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	<title>expectativa de vida | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabéticos tipo 1: expectativa de vida subiu na última década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jan 2015 18:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos tipos de insulina, acesso a serviços especializados e conscientização sobre metas de glicemia ajudam a melhorar expectativa de vida de quem convive com o diabetes. A expectativa de vida de quem convive com o diabetes tipo 1 ainda é menor do que a média geral da população. Todavia, a boa notícia é que essa &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novos tipos de insulina, acesso a serviços especializados e conscientização sobre metas de glicemia ajudam a melhorar expectativa de vida de quem convive com o diabetes.</em><br />
<span id="more-8264"></span></p>
<figure id="attachment_8265" aria-describedby="caption-attachment-8265" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-8265" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/calendario-expectativa-de-vida-diabetes-tipo-1.jpg" alt="calendario expectativa de vida diabetes tipo 1" width="600" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/calendario-expectativa-de-vida-diabetes-tipo-1.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/01/calendario-expectativa-de-vida-diabetes-tipo-1-360x240.jpg 360w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8265" class="wp-caption-text">A expectativa de vida de diabéticos tipo 1 tem aumentado constantemente ao longo das últimas décadas.</figcaption></figure>
<p>A expectativa de vida de quem convive com o diabetes tipo 1 ainda é menor do que a média geral da população. Todavia, a boa notícia é que essa diferença está se estreitando. A cada década que passa, <a title="Cientistas criam ‘pâncreas artificial’ para controlar diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/cientistas-criam-pancreas-artificial-para-controlar-diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a> vivem mais e mais anos.</p>
<p>Esta é a conclusão de um amplo estudo publicado na última edição do periódico científico JAMA e conduzido por pesquisadores escoceses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DIFERENÇA DE EXPECTATIVA DE VIDA DIMINUI A CADA DÉCADA </strong></p>
[pullquote]Nos anos 70, um DM1 vivia quase 30 anos a menos do que o normal! Hoje, felizmente, esta diferença diminuiu bastante.[/pullquote]
<p>De acordo com o trabalho, nos anos 70, uma pessoa que estava com diabetes tipo 1 vivia, em média, 27 anos a menos do que um não-diabético (os dados são dos EUA). Já nos anos 80, a diferença ficou na casa de 16 anos perdidos. Hoje em dia, com os novos medicamentos e aparelhos de acompanhamento da glicemia, o número de anos a menos de vida caiu drasticamente.</p>
<p><strong>Atualmente, um diabético tipo 1 vive, em média, de 11 a 13 anos a menos do que um não diabético</strong>. A frase talvez não soe como muito animadora, mas, considerando-se os números anteriores, é uma melhora considerável.</p>
<p>&#8220;É importante frisar que estas são apenas <em>médias</em>&#8220;, afirmou a dra. Helen Colhoun, da Escola de Medicina da Universidade de Dundee, na Escócia, e uma das autoras do estudo. &#8220;Algumas pessoas com diabetes tipo 1 terão uma expectativa de vida bastante alta, enquanto outras terão uma expectativa menor. Estas são apenas estimativas&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>AS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTALIDADE ENTRE DIABÉTICOS TIPO 1</strong></p>
<p>Para chegar a estes números, o novo estudo acompanhou dados de saúde de mais de 24 mil escoceses diabéticos tipo 1, de 2008 a 2010.</p>
<p>Neste grupo, homens diabéticos viveram, em média, 13 anos a menos do que não diabéticos. Mulheres com diabetes tipo 1 viveram 11 anos a menos.</p>
 Estar sempre de olho na glicemia e corrigi-la o quanto antes é a melhor maneira de evitar os efeitos negativos do diabetes.
[pullquote]Doenças do coração são a principal causa de morte em DM1 adultos.[/pullquote]
<p>Na grande maioria dos casos, o diabetes encurtou a vida das pessoas principalmente por causa de <a title="‘Estamos falecendo por doenças causadas pela faca e o garfo’" href="http://www.diabeticool.com/estamos-falecendo-por-doencas-causadas-pela-faca-e-o-garfo/">doenças cardíacas</a>. É sabido que viver por anos com a glicemia descontrolada aumenta os riscos de desenvolvimento de problemas cardiovasculares, como derrames e enfartos.</p>
<p>Nos diabéticos tipo 1 jovens, as principais causas de mortalidade foram problemas de saúde mais imediatos, como comas diabéticos e cetoacidose.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">SAIBA MAIS</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/">O que é a cetoacidose</a>?</strong></p>
<p>Ou seja, tanto no caso dos diabéticos mais velhos quanto no dos mais jovens, a lição a ser aprendida é que <strong>manter os níveis de açúcar no sangue em valores saudáveis é parte fundamental do dia-a-dia de quem vive com a doença</strong>.</p>
<p>&#8220;No caso do diabetes tipo 1, o segredo é realmente o controle glicêmico. Isto porque manter a glicemia em valores bons determina, por exemplo, a saúde dos rins &#8211; o que, por sua vez, tem um impacto enorme na saúde cardiovascular&#8221;, explicou a dra. Helen.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO MUDAR O QUADRO PARA A MELHOR</strong></p>
[pullquote]A meta, agora, é fazer a diferença de expetativa de vida chegar a zero.[/pullquote]
<p>Um segundo estudo científico, publicado na mesma edição do periódico, mostra que diabéticos que mantiveram um controle rígido das taxas de glicemia ganharam sobrevida considerável ao longo de 27 anos de acompanhamento médico em relação a diabéticos que não mantinham os níveis de açúcar no sangue em valores adequados.</p>
<p>A meta dos cientistas, agora, é fazer com que a diferença de expectativa de vida entre diabéticos e não-diabéticos chegue a zero. Conscientizar as pessoas sobre a importância de se manter a glicemia sempre sob controle é o primeiro passo para atingir este louvável objetivo.</p>
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		<title>Quantos anos de vida a menos uma pessoa obesa tem?</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/quantos-anos-de-vida-a-menos-uma-pessoa-obesa-tem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 13:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[sobrepeso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova pesquisa indica, em números, o impacto negativo do excesso de peso em nosso corpo. Número de anos perdidos por causa da obesidade pode chegar a oito. Não é segredo que estar acima do peso faz muito mal à saúde. O excesso de gordura no organismo gera, com o passar do tempo, uma série de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova pesquisa indica, em números, o impacto negativo do excesso de peso em nosso corpo. Número de anos perdidos por causa da obesidade pode chegar a oito.</em><br />
<span id="more-8133"></span></p>
<p>Não é segredo que estar acima do peso faz muito mal à saúde. O excesso de gordura no organismo gera, com o passar do tempo, uma série de doenças em todos os sistemas, como por exemplo o diabetes tipo 2 (o sobrepeso e a obesidade são os <a title="Os riscos do sedentarismo" href="http://www.diabeticool.com/os-riscos-do-sedentarismo/">fatores de risco</a> número 1 para este tipo de diabetes) e problemas cardíacos.</p>
<p>Um novo estudo revela, em números, o impacto devastador da obesidade na expectativa de vida de uma pessoa. De acordo com o trabalho, publicado na última edição da revista científica <em>The Lancet Diabetes &amp; Endocrinology</em>, quem está obeso pode viver até 8 anos a menos por causa dos quilinhos a mais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>PESO A MAIS, VIDA A MENOS</strong></p>
<p>A pesquisa analisou dados de saúde de cerca de 4 mil pessoas nos EUA. Além de comprovar, conforme esperado, que o excesso de peso está intimamente correlacionado a <a title="Falta de sono = diabetes e problemas cardiovasculares em jovens" href="http://www.diabeticool.com/falta-de-sono-diabetes-e-problemas-cardiovasculares-em-jovens/">doenças cardiovasculares</a> e ao diabetes tipo 2, o estudo descobriu que, quanto mais cedo uma pessoa se torna obesa, maior é o número de anos que a obesidade tira de sua expectativa de vida.</p>
<p><strong>De acordo com os resultados, homens obesos na faixa dos 20 aos 39 anos vivem cerca de 8.4 anos a menos do que homens com o peso adequado. No caso das mulheres, a redução é de 6 anos.</strong></p>
<p><strong>Homens que desenvolvem obesidade na faixa dos 40-50 anos perdem 3.7 anos de vida, enquanto que as mulheres perdem 5.3.</strong></p>
<p>Acima desta faixa etária, a perda de vida equivale a aproximadamente um ano, para ambos os sexos. Porém, associada à redução da expectativa de vida está a perda da qualidade de vida, muito mais impactante em quem tem mais idade.</p>
 Pesquisadores esperam que os números ajudem a dar um empurrãozinho em quem está acima do peso em direção a uma vida mais saudável.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUALIDADE DE VIDA CAI DRASTICAMENTE COM O EXCESSO DE PESO</strong></p>
<p>O estudo analisou também o impacto da obesidade na qualidade de vida. Estar obeso ou com sobrepeso foi associado a uma queda brusca no número de anos que a pessoa viverá sem sofrer as conseqüências de alguma doença relacionada ao excesso de peso. <strong>Pessoas muito obesas na faixa dos 20 aos 29 anos, por exemplo, perdem incríveis 19 anos de vida saudável (isto é, sem doenças).</strong></p>
<p>&#8220;O padrão é claro. Quanto mais um indivíduo pesa e quanto mais jovem for, maior será o efeito [do excesso de peso] em sua saúde, uma vez que ele tem muitos anos pela frente durante os quais os riscos à saúde associados à obesidade poderão impactar negativamente sua vida&#8221;, explicou o professor Steven Grover, da Universidade McGill, no Canadá, um dos autores do trabalho.</p>
<p>&#8220;[Nossos resultados] serão úteis para indivíduos obesos e profissionais da saúde melhor compreenderem a escala do problema e os benefícios substanciais de um estilo de vida mais saudável, que inclua mudanças na dieta e <a title="Exercícios físicos fortalecem até o cérebro" href="http://www.diabeticool.com/exercicios-fisicos-fortalecem-ate-o-cerebro/">atividades físicas regulares</a>&#8220;, completou o professor.</p>
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		<title>Estudo garante: quem toma metformina vive mais</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/estudo-garante-quem-toma-metformina-vive-mais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2014 03:01:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Craig Currie]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[sulfonilureias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pesquisadores da Universidade de Cardiff, na Inglaterra, resolveram estudar se havia diferenças entre as taxas de mortalidade de diabéticos usuários de metformina e de sulfonilureias, eles nunca imaginaram descobrir que um dos mais populares antidiabéticos parece ser uma espécie de “elixir da vida longa” – inclusive para quem não está com a doença. O &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignleft" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/metformina-diabetes-cancer.jpg" alt="" width="261" height="245" /><span class="bdaia-shory-dropcap bdaia-shory-dropcap1" >Q</span>uando pesquisadores da Universidade de Cardiff, na Inglaterra, resolveram estudar se havia diferenças entre as taxas de mortalidade de diabéticos usuários de <strong>metformina</strong> e de <b>sulfonilureias</b>, eles nunca imaginaram descobrir que um dos mais populares antidiabéticos parece ser uma espécie de “elixir da vida longa” – inclusive para quem não está com a doença.</p>
<p>O estudo, publicado na última edição da revista científica <em>Diabetes, Obesity &amp; Metabolism</em>, analisou dados de saúde de mais de 180 mil britânicos, adquiridos de bancos de dados médicos no país. Destes, 90 mil eram diabéticos que utilizam ou metformina ou sulfonilureias para controlar a glicemia. Os outros 90 mil eram pessoas não-diabéticas, porém com aspectos físicos e de saúde (como sexo, idade, ser ou não fumante etc) muito similares ao do grupo dos diabéticos.</p>
<div style="background-color: #f9f9f9; border: 2px solid #cecece; padding: 30px;">
<p><span style="color: #00a7e1;"><em><strong>GLOSSÁRIO RÁPIDO</strong></em></span></p>
<p><strong><span style="color: #1cb0e3;">Metformina </span>– medicamento que ajuda a baixar a glicemia ao <span style="color: #373737;">diminuir a produção de glicose no fígado e aumentar a sensibilidade das células à ação da insulina.</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #00a7e1;">Sulfoniluréias </span>– medicamentos que estimulam a produção de insulina pelas células-beta do pâncreas.</strong></p>
<p><strong>Saiba mais em: <a href="https://www.diabeticool.com/como-funcionam-os-medicamentos-para-o-diabetes/">Como Funcionam os Medicamentos para Diabetes</a>?</strong></p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>OS RESULTADOS SURPREENDENTES DO ESTUDO COM A METFORMINA</strong></h2>
<p>Os autores do trabalho acreditavam que quem estava com diabetes teria uma sobrevida um pouco menor do que o grupo controle, conforme apontam diversas estudos em todo o mundo. Não foi isso que as análises estatísticas mostraram. <strong>Em média, usuários da metformina viveram cerca de 3 anos a mais do que o grupo controle, o que equivale a uma sobrevida de 15%.</strong></p>
<p>Entre os usuários de sulfonilureias, por outro lado, a expectativa de vida diminuiu.</p>
<p>“Os resultados apontam, de maneira surpreendente, que este medicamento barato e amplamente receitado [a metformina] tem efeitos benéficos não apenas para pacientes com diabetes, mas também para quem não está com a doença e, interessantemente, também para <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabéticos tipo 1</a>”, afirmou o dr. Craig Currie, autor do artigo e professor na Escola de Medicina da Universidade de Cardiff.</p>
<p>Segundo ele, o trabalho é um forte argumento para que a metformina se mantenha popular entre médicos na hora de receitar tratamentos para controle da glicemia a seus pacientes.</p>
<p><strong>+ <span style="color: #ff6600;">Leia também</span>: <a href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/">Os Segredos Revelados da Metformina</a> e <a href="http://www.diabeticool.com/combo-de-metformina-aprovado-na-europa/">&#8220;Combo&#8221; de Metformina Aprovado na Europa</a></strong></p>
<p><em><strong>Dica de leitura:</strong></em></p>
<blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="9MBj31AZ9P"><p><a href="https://www.diabeticool.com/metformina-poderosa-tambem-contra-o-cancer-de-pancreas/">Metformina: poderosa também contra o câncer de pâncreas?</a></p></blockquote>
<p><iframe title="&#8220;Metformina: poderosa também contra o câncer de pâncreas?&#8221; &#8212; DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes" class="wp-embedded-content" sandbox="allow-scripts" security="restricted" style="position: absolute; clip: rect(1px, 1px, 1px, 1px);" src="https://www.diabeticool.com/metformina-poderosa-tambem-contra-o-cancer-de-pancreas/embed/#?secret=9MBj31AZ9P" data-secret="9MBj31AZ9P" width="600" height="338" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Quanto tempo vale uma vida? &#8211; Uma reflexão de Carlão Monteiro</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/quanto-tempo-vale-uma-vida-uma-reflexao-de-carlao-monteiro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Dec 2013 19:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Carlão Monteiro]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso polêmico colunista apresenta uma história comovente sobre diabetes tipo 1 e a &#8220;falta de tempo&#8221; nos dias de hoje em sua nova crônica. Um texto especial por Carlão Monteiro Diabético, colunista do Diabeticool. Começo minha coluna com uma história verídica, absurda e completamente ridícula. Aconteceu esta semana em um hospital inglês. O paciente estava internado &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nosso polêmico colunista apresenta uma história comovente sobre diabetes tipo 1 e a &#8220;falta de tempo&#8221; nos dias de hoje em sua nova crônica.</em><span id="more-6171"></span></p>
<p><span style="color: #008080;"><strong>Um texto especial por <strong>Carlão Monteiro Diabético</strong>, colunista do Diabeticool.</strong></span></p>
<p>Começo minha coluna com uma história verídica, absurda e completamente ridícula.</p>
<p>Aconteceu esta semana em um hospital inglês. O paciente estava internado já havia um tempinho e mandou chamar os médicos.</p>
<p>Quando eles entraram no quarto, o paciente disse, furioso:</p>
<p>&#8220;<strong>Doutores, o relógio ali na parede está dizendo que é hora de eu morrer!</strong>&#8220;.</p>
<p>Os médicos acharam que o homem delirava, então viraram-se para a parede e viram que o relógio digital realmente mostrava, acima das horas, a palavra &#8220;DIE&#8221;, que em inglês pode ser traduzida como &#8220;Morra!&#8221;.</p>
<p>Demorou uma meia hora até perceberem que alguém tinha mudado o idioma do relógio para o alemão. Nessa língua, &#8220;DIE&#8221; é o início de &#8220;Dienstag&#8221;, ou &#8220;terça-feira&#8221;! A equipe do hospital reverteu a língua do relógio para o inglês e o paciente pôde voltar a dormir sossegado, sem achar que um aparelho eletrônico estava determinando seu horário de morte.</p>
<p>Agora outra história, também verídica, também absurda, mas nem um pouco ridícula.</p>
<p>Eu sempre acompanho os zilhões de comentários que nós recebemos aqui no <strong>Diabeticool</strong>. Tento ajudar na medida do possível e responder ao maior número de perguntas. Tem algumas que me fazem pensar, tem outras que me abrem os olhos para a realidade de quem tem diabetes e vive em rincões pobres no país. Mas tem uns comentários que são de ferver o sangue, ao mesmo tempo em que partem o coração.</p>
<p><strong>Vou respeitar ao máximo a privacidade da senhora que nos enviou a mensagem. Escrevo sobre ela porque sinto ser importantíssimo comentar o que aconteceu.</strong></p>
<p>Leio esta semana uma mensagem de uma leitora. Ela disse que acabara de voltar do médico e que ele tinha diagnosticado seu filhinho com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>. <strong>Triste e muito melancólica, ela perguntava quanto tempo de vida o filho teria</strong>. Ela perguntava pra gente quanto tempo ainda tinha de companhia com a pessoinha que mais amava no mundo. Eu fiquei completamente chocado e comovido, fiquei sem respirar por alguns instantes ao ler isso.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Como pode um médico diagnosticar uma criança com diabetes tipo 1 e nem mesmo se dar ao &#8220;luxo&#8221; de sentar e conversar com a mãe da criança, explicando o que é a doença e o que fazer para tratá-la??</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Como pode um profissional da saúde dar uma canetada na ficha da criança e achar que seu trabalho acabou por aí?</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>Como pode uma mãe ter que procurar <span style="text-decoration: underline;">na internet</span> quanto tempo de vida ela ainda ia ter com seu filho?</strong> </span></p>
<p>Se o paciente inglês se sentiu mal vendo o relógio anunciar sua hora de morte, imagine como se sente alguém que tem que recorrer ao Google para saber a expectativa de vida do próprio filho!</p>
<p>Chamei o restante da Equipe Diabeticool e mostrei a mensagem. Todos ficaram chocados. Ninguém merece ficar no escuro em relação à saúde dos filhos, não desse jeito. Respondemos à senhora que mantivesse a calma, que aprendesse tudo o que podia sobre o diabetes tipo 1 e o que fazer para cuidar da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> do filho, fornecendo nossos links e materiais didáticos feitos com todo o cuidado. Dissemos a verdade que ela, absurda e infelizmente, nunca ouviu: a expectativa de vida de alguém com diabetes tipo 1 tem tudo para ser exatamente normal, desde que a glicemia seja controlada SEMPRE, com todo o cuidado, desde pequenino.</p>
<p>Quanto tempo o médico &#8220;gastaria&#8221; explicando isso para a mãe? <strong>Quanta angústia poderia ser evitada com um pouquinho mais de humanidade no coração?</strong> Quem dera esse médico fosse que nem o relógio da 1a história, e que bastasse apenas um &#8220;puxão de orelha&#8221; para ele voltar a funcionar da maneira correta!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #efefec; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-5802" alt="carlao monteiro" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png" width="133" height="133" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro.png 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/11/carlao-monteiro-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 133px) 100vw, 133px" />Carlão Monteiro Diabético</strong> ganhou este último &#8220;sobrenome&#8221; carinhoso há mais de 20 anos, quando descobriu que teria de conviver com o diabetes. Passou a estudar muito sobre a doença, devorando todos os livros e artigos científicos que passavam pela sua frente. Neste tempo, já testou milhares de tratamentos diferentes e ouviu as mais exóticas histórias sobre curas do diabetes. Ele compartilha seu vasto conhecimento com os leitores do Diabeticool nesta coluna especial.</div>
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		<title>Diabéticos tipo 1 vivem mais e mais e mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 22:50:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[estatística]]></category>
		<category><![CDATA[expectativa de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Pittsburgh]]></category>
		<category><![CDATA[Trevor Orchar]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Pittsburgh]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em comparação com décadas passadas, diabéticos dos dias de hoje vivem por muito mais anos; melhora supera crescimento da expectativa de vida geral. A boa notícia de sexta-feira vem do periódico Diabetes, em trabalho de análise estatística de Universidade de Pittsburgh. Pesquisadores descobriram que as taxas de mortalidade de diabéticos tipo 1 diagnosticados no período &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em comparação com décadas passadas, diabéticos dos dias de hoje vivem por muito mais anos; melhora supera crescimento da expectativa de vida geral.</em></p>
<p><span id="more-1402"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/viver-mais-diabetes.jpg"></span></p>
<p>A boa notícia de sexta-feira vem do periódico <em>Diabetes</em>, em trabalho de análise estatística de Universidade de Pittsburgh. Pesquisadores descobriram que as taxas de mortalidade de diabéticos tipo 1 diagnosticados no período 1950-1964 foi de 35,6%, enquanto que os diagnosticados entre 1965-1980 tiveram uma taxa bem menor, de 11,6%.  Além disso, os pacientes do segundo grupo (o mais novo) viveram cerca de 15 anos a mais que os do primeiro.</p>
<p>A análise dos cientistas só levou em consideração os diabéticos tipo 1 porque eles são acompanhados constantemente por um estudo sobre este tipo de diabetes que a cidade de Pittsburgh conduz desde os anos de 1950. Diabéticos tipo 2 estão fora do trabalho, e portanto faltam dados sobre esta população.</p>
<p>Explica Trevor Orchar, médico, professor de epidemiologia, pediatria e medicina na universidade e principal autor do trabalho:</p>
<p>&#8220;As taxas de mortalidade do diabetes tipo 1, é sabido, têm caído ao longo dos anos, mas estimativas de expectativa de vida recentes para aqueles diagnosticados com diabetes tipo 2 estão em falta nos Estados Unidos. (&#8230;) Assim, nós estimamos a expectativa de vida dos participantes [do estudo de Pittsburgh] e ficamos impressionados de ver tamanha melhora &#8211; um tributo a como o tratamento moderno mudou dramaticamente as perspectivas daqueles com diabetes tipo 1 desde a infância&#8221;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.healio.com/endocrinology/diabetes/news/print/endocrine-today/%7B4C474358-F717-4ED6-84CC-63AB5035C9D8%7D/Life-expectancy-improving-for-people-with-type-1-diabetes" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Esta recente pesquisa já é boa por si só, mas, quando colocada em contexto, fica melhor ainda: comparando-se os dois períodos estudados (1950-1964 e 1965-80), a expectativa de vida <em>em geral</em> da população norte-americana subiu <em>um ano</em>. A dos diabéticos tipo 1, como diz o estudo, cresceu<em> 15 anos</em>!</strong></p>
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