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	<title>Nova York | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Quantas pessoas estão com pré-diabetes e não sabem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 17:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você não vai acreditar na porcentagem da população que corre sérios riscos de ter diabetes, porém nem faz idéia do perigo. Quando uma pessoa está com as taxas de açúcar no sangue um pouquinho acima do normal, mas não tão altas assim para causar danos sérios à saúde, ela pode estar com pré-diabetes. Apesar de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Você não vai acreditar na porcentagem da população que corre sérios riscos de ter diabetes, porém nem faz idéia do perigo.</em></p>
<p><span id="more-4039"></span></p>
<p>Quando uma pessoa está com as taxas de açúcar no sangue um pouquinho acima do normal, mas não tão altas assim para causar danos sérios à saúde, ela pode estar com <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pre-diabetes/"><strong>pré-diabetes</strong></a>. Apesar de ser assintomático, o pré-diabetes é um importante sinal de alerta. Caso não for cuidado com atenção, a pessoa tem grandes chances de desenvolver, de fato, o diabetes tipo 2. <strong>Dados indicam que pelo menos 30% dos pré-diabéticos serão diabéticos dentro de um período de dez anos</strong>.</p>
<p><span style="color: #000000;">Em termos mais específicos, o pré-diabetes é caracterizado por uma <a title="Lyxumia recebe aval para comercialização" href="http://www.diabeticool.com/lyxumia-recebe-aval-para-comercializacao/">glicemia</a> de jejum entre 100-125 mg/dL, enquanto que em diabéticos este número é maior ou igual a 126 mg/dL, de acordo com dados da Sociedade Brasileira de Diabetes (2011).</span></p>
<p>Caso alguém seja diagnosticado como pré-diabético, <strong>ainda há tempo</strong> de mudar os hábitos de alimentação e aumentar a quantidade de exercícios físicos a fim de evitar o diabetes. Por isso, é fundamental que este diagnóstico seja feito o mais breve possível.</p>
<p>Um novo dado, publicado hoje, dia 22, no periódico <em>Morbidity and Mortality Weekly Report</em>, aponta uma tendência alarmante. De acordo com dados de saúde do governo norte-americano, <strong>90% das pessoas que estão com pré-diabetes não sabem que têm a doença.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MUITA GENTE CORRENDO RISCOS DESNECESSÁRIOS</strong></p>
<figure id="attachment_4056" aria-describedby="caption-attachment-4056" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img class="size-full wp-image-4056" alt="ann albright diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/ann-albright-diabetes.jpg" width="300" height="390" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/ann-albright-diabetes.jpg 300w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/ann-albright-diabetes-185x240.jpg 185w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-4056" class="wp-caption-text">A dra. Ann Albright, autora do estudo sobre a falta de informação acerca do pré-diabetes.</figcaption></figure>
<p>Estes números complementam uma outra estatística perigosa, observada no mundo inteiro: pelo menos metade das pessoas que estão com diabetes ainda não foram diagnosticadas. Todo e qualquer atraso no tratamento da condição pode levar a danos irreversíveis à saúde do paciente, além de dificuldades médicas maiores no futuro.</p>
<p>&#8220;Precisamos que as pessoas entendam o perigo que correm e que ajam se estiverem em risco de desenvolver diabetes&#8221;, afirmou Ann Albright, diretora da divisão de diabetes do <a title="Novo tratamento para feridas em diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/novo-tratamento-para-feridas-em-diabeticos/">CDC</a> norte-americano. &#8220;Nós sabemos como prevenir o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/"><strong>diabetes tipo 2</strong></a><strong> &#8211;</strong> ou pelo menos atrasar seu surgimento -, então há coisas que as pessoas podem fazer, mas o primeiro passo é conhecer o seu risco &#8211; saber se você tem pré-diabetes.&#8221;</p>
<p>&#8220;Nós temos um enorme problema com este número pequeno de pessoas que sabem que tem [o pré-diabetes]. O número subiu um pouquinho em relação à última medição, mas ainda é muitíssimo pequeno&#8221;, completou Ann, que também escreveu o estudo em questão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>FATORES DE RISCO E PREVENÇÃO</strong></p>
<p>Segundo Ann, os fatores de risco para o pré-diabetes incluem estar <a title="Trocar o dia pela noite eleva o risco de diabetes" href="http://www.diabeticool.com/trocar-o-dia-pela-noite-eleva-o-risco-de-diabetes/">acima do peso ou obeso</a>, ser fisicamente inativo (isto é, praticar poucas atividades físicas) e não se alimentar corretamente. Caso alguém se enquadre nestas características, a pessoa deve procurar um médico e checar seus níveis de açúcar no sangue.</p>
<p>Além disso, há um fator genético que pode aumentar as chances para pré-diabetes. Portanto, ter diabéticos na família é também um fator de risco. &#8220;A genética de uma pessoa carrega a arma, e daí o estilo de vida dela puxa o gatilho [para o desenvolvimento do diabetes]&#8221;, explicou Ann.</p>
 Prevenir o diabetes pode ser fácil e muito divertido!
<p>As maneiras habitualmente indicadas &#8211; e que são super efetivas &#8211; para o controle e eliminação do pré-diabetes são: <strong>perder peso</strong> (cerca de 5 a 7% da massa corporal à época do diagnóstico), <strong>aprender a se alimentar de maneira correta</strong> (isto é, evitando carboidratos e gorduras e ingerindo bastante vitaminas, fibras e sais minerais) e <strong>praticar atividades físicas regularmente</strong> (pelo menos 20 minutos por dia, ou um total de 150 minutos por semana).</p>
<p>Comentando a notícia, o dr. Joel Zonszein, diretor do Centro Clínico de Diabetes no Centro Médico Montefiore, em Nova York, EUA, afirmou que a combinação de uma alimentação saudável com exercícios físicos reduz os riscos de diabetes em 58%. Além disso, &#8220;a droga <a title="Os segredos revelados da metformina" href="http://www.diabeticool.com/os-segredos-revelados-da-metformina/"><strong>metformina</strong></a> (remédio que a Associação Americana de Diabetes recomenda para tratar o pré-diabetes) pode reduzir este risco em 31%. Mudanças nos hábitos de vida, associados ao tratamento com metformina, são métodos preventivos muito efetivos&#8221;.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quantas-pessoas-estao-com-pre-diabetes-e-nao-sabem/">Quantas pessoas estão com pré-diabetes e não sabem?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como é que é?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Sep 2012 19:02:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa garante que alimentos grelhados e assados &#8211; muitas vezes vistos como mais saudáveis &#8211; podem aumentar os riscos de diabetes e de gordura corporal. &#160; Que jogue a primeira pedra quem nunca comeu o famoso franguinho grelhado quando estava de regime! Comidas grelhadas, assim como as assadas, são consideradas boas para a saúde, particularmente &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa garante que alimentos grelhados e assados &#8211; muitas vezes vistos como mais saudáveis &#8211; podem aumentar os riscos de diabetes e de gordura corporal.</em></p>
<p><span id="more-1515"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/frango-grelhado-diabetes.jpg"></span> Houve um tempo em que o franguinho acima era sinônimo de saúde.
<p>&nbsp;</p>
<p>Que jogue a primeira pedra quem nunca comeu o famoso franguinho grelhado quando estava de regime! Comidas grelhadas, assim como as assadas, são consideradas boas para a saúde, particularmente porque não são besuntadas de óleo como as frituras. Mas uma nova pesquisa promete pôr em dúvida nossos conhecimentos alimentares. Segunda cientistas da <a title="A saudabilíssima dieta nojenta" href="http://www.diabeticool.com/a-saudabilissima-dieta-nojenta/">Escola de Medicina do Hospital Mount Sinai</a>, em Nova York, EUA, alimentos preparados em &#8220;calor seco&#8221;, como grelhados e assados, contêm uma substância que, além de promover o acúmulo de gordura no abdômen (pobre dieta&#8230;!), ainda aumenta os riscos de se desenvolver diabetes.</p>
<p>A substância em questão se chama <em><strong>metilglioxal</strong></em>. Cientistas alimentaram camundongos com ela e os resultados foram, inequivocamente, obesidade e diabetes. Os animaizinhos que não ingeriram o metilglioxal se saíram melhor nos testes, mantendo-se saudáveis.</p>
<h6>Explicação</h6>
<p>De acordo com os pesquisadores, substâncias como o metilglioxal diminuem a efetividade dos mecanismos de proteção do corpo humano que controlam as <strong>inflamações</strong>. Como se sabe, <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">inflamações </a>têm íntima relação com a resistência à insulina, diabetes e demais doenças crônicas, como câncer, <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">artrite </a>e doenças cardíacas. Ou seja, ingerir alimentos ricos nestas substâncias aumentaria as chances de se ter diabetes.</p>
<p>A doutora Helen Vlassara, diretora da Divisão de Diabetes Experimental e Envelhecimento no Mount Sinai, explica: &#8220;O estudo demonstra como a ingestão prolongada de substâncias comuns nas comidas humanas e aparentemente inócuas, como o metilglioxal, podem reduzir defesas e comprometer a resistência natural contra doenças metabólicas. [&#8230;] As descobertas com camundongos são também bastante empolgantes porque nos forcem novas ferramentas, não apenas para estudo, mas também para que iniciemos a adoção de medidas preventivas ao diabetes, seja pela supressão de sua formação ou pelo bloqueio a absorção das substâncias com a nossa comida&#8221;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="https://www.prbuzz.com/health-a-fitness/71069-mount-sinai.html"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sabe aquelas pesquisas científicas que ninguém acredita ou dá muita bola? Esta é uma delas. Em relação à comida, parece que cientistas nunca estão contentes em falar o que pode e o que não se pode comer. Ontem o ovo matava instantaneamente, amanhã o omelete será a panacéia humana. Chega uma hora que é difícil engolir asserções contraditórias. As pessoas pensam, e com certa razão: &#8220;Ora, se comer grelhado e assado desse diabetes, todos seríamos diabéticos!&#8221;. Pois é. É claro que a pesquisa acima exagera um pouco os efeitos do metilglioxal, administrado nos camundongos em dosagens impraticáveis na vida real. É bem sabido que algumas substâncias muito comuns, que todos nós comemos, podem resultar em doenças terríveis quando abusadas (quem come 50 pãezinhos franceses todos os dias, por exemplo, certamente terá sérios problemas de saúde devido ao exagero na ingestão de um de seus ingredientes &#8211; e disso ninguém duvida!)</strong>. <strong>No final das contas, vale a velha máxima da vovó: coma de tudo, mas com moderação.</strong></p>
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		<title>Uma lua de mel de adocicar o sangue – Parte I de II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 01:28:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas estudam o misterioso período de “lua de mel” do diabetes, o qual pode conter a chave para se curar a doença Existe um período feliz e venturoso na vida de um diabético. Ele pode variar de um a dois anos de duração e é caracterizado pela facilidade sem igual no controle da doença. Apesar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas estudam o misterioso período de “lua de mel” do diabetes, o qual pode conter a chave para se curar a doença</em></p>
<p><span id="more-308"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/casal-lua-de-mel.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-309" title="casal lua de mel" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/casal-lua-de-mel.jpg" alt="" width="400" height="237" /></a></p>
<p>Existe um período feliz e venturoso na vida de um diabético. Ele pode variar de um a dois anos de duração e é caracterizado pela facilidade sem igual no controle da doença. Apesar do diabetes nunca regredir de verdade &#8211; diferentemente de outras condições autoimunes, nas quais há ciclos de remissões e relapsos -, há uma fase de remissão precoce que começa semanas após o diagnóstico do diabetes tipo 1, durante a qual os pacientes se mantêm saudáveis e não necessitam de muita insulina a fim de controlar a glicemia. A alcunha de “lua de mel” para esta fase vem a calhar: eis tempos de trégua prévios à borrasca! E é justamente sobre esta época crucial que alguns dos mais importantes e avançados estudos atuais acerca do diabetes se concentram.</p>
<p>“Este é um período de grande interesse”, diz o doutor Nicholas Jospe, chefe da seção de Endocrinologia Pediátrica no Hospital Infantil Golisano do Centro Médico da Universidade de Rochester, em Nova York, e um dos principais autores de pesquisas sobre o tema. “Durante este período, níveis de açúcar no sangue de fato se normalizam mais do que em qualquer outra época, e pacientes não têm necessidade de muita insulina; é como se o corpo ainda estivesse produzindo a insulina. Mas ainda não entendemos a natureza desta remissão, e isto está empacando o campo de estudos”. “Caso soubéssemos o que está acontecendo, talvez pudéssemos replicá-lo (<em>o período da “lua de mel”</em>) ou prolongá-lo para o benefício dos pacientes”, complementa Jospe. “A maioria dos tratamentos hodiernos tenta fazer exatamente isso – prolongar a lua de mel diabética. Mas não houve muito sucesso até agora”.</p>
<p>O problema preocupa o doutor Jospe seria e profissionalmente. Há vinte anos, seu grupo de pesquisas e atendimentos ambulatoriais costumava atender cerca de vinte e cinco novos casos de diabetes tipo 1 por ano. Hoje, o número já beira os noventa novos casos, sendo as crianças o maior grupo diagnosticado. Todavia, a uma distância de aproximadamente um quilômetro e meio dos postos de atendimento do hospital, ainda no campus da Universidade de Rochester, Deborah Fowell lidera um grupo de pesquisas que utiliza equipamentos do estado-da-arte a fim de decifrar o funcionamento das células T e dos macrófagos nos processos do sistema imune. Quando os times de Jospe e o de Fowell se encontraram ano passado e decidiram unir seus esforços, segredos embasbacantes sobre as origens e as fases iniciais do diabetes foram revelados. Será que a doce lua de mel diabética finalmente poderá ser extendida?</p>
<p>A segunda parte desta história, contando as descobertas deste estudo conjunto, você acompanha em breve aqui no blog!</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1841" target="_blank">kongsky/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/uma-lua-de-mel-de-adocicar-o-sangue-parte-i-de-ii/">Uma lua de mel de adocicar o sangue – Parte I de II</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A saudabilíssima dieta nojenta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 01:38:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alimentar-se de comidas repletas de gordura não soa saudável, porém pode reverter danos do diabetes Dentre os vários efeitos nocivos à saúde causados pelo diabetes há os danos profundos nos rins, decorrentes da deterioração dos vasos sangüíneos do órgão e que podem resultar em falhas sérias em seu funcionamento. Todavia, um estudo recente, publicado no &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Alimentar-se de comidas repletas de gordura não soa saudável, porém pode reverter danos do diabetes </em></p>
<p><span id="more-269"></span></p>
<p>Dentre os vários efeitos nocivos à saúde causados pelo diabetes há os danos profundos nos rins, decorrentes da deterioração dos vasos sangüíneos do órgão e que podem resultar em falhas sérias em seu funcionamento. Todavia, um estudo recente, publicado no jornal <em>PLoS One</em> mostrou que tais efeitos podem ser revertidos com base em uma alimentação bem nojenta, riquíssima em gordura.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/ovos-bacon-presunto.jpg"></span></p>
<p>A pesquisa acompanhou o desenvolvimento de camundogos, predispostos a terem diabetes tipo 1 e tipo 2, sob uma dieta composta por 5% de carboidratos, 8% de proteínas e incríveis 87% de gorduras. Pela primeira vez, foi possível demonstrar que tal tratamento, exclusivamente alimentar, evitava os danos aos rins e insuficiência renal causados por grandes quantidades de açúcar no sangue – ou seja, pelo diabetes.</p>
<p>O principal autor do estudo, o neurocientista Charles Mobbs, da <em>Mount Sinai School of Medicine</em>, de Nova York, admite que tal dieta “é provavelmente extrema demais para uso crônico em pacientes adultos” – lembrando que uma dieta semelhante à dos camundogos já foi testada com sucesso em crianças. Ainda assim, explica que “é plausível que uma exposição transiente à dieta efetivamente “zere” os efeitos patológicos (<em>do diabetes nos rins</em>)”. “É possível também que uma intervenção farmacológica que mimetize estes efeitos possa ser suficiente para reverter a patologia.”</p>
<p>Maiores informações podem ser lidas <a href="http://www.latimes.com/health/boostershots/la-heb-ketogenic-diet-diabetes-kidneys-20110421,0,6955837.story" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> (em inglês) e <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,dieta-rica-em-gordura-pode-reverter-insuficiencia-renal-do-diabetes-diz-estudo,710811,0.htm" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2624" target="_blank" rel="noopener">Anusorn P nachol/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-saudabilissima-dieta-nojenta/">A saudabilíssima dieta nojenta</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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