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	<title>pele | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Quem tem diabete precisa ter cuidados especiais com a pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Feb 2014 13:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Acantose Nigricans]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas. O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pessoas com qualquer um dos dois tipos de diabete estão mais propensas a sofrer uma série de doenças de pele que, se não tratadas, podem resultar, em casos mais graves, em amputação. Veja como evitar esses sérios problemas.<span id="more-6925"></span></em></p>
<p>O diabete se expande pelo mundo num ritmo tão acelerado que em breve pode ganhar o funesto status de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">epidemia</a>. No mundo todo, são 347 milhões de diabéticos, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). Aqui no Brasil, 7,4% da população sofre com a doença, de acordo com pesquisa do Ministério da Saúde realizada em 2012. São números elevados e preocupantes porque o diabete é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares e a principal causa de cegueira e falência dos rins, por exemplo. Não menos importante é a relação entre o distúrbio e a amputação de membros, do qual ele é o maior responsável.</p>
<p>A relação se explica porque todas as células do corpo são afetadas pelo alto <a title="Comidas com alto índice glicêmico favorecem o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/comidas-com-alto-indice-glicemico-favorecem-o-diabetes/">índice glicêmico</a> do diabético, incluindo as da pele. Essas alterações fazem com que haja maior propensão a sofrer lesões e à incidência de doenças como infecções por fungos e bactérias na pele. Se não forem observados e tratados corretamente, esses problemas podem evoluir e resultar em amputação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por que a pele do diabético é diferente?</p>
<p>Existem dois tipos de diabete. O tipo 1 é uma doença autoimune manifestada mais frequentemente entre crianças e adolescentes. Nela, a parte do pâncreas que produz insulina é atacada pelo próprio organismo e a pessoa precisa de doses diárias de insulina. O tipo 2, o mais comum na população, é uma doença crônica caracterizada pela resistência à ação da insulina e pela queda na sua produção. Os fatores de risco para o seu surgimento são obesidade, sedentarismo, herança genética, hipertensão, tabagismo, ovário policístico, e colesterol e triglicérides altos.</p>
<p>Nos dois casos, a ausência ou insuficiência de insulina faz com que a glicose não entre nas células e o açúcar fica de fora, sobrando na circulação. &#8220;A <a title="Insulina Lantus gratuita está com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/insulina-lantus-gratuita-esta-com-os-dias-contados/">insulina</a> é muito importante para a pele porque ajuda, por exemplo, no crescimento dos queracinócitos, as células da pele&#8221;, explica a dermatologista Flávia Ravelli, de São Paulo. Para a pele, essa alta taxa glicêmica, portanto, acarreta diversas consequências, como explicam, a seguir, Flávia e a endocrinologista Denise Reis Franco, de São Paulo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais fina e menos elástica</p>
<p>Com o crescimento dos queracinócitos prejudicado, a pele perde espessura e elasticidade.</p>
<p>Cicatrização lenta</p>
<p>A glicemia alta provoca uma reação inflamatória nos vasos sanguíneos. &#8220;Enquanto nos vasos grandes a possível consequência dessa inflamação é a <a title="Praticar exercícios físicos com frequência evita problemas cardiovasculares em pessoas com diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/praticar-exercicios-fisicos-com-frequencia-evita-problemas-cardiovasculares-em-pessoas-com-diabetes-tipo-2/">doença cardiovascular</a>, no caso dos vasos pequenos, que nutrem a pele, ela prejudica a irrigação&#8221;, explica Denise. Assim, a cicatrização de lesões na pele é mais lenta.</p>
<p>Perda de sensibilidade</p>
<p>Os nervos, embebidos em glicose e sem irrigação sanguínea adequada, ficam mais macios e não funcionam perfeitamente. O efeito é a perda de parte da sensibilidade da pele, além de coceiras generalizadas e da sensação de agulhamento (como se a pele estivesse sendo espetada).</p>
<p>Infecções</p>
<p>&#8220;No diabético, o sistema imunológico não funciona corretamente, o que aumenta a chance de infecções&#8221;, diz Flávia. Elas podem ser causadas tanto por bactérias quanto por fungos, como é o caso das micoses e frieiras.</p>
<p>Acantose nigricans</p>
<p>Quando o organismo não consegue gerar insulina, paradoxalmente começa a produzir uma substância chamada fator de crescimento de insulina. Ela provoca a acantose nigricans, doença de pele na qual as regiões de dobras, como pescoço e axilas, ficam escurecidas.</p>
<p>Dermatites</p>
<p>A função de barreira para evitar a perda de água pelo organismo não funciona corretamente no diabético. O resultado é uma pele desidratada, propensa ao surgimento de dermatites.</p>
<p>Vitiligo</p>
<p>&#8220;Quem sofre de diabete tipo 1 tem mais chances de desenvolver outra doença autoimune&#8221;, afirma Denise. É o caso do vitiligo, doença de pele na qual o próprio organismo ataca as células de pigmentação da pele e causa manchas brancas pelo corpo.</p>
<p>Pé diabético</p>
<p>A pele do diabético, portanto, está mais propensa a sofrer lesões e infecções de todo tipo. A combinação desse fator com outro, a sensibilidade cutânea deficiente, pode culminar num problema gravíssimo: o <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">pé diabético</a>. &#8220;Uma simples pedra no sapato pode machucar a pele e a pessoa não percebe porque tem pouca sensibilidade nas extremidades&#8221;, explica Flávia. &#8220;A lesão evolui para uma infecção e, como a pele não recebe irrigação suficiente para recuperar o tecido lesionado, a infecção vai avançando até atingir músculo, gordura e até os ossos&#8221;. Quando a situação chega a esse ponto, o pé precisa ser amputado para que a infecção não se espalhe pelo corpo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como se prevenir</strong></p>
<p>Examine a pele</p>
<p>A principal medida de prevenção é examinar a pele, sobretudo dos pés, pela manhã e à noite. Procure por micoses entre os dedos, pequenas lesões e feridas pelo corpo e, se encontrá-las, vá ao médico assim que possível.</p>
<p>Hidrate-se</p>
<p>Beba bastante água e use hidratante para a pele todos os dias para evitar a desidratação. &#8220;Um bom ritual diário é lavar os pés com água e sabão, secar bem e espalhar hidratante hipoalergênico, sem cheiro e dermatologicamente testado. Com esse procedimento, o diabético já vai acabar fazendo a inspeção da pele&#8221;, sugere Flávia.</p>
<p>Cuide dos sapatos</p>
<p>Use calçados confortáveis, de preferência os produzidos especialmente para diabéticos. Antes de calçar, cheque cada um em busca pedrinhas ou qualquer alteração na palmilha que possa machucar a sola dos pés.</p>
<p>Procure um podólogo</p>
<p>Se possível, contrate um serviço especializado para cortar as unhas. Um simples corte ou &#8220;bife&#8221; arrancado durante o processo pode acarretar em infecção.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://mdemulher.abril.com.br/saude/reportagem/prevencao-trata/saiba-quais-sao-cuidados-especiais-pele-quem-tem-diabete-precisa-ter-773817.shtml">M de Mulher</span></strong></p>
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		<title>Diabetes e Complicações na Pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 18:43:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
		<category><![CDATA[Acantose Nigricans]]></category>
		<category><![CDATA[bolha diabética]]></category>
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		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quais são os problemas de pele que um diabético pode ter? Como prevenir? Aprenda tudo isso com o Diabetes Sem Medo! O diabetes pode afetar todas as partes do seu corpo, incluindo a pele. Estudos demonstram que 33 por cento das pessoas com diabetes terão algum tipo de problema de pele causado ou afetado pelo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quais são os problemas de pele que um diabético pode ter? Como prevenir? Aprenda tudo isso com o Diabetes Sem Medo!</em></p>
<p><span id="more-4433"></span></p>
<p>O diabetes pode afetar todas as partes do seu corpo, incluindo a pele. Estudos demonstram que 33 por cento das pessoas com diabetes terão algum tipo de problema de pele causado ou afetado pelo diabetes em algum momento da vida. As vezes, alguns problemas de pele são os primeiros sinais de que o indivíduo possui diabetes, por exemplo Acantose Nigricans. É possível prevenir e tratar a maioria dos problemas de pele, se o problema for diagnosticado cedo.</p>
<p>Alguns dos problemas de pele são condições que qualquer pessoa pode ter, mas pessoas com diabetes possuem maior facilidade de contrair, como as infecções bacterianas, as infecções fúngicas e o prurido (coceira). Outros problemas de pele ocorrem com maior frequência ou apenas nas pessoas com diabetes, como a dermopatia diabética, a necrobiose lipoídica diabeticorum, as bolhas diabéticas e o xantoma eruptivo.</p>
<p>Quando você observar qualquer mudança na sua pele, o recomendável é fazer uma consulta médica para determinar qual é o tipo de lesão, uma vez que há uma diversidade muito grande de lesões cutâneas, inclusive algumas relacionadas a processos alérgicos.</p>
<figure id="attachment_4434" aria-describedby="caption-attachment-4434" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-complicacoes-na-pele/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele/" rel="attachment wp-att-4434"><img class=" wp-image-4434 " title="Diabetes e Complicações na Pele" alt="Diabetes e Complicações na Pele" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-diabetes-e-complicacoes-na-pele-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4434" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Novo paradigma de monitoramento contínuo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Sep 2012 17:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque 1]]></category>
		<category><![CDATA[dedo]]></category>
		<category><![CDATA[Echo Therapeutics]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[fluido intersticial]]></category>
		<category><![CDATA[medidor de glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento contínuo]]></category>
		<category><![CDATA[Pat Mooney]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[Prelude]]></category>
		<category><![CDATA[Symphony]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Monitorar continuamente a glicemia está muito próximo de ser uma atividade prática e indolor, graças a uma pequena empresa americana. Alguns diabéticos precisam monitorar com cuidado as taxas de açúcar no sangue o tempo inteiro &#8211; em especial os diabéticos tipo 1. A única maneira de se fazer isso, até pouco tempo atrás, era picando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Monitorar continuamente a glicemia está muito próximo de ser uma atividade prática e indolor, graças a uma pequena empresa americana.</em></p>
<p><span id="more-1591"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/novo-paradigma-de-monitoramento-continuo/echo-equipamentos-diabetes/" rel="attachment wp-att-1612"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1612" title="echo equipamentos diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-equipamentos-diabetes.jpg" alt="" width="557" height="346" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-equipamentos-diabetes.jpg 557w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-equipamentos-diabetes-386x240.jpg 386w" sizes="(max-width: 557px) 100vw, 557px" /></a></p>
<p>Alguns diabéticos precisam monitorar com cuidado as taxas de açúcar no sangue o tempo inteiro &#8211; em especial os <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a>. A única maneira de se fazer isso, até pouco tempo atrás, era picando o dedo, coletando uma gota de sangue e realizando a leitura da glicemia em um <a title="As picadas no dedo estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">medidor</a>. O problema é que as pontas dos dedos possuem diversas terminações nervosas, o que torna a medição uma atividade das mais desagradáveis. Em vista disto, a comunidade médica adotou o padrão de sugerir aos diabéticos que meçam a glicemia de quatro e seis vezes por dia &#8211; um número relativamente alto, porém longe do adequado para um acompanhamento eficiente das variações de açúcar no sangue.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #000000;">Pense da seguinte maneira: se você checar suas taxas de açúcar no sangue quatro vezes ao dia, e você as checa à meia-noite, quando vai dormir, de madrugada, quando acorda para o café da manhã, você as checa à hora no almoço, e novamente na hora da janta, você estará medindo apenas quatro vezes, e os resultados podem estar normais todas as vezes. Mas você não sabe a quantas anda seu açúcar sangüíneo à uma da manhã, 2, 3, 4 da madrugada, quando você está dormindo.&#8221;, explica o dr. Pat Mooney. E arremata: &#8220;São estes altos e baixos [de glicemia] não controlados e desconhecidos que levam às complicações de longo termo da doença.&#8221;</span></p>
<p><strong>Como resolver este problema?</strong></p>
<p>A indústria farmacêutica lançou há algum tempo medidores contínuos de glicemia, que funcionam através do implante de uma agulha sob a pele, a qual coleta os dados direto da corrente sangüínea e os transmite a um aparelho que os interpreta. Apesar de evitar as picadas nos dedos, manter uma agulha debaixo da pele não é o procedimento mais confortável e indolor do mundo. Em vista disto, a pequena empresa do dr. Pat Mooney, chamada <strong>Echo Therapeutics</strong>, está em processo final de desenvolvimento de um método revolucionário de monitoramento contínuo da glicemia. Conheça o <strong>Symphony</strong>.</p>
<p><strong>Como funciona o novo método?</strong></p>
<p>Para evitar ao máximo dor e desconforto, a abordagem do medidor de glicose da Echo Therapeutics é medir a glicemia não no sangue, mas no <strong>fluido intersticial</strong>. Este fluido é um líquido presente em uma finíssima camada que fica sob a pele, e é uma fonte alternativa de glicose e nutrientes às células. O medidor Symphony, que parece um tipo de band-aid e pode ser colado em diversas regiões do corpo, é capaz de ler a quantidade de açúcar no fluido intersticial e de enviar a medição, via wireless, a celulares, tablets, computadores e aparelhos que guardam e interpretam as informações.</p>
<p><strong>Um porém &#8211; e muita tecnologia!</strong></p>
<p>Porém, o fluido intersticial fica sob a <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">pele</a>. Além do quê, existe uma camada de pele morta recobrindo todo nosso corpo, e que funciona como um paredão de proteção do nosso organismo. Como é que o Symphony consegue medir a glicemia no fluido intersticial com tamanha barreira pela frente?</p>
<figure id="attachment_1592" aria-describedby="caption-attachment-1592" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/novo-paradigma-de-monitoramento-continuo/echo-therapeutics-diabetes/" rel="attachment wp-att-1592"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1592" title="echo therapeutics diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes.jpg" alt="" width="400" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes-150x150.jpg 150w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/echo-therapeutics-diabetes-240x240.jpg 240w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1592" class="wp-caption-text">A caneta Prelude em ação, limpando a pele para a medição da glicemia.</figcaption></figure>
<p>O segredo se chama <strong>Prelude</strong>. Com o nome indica, trata-se de uma &#8220;preparação&#8221; para o uso do Symphony. O Prelude é um aparelho que lembra uma caneta grande. Ele é colocado junto à pele, e aperta-se um botão. Neste instante, corrente elétricas bem fraquinhas (e, portanto, totalmente indolores) são enviadas à pele. A camada de pele morta e a camada de pele viva respondem diferentemente a esta corrente. O aparelho interpreta os sinais e é capaz de discernir uma da outra. Quando encontra pele morta, o Prelude ativa um laser que remove esta camada, gerando uma zona livre para que o Symphony possa medir, com maior facilidade, o conteúdo do líquido intersticial. Parece ficção científica, mas é a realidade. E já funciona.</p>
<figure id="attachment_1593" aria-describedby="caption-attachment-1593" style="width: 450px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/novo-paradigma-de-monitoramento-continuo/prelude-diabetes/" rel="attachment wp-att-1593"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1593" title="prelude diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/prelude-diabetes.jpg" alt="" width="450" height="300" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/prelude-diabetes.jpg 450w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/prelude-diabetes-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 450px) 100vw, 450px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1593" class="wp-caption-text">O Symphony é a caixinha que aparece na imagem. O medidor em si encontra-se na tampa azul, que se fecha sobre a pele limpa pelo Prelude, como mostrado acima.</figcaption></figure>
<p>A Echo Therapeutics fechou contrato com uma grande farmacêutica para a fabricação em escala industrial do Symphony e do Prelude. Testes cientificamente validados aferiram a qualidade das medições, acuradas em 98,9% dos testes. Basta, agora, o governo americano liberar a venda do produto para que ele, eventualmente, chegue aqui no Brasil e possa ser testado na pele por nós.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/C0PeoDgs4hg" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.huffingtonpost.com/gregory-weinkauf/glucose-monitoring_b_1503881.html" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novo-paradigma-de-monitoramento-continuo/">Novo paradigma de monitoramento contínuo</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2012 23:34:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[pé diabético]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[poli(ADP-ribose)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moléculas e estruturas correlacionadas à complicações do pé diabético são identificadas. Para pacientes com diabetes, imunoreatividade aumentada da poli(ADP-ribose), abundância reduzida de procolágeno tipo 1 e estrutura da pele debilitada são três fatores que se correlacionam à complicações do pé, de acordo com estudo publicado online em Diabetes Care. Continue lendo a matéria aqui! &#160; &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Moléculas e estruturas correlacionadas à complicações do pé diabético são identificadas.</em></p>
<p><span id="more-983"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/pe-diabetico-3.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-985" title="pe diabetico 3" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/pe-diabetico-3.jpg" alt="" width="240" height="240" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/pe-diabetico-3.jpg 240w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/pe-diabetico-3-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /></a></p>
<p>Para pacientes com diabetes, imunoreatividade aumentada da poli(ADP-ribose), abundância reduzida de procolágeno tipo 1 e estrutura da pele debilitada são três fatores que se correlacionam à complicações do pé, de acordo com estudo publicado online em <em>Diabetes Care</em>.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://medicalxpress.com/news/2012-07-diabetic-foot-complications.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As complicações do pé diabético, em especial ulcerações e infecções nos nossos membros inferiores, são super comuns. Isso porque muita gente ainda não cuida com carinho da saúde e do diabetes em especial. Mesmo dentre aqueles que administram cuidadosamente a glicemia, as chances de ocorrerem problemas com os pés é de cerca de 10% &#8211; o que significa também que, cuidando-se, os diabéticos têm 90% de chances de possuirem pés pra lá de saudáveis &#8211; talvez só um pouco fedidinhos! A pesquisa recente traz esperanças, agora, de que os 10% acometidos tenham ainda maiores chances de cura. </strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/">Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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