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	<title>cirurgia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Campinas e região: chance de cirurgia bariátrica na UNICAMP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2014 17:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Universidade abre inscrições para grupo pré-operatório no dia 12 de março. Conheça os critérios para a seleção. A cirurgia bariátrica, também conhecida como cirurgia de redução do estômago, é uma das técnicas médicas mais eficazes no combate à obesidade e, também, ao diabetes tipo 2. Existem estimativas que afirmam que 80% dos diabéticos operados chegam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Universidade abre inscrições para grupo pré-operatório no dia 12 de março. Conheça os critérios para a seleção.</em><span id="more-7018"></span><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-7023" alt="hospital das clinicas unicamp diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/hospital-das-clinicas-unicamp-diabetes.jpg" width="600" height="274" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/hospital-das-clinicas-unicamp-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/hospital-das-clinicas-unicamp-diabetes-415x190.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>A <strong>cirurgia bariátrica</strong>, também conhecida como <strong>cirurgia de redução do estômago</strong>, é uma das técnicas médicas mais eficazes no combate à obesidade e, também, ao <strong>diabetes tipo 2</strong>. Existem estimativas que afirmam que 80% dos diabéticos operados chegam a &#8220;reverter&#8221; a doença &#8211; ou seja, o organismo volta a controlar, naturalmente, a glicemia da maneira correta. Apesar das vantagens, este procedimento é ainda caro, e opções gratuitas são muito procuradas. A boa notícia é que a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) está abrindo vagas para seleção de candidatos a cirurgias bariátricas. O evento ocorre no próximo dia 12, às 8h da manhã, no Ginásio Multidisciplinar do campus de Campinas.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">Redução do estômago ajuda, mas não cura diabetes</a>&#8220;</strong></p>
<p>Os critérios básicos exigidos para a inscrição são:</p>
<ul>
<li>Ter ao menos 16 anos de idade;</li>
<li><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/"><strong>Índice de Massa Corporal</strong></a> (IMC) mínimo de 40;</li>
<li>ou então IMC mínimo de 35, caso a pessoa tenha alguma doenças grave associada (como hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, síndrome metabólica, apneia do sono).</li>
</ul>
<p>Estes critérios são os mesmos determinados pelo Conselho Federal de Medicina para a realização da cirurgia nas redes públicas do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE A CIRURGIA NÃO É A CURA</strong></p>
<p>Vale lembrar que a cirurgia bariátrica não é simplesmente um procedimento passivo, no qual o médico retira uma parte do estômago e, como num passe de mágica, todos os problemas de saúde desaparecem. É preciso <strong>comprometimento total</strong> por parte do operado em querer melhorar o estilo de vida. Os médicos pedem para que, antes da operação, a pessoa perca pelo menos 10% do seu peso e que, no pós-operatório, controle com extremo rigor o plano alimentar.</p>
<p>No caso dos diabéticos, a exigência de comprometimento é igual. Os casos de reversão da doença só ocorreram em pacientes que passaram a se alimentar melhor &#8211; ingerindo menos açúcares e gorduras e mais vitaminas, proteínas e fibras &#8211; após a cirurgia. Além disso, é recomendada a prática rotineira de exercícios físicos. O procedimento médico auxilia na redução de peso e na manutenção da boa forma, mas não é o segredo para melhorar a glicemia. O segredo é, sem dúvida, uma dieta mais equilibrada.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">LEIA TAMBÉM</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/o-que-vale-mais-a-pena-cirurgia-bariatrica-ou-fazer-dieta/">O que vale mais a pena: cirurgia bariátrica ou fazer dieta?</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS DETALHES</strong></p>
<p>As informações a seguir são do <strong>Portal Unicamp</strong>:</p>
<p><em>A Unicamp efetua inscrição para o grupo pré-operatório de cirurgia bariátrica (de redução do estômago) no dia 12 de março, às 8 horas, no seu Ginásio Multidisciplinar (GMU). No ano passado, a seleção ocorreu durante a Caminhada de Prevenção à Obesidade, no Parque Portugal, em Campinas. Na ocasião, foram cadastrados aproximadamente 2 mil candidatos à cirurgia. A expectativa agora é atingir mil cadastros. Os interessados devem vir ao Ginásio com algum documento que o identifique. Segundo o gastrocirurgião Elinton Adami Chaim, serão selecionados pacientes cujo Índice de Massa Corporal (IMC) é igual ou maior que 40 ou, maior que 35, quando se tratar de pacientes com doenças graves associadas, como por exemplo hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, síndrome metabólica, apneia do sono. Chaim e a equipe da Universidade envolvida na iniciativa se mostram animados com a possibilidade de oferecer à população de Campinas e região uma chance mais pontual de combater a obesidade mórbida. Em entrevista para o Portal Unicamp, ele aborda os critérios dessa seleção e fala sobre as vantagens de fazer a cirurgia nos casos recomendados.<br />
</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Qual a idade mínima para essa cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; A partir de 16 anos.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Qual a expectativa desse evento no Ginásio Multidisciplinar da Unicamp?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Esperamos um público maior que mil pessoas obesas.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Quais as técnicas mais utilizadas na Unicamp?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; São duas, que também são as mais consagradas: Bypass Gástrico e Scopinaro. A técnica Scopinaro é mais indicada para pacientes portadores de diabetes grave.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Em termos percentuais, quantos pacientes voltam a ganhar peso depois de terem se submetido à cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Ocorre 10% de reganho de peso no geral. Consideramos este percentual baixo. Mas há ainda aqueles pacientes que voltam a ter obesidade mórbida. Este percentual então permeia a casa dos 2%. A causa disso é que lhes falta preparo psicológico e eles não conseguem fazer a introdução de atividade física como um hábito de vida, como recomendamos.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Como deve ser feita a manutenção no pós-cirúrgico?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Esses pacientes deverão passar por um acompanhamento médico pelo resto de suas vidas. Eles não têm alta. Isso porque precisam fazer reposição de vitaminas e carecem ainda de um acompanhamento psicológico e nutricional.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; No pós-cirúrgico, é possível a desnutrição?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Pode acontecer quando o paciente acaba fazendo uma alimentação desequilibrada, mas isso não é comum.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; O que acontece no pós-cirúrgico imediato?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Nesse momento é introduzida a dieta fracionada, e em pequena quantidade, e é indicada atividade física leve, bem como acompanhamento multidisciplinar.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; O paciente com sobrepeso é candidato a essa seleção?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Não. A cirurgia é indicada estritamente para obesos mórbidos. O motivo é que a literatura demonstrou que, em longo prazo, pode ocorrer uma redução na expectativa de vida do indivíduo, de aproximadamente 15 anos. Além do mais, observou-se que, para o paciente com sobrepeso, não existe benefício que justifique a cirurgia. Pelo contrário, ele vai enfrentar riscos, sendo que, com uma dieta aliada à atividade física, ele poderá perder peso tranquilamente. O tratamento cirúrgico, então, é a última opção, sobretudo por conta do risco que existe de morbimortalidade.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Como controlar a ansiedade no pós-operatório?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Aqui na Unicamp fazemos acompanhamento psicológico para controle das compulsões, que certamente aparecem, além, é claro, do seguimento médico.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Quais são os riscos decorrentes da cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Em curto prazo, podem ocorrer sangramentos, tromboembolismo pulmonar e infecções. Já, em longo prazo, pode haver desnutrição, anemia e o aparecimento de novas compulsões. É o caso de pacientes que passam a ingerir uma grande quantidade de leite condensado, achocolatados, refrigerantes e bebidas alcoólicas.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; A cirurgia pode ser feita mais de uma vez?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Para as técnicas empregadas na Unicamp, a cirurgia é única. E a perda de peso, que é gradativa, deve acontecer ao longo de um ano.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Por que é preciso emagrecer antes da cirurgia?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; É que se o paciente perder 10% do seu peso, ele diminui complicações como hérnias incisionais e tromboembolismo pulmonar, que podem inclusive levar à morte.</em></p>
<p><em><strong>Portal Unicamp &#8211; Quais suas recomendações aos pacientes que virão à Unicamp para participar dessa seleção?</strong></em></p>
<p><em>Chaim &#8211; Quem já está cadastrado, não precisa se cadastrar novamente. Os pacientes têm que fazer um pré-agendamento pelo Departamento Regional de Saúde (DRS) de Campinas, o DRS VII. A nossa equipe estará no Ginásio no dia 12 para passar orientações iniciais e esclarecer dúvidas. O paciente deve entender que precisa perder peso e precisa ver vantagem no emagrecimento, principalmente para a sua saúde. Eles precisam ter vontade e também acatar as orientações para atingir a meta de perda de peso. Aqueles que vierem no dia do agendamento vão passar por pesagem e aqueles que já conseguiram perder 10% do peso serão inseridos automaticamente no Programa Multidisciplinar de Cirurgia Bariátrica.</em></p>
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		<title>Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Nov 2012 18:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia obstrutiva do sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Além de ajudar a perder peso, a cirurgia bariátrica pode ainda reverter o diabetes tipo 2. Isso não significa, porém, que ele não possa voltar&#8230;entenda! É fato consumado: em pessoas acima do peso e que se submeteram a uma cirurgia de redução do estômago, na qual parte do órgão é inutilizada, a taxa de reversão &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Além de ajudar a perder peso, a cirurgia bariátrica pode ainda reverter o diabetes tipo 2. Isso não significa, porém, que ele não possa voltar&#8230;entenda!</em></p>
<p><span id="more-2058"></span></p>
<p><strong>É fato consumado</strong>: em pessoas acima do peso e que se submeteram a uma cirurgia de redução do estômago, na qual parte do órgão é inutilizada, a taxa de reversão (ou &#8220;cura&#8221;) do diabetes tipo 2 pode chegar <strong>a até 80%</strong> dos operados.</p>
<p>Além de favorecer o emagrecimento e eliminar o diabetes, a <strong>cirurgia bariátrica</strong> ainda mostra resultados interessantes no controle do <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">colesterol</a> e de outros problemas de saúde, como a apnéia obstrutiva do sono (relembre os dados lendo a matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!</a>&#8220;).</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>Apesar das boas notícias, nem tudo são flores no mundo cirúrgico. Estudo publicado no periódico <em>Obesity Surgery</em> e realizado nos EUA, pelo <em>Group Health Research Institute</em>, argumenta que a cirurgia bariátrica pode, realmente, reverter o diabetes. Mas isso não significa que a doença não possa voltar no futuro.</p>
<p>O trabalho, imenso em seu escopo, acompanhou 4,400 adultos obesos e com diabetes tipo 2 durante um período de 14 anos. Todos eles fizeram a cirurgia de redução de estômago. Em 65% deles, o diabetes tipo 2 foi revertido pós-cirurgia &#8211; porém, a doença voltou em 30% destes pacientes após meros 5 anos.</p>
 É preciso pensar muito bem antes de se submeter ao tratamento cirúrgico.
<p>Analisando os dados ao longo dos 14 anos, os cientistas puderam concluir que na maioria (56%) de quem fez a cirurgia, o diabetes continuou sendo uma presença constante em suas vidas (incluem-se aí os casos de remissão e posterior volta da doença).</p>
<p>Por que será que o diabetes insistiu em acompanhar os operados? Os pesquisadores ainda não sabem. Eles afirmam que o diabetes voltou tanto em pacientes que mantiveram o peso baixo quanto naqueles que engordaram novamente após a cirurgia. Disse um dos autores do trabalho, o dr. David Arterburn: &#8220;Cirurgia bariátrica não é para todo mundo. Mas nossa evidência sugere que, uma vez que uma pessoa tenha diabetes e seja severamente <a title="Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50" href="http://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/">obesa</a>, ela deve considerar realizar o procedimento, apesar de ele não ser sinônimo de cura para a maioria dos pacientes.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Tratando o pé diabético com luz</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Oct 2012 20:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Tratamento do Pé Diabético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro. Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via fototerapia, foi &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>As seriíssimas complicações do pé diabético podem ser curadas sem cirurgia. O segredo é a fototerapia, criada com sucesso por um pesquisador brasileiro.</em></p>
<p><span id="more-1807"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/?attachment_id=1808"></span></p>
<p>Em São Paulo, o Centro de Tratamento do Pé Diabético do Hospital Anchieta começará a utilizar uma técnica inovadora na cura de problemas nos pés de diabéticos. O tratamento, via <strong>fototerapia</strong>, foi defendido pelo pesquisador João Paulo Tardivo, que já havia publicado sobre a técnica no periódico <em>Photomedicine and Laser Surgery</em>, há três anos.</p>
<p>É extremamente comum que diabéticos tenham problemas nos pés. Por serem os nossos órgãos que mais entram em contacto com diversas superfícies (incluindo quinas de camas e mesas!), é muito fácil machucá-los. Some-se a isso os problemas de cicatrização e circulação do sangue decorrentes das altas taxas de glicemia e temos um quadro preocupante para os membros inferiores. Por isso, todos os bons centros de saúde realizam exames rotineiros nos pés dos diabéticos e alertam o paciente para a importância de se manter atento a qualquer machucado neles. A situação é tão comum que há cientistas que até mesmo <a title="As Havaianas da Discórdia" href="http://www.diabeticool.com/as-havaianas-da-discordia/">condenam o uso de sandálias</a>, por não protegerem de maneira adequada os pés!</p>
<p>Em casos graves de complicações do <a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/"><strong>pé diabético</strong></a>, infelizmente as alternativas usuais de cura são cirurgias e amputações. A nova técnica, baseada na fototerapia, utiliza luz modulada em freqüências especiais, que ajuda na recuperação de tecidos e eliminação de microorganismos do local. A técnica é muito mais barata do que qualquer intervenção cirúrgica, além de preservar a qualidade de vida do paciente. De acordo com profissionais do hospital Anchieta, ela poderá ser utilizada inclusive em casos de osteomielite (quando uma infecção atinge o osso) e outras condições como ferimento ortopédico ou úlcera por pressão.</p>
<p>&#8220;Quando o paciente diabético chega, muitas vezes já tem indicação para ser amputado porque já se investiram vários recursos. Veja a importância de se oferecer uma alternativa&#8221;, afirma Tardivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Histórias de sucesso da técnica de fototerapia</strong></span></p>
<p>De acordo com o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>,</p>
<p>&#8220;Sandra Aparecida Martins, de 48 anos, teve sua diabete diagnosticada pelo pé. Quando foi ao médico tratar uma ferida no dedo do pé, que tinha evoluído de uma simples bolha, ele desconfiou que a paciente poderia ser diabética, o que foi confirmado pelo exame de glicemia.</p>
<p>Pela gravidade da ferida, Sandra foi imediatamente internada e a avaliação dos clínicos foi que seria necessário amputar o dedo afetado. &#8220;Comentei que era impossível, com a medicina tão avançada, não ter uma alternativa&#8221;, diz. Quando contaram a ela sobre a possibilidade de um tratamento experimental com fototerapia, ela viu uma nova esperança. &#8220;Depois de quatro meses de tratamento, meu dedo estava perfeito&#8221;, conta.</p>
<p>Ela acrescenta que é um tratamento demorado e exige disciplina, já que as sessões são feitas duas vezes por semana. &#8220;Todo o sacrifício vale a pena para evitara amputação&#8221;, diz. Agora, Sandra está de volta ao Centro porque machucou outro dedo ao esbarrá-lo no sofá. As sessões de fototerapia têm ajudado a prevenir nova ferida.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">Tratando o pé diabético com luz</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Boas novas à vista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Aug 2012 02:13:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Califórnia]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[retina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo americano libera comercialização de novo remédio para tratamento inédito dos olhos de diabéticos. A Food and Drug Administration, equivalente norte-americana da Anvisa brasileira, aprovou o uso do remédio Lucentis para o tratamento de uma das condições mais comuns nos olhos dos diabéticos: o edema macular diabético. Cerca de 10% dos diabéticos desenvolvem esta doença, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Governo americano libera comercialização de novo remédio para tratamento inédito dos olhos de diabéticos.</em></p>
<p><span id="more-1315"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/exame-olho-diabetes.jpg"></span></p>
<p>A <em>Food and Drug Administration</em>, equivalente norte-americana da Anvisa brasileira, aprovou o uso do remédio <strong>Lucentis</strong> para o tratamento de uma das condições mais comuns nos olhos dos diabéticos: o <strong>edema macular diabético</strong>. Cerca de 10% dos diabéticos desenvolvem esta doença, em especial os <a title="Diabetes Tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabéticos do tipo 2</a>.</p>
<p>O edema macular diabético é um inchaço na retina, causado pelo rompimento de vasos sangüíneos na região. <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Como já é sabido</a>, pressão alta e elevadas taxas de açúcar no sangue aumentam as chances de rompimento destes vasos, portanto os diabéticos correm mais riscos de ter a doença ocular <em>quando não tratam adequadamente de seu diabetes</em>. Eis mais um motivo para se manter o olho vivo no controle da glicemia! O sintoma característico da condição é a perda progressiva da qualidade da visão.</p>
<p>O remédio Lucentis não é novidade. Já era prescrito para o tratamento do edema macular, só que relacionado à idade avançada. Desta vez, seu uso para ajudar na recuperação da visão dos diabéticos foi comprovado por pesquisas científicas e liberado para comercialização pelo governo americano.</p>
<p>Até então, o tratamento-padrão para o edema macular era a cirurgia a laser, visando a &#8220;queimar&#8221; com a luz os vasos sangüíneos rompidos. Assim, fechavam-se os vasos e impedia-se que a visão piorasse com o tempo. Todavia, os danos prévio continuavam e a visão não melhorava (apenas deixava de piorar). Este tratamento era o recomendado desde 1985 &#8211; como garante um dos cientistas envolvidos nas pesquisas do Lucentis, já estava na hora de novidades saírem!</p>
<p>De acordo com as pesquisas mais recentes, depois de apenas uma semana de uso do Lucentis, houve <em>melhora</em> significativa na qualidade da visão dos diabéticos. Além disso, a espessura do inchaço na retina diminuiu.</p>
<p>O único ponto mais desagradável desta história é que a nova droga deve ser injetada. No olho. E, logicamente, por um especialista! Mas, com os devidos cuidados, este tratamento é muito mais seguro que a cirurgia, além de mostrar benefícios até então inéditos. Aguardemos agora a liberação do remédio pela Anvisa.</p>
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