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	<title>Suécia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes como você nunca viu antes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Jan 2013 14:28:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[camundongo]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Umeå]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova técnica de captação de imagens permite observar, com riqueza de detalhes, órgãos afetados pelo diabetes. Os resultados impressionam. Uma equipe de cientistas da Universidade de Umeå, na Suécia, está deixando de queixo caído colegas ao redor do mundo. Seu trabalho ao longo dos últimos cinco anos tem sido o de aperfeiçoar técnicas de visualização &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova técnica de captação de imagens permite observar, com riqueza de detalhes, órgãos afetados pelo diabetes. Os resultados impressionam.</em></p>
<p><span id="more-2839"></span></p>
<p>Uma equipe de cientistas da <a title="Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio" href="http://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Universidade de Umeå</a>, na Suécia, está deixando de queixo caído colegas ao redor do mundo. Seu trabalho ao longo dos últimos cinco anos tem sido o de aperfeiçoar técnicas de visualização de estruturas biológicas microscópicas, com um foco especial em órgãos relacionados ao diabetes. Os últimos resultados alcançados foram imagens nunca antes observadas das pequenas estruturas da natureza. O avanço na tecnologia de visualização permite que diagnósticos muito mais precisos possam ser realizados em diabéticos no futuro próximo, além de abrir oportunidades para acompanhamento de inovadores tratamentos e terapias.</p>
<p>O trabalho dos pesquisadores de Umeå mostrou resultados tão positivos que o time receberá mais de um milhão de reais em verbas da União Européia. Com este patrocínio, espera-se que aumente a colaboração entre grupos de pesquisas sobre diabetes no continente &#8211; o que pode significar evoluções mais rápidas na busca por curas para a doença.</p>
 Imagem inédita captada pela nova tecnologia, mostrando estruturas do pâncreas de um camundongo com diabetes tipo 1. Em azul, as ilhotas de Langerhans, produtoras de insulina. Em vermelho, os vasos sangüíneos. Em verde, células auto-imunes invasoras, que destroem as células produtoras de insulina, causando o diabetes.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Entendendo as belas imagens</strong></p>
<p>O trabalho dos cientistas suecos é aperfeiçoar imagens de estruturas biológicas obtidas através de <a title="De olho no cálcio do coração dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/de-olho-no-calcio-do-coracao-dos-diabeticos/"><strong>tomografias</strong></a>. Mais especificamente, eles utilizam um tipo de tomografia chamado de tomografia de projeção óptica. A vantagem de uma tomografia, em comparação a uma fotografia comum, é captar uma &#8220;fatia&#8221; interna de um objeto sem precisar cortá-lo. Isto é essencial em métodos não-invasivos de diagnóstico, ou quando há impossibilidade de &#8220;abrir&#8221; um objeto (como um órgão vivo) para observar seu interior. Máquinas de tomografia mais modernas são capazes de capturar centenas de imagens de &#8220;fatias&#8221; de um objeto, a partir de diferentes ângulos, e então, com a ajuda de um computador, montar estas imagens em um objeto virtual de três dimensões.</p>
 Tratamentos inovadores para o diabetes poderão ser testados a partir de agora, como por exemplo implantar ilhotas de Langerhans em pacientes e acompanhar, sem cirurgias, a evolução da terapia. A imagem mostra o fígado de um camundongo (em cinza) no qual ilhotas foram transplantadas (azul). Em vermelho estão os vasos sangüíneos.
<p>&nbsp;</p>
<p>Há cinco anos, os suecos conseguiram um avanço importante na tecnologia da tomografia ao permitirem a captação de imagens de órgãos inteiros, desde que relativamente pequenos (como <a title="Tamanho (do pâncreas!) é documento" href="http://www.diabeticool.com/tamanho-do-pancreas-e-documento/">pâncreas </a>de camundongo) &#8211; até então, era possível apenas utilizar seções ou amostras pequenas de órgãos em um tomógrafo de projeção óptica. Agora, a equipe anunciou no <i>The Journal of Visualized Experiments</i> que já é capaz de captar imagens de órgãos ainda maiores por completo. Por exemplo, um pâncreas inteiro de um rato, bem maior que o de camundongos, pode ser analisado pela técnica. A importância disto é grande, uma vez que ratos são considerados fisiologicamente mais próximos dos seres humanos do que os camundongos. Desta forma, estudos feitos a partir de órgãos de ratos serão muito mais úteis e proveitosos para a compreensão de doenças humanas, assim como para o desenvolvimento de novas terapias. O aumento na resolução das imagens foi obtido utilizando-se luz infravermelha para a captação das &#8220;fatias&#8221;.</p>
 A nova técnica permite visualizar órgãos muito maiores do que anteriormente era possível. Em vermelho, as ilhotas de Langerhans de dois pâncreas &#8211; o de camundongo (à esquerda e bem menor) e um de rato (à direita).
<p>&nbsp;</p>
<p>O uso da luz infravermelha, além de permitir visualizar órgãos maiores, ainda traz outra vantagem. Os cientistas serão capazes de visualizar diferentes tipos celulares ao mesmo tempo a partir de uma mesma amostra. Como exemplo, eles escrevem no artigo que será possível rastrear simultaneamente as <a title="Células Beta" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">ilhotas de Langerhans</a> (onde a insulina é produzida) do pâncreas, as células auto-imunes e a distribuição de vasos sangüíneos no órgão &#8211; todos estes fatores de extrema relevância nas pesquisas sobre <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> (veja o exemplo na primeira figura do artigo).</p>
<p>A Suécia tem sido pioneira na criação de revolucionárias técnicas de captação de imagens médicas sem a necessidade de cirurgias no paciente. Grupos de pesquisa no mundo inteiro estão em uma corrida para encontrar a melhor maneira de permitir aos médicos observar com detalhes o funcionamento do corpo humano de maneira não-invasiva, método considerado o futuro da tecnologia médica. Todos os pacientes agradecem!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-como-voce-nunca-viu-antes/">Diabetes como você nunca viu antes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Diabetes pelo Mundo: Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 18:57:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[Bélgica]]></category>
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		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia! A OCDE, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou Portugal, que tem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia!</em></p>
<p><span id="more-2025"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2026" title="bandeira portugal diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg" alt="" width="451" height="299" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg 451w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes-362x240.jpg 362w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></p>
<p>A <strong>OCDE</strong>, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou <a title="Receita: Bacalhau de Natal" href="http://www.diabeticool.com/bacalhau-de-natal/">Portugal</a>, que tem quase 10% da população com algum tipo de diabetes. A média de prevalência da condição nos países da União Européia foi de 6.4% da população.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>Chipre e Polônia completam o top 3 de países com mais diabéticos. Do lado de baixo do ranking, Suécia, Luxemburgo e Bélgica possuem menos de 5% de diabéticos dentre seus habitantes.</p>
<p>De acordo com a OCDE, no geral, os índices de diabetes vêm crescendo ao longo de todo o continente, seguindo a mesma tendência das taxas de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">obesidade</a> (um dos grandes fatores de risco para o diabetes tipo 2). Em alguns países, o número de diabéticos dobrou em relação aos dados de 1990. A Organização afirma que mais de 100.000 mortes ano passado foram devidas à doença.</p>
<p>A boa notícia para os portugueses é que o número de <a title="A doce baforada alheia" href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">fumantes</a> e o consumo de álcool per capita caíram na última década. É sabido que o tabagismo aumenta as chances de uma pessoas contrair o diabetes (veja em nosso texto &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">A Doce Baforada Alheia</a>&#8220;), além de outras doenças cardiovasculares, e que o álcool favorece episódios de hipoglicemia em diabéticos. Em vista destes bons índices de saúde da população, talvez o crescente número de diabéticos no país seja culpa, portanto, dos famosos e deliciosos pasteizinhos de Belém, ou de outras calóricas iguarias da culinária lusitana&#8230;!</p>
<p>O levantamento da OCDE complementa as informações do <strong>PREVADIAB</strong> &#8211; o primeiro e mais completo estudo da prevalência de diabetes em Portugal, realizado em 2010. Nele, estimou-se em 11.7% o número de portugueses que têm diabetes. Um dado interessante deste trabalho é que a taxa era maior entre homens (14.2% dos portugueses teriam diabetes, em contraste a 9.5% das portuguesas). Porém, a grande surpresa foi constatar que quase metade da população (43.6%) têm diabetes, mas não sabe, e que, contando-se os casos de pré-diabetes, o número de diabéticos em Portugal pode chegar a 35% dos cidadãos! É bom nossos bons amigos da terrinha manterem os olhos abertos para este perigo em ascenção!</p>
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		<title>1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 21:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude. Hemoglobinas são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de hemoglobina glicada, ou HbA1c. A hemoglobina glicada é formada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude.</em></p>
<p><span id="more-1891"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/casal-velhinho-diabetes/"></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hemoglobinas</strong> </span>são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a>, ou <strong>HbA1c</strong>. A hemoglobina glicada é formada quando uma hemoglobina entra em contato com a <a title="Glicose" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> no sangue. Como diabéticos costumam ter mais glicose no sangue do que o normal, suas taxas de HbA1c são maiores. Através de medições da quantidade de HbA1c na corrente sangüínea, é possível inferir como a <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de uma pessoa se comportou ao longo do tempo. Por isso, é muito comum o acompanhamento de HbA1c em diabéticos, a fim de se determinar os melhores passos para o tratamento.</p>
<p>Uma recente e abrangente pesquisa sueca estudou idosos diabéticos tipo 2 e a evolução das suas taxas de hemoglobina glicada. No total, participaram mais de 12 mil e trezentas pessoas. Todas elas não cuidavam direito do diabetes e estavam acima do peso, porém não tinham problemas cardiovasculares. O trabalho foi realizado pela Universidade de Gotemburgo e abrangeu um período de 5 anos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Como o experimento funcionou</strong></span></p>
<p>Os pacientes foram divididos em dois grupos. Um deles, aos longos dos cinco anos, incluía pessoas que <span style="color: #3366ff;">diminuíram as taxas de hemoglobina glicada</span> em pelo menos 0,1%, devido a melhoras nos cuidados do diabetes. O outro grupo continha aqueles nos quais <span style="color: #ff0000;">as taxas aumentaram</span> em pelo menos 0,1%. No início do estudo, a taxa média de hemoglobina glicada nos dois grupos era de 7,8%. Ao final, a média do <span style="color: #3366ff;">primeiro grupo foi de 7%</span>, e <span style="color: #ff0000;">do segundo 8,4%</span>.</p>
<p>Após os cinco anos, as taxas de mortalidade dos dois grupos mostraram uma considerável diferença. <span style="color: #3366ff;">Do grupo que diminuiu as taxas de hemoglobina glicada, 10% dos pacientes faleceram.</span> <span style="color: #ff0000;">Do grupo que aumentou as taxas, o número pulou para 15%</span>, um aumento de 50%. E não foi só isso: a incidência de doenças coronárias foi de <span style="color: #3366ff;">12% no primeiro</span> e <span style="color: #ff0000;">20% no segundo grupo</span>. Doenças cardiovasculares surgiram em apenas <span style="color: #3366ff;">17% dos integrantes do primeiro grupo</span> e em <span style="color: #ff0000;">30% dos do segundo</span>.</p>
<p>A conclusão é clara: uma diminuição pequena nos níveis de hemoglobina glicada (de menos de 1%!) aumenta a expectativa e a qualidade de vida de diabéticos, evitando <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">doenças cardiovasculares</a>. Interessante notar que o valor alcançado pelo melhor grupo (7% de HbA1c no sangue) está 100% de acordo com o padrão sugerido pela <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">American Diabetes Association</a> para pessoas idosas.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 17:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.  Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.</em> <span id="more-712"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/machudao-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. Muitos dos aproximados 350 milhões de diabéticos no mundo desenvolvem úlceras nos pés, o que leva a amputações em 10-15 milhões de casos. Mesmo assim, ainda hoje, o tratamento primário para lesões em diabéticos consiste em aplicação de compressas e bandagens; não existe medicação efetiva conta a condição.</p>
<p>Ou, talvez, não <em>existia</em>. Pesquisadores de Universidade de Umeå, na Suécia, publicaram no periódico <em>Blood</em> o resultado de anos de pesquisas com uma proteína chamada de plasminogênio. Os dados são tão animadores que os cientistas, agora, esperam apenas um patrocínio para iniciar análises clínicas de um novo remédio para cicatrização, cujo princípio ativo já foi testado, com enorme sucesso, em camundongos.</p>
<h3>O segredo do plasminogênio</h3>
<p>O plasminogênio é uma proteína já bem conhecida pela Ciência, produzida pelo fígado e encontrada em todos os fluidos corporais. <span style="color: #334c80;">Os pesquisadores da Umeå foram capazes de reavaliar sua função e demonstrar que sua concentração aumenta dramaticamente dentro e ao redor de lesões, o que é um sinal importante para se iniciar a reação inflamatória necessária à cicatrização. Em diabéticos, esta concentração não aumenta tanto, o que parece ser a razão pela qual as feridas não saram. A fim de testar tal hipótese, os cientistas injetaram plasminogênio ao redor de machucados em camundongos e ratos diabéticos. O processo de cicatrização começou imediatamente, e as feridas eventualmente fecharam por completo.</span></p>
<h3>Nova medicação</h3>
<p>Uma linhagem celular produtora de plasminogênio em larga escala já foi desenvolvida em Umeå e os pesquisadores esperam apenas financiamento para que o desenvolvimento de uma nova medicação se inicie. As expectativas são altíssimas, uma vez que a proteína é endógena (produzida pelo organismo) e, por isso, não deve apresentar efeitos colaterais. A princípio, os cientistas concentram seus esforços nos machucados de diabéticos, porém o plasminogênio tem o potencial de auxiliar a cura de outras feridas (como perfurações da membrana timpânica e periodontite), além de ser efetivo na destruição de bactérias resistentes a antibióticos, devido às suas propriedades pró-inflamatórias.</p>
<p>&#8220;Hoje temos o conhecimento necessário para desenvolver um remédio&#8221;, garante, otimista, o professor Tor Ny, um dos autores do artigo. &#8220;O grosso da pesquisa pré-clínica já foi feito e nós temos tido reuniões com a Agência de Produtos Médicos (a &#8220;Anvisa&#8221; sueca) para discutir um programa para os testes clínicos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Miseráveis encontros entre motoristas diabéticos e a polícia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 19:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Greene]]></category>
		<category><![CDATA[cerveja]]></category>
		<category><![CDATA[choque diabético]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Gävlebon]]></category>
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		<category><![CDATA[polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes é complicado ser um bom cidadão &#8211; e diabético &#8211;  perante a polícia rodoviária Mês passado, Adam Greene foi pego no flagra por policiais da cidade de Henderson, em Nevada, EUA, dirigindo erraticamente às 4 da manhã – e por “erraticamente” entenda atravessando loucamente as faixas da rodovia sem o menor pudor. Concluindo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Às vezes é complicado ser um bom cidadão &#8211; e diabético &#8211;  perante a polícia rodoviária</em></p>
<p><span id="more-443"></span></p>
<p>Mês passado, Adam Greene foi pego no flagra por policiais da cidade de Henderson, em Nevada, EUA, dirigindo erraticamente às 4 da manhã – e por “erraticamente” entenda atravessando loucamente as faixas da rodovia sem o menor pudor. Concluindo que se tratava de mais um perigoso bêbado ao volante, os patrulheiros perseguiram o carro e conseguiram para-lo. Pediram polidamente que Adam saísse do carro. Como ele não realizou tal ação e parecia que não estava a fim de realizá-la, os policiais, mantendo-se educados e respeitosos, arrancaram o motorista do veículo, meteram o joelho em sua coluna a fim de erguer seus braços, quebrando uma costela no processo, e o derrubaram no chão com um chute no rosto. Finalmente domesticado, Adam Greene estava a ponto de ser preso quando alguém percebeu uma coisa estranha em seus bolsos – potinhos de insulina.</p>
<figure id="attachment_445" aria-describedby="caption-attachment-445" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-445 " title="Adam Greene Diabetico" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico.jpg" alt="" width="418" height="230" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico.jpg 418w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico-415x228.jpg 415w" sizes="(max-width: 418px) 100vw, 418px" /></a><figcaption id="caption-attachment-445" class="wp-caption-text">Policiais encaram a ameça motorizada chamada Greene</figcaption></figure>
<p>“Chamem os médicos! (&#8230;) Nós achamos insulina nos bolsos dele&#8230;ele está semiconsciente. (&#8230;) Ele é diabético, provavelmente está em choque.” – disse um dos oficiais presentes no ringue de asfalto.</p>
<figure id="attachment_446" aria-describedby="caption-attachment-446" style="width: 418px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico-2.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-446 " title="Adam Greene Diabetico 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico-2.jpg" alt="" width="418" height="230" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico-2.jpg 418w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/03/Adam-Greene-Diabetico-2-415x228.jpg 415w" sizes="(max-width: 418px) 100vw, 418px" /></a><figcaption id="caption-attachment-446" class="wp-caption-text">Nada como uma botinada na face para sossegar alguém em choque</figcaption></figure>
<p>De fato, Adam encontrava-se em choque diabético, condição que ocorre quando a hipoglicemia atinge níveis críticos e que pode ser confundida com efeitos alcoólicos severos por pessoas mal treinadas. Este mal treinamento policial custou à cidade de Henderson quase 300 mil dólares em indenização para o senhor Greene.</p>
<p>O senhor Gävlebon, da Suécia, teve menos sorte. Também diabético, foi pego em um acesso de hipoglicemia, enquanto dirigia, pela polícia rodoviária do país nórdico. Só que o dirigir errático do diabético não havia sido causado pela falta de açúcar na corrente sangüínea: sentindo que sua glicemia diminuia, Gävlebon decidiu ingerir a única coisa que tinha em mãos que continha açúcar. No caso, tratava-se de duas latinhas de cerveja. Melhor dirigir com o álcool de duas latinhas do que em choque diabético, correto? A polícia sueca não concordou, e Gävlebon, apesar das suas boníssimas intenções, vai passar o mês de março – o último do cobiçado verão sueco &#8211; na cadeia!</p>
<p>Mais informações sobre o caso <a href="http://www.svd.se/nyheter/inrikes/rattfyllerist-skyllde-pa-diabetes_6846715.svd" target="_blank">Gävlebon aqui</a> e sobre o caso Greene <a href="http://www.theblaze.com/stories/stop-resisting-police-beat-man-resisting-arrest-only-to-find-hes-in-diabetic-shock/" target="_blank">neste link</a>.</p>
<p>Fotos: The Blaze.com</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/miseraveis-encontros-entre-motoristas-diabeticos-e-a-policia/">Miseráveis encontros entre motoristas diabéticos e a polícia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 01:09:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Carin Landsmer]]></category>
		<category><![CDATA[Dependency]]></category>
		<category><![CDATA[Eli Lilly]]></category>
		<category><![CDATA[Equalize]]></category>
		<category><![CDATA[game]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Infantil Rainha Silvia]]></category>
		<category><![CDATA[jogos eletrônicos]]></category>
		<category><![CDATA[Peter Adolfsson]]></category>
		<category><![CDATA[Ragnar Hanås]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa farmacêutica lança game que ajuda diabéticos a compreender melhor a doença e a realizar corretamente seu tratamento Diabetes nunca foi algo fácil de se entender e tratar. O controle das taxas de açúcar no sangue, quais os órgãos envolvidos na doença, como funcionam as interações hormonais e o que fazer para reverter os quadros &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa farmacêutica lança game que ajuda diabéticos a compreender melhor a doença e a realizar corretamente seu tratamento<br />
</em></p>
<p><span id="more-62"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/01/dependency-diabetes.jpg"></span> Tela do game Dependency para diabéticos
<p>Diabetes nunca foi algo fácil de se entender e tratar. O controle das taxas de açúcar no sangue, quais os órgãos envolvidos na doença, como funcionam as interações hormonais e o que fazer para reverter os quadros de hiperglicemia são exemplos de assuntos penosos de se compreender. Apesar disso, estar bem informados acerca da doença é essencial para que os diabéticos otimizem seu tratamento. Felizmente, já existem maneiras bastante práticas – e até mesmo divertidas &#8211;  de se aprender mais sobre a doença.</p>
<p>“Quando encontro famílias com crianças diagnosticadas com diabetes, percebo a necessidade por novas maneiras de se apresentar informação sobre a doença e a importância de um auto-tratamento cuidadoso. Há uma abundância de folhetos e livros sobre diabetes, mas tais documentos são geralmente difíceis de se entender”, afirma Peter Adolfsson, médico-chefe e especialista em diabetes infantil no Hospital Infantil Rainha Silvia, em Gotemburgo, Suécia. Em sua clínica está sendo testada uma maneira original de se educar os pequenos pacientes: através de um jogo eletrônico.</p>
<p>Idéia da companhia farmacêutica Eli Lilly e desenvolvido em parceria com empresas suecas, o game “Equalize” ensina de maneira divertida como funciona o diabetes e o que fazer quando a glicemia atinge picos, tudo isto através de uma interface similar a jogos clássicos como Super Mario. A cada ação dos personagens na tela, como andar ou pular, sua glicemia diminui. O objetivo é chegar ao final das fases equilibrando a taxa de açúcar no sangue através da ingestão de alimentos e uso de insulina na medida correta.</p>
<p>“O equilíbrio entre comida e insulina é crítico para quem tem diabetes. O jogo para computador Equalize torna mais fácil e divertido às crianças aprender sobre sua doença”, garante Carin Landsmer, diretora de marketing da Eli Lilly.</p>
<p>Os resultados dos primeiros testes do jogo com pacientes foram tão animadores que uma versão para jovens e adultos, intitulada “Dependency”, foi produzida. Apesar de compartilhar a mesma premissa do Equalize, esta versão apresenta personagens, história e desafios mais complexos, além de ter sido traduzida para o inglês.</p>
<p>Ragnar Hanås, especialista em diabetes e consultor médico de Dependency, explica as vantagens de se aprender mais sobre a doença através de um game. “Sabe-se por experiências como as de pilotos de combate e cirurgiões que trabalham com endoscópios (&#8230;) que eles apresentam melhores resultados se trabalharem antes em simuladores. E simuladores são certamente um tipo de jogo de computador. Portanto, existe uma boa razão por trás do aprendizado via jogos. Adolescentes e jovens adultos são um público-alvo importante para isso, eles vão tratar seu diabetes de maneira independente e podem precisar de motivação extra, e nesse caso games são uma nova maneira de alcançá-los”.</p>
<p>Para maiores informações, acesse <a href="http://www.svd.se/naringsliv/it/nytt-datorspel-ska-hjalpa-diabetiker_6631734.svd#after-ad" target="_blank" rel="noopener">a página da entrevista com o doutor Hanås sobre o jogo Dependency</a> (em sueco) ou <span class="removed_link" title="http://www.knowit.se/en/About-Know-IT/Press-releases/Know-IT-develops-computer-game-for-children-with-diabetes/">o press-release da versão infantil</span> (em inglês).</p>
<p>Para jogar os games mencionados, acesse <span class="removed_link" title="http://www.equalize.se">http://www.equalize.se</span>. A versão adulta, traduzida para o inglês, pode ser encontrada em <span class="removed_link" title="http://equalize.se/dependency/">http://equalize.se/dependency/</span>.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/01/equalize-diabetes.jpg"></span> O game Equalize ensina de maneira divertida às crianças como elas devem tratar seu diabetesThe post <a href="https://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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