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	<title>hemoglobina | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Homens ou mulheres: quem controla melhor a glicemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2013 19:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Européia para o Estudo do Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Barcelona]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[Sarah Wild]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Edimburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem será que cuida melhor da saúde quando o assunto é quantidade de açúcar no sangue? Pesquisa investigou. Esta semana acontece em Barcelona, na Espanha, a reunião anual da Associação Européia para o Estudo do Diabetes. Grandes trabalhos científicos são expostos no evento, que marca o encontro de centenas de pesquisadores gabaritados de todo o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Quem será que cuida melhor da saúde quando o assunto é quantidade de açúcar no sangue? Pesquisa investigou.</em> <span id="more-5266"></span></p>
<p>Esta semana acontece em Barcelona, na Espanha, a reunião anual da Associação Européia para o Estudo do Diabetes. Grandes trabalhos científicos são expostos no evento, que marca o encontro de centenas de pesquisadores gabaritados de todo o continente. Dentre estes estudos, alguns chamam a atenção pelas promessas de <a href="http://www.diabeticool.com/mini-orgao-e-a-grande-esperanca-para-diabetes-tipo-1/">cura do diabetes</a> que eles trazem, outros por suas características bastante curiosas. Este é o caso da pesquisa de Sarah Wild, professora na Universidade de Edimburgo. Na reunião, Sarah apresentará as conclusões de um estudo que responde a seguinte pergunta: <strong>afinal de contas, quem controla melhor a <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>: homens ou mulheres</strong>?</p>
<p>A pesquisa foi uma análise de dados de mais de 140 mil crianças e adultos com diabetes tipo 1, espalhadas por 12 países. Para descobrir que gênero tinha melhor controle da quantidade de açúcar no sangue, Sarah e seus colegas estudaram a proporção de meninos/homens e meninas/mulheres que apresentaram níveis de <strong>hemoglobina glicada</strong> maiores ou iguais a 7,5% &#8211; taxa considerada bastante elevada e indício forte de diabetes.</p>
<p><strong>+ ENTENDA TUDO SOBRE A HEMOGLOBINA GLICADA <a href="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/">NESTE LINK</a>!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>OS RESULTADOS</strong></p>
<p>Nesta guerra de mentirinha pelo controle glicêmico, os homens levaram a melhor. A análise de dados concluiu que mulheres entre 15 e 29 anos são 8% mais propensas a ter níveis altos de hemoglobina glicada do que homens na mesma faixa etária.</p>
<p>A tendência se manteve em diabéticas com 30 anos de idade ou mais, as quais apresentaram probabilidade 6% maior de ter o nível de HbA1c acima dos 7,5% do que os homens.</p>
<p>&#8220;Nesta análise de dados sobre o <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">diabetes tipo 1</a> de diversos países, os homens tiveram uma probabilidade maior de controlar melhor o perfil glicêmico do que as mulheres&#8221;, concluiu Sarah.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A DESVANTAGEM FEMININA</strong></p>
<p>A pesquisa em questão simplesmente atestou um fato &#8211; explicações para o porquê dos homens mostrarem um melhor controle da glicemia são outros quinhentos e fogem do escopo do estudo. Sarah Wild, porém, especula que &#8220;um possível motivo é que as mulheres tendem a possuir níveis de hemoglobina menores do que os masculinos, o que poderia explicar as taxas maiores de hemoglobina glicada, porém mais pesquisas são necessárias a fim de se comprovar isto&#8221;.</p>
<p><strong>E você, como controla a sua glicemia?</strong> Responda à pesquisa abaixo e descubra se os visitantes do <strong>Diabeticool</strong> corroboram esta pesquisa ou se as nossas amigas que estão com diabetes darão a volta por cima e vencerão os homens!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PARA OS <span style="color: #3366ff;">HOMENS</span> QUE ESTÃO COM DIABETES:</strong></p>
[poll id=&#8221;24&#8243;]
<p><strong>PARA AS <span style="color: #ff99cc;">MULHERES</span> QUE ESTÃO COM DIABETES:</strong></p>
[poll id=&#8221;25&#8243;]
<p>&nbsp;</p>
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		<title>1% menos HbA1c, 50% a mais de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Nov 2012 21:22:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[American Diabetes Association]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[doença coronária]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[HbA1c]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina glicada]]></category>
		<category><![CDATA[idoso]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Gotemburgo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude. Hemoglobinas são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de hemoglobina glicada, ou HbA1c. A hemoglobina glicada é formada &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo sueco mostra que diminuições mínimas nas taxas de hemoglobina glicada (HbA1c) resultam em enormes melhoras à saude.</em></p>
<p><span id="more-1891"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/1-menos-hba1c-50-a-mais-de-vida/casal-velhinho-diabetes/"></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Hemoglobinas</strong> </span>são as proteínas que carregam oxigênio dos pulmões para o restante do organismo, viajando pelo sangue. Em diabéticos, é muito comum a presença de quantidades elevadas de <a title="Qual a primeira coisa a se fazer em caso de pré-diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/qual-a-primeira-coisa-a-se-fazer-em-caso-de-pre-diabetes/"><strong>hemoglobina glicada</strong></a>, ou <strong>HbA1c</strong>. A hemoglobina glicada é formada quando uma hemoglobina entra em contato com a <a title="Glicose" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose</a> no sangue. Como diabéticos costumam ter mais glicose no sangue do que o normal, suas taxas de HbA1c são maiores. Através de medições da quantidade de HbA1c na corrente sangüínea, é possível inferir como a <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a> de uma pessoa se comportou ao longo do tempo. Por isso, é muito comum o acompanhamento de HbA1c em diabéticos, a fim de se determinar os melhores passos para o tratamento.</p>
<p>Uma recente e abrangente pesquisa sueca estudou idosos diabéticos tipo 2 e a evolução das suas taxas de hemoglobina glicada. No total, participaram mais de 12 mil e trezentas pessoas. Todas elas não cuidavam direito do diabetes e estavam acima do peso, porém não tinham problemas cardiovasculares. O trabalho foi realizado pela Universidade de Gotemburgo e abrangeu um período de 5 anos.</p>
<p><span style="color: #3366ff;"><strong>Como o experimento funcionou</strong></span></p>
<p>Os pacientes foram divididos em dois grupos. Um deles, aos longos dos cinco anos, incluía pessoas que <span style="color: #3366ff;">diminuíram as taxas de hemoglobina glicada</span> em pelo menos 0,1%, devido a melhoras nos cuidados do diabetes. O outro grupo continha aqueles nos quais <span style="color: #ff0000;">as taxas aumentaram</span> em pelo menos 0,1%. No início do estudo, a taxa média de hemoglobina glicada nos dois grupos era de 7,8%. Ao final, a média do <span style="color: #3366ff;">primeiro grupo foi de 7%</span>, e <span style="color: #ff0000;">do segundo 8,4%</span>.</p>
<p>Após os cinco anos, as taxas de mortalidade dos dois grupos mostraram uma considerável diferença. <span style="color: #3366ff;">Do grupo que diminuiu as taxas de hemoglobina glicada, 10% dos pacientes faleceram.</span> <span style="color: #ff0000;">Do grupo que aumentou as taxas, o número pulou para 15%</span>, um aumento de 50%. E não foi só isso: a incidência de doenças coronárias foi de <span style="color: #3366ff;">12% no primeiro</span> e <span style="color: #ff0000;">20% no segundo grupo</span>. Doenças cardiovasculares surgiram em apenas <span style="color: #3366ff;">17% dos integrantes do primeiro grupo</span> e em <span style="color: #ff0000;">30% dos do segundo</span>.</p>
<p>A conclusão é clara: uma diminuição pequena nos níveis de hemoglobina glicada (de menos de 1%!) aumenta a expectativa e a qualidade de vida de diabéticos, evitando <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">doenças cardiovasculares</a>. Interessante notar que o valor alcançado pelo melhor grupo (7% de HbA1c no sangue) está 100% de acordo com o padrão sugerido pela <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">American Diabetes Association</a> para pessoas idosas.</p>
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		<title>Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 May 2012 18:12:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[A1c]]></category>
		<category><![CDATA[Bastyr Center for Natural Health]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Complementary and Alternativa Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
		<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Bradley]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O óbvio finalmente ulula nas páginas científicas: quando médicos investem um tantinho a mais de tempo em seus pacientes, o tratamento do diabetes melhora um tantão O que pode ser feito a fim de melhorar a qualidade de vida do diabético e minimizar os ônus de se viver com a condição? Uma alternativa que parece &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O óbvio finalmente ulula nas páginas científicas: quando médicos investem um tantinho a mais de tempo em seus pacientes, o tratamento do diabetes melhora um tantão</em></p>
<p><span id="more-577"></span><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/medica-feliz1.jpg"></span><br />
O que pode ser feito a fim de melhorar a qualidade de vida do diabético e minimizar os ônus de se viver com a condição? Uma alternativa que parece bem óbvia é caprichar no acompanhamento do diabetes e fornecer total apoio, seja na forma de maior contacto com pessoas na mesma situação, seja informando o paciente o melhor possível. Felizmente, <span style="color: #334c80;">o óbvio tornou-se Ciência: um estudo publicado no respeitado periódico <em>BMC Complementary and Alternativa Medicine</em> descobriu que diabéticos que recebiam um acompanhamento complementar nota 10 possuíam indicadores de saúde muito melhores que o padrão.</span></p>
<p>E o que seria um &#8220;acompanhamento nota 10&#8221;? Além das drogas normalmente receitadas e do aconselhamento básico, os médicos envolvidos no estudo passaram a simplesmente cuidar dos níveis de stress dos seus pacientes (diabéticos tipo 2) e a atentar para sua alimentação, fornecendo dicas de nutrição e suplementos alimentares.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Essas medidas, aparentemente bobinhas e óbvias &#8211; mas que raramente são praticadas, nós sabemos&#8230; -, resultaram no seguinte: após seis meses, os diabéticos no estudo mostraram estar muito mais motivados a cuidar de si próprios, melhoraram o humor e estavam mais consistentemente monitorando sua glicemia, apresentando níveis de hemoglobina A1c 1% menores do que antes da pesquisa.</span></p>
<p>&#8220;A novidade é encorajadora para aqueles lutando contra o diabetes. Pacientes envolvidos no estudo citaram os benefícios de se tentar abordagens diferenciadas a fim de encontrarmos a melhor maneira de minimizar os efeitos do diabetes tipo 2.&#8221;, disse o dr. Ryan Bradley, diretor da Clínica de Diabetes e Bem-estar Cardiovascular do <em>Bastyr Center for Natural Health</em> e incluído deste estudo &#8220;alternativo&#8221; e muito bem-vindo!</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1499" target="_blank" rel="noopener">Ambro / FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-melhorar-o-humor-a-glicemia-e-a-qualidade-de-vida-da-maneira-mais-simples-possivel/">Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Seja feliz! &#8211; ou pelo menos tente com afinco!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 00:49:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[cegueira]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes Care]]></category>
		<category><![CDATA[doença renal]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[hemoglobina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A panóplia assustadora de malefícios resultante da união entre diabetes e depressão é um ótimo motivo para se manter sempre o bom humor A definição de feedback negativo poderia ser dada pela sinistra relação entre diabetes e depressão: vários estudos apontam que pessoas depressivas tendem mais que o normal a serem diabéticas, e que diabéticos, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>A panóplia assustadora de malefícios resultante da união entre diabetes e depressão é um ótimo motivo para se manter sempre o bom humor </em></p>
<p><span id="more-353"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/depressao-diabetes.jpg"></span>A definição de <em>feedback negativo</em> poderia ser dada pela sinistra relação entre diabetes e depressão: vários estudos apontam que pessoas depressivas tendem mais que o normal a serem diabéticas, e que diabéticos, por sua vez, são mais propensos que a média da população a terem depressão. Este último dado é fácil de compreender: danos causados pelo mau tratamento do diabetes podem ser bastante severos e prementes na vida de um paciente – tome como exemplo a cegueira ou danos implacáveis nos rins, os quais exigem diálises constantes. Todavia, aprender o máximo possível sobre a doença e seguir direitinho o tratamento, diminuindo os efeitos nocivos do diabetes, além de buscar manter tanto o bom humor quanto a qualidade de vida em alta são essenciais a fim de evitar quadros depressivos e, em especial, toda a gama de fatores negativos que vêm com esta condição psiquiátrica. Se conviver com os sintomas do diabetes já é complicado, ter de lidar ainda mais com os da depressão é demasiadamente penoso.</p>
<p>Pesquisa publicada no jornal <em>Diabetes Care</em> acompanhou cerca de quatro mil diabéticos durante três anos. Neste período, coletou dados que demonstram indubitavelmente que pacientes que possuíam diabetes tipo 2 <em>e</em> quadros graves de depressão eram 36% mais propensos a desenvolverem complicações microvasculares avançadas, como doenças renais em estágio final ou cegueira, e tinham chances 25% maiores de desenvolverem complicações macrovasculares avançadas, como derrames e infarto do miocárdio, do que os diabéticos felizes e de bem com sua psiquê. Além disso, os diabéticos depressivos tendiam consideravelmente a estarem acima do peso, possuírem outras condições médicas e a utilizarem mais insulina que os não-depressivos &#8211; sem contar que encorpavam maiores níveis de uma substância no sangue formada quando a glicose se liga à hemoglobina, molécula carregadora de oxigênio pelo corpo.</p>
<p>Mais pesquisas são necessárias a fim de elucidar os mecanismos que permeiam tais efeitos. Até que eles sejam descobertos, e medicamentos e tratamentos criados a fim de combatê-los, buscar equilíbrio físico e mental parece tarefa obrigatória a todo diabético!</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.physorg.com/news183835159.html" target="_blank" rel="noopener">Physorg</a> (em inglês)</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1962" target="_blank" rel="noopener">Master isolated images/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/seja-feliz-ou-pelo-menos-tente-com-afinco/">Seja feliz! – ou pelo menos tente com afinco!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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