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	<title>vacina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Aug 2021 01:58:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Existe vacina para diabetes tipo 1? Uma conversa sobre anticorpos e diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2016 16:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[anti-tetraspanina 7]]></category>
		<category><![CDATA[anticorpos]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[tetraspanina 7]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Será que faz sentido pensar em uma vacina para prevenir o diabetes tipo 1? Ronaldo Wieselberg explica em que ponto a Ciência se encontra neste assunto. Por Ronaldo Wieselberg* Recentemente, em 2016, uma publicação científica mostrou a descoberta de um 5º anticorpo presente no sangue de pessoas com diabetes tipo 1, o anticorpo anti-tetraspanina 7. &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/existe-vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-conversa-sobre-anticorpos-e-diabetes/">Existe vacina para diabetes tipo 1? Uma conversa sobre anticorpos e diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Será que faz sentido pensar em uma vacina para prevenir o diabetes tipo 1? Ronaldo Wieselberg explica em que ponto a Ciência se encontra neste assunto.</em><span id="more-9522"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-9533" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-esperança.jpg" alt="vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-esperanca" width="850" height="532" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-esperança.jpg 850w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-esperança-768x481.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/vacina-para-diabetes-tipo-1-uma-esperança-383x240.jpg 383w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
<h5><span style="color: #333333;"><em><strong>Por Ronaldo Wieselberg*</strong></em></span></h5>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>ecentemente, em 2016, uma publicação científica mostrou a descoberta de um 5º anticorpo presente no sangue de pessoas com diabetes tipo 1, o anticorpo <strong><em>anti-tetraspanina 7</em></strong>. Muitas pessoas se encheram de esperança acreditando que, com esta descoberta, o caminho para uma <a href="http://www.diabeticool.com/entenda-tudo-sobre-a-vacina-contra-o-diabetes-tipo-1/"><strong>vacina anti-diabetes estivesse mais curto</strong></a>, mas&#8230; será que é isso mesmo?</p>
<p>Neste texto, vamos relembrar alguns conceitos básicos sobre como funciona o sistema de defesa do corpo e qual é a sua relação com o diabetes. Depois, veremos o que os cientistas têm feito em relação à vacina para DM1. Mas, antes de explicar isso tudo, precisamos lembrar como o diabetes tipo 1 acontece&#8230;</p>
 Vacina contra diabetes tipo 1: uma esperança real?
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>O QUE ESTÁ POR TRÁS DO DIABETES?</strong></span></h2>
<p>Nos três tipos mais comuns de diabetes – o <strong>tipo 1</strong>, o <strong>tipo 2</strong> e o <strong>gestacional</strong> – os processos que ocorrem no corpo são bem diferentes. No tipo 2 e no diabetes gestacional, a resistência das células à ação da insulina e a produção diminuída desse hormônio pelo pâncreas têm papel crucial. Esses efeitos podem ser causados, por vezes, pela obesidade, por vezes por hormônios que a placenta produz.</p>
[pullquote]&#8221;O corpo da pessoa que desenvolve diabetes tipo 1 ataca-se a si próprio&#8221;[/pullquote]
<p>Já no tipo 1, o que acontece é o chamado <em>ataque autoimune</em>. Essa expressão esquisita significa que o corpo da pessoa que desenvolve <strong>diabetes tipo 1</strong> <strong>ataca-se a si próprio</strong>. Pode parecer estranho, mas esse ‘auto-ataque’ acontece em outras doenças autoimunes, como lúpus e artrite reumatoide. É como se uma verdadeira <em>guerra civil</em> tivesse como campo de batalha o organismo da pessoa. No caso do diabetes tipo 1, os <strong>leucócitos</strong> (guarde esse nome! Eles são os “soldados” do corpo) entendem que as células beta do pâncreas, produtoras de insulina, são inimigas&#8230; e que portanto precisam ser destruídas a todo custo!</p>
<blockquote><p><span style="color: #077cc5;"><strong>DIABETES TIPO 1 = O PRÓPRIO CORPO ATACA AS CÉLULAS PRODUTORAS DE INSULINA</strong></span></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>UMA GUERRA DENTRO DO CORPO – COMO RECONHECER O INIMIGO?</strong></span></h2>
<p>Alguns dos soldados do nosso sistema imune são altamente especializados, capazes de confeccionar armas super especiais, chamadas de <em>anticorpos</em>. Os anticorpos são armas químicas poderosas e <strong>muito</strong> específicas para cada inimigo. Isto é, cada anticorpo é produzido para atacar apenas um tipo específico de inimigo.</p>
<p>Nosso exército reconhece os inimigos baseado em ‘sinais’ que eles possuem, chamados de “<em>epítopos</em>”. Os epítopos são pedacinhos das células e cada epítopo é exclusivo de alguns tipos de células. Eles servem como <strong>partes de reconhecimento</strong>. São eles os responsáveis pelo corpo saber que nossas células são nossas, por exemplo, e que células invasoras são <em>invasoras</em>!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Nossas Batalhas" width="850" height="638" src="https://www.youtube.com/embed/ahzcg6dy5MM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<blockquote><p><em>Acompanhe neste divertido vídeo, divulgado pela Associação Brasileira de Imunodeficiência, um resumo simples de como funciona nosso sistema imunológico.</em></p></blockquote>
<p>Quando o corpo sofre alguma agressão – por exemplo, adquire alguma doença infecciosa, como uma gripe – libera muitos mensageiros avisando do acontecido. Esses mensageiros seriam como um boletim de ocorrência, no qual o corpo informa aos seus soldados qual é o agressor. E aí, os leucócitos, os soldados do corpo, vão atrás do inimigo. Para facilitar o combate, os linfócitos produzem armas que reconhecem os epítopos do agressor e o matam. Essas armas são os anticorpos que mencionamos anteriormente.</p>
[pullquote]&#8221;De vez em quando (ainda não sabemos o motivo exato!), o corpo produz anticorpos que atacam as próprias células&#8221;.[/pullquote]
<p>Podemos imaginar essa dinâmica da seguinte maneira: imagine que os leucócitos são seguranças de uma festa, que receberam a mensagem de permitir a passagem apenas de quem tivesse o crachá da cor certa – os epítopos seriam esses crachás. Se os nossos soldados observarem uma célula e reconhecem seu crachá, tudo bem, ela pode continuar viva! Mas se eles encontrarem uma célula com o ‘crachá’ da cor errada, partirão para o ataque e barrarão sua entrada!</p>
<p>O único problema é que, de vez em quando (ainda não sabemos o motivo exato!), <strong>o corpo produz anticorpos que atacam as próprias células</strong>. Algumas teorias indicam que epítopos muito parecidos seriam responsáveis por isso – por exemplo, um crachá “azul claro” do agressor e um crachá “azul escuro” das células do corpo seriam passados apenas como “azuis” para os leucócitos e linfócitos –, mas ainda não há explicação exata para o motivo desses ataques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>ENTENDENDO A NOVIDADE DA TETRASPANINA 7</strong></span></h2>
<p>Até pouco tempo atrás, os cientistas conheciam quatro anticorpos presentes em pessoas que estão com diabetes tipo 1: os anticorpos <em>anti-ilhota</em>, produzidos contra a célula beta produtora de insulina; anticorpos <em>anti-insulina</em>, produzidos contra a molécula de insulina produzida pelo corpo; anticorpos <em>anti-GAD</em>, produzidos contra uma enzima que existe em grande quantidade nas células beta; anticorpos <em>anti-ZnT8</em>, uma molécula presente nas bolsas que “estocam” a insulina dentro das células. Agora, foi descoberto o anticorpo <strong><em>anti-tetraspanina 7</em></strong>, produzido contra uma parte da célula beta. Seria como se os soldados do corpo recebessem a informação de destruir cinco tipos de crachá diferentes, todos eles, de alguma forma, relacionados à insulina.</p>
<figure id="attachment_9524" aria-describedby="caption-attachment-9524" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9524" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/seguranças-texto-vacina-para-diabetes.jpg" alt="segurancas-texto-vacina-para-diabetes" width="800" height="201" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/seguranças-texto-vacina-para-diabetes.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/seguranças-texto-vacina-para-diabetes-415x104.jpg 415w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9524" class="wp-caption-text">Atenção! Não deixem passar ninguém com crachá azul, amarelo, verde, vermelho e branco!</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>SABENDO DISSO, COMO FUNCIONARIAM AS VACINAS PARA DIABETES?</strong></span></h2>
[pullquote]&#8221;No sentido clássico, não haveria como criar vacinas para o diabetes tipo 1. Mas&#8230;&#8221;[/pullquote]
<p>No sentido clássico do termo, uma <strong>vacina</strong> seria apresentar ao corpo versões ‘amenizadas’ dos “epítopos” ou “crachás” de agressores diferentes, para que os leucócitos aprendessem a defender o organismo. Porém, lembrando do que vimos acima, você talvez tenha concluído que não há como ensinar o corpo a se defender de uma <em>guerra civil</em>, gerada por epítopos do próprio corpo – e isso está certo. Assim, no sentido clássico, não haveria como criar vacinas para o diabetes tipo 1.</p>
<p>Mas&#8230; uma vez que os anticorpos (as ‘armas’ do nosso sistema de defesa que destroem os invasores) são feitas contra estas partes específicas das células, será que não haveria como bloquear essa produção? Isto é, se as células beta são destruídas pelos anticorpos, seria possível diminuir a atividade dos soldados que produzem as armas e, assim, mantê-las vivas? Ou então fazer com que os soldados não reconheçam os crachás das nossas células saudáveis, e então não produzam anticorpos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>ESTRATÉGIAS PARA UMA VACINA</strong><strong> </strong></span></h2>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/posso-tomar-remedios-que-contem-acucar-e-meu-diabetes-como-fica/">O uso de <strong>corticoides</strong></a> – as substâncias mais comuns para diminuir a atividade dos leucócitos – foi tentado no passado em casos de diabetes tipo 1. Porém, se por um lado eles aumentam a glicemia, por outro também favorecem a liberação de mais insulina. Assim, ao tentar “diminuir a atividade” dos soldados, os corticoides aumentam a fúria do ataque ao liberar mais “crachás” reconhecidos como sendo de invasores!</p>
<p>O uso de outros imunossupressores traria, além de efeitos adversos como o visto acima, uma baixa total das defesas do corpo. Com isso, outros invasores – dessa vez estamos falando de invasores verdadeiros, como bactérias e vírus potencialmente mortais! – poderiam invadir o organismo sem resistência alguma.</p>
<figure id="attachment_9525" aria-describedby="caption-attachment-9525" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-9525" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2016/11/criança-e-travesseiro-texto-vacina-diabetes.jpg" alt="crianca-e-travesseiro-texto-vacina-diabetes" width="400" height="237" /><figcaption id="caption-attachment-9525" class="wp-caption-text">Espero que não me encontrem aqui embaixo&#8230;!</figcaption></figure>
<p>Já “esconder os crachás” é uma idéia interessante. Recentemente, quando se falava da vacina contra o vírus zika, falou-se em “bloquear” a parte da célula que o vírus utilizava para invadir o organismo, e assim, impedir que ele se desenvolvesse e se multiplicasse. Isso seria como “esconder” do organismo – ou do vírus – o crachá.</p>
<p>Se não há crachá para ser visto, os soldados passarão batidos – por não verem um “crachá” invasor, não reconheceriam a célula como alvo, e não a destruiriam. O único porém é que muitas dessas substâncias de reconhecimento são utilizadas para outras funções&#8230;</p>
[pullquote]&#8221;O diabetes tipo 1 é responsável por cerca de 10% dos casos totais de diabetes na população. Ainda que todos fossem curados, ainda restariam 90% dos casos, compostos quase que em sua totalidade por diabetes tipo 2, que <strong>não tem relação com autoimunidade</strong>. Mas ele pode ser prevenido&#8230;&#8221;[/pullquote]
<p>Por exemplo, se bloquearmos todos os cinco possíveis anticorpos, a enzima GAD deixaria de funcionar – uma vez que ela estaria “escondida” e “bloqueada”. A insulina também deixaria de funcionar (já pensou?), o que seria um prejuízo terrível para o organismo. Lá no pâncreas, as bolsas que estocam insulina não seriam abertas, e as ilhotas deixariam, virtualmente, de existir no organismo, uma vez que seu “crachá” nunca mais seria visto. E sabendo que a produção de insulina em quem tem diabetes é reduzida ou inexistente, o custo para impedir o desenvolvimento do diabetes tipo 1 seria&#8230;</p>
<p>&#8230;desenvolver o diabetes tipo 1 com o uso da vacina!</p>
<p>Paradoxal. E ainda que funcionasse, o diabetes tipo 1 é responsável por cerca de 10% dos casos totais de diabetes na população. Ainda que todos fossem curados, ainda restariam 90% dos casos, compostos quase que em sua totalidade por diabetes tipo 2, que <strong>não tem relação com autoimunidade</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #077cc5;"><strong>PREVENÇÃO AINDA É O MELHOR REMÉDIO</strong></span></h2>
<p>Mais complicado ainda é perceber que as vacinas não restaurariam a produção de insulina de quem já tem diabetes tipo 1. Apenas preveniria o surgimento de novos casos, isso se não desenvolvesse diabetes por outros mecanismos&#8230;</p>
<p>&#8230;e tristemente, não preveniria o aparecimento de diabetes tipo 2 ou gestacional no futuro.</p>
<figure id="attachment_8900" aria-describedby="caption-attachment-8900" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8900" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/habitos-saudaveis-praticar-esportes-com-os-amigos.jpg" alt="habitos saudaveis praticar esportes com os amigos" width="800" height="477" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/habitos-saudaveis-praticar-esportes-com-os-amigos.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/habitos-saudaveis-praticar-esportes-com-os-amigos-403x240.jpg 403w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8900" class="wp-caption-text">O diabetes tipo 2 é o único tipo que pode ser prevenido. Levar uma vida mais ativa é um dos principais fatores que &#8216;fortalecem&#8217; o corpo contra o desenvolvimento da doença.</figcaption></figure>
<p>Atualmente, <strong>existe apenas um tipo de diabetes que pode ser prevenido</strong>, e esse é o diabetes tipo 2. Tristemente, ele ainda é o tipo existente em maior quantidade e em franco crescimento na população mundial.</p>
<p>Práticas como alimentação saudável e equilibrada e exercício físico regular são as maneiras que temos para prevenir o diabetes tipo 2. Estes hábitos – como se não bastasse! – ainda controlam o peso, diminuem a chance de eventos cardiovasculares e de hipertensão, além de serem muito mais divertidos! Por que esperar uma vacina tão restrita, se podemos fazer muito mais com menos?</p>
<p><span style="color: #077cc5;"><strong>A prevenção depende de nós mesmos, a cada dia. Não de uma vacina milagrosa.</strong></span></p>
<p>Até a próxima!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="border: 2px solid #1b478e; padding: 10px; background-color: #55acee;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #ffffff;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</span></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Pessoas com diabetes (mesmo adultos e idosos) devem ser vacinadas contra gripe, pneumonia e hepatite B!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 May 2016 16:42:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dr. Carlos Couri]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda a importância da vacinação para quem convive com o diabetes e quais as doenças que devem ser combatidas neste texto do Dr. Carlos Couri. Como muitos já perceberam, o tratamento do diabetes é muito mais do que controlar as glicemias. Pessoas com diabetes de todas as idades (especialmente os extremos de idade) têm maior risco de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda a importância da vacinação para quem convive com o diabetes e quais as doenças que devem ser combatidas neste texto do Dr. Carlos Couri.</em><br />
<span id="more-9302"></span></p>
<p>Como muitos já perceberam, o tratamento do diabetes é muito mais do que controlar as glicemias.</p>
<p>Pessoas com diabetes de todas as idades (especialmente os extremos de idade) têm maior risco de <a href="http://www.diabeticool.com/descoberta-ligacao-entre-a-gripe-e-o-diabetes-tipo-1/">adquirir <strong>gripes</strong></a> e <strong>pneumonia</strong>. O que a maioria não sabe é gripes são porta de entrada para pneumonias e as pneumonias podem ser mortais para as pessoas com diabetes.</p>
<p>Infelizmente muitos serviços de saúde e mesmo endocrinologistas desconhecem ou esquecem de informar seus pacientes da importância da vacinação.</p>
<p>Todos com diabetes devem ter o seu cartão vacinal em dia e eles podem &#8211; na verdade, <strong>devem </strong>&#8211; ser imunizados com todas as vacinas habituais que todo mundo deve receber, independente do diabetes (por exemplo: tétano, febre amarela, etc).</p>
<p><strong>A Associação Americana de Diabetes recomenda: </strong></p>
<ul>
<li><strong><u>Vacina anti-gripe</u>: que deve ser aplicada <u>anualmente</u> no outono; não deve ser indicada para menores de 6 meses de idade e é fornecida pelo SUS para todas as pessoas com diabetes;</strong></li>
<li><strong><u>Vacina anti-pneumonia</u>: a vacina fornecida pelo SUS (Pneumo 23) deve ser reaplicada a cada 5 anos. Caso o paciente tenha condições financeiras, ele pode adquirir a <u>vacina anti-pneumocócica 13 valente</u> que requer apenas uma injeção na maioria dos casos. A vacina Pneumo-23 não deve ser aplicada em menores de 2 anos de idade.</strong></li>
<li><strong>Hepatite B: todos devem receber 3 doses da vacina. </strong></li>
</ul>
<p>Com o pedido de vacinação do médico em mãos, a rede pública de saúde é responsável por esta vacinação. Em clínicas de vacinação privadas também é possível fazer a imunização.</p>
<p>As vacinas são intra-musculares e praticamente indolores (acreditem!).</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #f0fff9; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p><span style="color: #black;">Por<strong> Dr Carlos Eduardo Barra Couri </strong><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg"><img loading="lazy" class="alignright wp-image-1368" title="Dr Couri 2" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg" alt="" width="134" height="134" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/Dr-Couri-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 134px) 100vw, 134px" /></a></span><span style="color: #black;">PhD em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto-USP, pesquisador da Equipe de Transplante de Células-Tronco da USP-Ribeirão Preto. Conceituado e premiado autor de pesquisas &#8211; inclusive em publicações internacionais -, materiais educativos e livros sobre o diabetes, em especial o tipo 1, e terapias com células-tronco.</span></p>
<p><strong>Site: <a href="http://carloseduardocouri.blogspot.com.br">http://carloseduardocouri.blogspot.com.br</a> ; <a href="http://www.twitter.com/cecouri">www.twitter.com/cecouri</a></strong></p>
</div>The post <a href="https://www.diabeticool.com/pessoas-com-diabetes-mesmo-adultos-e-idosos-devem-ser-vacinadas-contra-gripe-pneumonia-e-hepatite-b/">Pessoas com diabetes (mesmo adultos e idosos) devem ser vacinadas contra gripe, pneumonia e hepatite B!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Vacinar ou não vacinar, eis a questão</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/vacinar-ou-nao-vacinar-eis-a-questao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2015 13:18:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ronaldo Wieselberg]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem está com diabetes deve se vacinar? Se sim, por que às vezes acontecem reações no corpo? Descubra tudo sobre o assunto neste texto de Ronaldo Wieselberg. O inverno se aproxima rapidamente, e nesta época do ano, além das festas juninas, começam as campanhas de vacinação contra a gripe. E eis que surgem várias questões sobre &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem está com diabetes deve se vacinar? Se sim, por que às vezes acontecem reações no corpo? Descubra tudo sobre o assunto neste texto de Ronaldo Wieselberg.</em><span id="more-8773"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> inverno se aproxima rapidamente, e nesta época do ano, além das festas juninas, começam as campanhas de vacinação contra a gripe. E eis que surgem várias questões sobre a necessidade de vacinar quem tem diabetes.</p>
[pullquote]Será que as pessoas com diabetes precisariam tomar vacinas? Bem, a resposta simples é que sim, precisam![/pullquote]
<p>Primeiramente, vamos relembrar <strong>o que é uma vacina</strong>. Na Inglaterra, quando o médico Edward Jenner injetou o vírus da varíola bovina em seu próprio filho, de maneira a torná-lo imune à varíola humana, o negócio era um tanto quanto rudimentar – e perigoso –, mas hoje, apesar de seguro, o princípio é o mesmo.</p>
<p>A vacina nada mais é do que uma maneira de <strong>“treinar o corpo” para que ele se defenda das doenças</strong> sem que elas apareçam. Atualmente, as vacinas podem ser feitas de pedaços de microrganismos ou de vírus inteiros atenuados – ou seja, ou são pedaços desconexos do vírus ou o organismo enfraquecido, que não conseguirá causar a doença. Assim, o corpo reconhecerá estes elementos como prejudiciais e aprenderá como combatê-los – e aí, quando entrar em contato com o microrganismo “de verdade” que pode causar a doença, em vez de desenvolvê-la, o corpo vai rapidamente acabar com ela.</p>
<p>As vacinas atuais são feitas em ovos, por exemplo, uma vez que para cultivar os organismos são necessárias células – e o ovo nada mais é do que uma célula grandona. Guardemos esta informação para o futuro&#8230;</p>
<p>Chegamos, então, ao ponto do <strong>diabetes</strong>. Será que as pessoas com diabetes precisariam tomar vacinas? Bem, a resposta simples é que <strong>sim, precisam</strong>. Vamos pensar um pouco&#8230;</p>
<p><strong> </strong></p>
<h4><strong>QUEM TEM DIABETES DEVE TOMAR VACINA?</strong></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >E</span>m um artigo passado <a href="http://www.diabeticool.com/como-infeccoes-alteram-nossas-glicemias/">já mencionei sobre como as infecções bagunçam a glicemia</a>. Então, por si só, previnir estas infecções já seria motivo suficiente para vacinar quem tem diabetes. Porém, ainda existe mais coisa por trás disso.</p>
[pullquote]Secretarias de saúde dão prioridade à vacinação de crianças, idosos e quem tem doenças crônicas &#8211; como o diabetes![/pullquote]
<p>De maneira geral, quem tem diabetes não tem o <strong>sistema imunológico</strong> funcionando perfeitamente. Seja porque o diabetes tipo 1, por exemplo, é uma doença causada por malfuncionamento do sistema imunológico – <em>doença autoimune</em>, no caso – ou porque a glicemia descontrolada prejudica as defesas do organismo, entre outros fatores, o ponto é que será mais difícil para quem tem diabetes lutar contra as infecções.</p>
<p>Estas infecções, é claro, podem causar grande prejuízo a quem tem diabetes. Seja o descontrole da glicemia – que pode levar, inclusive, à <strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/">cetoacidose diabética</a></strong>, e até mesmo à morte! – ou a própria ação do microrganismo – por exemplo, gripes, que podem danificar os pulmões e facilitar o desenvolvimento de pneumonias por outros micróbios –, essas complicações são muito graves, e podemos evitá-las&#8230; vacinando.</p>
<p>É por isso que as secretarias de saúde fornecem as vacinas para crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas – por exemplo, diabetes. Na época da temida gripe A H1N1, as pessoas com diabetes tinham prioridade para tomar a vacina.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>A CONSPIRAÇÃO DA VACINA?</strong></h4>
<p>“<em>Texto pago por indústrias farmacêuticas! Toda vez que eu tomo vacina, eu passo mal! Isso tudo é uma conspiração do governo para matar os pobres!</em>”</p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >I</span>ncrível&#8230; já ouvi isso algumas vezes. Mas, vamos pensar, cientificamente – e não apenas com “achismos”?</p>
<p>Primeiramente, precisamos lembrar que desenvolver uma resposta imunológica não é a mesma coisa que desenvolver a doença. Outro ponto a ser lembrado é o momento de tomar a vacina. E, terceiro, o ovo.</p>
<p>Quando a gente toma uma vacina, desenvolve uma resposta imunológica bem parecida com aquela que aconteceria ao desevolver a doença. No caso das vacinas da gripe, podemos ficar com certa coriza – defesa das vias aéreas para impedir a progressão dos vírus! –, tosse e certa dor no corpo – uma vez que o corpo está usando proteínas musculares para produzir anticorpos e manter essas potentes armas químicas estocadas. Assim, oras, você pode até “passar mal”, mas em hipótese alguma estará passando mal <em>por causa da vacina</em>. Pode-se dizer que você <em>parece</em> passar mal porque o corpo não entendeu que é só um <strong>treinamento</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>VACINA TREINA O CORPO PARA O COMBATE REAL</strong></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >L</span>embra-se daquela cena do filme Um Tira no Jardim da Infância, com o Arnold Schwarzenegger (um clássico da Sessão da Tarde!), no qual ele evacua uma sala de aula cheia de criancinhas em meio à correria? É a mesma coisa&#8230; imagine se aquilo acontecesse em meio a um incêndio de verdade, sem que antes houvesse um treinamento!</p>
<p>Ou seja, <em>imagine só se o seu corpo tivesse que lidar com a doença de verdade, se não responde direito ao &#8220;treinamento&#8221; com a vacina?!</em></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Kindergarten Cop-Fire Drill" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/tPHM3fXrYqo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Trecho do filme Um Tira no Jardim da Infância. Já pensou se essa classe tivesse que sair no meio de um incêndio sem treinamento?</em></p>
<p>Vamos ao segundo ponto. A nossa campanha de vacinação sempre é prorrogada porque poucas pessoas participam delas. E, aí, quando tomam a vacina&#8230; em geral, os vírus contra os quais ela protegeria <em>já estão circulando por aí</em>.</p>
<p>Ou seja, a pessoa passa mal porque antes de tomar a vacina já estava com o vírus! Nesse caso específico, tomar a vacina seria a mesma coisa que colocar o time do jardim da infância para jogar a final da Liga dos Campeões da Europa contra o Barcelona – ou seja, não teria chances de vencer e cumprir sua missão&#8230;</p>
<figure id="attachment_8774" aria-describedby="caption-attachment-8774" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8774" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/time-de-futebol-vacinas-diabetes.jpg" alt="time de futebol vacinas diabetes" width="800" height="1000" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/time-de-futebol-vacinas-diabetes.jpg 800w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/06/time-de-futebol-vacinas-diabetes-192x240.jpg 192w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-8774" class="wp-caption-text">Quem ganharia essa disputa? Lembrando, o seu sistema imunológico sem a vacina é o time infantil, enquanto a infecção é o Barcelona de 2015, com Neymar, Messi, Suárez e todos os craques&#8230;</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span> terceiro ponto a ser lembrado é&#8230; o ovo!</p>
<p>Apesar de absolvido – pela revista <em>Veja</em>, lembrando&#8230; – em termos nutricionais, o ponto é que muita gente tem reações alérgicas às proteínas do ovo. Lembra que eu comentei que as vacinas são feitas em ovos, muitas vezes? Pois é&#8230; às vezes fica uma ou outra proteína do ovo na vacina – e a pessoa tem algumas reações desagradáveis. Nada para se preocupar, porém, na maioria das vezes – em geral, uma vermelhidão no local da vacina é a única reação.</p>
<p>Por fim, o que podemos concluir sobre vacinas e diabetes? <strong><em>Que devemos tomá-las o mais rápido possível.</em></strong> Os possíveis eventos de “passar mal” com a vacina, de maneira geral, se encaixam nos três casos que eu expliquei anteriormente.</p>
<p>É claro que existem alguns casos – MUITO raros – de pessoas que passam mal por outros motivos – por exemplo, desenvolvem reações autoimunes à vacina (síndrome de Guillain-Barré), mas estes casos são bastante raros mesmo, e acabam tendo resolução com o passar do tempo.</p>
<p>Então, aproveite que a campanha foi prorrogada e tome já a suja vacina! Eu já tomei a minha!</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="border: 2px solid #6e7f88; padding: 10px; background-color: #b8d4e2;"><img loading="lazy" class="alignright size-full wp-image-6190" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg" alt="ronaldo wieselberg perfil diabeticool" width="166" height="167" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool.jpg 166w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/ronaldo-wieselberg-perfil-diabeticool-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 166px) 100vw, 166px" /><span style="color: #424c52;"><strong><span class="bdaia-shory-dropcap" >R</span>onaldo José Pineda Wieselberg</strong></span> tem diabetes há mais de 20 anos. É estudante de Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa (FCMSCSP), auxiliar de coordenação do Treinamento de Jovens Líderes em Diabetes da ADJ Diabetes Brasil e Jovem Líder em Diabetes pela Federação Internacional de Diabetes (IDF), com trabalhos sobre diabetes premiados e apresentados no Brasil e no exterior. Apesar de ter o mesmo nome de vários grandes jogadores de futebol, prefere o xadrez.</div>
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		<title>Entenda tudo sobre a VACINA contra o diabetes tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 16:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa publicada este mês abre o caminho para uma vacina contra o diabetes tipo 1 no futuro. Entenda o que foi descoberto e como isto pode mudar nossas vidas. Ezio Bonifácio &#8211; eis um nome que iremos ouvir bastante nos próximos anos. Professor de diabetes no Centro de Terapias Regenerativas em Dresden, na Alemanha, Ezio &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa publicada este mês abre o caminho para uma vacina contra o diabetes tipo 1 no futuro. Entenda o que foi descoberto e como isto pode mudar nossas vidas.</em><br />
<span id="more-8620"></span></p>
<p><strong>Ezio Bonifácio</strong> &#8211; eis um nome que iremos ouvir bastante nos próximos anos. Professor de diabetes no Centro de Terapias Regenerativas em Dresden, na Alemanha, Ezio e sua equipe publicaram uma descoberta incrível sobre uma possível maneira de <a title="Evitar glúten na gravidez pode prevenir diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/evitar-gluten-na-gravidez-pode-prevenir-diabetes-tipo-1/"><strong>prevenir o diabetes tipo 1</strong></a> &#8211; o que gera esperanças de que uma <strong>vacina</strong> contra este tipo de diabetes seja criada em breve.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>A ORIGEM DO DIABETES TIPO 1</strong></h4>
[pullquote]No DM1, é o próprio organismo que destrói as células beta[/pullquote]
<figure id="attachment_8622" aria-describedby="caption-attachment-8622" style="width: 240px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-8622" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/04/ezio-bonifacio-diabetes.jpg" alt="ezio bonifacio diabetes" width="240" height="240" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/04/ezio-bonifacio-diabetes.jpg 240w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/04/ezio-bonifacio-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 240px) 100vw, 240px" /><figcaption id="caption-attachment-8622" class="wp-caption-text">O cientista Ezio Bonifacio.</figcaption></figure>
<p>Para entender o impacto da descoberta, vale relembrar: o diabetes tipo 1 costuma aparecer cedo durante a vida, quando o sistema de defesa do corpo ataca as células que produzem insulina.  Conforme elas são destruídas, menos insulina é feita; com isso, o açúcar dos alimentos vai se acumulando no sangue, levando ao diabetes. Por isso, quem está com diabetes tipo 1 precisa, necessariamente, injetar insulina todos os dias para viver bem.</p>
<p>Ninguém sabe ao certo por que, em algumas pessoas, acontece este &#8220;auto-ataque&#8221; do sistema imune contra as células que produzem insulina. Uma hipótese é que, em diabéticos tipo 1, o sistema de defesa não entrou em contato suficiente com a insulina durante os primeiros anos de vida. É como se os “soldados” que nos guardam contra infecções encontrassem a insulina pela primeira vez e achassem que ela era uma &#8220;intrusa&#8221;, que deve ser combatida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>COMBATENDO DO LADO CERTO</strong></h4>
<p>Como, então, convencer o sistema imune de que a insulina é uma parte &#8220;boa&#8221; do nosso corpo? Uma idéia é &#8220;apresentá-la&#8221; aos soldados nas quantidades adequadas, nos primeiros anos de vida, a fim de que eles se acostumem ao hormônio e não ataquem, no futuro, as células que o produzem.</p>
[pullquote]A vacina &#8220;ensanaria&#8221; ao sistema de defesa do corpo que a insulina não é um &#8220;inimigo&#8221;[/pullquote]
<p>Foi exatamente isto que Ezio e sua equipe buscaram fazer. Eles recrutaram 25 crianças, de 2 a 7 anos e com alto risco de desenvolverem diabetes tipo 1 (isto é, tinham histórico familiar de DM1 e possuíam genes que as predispunham à condição). Elas receberam, durante um período que variou de 3 a 18 meses, doses variáveis de <strong>insulina oral</strong>.</p>
<p>A insulina oral é um pózinho de insulina que pode ser misturado aos alimentos. Ele não é vendido normalmente para tratar o diabetes porque a insulina, quando &#8220;engolida&#8221;, é destruída muito rapidamente pelo corpo &#8211; apenas 1% chega à corrente sangüínea. Por isso que as injeções ainda são a melhor opção.</p>
<p>Porém, uma vantagem da insulina em pó é que ela entra em contato com a <strong>mucosa da boca</strong>. E lá ela entrará em contato também com células do sistema imune.</p>
 Vacina contra diabetes tipo 1: os primeiros e promissores passos já foram dados.
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>RESULTADOS ANIMADORES = 1ª VACINA ANTI-DIABETES?</strong></h4>
[pullquote]Se tudo der certo, as primeiras vacinas poderão estar prontas já na próxima década.[/pullquote]
<p>O estudo foi conduzido de 2009 a 2013, e só agora os resultados foram compilados. A descoberta dos cientistas é que as crianças que receberam as maiores doses de insulina oral mostraram, de fato, sinais de que o sistema imune já estava &#8220;reconhecendo&#8221; o hormônio, o que indica um caminho promissor na prevenção do ataque às <a title="Células-Beta" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>, produtoras da insulina.</p>
<p>&#8220;Dar insulina a crianças com alto risco genético de desenvolver diabetes tipo 1 pode, na verdade, ter um efeito protetor, como se fosse uma vacina. Ou seja, a insulina estimula o sistema imune destas crianças de um jeito que as protege do diabetes tipo 1&#8221;, afirmou Ezio em um comunicado à imprensa.</p>
<p>A meta do grupo de pesquisas de Ezio, agora, é testar o método em um grupo maior de crianças. Os resultados deste estudo deverão estar prontos apenas em 2022. Enquanto isso, os pesquisadores testarão doses maiores de insulina oral.</p>
<p>De acordo com o cientista, caso o método venha a se transformar em uma vacina contra DM1, crianças com alto risco de desenvolver a doença começarão o tratamento com insulina oral aos 6 meses de idade, e continuarão recebendo as doses até os 2 ou 3 anos.</p>
<p>O estudo foi publicado no periódico científico <em>JAMA</em>.   [button link=&#8221;http://jama.jamanetwork.com/article.aspx?articleid=2275446&#8243; target=&#8221;new&#8221; color=&#8221;blue&#8221;]Clique aqui para acessar o artigo[/button]
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		<title>Novidades no tratamento do diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2014 09:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de insulina]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[novidades]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas artificial]]></category>
		<category><![CDATA[tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O arsenal terapêutico contra o diabetes ganhou mais instrumentos para monitoramento e controle da doença. A edição desta semana da revista IstoÉ publicou novidades no tratamento do diabetes trazendo como “a maior virada até agora na luta contra a doença”, um novo tipo de insulina com ação de até 40 horas. Há quem diga que, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O arsenal terapêutico contra o diabetes ganhou mais instrumentos para monitoramento e controle da doença.</em><span id="more-7007"></span></p>
<p>A edição desta semana da revista IstoÉ publicou novidades no tratamento do diabetes trazendo como “a maior virada até agora na luta contra a doença”, um novo tipo de insulina com ação de até 40 horas. Há quem diga que, aqui mesmo em Goiás, houve um avanço maior neste campo da Medicina. Neste começo de ano, o cirurgião gastroenterologista Áureo Ludovico ganhou judicialmente o direito de realizar um tipo de cirurgia desenvolvido por ele mesmo que tem eficácia comprovada para pacientes de diabetes. Coincidência ou não, a Veja publicou sobre o caso na Coluna Data, da sessão Panorama, também esta semana. De acordo com o médico, o prazo de recurso termina na próxima semana, quando teremos novas notícias sobre o caso.</p>
<p>As novidades tecnológicas no tratamento do diabetes são várias. Desde bombas de insulina dotadas de sistema de inteligência até pâncreas artificiais, todo tipo de tecnologia tem sido empenhada nos esforços científicos contra o diabetes. A grande novidade agora é a Tresiba (degludeca), fabricada pelo Laboratório Novo Nordisk, um tipo de insulina que tem ação de até 40 horas e acabou de ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>Segundo o médico endocrinologista Nelson Rassi (foto), estas ferramentas são interessantes no controle da doença e aumentam a qualidade de vida do paciente, o que não exclui a necessidade de atividades físicas e uma alimentação saudável e equilibrada. Ele cita outro tipo de medicamento também citado na reportagem da IstoÉ, que tem mecanismo de ação distinta, atuando nos rins e impedindo a reabsorção de açúcares que acabam sendo eliminados pela urina.</p>
<p>De acordo com Rassi, esta linha de produtos farmacológicos, que serão lançados nos próximos meses no Brasil com o nome de Forxiga pelo Laboratório AstraZeneca e Invokana, pela Jannsen, traz uma solução interessante, mas o médico que optar por este tratamento deve estar atento aos efeitos colaterais. Segundo o especialista, o aumento do açúcar na urina favorece o desenvolvimento de infecções do trato urinário e candidíase, entretanto a droga melhora o controle e traz redução de peso e de pressão arterial. “Estes medicamentos prometem. São realmente interessantes. Mas os médicos que optarem por estes tratamentos devem ter cuidado com isto”, alerta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Contradições</strong></p>
<p>A indicação cirúrgica nestes casos gera certa contradição no meio médico. Por se tratar de uma intervenção, segundo Nelson Rassi, a cirurgia deveria ser indicada para pacientes obesos ou que não respondem mais à medicação. “É um procedimento bastante eficaz, talvez o mais eficaz, mas é agressivo e tem efeitos colaterais. Nem todos respondem bem à operação”, comenta.</p>
<p>Por ser uma cirurgia com altos índices de resolução do diabetes, de 95% a 100%, segundo entrevista concedida por Áureo Ludovico ao Diário da Manhã sobre o procedimento, poderia se estender perfeitamente para pacientes diabéticos de peso normal.</p>
<p>O ex-senador Demóstenes Torres foi submetido à cirurgia pelas mãos de Áureo Ludovico e conta que ganhou uma nova vida. “Hoje, não posso fazer extravagâncias, mas nem preciso tomar remédio porque meus índices são normais. É importante ter uma vida regrada, mas esta foi uma oportunidade de ter uma segunda vida. É ter juízo e administrar”, diz.</p>
<p>A intervenção cirúrgica de Áureo Ludovico é uma operação que interpõe parte do íleo entre o duodeno e o jejuno, partes do intestino delgado. Chamada de gastrectomia vertical associada a interposição de íleo, a operação, realizada há 15 anos, consegue regular a ação dos hormônios envolvidos no controle das taxas de açúcar no sangue.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Investigações</strong></p>
<p>Em fase embrionária, avança também a bioengenharia no tratamento do diabetes. Segundo Nelson Rassi, no campo das células tronco, apesar do anunciado pela revista, não haverá novidades aplicáveis nos próximos cinco anos e mesmo quando houverem, obviamente terão eficácia para pacientes do tipo 1 da doença, os que desenvolvem sua versão autoimune. Neste tipo, a doença é deflagrada pelo próprio sistema imunológico do paciente. O tipo 2 do diabetes é desenvolvido pelo estilo de vida sedentário e está associada à sobrepeso, sem que isto, entretanto, seja uma regra.</p>
<p>A Universidade de São Paulo está realizando pesquisa usando células tronco para tratar o tipo 1 da enfermidade. Como este gênero da doença é caracterizado pelo ataque do sistema imunológico às células beta, produtoras de insulina, a ideia é criar um novo sistema imunológico livre da falha. Até agora, de 25 diabéticos submetidos à experiência, três estão curados da doença. A nova fase da pesquisa avaliará porque alguns das cobaias tiveram que voltar para as aplicações de insulina após algum tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Saiba mais</strong></p>
<p><strong>Observe o que a medicina e a ciência têm feito à respeito:</strong></p>
<p>Insulina de ação ultraprolongada:</p>
<p>O Laboratório Novo Nordisk criou a primeira insulina com efeito de até 40 horas. Por causa desta característica, dá mais flexibilidade nos horários de aplicação pelo paciente. Foi liberada pela Anvisa no último dia 17.</p>
<p>Remédios que atuam nos rins:</p>
<p>O Forxiga e o Invokana são os primeiros medicamentos de uma nova classe de drogas que agem diretamente sobre os rins, impedindo a reabsorção de glicose pelos órgãos. Além de controlar a glicemia, promovem perda de peso e ajudam no controle da pressão arterial. O primeiro está liberado pela Anvisa e o segundo está em fase final de aprovação.</p>
<p>Insulina Oral: Há algumas em estudo. A desenvolvida pela empresa israelense Oramed encontra-se em estudo clínico aprovado pelo Food and Drug Administration, órgão do governo americano responsável pela liberação de drogas nos EUA.</p>
<p><a title="Portugal: Cientistas usam células-tronco para controlar diabetes" href="http://www.diabeticool.com/portugal-cientistas-usam-celulas-tronco-para-controlar-diabetes/">Células Tronco</a>: Trabalho conduzido pela Universidade de São Paulo usa células tronco extraídas da medula óssea para impedir que o sistema de defesa do corpo ataque células produtoras de insulina. Dos 25 pacientes que participaram do estudo, três estão livres das injeções de insulina. Um deles há nove anos.</p>
<p>Vacinas: Uma equipe da Universidade de Stanford (EUA) se prepara para testar em mais de 200 pessoas uma vacina que impede a destruição das células fabricantes de insulina. Em estudo anterior, com 80 pacientes, os resultados foram positivos. Na Finlândia, cientistas querem criar um imunizante contra vírus associados ao tipo 1 da doença.</p>
<p>Infusão Inteligente de Insulina: Chega nos próximos meses ao Brasil, um sistema inteligente de infusão de insulina. Desenvolvido pela Medtronic, ele monitora os índices de glicemia, avisa se a concentração está caindo mais do que deveria e interrompe o fornecimento do hormônio se a glicose desabar. Tudo isso para evitar crises de hipoglicemia (falta de açúcar no sangue).</p>
<p><a title="Monitores de Glicose no Sangue" href="http://www.diabeticool.com/monitores-de-glicose-no-sangue/">Monitores de Glicemia</a>: Estão cada vez mais sofisticados. A Sanofi Diabetes, em parceria com a empresa Agamatrix, por exemplo, criou o IBGStar. Ele mede a taxa de açúcar e pode ser conectado a i-Phone ou a i-Pad Touch. A ideia é transferir as informações aos aparelhos e ajudar o paciente a criar um diário digital das variações de suas concentrações glicêmicas. Os dados podem ser enviados para o médico e familiares.</p>
<p><a title="Mais notícias sobre Pâncreas artificial vindas do Congresso Europeu de Diabetes em Barcelona" href="http://www.diabeticool.com/mais-noticias-sobre-pancreas-artificial-vindas-do-congresso-europeu-de-diabetes-em-barcelona/">Pâncreas Artificial</a>: Em desenvolvimento. Um deles está sendo criado na Inglaterra. Implantado no abdome, contém um reservatório de insulina. Ela é liberada de acordo com a taxa de glicose no sangue.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.dm.com.br/texto/166889-novidades-no-tratamento-do-diabetes">DM.com.br</span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/novidades-no-tratamento-do-diabetes/">Novidades no tratamento do diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Tudo sobre a Vacina para Diabetes Tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Feb 2013 11:07:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[célula T citotóxica]]></category>
		<category><![CDATA[célula T regulatória]]></category>
		<category><![CDATA[Colin Dayan]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[King's College]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Peakman]]></category>
		<category><![CDATA[pâncreas]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Cardiff]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito se tem falado sobre uma suposta vacina para o diabetes. Descubra aqui o que é verdade nesta história. Em seis meses teremos os primeiros resultados de um teste que vem dando o que falar. Pesquisadores do King&#8217;s College de Londres e da Universidade Cardiff em breve iniciarão os trabalhos de avaliação de uma nova &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Muito se tem falado sobre uma suposta vacina para o diabetes. Descubra aqui o que é verdade nesta história.</em></p>
<p><span id="more-3387"></span></p>
<p>Em seis meses teremos os primeiros resultados de um teste que vem dando o que falar. Pesquisadores do King&#8217;s College de Londres e da Universidade Cardiff em breve iniciarão os trabalhos de avaliação de uma nova vacina contra o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a>. Vinte e quatro voluntários já estão a postos no Reino Unido para receber uma dose a cada duas semanas.</p>
<p>Professor de diabetes clínica e metabolismo em Cardiff, o doutor Colin Dayan garante que &#8220;(&#8230;) esta terapia baseada na imunidade pode diminuir o ritmo ou até mesmo impedir o corpo de destruir suas próprias células produtoras de insulina do pâncreas.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por que uma vacina &#8211; e por que o diabetes tipo 1?</strong></p>
<p>A idéia dos cientistas é &#8220;dar uma forcinha&#8221; para o organismo combater, por conta própria, o diabetes tipo 1, através da vacina.</p>
<p>Diferente do <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">diabetes tipo 2</a>, o qual é causado por motivos ambientais, como uma alimentação inadequada, a causa do diabetes tipo 1 está no próprio corpo do diabético. No tipo 1, o sistema de defesa passa a destruir as células do próprio corpo que produzem a insulina. Ainda não se tem certeza do motivo para este comportamento errado e perigoso do sistema imune. O resultado é que, com o passar do tempo, menos e menos células que produzem insulina sobrevivem, menos insulina há na corrente sangüínea e, assim, tem-se o diabetes.</p>
<p>Vamos conhecer dois integrantes do nosso sistema imune: as <strong>células T reguladoras</strong> e as <strong>células T citotóxicas</strong>. As células T citotóxicas são as responsáveis, normalmente, por destruir elementos nocivos à nossa saúde. No caso do diabetes tipo 1, são elas que matam as <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/celulas-beta/">células beta</a>, produtoras de <a title="Pâncreas artificial supera bomba de insulina no controle do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/pancreas-artificial-supera-bomba-de-insulina-no-controle-do-diabetes/">insulina</a>. Já as células T reguladoras, como o nome implicada, são capazes de controlar a ação das T citotóxicas, impedindo que elas realizem determinadas ações.</p>
<p>Desta forma, os pesquisadores vão tentar utilizar uma vacina que aumente a eficiência das células T reguladoras. A conseqüência esperada é que, assim, a atividade das células T citotóxicas seja posta em cheque, tendo efeito positivo no desenvolvimento do diabetes tipo 1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Considerações</strong></p>
<p>&#8220;No meu laboratório, nós passamos muitos anos entendendo melhor o que acontece de errado com o equilíbiro do <a title="Prevenindo o diabetes…com vermes?" href="http://www.diabeticool.com/prevenindo-o-diabetes-com-vermes/">sistema imune</a> em pacientes que desenvolvem o diabetes tipo 1&#8243;, disse o dr. Mark Peakman, professor de imunologia clínica no King&#8217;s College que primeiro aventou o uso da vacina. &#8220;Nós eventualmente chegamos à idéia de que poderíamos tentar reverter a resposta destrutiva ao induzir uma resposta de proteção; esta é, portanto, uma vacina diferenciada&#8221;.</p>
<p>Esta não é a primeira vez que uma vacina para diabetes tipo 1 é testada. Universidades ao redor do mundo já tentaram a técnica, sem grandes sucessos. A equipe britânica mantém as esperanças, todavia. Ela garante que, em testes prévios, os resultados foram animadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É muito fácil a imprensa fazer um grande oba-oba em cima de poucos fatos e muita especulação. É claro que seria <em>ótimo</em> se realmente houvesse uma vacina para diabetes tipo 1. Mas é sempre mais sensato manter os pés no chão e adotar uma visão realista dos fatos, para que nós não criemos expectativas à toa, não é mesmo?</p>
<p>Pois bem, algumas considerações sobre a tal vacina. Em primeiro lugar, dando certo os resultados, podemos esperar uma vacina para o diabetes tipo 1 dentro de <em>alguns anos</em>. Em segundo lugar, os &#8220;resultados animadores&#8221; dos &#8220;testes prévios&#8221; dos britânicos referem-se ao fato de que a vacina é <em>segura</em> &#8211; e não que ela é efetiva. Por fim, vale lembrar que o tratamento foi desenvolvido para auxiliar o sistema imune a parar de atacar as células beta; isto é uma coisa que acontece apenas em quem tem diabetes tipo 1, portanto <em>a vacina não seria efetiva em quem tem diabetes tipo 2</em>. A melhor maneira de prevenir o diabetes tipo 2 continua sendo através de uma alimentação balanceada e saudável, aliada a exercícios físicos rotineiros.</p>
<p>Ainda assim, vamos torcer para que tudo dê certo com esta pesquisa. Uma prevenção a mais contra o diabetes certamente não faria mal a ninguém!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/tudo-sobre-a-vacina-para-diabetes-tipo-1/">Tudo sobre a Vacina para Diabetes Tipo 1</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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