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	<title>tabagismo | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Dieta rica em proteína animal aumenta risco de diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2013 11:08:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É o que diz um novo estudo francês. Pesquisadores acreditam que excesso de carne e queijos pode levar a um quadro de resistência à insulina. Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>É o que diz um novo estudo francês. Pesquisadores acreditam que excesso de carne e queijos pode levar a um quadro de resistência à insulina.</em><span id="more-5713"></span></p>
 Pela primeira vez, uma pesquisa associa consumo de proteína animal ao risco de diabetes tipo 2 (Thinkstock)
<p>Manter um peso saudável e praticar atividades físicas são algumas das recomendações para que as pessoas se previnam do diabetes tipo 2. A doença pode ser causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais, como a obesidade e o sedentarismo, por exemplo. Agora, cientistas franceses descobriram que diminuir o consumo de alimentos ricos em <a title="Lombo de Porco Assado ao Alecrim para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/lombo-de-porco-assado-ao-alecrim-para-diabeticos/">proteína animal</a> também pode ser uma forma de reduzir o risco da condição. Isso porque esses alimentos aumentam a acidez no organismo, o que, segundo os pesquisadores, pode levar ao diabetes.</p>
<p>&#8220;Este é o primeiro estudo a estabelecer um vínculo entre a carga ácida da alimentação e um aumento significativo do risco de diabetes tipo 2&#8221;, diz Guy Fagherazzi, coordenador do estudo, cujos resultados foram publicados nesta terça-feira no periódico Diabetologia. Segundo Fagherazzi, carnes, especialmente as processadas industrialmente, além de queijos e produtos derivados do leite, estão entre os alimentos mais acidificantes. Frutas e legumes, por outro lado, são alcalinizantes.</p>
<p>A pesquisa, feita no Instituto Nacional da Saúde e da Pesquisa Médica da França (Inserm, sigla em francês), avaliou mais de 66 000 mulheres que foram acompanhadas ao longo de 14 anos. Durante esse período, 1 372 participantes foram diagnosticadas com diabetes tipo 2.</p>
<p>Os autores do estudo relacionaram os hábitos alimentares das mulheres com a chance de elas terem a doença e, depois, ajustaram os resultados de acordo com outros fatores de risco, como obesidade, sedentarismo e <a title="Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa" href="http://www.diabeticool.com/brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa/">tabagismo</a>. As conclusões da pesquisa indicaram que as participantes que mais consumiam alimentos que aumentam a acidez do organismo apresentaram um risco 56% maior de desenvolver diabetes tipo 2 do que as que menos ingeriam esses alimentos.</p>
<p>A pesquisa ainda sugeriu que o efeito negativo desse tipo de alimentação é maior em mulheres que não apresentam outros fatores de risco para a doença do que entre aquelas que já são obesas ou sedentárias, por exemplo.</p>
<p>Os autores acreditam que uma maior acidez no organismo pode ajudar a aumentar o risco de <a title="Remédio trata o diabetes e ajuda a emagrecer" href="http://www.diabeticool.com/remedio-trata-o-diabetes-e-ajuda-a-emagrecer/">resistência à insulina</a>, levando ao diabetes. No entanto, eles admitem que são necessárias pesquisas maiores para que os resultados sejam confirmados.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/dieta-rica-em-proteina-animal-aumenta-risco-de-diabetes-diz-estudo" target="_blank" rel="nofollow noopener">Veja.com</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/dieta-rica-em-proteina-animal-aumenta-risco-de-diabetes/">Dieta rica em proteína animal aumenta risco de diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2013 19:29:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cuidar da alimentação, praticar atividade física ou parar de fumar ainda não são fatores reconhecidos pela população como medidas para prevenir o diabetes do tipo 2, mostra pesquisa divulgada hoje (22) pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). A maioria dos entrevistados (87%) acredita que apenas evitar o consumo de açúcar é suficiente para evitar a &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" class="alignright" alt="" src="http://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/_agenciabrasil/files/imagecache/300x225/gallery_assist/29/gallery_assist664948/prev/14112010-14112010FRP0668.jpg" width="300" height="225" />Cuidar da alimentação, praticar atividade física ou parar de fumar ainda não são fatores reconhecidos pela população como medidas para prevenir o <a title="Diabete: praticar exercícios e fazer dieta não faz diferença?" href="http://www.diabeticool.com/diabete-praticar-exercicios-e-fazer-dieta-nao-faz-diferenca/">diabetes do tipo 2</a>, mostra pesquisa divulgada hoje (22) pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). A maioria dos entrevistados (87%) acredita que apenas evitar o consumo de açúcar é suficiente para evitar a doença. Essa percepção, segundo a entidade, é um antigo mito que dificulta o tratamento.</p>
<p>A pesquisa ouviu 1.106 pessoas, de 18 a 60 anos, em seis capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre e Recife). Apenas 28% dos entrevistados relacionaram atividades esportivas ao controle da doença e 72% não associaram o tabagismo como fator de risco. O estudo inaugura a campanha “Diabetes: mude seus valores” e tem como objetivo avaliar o quanto a população entende a doença.</p>
<p>&#8220;Não existem alimentos que causem diabetes. O fator causal mais relevante é a obesidade. Uma alimentação inadequada predispõe o desenvolvimento da doença&#8221;, explicou o vice-presidente da SBD, Luiz Turatti. Ele esclarece, no entanto, que, para pessoas que já têm o diagnóstico, é fundamental uma dieta controlada de carboidratos. &#8220;Essa é a fonte principal de energia, mas há os bons e os ruins. O açúcar refinado é considerado de absorção rápida e não é recomendado. Uma fatia de pão integral, por outro lado, não eleva a <a title="Receita de Pêras aos Dois Vinhos para diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/receita-de-peras-aos-dois-vinhos-para-diabeticos/">glicemia</a> de maneira tão brusca&#8221;, exemplificou.</p>
<p>Embora desconheçam as medidas de prevenção, os entrevistados reconhecem a gravidade da doença. A maioria (93%) declarou saber que o diabetes pode levar à morte e 70% disseram que a doença não tem cura. As formas de tratamento mais citadas foram dieta alimentar (65%), uso de medicamentos (53%) e de <a title="Efeito dos ácidos graxos sobre o requerimento de insulina no diabetes melito tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/efeito-dos-acidos-graxos-sobre-o-requerimento-de-insulina-no-diabetes-melito-tipo-1/">insulina</a> (45%). A prática de atividades físicas, no entanto, foi apontada por apenas 28% dos entrevistados.</p>
<p>&#8220;Pesquisas mostram que a mudança de estilo de vida para pessoas com tendência ou com pré-diabetes é o que mais contribui para que não haja progressão da doença&#8221;, destaca o presidente da SBD, Balduino Tschiedel. Segundo ele, o estudo comparou pacientes com a taxa glicêmica fora da normalidade que receberam a medicação metformina, placebo, e os que apenas mudaram a alimentação e iniciaram a prática de atividades físicas.</p>
<p>Entre as consequências mais comuns da doença, a amputação foi relatada por 91% dos entrevistados. Em seguida, aparecem a cegueira (89%) e problemas de circulação (79%). &#8220;Essa é a principal causa de novos casos de cegueira em pessoas com 20 a 74 anos. E pelo menos 50% das amputações de membros inferiores são resultado da doença&#8221;, informou Tschiedel. O diabetes, por sua vez, aumenta de duas a quatro vezes o risco de um <a title="Estresse permanente pode causar diabetes tipo 2 em homens" href="http://www.diabeticool.com/estresse-permanente-pode-causar-diabetes-tipo-2-em-homens/">acidente vascular cerebral</a> (AVC).</p>
<p>De acordo com a <a title="Cresce incidência de hipertensão e pré-diabetes entre indígenas do Xingu" href="http://www.diabeticool.com/cresce-incidencia-de-hipertensao-e-pre-diabetes-entre-indigenas-do-xingu/">Sociedade Brasileira de Diabetes</a>, entre 2000 e 2010, o transtorno matou mais de 470 mil pessoas, fazendo com que o Brasil atingisse a quarta posição em número de casos no mundo. Atualmente, são mais de 13,4 milhões de pessoas com diabetes do tipo 2, especialmente pessoas obesas acima de 40 anos. Nesse tipo de diabetes, que corresponde a 90% dos casos, há insulina, porém a ação é dificultada pela obesidade.</p>
<p>Pessoas com histórico familiar de diabetes, que tenham uma vida sedentária, que já apresentem sobrepeso ou obesidade e mulheres que tenham tido diabetes na gestação fazem parte do grupo de risco. A doença costumar apresentar poucos sintomas, por isso muitos portadores desconhecem essa condição. Entre os sintomas mais comuns estão urinar excessivamente, muita sede, aumento do apetite, perda de peso, cansaço, vista embaçada e infecções frequentes.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-10-22/atualizada-brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa" target="_blank" rel="nofollow">Portal EBC / Agência Brasil</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/brasileiro-ainda-desconhece-fatores-de-prevencao-do-diabetes-mostra-pesquisa/">Brasileiro ainda desconhece fatores de prevenção do diabetes, mostra pesquisa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Diabetes pelo Mundo: Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2012 18:57:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia! A OCDE, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou Portugal, que tem &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Levantamento revela que nossos amigos lusitanos têm um problemão nas mãos: cuidar da maior taxa de diabetes em toda a União Européia!</em></p>
<p><span id="more-2025"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-2026" title="bandeira portugal diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg" alt="" width="451" height="299" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes.jpg 451w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/bandeira-portugal-diabetes-362x240.jpg 362w" sizes="(max-width: 451px) 100vw, 451px" /></p>
<p>A <strong>OCDE</strong>, a Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento, divulgou um relatório com os números do diabetes na Europa em 2011. No topo da lista dos países mais &#8220;doces&#8221; ficou <a title="Receita: Bacalhau de Natal" href="http://www.diabeticool.com/bacalhau-de-natal/">Portugal</a>, que tem quase 10% da população com algum tipo de diabetes. A média de prevalência da condição nos países da União Européia foi de 6.4% da população.</p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p>Chipre e Polônia completam o top 3 de países com mais diabéticos. Do lado de baixo do ranking, Suécia, Luxemburgo e Bélgica possuem menos de 5% de diabéticos dentre seus habitantes.</p>
<p>De acordo com a OCDE, no geral, os índices de diabetes vêm crescendo ao longo de todo o continente, seguindo a mesma tendência das taxas de <a title="Irlandeses também se preparam para epidemia de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/irlandeses-tambem-se-preparam-para-epidemia-de-diabetes/">obesidade</a> (um dos grandes fatores de risco para o diabetes tipo 2). Em alguns países, o número de diabéticos dobrou em relação aos dados de 1990. A Organização afirma que mais de 100.000 mortes ano passado foram devidas à doença.</p>
<p>A boa notícia para os portugueses é que o número de <a title="A doce baforada alheia" href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">fumantes</a> e o consumo de álcool per capita caíram na última década. É sabido que o tabagismo aumenta as chances de uma pessoas contrair o diabetes (veja em nosso texto &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-doce-baforada-alheia/">A Doce Baforada Alheia</a>&#8220;), além de outras doenças cardiovasculares, e que o álcool favorece episódios de hipoglicemia em diabéticos. Em vista destes bons índices de saúde da população, talvez o crescente número de diabéticos no país seja culpa, portanto, dos famosos e deliciosos pasteizinhos de Belém, ou de outras calóricas iguarias da culinária lusitana&#8230;!</p>
<p>O levantamento da OCDE complementa as informações do <strong>PREVADIAB</strong> &#8211; o primeiro e mais completo estudo da prevalência de diabetes em Portugal, realizado em 2010. Nele, estimou-se em 11.7% o número de portugueses que têm diabetes. Um dado interessante deste trabalho é que a taxa era maior entre homens (14.2% dos portugueses teriam diabetes, em contraste a 9.5% das portuguesas). Porém, a grande surpresa foi constatar que quase metade da população (43.6%) têm diabetes, mas não sabe, e que, contando-se os casos de pré-diabetes, o número de diabéticos em Portugal pode chegar a 35% dos cidadãos! É bom nossos bons amigos da terrinha manterem os olhos abertos para este perigo em ascenção!</p>
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		<title>Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 17:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mães & Filhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bebês dos anos 50 e 60 somente são adultos saudáveis hoje se suas mães fizeram exatamente o contrário do que seus médicos ensinaram Melinda Sothern, 55 anos, faz das tripas coração a fim de manter seus 58kg, possui um irmão diabético e uma irmã obesa. E tem uma teoria. A pesquisadora da Louisiana State University, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Bebês dos anos 50 e 60 somente são adultos saudáveis hoje se suas mães fizeram exatamente o contrário do que seus médicos ensinaram</em><br />
<span id="more-160"></span><br />
Melinda Sothern, 55 anos, faz das tripas coração a fim de manter seus 58kg, possui um irmão diabético e uma irmã obesa. E tem uma teoria. A pesquisadora da <em>Louisiana State University</em>, expert em nutrição e fitness, acredita ter encontrado os culpados pelos problemas de peso e saúde de sua família: os obstetras que acompanharam a gravidez da sua mãe.</p>
<p>Conforme avançam as pesquisas acerca do desenvolvimento fetal e as influências do ambiente uterino no metabolismo futuro do bebê, mais se prova que o que se considerava conduta comum na década de 50, aconselhada pelos médicos da época a toda gestante, era, na verdade, uma receita desastrosa para se ter adultos doentes e gordos. Tanto que os últimos trabalhos da doutora Sothern traçam paralelos entre estes idos tempos e a explosão da epidemia de obesidade nos EUA a partir da década de 80, justamente quando os bebês de sessenta anos atrás passavam para a idade adulta. “Foram os diabólicos anos 50. Uma receita perfeita para obesidade”, clama Melinda.</p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/Mae-gravida.jpg"></span> O estado de saúde das mães impacta significativamente o futuro de seus bebês
<p>A pesquisadora batizou sua teoria de “trindade da obesidade”. Nas décadas de 50 e 60, era usual indicar às mulheres que ganhassem quanto menos peso possível fosse durante a gravidez, de preferência cerca de 5kg. Fumar também não era mal visto pela comunidade acadêmica – a mãe de Melinda foi aconselhada pelo médico a fumar um maço de cigarros por dia, uma boa maneira de se perder peso, segundo ele. Para completar a tríade de péssimas idéias, amamentar naturalmente os filhos não estava em voga à época, sendo substituída pelos novíssimos leites engarrafados.</p>
<p>As conseqüências destas três ações foram catastróficas. A nutrição inadequada das gestantes pode ter programado seus bebês a compensarem os déficits energéticos durante a infância – o que resulta em riscos maiores de serem crianças &#8211; e adultos &#8211; obesos. A nicotina atrapalha mecanismos no corpo que controlam o apetite, taxa metabólica e acúmulo de gordura – grávidas fumantes, portanto, têm mais chances de ganhar prole acima do peso. Como se não pudesse piorar, bebês que são nutridos com alimentos artificiais são mais propensos a ser acima do peso. Fechando o véu de desgraça, amamentar naturalmente os filhos é um ótimo meio anticoncepcional; não realizar o ato propicia gestações próximas uma a outra, e é sabido que bebês nascidos em curto espaço de tempo após o irmão mais velho têm probabilidade maior de serem mal nutridos no útero e querer compensar durante a infância essa falta de comida.</p>
<p>A tríade maléfica facilita a aparição, portanto, de adultos obesos. Seus efeitos lúridos, perversamente, passam às gerações seguintes. Mães obesas usualmente parem bebês grandes, o que já é o começo de um futuro acima do peso. Além do mais, esses bebês são menos sensíveis a estímulos de saciedade e à insulina – o que já é o começo de um futuro diabético. Sem contar que gestantes diabéticas são mais susceptíveis a terem filhos também diabéticos. Não à toa houve a explosão de obesos e diabéticos nos anos 80, de acordo com Melinda.</p>
<p>Fugir da trindade é fácil. Felizmente, hoje em dia as indicações obstetrícias são muito mais sensatas. É fortemente indicado às mães que amamentem seus filhos pelo menos até os seis meses, e enfaticamente contra-indicado o fumo, tanto ativo quanto passivo. As crianças devem ser estimuladas desde cedo a seguirem uma dieta regrada e a praticarem atividades físicas. Além disso, “mulheres significativamente acima do peso não devem ter bebês. Mulheres devem ser fisicamente ativas e ter uma dieta saudável por pelo menos um ano antes de engravidarem”, aconselha  Sothern. “Eu acho que podemos “desprogramar” (a trindade da obesidade), mas devemos ser bastante agressivos quanto a isso”.</p>
<p>Mais detalhes sobre a doutora Melinda Sothern, suas pesquisas, teorias e conclusões podem ser encontrados <span class="removed_link" title="http://www.latimes.com/health/la-he-obesity-causes-20111219,0,3527554,full.story">nesta matéria</span> (em inglês).</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2019" target="_blank" rel="noopener">zole4/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/gravidez-obesidade-diabetes-os-tetricos-efeitos-de-se-seguir-orientacoes-medicas-nos-anos-50/">Gravidez, obesidade, diabetes: os tétricos efeitos de se seguir orientações médicas nos anos 50</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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