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	<title>machucado | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Novo tratamento para feridas em diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2013 12:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Aonghus O´Loughlin]]></category>
		<category><![CDATA[células-tronco mesenquimais]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Nacional da Irlanda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo com células-tronco é promissor para a criação de novo tratamento de feridas em pacientes com diabetes. Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool &#160; Pesquisadores da Universidade Nacional da Irlanda demonstraram, em estudo publicado este mês na revista norte-americana Diabetes, que o uso de células-tronco é promissor em tratamentos de cicatrização de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Estudo com células-tronco é promissor para a criação de novo tratamento de feridas em pacientes com diabetes.</i></p>
<p><span id="more-3996"></span></p>
<p><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar*, especial para o Diabeticool</strong></p>
 Estudos com células-tronco são uma grande esperança para milhões de diabéticos em todo o mundo.
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisadores da Universidade Nacional da Irlanda demonstraram, em estudo publicado este mês na revista norte-americana <i>Diabetes</i>, que o uso de células-tronco é promissor em tratamentos de cicatrização de feridas. Os resultados da pesquisa são de grande interesse e importância para pacientes com diabetes, pois eles são especialmente susceptíveis a desenvolverem úlceras e feridas, principalmente na região dos pés.</p>
<figure id="attachment_3998" aria-describedby="caption-attachment-3998" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-3998" alt="Aonghus O´Loughlin diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/Aonghus-O´Loughlin-diabetes.jpg" width="180" height="245" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/Aonghus-O´Loughlin-diabetes.jpg 180w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/Aonghus-O´Loughlin-diabetes-176x240.jpg 176w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /><figcaption id="caption-attachment-3998" class="wp-caption-text">O cientista Aonghus O´Loughlin.</figcaption></figure>
<p>O estudo, liderado por Aonghus O´Loughlin, utilizou um tipo específico de <a title="Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco" href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">célula-tronco</a>, chamado de <strong>células-tronco mesenquimais</strong> (CTMs). As CTMs, quando aplicadas nas regiões dos ferimentos juntamente com um biomaterial à base de colágeno, ajudam na formação de novos vasos sanguíneos, aumentando o fluxo de sangue e acelerando o processo de cicatrização. Além disso, O´Loughlin afirma que “as CTMs possuem muitas propriedades que as tornam atrativas para o uso em terapias. Elas podem ser facilmente isoladas em adultos e são fáceis de cultivar em laboratório”. O próximo passo é levar o estudo à fase clínica, quando as CTMs serão testadas em humanos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A CAUSA DE TANTOS MACHUCADOS EM DIABÉTICOS?<br />
</strong></p>
<p>Os pacientes com diabetes possuem uma maior predisposição para desenvolver feridas devido, principalmente, a duas características da doença: alto <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">colesterol</a> e alta <a title="Diabetes e a Aventura Gelada" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-a-aventura-gelada/">glicemia</a>. O colesterol leva ao depósito de gordura nas artérias, o que pode prejudicar a irrigação sanguínea e, consequentemente, a cicatrização das feridas. Já a alta glicemia pode causar lesões nos nervos, condição chamada de neuropatia diabética.</p>
<p>Dados indicam que, aproximadamente, um em cada quatro pacientes com diabetes sofrem com úlceras na região dos pés ao longo de suas vidas. A condição, porém, é de fácil prevenção: ter cuidado com lesões nos pés e manter o diabetes sempre sob controle.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
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		<title>Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2013 10:58:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[amputação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Foot and Ankle Research]]></category>
		<category><![CDATA[machucado]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia]]></category>
		<category><![CDATA[neuropatia diabética]]></category>
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		<category><![CDATA[pé]]></category>
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		<category><![CDATA[úlcera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa. Uma análise clínica publicada no Journal of Foot and Ankle Research comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cuidar bem da saúde dos pés &#8211; algo fundamental para quem tem diabetes &#8211; pode ser mais barato do que se pensava, segundo nova pesquisa.</em></p>
<p><span id="more-2756"></span></p>
<figure id="attachment_2758" aria-describedby="caption-attachment-2758" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-2758 " alt="Palmilhas feitas para diabéticos são um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png" width="600" height="305" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes.png 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-415x211.png 415w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-474x240.png 474w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/palmilha-diabetes-164x82.png 164w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-2758" class="wp-caption-text">Utilizar palmilhas ortopédicas nos calçados é um item importante na prevenção de problemas sérios nos membros inferiores.</figcaption></figure>
<p>Uma análise clínica publicada no<em> Journal of Foot and Ankle Research</em> comparou a eficácia no uso de diferentes palminhas ortopédicas em quem tem neuropatia, um problema muito comum em diabéticos. As palmilhas ajudam a proteger os pés dos problemas relacionados à má circulação do sangue, os quais podem levar a sérias lesões em quem tem diabetes. No início das pesquisas, os cientistas pensavam que as palmilhas feitas sob medida, mais caras e de desenho mais complexo, teriam um desempenho melhor do que as pré-fabricadas. Os resultados do estudo surpreenderam a todos e indicam novas maneiras para tratar os <a title="Revelados os segredos bioquímicos do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/revelados-os-segredos-bioquimicos-do-pe-diabetico/">pés diabéticos</a> com eficácia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Alerta: a neuropatia é um problema maior do que muitos supõe</strong></p>
<p>Quase metade dos diabéticos sofre de uma condição médica chamada de <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; isto é, danos aos nervos, decorrentes das altas taxas de açúcar no sangue [aprenda mais sobre a neuropatia <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">neste link do <strong>Diabeticool</strong></a>]. Apesar de poderem afetar todo o corpo, como mãos e pele, estes danos costumam aparecer com maior freqüência nos membros inferiores. E é justamente aí que mora o perigo. Pés e pernas são algumas das partes mais suceptíveis a machucados em uma pessoa &#8211; quantas vezes não batemos o dedinho na quina de um móvel ou acertamos o joelho, sem querer, na mesa?! Acrescente a isto o fato de que a neuropatia diminui a sensibilidade nas regiões afetadas. Desta forma, pessoas com neuropatias nos membros inferiores podem facilmente se machucar e não sentir nada. Além disso, como sabemos, quem está com diabetes geralmente tem problemas de cicatrização. Um pequeno machucado nos pés, não detectado, pode se transformar, em pouco tempo, em uma ferida incurável.</p>
<figure id="attachment_2759" aria-describedby="caption-attachment-2759" style="width: 440px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-2759" alt="Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/01/exame-nos-pes-diabetes.gif" width="440" height="295" /><figcaption id="caption-attachment-2759" class="wp-caption-text">Examinar os pés dos diabéticos com cuidado é dever de todo médico atencioso.</figcaption></figure>
<p>Não são raros os casos de amputações decorrentes desta triste associação entre diabetes e neuropatia. De fato, o diabetes é a principal causa de <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">amputações </a>no mundo inteiro, respondendo por 50% destes procedimentos cirúrgicos. Estima-se que diabéticos têm quinze vezes mais chances de terem um membro amputado do que o restante da população. Além disso, problemas relacionados aos pés são o motivo número um pelo qual diabéticos costumam ser internados. Apesar das informações acima soarem desagradáveis, há um alento simples e eficiente: boa parte dos problemas decorrentes da neuropatia podem ser prevenidos através de uma rotina fácil de checagem dos pés, em busca de lesões como pequenas feridas e inchaços. Hospitais de alta qualidade no tratamento de diabéticos costumam fazer esta checagem como procedimento rotineiro [<a href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/">como mostra esta matéria do site</a>].</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual tipo de palmilha é o melhor?</strong></p>
<p>O estudo em questão contou com a colaboração de mais de 100 diabéticos, divididos em dois grupos. Um deles utilizou palmilhas pré-fabricadas, enquanto o outro colocou em seus sapatos aquelas feitas sob medida. O trabalho durou seis meses. Ao longo deste tempo, a pressão exercida sobre os pés conforme os pacientes caminhavam foi medida várias vezes. Os cientistas buscavam apenas confirmar um hipótese que parecia óbvia: as palmilhas feitas sob medida seriam melhores para estes pacientes. Este tipo de palmilha usualmente é anunciado como sendo superior às pré-fabricadas por maximizarem a área de distribuição de pressão ao longo do pé, impedindo que pontos isolados sofram mais pressão que os demais e, com isso, corram maiores riscos de desenvolver lesões.</p>
<p>Todavia, os resultados destes seis meses de observações e medições de pressão foram bem conclusivos: tanto faz calçar sapatos com palminhas pré-fabricadas ou feitas sob medida. A eficiência de ambas na distribuição da pressão é igual. A única diferença encontrada é que as feitas sob medida costumam ser um pouco mais efetivas em diminuir a pressão total exercida na parte da frente dos pés. Fora isto, nenhuma distinção significativa foi encontrada.</p>
<p>Escreveram os autores no estudo: &#8220;As palmilhas feitas sob medida são mais caras que as palmilhas pré-fabricadas avaliadas neste trabalho e não são melhores na redução de picos de pressão. (&#8230;) Nós recomendamos que, caso seja clinicamente apropriado, as palmilhas pré-fabricadas, de melhor custo-benefício, devem ser consideradas para uso em pacientes com diabetes e neuropatia.&#8221;</p>
<p>No Brasil, a dica é válida e bem-vinda. Em relação ao custo-benefício, as palmilhas pré-fabricadas ganham a batalha em relação às demais. Seus preços variam de R$30 a R$90, dependendo do material com o qual são feitas. Já as feitas sob medida costumam ter preços por volta dos R$100.</p>
<p>Uma ressalva: é importante atentar que os dois tipos de palmilhas utilizadas no estudo diferem apenas na maneira como são produzidas, porém são todas <strong>palmilhas ortopédicas</strong>. Diversos estudos comprovaram, sem sombra de dúvida, que as palmilhas ortopédicas são muito melhores na redução de pressão e dos riscos de úlceras e amputações do que as palmilhas convencionais.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/neuropatia-palmilhas-e-os-pes-dos-diabeticos/">Neuropatia, palmilhas e os pés dos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 17:03:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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		<category><![CDATA[plasminogênio]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Umeå]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.  Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.</em> <span id="more-712"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/machudao-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. Muitos dos aproximados 350 milhões de diabéticos no mundo desenvolvem úlceras nos pés, o que leva a amputações em 10-15 milhões de casos. Mesmo assim, ainda hoje, o tratamento primário para lesões em diabéticos consiste em aplicação de compressas e bandagens; não existe medicação efetiva conta a condição.</p>
<p>Ou, talvez, não <em>existia</em>. Pesquisadores de Universidade de Umeå, na Suécia, publicaram no periódico <em>Blood</em> o resultado de anos de pesquisas com uma proteína chamada de plasminogênio. Os dados são tão animadores que os cientistas, agora, esperam apenas um patrocínio para iniciar análises clínicas de um novo remédio para cicatrização, cujo princípio ativo já foi testado, com enorme sucesso, em camundongos.</p>
<h3>O segredo do plasminogênio</h3>
<p>O plasminogênio é uma proteína já bem conhecida pela Ciência, produzida pelo fígado e encontrada em todos os fluidos corporais. <span style="color: #334c80;">Os pesquisadores da Umeå foram capazes de reavaliar sua função e demonstrar que sua concentração aumenta dramaticamente dentro e ao redor de lesões, o que é um sinal importante para se iniciar a reação inflamatória necessária à cicatrização. Em diabéticos, esta concentração não aumenta tanto, o que parece ser a razão pela qual as feridas não saram. A fim de testar tal hipótese, os cientistas injetaram plasminogênio ao redor de machucados em camundongos e ratos diabéticos. O processo de cicatrização começou imediatamente, e as feridas eventualmente fecharam por completo.</span></p>
<h3>Nova medicação</h3>
<p>Uma linhagem celular produtora de plasminogênio em larga escala já foi desenvolvida em Umeå e os pesquisadores esperam apenas financiamento para que o desenvolvimento de uma nova medicação se inicie. As expectativas são altíssimas, uma vez que a proteína é endógena (produzida pelo organismo) e, por isso, não deve apresentar efeitos colaterais. A princípio, os cientistas concentram seus esforços nos machucados de diabéticos, porém o plasminogênio tem o potencial de auxiliar a cura de outras feridas (como perfurações da membrana timpânica e periodontite), além de ser efetivo na destruição de bactérias resistentes a antibióticos, devido às suas propriedades pró-inflamatórias.</p>
<p>&#8220;Hoje temos o conhecimento necessário para desenvolver um remédio&#8221;, garante, otimista, o professor Tor Ny, um dos autores do artigo. &#8220;O grosso da pesquisa pré-clínica já foi feito e nós temos tido reuniões com a Agência de Produtos Médicos (a &#8220;Anvisa&#8221; sueca) para discutir um programa para os testes clínicos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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