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	<title>nefropatia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Chá verde: pesquisa da UNICAMP mostra efeitos positivos da bebida no combate ao diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jun 2016 01:10:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[albuminúria]]></category>
		<category><![CDATA[chá verde]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[nefropatia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consumo diário de chá verde foi capaz de amenizar problema renal em pacientes, mostrando-se mais poderoso que medicamentos. Uma pesquisa realizada na Universidade Estadual de Campinas mostrou os efeitos positivos do chá verde para quem está com diabetes. A pesquisadora Cynthia Borges e seu orientador, o médico José Butori Faria, focaram os estudos nos efeitos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Consumo diário de chá verde foi capaz de amenizar problema renal em pacientes, mostrando-se mais poderoso que medicamentos.</em><span id="more-9355"></span></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >U</span>ma pesquisa realizada na Universidade Estadual de Campinas mostrou os <strong>efeitos positivos do</strong> <strong>chá verde</strong> para quem está com diabetes.</p>
<p>A pesquisadora Cynthia Borges e seu orientador, o médico José Butori Faria, focaram os estudos nos efeitos do chá verde em <strong>problemas renais causados pelo diabetes</strong>.</p>
<blockquote><p>O diabetes é uma das principais causas de doenças nos rins. Estima-se que 45% de todos os novos casos de problemas renais estejam relacionados ao excesso de açúcar no sangue. Saiba mais sobre este efeito do diabetes no corpo em nossa <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/"><strong>página especial sobre nefropatia</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Os rins são os órgãos &#8216;filtradores&#8217; do corpo humano, que &#8216;limpam&#8217; o sangue de moléculas nocivas ao organismo e impedem que componentes importantes para nós &#8211; como as proteínas &#8211; sejam eliminados pela urina. Porém, danos nos rins podem provocar complicações nesse equilíbrio. Uma dessas complicações é a <strong>albuminúria</strong> &#8211; isto é, quando uma proteína chamada albumina acaba sendo eliminada em excesso na urina. A albuminúria é uma conseqüência comum em pessoas que convivem com o diabetes há algumas décadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>CHÁ VERDE: UMA PROTEÇÃO NATURAL PARA AS CÉLULAS DOS RINS</strong></span></h2>
<p>“Essa albumina provém do sangue do indivíduo. O sangue passa pelos rins originando o que chamamos de ‘ultrafiltrado’, e é esse ‘ultrafiltrado’ que, depois de sofrer algumas transformações, dá origem à urina. No ‘ultrafiltrado’ de uma pessoa normal, a quantidade de albumina é muito baixa. Porém, no paciente com doença renal em decorrência do diabetes, ela se torna bem maior”, explicou, em entrevista à <a href="http://agencia.fapesp.br/cha_verde_reduz_drasticamente_a_perda_de_albumina_em_diabeticos/23421/">Agência FAPESP</a>, o médico José Faria.</p>
 Tanto o chá verde quanto o chá preto já se mostraram poderosos contra o diabetes.
<p>O estudo científico brasileiro focou nos efeitos do chá verde em relação à albuminúria. Diabéticos portadores de doença renal receberam o melhor tratamento atualmente existente para os rins e, adicionalmente, durante 12 semanas, <strong>ingeriram o equivalente a três xícaras de chá verde todos os dias</strong>.</p>
<p>Após esse período, a pesquisa mostrou que houve <strong>redução de 41% na perda da albumina através da urina</strong>. A taxa é significativa, e tem um caráter especial: os diabéticos que participaram deste estudo foram escolhidos pois continuavam a eliminar excesso de albumina na urina <em>mesmo tomando medicamentos</em>. Após o tratamento com o chá verde, porém, houve esta notável diminuição na condição.</p>
<p>Os cientistas acreditam que os princípios ativos do chá ajudam a manter vivas as células dos rins que barram a passagem de proteínas para a urina.</p>
<blockquote>
<h3><span style="color: #01abee;"><strong>A FARMÁCIA DA NATUREZA</strong></span></h3>
<p>Falando em chás&#8230;não é só o chá verde que possui propriedades poderosas contra o diabetes! Em 2012, o <strong>Diabeticool</strong> noticiou uma pesquisa, realizada com milhares de pessoas em diversos países do mundo, que mostrou que o consumo habitual de <strong>chá preto</strong> diminui os riscos de desenvolvimento do diabetes tipo 2.</p>
<p>Além disso, outros trabalhos científicos mostraram que o chá preto pode reduzir em até 60% os riscos de ataques cardíacos.</p>
<p><strong>Veja mais em</strong>: <em><a href="http://www.diabeticool.com/o-impacto-positivo-do-cha-preto-no-diabetes-tipo-2/">O Impacto Positivo do Chá Preto no Diabetes Tipo 2</a> </em>e <em><a href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">Chá preto, um combatente dos sintomas cardiovasculares</a>.</em></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #008dc8;"><strong>TRATAMENTO PARA OS RINS A CAMINHO?</strong></span></h2>
<p>O estudo traz grandes esperanças para quem sofre de problemas renais, ainda mais por mostrar que um composto natural é capaz de ajudar o organismo a funcionar melhor. Todavia, os dados ainda não são suficientes para receitar, com ‘certeza científica’, o chá verde como um tratamento contra os efeitos do diabetes nos rins. “Nosso estudo foi realizado com um grupo pequeno de indivíduos. É preciso reproduzi-lo em um grupo maior, com mais tempo de acompanhamento. De qualquer forma, o resultado obtido é bastante expressivo e promissor”, explicou Faria.</p>
<p>Para quem achou um ‘exagero’ tomar o equivalente a três xícaras de chá verde todos os dias, o médico ainda notou que os efeitos colaterais observados foram “mínimos”. Mais um motivo para aproveitar o friozinho do inverno, esquentar a água e deliciar-se com uma gostosa – e saudável – xícara de chá.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações sobre o estudo, intitulado “<em>The use of green tea polyphenols for treating residual albuminuria in diabetic nephropathy: A double-blind randomised clinical trial</em>”, podem ser encontrados <a href="http://www.nature.com/articles/srep28282"><strong>neste link</strong></a> (em inglês).</p>
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		<title>Diabetes pelo Mundo: Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença. Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O segundo país que mais tem diabéticos no mundo descobre o segredo de como conviver durante várias décadas com a doença.</em></p>
<p><span id="more-4457"></span></p>
<p>Apesar do diabetes ser uma doença que afeta todas as populações do mundo inteiro, alguns povos possuem tendência maior a desenvolver a condição. O motivo varia, podendo ser genético ou uma resposta ao estilo de vida próprio do grupo. Este é o caso, por exemplo, dos índios Pima, da população mexicana nos EUA, dos sul-asiáticos e, especialmente, dos indianos. A população da <strong>Índia</strong> é tão propensa a ter diabetes, particularmente o tipo 2, que grande parte das crianças e dos jovens com diabetes possuem o tipo 2 da doença, normalmente observado em indivíduos mais velhos. Um novo estudo traçou um panorama inédito da população com diabetes que vive neste exótico país.</p>
<p>A Índia é o segundo país mais populoso do mundo, com mais de 1 bilhão e duzentos mil habitantes. Destes, pelo menos 62 milhões são diabéticos &#8211; para se ter uma idéia, é mais gente que a população inteira do estado de São Paulo. Este número torna o país o segundo lugar no ranking mundial dos países com mais diabéticos. De acordo com a Federação Internacional de Diabetes, os 62 milhões atuais podem pular para mais de 100 milhões de diabéticos em 2030.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4460" alt="bandeira india diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg" width="640" height="400" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-384x240.jpg 384w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-343x215.jpg 343w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/04/bandeira-india-diabetes-326x205.jpg 326w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>90% de quem está com diabetes na Índia possui o tipo 2 da doença. Algumas pesquisas inferiram que o motivo para isto é que os indianos naturalmente mostram uma tendência maior para resistência à insulina e adiposidade central, fatores de risco para o diabetes. Além disto, a população do país têm índices de <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">sedentarismo</a> muito altos e consome grandes quantidades de grãos refinados, o que também pode favorecer o aparecimento da condição. Ainda, estudos recentes sugerem que os indianos possuem genes que podem aumentar a susceptibilidade à doença. Somando todos estes motivos, fica mais fácil entender o porquê dos indianos desenvolverem o diabetes tipo 2 &#8211; que é mais relacionado ao estilo de vida do que o tipo 1 &#8211; muito mais cedo do que os europeus, por exemplo.</p>
<p>Buscando entender melhor as complexidades e desafios que o diabetes gera na Índia, pesquisadores da Fundação Madras de Pesquisa de Diabetes, com sede na própria Índia, publicaram um estudo revelador na última edição da revista científica <em>Diabetes Care</em>. Neste trabalho, os cientistas estudaram a saúde de pacientes que estão há mais de 40 anos convivendo com o diabetes tipo 2. Os dados foram comparados com aqueles de diabéticos tipo 2 que também conviveram vários anos com a doença, porém faleceram mais cedo. <strong>Qual seria o segredo da longevidade daqueles que estão há mais de quatro décadas convivendo com o diabetes?</strong></p>
 O padrão alimentar tem mudado ao longo das últimas décadas na Índia &#8211; e os índices de diabetes têm aumentado consideravelmente.
<p>Após realizarem uma bateria completa de testes de saúde nos sobreviventes, incluindo estudos de <a title="Células-tronco para salvar a visão dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/celulas-tronco-para-salvar-a-visao-dos-diabeticos/">retinopatia</a>, <a title="Problemas nos vasos estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/problemas-nos-vasos-estao-com-os-dias-contados/">nefropatia</a>, <a title="Como evitar a pior conseqüência do pé diabético" href="http://www.diabeticool.com/como-evitar-a-pior-consequencia-do-pe-diabetico/">neuropatia</a>, <a title="Você sabe o que é Hemoglobina Glicada (Glicosilada)?" href="http://www.diabeticool.com/voce-sabe-o-que-e-hemoglobina-glicada-glicosilada/">hemoglobina glicada</a> e doenças cardíacas, os resultados foram conclusivos. As pessoas que conviveram por 40 anos ou mais com o diabetes foram aquelas que tiveram menores valores de colesterol total e de LDL (o colesterol &#8220;ruim&#8221;), menores índices de pressão sangüínea e de obesidade, maiores taxas de HDL (que é o colesterol &#8220;bom&#8221;) e melhor controle da glicemia. Em outras palavras, quem cuidou melhor da saúde e da alimentação pôde aproveitar muito melhor a vida, mesmo fazendo parte de um grupo étnico mais propenso do que o comum a desenvolver o diabetes.</p>
<p>Os autores do trabalho resumem as descobertas da seguinte maneira: &#8220;Os sobreviventes [<em>isto é, quem estava com diabetes há mais de 40 anos</em>] msotraram melhor controle glicêmico, melhor perfil lipídico, menor pressão do sangue e maior uso de estatinas, o que provavelmente contribuiu para o aumento na sobrevivência. Mais estudos, incluindo análises genéticas, poderão ajudar a identificar os fatores responsáveis pela sobrevivência de longo prazo e o quê os protege das complicações comuns a este grupo de diabéticos tipo 2.&#8221;</p>
<p>Se estas descobertas realmente ajudarem os milhões de indianos a conviver melhor com o diabetes, estamos torcendo para que sejam feitas bem cedo!</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">Diabetes pelo Mundo: Índia</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Problemas nos vasos estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Dec 2012 20:51:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários. Cientistas da Universidade do Texas realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Em busca de um tratamento novo e eficaz para complicações comuns dos diabéticos, cientistas descobrem que um remédio já à venda contra a depressão apresenta resultados terapêuticos extraordinários.</em></p>
<p><span id="more-2439"></span></p>
<p>Cientistas da <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Universidade do Texas</a> realizaram uma pesquisa de proporções hercúleas na busca de medicamentos já existentes que poderiam combater os efeitos nocivos que a alta glicemia provoca em diabéticos. Para se ter uma idéia do tamanho da empreitada, foram testados no processo 6.766 remédios. Destes, apenas um se destacou como candidato a possível tratamento diabético. A surpresa é que ele é o princípio ativo de alguns dos mais populares <strong>antidepressivos</strong> à venda no Brasil e no mundo. Poderia um antidepressivo tratar os efeitos do diabetes, em especial os relacionados aos vasos sangüíneos? Após uma extensa bateria de testes, a resposta dos cientistas é um auspicioso &#8220;sim&#8221;!</p>
 Poderia um antidepressivo combater também os efeitos do diabetes? Como isso seria possível?
<p>Os pesquisadores buscavam uma cura para as conseqüências da <a title="Um jeito divertido de aprender a controlar a glicemia" href="http://www.diabeticool.com/a-maneira-mais-divertida-de-controlar-a-glicemia/">hiperglicemia </a>&#8211; ou altas taxas de açúcar no sangue &#8211; nos vasos sangüíneos. O que ocorre é o seguinte: o excesso de açúcar correndo junto com o sangue pelos vasos estimula as células que recobrem os vasos a produzir uma família de moléculas químicas altamente tóxicas, chamadas de <strong>espécies reativas de oxigênio</strong>. Estas moléculas acabam destruindo tanto as células que recobrem os vasos quanto outras ao seu redor, e isto é a causa de diversos problemas comumente associados ao diabetes, como <strong>ataques cardíacos</strong>, <strong>derrames</strong>, <strong>retinopatia</strong>, <strong>nefropatia </strong>e <strong>neuropatia</strong> (para uma lista dos efeitos do diabetes no corpo humano e explicações detalhadas de como eles ocorrem, <strong><a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/">leia nossa página especial sobre o assunto</a></strong>).</p>
<p>Após estudar as propriedades fisico-químicas e terapêuticas de quase sete mil compostos, os pesquisadores descobriram que um deles, a <strong>paroxetina</strong>, apresentava resultados incríveis. Em ensaios feitos em tubo de ensaio, a paroxetina reduziu significativamente a concentração das espécies reativas de oxigênio e impediu que elas fossem produzidas pelas células que recobrem os vasos sangüíneos. As boas notícias não pararam por aí: o composto químico ainda protegeu o DNA, RNA e as proteínas das células, alvos preferenciais das moléculas tóxicas, e permitiu que vasos sangüíneos se dilatassem normalmente, mesmo em situações de hiper e hipoglicemia &#8211; algo absolutamente inédito.</p>
<p>&#8220;O potencial futuro deste estudo é que nós poderemos ser capazes de &#8220;modificar&#8221; a ação da paroxetina para ajudar na terapia experimental de tratamento de complicações cardíacas de diabéticos&#8221;, afirmou Csaba Szabo, principal autor do estudo, que foi publicado esta semana na revista científica <em>Diabetes</em>. &#8220;Precisaremos caracterizar cuidadosamente o perfil de segurança da paroxetina em pacientes diabéticos, <strong>mas eu acredito que há definitivamente potencial aqui</strong>.&#8221;</p>
<p><strong>E o quê, afinal de contas, seria a</strong> paroxetina? Seria um medicamento obscuro e pouco utilizado, por isso ninguém ainda havia percebido suas propriedades benéficas aos diabéticos? Muito pelo contrário. A paroxetina é o princípio ativo de uma grande variedade de antidepressivos comumente receitados no Brasil. Além da depressão, síndrome do pânico, transtorno obsessivo-compulsivo, dor de cabeça crônica, fobia social e tensão pré-menstrual são também tratadas com estes remédios, vendidos no Brasil sob os nomes comerciais de <b>Cebrilin</b>, <b>Arotin</b>, <b>Benepax</b>, <b>Paxan</b>, <b>Paxtrat</b>, <b>Pondera</b> e <b>Roxetin</b>, além das versões genéricas, chamadas apenas de &#8220;Paroxetina&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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