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	<title>bactérias | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>A relação entre as bactérias do seu corpo e o diabetes tipo 1 e tipo 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 May 2017 00:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[anticorpos]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes e bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[transplante de fezes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diferentes tipos de bactérias podem aumentar os riscos de aparecimento do diabetes. Saiba quais são eles e como evitá-los. Por Ronaldo Wieselberg* Antes de começar a ler esse texto, sugiro que os leitores mais puristas em relação à higiene tomem uma água, respirem fundo e só então comecem a ler! &#160; MEU CORPO ESTÁ TOMADO &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diferentes tipos de bactérias podem aumentar os riscos de aparecimento do diabetes. Saiba quais são eles e como evitá-los.</em><span id="more-9632"></span><br />
<img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9634" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo.jpg" alt="DIABETES e as bacterias do corpo" width="880" height="550" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo.jpg 880w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo-768x480.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2017/05/DIABETES-e-as-bacterias-do-corpo-384x240.jpg 384w" sizes="(max-width: 880px) 100vw, 880px" /></p>
<h5><span style="color: #333333;"><em><strong>Por Ronaldo Wieselberg*</strong></em></span></h5>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >A</span>ntes de começar a ler esse texto, sugiro que os leitores mais puristas em relação à higiene tomem uma água, respirem fundo e só então comecem a ler!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #007cc5;"><strong><em>MEU CORPO ESTÁ TOMADO POR BACTÉRIAS!</em></strong><strong><em> </em></strong></span></h2>
<p>O nosso corpo tem mais bactérias do que células ‘nossas’. São bactérias na pele, na boca, nas narinas, no ânus&#8230; e o mais importante: <strong>elas são benéficas para nós</strong>! Ou seja, pode deixar o seu álcool gel de lado por enquanto. Vamos falar um pouquinho dessas <strong>bactérias boazinhas e da relação delas com o diabetes</strong>?</p>
<p>As bactérias vivem em muitos lugares do nosso corpo, como já falamos. A simples presença delas é importante, pois elas evitam que outras espécies de bactérias, causadoras de doenças, nos ataquem (principalmente na pele e no sistema digestório). Além disso, elas possuem diversos outros &#8216;benefícios&#8217; para o corpo, acompanhe:</p>
<ul>
<li>elsa produzem compostos antimicrobianos – sim, bactérias boas também <em>matam</em> bactérias malvadas!</li>
<li>produzem vitaminas que utilizamos para sobreviver</li>
<li>auxiliam o sistema de defesa do corpo a produzir anticorpos que matarão bactérias nocivas – a chamada “<strong>reatividade cruzada</strong>”.</li>
</ul>
 Bactérias: algumas fazem mal à saúde, mas outras são essenciais para o corpo.
<p>Mas como que ‘pegamos’ estas bactérias que vivem conosco? Bem, elas aparecem no nosso corpo por meio de muitas fontes. A maioria delas vêm da nossa exploração do mundo: ou seja, pela boca – pelo que comemos – e pelo tato – pelas coisas nas quais tocamos. Isso tem início nos momentos mais primitivos da nossa vida – ou seja, desde que estamos na barriga das nossas mães, há a passagem de algumas bactérias até nós. Depois que nascemos, isso se intensifica, uma vez que mamamos e o seio materno não é estéril (ainda bem!), sem contar que o próprio trabalho de parto contribui para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #007cc5;"><strong>QUAIS SÃO AS BACTÉRIAS DO NOSSO CORPO?</strong></span></h2>
<p>Existem duas classificações de bactérias que moram no nosso intestino alegremente: os <strong><em>Bacterioides</em> </strong>e os <strong><em>Firmicutes</em></strong>. De acordo com alguns estudos recentes – que datam entre 2014 e 2016 –, os <em>Bacterioides</em> estariam relacionados à não-obesidade e os <em>Firmicutes</em> estariam relacionados com <a href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-diabetes-uma-relacao-de-amor-e-odio/">maior risco de obesidade</a>.</p>
<p>Portanto, a presença dos <em>Firmicutes </em>aumentaria o risco de desenvolver diabetes – tanto o tipo 2 quanto o tipo 1! – e a presença dos <em>Bacterioides </em>diminuiria esse risco! O mecanismo pelo qual isso acontece ainda é incerto, porém, existem algumas teorias interessantes&#8230;</p>
<blockquote><p><span style="color: #007cc5;"><strong><em>Ter um determinado tipo de bactérias no meu organismo poderia aumentar minhas chances de ganhar peso?</em></strong></span></p></blockquote>
<p>A primeira dela diz que uma quantidade aumentada de <em>Firmicutes</em> diminuiria a produção de substâncias que protegem a mucosa intestinal. Isso aumentaria a inflamação do local e alteraria a permeabilidade da mucosa. Sendo assim, basicamente, tudo o que chegar no intestino ‘passaria’ para a corrente sanguínea! Isso faria com que substâncias que causam uma inflamação geral passassem também para o sangue, causando então um aumento da <a href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-tanto-sobre-diabetes-quanto-pensa/">resistência à ação da insulina</a>. Já os <em>Bacterioides</em> produzem bastante dessa substância, protegendo a mucosa do intestino e diminuindo a inflamação geral.</p>
 Se sujar faz bem &#8211; eis uma verdade que vai além do slogan publicitário! Afinal, é nessas brincadeiras que entramos em contato com diversos tipos de bactérias, o que pode ser benéfico à saúde.
[pullquote]Existem bactérias que podem diminuir a vontade de comer; outras, aumentar. Será que o equilíbrio entre elas é a chave para o controle do peso? E será que alguma delas poderia ajudar a evitar o surgimento do diabetes? [/pullquote]
<p>Outra teoria diz que os <em>Firmicutes</em> produzem substâncias que diminuem a saciedade ao comer. Portanto, fariam a pessoa comer mais e mais, aumentando o peso, a resistência insulínica e favorecendo o diabetes tipo 2. Já os <em>Bacterioides</em> aumentariam a saciedade pela produção aumentada de uma substância chamada <a href="http://www.diabeticool.com/celulas-intestinais-e-insulina-qual-a-relacao/"><strong>serotonina</strong></a> – relacionada ao prazer de comer! – e dessa forma a pessoa comeria menos, teria um controle do peso mais fácil e favoreceria o controle da glicemia.</p>
<p>Todos esses fatores de ganho de peso e inflamação são bem relacionados ao diabetes tipo 2. Porém, quando falamos de diabetes tipo 1, precisamos voltar ao que falei lá no começo do texto: <strong>reatividade cruzada</strong>.</p>
<p>Como os <em>Firmicutes</em> aumentam a inflamação da mucosa, sua ação faria passar pelo intestino pedacinhos de bactérias que aumentam a atividade imunológica. Assim, <a href="http://www.diabeticool.com/existe-vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-conversa-sobre-anticorpos-e-diabetes/">há a produção de anticorpos por parte do sistema de defesa</a>, que por algum capricho do destino também ataca as células beta do pâncreas. Essa é uma teoria, inclusive, sobre como surgiriam os anticorpos do diabetes tipo 1 – anticorpos anti-GAD, anti-ilhota, anti-insulina&#8230;</p>
<p><strong> </strong></p>
<h2><span style="color: #007cc5;"><strong>COMO MUDAR AS BACTÉRIAS DO SEU CORPO?</strong><strong> </strong></span></h2>
<p>Existem alguns métodos para trocar as bactérias do corpo e conseguir a riqueza de <em>Bacterioides</em> que todos queremos. Um deles – o mais seguro e mais difícil – é pela <strong>alimentação</strong>.</p>
<p>O consumo de <strong>frutas</strong>, <strong>verduras</strong> e <strong>fibras</strong> está relacionado a uma maior quantidade de <em>Bacterioides</em>, enquanto o consumo de alimentos industrializados e embutidos está relacionado a uma maior quantidade de <em>Firmicutes</em>. Pense em como isso é importante, considerando que as bactérias passam de mãe para filho&#8230; então não adianta querer que <em>só o seu filho</em> coma bem. Se <em>você não comer bem</em>, não adianta reclamar depois: os <em>Firmicutes</em> ainda estarão por aí e poderão ser transmitidos à prole!</p>
 Bactérias intestinais: além de ajudarem na digestão, ainda afetam o peso e a glicemia. Microscopia: Martin Oeggerli
<p>Essa alimentação saudável – chamada por muitos de “<strong>alimentação viva</strong>” – não tem resultado de uma hora para a outra ou de um dia para o outro. Para mudar de verdade as bactérias do sistema digestório, é necessário que essa dieta seja mantida por alguns <strong>meses</strong>, no mínimo. Então, nada de comer bem por pouco tempo e acreditar que isso basta: o bom hábito deve ser constante!</p>
<p>O uso de antibióticos também altera as bactérias do corpo. Alguns antibióticos, especialmente <em>Ciprofloxacino</em> e <em>Clindamicina</em>, modificam a fauna de bactérias do corpo, e sabemos que quanto mais cedo na vida for feito esse uso, maior a chance de desenvolver obesidade, diabetes tipo 1 e diabetes tipo 2 pelo aumento dos <em>Firmicutes</em>. Não usamos antibióticos para “evitar” o diabetes, mesmo porque o uso indiscriminado de antibióticos traz consequências desastrosas – como por exemplo a resistência bacteriana a essa classe de medicamentos. Assim, os antibióticos devem ser usados com cuidado, apenas com a recomendação médica.</p>
[pullquote]Sim, existe o termo &#8216;transplante de fezes&#8217;! A técnica já foi testada em ratos, com resultados surpreendentes.[/pullquote]
<p>Por fim, o método mais “radical” de troca de bactérias é o <em>transplante de fezes</em>. Sim, pode voltar lá e ler de novo, você viu certo. Em alguns ratinhos de laboratório, o transplante de fezes foi realizado entre ratinhos com obesidade e ratinhos de peso normal. Os ratinhos que receberam as fezes dos ratinhos com obesidade&#8230; também engordaram!!! Em contrapartida, os transplantes de fezes ricas em <em>Bacterioides</em> diminuiu a incidência do diabetes e diminuiu a resistência insulínica! Tomara que nenhum ser humano precise passar por este teste!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bem, bactérias são apenas <em>uma </em>das várias partes do diabetes. Curiosamente, é uma das partes que conseguimos mudar com bons hábitos alimentares, e portanto, podemos fazer em casa! Colabore com o seu corpo!</p>
<p>Até a próxima!</p>
<div style="border: 2px solid #1b478e; padding: 10px; background-color: #55acee;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #ffffff;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</span></div>
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		<title>A curiosa relação entre peso, bactérias &#8220;boas&#8221; e nossos genes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2014 16:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo. Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O quanto você pesa pode estar intimamente relacionado aos seus genes e à maneira como eles controlam quais bactérias vivem em nosso corpo, afirma novo estudo.</em><span id="more-8051"></span></p>
 O sistema digestório é composto por bilhões de microorganismos, que nos ajudam a aproveitar melhor os nutrientes dos alimentos. Imagem:BBC
<p>Os genes – estas moléculas pequeninas presentes em nossas células e que contêm as “instruções” que ditam o funcionamento do corpo – são importantíssimos quando o assunto é peso. A influência da genética na balança é enorme. Muitas pessoas não conseguem de jeito nenhum perder peso, por mais que sigam as dietas mais tradicionais ou exóticas – grande parte da culpa nestes casos pode estar, sim, no nosso DNA.</p>
<div style="background-color: #ffb84d; border: 2px solid #FF9900; padding: 10px;">A descoberta que esta matéria apresenta é importantíssima, também, para quem se interessa por diabetes. Controlar o peso e a alimentação é parte fundamental do tratamento da doença. O sobrepeso e a obesidade são as fatores de risco número 1 para o diabetes tipo 2. <a title="Obesidade e sua relação com a genética" href="http://www.diabeticool.com/obesidade-e-sua-relacao-com-a-genetica/">Saiba mais aqui</a>!</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar da Ciência já saber, há tempos, sobre a influência dos genes em nosso peso, a maneira como isto ocorre ainda é nebulosa. Uma nova pesquisa, publicada no periódico <em>Cell</em>, revela uma nova faceta desta interação e ajuda a explicar a questão. Segundo o trabalho científico, a composição genética altera os <strong>tipos de bactérias</strong> que vivem no nosso sistema digestório. E isso tem tudo a ver com a maneira pela qual o corpo lida com os nutrientes da alimentação.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Bacterias en el Intestino" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/RokBhI0YpdY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>MUNDO MICROSCÓPICO DE PESO</strong></p>
<p>A pesquisa, conduzida por pesquisadores da Universidade Cornell e do King’s College London, comparou a “fauna” intestinal de gêmeos idênticos (ou seja, pessoas com o DNA 100% igual) e gêmeos não-idênticos (que tem cerca de 50% do DNA igual). Por “fauna intestinal” entende-se a quantidade e os tipos de <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">bactérias</a> que vivem em nosso corpo, ajudando a processar os alimentos que comemos.</p>
<p>Os cientistas descobriram que gêmeos idênticos possuem a composição bacteriana muito mais parecida do que em gêmeos não-idênticos. Além disso, uma espécie de bactérias – as <em>Christensenellaceae</em> – foram muito mais comuns em pessoas magras do que nos gêmeos mais gordinhos.</p>
<p>Estes resultados demonstram uma forte influência dos <a title="Diabetes neonatal: as causas estão nos genes!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-neonatal-as-causas-estao-nos-genes/">genes</a> na maneira como o corpo lida com os alimentos, afirmam os cientistas. Além disso, abrem a possibilidade de tratar problemas como obesidade e sobrepeso através da administração de <em>Christensenellaceae</em>.</p>
<p style="text-align: left;">Atualmente, a maneira mais recomendada de evitar os problemas de saúde decorrentes do excesso de peso é a reeducação alimentar, equilibrando os nutrientes ingeridos no dia-a-dia. <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">Praticar atividades físicas</a> também é essencial à manutenção da boa saúde. Já pensou se no futuro, além destas atividades, ingerir bactérias possa, também, ajudar a manter o peso sob controle?</p>
 Carnaval colorido: representação artística da variedade de bactérias presentes em nosso organismo.
<p>“Setenta por cento das diferenças de peso entre as pessoas são causados pelos genes – isto já é conhecido pela Ciência há cerca de 10 anos”, afirmou Tim Spector, professor do King’s College e um dos autores do estudo.</p>
<p>“Possivelmente há algum importante fator que ainda não descobrimos no controle do peso. Determinar se os micróbios em nossos intestinos são ou não são influenciados pelos genes do hospedeiro é importante. É uma parte do nosso corpo que havíamos, até então, ignorado”, explica.</p>
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		<title>Bactérias intestinais são associadas a baixos índices de obesidade e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2014 21:41:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas saudáveis apresentam uma diversidade de espécies maior da microbiota intestinal, que reforça a proteção contra várias doenças. Em um pequeno estudo, que dá suporte a descobertas anteriores que ligam determinado microrganismos do intestino à obesidade e ao diabetes tipo 2, pesquisadores turcos descobriram inconsistências na microbiota das pessoas afetadas pelas condições citadas acima quando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas saudáveis apresentam uma diversidade de espécies maior da microbiota intestinal, que reforça a proteção contra várias doenças.</em><span id="more-7717"></span></p>
<p style="color: #393939;">Em um pequeno estudo, que dá suporte a descobertas anteriores que ligam determinado <a title="Bactérias ajudam a combater obesidade e diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/bacterias-ajudam-a-combater-obesidade-e-diabetes-diz-estudo/">microrganismos do intestino</a> à obesidade e ao diabetes tipo 2, pesquisadores turcos descobriram inconsistências na microbiota das pessoas afetadas pelas condições citadas acima quando comparadas a indivíduos saudáveis.</p>
<p style="color: #393939;">Microbiota é um termo científico para descrever a comunidade bacteriana digestiva, composta por pelo menos 160 espécies. Ela é considerada parte do <a title="Médico diz que prefere ter HIV a diabetes e causa polêmica" href="http://www.diabeticool.com/medico-diz-que-prefere-ter-hiv-a-diabetes-e-causa-polemica/">sistema imunológico</a>, por sua capacidade de combater uma série de doenças.</p>
<p style="color: #393939;">— A microbiota intestinal pode ser utilizada como um importante indicador para determinar o risco dessas doenças metabólicas ou pode se tornar um alvo terapêutico para tratá-las— diz Yalcin Basaran, endocrinologista da Escola de Medicina da Academia Médica Militar Gulhane, em Ancara.</p>
<p style="color: #393939;">No estudo, os pesquisadores trabalharam com 27 adultos que tinham obesidade grave, 26 participantes recém-diagnosticados com diabetes tipo 2 e um grupo de controle com 28 voluntários saudáveis. Um dos critérios de seleção foi a ausência de medicamentos e antibióticos no sistema, o que poderia alterar a composição da microbiota. A análise fecal apresentou maior diversidade da microbiota nos indivíduos saudáveis e nos grupos de obesos e diabéticos estavam faltando várias espécies importantes.</p>
<p style="color: #393939;">— Novos testes devem ser feitos para esclarecer se as mudanças microbianas intestinais são uma causa ou efeito das doenças metabólicas. A manipulação de bactérias intestinais poderia oferecer uma nova abordagem para gerenciar a obesidade e diabetes tipo 2— afirma Basaran.</p>
<p style="color: #393939;">A investigação obteve sucesso ao conectar diversas condições a uma bactéria específica, já que o <a title="Índice de Massa Corporal (IMC)" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/indice-de-massa-corporal-imc/">índice de massa corporal</a> (IMC) dos pacientes, a circunferência da cintura e o controle de açúcar no sangue, entre outros fatores, corresponderam às suas respectivas contagens de determinadas espécies.</p>
<p style="color: #393939;">Ainda que manter a microbiota diversificada seja uma questão de alimentação para a maioria das pessoas, o transplante por meio de material fecal talvez seja necessário para os casos nos quais a alteração dos hábitos alimentares não traz resultados. Também conhecidos como bacterioterapia fecal, os transplantes fecais têm sido usados com moderação apesar de serem cada vez mais comuns.</p>
<p style="color: #393939;"><strong>Fonte: <a href="http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/noticia/2014/06/bacterias-intestinais-sao-associadas-a-baixos-indices-de-obesidade-e-diabetes-4537853.html" target="_blank" rel="nofollow">ZH Vida</a></strong></p>
<p style="color: #393939;">The post <a href="https://www.diabeticool.com/bacterias-intestinais-sao-associadas-a-baixos-indices-de-obesidade-e-diabetes/">Bactérias intestinais são associadas a baixos índices de obesidade e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda a relação entre doenças periodontais e diabetes</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/entenda-a-relacao-entre-doencas-periodontais-e-diabetes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2014 16:04:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diabetes também pode causar problemas na boca e nas gengivas. Vamos entender o mecanismo por trás disto? O diabetes é uma enfermidade caracterizada pelo fato de o corpo não produzir ou usar adequadamente a insulina. A insulina é um hormônio necessário à conversão do açúcar, amido e outros elementos na energia de que precisamos na &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diabetes também pode causar problemas na boca e nas gengivas. Vamos entender o mecanismo por trás disto?</em><span id="more-6478"></span></p>
<p>O diabetes é uma enfermidade caracterizada pelo fato de o corpo não produzir ou usar adequadamente a <a title="No final das contas, diabéticos tipo 1 produzem, sim, insulina!" href="http://www.diabeticool.com/no-final-das-contas-diabeticos-tipo-1-produzem-sim-insulina/">insulina</a>. A insulina é um hormônio necessário à conversão do açúcar, amido e outros elementos na energia de que precisamos na vida diária. Cerca de um terço dos 20,8 milhões adultos e crianças que têm diabetes nos Estados Unidos não sabem que são portadores da doença. Pesquisas recentes sugerem que a <a title="Diabéticos são mais suscetíveis a doenças bucais como a periodontite" href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-sao-mais-suscetiveis-a-doencas-bucais-como-a-periodontite/">periodontite</a> está geralmente associada com o diabetes e pode ser considerada como uma das complicações clínicas da doença. Um estudo recente, realizado com mais de 200 participantes, examinou a relação entre o diabetes e a periodontite. Os resultados indicaram que os portadores de diabetes tinham um nível mais elevado de periodontite do que os participantes que não tinham a doença.</p>
<p>Entre os fatores importantes a serem considerados na avaliação do estado periodontal de pacientes diabéticos e na formulação dos planos de tratamento estão o grau de controle metabólico, a duração da doença, a presença de complicações diabéticas de longo prazo e de fatores de risco simultâneos, além do nível geral de bem-estar do paciente.</p>
<p>É importante enfatizar a necessidade de reduzir a presença de bactérias e eliminar o biofilme dentário abaixo e acima da linha da gengiva. Isso pode ser feito com a raspagem tradicional e a regularização da raiz dos dentes, como complemento aos cuidados tomados em casa. O tratamento deve concentrar-se na prevenção de doenças periodontais e <a title="Você conhece o sintoma do “ombro congelado”?" href="http://www.diabeticool.com/voce-conhece-o-sintoma-do-ombro-congelado/">inflamação</a> bucal, cujo controle é essencial no caso das complicações associadas com o diabetes. E, como sabemos que a ameaça bacteriana é um fator de risco na gengivite, mesmo entre diabéticos saudáveis com bom controle da doença, os pacientes devem ser incentivados a usar fio de dental regularmente e escovar os dentes com um creme dental com flúor que oferece proteção antibacteriana.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://saude.terra.com.br/saude-bucal/condicoes-medicas/entenda-a-relacao-entre-doencas-periodontais-e-diabetes,619f2022e15bb310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html" target="_blank" rel="nofollow">Portal Terra</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/entenda-a-relacao-entre-doencas-periodontais-e-diabetes/">Entenda a relação entre doenças periodontais e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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