversas consequências, como explicam, a seguir, Flávia e a endocrinologista Denise Reis Franco, de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais fina e menos elástica</p>
<p>Com o crescimento dos queracinócitos prejudicado, a pele perde espessura e elasticidade.</p>
<p>Cicatrização lenta</p>
<p>A glicemia alta provoca uma reação inflamatória nos vasos sanguíneos. &#8220;Enquanto nos vasos grandes a possível consequência dessa inflamação é a <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">doença cardiovascular</a>, no caso dos vasos pequenos, que nutrem a pele, ela prejudica a irrigação&#8221;, explica Denise. Assim, a cicatrização de lesões na pele é mais lenta.</p>
<p>Perda de sensibilidade</p>
<p>Os nervos, embebidos em glicose e sem irrigação sanguínea adequada, ficam mais macios e não funcionam perfeitamente. O efeito é a perda de parte da sensibilidade da pele, além de coceiras generalizadas e da sensação de agulhamento (como se a pele estivesse sendo espetada).</p>
<p>Infecções</p>
<p>&#8220;No diabético, o sistema imunológico não funciona corretamente, o que aumenta a chance de infecções&#8221;, diz Flávia. Elas podem ser causadas tanto por bactérias quanto por fungos, como é o caso das micoses e frieiras.</p>
<p>Acantose nigricans</p>
<p>Quando o organismo não consegue gerar insulina, paradoxalmente começa a produzir uma substância chamada fator de crescimento de insulina. Ela provoca a acantose nigricans, doença de pele na qual as regiões de dobras, como pescoço e axilas, ficam escurecidas.</p>
<p>Dermatites</p>
<p>A função de barreira para evitar a perda de água pelo organismo não funciona corretamente no diabético. O resultado é uma pele desidratada, propensa ao surgimento de dermatites.</p>
<p>Vitiligo</p>
<p>&#8220;Quem sofre de diabete tipo 1 tem mais chances de desenvolver outra doença autoimune&#8221;, afirma Denise. É o caso do vitiligo, doença de pele na qual o próprio organismo ataca as células de pigmentação da pele e causa manchas brancas pelo corpo.</p>
<p>Pé diabético</p>
<p>A pele do diabético, portanto, está mais propensa a sofrer lesões e infecções de todo tipo. A combinação desse fator com outro, a sensibilidade cutânea deficiente, pode culminar num problema gravíssimo: o <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a>. &#8220;Uma simples pedra no sapato pode machucar a pele e a pessoa não percebe porque tem pouca sensibilidade nas extremidades&#8221;, explica Flávia. &#8220;A lesão evolui para uma infecção e, como a pele não recebe irrigação suficiente para recuperar o tecido lesionado, a infecção vai avançando até atingir músculo, gordura e até os ossos&#8221;. Quando a situação chega a esse ponto, o pé precisa ser amputado para que a infecção não se espalhe pelo corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se prevenir</strong></p>
<p>Examine a pele</p>
<p>A principal medida de prevenção é examinar a pele, sobretudo dos pés, pela manhã e à noite. Procure por micoses entre os dedos, pequenas lesões e feridas pelo corpo e, se encontrá-las, vá ao médico assim que possível.</p>
<p>Hidrate-se</p>
<p>Beba bastante água e use hidratante para a pele todos os dias para evitar a desidratação. &#8220;Um bom ritual diário é lavar os pés com água e sabão, secar bem e espalhar hidratante hipoalergênico, sem cheiro e dermatologicamente testado. Com esse procedimento, o diabético já vai acabar fazendo a inspeção da pele&#8221;, sugere Flávia.</p>
<p>Cuide dos sapatos</p>
<p>Use calçados confortáveis, de preferência os produzidos especialmente para diabéticos. Antes de calçar, cheque cada um em busca pedrinhas ou qualquer alteração na palmilha que possa machucar a sola dos pés.</p>
<p>Procure um podólogo</p>
<p>Se possível, contrate um serviço especializado para cortar as unhas. Um simples corte ou &#8220;bife&#8221; arrancado durante o processo pode acarretar em infecção.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/saiba-quais-sao-cuidados-especiais-pele-quem-tem-diabete-precisa-ter-773817.shtml">M de Mulher</span></strong></p>
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		<title>Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2013 12:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[cicatrização]]></category>
		<category><![CDATA[conseqüências mais comuns do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Fabiano Zaidan]]></category>
		<category><![CDATA[imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[infecções]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre as consequências mais comuns do diabetes, a amputação é relatada por 91% dos entrevistados. Em seguida, aparecem a cegueira (89%) e problemas de circulação (79%). Essa é a principal causa de novos casos de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos e de pelo menos 50% das amputações de membros inferiores. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre as <a title="Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa" href="http://www.diabeticool.com/brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa/">consequências mais comuns do diabetes</a>, a amputação é relatada por 91% dos entrevistados. Em seguida, aparecem a cegueira (89%) e problemas de circulação (79%). Essa é a principal causa de novos casos de cegueira em pessoas com idade entre 20 e 74 anos e de pelo menos 50% das amputações de membros inferiores. O diabetes, por sua vez, aumenta de duas a quatro vezes o risco de um acidente vascular cerebral (AVC).</p>
<p>De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, entre 2000 e 2010, o transtorno matou mais de 470 mil pessoas, fazendo com que o Brasil atingisse a quarta posição em número de casos no mundo. Atualmente, são mais de 13,4 milhões de pessoas com diabetes do tipo 2, especialmente pessoas obesas acima de 40 anos. Nesse tipo de diabetes, que corresponde a 90% dos casos, há insulina, porém a ação é dificultada pela obesidade.</p>
<p>Segundo o endocrinologista Fabiano Zaidan, o fator mais relevante é a <a title="Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu" href="http://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/">obesidade</a> e a alimentação inadequada predispõe o desenvolvimento da doença. Pessoas com histórico familiar de diabetes, que tenham uma vida sedentária, que já apresentem sobrepeso ou obesidade e mulheres que tenham tido diabetes na gestação fazem parte do grupo de risco. O endocrinologista ressalta que a doença costuma apresentar poucos sintomas, por isso muitos portadores desconhecem essa condição. Entre os sintomas mais comuns estão urinar excessivamente, muita sede, aumento do apetite, perda de peso, cansaço, vista embaçada e <a title="“Falta alcançarmos resultados definitivos”, diz Carlos Couri" href="http://www.diabeticool.com/falta-alcancarmos-resultados-definitivos-diz-carlos-couri/">infecções</a> frequentes.</p>
<p>Conforme informações da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o diabetes, causado principalmente pelo desequilíbrio na quantidade de insulina produzida pelo pâncreas, é uma doença que, por afetar a imunidade da pessoa, pode prejudicar o processo de cicatrização. Mesmo se o ferimento for pequeno e superficial, todo cuidado é pouco para evitar que ele se transforme em um foco infeccioso. Por isso, é fundamental evitar que as pequenas lesões ocorram e tomar cuidado com as atividades diárias. Fazer as unhas, mexer com fogo ou objetos cortantes, por exemplo, são tarefas que devem ser feitas com cautela. Caso algum imprevisto aconteça e seja seguido por ferimento leve, é preciso utilizar sprays antissépticos e pomadas antibacterianas para tratar o local. Se o ferimento for grave ou houver secreção e febre é necessário o acompanhamento médico.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%DADE,87271" target="_blank" rel="nofollow">JMOnline</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/nao-controlada-diabetes-pode-causar-complicacoes-diz-sbd/">Não controlada, diabetes pode causar complicações, diz SBD</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O que a Finlândia fez para parar o diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2013 17:48:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[enterovírus]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Finlândia]]></category>
		<category><![CDATA[infecções]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar de Helsinque]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of the American Medical Association]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Valma Harjutsalo]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo indica que o número de casos de diabetes infantil parou de crescer no país. Será que alguém já descobriu o motivo? Há várias décadas o diabetes tipo 1 é uma das doenças crônicas mais presentes em crianças da Finlândia, país no norte da Europa. Registros médicos nacionais mostram que a incidência da doença cresceu &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo indica que o número de casos de diabetes infantil parou de crescer no país. Será que alguém já descobriu o motivo?</em></p>
<p><span id="more-4968"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Há várias décadas o <a title="Cientistas desenvolvem pesquisa sobre diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-desenvolvem-pesquisa-sobre-diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> é uma das doenças crônicas mais presentes em crianças da Finlândia, país no norte da Europa. Registros médicos nacionais mostram que a incidência da doença cresceu aceleradamente a partir dos anos 1980, atingindo um pico em 2006. Uma nova pesquisa analisou o que aconteceu com esta incidência de 2006 para cá. O resultado espantou os pesquisadores: <strong>o número de casos de diabetes tipo 1 em crianças parou de crescer nos últimos anos</strong>.</p>
<p>O estudo, publicado na última edição da revista científica <em>Journal of the American Medical Association</em>, analisou dados de diversos bancos de dados de saúde finlandeses, coletando informações a partir de 1980 até 2011. Com isto, descobriu que 14.069 novos casos de diabetes tipo 1 foram diagnosticados neste período em crianças no país, sendo que 3.332 casos foram descobertos entre 2006 e 2011 &#8211; pode parecer pouco, mas devemos lembrar que a Finlândia possui uma população bem pequena, de cerca de 5,5 milhões de pessoas.</p>
<p>Além disso, ao organizarem os dados de acordo com <a href="http://www.diabeticool.com/achados-genes-ligados-ao-peso-de-bebes-e-ao-diabetes-o-que-isto-significa/">a faixa etária das crianças diagnosticadas</a>, os autores puderam construir um gráfico (abaixo) que mostra que a incidência de diabetes no país passou por um intervalo de rápido crescimento entre o final da década de 1980 e o início deste século, tendência revertida nos últimos anos.</p>
<figure id="attachment_4969" aria-describedby="caption-attachment-4969" style="width: 520px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4969" alt="Gráfico retirado do mais recente estudo sobre diabetes tipo 1 em crianças finlandesas mostra que, após décadas de aumento no número de casos, tal tendência cessou nos últimos anos." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia.png" width="520" height="357" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia.png 520w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/07/estudo-taxa-diabetes-infantil-finlandia-350x240.png 350w" sizes="(max-width: 520px) 100vw, 520px" /><figcaption id="caption-attachment-4969" class="wp-caption-text">Gráfico retirado do mais recente estudo sobre diabetes tipo 1 em crianças finlandesas mostra que, após décadas de aumento no número de casos, tal tendência cessou nos últimos anos.</figcaption></figure>
<p>Isto não significa que menos crianças finlandesas estão sendo diagnosticadas com o diabetes tipo 1, mas mostra que a taxa de crescimento no número de novos casos parou de crescer (o que é, por si só, uma ótima notícia!).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE ACONTECEU NA FINLÂNDIA PARA O DIABETES PARAR DE CRESCER?</strong></p>
<p>A grande questão que o novo estudo levanta é a seguinte: o que aconteceu na Finlândia para que, ao contrário do que anda ocorrendo ao redor do mundo, o crescimento do diabetes infantil tenha parado?</p>
<p>Valma Harjutsalo, do Instituto Nacional de Saúde e Bem-estar de Helsinque, e seus colegas argumentam que alguns fatores comumente associados a maiores riscos de diabetes tipo 1 parecem não explicar o ocorrido. Por exemplo, é sabido que a <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">obesidade em crianças</a> aumenta as chances de diabetes tipo 1. Nos últimos 20 anos, os números de crianças obesas e acima do peso na Finlândia cresceu anualmente (e não houve diminuição desde 2005). Mesmo assim, como vimos, as taxas de diabetes pararam de subir.</p>
 A Finlândia é um país de beleza natural exuberante (apesar do frio intenso!) e que oferece alta qualidade de vida para sua população.
<p>Outro fator que poderia desencadear o diabetes tipo 1 são vírus que atacam o trato digestivo, mucosas e o aparelho respiratório. Como garantem os cientistas, &#8220;o número de infecções severas de enterovírus na Finlândia cresceu dez vezes de 2006 a 2010, e é provável que infecções menos severas tenham crescido também; todavia, a incidência de diabetes tipo 1 não aumentou neste mesmo período&#8221;.</p>
<p>A única explicação que os pesquisadores conseguiram encontrar é a de que o consumo de <a href="http://www.diabeticool.com/cogumelos-o-metodo-natural-para-obter-mais-vitamina-d/"><strong>vitamina D</strong></a> aumentou justamente durante o período em que os números do diabetes infantil pararam de subir.</p>
<p>&#8220;A quantidade de vitamina D recomendada para suplementação [alimentar] em crianças foi reduzida a um décimo desde 1950, tempo durante o qual a incidência de diabetes tipo 1 aumentou cinco vezes. A fortificação de produtos lácteos com vitamina D após 2003 pode ter contribuído para o nivelamento da incidência do diabetes tipo 1&#8221;, explicam os autores.</p>
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<p><strong>+ <a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">LEIA MAIS SOBRE A VITAMINA D</a> E SUA IMPORTÂNCIA PARA O DIABETES NESTA MATÉRIA ESPECIAL DO DIABETICOOL!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-a-finlandia-fez-para-parar-o-diabetes/">O que a Finlândia fez para parar o diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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