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	<title>brancos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Metformina é mais eficiente em negros do que em brancos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2014 14:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[brancos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism]]></category>
		<category><![CDATA[Keoki William]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo científico aponta que controle glicêmico em negros é duas vezes melhor do que em brancos. Que a metformina é um medicamento altamente eficaz para controlar os níveis de açúcar no sangue, isto todo mundo sabe. A droga é usada há décadas no tratamento do diabetes tipo 2 e é uma das mais vendidas em &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo científico aponta que controle glicêmico em negros é duas vezes melhor do que em brancos.</em><span id="more-7641"></span></p>
<p>Que a <a title="Metformina: “camisa 10″ no time do tratamento do diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/metformina-camisa-10-no-time-do-tratamento-do-diabetes-tipo-2/"><strong>metformina</strong> </a>é um medicamento altamente eficaz para controlar os níveis de açúcar no sangue, isto todo mundo sabe. A droga é usada há décadas no tratamento do diabetes tipo 2 e é uma das mais vendidas em todo o mundo, dada a alta eficiência e número pequeno de efeitos colaterais.</p>
<p>Uma revisão da literatura científica quanto aos benefícios da metformina, porém, revela um traço interessante. A enorme maioria dos estudos foi conduzido em países de população majoritariamente branca, o que significa que a maior parte dos voluntários das pesquisas médicas era branco.</p>
<p><strong>E se os efeitos da metformina &#8211; este medicamente tão popular &#8211; forem diferentes em pessoas de outras etnias?</strong></p>
<p>Este é o mote de um novíssimo estudo, publicado na última edição do periódico científico <em>Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em>. Cientistas norte-americanos analisaram dados de saúde de quase 20 mil diabéticos no país, metade deles brancos e metade negros. Todos eles passaram por tratamentos do diabetes que incluíam a metformina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>HOUVE DIFERENÇAS NA EFICIÊNCIA DA METFORMINA EM NEGROS E BRANCOS?</strong></p>
<p>Para determinar quão bem o medicamento ajudou a equilibrar a glicemia, os pesquisadores mediram os níveis de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hemoglobina-glicada-glicosilada/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a> dos voluntários. O teste de hemoglobina glicada é uma maneira de compreender como anda o controle glicêmico do diabético no longo prazo.</p>
<p>Os resultados mostraram que, com as mesmas doses de metformina, <strong>os negros tiveram um controle bem melhor da glicemia do que os brancos</strong>. Em média, os níveis de hemoglobina glicada de negros caíram 0.9%, em comparação aos 0.42% de quem era branco.</p>
<p>&#8220;Nossas descobertas sugerem que negros que têm diabetes na verdade respondem melhor ao tratamento com metfomrina do que os brancos&#8221;, escreveu o dr. Keoki William, um dos autores da pesquisa.</p>
<p>&#8220;Uma vez que se sabe que negros têm maior probabilidade de sofrer as <a title="Diabetes há mais de 50 anos – qual o segredo da longevidade?" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-ha-mais-de-50-anos-qual-o-segredo-da-longevidade/">complicações do diabetes</a> do que os indivíduos brancos, é animador observar que a metformina possivelmente é mais efetiva no controle glicêmico entre negros&#8221;, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/metformina-e-mais-eficiente-em-negros-do-que-em-brancos/">Metformina é mais eficiente em negros do que em brancos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A explosão do diabetes infantil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jan 2013 11:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[bebês]]></category>
		<category><![CDATA[brancos]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade da Pensilvânia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadora que coleta dados de diabéticos há 30 anos revela uma alarmante tendência: o número de crianças diagnosticadas tem aumentado assustadoramente. Terri Lipman é uma profissional da saúde multifacetada: é enfermeira, professora da Escola de Enfermagem da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, e ainda trabalha no Hospital Infantil da cidade. Apesar das várias atividades, ela &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadora que coleta dados de diabéticos há 30 anos revela uma alarmante tendência: o número de crianças diagnosticadas tem aumentado assustadoramente.</em></p>
<p><span id="more-2875"></span></p>
<p>Terri Lipman é uma profissional da saúde multifacetada: é enfermeira, professora da Escola de Enfermagem da <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">Universidade da Pensilvânia</a>, nos EUA, e ainda trabalha no Hospital Infantil da cidade. Apesar das várias atividades, ela possui uma ligação especial e intensa com uma doença em particular: o diabetes. Além de já ter organizado diversos eventos públicos para a conscientização sobre a condição, Terri também cuida de pacientes diabéticos &#8211; em especial das crianças &#8211; e realiza pesquisas científicas. Um de seus trabalhos é manter um registro detalhado de crianças com diabetes em sua cidade, a Filadélfia. Foi analisando os dados dos últimos vinte anos deste relatório que a enfermeira chegou a uma alarmante conclusão: as taxas de diabetes nos pequenos crescem em ritmo acelerado, principalmente nos últimos anos.</p>
<p>Em 1985, a Organização Mundial da Saúde criou um projeto de escopo global para o monitoramento do diabetes. A idéia era estudar a distribuição da doença entre diferentes populações, de distintas condições sociais e econômicas. Mais de 150 centros foram criados em 70 países. Nos EUA, um destes centros foi organizado pela doutora Lipman. Ela começou a coletar dados de crianças diabéticas na Filadélfia, dividindo-as entre brancas, negras e hispânicas. Hoje, 28 anos depois, o centro de Terri é o único ainda ativo nos EUA. Com tantos anos de dados coletados à disposição, Terri Lipman pôs-se ao trabalho de estudá-los, observando as mudanças no surgimento do diabetes de trinta anos atrás até os dias de hoje.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Crescimento explosivo</strong></p>
<figure id="attachment_2876" aria-describedby="caption-attachment-2876" style="width: 140px" class="wp-caption alignright"><img class="size-full wp-image-2876 " alt="A doutora Terri Lipman." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/terri-lipman-diabetes.jpg" width="140" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-2876" class="wp-caption-text">A doutora Terri Lipman.</figcaption></figure>
<p>A análise das informações do centro de monitoramento da doutora Lipman foi publicada na edição atual do periódico científico <em>Diabetes Care</em>. As principais &#8211; e preocupantes &#8211; conclusões são as de que a incidência de diabetes infantil (ou seja, diabetes tipo 1) cresceu 30% na cidade durante o período de 1985-2004 e que os índices de diabetes em crianças menores de cinco anos subiram 70%.</p>
<p>Os dados dão ainda mais peso às diversas pesquisas realizadas ao redor do planeta que demonstram que, a cada ano que passa, mais e mais crianças são diagnosticadas com o diabetes. Segundo a Federação Internacional de Diabetes, há um crescimento anual de 3% no número de pessoas com menos de 14 anos que descobrem que têm a doença. Pode-se pensar que isto é um bom sinal, indício de que os serviços de saúde têm dado o diagnóstico mais cedo. Mas, de acordo com especialistas, o real motivo do crescimento é a <a title="Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe" href="http://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/">má alimentação das gestantes</a> e das crianças, somada à falta de exercícios físicos.</p>
<p>&#8220;A incidência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> nas crianças da Filadélfia aumentou, em média, 1.5 porcento por ano&#8221;, revelou Terri. &#8220;É importante notar, todavia, que a incidência manteve-se relativamente estável durante os quinze primeiros anos de medição e subiu de maneira marcante a partir dos anos 2000. Esta tendência de crescimento é mais uma evidência do aumento da incidência do diabetes nos EUA e ao redor do mundo&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A questão étnica e a preocupação médica</strong></p>
<p>&#8220;Este crescimento mais rápido do diabetes tipo 1 em crianças menores de cinco anos requer atenção imediata&#8221;, disse Terri. &#8220;As crianças pequenas correm maiores riscos de morte por conta de diagnósticos mal feitos ou realizados tardiamente. O aumento rápido nos riscos de diabetes em crianças negras de 0 a 4 anos é particularmente preocupante, dadas as disparidades econômicas marcantes que foram identificadas nos tratamentos e nos resultados do diabetes nesta população.&#8221;</p>
<p>O relatório de Terri também traça um panorama interessante sobre a doença e as diferenças socio-genéticas das crianças. De acordo com a pesquisa, a incidência do diabetes tipo 1 em crianças hispânicas e brancas manteve-se historicamente estável, em torno de 14 diagnósticos por cada 100 mil crianças. Nos anos de 2000 a 2004, todavia, houve um aumento considerável de casos em ambos os grupos étnicos. <strong>O crescimento no número de crianças brancas com diabetes foi de 48%; dentre as hispânicas, o aumento chegou a 27%</strong>.</p>
<p><em>Nota: nos EUA, considera-se &#8220;branco&#8221; alguém de descendência européia ou de países americanos não-hispânicos; por isso, muitas crianças &#8220;hispânicas&#8221; seriam consideradas &#8220;brancas&#8221; pelo padrão brasileiro.</em></p>
<p>Os dados epidemiológicos de Terri também permitem aferir a prevalência do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a> em jovens. A pesquisa mostrou que, pelo menos na Filadélfia, a incidência do diabetes tipo 2 é maior em mulheres e em jovens negros, e menor em jovens brancos não-hispânicos.</p>
<p>Uma criança com diabetes é muito mais provável de possuir o tipo 1 da doença (<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-e-diabetes/">veja as diferenças entre os dois tipos aqui</a>), fato corroborado pelas informações do projeto. As crianças negras mostram incidência quase duas vezes maior do diabetes tipo 1 do que do 2. Já entre crianças brancas, <strong>o tipo 1 é 18 vezes mais comum do que o tipo 2</strong>. Isto indica, segundo Lipman, que as crianças negras têm uma predisposição maior ao diabetes tipo 2 &#8211; todavia, afirma a doutora, isto não se trata de uma conclusão categórica, mas de uma hipótese baseada apenas em observações específicas daquela cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que fazer para diminuir o crescimento</strong></p>
<p>&#8220;Apesar de haver várias hipóteses relacionadas às causas do aumento no número de casos de diabetes tipo 1, nenhum fator de risco foi até agora confirmado&#8221;, garante a dra. Lipman. &#8220;É crítico que se mantenham as investigações sobre os fatores de risco que possam estar relacionados ao crescimento na incidência do diabetes tipo 1 no geral, e, principalmente, nas crianças pequenas.&#8221;</p>
<p>&#8220;O diabetes tipo 1 continua sendo o maior risco para as crianças da Filadélfia, um risco três vezes maior que o diabetes tipo 2&#8221;, enfatizou Terri. &#8220;Melhorar e manter a coleta de informações e as pesquisas científicas ajudarão a tornar mais claras as origens e a epidemiologia destas preocupantes tendências mundiais em diabetes pediátrico&#8221;, concluiu a doutora.</p>
<p>Ela está fazendo a sua parte no combate ao problema. Há dois anos, Terri lançou o programa &#8220;<em>Dance for Health</em>&#8220;, o qual incentiva os pequenos a praticarem <a title="Astros da NBA se unem a diabéticos em campanha" href="http://www.diabeticool.com/astros-da-nba-se-unem-a-diabeticos-em-campanha/">atividades físicas</a> através da <strong>dança</strong>. Espera-se que o esforço diminua os riscos de <a title="Calcule as chances de um bebê ser uma criança obesa" href="http://www.diabeticool.com/calcule-as-chances-de-um-bebe-ser-uma-crianca-obesa/">obesidade infantil</a> &#8211; um dos principais fatores de risco para o diabetes. Além disto, ela estimula os alunos de enfermagem da Universidade a realizar ações educativas nas comunidades locais, ensinando bons hábitos alimentares, falando sobre a importância de praticar exercícios e explicando como identificar os sintomas iniciais do diabetes.</p>
<p>Apesar das taxas alarmantes de diabetes, as crianças da Filadélfia podem dormir mais sossegadas, sabendo que terão boas chances de crescer saudáveis: elas estão muito bem amparadas pelos esforços da doutora Terri Lipman.</p>
 A dança é uma ótima e divertida maneira de livrar as crianças dos riscos do sendentarismo e da obesidade.The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">A explosão do diabetes infantil</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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