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	<title>esclerose múltipla | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Prevenindo o diabetes&#8230;com vermes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Dec 2012 18:09:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma nova frente de pesquisa utiliza parasitas de porcos no combate ao diabetes tipo 1 humano. Entenda a Ciência por trás da impressionante e polêmica idéia! Imagine que seu médico lhe receite, como tratamento para o diabetes, beber um copo de um líquido transparente, sem cheiros estranhos ou gosto diferente. À primeira vista, é um &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Uma nova frente de pesquisa utiliza parasitas de porcos no combate ao diabetes tipo 1 humano. Entenda a Ciência por trás da impressionante e polêmica idéia!</em></p>
<p><span id="more-2520"></span></p>
<p>Imagine que seu médico lhe receite, como tratamento para o diabetes, beber um copo de um líquido transparente, sem cheiros estranhos ou gosto diferente. À primeira vista, é um copo de água comum. Todavia, o doutor avisa que, misturado ao líquido, há <strong>centenas de ovos de um verme intestinal</strong>. Uma vez ingeridos, eles se desenvolverão dentro do seu intestino, dando origem a centenas de parasitas como os da foto abaixo. E isto, ele garante, ajudará a aplacar os efeitos do diabetes no corpo. Você encararia o desafio?</p>
<p>É exatamente este tipo de tratamento que um laboratório norte-americano começará a testar no início de 2013. De acordo com os pesquisadores, há fortes evidências de que os bichinhos podem realmente ajudar a combater o diabetes.</p>
 Placa com centenas de parasitas retirados de um porco – são seres iguaizinhos a estes que serão utilizados no experimento.
<p><strong>A Ciência por trás da idéia</strong></p>
<p>Qual seria a maluca relação entre ingerir ovos de vermes e curar o diabetes? A idéia tem tudo a ver com a chamada &#8220;<strong>hipótese da higiene</strong>&#8220;. Vamos ver do que ela se trata.</p>
<p>Há bastante tempo se percebeu uma tendência curiosa no mundo da medicina ao se analisar dados históricos de prevalência de certas doenças. De um lado, cada vez mais somos capazes de curar enfermidades, como <a title="Pode a gripe causar diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/gripe-causa-diabetes/">infecções </a>e viroses, e como conseqüência as pessoas vivem mais e melhor. Por outro lado, as taxas de incidência de <a title="Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/"><strong>doenças autoimunes</strong></a> &#8211; aquelas causadas pelo próprio sistema imune &#8220;em pane&#8221;, que ataca células do próprio corpo &#8211; só aumentam. Como explicar esta maior tendência do sistema de defesa do corpo de entrar em colapso sendo que podemos cuidar melhor dele, desde a nossa infância? Alguns cientistas acreditam que é justamente esse cuidado obsessivo em curar rapidamente qualquer doença ou infecção que acaba gerando problemas no futuro. Segundo eles, vivemos em um mundo &#8220;higiênico&#8221; demais. Com isso, desde que nascemos, evitamos entrar em contato com muitos patógenos não-perigosos que naturalmente ajudam a estimular o sistema imune. Conforme crescemos com este sistema de defesa &#8220;mal treinado&#8221;, as chances de ele entrar em colapso &#8211; causando assim as doenças autoimunes &#8211; tendem a aumentar.</p>
<p>Em vista da &#8220;hipótese da higiene&#8221;, há cientistas que acreditam que boa parte das doenças autoimunes pode ser prevenida &#8211; ou até mesmo combatida &#8211; se &#8220;reensinarmos&#8221; o sistema de defesa do corpo a atacar os elementos verdadeiramente nocivos à saúde. A questão, então, é: como reeducar o sistema imune? Como ensiná-lo a proteger o organismo, sem colocar a saúde do paciente em risco durante o processo? É aí que entram os ovinhos de parasitas.</p>
 O nematódeo Trichuris suis ao microscópio.
<p><strong>Conheça os pequenos vermes <em>Trichuris suis</em></strong></p>
<p>Só há um jeito de fazer o nosso sistema de defesa aprender a defender o organismo: <strong>colocando-o numa briga e fazendo-o ganhar experiência</strong>. Se isto não acontece naturalmente &#8211; como defende a &#8220;hipótese da higiene&#8221; -, então é possível &#8220;simular&#8221; um ataque ao corpo.</p>
<p>Quando o paciente ingerir o líquido com os ovos, em pouco tempo terá dentro de si centenas de seres estranhos ao organismo. Os vermes, da espécie <em>Trichuris suis</em>, serão rapidamente reconhecidos pelo sistema imune, que passará a combatê-los. A grande idéia dos cientistas é que, com isso, ele deixará de atacar tecidos do próprio corpo &#8211; que é o que acontece nas doenças autoimunes &#8211; e se concentrará em eliminar os invasores. <strong>Desta forma, a doença autoimune deixará de progredir, dando chance, inclusive, para que o corpo se regenere</strong>. Conforme afirmou Karin Hehenberger, uma das líderes desta inovadora frente de pesquisa, a idéia &#8220;é resetar o sistema imune &#8211; ao invés dele atacar a si próprio, ele atacará bactérias, vírus, seres vivos &#8211; enfim, os verdadeiros patógenos.&#8221;</p>
<p style="text-align: left;">Outra excelente sacada dos pesquisadores é utilizar no projeto os vermes <em>Trichuris suis</em>. Eles são parasitas altamente específicos de porcos. Isto significa que estes vermes só conseguem chegar à fase adulta, se reproduzir e gerar mais ovos se estiverem dentro de suínos. No homem, os ovos ingeridos vão eclodir e pequenos parasitas habitarão o intestino. Mas eles nunca crescerão o suficiente para se reproduzir. Além disso, por serem específicos dos porcos, os <em>Trichuris suis</em> não causam doenças no homem. Outra vantagem: eles são naturalmente eliminados do organismo em cerca de duas semanas. Karin afirmou que o tratamento é &#8220;o remédio perfeito&#8221;, pois faz efeito durante estas 2 semanas e depois some completamente. Um último ponto positivo: estes vermes não são transmissíveis por contato, então é bem difícil alguém que estiver em tratamento contaminar o resto da casa.</p>
 Karin Hehenberger, uma das líderes do inovador projeto de pesquisa com parasitas.
<p><strong>Fechando o link entre os vermes e o diabetes</strong></p>
<p>Utilizar <em>Trichuris suis</em> no tratamento de doenças autoimunes não é exatamente uma novidade. Pesquisas assim já existem há pelo menos um ano. O primeiro alvo dos estudos foi a doença de Crohn, um mal intestinal. Os resultados foram bastante positivos, e com isso abriu-se espaço para o estudo de novas doenças. O laboratório <strong>Coronado Biosciences</strong>, onde Karin é vice-presidente executiva e chefe médica, mantém linhas de pesquisa sobre o uso de <em>Trichuris suis</em> no tratamento de <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">esclerose múltipla</a>, artrite, doença de Crohn e, agora, diabetes.</p>
<p>É importante lembrar que o diabetes tipo 1 é uma doença autoimune. Ela ocorre quando o sistema de defesa ataca o próprio corpo &#8211; mais especificamente, quando ele ataca as célula do pâncreas que produzem a insulina. Com isto, a produção do hormônio diminui, o organismo não consegue utilizar adequadamente o açúcar na corrente sangüínea e tem-se, então, o diabetes.</p>
<p>A empresa aposta alto no tratamento de diabéticos. No início de 2013 começam três frentes de pesquisa, duas delas focadas na prevenção da doença. Uma delas utilizará a técnica com os parasitas em crianças e jovens. A idéia é que, por serem mais novos, estes pacientes terão um sistema imune mais &#8220;plástico&#8221; e será mais fácil reeducá-lo. A outra frente trabalhará com jovens adultos e adultos que acabaram de ser diagnosticados com a condição. A hipótese, neste caso, é que o tratamento poderá impedir uma maior destruição do pâncreas pelo sistema imune, diminuindo a necessidade do uso de insulina no futuro.</p>
<p>Se esta inovadora e polêmica idéia dará resultados positivos ainda é um mistério. Muita gente gabaritada aposta alto que sim. Karin Hehenberger é uma delas. Além da trabalhar para a Coronado Biosciences, ela própria é diabética tipo 1 e já sofreu bastante com a doença (o que inclui o transplante de um rim e de pâncreas). Segundo Karin, testes prévios realizados em camundongos conseguiram, de fato, prevenir o diabetes através dos <em>Trichuris</em>. Talvez não seja a sensação mais agradável do mundo saber que centenas de vermes estão habitando o seu intestino. Mas, se eles ajudarem a combater o diabetes, com certeza serão bem-vindos!</p>
 Quem diria que eles poderiam ajudar &#8211; mesmo indiretamente! &#8211; na cura do diabetes?
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		<title>Tratamento com nanopartículas contra o diabetes tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Nov 2012 20:23:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas combatem doenças auto-imunes, como diabetes tipo 1, com nova tecnologia que parece saída de um conto de ficção científica. O diabetes tipo 1 é a forma da doença de origem autoimune, ou seja, é caracterizada pelo ataque do próprio sistema imune contra as células produtoras de insulina (células beta). Isto acontece porque, por algum &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas combatem doenças auto-imunes, como diabetes tipo 1, com nova tecnologia que parece saída de um conto de ficção científica.</em></p>
<p><span id="more-1960"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/northwestern-university-diabetes/"></span> Northwestern University, em Chicago, onde a inovadora pesquisa foi realizada.
<p>O diabetes tipo 1 é a forma da doença de origem autoimune, ou seja, é caracterizada pelo ataque do próprio sistema imune contra as células produtoras de insulina (células beta). Isto acontece porque, por algum motivo ainda desconhecido, o <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/">sistema de defesa</a> não reconhece as células beta como integrantes do organismo, e portanto passa a destruí-las. Com o passar do tempo, muitas destas células são mortas, a produção de insulina cai bastante, a glicemia dispara e tem-se o diabetes. A fim de tratar a condição, algumas estratégias terapêuticas agressivas já foram propostas. Por exemplo, uma idéia é fornecer aos diabéticos drogas que suprimem completamente o sistema imune. Assim, por um lado, o corpo para de atacar as células produtoras de insulina; porém, por outro lado, o paciente fica vulnerável a doenças e <a title="Tratando o pé diabético com luz" href="http://www.diabeticool.com/tratando-o-pe-diabetico-com-luz/">infecções</a>. <strong>Como, então, seria possível resolver o problema?</strong></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/pages/Diabeticool/441853842516373"><img loading="lazy" class="alignnone" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/11/Botao-like-face2.jpg" alt="" width="90" height="30" /></a></p>
<p><strong>Uma brilhante solução</strong> foi proposta por uma equipe de cientistas da Northwestern University, em Chicago, nos EUA. Eles utilizaram <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">nanopartículas</a>,cobertas por moléculas específicas de um determinado tipo celular. Umas vez injetadas, as nanopartículas são &#8220;devoradas&#8221; pelas células de defesa do sistema imune. Neste processo, aquelas moléculas específicas passam a ser <em>reconhecidas</em> pelo sistema imune, que a partir daí acredita que elas são parte normal do organismo. Ou seja, caso as nanopartículas sejam recobertas de moléculas específicas das células-beta, o sistema imune deixará de atacá-las!</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/tratamento-com-nanoparticulas-contra-o-diabetes-tipo-1/nanoparticulas-diabetes/"></span>A pesquisa testou a idéia em camundongos que sofriam de <a title="O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/">esclerose múltipla</a>, uma outra doença auto-imune. <strong>Através das nanopartículas, eles conseguiram frear o avanço da doença.</strong> Após cada tratamento, os camundongos apresentavam recaídas apenas a cada 100 dias, o que, de acordo com os pesquisadores, pode significar anos a mais de vida para pacientes humanos.</p>
<p>O líder do estudo, professor Stephen Miller, disse que, da mesma maneira que a esclerose múltipla foi tratada, será possível desenvolver facilmente tratamentos para doenças como <a title="Mudanças na cobertura dos planos de saúde" href="http://www.diabeticool.com/mudancas-na-cobertura-dos-planos-de-saude/">asma </a>e o diabetes tipo 1. &#8220;Esta é uma inovação altamente significativa. O objetivo era o de proporcionar um tratamento focado, ao contrário da imunosupressão, que enfraquece o sistema imune como um todo.&#8221; &#8220;A beleza desta nova tecnologia é que pode ser utilizada em muitas doenças auto-imunes. <strong>Nós simplesmente mudamos a proteína que é enviada ao corpo</strong> [ligadas às nanopartículas].&#8221;</p>
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		<title>O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Oct 2012 01:29:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco. Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com células-tronco.Vale lembrar que as células-tronco são &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Shinya Yamanaka, cientista que venceu este ano o mais importante prêmio científico do mundo, alerta diabéticos para falcatruas utilizando células-tronco.</em></p>
<p><span id="more-1665"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/shinya-yamanaka-diabetes/"></span></p>
<p>Foram anunciados esta semana os vencedores do prêmio Nobel de Medicina de 2012. O cientista britânico John Gurdon e o japonês Shinya Yamanaka foram agraciados por suas pesquisas com <a title="Encontradas células-tronco do pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/encontradas-celulas-tronco-do-pancreas/" target="_blank" rel="noopener">células-tronco</a>.Vale lembrar que as células-tronco são componentes do nosso corpo com altíssima capacidade de duplicação e que podem se transformar, através dos estímulos corretos, em diferentes tipos celulares. Desde que foram descobertas, estas células são vistas como potenciais curas para diversas doenças, entre elas o diabetes.</p>
<p>Como é de praxe com o Nobel, as pesquisas dos dois cientistas são bastante antigas &#8211; e, como venceram o prêmio, significa que houve tempo suficiente para a comunidade científica julgá-las como adequadas e merecedoras da honraria. O trabalho de Gurdon, realizado na década de 1960, mostrou que o DNA de células já diferenciadas de sapos poderiam ser utilizadas para gerar novos girinos. Já Yamanaka, em 2006, foi capaz de &#8220;reverter&#8221; uma célula diferenciada de volta em uma célula-tronco, com capacidade para se transformar em outros tipos de célula madura.</p>
<p>Ninguém melhor do que estes cientistas, portanto, para dar um conselho sobre células-tronco a pacientes de todo o mundo.</p>
<p><strong>O conselho de Yamanaka</strong></p>
<p>Devido a sua alta capacidade de transformação em diversos tipos celulares, as células-tronco estão sendo pesquisadas há décadas com o intuito de regenerar tecidos lesionados por algumas doenças. Como exemplo, em teoria, cientistas poderiam programar células-tronco para se transformarem em <a title="Um pâncreas novinho criado em laboratório" href="http://www.diabeticool.com/um-pancreas-novinho-criado-em-laboratorio/" target="_blank" rel="noopener">células pancreáticas saudáveis</a>, as quais seriam implantadas em diabéticos tipo 1 (que possuem defeitos justamente nestas células). Todavia, os pesquisadores ainda são bastante cautelosos quanto às terapias com estas células, devido à complexidade que é se trabalhar com elas. Isto não impede que diversos &#8220;centros de saúde&#8221; em todo o mundo propagandeiem que já oferecem tratamentos para as mais variadas doenças &#8211; como diabetes, esclerose múltipla, <a title="Como é que é?" href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-e/" target="_blank" rel="noopener">artrite</a>, problemas de vista, <a title="Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça" href="http://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/" target="_blank" rel="noopener">Alzheimer</a>, Parkinson e lesões na coluna vertebral &#8211; utilizando as células-tronco, e mintam quanto aos supostos resultados milagrosos. Além de não serem comprovados pela ciência, tais tratamentos podem provocar sérios riscos à saúde dos pacientes &#8211; sem contar o vazio na conta de banco, uma vez que costumam ser bem caros. O vencedor do Nobel Shinya Yamanaka alerta:</p>
<p>&#8220;Este tipo de prática é um problema enorme, é uma ameaça. Muitas das chamadas terapias com células-tronco estão sendo conduzidas sem nenhum dado usando animais, com checagens pré-clínicas de segurança&#8221;.(&#8230;) Os pacientes devem entender que se não houver dados pré-clínicos sobre a eficiência e segurança do procedimento que ele ou ela esteja submetido&#8230; pode ser muito perigoso&#8221;.</p>
<p>O cientista complementa: &#8220;Espero que pacientes e pessoas leigas entendam que há dois tipos de terapias com células-tronco. Uma é a que estamos tentando estabelecer. É unicamente baseada em dados científicos. Nós temos conduzido trabalhos pré-clínicos, experimentos com animais, como ratos e macacos&#8221;.</p>
<p>Apesar das precauções, Yamanaka nota que existem, sim, pesquisas sérias em andamento que utilizam células-tronco na cura de doenças. &#8220;Há muitas pesquisas promissoras acontecendo&#8221;, garante, reiterando, porém, que é fundamental ficar atento para o que for corretamente referendado pela ciência, evitando assim cair em falsas e perigosas promessas.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.reuters.com/article/2012/10/09/us-nobel-medicine-yamanaka-idUSBRE8980E920121009"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-que-o-nobel-de-medicina-tem-a-dizer-aos-diabeticos/">O que o Nobel de Medicina tem a dizer aos diabéticos</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>A falha de defesa do sistema de defesa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Sep 2012 00:07:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas australianos avançam na compreensão do porquê o sistema imune ataca o próprio organismo, causando doenças como o diabetes tipo 1. O diabetes tipo 1 é um dos exemplos mais comuns de doença auto-imune. As doenças auto-imunes ocorrem quando o sistema imune, que nos protege de elemento danosos ao organismo, ataca órgãos e tecidos saudáveis &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas australianos avançam na compreensão do porquê o sistema imune ataca o próprio organismo, causando doenças como o diabetes tipo 1.</em></p>
<p><span id="more-1449"></span></p>
<figure id="attachment_1453" aria-describedby="caption-attachment-1453" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes.jpg"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-1453" title="daniel gray diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes.jpg" alt="" width="400" height="266" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes.jpg 400w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/daniel-gray-diabetes-361x240.jpg 361w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></a><figcaption id="caption-attachment-1453" class="wp-caption-text">O dr. Daniel Gray, cabeça dos estudos que lançam luz sobre as doenças auto-imunes.</figcaption></figure>
<p>O diabetes tipo 1 é um dos exemplos mais comuns de <strong>doença auto-imune</strong>. As doenças auto-imunes ocorrem quando o sistema imune, que nos protege de elemento danosos ao organismo, ataca órgãos e tecidos <em>saudáveis</em> do <em>próprio</em> corpo. Existem mais de 80 doenças auto-imunes, entre elas a artrite reumatóide, a esclerose múltipla e, claro, o tipo 1 do diabetes. Neste último caso, o sistema imune vai destruindo, desde cedo na vida da pessoa, as chamadas <strong>células beta</strong> do pâncreas, que detêm a função de produzir insulina. Sem insulina, o corpo não consegue utilizar corretamente o açúcar da corrente sangüínea, e o diabetes se instala. Ninguém sabe direito o porquê do sistema imune de algumas pessoas atacar o próprio organismo. A boa notícia é que pesquisadores do <em>Walter and Eliza Hall Institute</em> e da <em>University of Ballarat</em>, ambos na Austrália, chegaram mais perto de descobrir uma resposta.</p>
<h6>Como o corpo se protege de &#8220;células rebeldes&#8221;</h6>
<p>O corpo humano é bastante sábio. Células do sistema imune que atacam o próprio corpo podem surgir vez ou outra, naturalmente. Para nossa sorte, existem mecanismos que impedem que estas células façam muitos danos. As <a title="Mistério na América" href="http://www.diabeticool.com/misterio-na-america/">doenças auto-imunes</a> só progridem se estes mecanismos não funcionam direito.</p>
<p>A maneira habitual do corpo lidar com estas &#8220;células rebeldes&#8221; é induzindo a morte delas &#8211; um processo chamado de <strong>apoptose</strong>. Caso esta estratégia não funcione, ainda há uma segunda maneira de prevenir que façam estragos. &#8220;Se quaisquer células auto-reativas conseguirem atingir a maturidade, o corpo normalmente possui uma segunda barreira de proteção, que é passar estas células perigosas para um estado inativo, prevenindo que elas causem doenças auto-imunes&#8221;, explica o dr. Daniel Gray, principal autor do recente estudo, publicado no periódico <em>Immunity</em>.</p>
<h6>As novidades do dr. Gray</h6>
<p>A pesquisa dos australianos se concentrou no principal mecanismo de defesa do corpo contra as &#8220;células rebeldes&#8221;, ou seja, a indução da apoptose. Dr. Gray e sua equipe demonstraram que o acúmulo destas células auto-reativas está intimamente relacionado à falta de duas proteínas, chamadas de <strong>Puma</strong> e <strong>Bim</strong>, ambas importantíssimas no processo de apoptose! Portanto, agora já se pode suspeitar, com propriedade, que a falta destas proteínas prejudica o mecanismo de apoptose e que isto, por sua vez, prejudica a eliminação de células auto-reativas. Quando estas se acumulam, surgem as doenças auto-imunes.</p>
<p>Com estas importantes informações em mãos, o próximo passo dos cientistas é trabalhar com pesquisadores que descobriram defeitos nos nossos genes que estão associados às doenças auto-imunes. Complementa o dr. Daniel: &#8220;Agora nós sabemos que a morte de células auto-reativas é uma importante proteção contra a autoimunidade. Prosseguiremos o trabalho buscando descobrir se defeitos no processo de morte celular cooperam com outros fatores para causar doenças auto-imunes humanas&#8221;. Boa sorte a ele e sua equipe!</p>
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