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	<title>dor | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>É diabética e sente dores? Conheça os benefícios da vitamina D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 16:53:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[suplemento]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade Loyola]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina D]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalho recentemente divulgado descobre os benefícios de suplementos alimentares com vitamina D na melhora da depressão e de dores em diabéticos. Um dos sintomas mais presentes em diabéticos &#8211; e em mulheres com diabetes em especial &#8211; é a dor. Seja nas mãos, nos dedos ou nas pernas, muitas vezes a dor é persistente, durando &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Trabalho recentemente divulgado descobre os benefícios de suplementos alimentares com vitamina D na melhora da depressão e de dores em diabéticos.</em><span id="more-6018"></span></p>
 A vitamina D também é conhecida como &#8220;a vitamina do sol&#8221;.
<p>Um dos sintomas mais presentes em diabéticos &#8211; e em mulheres com diabetes em especial &#8211; é a dor. Seja nas mãos, nos dedos ou nas pernas, muitas vezes a dor é persistente, durando anos. Muitas pessoas caem, inclusive, em depressão por causa delas. O que fazer para amainar o sofrimento e melhorar a qualidade de vida de quem está sofrendo? Um estudo científico recentemente divulgado aumenta as esperanças de um tratamento para dores em diabéticos &#8211; e o segredo está na vitamina D.</p>
<p>A pesquisa, conduzida por cientistas da universidade Loyola, em Chicago, testou os efeitos de suplementos de vitamina D em mulheres diabéticas tipo 2. No começo do estudo, 61% das voluntárias disseram sentir fortes dores nos pés e nas pernas e 74% delas afirmaram ter formigamentos ou falta de sensibilidade nas mãos, dedos e pernas.</p>
<p><strong>Após seis meses ingerindo semanalmente um suplemento de vitamina D2, os níveis de depressão nas voluntárias caíram de maneira significativa, assim como os relatos de dores. Em alguns casos, apenas três meses de tratamento já ajudaram a diminuir a sensação de dor.</strong></p>
<p>&#8220;Dor é um problema comum e geralmente sério em mulheres com diabetes tipo 2 e depressão. Apesar de mais pesquisas serem necessárias, a suplementação alimentar com vitamina D2 é um tratamento promissor tanto para dor quanto para depressão relacionadas ao diabetes tipo 2&#8221;, afirmou Todd Doyle, o principal autor do estudo.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><strong>+ LEIA MAIS</strong></span><strong>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/beneficios-da-vitamina-d-para-diabeticos/">Benefícios da Vitamina D para diabéticos</a>:<em> Vitamina D pode ajudar no controle da glicemia e na prevenção do diabetes</em>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>QUAL A RELAÇÃO ENTRE DIABETES E DOR?</strong></p>
 Dores nas articulações são um sintoma comum no diabetes.
<p>As dores que muitos diabéticos sentem &#8211; em especial nos membros inferiores &#8211; estão geralmente associadas à <a title="Neuropatia Diabética" href="http://www.diabeticool.com/neuropatia-diabetica/"><strong>neuropatia diabética</strong></a>. O excesso de açúcar no sangue que caracteriza o diabetes gera danos aos nervos e isto, por sua vez, causa as sensações de dor, formigamento ou falta de sensibilidade. É importantíssimo manter a glicemia sempre sob controle, pois os danos nos nervos podem gerar complicações seriíssimas e de difícil tratamento.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">+ LEIA MAIS</span>: &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?</a>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIS VANTAGENS DA VITAMINA D PARA DIABÉTICAS</strong></p>
<p>Pesquisas anteriores realizadas também pela Universidade Loyola apontaram que a vitamina D melhora o humor e diminui a pressão sangüínea em mulheres que estão com diabetes tipo 2 e depressão. Além disso, em algumas das voluntárias deste estudo, a vitamina D ajudou-as também a perder peso.</p>
<p>Comentando o estudo atual, a professora da Universidade Loyola e autora do trabalho, Sue Penckofer, disse que &#8220;a vitamina D tem amplos benefícios para nossa saúde e para certas doenças crônicas, como o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>&#8220;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/e-diabetica-e-sente-dores-conheca-os-beneficios-da-vitamina-d/">É diabética e sente dores? Conheça os benefícios da vitamina D</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Você acha que seu diabetes está sob controle?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2013 14:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Eduardo Barra Couri]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dr. Couri ensina como administrar melhor sua glicemia em um texto super explicativo! Acompanhe. Como todos sabemos o diabetes é uma doença silenciosa. Em outras palavras, ele tem a capacidade de nos trazer problemas sem entretanto nos dar alarmes. Infelizmente, de maneira geral procuramos ajuda quando temos sintomas como dor, febre, sangramento, extremo mal-estar, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O dr. Couri ensina como administrar melhor sua glicemia em um texto super explicativo! Acompanhe.</em></p>
<p><span id="more-4991"></span></p>
<p>Como todos sabemos o diabetes é uma doença silenciosa. Em outras palavras, ele tem a capacidade de nos trazer problemas sem entretanto nos dar alarmes.</p>
<p>Infelizmente, de maneira geral procuramos ajuda quando temos sintomas como dor, febre, sangramento, extremo mal-estar, etc. É neste nosso ponto fraco que o diabetes pode nos surpreender negativamente.</p>
<p>Muitos pacientes dizem a seguinte frase: “Eu conheço meu corpo e percebo que eu estou bem!” Porém, para ter certeza é necessário saber a quantas andam os níveis de glicose no sangue. Muitas vezes estou de frente a um paciente no consultório que está sem sintoma algum e quando meço a glicose o valor é de 450 mg/dl!</p>
<p>Por isso, cada paciente deve discutir com seu médico a forma como deve medir as glicemias. Há pacientes que precisam medir as glicemias 5, 6 7 e às vezes até 8 vezes ao dia! Isto mesmo: 8 vezes ao dia! Há pacientes que precisam medir a glicemia a cada 2 ou 3 meses. Cada caso é um caso e deve ser discutido com seu médico.</p>
<p>Que hora do dia devemos medir a glicose no sangue? Muitos pacientes se acostumam a medir as glicemias de manhã em jejum e quase nunca medem em outros horários. Devemos nos lembrar que o diabetes existe 24h por dia, 365 dias ao ano e por isso é necessário haver rodízio nos horários de medição. Os horários básicos são antes e 2h após o inicio do café da manhã, almoço e jantar e também às 3h da manhã. Obviamente que o número de medições varia de paciente para paciente. Muitos pacientes porém medem todos os dias, mas quase nunca medem após o café da manhã ou após o jantar ou na madrugada. Isto deve ser policiado pelo médico e paciente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quais as metas de tratamento?</strong></p>
<p>As metas são discutidas entre médico e paciente e individualizadas. Em adultos costumamos usar meta de glicemia antes das refeições menor do que 120 mg/dl e meta após as refeições menor do que 140 mg/dl. Estes valores podem ser aumentados em casos particulares como idosos e crianças. É bom deixar claro aumentos esporádicos de glicemia em nada interferem no risco de complicações crônicas do diabetes. Todo o paciente diabético apresenta elevações ocasionais de glicose, mas o que realmente nos preocupa é quando as elevações se tornam frequentes. Caso isto ocorra uma mudança no estilo de vida ou mudança nas doses de insulina devem ser feitos em conjunto com o médico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Hemoglobina glicada</strong></p>
<p>Todos sabemos que é impossível medir-se as glicemias a todo o minuto todos os dias. Haja dedos&#8230; Por isso, temos uma ferramenta que nos mostra a média das glicemias dos últimos 3 meses. Isto se chama hemoglobina glicada. A hemoglobina glicada mostra o percentual de glóbulos vermelhos estão “açucarados”. Normalmente pacientes diabéticos possuem meta abaixo de 7%. Idosos e crianças costumam ter metas abaixo de 8%, mas conforme dito antes, isto deve ser discutido caso a caso com o médico assistente. Quanto mais tempo o paciente estiver com as glicemias e com a hemoglobina glicada acima das metas, maior o risco de sequelas a longo prazo. Alguns pacientes tentam fazer alguma forma de dieta para colher exames ou burlar o resultado dos exames de glicemia capilar, mas com a hemoglobina glicada podemos checar e confrontar os resultados. É com se a hemoglobina glicada fosse uma espécie de “dedo-duro” da vida do paciente diabético nos últimos 3 meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como anotar as glicemias?</strong></p>
<p>As anotações de glicemia são fundamentais. Sem as anotações não há como o endocrinologista saber se as doses atuais de insulina estão adequadas ou não. Muitos pacientes entretanto anotam glicemias exclusivamente para levar para seu médico. É fundamental todos saberem que as anotações são primariamente para o próprio paciente ponderar sobre os resultados de seu tratamento, de sua reeducação alimentar e de seus exercícios.</p>
<p>O método mais conhecido de anotação é o caderninho. Para os pacientes mais afeitos à tecnologia temos:</p>
<ul>
<li>aplicativos para celulares que conectam as glicemias do paciente ao médico em tempo real;</li>
<li>tabelas em EXCEL;</li>
<li>programas que descarregam os dados do aparelho de glicemia diretamente no computador de médico e paciente.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>IMPORTANTE: É MUITO COMUM PACIENTE DIABÉTICOS APRESENTAREM UM PICO ESPORÁDICO E OCASIONAL DE GLICOSE MAIS ALTA. TAMBÉM PODEM APRESENTAR HIPOGLICEMIA EXCEPCIONALMENTE. AS MUDANCAS NAS DOSES DE INSULINA SOMENTE DEVEM SER FEITAS SE ESTAS ALTERAÇÕES SE TORNAREM FREQUENTES.</strong></p>
<div style="background-color: #ebebeb; border: 1px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright  wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span></p>
<p><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><span style="color: #black;">Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br"><span style="color: #black;">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</span></a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri"><span style="color: #black;">www.twitter.com/cecouri</span></a></span></p>
</div>
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		<title>Neuropatia Diabética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 00:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Diabetes Sem Medo explica de uma maneira bem simples o que é a neuropatia diabética e o que fazer para preveni-la. Neuropatia diabética é um tipo de dano causado nos nervos (sensitivos, motor, autonômico ou misto) que pode ocorrer em pessoas com diabetes. Altas taxas de glicose no sangue pode danificar as fibras nervosas &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O Diabetes Sem Medo explica de uma maneira bem simples o que é a neuropatia diabética e o que fazer para preveni-la.</em></p>
<p><span id="more-4861"></span></p>
<p><a title="Vitaminas podem melhorar sintomas do diabetes, revela estudo" href="http://www.diabeticool.com/vitaminas-podem-melhorar-sintomas-do-diabetes-revela-estudo/">Neuropatia diabética</a> é um tipo de dano causado nos nervos (sensitivos, motor, autonômico ou misto) que pode ocorrer em pessoas com diabetes. Altas taxas de glicose no sangue pode danificar as fibras nervosas do seu corpo, mas a neuropatia diabética causa danos mais freqüentes nos nervos das pernas e dos pés.</p>
<p>Dependendo do nervo afetado, os sintomas da neuropatia diabética podem variar de dor e dormência nos pés e mãos, problemas no sistema digestivo (<a title="O que é gastroparesia?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-gastroparesia/">gastroparesia</a>), no trato urinário (disfunção erétil), vasos sanguíneos e coração. Para algumas pessoas esses sintomas são leves mas para outras a neuropatia diabética pode ser dolorosa, incapacitante e até fatal.</p>
<p>A neuropatia diabética é a complicação mais comum entre as pessoas com diabetes. Aproximadamente metade de todas as pessoas com diabetes possui alguma forma de dano nos nervos. É mais comum nas pessoas com muitos anos de doença e pode levar a vários tipos de problemas de saúde.</p>
<p>Com o passar do tempo o excesso de glicose no sangue pode danificar minúsculos <a title="Novo tratamento para feridas em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/novo-tratamento-para-feridas-em-diabeticos/">vasos sanguíneos</a> que nutrem os nervos, principalmente nas pernas. Os nervos enviam mensagens sobre dor, temperatura e tato para o cérebro. São responsáveis pelo controle dos movimentos dos músculos e dos sistemas do nosso corpo que digerem as comidas e passam para a urina.</p>
<p>Se você manter os níveis de glicose no sangue no seu alvo, você pode prevenir ou retardar os danos nos nervos. Se você já possui algum dano nos nervos isso irá ajudar a prevenir ou retardar danos maiores.</p>
<figure id="attachment_4862" aria-describedby="caption-attachment-4862" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4862" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-neuropatia-diabetica-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4862" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Você conhece o sintoma do &#8220;ombro congelado&#8221;?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 21:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[articulação]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[ombro congelado]]></category>
		<category><![CDATA[ombros]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome do ombro congelado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba mais sobre dores nos ombros causadas pelo diabetes e o que fazer para evitá-las. Com a chegada do inverno aqui no hemisfério sul, muitas pessoas começam a sentir os efeitos dolorosos de inflamações nas juntas e articulações. Uma das dores mais pungentes que podem ser sentidas é aquela que afeta as articulações dos ombros, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba mais sobre dores nos ombros causadas pelo diabetes e o que fazer para evitá-las.</em></p>
<p><span id="more-4794"></span></p>
<p>Com a chegada do inverno aqui no hemisfério sul, muitas pessoas começam a sentir os efeitos dolorosos de <a href="http://www.diabeticool.com/por-que-ficar-bebado-aumenta-os-riscos-de-diabetes/">inflamações</a> nas juntas e articulações. Uma das dores mais pungentes que podem ser sentidas é aquela que afeta as articulações dos ombros, partes do corpo que mexemos a todo momento. Diabéticos têm maiores chances de desenvolver um grave problema médico justamente aí, problema este conhecido como <strong>síndrome do ombro congelado</strong>.</p>
<p>Apesar dos motivos que levam ao surgimento de tal síndrome serem ainda desconhecidos, acredita-se que a grande quantidade de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">açúcar no sangue</a> de quem está com diabetes contribua para a inflamação do tecido flexível que envolve a articulação do ombro. Uma vez inflamado, este tecido começa a &#8220;engrossar&#8221; e a limitar a movimentação nos ombros, até que &#8220;congele&#8221; por completo os movimentos, impossibilitando a realização até mesmo das tarefas mais simples. Esta progressão dos sintomas pode durar de alguns meses até vários anos.</p>
<p>O frio costuma piorar a sensação desagradável nos ombros. Pacientes freqüentemente relatam dores fortes conforme o inverno avança.</p>
<p>De acordo com recente pesquisa conduzida nos EUA, <strong>diabéticos têm cinco vezes mais chances de desenvolver a síndrome do ombro congelado</strong> do que a população no geral.</p>
<p>Não existe um remédio que cure a síndrome do ombro congelado. Geralmente, o que é recomendado pelos médicos é a prática de fisioterapia ou hidroterapia, aliada a massagens localizadas &#8211; o único problema é que este tratamento provoca muita dor. Cirurgia também é uma opção em alguns casos. Com estes controles, os ombros costumam se &#8220;descongelar&#8221; naturalmente &#8211; ou seja, retornam os movimentos &#8211; para a maior parte dos pacientes, em um processo que pode levar até dois anos.</p>
<p>Para pacientes diabéticos, a melhor dica é <a href="http://www.diabeticool.com/glicemia-sob-controle-sempre-com-uma-maozinha-da-tecnologia/">manter a quantidade de açúcar no sangue sob total controle</a>, ainda mais se começar a sentir dores, falta de mobilidade e rigidez nos ombros.</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/voce-conhece-o-sintoma-do-ombro-congelado/">Você conhece o sintoma do “ombro congelado”?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 14:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Anopheles]]></category>
		<category><![CDATA[baço]]></category>
		<category><![CDATA[Davis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças. A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico Infection and Immunity &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças.</em> <span id="more-774"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/malaria-diabetes.jpeg"></span></p>
<p>A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico <em>Infection and Immunity</em> que, caso o número de diabético tipo 2 na África continue aumentando, a disseminação da malária pode crescer concomitantemente.</p>
<h3> Mas qual seria a relação entre as duas doenças, aparentemente tão diferentes?</h3>
<p>A malária é uma doença causada pelo parasita protozoário <em>Plasmodium falciparum</em>, o qual é transmitido aos humanos através da picada de mosquitos do gênero <em>Anopheles</em> &#8211; o mesmo dos pernilongos transmissores da filariose. Os principais sintomas da malária são febres periódicas, sudorese, dores de cabeça, dores nas costas, náuseas, vômito, tosse seca, fadiga, dores musculares e aumento do baço. Os mosquitos também não se dão muito bem com os <em>P. falciparum</em>, e seu sistema imune luta ativamente contra o invasor. Caso o sistema imune do mosquito consiga vencer os protozoários, portanto, não há problema em ser picado por ele. O que os cientistas descobriram é que a insulina humana &#8211; que entra no organismo do mosquito quando ele nos pica &#8211; diminui a eficiência do sistema imune dos <em>Anopheles</em>, tornado-os mais vulneráveis ao <em>Plasmodium</em>. Se isto já é ruim, imagine o que acontece quando estes mosquitos picam seres humanos com diabetes tipo 2: sabe-se que, pelo menos nos primeiros anos da doença, as taxas de insulina na corrente sangüínea destes portadores de diabetes é muito maior do que o normal. <span style="color: #334c80;">Assim, em resumo, se dá o ciclo vicioso: diabéticos tipo 2 têm mais insulina no sangue, e <em>Anophles</em> que picam estas pessoas terão menor capacidade de destruir os parasitas da malária que porventura possuam, favorecendo a disseminação da doença.</span></p>
<p>O local mais afetado pela malária no mundo é o continente africano. E lá as taxas de diabetes tipo 2 têm aumentado progressivamente. Estima-se que, já em 2030, 1 de cada 5 adultos africanos será portador do diabetes tipo 2.</p>
<p>Nazzy Pakpour, principal autora da pesquisa, classifica a situação como &#8220;horrível&#8221; e, ao mesmo tempo, &#8220;cientificamente intrigante&#8221;. &#8220;É uma loucura pensar que uma coisa no nosso sangue pode mudar a maneira de mosquitos responderem a parasitas&#8221;, afirma a cientista.</p>
<h3> Há esperanças?</h3>
<p>Como sempre, pode-se confiar na capacidade humana de resolver grandes problemas e de se ter grandes idéias. A pesquisa da dra. Nazzy descobriu que a insulina humana diminui a capacidade do sistema imune dos mosquitos ao inibir a expressão de alguns genes importantes para a defesa destes insetos e ativar vias de sinalização imunosupressoras. Caso estas vias possam ser &#8220;desligadas&#8221; artificialmente &#8211; e elas o podem! -, o efeito nefasto da insulina humana nos <em>Anopheles</em> tem tudo para ser mitigado.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/">Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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