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	<title>Estadão | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Cirurgia bariátrica controla diabetes em paciente com sobrepeso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Feb 2013 17:36:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos diabéticos não se adequa aos critérios para fazer cirurgias bariátricas. O que acontece quando ela é feita mesmo assim?   A cirurgia bariátrica &#8211; popularmente conhecida como &#8220;cirurgia de redução do estômago&#8221; &#8211; é uma técnica reconhecida para o tratamento do diabetes tipo 2 em pessoas acima do peso. Alguns estudos apontam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A maioria dos diabéticos não se adequa aos critérios para fazer cirurgias bariátricas. O que acontece quando ela é feita mesmo assim?</em></p>
<p><span id="more-3349"></span></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p>A <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/"><strong>cirurgia bariátrica</strong></a> &#8211; popularmente conhecida como &#8220;cirurgia de redução do estômago&#8221; &#8211; é uma técnica reconhecida para o tratamento do diabetes tipo 2 em pessoas acima do peso. Alguns estudos apontam que os índices de <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">remissão</a> do diabetes após as cirurgias podem chegar a 80% dos casos. Apesar de ser uma alternativa terapêutica viável para o diabetes, há uma grande contradição que envolve a doença e a técnica cirúrgica: <strong>a grande maioria de quem tem diabetes não pode fazer a operação</strong>.</p>
<p>Isto acontece porque os médicos seguem alguns princípios antes de realizar uma cirurgia complexa como a bariátrica. O Conselho Federal de Medicina autoriza, hoje, a cirurgia apenas para pacientes que tenham IMC acima de 40, ou então que possuam IMC entre 35 e 40, mas que apresentem comorbidades comprovadas, como diabetes tipo 2, <a title="Diabetes, pressão alta e doenças cardíacas da geração boomers" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pressao-alta-e-doencas-cardiacas-da-geracao-boomers/">hipertensão arterial</a>, doença coronariana e artrites. Além disso, o paciente deve ter passado dois anos tentando, sem sucesso, diminuir o peso através de outras técnicas.</p>
<p>Vale lembrar: o <a title="O pneuzinho diabético" href="http://www.diabeticool.com/o-pneuzinho-diabetico/"><strong>IMC</strong></a>, ou índice de massa corporal, é um número calculado dividindo-se o peso, em quilogramas, pelo quadrado da altura, em metros. [<a href="http://www.calculoimc.com.br/">Clique aqui para calcular seu IMC online</a>]. Um IMC de 35 equivale, portanto, a uma pessoa de 1,60m e que tenha 90kg.</p>
<p>O problema é que, tanto no Brasil quanto no restante do mundo, a grande maioria das pessoas que têm diabetes possuem IMC menor que 35. Elas são consideradas, normalmente, &#8220;acima do peso&#8221; ou com &#8220;obesidade leve&#8221;. Assim, estas pessoas não estão habilitadas a fazer a cirurgia bariátrica, e pouco se sabia sobre os efeitos do procedimento cirúrgico neste grande grupo de diabéticos.</p>
<p>A história mudou este mês, devido a uma pesquisa brasileira. Conforme noticia o jornal <strong>O Estado de São Paulo</strong>,</p>
<p><span style="color: #808080;">&#8220;Uma técnica experimental de cirurgia bariátrica, que consiste na inserção de um tubo flexível e impermeável no interior do intestino do paciente, foi capaz de promover o controle da diabete tipo 2 em voluntários com obesidade leve ou sobrepeso. A conclusão é de um estudo do Hospital Oswaldo Cruz, de São Paulo, publicado neste mês na revista científica <em>The Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism</em>.&#8221;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como funciona a técnica</strong></p>
<p>A estratégia utilizada pelos médicos do Hospital Oswaldo Cruz consistiu em inserir um tubo de 60cm de comprimento, impermeável, logo no início do intestino. Esta inserção é feita por via endoscópica, ou seja, pela boca, o que significa que não são feitos cortes no paciente. A região inicial do intestino é um dos locais que mais absorvem nutrientes no nosso trato digestivo. Quando o tubo é inserido ali, por ser impermeável, ele bloqueia boa parte desta absorção, favorecendo o emagrecimento. De acordo com o Estadão, &#8220;<span style="color: #808080;">O cirurgião Ricardo Cohen, um dos autores da pesquisa, explica que o dispositivo é feito para ficar no corpo do paciente por um ano. No caso dos participantes do estudo, 40% mantiveram a medicação reduzida mesmo depois da retirada do aparelho.</span>&#8221;</p>
<p>Os resultados foram animadores. Em 75% dos pacientes (12 pessoas), o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a> foi controlado após um ano da inserção do tubo.</p>
<p>&#8220;<span style="color: #808080;">Ao final do experimento, o IMC médio dos pacientes havia caído 3,6 pontos. O nível médio de glicemia de jejum caiu de 207 para 155 mg/dL. Outros indicadores, como triglicérides e colesterol, também apresentaram melhora. Depois de 12 meses &#8211; período no qual foi reduzida a quantidade de remédios para controle da diabete -, o dispositivo foi retirado dos pacientes.</span>&#8220;, afirma a matéria.</p>
<p>Os autores do estudo entendem estes resultados como indício de que o desvio da comida do contato com a porção inicial do intestino gera efeitos benéficos no controle metabólico. Isto pode servir de argumento para que a técnica seja indicada para pacientes diabéticos com IMC menor do que 35 e que não conseguem diminuir as medidas através de outros procedimentos.</p>
<p style="text-align: center;"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-3360" alt="cirurgia bariatrica diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cirurgia-bariatrica-diabetes.jpg" width="560" height="424" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cirurgia-bariatrica-diabetes.jpg 1000w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/cirurgia-bariatrica-diabetes-317x240.jpg 317w" sizes="(max-width: 560px) 100vw, 560px" /></p>
<p><strong>Histórias de quem passou pela técnica experimental</strong></p>
<p>Pacientes foram entrevistados pela reportagem do Estadão. Eis suas opiniões sobre a nova técnica:</p>
<p><span style="color: #808080;">O médico Luiz Carlos Barbirato, de 56 anos, foi um dos voluntários do estudo. &#8220;Tive uma evolução boa. Era hipertenso e diabético. Em três meses, o remédio para hipertensão diminuiu pela metade. Em seis meses, o remédio para a diabete também foi reduzido para a metade. Em um ano, a glicemia quase tinha voltado ao normal&#8221;, diz.</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Com o dispositivo, Barbirato, que pesava 112 quilos, perdeu 18. &#8220;Depois que tirei o aparelho, aumentei um pouco o peso. Estou com 4 quilos a mais, mas isso está se mantendo.&#8221;</span></p>
<p><span style="color: #808080;">Outro voluntário, o eletricista Manoel Messias, de 46 anos, conta que os efeitos positivos do procedimento persistiram por um ano após a retirada do dispositivo. &#8220;Perdi a vontade de comer doces e frituras. Então, como me adaptei a uma outra alimentação, ficou melhor para mim e a diabete caiu bastante.&#8221;</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,cirurgia-bariatrica-em-teste-controla-diabete-em-paciente-com-sobrepeso-,994899,0.htm">Leia aqui a matéria do Estadão, de 09.02.2013.</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-controla-diabetes-em-paciente-com-sobrepeso/">Cirurgia bariátrica controla diabetes em paciente com sobrepeso</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo do Incor quer entender o coração do diabético</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/estudo-do-incor-quer-entender-o-coracao-do-diabetico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 19:42:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de pesquisa busca voluntários para avaliar se cirurgia bariátrica em diabéticos tem influência na saúde cardiovascular dos pacientes. Procuram-se candidatos O Incor, hospital vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, está à procura de voluntários para um pesquisa que visa determinar a influência da cirurgia de redução de estômago em diabéticos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto de pesquisa busca voluntários para avaliar se cirurgia bariátrica em diabéticos tem influência na saúde cardiovascular dos pacientes.</em></p>
<p><span id="more-2199"></span></p>
<p><strong>Procuram-se candidatos</strong></p>
<p>O <strong>Incor</strong>, hospital vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, está à procura de voluntários para um pesquisa que visa determinar a influência da <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">cirurgia de redução de estômago</a> em diabéticos obesos ou acima do peso. A meta é avaliar se, após o procedimento cirúrgico, os pacientes apresentam menores chances de desenvolver <a title="Verdades &amp; Mitos" href="http://www.diabeticool.com/verdades-mitos/">doenças cardiovasculares</a>.</p>
<p><strong>Quem quiser concorrer a uma das 10 vagas que serão sorteadas para a cirurgia deverá se adequar a um estrito perfil</strong>. O candidato tem de ser homem, entre 18 e 65 anos, ter circunferência abdominal acima dos 102cm, ter sido diagnosticado com o diabetes há menos de dez e há mais de 2 anos e possuir Índice de Massa Corporal entre 28 e 35 (<a href="http://www.diabeticool.com/?p=2134">aprenda aqui a calcular seu IMC</a>!). Além disso, de acordo com o jornal O Estado de São Paulo, &#8220;os voluntários (&#8230;) não podem ser dependentes de álcool, cigarro ou drogas, nem ser portadores de doenças crônicas graves não relacionadas à obesidade, como câncer, Aids e distúrbios autoimunes.&#8221;</p>
<p>“Nosso objetivo é entender quais são as alterações metabólicas envolvidas e medir o impacto na redução do risco cardiovascular”, afirmou Fernanda Reis de Azevedo, responsável pelo projeto de pesquisa. De acordo com a matéria do Estadão, a pesquisadora ainda afirmou que &#8220;investigações recentes também têm mostrado que diabéticos operados apresentam melhora na glicemia antes mesmo que ocorra uma perda de peso significativa.&#8221;</p>
<p>Isto é bem verdade. Todavia, uma coisa é relacionar a perda de peso, resultado da cirurgia bariátrica, à melhora na glicemia; outra é correlacioná-la a melhoras na saúde cardiovascular. Quanto a este ponto, o infame estudo <a href="https://www.lookaheadtrial.org/public/home.cfm">Look AHEAD (Action for Help in Diabetes)</a>, do governo norte-americano, pode fornecer algumas pistas.</p>
<p><strong>As já clássicas conclusões do Look AHEAD</strong></p>
<p>De acordo com nossa matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/?p=1754">Quando o estudo sai pela culatra</a>&#8220;, de 22 de outubro, o Look AHEAD foi um amplo trabalho de acompanhamento da saúde de milhares de diabéticos lançado nos EUA há mais de dez anos. &#8220;O objetivo era simples: provar que pessoas com diabetes tipo 2 e acima do peso, quando submetidas a tratamentos intensivos de perda de peso e aumento da atividade física, tornavam-se menos vulneráveis a <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a> &#8211; como enfartes e derrames.&#8221;</p>
<p>Todavia, os resultados preliminares do projeto foram tão contundentes que sua continuação foi cancelada por futilidade. <strong>Uma das conclusões do trabalho é que perder peso não influencia em nada os riscos de doenças cardiovasculares.</strong> &#8220;Apesar do estudo ter mostrado que a perda de peso tem muitos efeitos positivos para a saúde de pessoas com diabetes tipo 2, esta perda não reduziu o número de eventos cardiovasculares&#8221;, afirmou a Dra. Rena Wing, presidente do grupo Look AHEAD e professora de psiquiatria e comportamento humano na <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">Brown University</a>. Alguns destes efeitos positivos: diminuição da dependência de remédios para o diabetes, menor incidência de <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">apnéia obstrutiva do sono</a>, maior mobilidade física e aumento considerável na qualidade de vida. Ótimas notícias, de qualquer maneira!</p>
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		<title>Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Nov 2012 17:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
		<category><![CDATA[Dr Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Estadão]]></category>
		<category><![CDATA[Humberto Flauzino Guimarães]]></category>
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		<category><![CDATA[quimioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Ribeirão Preto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa experimental inédita no mundo, liderada pelo amigo do site Dr. Carlos Couri, tem ótimos índices de sucesso. Atualização 23.01.2013: Devido aos comentários entusiasmados gerados por esta matéria tanto no Diabeticool quanto nas redes sociais, entramos em contacto com dr. Couri, líder do projeto de pesquisas com células-tronco. Perguntamos como seria possível a participação nos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa experimental inédita no mundo, liderada pelo amigo do site Dr. Carlos Couri, tem ótimos índices de sucesso.</em></p>
<p><span id="more-1927"></span></p>
<p><strong><span style="color: #003366;">Atualização 23.01.2013:</span></strong></p>
<p><span style="color: #003366;">Devido aos comentários entusiasmados gerados por esta matéria tanto no <strong>Diabeticool</strong> quanto nas redes sociais, entramos em contacto com dr. Couri, líder do projeto de pesquisas com células-tronco. Perguntamos como seria possível a participação nos estudos. Eis a resposta:</span></p>
<p><span style="color: #003366;">&#8220;As pesquisas com células-tronco são promissoras porém preliminares, além de envolverem riscos. Por isso, possuem inúmeros critérios de inclusão e de exclusão. Os critérios iniciais de inclusão são idade ente 18 e 35 anos e diabetes tipo 1 há menos de 5 meses. Quem se interessar deve entrar em contato com Dr Carlos Eduardo Barra Couri no e-mail: ce.couri@yahoo.com.br &#8220;</span></p>
<p style="text-align: center;"><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/celulas-tronco-pesquisa-diabetes/"></span></p>
<p>O jornal O Estado de São Paulo noticiou que as pesquisas com <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">células-tronco</a> para o tratamento do diabetes tipo 1, feitas pela USP de Ribeirão Preto, têm apresentado resultados pra lá de animadores. Dos 25 pacientes submetidos ao novo procedimento, 21 não precisam mais de injeções de insulina &#8211; é seu próprio organismo que a produz!</p>
<p>O segredo está na técnica conduzida pelo endocrinologista Carlos Eduardo Barra Couri (grande amigo do site! Relembre aqui seus excelentes textos &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/licoes-sobre-o-descobrimento-da-insulina-e-do-hospital-geral-de-toronto-canada/">Lições sobre o Descobrimento da Insulina e do Hospital Geral de Toronto</a>&#8221; e sobre <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/hipoglicemia/">a importância de se ter a carteirinha de diabético sempre em mãos</a> (no final da página) ).</p>
<p>O diabetes tipo 1 é aquele no qual o próprio sistema imune do nosso corpo ataca e destrói as <a title="Células Beta" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/" target="_blank" rel="noopener">células que produzem insulina</a>. A estratégia do Dr. Couri é, primeiro, extrair células-tronco da medula do paciente. Estas células têm a capacidade de se transformar em diversos tipos de células especializadas. Depois, o diabético é submetido a uma sessão de quimioterapia, que praticamente &#8220;desliga&#8221; seu sistema imune. Daí, as células-tronco coletadas do próprio paciente são reintroduzidas no organismo, para que gerem um novo sistema imune &#8211; desta vez não defeituoso, ou seja, que não ataque as células produtoras de <a title="Insulina" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/" target="_blank" rel="noopener">insulina</a>.</p>
<figure id="attachment_1929" aria-describedby="caption-attachment-1929" style="width: 143px" class="wp-caption alignleft"><a href="http://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/dr-couri-diabetes/" rel="attachment wp-att-1929"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1929 " title="dr couri diabetes" alt="" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/dr-couri-diabetes.jpg" width="143" height="248" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/dr-couri-diabetes.jpg 143w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/dr-couri-diabetes-138x240.jpg 138w" sizes="(max-width: 143px) 100vw, 143px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1929" class="wp-caption-text">Dr. Carlos Eduardo Barra Couri</figcaption></figure>
<p>Os resultados são excelentes. Mais de 80% dos diabéticos tipo 1 testados voltaram a produzir sua própria insulina. Segundo a matéria, &#8220;um dos beneficiados pelo estudo é o jovem Humberto Flauzino Guimarães, de 22 anos, livre das injeções de insulina há cinco anos. Ele diz que sua qualidade de vida mudou muito desde que passou a se tratar com células-tronco. Mas as recomendações médicas de fazer exercícios físicos regularmente e de ter uma alimentação saudável não foram abandonadas.&#8221;</p>
<p>Como diz o título da matéria do Estadão, a técnica ainda é experimental. De acordo com Couri, “hoje, temos resultados práticos que provam que estamos no caminho certo”. Mas, de acordo com o médico, ainda não é possível prever quando a tecnologia estará disponível a todos os diabéticos. “É uma terapia de longo prazo. Estamos falando de célula-tronco, algo ainda novo e que vem sendo discutido”, explica.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,tecnica-experimental-da-usp-livra-diabeticos-das-injecoes-de-insulina,957350,0.htm" target="_blank" rel="nofollow noopener"><span style="color: #34465a;">Leia a matéria do Estadão seguindo este link!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/brasileiros-tratam-diabetes-tipo-1-com-celulas-tronco/">Brasileiros tratam diabetes tipo 1 com células-tronco</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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