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	<title>Humulin | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>A História do Diabetes – Parte 4 – O Século XX veio com tudo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2014 12:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[Clinistix]]></category>
		<category><![CDATA[Dextrostix]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O último século trouxe revoluções médicas e tecnológicas sem precedentes, que modificaram por completo a maneira de tratar o diabetes. Veja quais foram as novidades! POR RONALDO WIESELBERG Depois da descoberta da insulina, e do estudo do seu uso, as terapêuticas disponíveis para o diabetes foram revolucionadas. As notícias nos periódicos diziam que a cura &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O último século trouxe revoluções médicas e tecnológicas sem precedentes, que modificaram por completo a maneira de tratar o diabetes. Veja quais foram as novidades!</em><span id="more-6761"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>POR RONALDO WIESELBERG</strong></span></p>
<p>Depois da descoberta da insulina, e do estudo do seu uso, as terapêuticas disponíveis para o diabetes foram revolucionadas. As notícias nos periódicos diziam que a cura havia sido descoberta – e, bem, até certo ponto, foi uma cura, uma vez que permite, até hoje, a quem tem diabetes ter uma vida completamente normal e saudável! – e a fabricação da insulina começou.</p>
<p>A insulina, por falar nisso, não foi a responsável por “apenas” um Prêmio Nobel. Em 1958, ela foi, também, responsável pelo Prêmio Nobel de Química para o sequenciamento de aminoácidos que a compõem, e em 1977, também foi a responsável pelo Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia pelo radioimunoensaio da insulina – usado para detectar insulina no sangue. É uma molécula, de fato, fantástica!</p>
<p>Fantástico, também, foi o século XX. Além de ter duas guerras mundiais, uma quebra de bolsa que arruinou o mundo inteiro, o surgimento e decadência de uma potência mundial, a chegada do homem à Lua, o Brasil ganhando suas primeiras quatro Copas do Mundo e muitos outros fatos, o tratamento do diabetes evoluiu, em menos de 100 anos, como jamais evoluiu nos quase 3400 anos anteriores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>ANOS 20</strong></span></p>
<p>Bem, voltemos a 1925. Com a descoberta da insulina, os pacientes podiam ter uma vida normal, casar, ter filhos, e principalmente, viver mais de um ano. Para isso, porém, precisavam usar a insulina, e mais, saber quanto estava a glicemia. À época, era difícil saber a glicemia exata, uma vez que exames de sangue eram caros e difíceis de fazer. O método mais utilizado era a verificação da glicosúria, ou seja, ver se existia glicose no xixi.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/revelado-o-segredo-da-agua-de-quiabo/">Como eu já falei em um outro artigo</a>, os nossos rins eliminam a glicose pela urina caso exista muita glicose na corrente sanguínea – na verdade, acima de 180mg/dl já conseguimos encontrar glicose no xixi. Assim sendo, um método para detectar hiperglicemias era ver se a glicemia estava alta o suficiente para que existisse glicose no xixi. Naquela época, não se sabia dos valores que causariam problemas – hoje sabemos que valores acima de 126mg/dl, em média (o que corresponde a uma hemoglobina glicada de 7,0%) são suficientes para, a longo prazo, causarem complicações.</p>
<p>Então, pelo estudo dos carboidratos, um cientista de nome Stanley Benedict – que seria o nosso “Benedito” – descobriu um jeito fácil de detectar a glicose no xixi. Por meio de uma reação química, que envolvia cobre, ele conseguia oxidar a glicose, que mudaria de cor. Assim, se a urina mudasse de cor, teríamos a glicosúria, e portanto, uma hiperglicemia. Se não mudasse de cor, não haveria glicosúria e não haveria hiperglicemia detectável.</p>
<p>Deixo o “detectável” em destaque porque não sabemos, por esse teste, se existe de fato, ou não, uma hiperglicemia. Mas, naquela época, era o melhor teste possível, e demorava menos de vinte minutos. Sim. Vinte minutos.</p>
 Em vez do monitor de glicemia, você precisaria praticamente de um laboratório inteiro para descobrir se estava ou não com hiperglicemia.
<p>Em 1925, também, surgiu o primeiro acampamento de diabetes no mundo, sob a direção do Dr. Elliott Joslin.</p>
<p>Em 1927, uma medicação oral, derivada da planta conhecida como “lilás francês” foi anunciada como alternativa à insulina. Curiosamente, essa medicação não surtia efeito em crianças, mas surtia um efeito interessante em adultos, principalmente naqueles que a insulina tinha dificuldade de agir. Por não bater os efeitos milagrosos da insulina, ele foi esquecido por um tempinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #008080;">ANOS 30</span></strong></p>
<p>Na década de 1930, a insulina sofreu uma mudança em sua molécula. Quando adicionaram zinco – sim, zinco, aquele metal! – à mistura, descobriram que a insulina durava mais nos frascos, além de que ao adicionarem uma proteína extra, causava um aumento na duração da insulina. Essa insulina foi chamada de “Insulina Zinco-Protamida”. Assim, a insulina duraria mais tempo, além de permitir uma flexibilidade muito maior na administração.</p>
<p>Em 1936, o médico Himsworth dividiu o diabetes mellitus em dois tipos: tipo 1, em geral, aparecia em crianças, tinha um início rápido e devastador, e tinha alta sensibilidade à insulina; tipo 2, aparecia, em geral, em adultos, com início insidioso, lento, e tinha baixa sensibilidade à insulina – aliás, apresentava, até, certa resistência à insulina. Curiosamente, o tipo 2 demonstrava um efeito positivo sob os efeitos do medicamento do lilás francês. Decidiram, então, estudar melhor essa planta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>ANOS 40</strong></span></p>
<p>No começo da década de 40 do século XX, houve uma mudança na conformação da molécula da insulina, com uma outra proteína. A insulina, então, foi chamada, em inglês, de “neutral protamine Hagedorn”, e até hoje ela é usada. A coisa é que a conhecemos pela sigla desse nome, o popular “NPH”. Pois é, a sigla não significa “normal para humanos”&#8230;</p>
<p>No fim da mesma década de 40, Helen Free desenvolveu o Clinistix, que foi o primeiro teste “molhe e veja” na urina. O resultado saía quase que instantaneamente, não demorava mais do que trinta segundos. De vinte minutos para trinta segundos, foi uma evolução bastante grande!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>ANOS 50</strong></span></p>
<p>Em 1950, o lilás francês teve seus estudos concluídos, o princípio ativo foi isolado, e descobriu-se a dose exata em que ele não era tóxico, e fazia bem – vejam, demorou 14 anos para que isso fosse concluído! Foi chamado de “metformina”, e foi liberado para uso na Europa, a partir da síntese em laboratórios alemães. Só em 1955 que o FDA (Food and Drugs Administration, o órgão que regulamenta medicamentos e comida nos Estados Unidos, é como a ANVISA de lá) aprovou o uso de medicamentos orais para o diabetes nos EUA. A metformina, em si, só seria aprovada em 1994.</p>
 Demorou 14 anos para que o princípio ativo passasse do lilás francês à metformina. Catorze anos de cientistas dedicados para que soubéssemos que ele não causaria o mal de ninguém!
<p>Em 1951, um estudo de Lawrence e Bornstein, com os pacientes que tinham tipo 1 e tipo 2 de diabetes demonstrou que quem tinha o então chamado “Diabetes Mellitus Insulino Dependente”, hoje chamado de “tipo 1”, não tinha insulina circulante no corpo. Esse mesmo estudo demonstrou que quem tinha o chamado “Diabetes Mellitus Não-Insulino Dependente”, hoje chamado de “tipo 2” tinha insulina circulante. Conhecendo os efeitos da metformina, recém descoberta, começou o seu uso como medicamento para o diabetes tipo 2.</p>
<p>Entre 1959 e 1960, Yallow e Berson desenvolveram o radioimunoensaio com a insulina, que hoje é usado para várias substâncias na corrente sanguínea. Isso tornou mais fácil a medição de insulina no sangue – principalmente para confirmar os resultados de Lawrence e Bornstein. Esse foi o trabalho que rendeu à insulina seu terceiro Prêmio Nobel.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>ANOS 60</strong></span></p>
<p>Em 1964, enquanto o Brasil sofria com a consolidação de uma ditadura militar, que cerceava direitos, surgiam as primeiras tiras de Dextrostix, que permitiam o teste de glicemia de fato – ou seja, a verificação da glicose no sangue! Demorava o mesmo tanto que o Clinistix – uns trinta segundos! – e era muito mais confiável, uma vez que não sofria interferência do momento de produção da insulina.</p>
<p>Cabe aqui um parênteses: o teste na urina não é o mais indicado para a glicose, já que os valores de glicemia são alterados praticamente a cada segundo, e a urina pode ficar estocada por várias horas – que o diga quem acorda apertado, pela manhã! –, por isso os valores podem não ser exatamente aqueles que são indicados pela glicosúria.</p>
<p>As primeiras bombas de insulina, que tinham praticamente o tamanho de uma mochila grande, foram desenvolvidas, também, na década de 60 do século XX. Eram ligadas diretamente às veias da pessoa, e a insulina não durava muito tempo nos reservatórios. Além de tudo, eram pesadas pra caramba! Mas, se pensarmos que naquela época, os computadores tinham o tamanho de um andar inteiro de um prédio grande&#8230;</p>
<figure id="attachment_6764" aria-describedby="caption-attachment-6764" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6764" alt="antiga bomba de insulina diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/antiga-bomba-de-insulina-diabetes.jpg" width="600" height="508" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/antiga-bomba-de-insulina-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/antiga-bomba-de-insulina-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6764" class="wp-caption-text">Uma das primeiras bombas de insulina. Era grande, desajeitada, e precisava ficar ligada às veias o tempo todo. Não era muito prático&#8230;</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>ANOS 70</strong></span></p>
<p>Em 1970, enquanto o Brasil ganhava o Tri, com Carlos Alberto, Jairzinho, Tostão, Pelé – em sua melhor forma! – e Gérson, o primeiro monitor de glicemia, como conhecemos hoje, era lançado. Seu nome era Ames, e era baseado na reflexão da luz nas tiras reagentes.</p>
<p>Em 1973, a insulina U-100, ou seja, que tem 100 unidades em cada mililitro, que é o padrão utilizado até hoje – pode verificar no frasco ou refil da sua insulina, está ali, U-100! – foi introduzida no mercado. Rapidamente, ela se tornou o padrão humano, uma vez que a maioria das seringas utilizadas comportavam exatamente 1 mL, o que facilitava bastante as dosagens.</p>
<p>Em 1976, o teste e hemoglobina glicada – HbA1C ou simplesmente “A1C” – foi introduzido como meio de monitorar o diabetes, uma vez que demonstrava a “quantidade de glicose que grudava nas hemácias”. Assim, permitia verificar ao longo de quase três meses a média de glicose no sangue – em vez de apenas verificar a quantidade de glicose naquele momento que existia no sangue, como era feito até aquele momento.</p>
<p>No final da década de 70, com o advento da recombinação gênica, começou o sonho da insulina humana, feita a partir do sequenciamento dos aminoácidos da insulina detectada pelo radioimunoensaio, e depois, feita em cultura. Seria a combinação de quatro prêmios Nobel – os três da insulina, acrescentados do prêmio Nobel de Medicina de 1968, sobre o papel dos genes na produção das proteínas –, para que apenas uma substância fosse produzida.</p>
<p>Em 1978, a primeira insulina recombinante humana, idêntica àquela que o corpo humano produz, foi fabricada. Em 1980, ela foi introduzida no mercado, sob o nome de “Humulin”, pela mesma Eli Lilly Corporation que havia produzido a primeira insulina com Banting, Best, Collip e Macleod – agora, sob o nome de Lilly Co. Em 1983, a FDA aprovou seu uso nos EUA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>ANOS 80</strong></span></p>
<p>Em 1980, surgem os dois primeiros acampamentos, no Brasil, para crianças com diabetes. Posteriormente, eles se tornaram um único acampamento, hoje na 34ª edição, sob o nome de Acampamento ADJ-Unifesp. Eu, inclusive, sou monitor desse acampamento!</p>
<p>Em 1983, também, foi introduzido o monitor “Reflolux”. Com o passar do tempo, ele teria seu nome modificado, assim como a sua tecnologia. Hoje, ele está presente no mercado sob a marca registrada de “Accu-Check”.</p>
<figure id="attachment_6765" aria-describedby="caption-attachment-6765" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-6765" alt="reflolux diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/reflolux-diabetes.jpg" width="600" height="508" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/reflolux-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/reflolux-diabetes-283x240.jpg 283w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6765" class="wp-caption-text">A evolução dos monitores de glicemia&#8230; Olha ali, à esquerda e acima, o Reflolux!</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>ANOS 90</strong></span></p>
<p>Em 1994, foi retomada a ideia da restrição de carboidratos, e da quantidade de elevação de glicose no sangue que causavam. É claro que não foi nada tão radical quanto pregado no século XIX. Teve início a terapia de contagem de carboidratos, que chegou no Brasil um tempo depois. Ela ficou ainda mais fácil depois que, em 1996, a FDA aprovou os análogos ultrarrápidos de insulina, que tinham início de ação em 15 minutos.</p>
<p>Porém, ainda havia muito a ser descoberto e feito pelo diabetes. Por mais que a terapia já estivesse muito avançada, as pessoas ainda tinham muitas complicações, e todos os esforços para evitá-las ainda engatinhavam. As ações direcionadas surgiram no século XXI, e continuam sendo desenvolvidas, mas isso&#8230; É o tema do nosso último episódio!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #b8d4e2; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong>Ronaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
<div style="background-color: #dbe9f0; border: 2px solid; border-color: #6E7F88; padding: 10px;"><strong>+ Leia mais textos de Ronaldo Wieselberg:</strong><br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-3-como-usar-a-insulina/">A História do Diabetes &#8211; Parte III</a>&#8221; &#8211; 27.01.2014<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-2-de-uma-decepcao-amorosa/">A História do Diabetes &#8211; Parte II</a>&#8221; &#8211; 20.01.2014<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-1-da-antiguidade-ao-seculo-xix/">A História do Diabetes &#8211; Parte I</a>&#8221; &#8211; 11.01.2014<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/exageros-no-fim-do-ano/">Exageros no Fim do Ano &#8211; como aproveitar as Festas com saúde</a>&#8221; &#8211; 31.12.2013<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/revelado-o-segredo-da-agua-de-quiabo/">Revelado o segredo da água de quiabo</a>&#8221; &#8211; 18.12.2013<br />
&#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/uma-nova-forca-lutando-pelo-diabetes-por-ronaldo-wieselberg/">Uma nova força lutando pelo diabetes</a>&#8221; &#8211; 16.12.2013</div>
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		<title>Insulina Lantus gratuita está com os dias contados</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/insulina-lantus-gratuita-esta-com-os-dias-contados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2014 12:42:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos]]></category>
		<category><![CDATA[diabéticos tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Humulin]]></category>
		<category><![CDATA[insulina glargina]]></category>
		<category><![CDATA[insulina NPH]]></category>
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		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo científico defende que governos troquem a insulina Lantus, de longa duração (e preferida pelos diabéticos) pela NPH, muito mais barata. Um artigo científico publicado este mês na revista Applied Health Economics and Health Policy pode influenciar o governo de Minas Gerais a parar de fornecer gratuitamente a insulina glargina (Lantus) em favor dos análogos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo científico defende que governos troquem a insulina Lantus, de longa duração (e preferida pelos diabéticos) pela NPH, muito mais barata.</em><span id="more-6643"></span></p>
<p>Um artigo científico publicado este mês na revista <em>Applied Health Economics and Health Policy</em> pode influenciar o governo de Minas Gerais a parar de fornecer gratuitamente a insulina glargina (<a title="Qual é o melhor horario para se aplicar a LANTUS?" href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-horario-para-se-aplicar-a-lantus/">Lantus</a>) em favor dos análogos NPH (como a <a title="Tipos de Insulina" href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/">Humulin</a>). <strong>A insulina Lantus é preferida pelos usuários diabéticos</strong>, uma vez que possui efeito terapêutico de longa duração (20 a 24 horas) e diminui as chances de ocorrerem os temíveis episódios de hipoglicemia.</p>
<p>Enquanto isso, a insulina NPH é de ação intermediária, sendo comum os pacientes terem que injetá-la ao menos duas vezes ao dia. Além disso, a NPH deve ser homogeneizada antes da aplicação e possui indíces variáveis de absorção dependendo do usuário &#8211; todos estes fatores que a tornam mais complicada para uso.</p>
<p>O principal &#8220;problema&#8221; da insulina glargina é o preço. De acordo com levantamento realizado pelo <strong>Diabeticool</strong>, o custo por mL da insulina Lantus é praticamente o dobro dos análogos NPH.</p>
<p>O estudo, realizado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), buscou na literatura científica informações que justificassem o uso da insulina Lantus ao invés da NPH. De acordo com os autores, <strong>não há evidências de que um tipo de insulina seja melhor que o outro</strong> em relação ao controle da glicemia e à ocorrência de episódios de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">hipoglicemia</a> em diabéticos do tipo 1.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-6644" alt="insulina lantus e o governo de minas diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/insulina-lantus-e-o-governo-de-minas-diabetes.jpg" width="480" height="296" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/insulina-lantus-e-o-governo-de-minas-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/01/insulina-lantus-e-o-governo-de-minas-diabetes-389x240.jpg 389w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></p>
<p><strong>O QUE MOTIVOU O ESTUDO</strong></p>
<p>Os cientistas mencionam no artigo que os custos associados à compra da insulina Lantus pelo estado de Minas Gerais subiram, em média, 291% nos últimos anos, devido ao aumento no número de casos de diabéticos que entraram na Justiça para adquirir, gratuitamente, o tipo especial de insulina. Além disso, os autores notam que a diferença de preço entre a Lantus e a NPH chega a 536%.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-na-justica-uma-reportagem-especial/">Diabéticos na Justiça &#8211; uma reportagem especial</a>&#8220;</strong></p>
<p>Uma vez que é muito mais caro comprar a insulina Lantus do que a NPH e que a eficiência das duas é a mesma, os autores do trabalho concluem: &#8220;Nós, portanto, recomendamos às autoridades do estado [de Minas Gerais] <strong>excluir a insulina glargina [da lista de medicamentos oferecidos de graça]</strong> ou renegociar uma redução de preços com o fabricante&#8221;.</p>
<p>Ainda na conclusão do estudo, os pesquisadores afirmam que seus resultados poderão ser usados nos tribunais para &#8220;<strong>combater possíveis ações judiciais</strong>&#8221; &#8211; referindo-se às ações de diabéticos que exigem o fornecimento da insulina Lantus pelo governo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #000000; text-decoration: underline;">ATUALIZAÇÃO </span>(16/04/2014)</span>: Mesmo com as conclusões do estudo comentado acima, os diabéticos brasileiros conquistaram, há poucos dias, o direito de receber gratuitamente a insulina Lantus. Leia em &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/agora-e-lei-lantus-vai-ser-fornecida-em-todo-pais-pelo-sus/">Agora é Lei: Lantus vai ser fornecida em todo o país pelo SUS</a>&#8220;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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