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	<title>urina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>O que é a SHHC?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2013 14:11:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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		<category><![CDATA[Síndrome Hiperglicêmica Hiperosmolar Não Cetótica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba tudo sobre a Síndrome Hiperglicêmica Hiperosmolar Não Cetótica &#8211; uma condição com um nome difícil, porém importantíssima de se conhecer! Síndrome da Hiperglicemia Hiperosmolar Não Cetótica (SHHC) é uma condição séria que ocorre com mais frequência em pessoas mais velhas. A SHHC pode ocorrer em pessoas com diabetes do tipo 1 e do tipo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Saiba tudo sobre a Síndrome Hiperglicêmica Hiperosmolar Não Cetótica &#8211; uma condição com um nome difícil, porém importantíssima de se conhecer!</em></p>
<p><span id="more-4831"></span></p>
<p>Síndrome da Hiperglicemia Hiperosmolar Não Cetótica (SHHC) é uma condição séria que ocorre com mais frequência em pessoas mais velhas. A SHHC pode ocorrer em pessoas com diabetes do tipo 1 e do tipo 2, mas é mais comum em pessoas com diabetes tipo 2. Geralmente a SHHC é provocada devido a outras condições de saúde, como doença ou infecção.</p>
<p>Na SHHC os níveis de glicose no sangue estão muito elevados, o seu corpo tenta se livrar do excesso de glicose eliminando na urina. Num primeiro instante você irá urinar com maior frequência, depois você irá menos vezes ao banheiro mas sua urina estará muito mais escura. Além disso você pode ter mais sede que o normal. Você deve aumentar a ingesta de líquidos mesmo que esteja sem sede, pois a SHHC pode deixar você num estado desidratado.</p>
<p>Se a SHHC continuar, você pode ter um estado de desidratação grave que vai levar a convulsões, estado de coma e até a morte. A SHHC pode levar dias ou até semanas para se desenvolver.</p>
<p>Conheça os sinais de alerta da SHHC na figura. Se você observar algum destes sintomas, ligue imediatamente para o seu médico ou procure um serviço de saúde.</p>
<p>A melhor maneira de evitar a Síndrome da Hiperglicemia Hiperosmolar Não Cetótica é verificar os níveis de sua glicose no sangue (glicemia) regularmente. Muitas pessoas checam a glicemia várias vezes durante o dia, como antes das refeições e duas horas após a refeição. Converse com sua equipe de saúde para saber qual é a frequência que você deve verificar sua glicemia e o que os valores de glicose no sangue significam. Também verifique com sua equipe de saúde quais são os seus alvos de glicemia antes e após as refeições e em qual momento você deve ligar para eles quando sua glicemia estiver muito alta, muito baixa ou fora da sua meta.</p>
<p>Quando você estiver doente você deve checar sua glicemia com mais frequência e beber mais líquido (sem álcool e sem cafeína), um copo a cada hora. Trabalhe com sua equipe de saúde para desenvolver o seu plano de cuidados quando estiver doente.</p>
<figure id="attachment_4832" aria-describedby="caption-attachment-4832" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica.jpg"><img class="size-full wp-image-4832" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/05/diabetes-sem-medo-sindrome-hiperglicemica-hiperosmolar-nao-cetotica-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4832" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Como o diabetes pode causar doenças nos rins?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 22:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diabetes Sem Medo]]></category>
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		<category><![CDATA[doença renal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta a esta pergunta você encontra neste artigo do Diabetes Sem Medo! Quando o nosso corpo digere as proteínas que comemos, este processo cria resíduos. Nos rins, existem milhares de pequenos vasos sanguíneos (capilares) com minúsculos “furos” que atuam como filtro. Como o sangue flui nos vasos sanguíneos, as pequenas moléculas como os resíduos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A resposta a esta pergunta você encontra neste artigo do Diabetes Sem Medo!</em></p>
<p><span id="more-4553"></span></p>
<p>Quando o nosso corpo digere as proteínas que comemos, este processo cria resíduos. Nos rins, existem milhares de pequenos vasos sanguíneos (capilares) com minúsculos “furos” que atuam como filtro. Como o sangue flui nos vasos sanguíneos, as pequenas moléculas como os resíduos da digestão passam pelos furos, se tornando parte da urina. Substâncias úteis como as proteínas e células do sangue, são muito grandes para passar por estes furos nos capilares sanguíneos e permanecem no sangue.</p>
<p>O diabetes pode danificar este sistema de filtragem dos rins. Altos níveis de glicose no sangue, exige que os rins realizem uma maior filtragem do sangue, e todo este trabalho extra vai danificando o sistema de filtragem nos capilares sanguíneos. Após muitos anos de sobrecarga neste sistema de filtragem, os furos nos capilares se tornam maiores, o que possibilita a passagens de proteínas. Pequenas quantidades de proteína na urina são chamadas microalbuminúria.</p>
<p>Quando a doença renal é diagnosticada precocemente, durante a fase de microalbuminúria, existem vários tratamentos para que a doença não se agrave. Grandes quantidades de proteína na urina são chamadas macroalbuminúria. Quando a doença renal é diagnosticada na fase de macroalbuminúria, indica que os rins ficaram muitos anos sem tratamento e o avanço da doença renal. Geralmente em seguida é diagnosticado a fase de doença renal terminal.</p>
<p>Com o passar dos anos, como consequência desse trabalho excessivo os rins perdem a capacidade de filtrar o sangue e os resíduos que deveriam ser eliminados na urina permanecem no sangue. Esta é a fase de doença renal terminal, o que é muito grave. Uma pessoa com doença renal terminal precisa de transplante de rim ou de ter o sangue filtrado por uma máquina – Hemodiálise.</p>
<figure id="attachment_4554" aria-describedby="caption-attachment-4554" style="width: 960px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4554" alt="Clique na imagem para ampliá-la." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins.jpg" width="960" height="720" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins.jpg 960w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins-768x576.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/diabetes-sem-medo-doencas-nos-rins-320x240.jpg 320w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a><figcaption id="caption-attachment-4554" class="wp-caption-text">Clique na imagem para ampliá-la.</figcaption></figure>
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		<title>Conheça os novos benefícios da Dieta Mediterrânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 19:41:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[dieta mediterrânea]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[hiperuricemia]]></category>
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		<category><![CDATA[Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and Medical Sciences]]></category>
		<category><![CDATA[Marta Guasch-Ferré]]></category>
		<category><![CDATA[Universitat Rovira i Virgili]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa espanhola revela novo papel da popular dieta para a saúde de quem está com diabetes. Um estudo conduzido pela cientista Marta Guasch-Ferré, da Universitat Rovira i Virgili, na Espanha, e demais colegas identificou novas propriedades benéficas à saúde na dieta mediterrânea. A dieta mediterrânea é um guia de alimentação saudável baseado na culinária tradicional &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa espanhola revela novo papel da popular dieta para a saúde de quem está com diabetes.</em></p>
<p><span id="more-4467"></span></p>
<p>Um estudo conduzido pela cientista Marta Guasch-Ferré, da <a title="Vitamina K1 corta ao meio chances de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/vitamina-k1-corta-ao-meio-chances-de-diabetes-tipo-2/"><em>Universitat Rovira i Virgili</em></a>, na Espanha, e demais colegas identificou novas propriedades benéficas à saúde na <a title="Quando bebês nascem com a glicemia nas alturas, a culpa é da mamãe" href="http://www.diabeticool.com/quando-bebes-nascem-com-a-glicemia-nas-alturas-a-culpa-e-da-mamae/"><strong>dieta mediterrânea</strong></a>. A dieta mediterrânea é um guia de alimentação saudável baseado na culinária tradicional de países como a Itália, Grécia e Espanha. O trabalho foi realizado ao longo dos últimos cinco anos e acompanhou a saúde de quase 7500 voluntários, os quais ou tinham <a title="Com 1000 novos casos por ano, cidade foca na prevenção" href="http://www.diabeticool.com/com-1000-novos-casos-por-ano-cidade-foca-na-prevencao/">diabetes tipo 2</a> ou corriam riscos de desenvolver doenças coronárias.</p>
<p>O foco principal da pesquisa foi descobrir como a dieta mediterrânea influencia na melhora ou piora da <strong>hiperuricemia</strong> &#8211; que é a excreção, na urina, de ácido úrico em excesso. A hiperuricemia é uma condição associada a doenças como a <a title="Nova maneira de fazer dieta" href="http://www.diabeticool.com/nova-maneira-de-fazer-dieta/">síndrome metabólica</a>, hipertensão e problemas cardiovasculares, além de ser também muito prevalente em quem está com diabetes tipo 2. Quem tem hiperuricemia por muito tempo pode acabar desenvolvendo doenças sérias nos rins e inflamações crônicas, por isso ela precisa ser combatida com rigor.</p>
<p>As descobertas dos pesquisadores espanhóis são positivas para a dieta mediterrânea. Entre as novidades, a boa notícia é que as taxas de reversão da hiperuricemia foram maiores naqueles voluntários que adotaram a dieta. Quanto mais aferrados à ela, maiores as chances de reversão.</p>
<p>A dieta mediterrânea é baseada, em termos gerais, nos seguintes princípios:</p>
<ul>
<li>Alto consumo de frutas, vegetais, legumes, azeite de oliva, sementes e cereais;</li>
<li>Consumo moderado de vinho, produtos lácteos e aves;</li>
<li>Baixo consumo de carne vermelha, bebidas doces, cremes e massas.</li>
</ul>
<figure id="attachment_4468" aria-describedby="caption-attachment-4468" style="width: 180px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4468" alt="A pesquisadora Marta Guasch-Ferré, uma das autoras do estudo." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/marta-guasch-ferre-diabetes.jpg" width="180" height="180" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/marta-guasch-ferre-diabetes.jpg 180w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/marta-guasch-ferre-diabetes-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 180px) 100vw, 180px" /><figcaption id="caption-attachment-4468" class="wp-caption-text">A pesquisadora Marta Guasch-Ferré, uma das autoras do estudo.</figcaption></figure>
<p>Os voluntários que seguiram estes preceitos tiveram uma melhora substancial na saúde. Em particular, os cientistas puderam mostrar que consumir menos de uma porção de <a title="Ferro fere as células beta e pode levar ao diabetes" href="http://www.diabeticool.com/ferro-fere-as-celulas-beta-e-pode-levar-ao-diabetes/">carne vermelha</a> por dia reduz em 23% os riscos de hiperuricemia. Além disso, o consumo exagerado de vinho mostrou-se danoso à saúde, sendo responsável por um aumento nos riscos de hiperuricemia.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na última edição da revista <em>Journals of Gerontology Series A: Biological Sciences and Medical Sciences</em>. Ela representa mais uma prova de que a dieta mediterrânea pode ser uma ótima e válida opção para um estilo de vida mais saudável, tanto para quem precisa melhorar a saúde quanto para quem deseja viver mais e melhor.</p>
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		<title>As picadas no dedo estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 23:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Advanced Functional Materials]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[enzima]]></category>
		<category><![CDATA[etanol oxidase]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[glicose oxidase]]></category>
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		<category><![CDATA[U.S. Naval Research Laboratory]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Purdue]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina. Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do tipo 1, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina.</em></p>
<p><span id="more-1352"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/picar-dedo-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">tipo 1</a>, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar as taxas de <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Soluções para este dolorido problema surgem a cada ano: já noticiamos aqui, por exemplo, as tirinhas que <a title="O mais barato teste de glicemia já inventado troca gotinha de sangue por xixi" href="http://www.diabeticool.com/o-mais-barato-teste-de-glicemia-ja-inventado-troca-gotinha-de-sangue-por-xixi/">medem a quantidade de açúcar no sangue através do xixi</a>. Mas, pelo que parece, a novidade da vez é bem mais dinâmica e fácil de usar do que estas tiras de papel&#8230;</p>
<h6>E se eu não estiver com vontade de fazer xixi?</h6>
<p><strong>Um novo medidor de glicemia, anunciado no periódico científico <em>Advanced Functional Materials</em>, é capaz de detectar quantidades inimaginavelmente pequenas de glicose não apenas no sangue, mas também em lágrimas, na saliva e, é claro!, na urina. </strong></p>
<p>Desenvolvido em co-parceria entre pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA, e do U.S. Naval Research Laboratory, o medidor é capaz de detectar glicose em concentrações de até 0.3 micromolar, o que o torna mais sensível do que qualquer medidor atualmente no mercado. Além disto, devido à maneira como é projetado, ele pode ser utilizado na identificação de outras moléculas do corpo humano, através da troca de apenas um de seus componentes <strong>.</strong></p>
<p>Jonathan Claussen, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, explica: &#8220;Por utilizarmos a enzima glicose oxidase neste trabalho, ele é apropriado para o diabetes. Mas a gente poderia simplesmente trocar esta enzima por, por exemplo, glutamato oxidase, para medir o neurotransmissor glutamato em testes Parkinson e Alzheimer, ou então por etanol oxidase para monitorar níveis alcoólicos em bafômetros. (Nosso medidor) é muito versátil, rápido e portável.&#8221;</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.purdue.edu/newsroom/releases/2012/Q3/sensor-detects-glucose-in-saliva-and-tears-for-diabetes-testing.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais uma boa notícia para quem não agüenta mais furar a ponta dos dedos várias vezes por dia para medir a glicemia! O último método inovador que apresentamos no site, o das tirinhas de papel, tinha também alguns inconvenientes, como a ter de aplicar a urina no papel através de uma seringa especial &#8211; o que significa que teríamos que coletar o xixi nesta seringa antes, de alguma maneira! O novo medidor dos americanos parece resolver todos estes problemas. Já pensou que delícia poder saber, com uma precisão assombrosa, a sua taxa de glicose no sangue com um pouquinho da sua saliva? Ou então através das lágrimas de alegria que cairão por não ter mais de picar os dedos?!</strong></p>
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