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	<title>Northwestern University | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Você receberia transplante de um animal para curar seu diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2013 20:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica inédita possibilita que transplante de órgãos entre animais de espécies diferentes – como por exemplo humanos e porcos – seja possível no tratamento de doenças. Entenda aqui. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Transplantes entre diferentes espécies, ou xenotransplantes, são alvos de diversas pesquisas científicas. Não depender de um doador humano &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Técnica inédita possibilita que transplante de órgãos entre animais de espécies diferentes – como por exemplo humanos e porcos – seja possível no tratamento de doenças. Entenda aqui.</em></p>
<p><span id="more-5034"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>Transplantes entre diferentes espécies, ou <strong>xenotransplantes</strong>, são alvos de diversas pesquisas científicas. Não depender de um doador humano para a realização de um transplante poderia salvar vidas de inúmeros pacientes em listas de espera. Evitar a rejeição, porém, é um problema difícil de ser superado. Cientistas da Northwestern University anunciaram no último mês que <strong>conseguiram transplantar, com sucesso, células produtoras de insulina de ratos para camundongos</strong>. Não apenas as células sobreviveram como não foi necessário o uso de drogas imunossupressoras para evitar a rejeição. O feito é o primeiro passo rumo ao objetivo dos cientistas: o <a href="http://www.diabeticool.com/por-que-o-transplante-de-celulas-tornco-nao-e-a-cura-para-o-diabetes-tipo-1/">transplante</a> de células produtoras de insulina para seres humanos, visando uma <strong>cura para o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a></strong>.</p>
<p>“Essa é a primeira vez que um transplante entre diferentes espécies de células produtoras de insulina foi realizado com sucesso sem o uso de drogas imunossupressoras e que permitiu às células transplantadas viverem por tempo indeterminado”, diz Stephen Miller, um dos pesquisadores envolvidos no estudo.</p>
<p>O grupo de células transplantadas, chamado de <strong>Ilhotas de Langerhans</strong>, contém as células produtoras de <a href="http://www.diabeticool.com/quais-sao-os-tipos-de-insulina-que-existem/">insulina</a>, tanto para nós como para ratos e camundongos. Elas foram acompanhadas por mais de 300 dias após o transplante e produziram insulina normalmente, sem a necessidade de tratamentos com drogas para evitar a rejeição.</p>
 Esquema da localização das ilhotas de Langerhans no corpo humano.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO EVITAR A REJEIÇÃO?</strong></p>
<p>Evitar a rejeição era o grande desafio do estudo. Para isso, o método dos cientistas consistiu em dois processos. O primeiro deles envolveu esplenócitos, um tipo de célula de defesa do organismo. Uma amostra de esplenócitos dos ratos, os animais doadores, foi retirada, tratada com produtos químicos para causar a morte das células e injetada nos camundongos, os receptores. O processo fez com que o sistema imunológico dos camundongos reconhecesse as células dos ratos. Desse modo, o organismo dos camundongos não atacou as células dos ratos quando o transplante das <a href="http://www.diabeticool.com/diabetes-como-voce-nunca-viu-antes/">Ilhotas de Langerhans</a> foi feito.</p>
<p>O segundo processo se concentrou em outra célula de defesa, chamada de linfócito B, responsável pela produção de anticorpos. Quando os cientistas tentaram o transplante pela primeira vez, os linfócitos B dos camundongos produziram anticorpos contra as</p>
<p>células transplantadas dos ratos, levando à rejeição. Por isso, para realizar o procedimento com sucesso, foram utilizados anticorpos contra os linfócitos B para evitar o ataque às células transplantadas &#8211; método já utilizado em transplantes humanos. Quando os linfócitos voltaram a ser produzidos naturalmente após o transplante, eles não atacaram as células dos ratos. “Com esse método, 100% das células transplantadas sobreviveram indefinidamente”, diz Xunrong Luo, pesquisadora também envolvida no estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PERSPECTIVAS NO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 1</strong></p>
 A pesquisadora Xunrong Luo, envolvida na pesquisa sobre xenotransplantes.
<p>Para pessoas com diabetes tipo 1, que não conseguem produzir insulina, o transplante de Ilhotas de Langerhans é uma alternativa de tratamento que ainda está em processo de aprimoramento. As taxas de sucesso vêm aumentando, porém ainda é um procedimento complexo e que requer de 2 a 3 doadores falecidos. O transplante a partir de animais de outras espécies, objetivo dos cientistas desse estudo, poderia facilitar o acesso ao procedimento. Apesar do sucesso nos experimentos, a pesquisa ainda está em estágio inicial e terá de superar as barreiras da rejeição em humanos, além de ser discutida em debates éticos.</p>
<p>“Sabemos que Ilhotas de Langerhans de porcos conseguem produzir insulina e controlar a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de humanos”, diz Luo. “Nosso objetivo é conseguir transplantar as células dos porcos para seres humanos, mas temos que dar um passo de cada vez”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Diabetes ou câncer: qual tratar primeiro?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2012 09:31:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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		<category><![CDATA[Northwestern University]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que diabéticos tipo 2 diagnosticados com câncer se esquecem de cuidar do diabetes, o que piora profundamente sua saúde e abala o sistema imune. O câncer agradece. Receber a notícia de que se está com diabetes já não é agradável. Saber que tem diabetes tipo 2 e, ainda por cima, ser diagnosticado com &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa aponta que diabéticos tipo 2 diagnosticados com câncer se esquecem de cuidar do diabetes, o que piora profundamente sua saúde e abala o sistema imune. O câncer agradece.</em></p>
<p><span id="more-2226"></span></p>
 Ouvir certas coisas dos médicos nunca é fácil. Todavia, é fundamental manter a cabeça fria e ouvir os bons conselhos que ele tem a dar, caso queira se manter saudável.
<p>Receber a notícia de que se está com diabetes já não é agradável. Saber que tem diabetes tipo 2 e, ainda por cima, ser diagnosticado com câncer é mais difícil ainda. O paciente costuma, na maior parte das vezes, se esquecer completamente do diabetes e focar o tratamento e suas energias apenas no câncer. O problema é que esta atitude é extremamente danosa à saúde.<strong> Nestes casos, é mais fácil a pessoa falecer em decorrência do diabetes mal cuidado do que do <a title="Drogas para Diabetes Podem Aumentar o Risco de Câncer?" href="http://www.diabeticool.com/drogas-para-diabetes-podem-aumentar-o-risco-de-cancer-na-bexiga/">câncer</a>.</strong> Esta é a conclusão de um novo estudo realizado por pesquisadores da <a title="Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/">Universidade</a> <a title="Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/">Northwestern</a>, nos EUA.</p>
<p>&#8220;Pessoas com diabetes escutam &#8220;câncer&#8221; e eles acham que isto é uma sentença de morte, então quem liga para o diabetes numa situação dessas?&#8221;, pergunta, enfática, a doutora June McKoy, diretora de oncologia geriátrica na Universidade e uma das autoras do trabalho. &#8220;Porém, se elas não tomarem cuidado, é o diabetes que as levará deste mundo, não o câncer. É por isso que educação é tão importante quando ele surge. <strong>Os pacientes têm que cuidar de ambas as doenças</strong>.&#8221;, explica, de maneira peculiar, a especialista.</p>
 O bonito campus da Northwestern University, em Illinois, EUA.
<p>O fato é que diabéticos tipo 2 são mais propensos a adquirir certos tipos de câncer do que o restante da população, especialmente se o diabetes for tratado com desleixo. Dentre estes, estão o câncer de fígado, pâncreas, cólon, mama, bexiga e endométrio. Apesar do motivo pelo qual esta incidência ser maior ainda não estar completamente compreendido, é sabido que o diabetes tipo 2 compromete o <a title="Verdades &amp; Mitos" href="http://www.diabeticool.com/verdades-mitos/">sistema imune</a> e prejudica a capacidade natural do corpo humano de combater o câncer. Ou seja, caso o diabetes não seja cuidado, toda a saúde do paciente acaba sofrendo e o câncer tem maiores chances de proliferar.</p>
 A pesquisadora June McKoy.
<p>Sabendo disto, o estudo acompanhou os registros médicos de cerca de 200,000 diabéticos diagnosticados com câncer e descobriu que, de fato, os pacientes melhor educados possuíam uma qualidade de vida muito superior. As pessoas que passaram por programas educativos após receber o diagnóstico do câncer &#8211; nos quais aprenderam sobre a importância de manter o diabetes bem tratado &#8211; visitaram menos vezes as salas de emergência hospitalares, tiveram menos admissões em hospitais e menores custos de saúde, além de checarem a glicemia e as taxas de <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/">hemoglobina glicada</a> mais vezes. O resultado foi uma visível sobrevida.</p>
<p>&#8220;Se você não usar o poder da educação, estará dando nó em pingo d&#8217;água&#8221;, disse McKoy. E completa: &#8220;As pessoas precisam ser informadas e os médicos devem agir como vendedores de conhecimento aos nossos pacientes. Ter diabetes e daí descobrir que se tem câncer pode ser um fardo pesado demais.&#8221;</p>
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		<title>Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 20:23:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas combatem doenças auto-imunes, como diabetes tipo 1, com nova tecnologia que parece saída de um conto de ficção científica. O diabetes tipo 1 é a forma da doença de origem autoimune, ou seja, é caracterizada pelo ataque do próprio sistema imune contra as células produtoras de insulina (células beta). Isto acontece porque, por algum &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas combatem doenças auto-imunes, como diabetes tipo 1, com nova tecnologia que parece saída de um conto de ficção científica.</em></p>
<p><span id="more-1960"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/northwestern-university-diabetes/"></span> Northwestern University, em Chicago, onde a inovadora pesquisa foi realizada.
<p>O diabetes tipo 1 é a forma da doença de origem autoimune, ou seja, é caracterizada pelo ataque do próprio sistema imune contra as células produtoras de insulina (células beta). Isto acontece porque, por algum motivo ainda desconhecido, o <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema de defesa</a> não reconhece as células beta como integrantes do organismo, e portanto passa a destruí-las. Com o passar do tempo, muitas destas células são mortas, a produção de insulina cai bastante, a glicemia dispara e tem-se o diabetes. A fim de tratar a condição, algumas estratégias terapêuticas agressivas já foram propostas. Por exemplo, uma idéia é fornecer aos diabéticos drogas que suprimem completamente o sistema imune. Assim, por um lado, o corpo para de atacar as células produtoras de insulina; porém, por outro lado, o paciente fica vulnerável a doenças e <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">infecções</a>. <strong>Como, então, seria possível resolver o problema?</strong></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p><strong>Uma brilhante solução</strong> foi proposta por uma equipe de cientistas da Northwestern University, em Chicago, nos EUA. Eles utilizaram <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">nanopartículas</a>,cobertas por moléculas específicas de um determinado tipo celular. Umas vez injetadas, as nanopartículas são &#8220;devoradas&#8221; pelas células de defesa do sistema imune. Neste processo, aquelas moléculas específicas passam a ser <em>reconhecidas</em> pelo sistema imune, que a partir daí acredita que elas são parte normal do organismo. Ou seja, caso as nanopartículas sejam recobertas de moléculas específicas das células-beta, o sistema imune deixará de atacá-las!</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/nanoparticulas-diabetes/"></span>A pesquisa testou a idéia em camundongos que sofriam de <a title="O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/">esclerose múltipla</a>, uma outra doença auto-imune. <strong>Através das nanopartículas, eles conseguiram frear o avanço da doença.</strong> Após cada tratamento, os camundongos apresentavam recaídas apenas a cada 100 dias, o que, de acordo com os pesquisadores, pode significar anos a mais de vida para pacientes humanos.</p>
<p>O líder do estudo, professor Stephen Miller, disse que, da mesma maneira que a esclerose múltipla foi tratada, será possível desenvolver facilmente tratamentos para doenças como <a title="Mudanças na cobertura dos planos de saúde" href="http://www.diabeticool.com/mudancas-na-cobertura-dos-planos-de-saude/">asma </a>e o diabetes tipo 1. &#8220;Esta é uma inovação altamente significativa. O objetivo era o de proporcionar um tratamento focado, ao contrário da imunosupressão, que enfraquece o sistema imune como um todo.&#8221; &#8220;A beleza desta nova tecnologia é que pode ser utilizada em muitas doenças auto-imunes. <strong>Nós simplesmente mudamos a proteína que é enviada ao corpo</strong> [ligadas às nanopartículas].&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/">Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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