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	<title>sensibilidade à insulina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes na gravidez e os riscos da doença no futuro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 01:17:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em mulheres que tiveram diabetes gestacional, cientistas descobrem algumas características que aumentam as chances de diabetes tipo 2 pós-parto. É sabido que mulheres que tiveram diabetes gestacional &#8211; que é o diabetes que surge apenas durante a gravidez, podendo sumir após o parto &#8211; possuem maiores chances de desenvolver o diabetes tipo 2 no futuro. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em mulheres que tiveram diabetes gestacional, cientistas descobrem algumas características que aumentam as chances de diabetes tipo 2 pós-parto.</em></p>
<p><span id="more-3860"></span></p>
<p>É sabido que mulheres que tiveram <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-gestacional/"><strong>diabetes gestacional</strong></a> &#8211; que é o diabetes que surge <em><strong>apenas</strong> </em>durante a gravidez, podendo sumir após o parto &#8211; possuem maiores chances de desenvolver o diabetes tipo 2 no futuro. Algumas desenvolvem a condição poucos meses depois de darem à luz, outras demoram anos. Qual o motivo desta discrepância? Haveria fatores de risco que indicam as chances de uma mulher ter o diabetes no futuro? Cientistas do Hospital Universitário Nacional de Seul, na Coréia do Sul, foram investigar.</p>
<p>A pesquisa, que será publicada mês que vem na revista científica <em>Endocrine Society&#8217;s Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em>, revela que existem fatores ambientais e genéticos envolvidos em maiores chances de diabetes nas mulheres que tiveram diabetes gestacional.</p>
<p>Os sul-coreanos acompanharam mais de 800 mulheres de Seul que desenvolveram diabetes gestacional entre 1996 e 2003. Ao longo da última década, a saúde destas mulheres foi acompanhada ano a ano, a fim de determinar quais delas adquiririam <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2 </a>e quais seriam os motivos disto acontecer.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE REVELAM OS DADOS DA PESQUISA</strong></p>
<p>De acordo com os resultados, 12.5% das voluntárias foram diagnosticadas com diabetes em até dois meses após o parto. Outras 20% das mulheres tornaram-se diabéticas após um ano ou mais.</p>
<p>Cada uma das participantes passou por avaliações de saúde e teve seus genes identificados. Com base nestas informações, os pesquisadores puderam perceber que:</p>
<ul>
<li>As mulheres que desenvolveram diabetes tipo 2 mais cedo (dentro do período de 2 meses após o parto) possuíam peso acima do normal, menor concentração de glicose em jejum, menor atividade das células beta (as produtoras de insulina), <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sensibilidade à insulina</a> prejudicada e variações nos genes CDKN2A, CDKN2B e HHEX.</li>
</ul>
<ul>
<li>As mulheres que desenvolveram diabetes tipo 2 mais tarde (em um ano ou mais) apresentaram peso também acima do normal e menor tolerância à glicose, além de variações no gene CDKAL1.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE TUDO ISTO QUER DIZER?</strong></p>
<p>A conclusão dos pesquisadores é interessante. Além de demonstrar que há um importante fator genético em jogo, o resultado do projeto indica que grávidas acima do peso &#8211; em especial as obesas &#8211; correm muito mais riscos de ter diabetes no futuro.</p>
<p>&#8220;<strong>É crucial para mulheres que tiveram diabetes gestacional que chequem os níveis de açúcar no sangue dois meses após darem à luz, e depois anualmente</strong>&#8220;, disse Soo Heon Kwak, um dos autores do trabalho. &#8220;Além dos problemas que o diabetes tipo 2 não-diagnosticado traz às mães, deixar de cuidar da doença aumenta os riscos dos próximos filhos desenvolverem doenças congênitas&#8221;, revelou o pesquisador.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bebês primogênitos e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Feb 2013 19:31:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[sensibilidade à insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Auckland]]></category>
		<category><![CDATA[Wayne Cutfield]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curiosa pesquisa mostra que primogênitos têm menor sensibilidade à insulina que seus irmãos mais novos, o que pode levar a maiores chances de diabetes. O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Eles analisaram os níveis de lipídeos e de hormônios no jejum, o peso, a altura e a composição &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Curiosa pesquisa mostra que primogênitos têm menor sensibilidade à insulina que seus irmãos mais novos, o que pode levar a maiores chances de diabetes.</em></p>
<p><span id="more-3455"></span></p>
<p>O estudo foi conduzido por pesquisadores da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Eles analisaram os níveis de lipídeos e de hormônios no jejum, o peso, a altura e a composição corpórea de 85 crianças saudáveis, dentre uma faixa etária de 4 a 11 anos. Os pequenos foram estudados, segundo os cientistas, porque já se sabe que hábitos na <a title="Expectativa de vida de jovens com diabetes é 80% maior do que há 40 anos" href="http://www.diabeticool.com/expectativa-de-vida-de-jovens-com-diabetes-e-80-maior-do-que-ha-40-anos/">adolescência</a> e na vida adulta podem levar ao diabetes; mas e quando se é criança?</p>
<p>Os dados recolhidos das crianças apontaram um indício curioso. Das 85, trinta e duas eram o primeiro filho de um casal. Neste grupo de primogênitos, <strong>a sensibilidade à insulina mostrou-se 21% menor do que o normal</strong>. Ademais, a pressão sangüínea estava maior (4 mmHg) do que o padrão.</p>
<p>A sensibilidade reduzida à insulina (também conhecida como &#8220;<a title="Dormir pouco pode aumentar o risco de diabetes na adolescência" href="http://www.diabeticool.com/dormir-pouco-pode-aumentar-o-risco-de-diabetes-na-adolescencia/"><strong>resistência à insulina</strong></a>&#8220;), como foi observada no estudo, é um dos fatores de risco para o <a title="Como a insulina interage com o nosso corpo" href="http://www.diabeticool.com/como-a-insulina-interage-com-o-nosso-corpo/">diabetes tipo 2</a>. Ela significa que o corpo não está utilizando a insulina da melhor maneira possível a fim de diminuir as taxas de açúcar no sangue. Sabe-se que uma sensibilidade baixa pode favorecer o aparecimento de problemas cardíacos e de pressão (hipertensão), além de obesidade.</p>
<p>Um dos autores do trabalho, Wayne Cutfield, disse que &#8220;Apesar da ordem do nascimento, sozinha, não ser um indicador de doenças metabólicas ou <a title="O Impacto Positivo do Chá Preto no Diabetes Tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/o-impacto-positivo-do-cha-preto-no-diabetes-tipo-2/">cardiovasculares</a> no futuro, ser o primogênito de uma família pode contribuir para o aumento dos riscos gerais de uma pessoa.&#8221; Ele afirmou ainda que mais estudos devem ser feitos para determinar como os fatores de risco observados podem se traduzir em problemas de saúde, como por exemplo o diabetes, nos adultos.</p>
<p>Esta é a primeira vez na história da Ciência que verifica-se uma piora na sensibilidade à insulina em primogênitos. O trabalho será publicado no mês que vem no periódico científico <a title="Baixas taxas de vitamina D em crianças são relacionadas a diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/baixas-taxas-de-vitamina-d-em-criancas-sao-relacionadas-a-diabetes-tipo-2/"><em>Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism</em></a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Feb 2013 14:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[atividade física]]></category>
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		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[High-Intensity Interval Training]]></category>
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		<category><![CDATA[Sam Shepherd]]></category>
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		<category><![CDATA[The Journal of Physiology]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Liverpool John Moores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao invés de praticar esportes por 5h semanais, que tal fazê-lo durante 90 minutos e receber os mesmos benefícios? Já é de conhecimento público há anos que praticar exercícios físicos é parte fundamental de uma vida longa e saudável. Todavia, saber disto nunca significou, para boa parte da população, aplicar o conceito na prática. O &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ao invés de praticar esportes por 5h semanais, que tal fazê-lo durante 90 minutos e receber os mesmos benefícios?</em></p>
<p><span id="more-3232"></span></p>
<p>Já é de conhecimento público há anos que praticar exercícios físicos é parte fundamental de uma vida longa e saudável. Todavia, saber disto nunca significou, para boa parte da população, aplicar o conceito na prática. O <a title="EUA publicam sua primeira diretriz para tratamento do diabetes infantil" href="http://www.diabeticool.com/eua-publicam-sua-primeira-diretriz-para-tratamento-do-diabetes-infantil/">sedentarismo</a> já é considerado uma epidemia mundial, responsável pelo aumento nos casos de obesidade e de diabetes. A maior reclamação da turma que não se exercita é que, devido à rotina maluca do dia-a-dia, é muito difícil separar horas e mais horas para ir à academia. Uma recente pesquisa, publicada na revista <em>The Journal of Physiology</em>, traz uma ótima notícia para este pessoal.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/como-era-gostoso-babar-na-poltrona-na-frente-da-tv-comendo-batata-frita/"><strong>+ Relembre aqui a matéria &#8220;Como era gostoso babar na poltrona, na frente da TV, comendo batata frita…&#8221;, sobre a epidemia mundial de sedentarismo.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">
<p>De acordo com o estudo, é possível manter-se saudável praticando exercícios físicos em apenas 30% do tempo semanal atualmente recomendado. O segredo seria aproveitar muito bem este tempo, exercitando-se de maneira intensa. Os benefícios de prevenção a doenças e aumento da longevidade seria iguais aos adquiridos por quem se exercita por várias horas diárias.</p>
<p>A recomendação atual da Organização Mundial de Saúde é que uma pessoa pratique de 3 a 5 horas de exercícios físicos de resistência por semana. Os cientistas da Universidade Liverpool John Moores, na Inglaterra, relatam que meros 90 minutos de exercícios semanais são tão eficientes quanto as 5 horas de práticas, aumentando a <a title="O que é mais importante: o que você come ou quando você come?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-mais-importante-o-que-voce-come-ou-quando-voce-come/">sensibilidade à insulina</a> de maneira significativa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como funcionam os exercícios intensos</strong></p>
<p>O tipo de exercício testado na pesquisa é chamado em inglês de <em>High-Intensity Interval Training</em> (HIIT). Ele consiste em sessões de cerca de 15 minutos durante as quais uma atividade de alta intensidade é seguida de exercícios mais leves. No caso do estudo, foram utilizadas sessões intensas de <em>spinning</em>, por meio de bicicletas customizadas.</p>
<p>Conta o pesquisador Sam Shepherd: &#8220;[O exercício] envolveu de quatro a seis repetições de 30 segundos de pedaladas muito intensas em bicicletas especiais do laboratório, intercaladas a quatro minutos e meio de pedaladas de intensidade muito baixa. Devido à carga de trabalho bastante elevada dos <em>sprints</em>, este método é mais adequado a indivíduos jovens e saudáveis. Todavia, qualquer pessoa de qualquer idade e nível de preparo físico pode adotar uma estratégia alternativa, a qual utiliza pedaladas superintensas de 15-60 segundos, intercaladas a 2-4 minutos de intervalos de baixa intensidade. Este tipo de treinamento pode ser feito em bicicletas comuns de academia e são baratos o suficiente para serem alternativas viáveis em casa e no trabalho.&#8221;</p>
<p>Os participante do estudo, todos sedentários, revelaram que pedalar era muito mais prazeroso do que treinar da maneira &#8220;usual&#8221; para ganhar resistência física.</p>
<p>Os cientistas acreditam que a prática de exercícios de alta intensidade pode ajudar, além dos sedentários de todas as idades, pessoas <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/">obesas</a> e velhinhos a prevenir a <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">hipertensão</a>, diabetes e doenças cardiovasculares. Os voluntários mostraram melhora no uso da insulina pelos músculos esqueléticos e redução na rigidez das paredes das grandes artérias &#8211; sinais positivos para a prevenção das doenças citadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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