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	<title>enzima | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Nova estratégia terapêutica: impedir que a insulina &#8220;morra&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2014 18:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alan Saghatelian]]></category>
		<category><![CDATA[David Liu]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[IDE]]></category>
		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
		<category><![CDATA[Nature]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas de Harvard descobrem molécula que impede a degradação da insulina no corpo e abrem novo caminho para tratamentos do diabetes. Já faz um bom tempo – desde o comecinho do século passado, para ser mais específico – que os cientistas sabem que o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes é decorrente ou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas de Harvard descobrem molécula que impede a degradação da insulina no corpo e abrem novo caminho para tratamentos do diabetes.</em><span id="more-7579"></span></p>
 Descoberta possibilita à insulina (no esquema, representada no formato floral) sobreviver por mais tempo dentro do nosso corpo.
<p>Já faz um bom tempo – <a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-4-o-seculo-xx-veio-com-tudo/">desde o comecinho do século passado</a>, para ser mais específico – que os cientistas sabem que o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes é decorrente ou da falta de <strong>insulina</strong> no organismo ou então de um uso não eficiente do hormônio pelo corpo. Sendo assim, até hoje três abordagens distintas são utilizadas na hora de tratar o diabético: administra-se insulina através de injeções, toma-se medicamentos que estimulam a produção natural de insulina pelo corpo ou que aumentam a sensibilidade ao hormônio.</p>
<p>Todas estas estratégias têm o mesmo fim: <strong>manter um nível mínimo de insulina correndo em nossas veias</strong> para que a quantidade de açúcar no sangue seja controlada. Mas existe uma outra maneira de atingir este objetivo. Que tal impedir que a insulina que já existe no nosso corpo seja degradada? Isto é, o que aconteceria se os cientistas conseguissem fazer com que a insulina produzida pelo pâncreas (mesmo em pequenas quantidades) durasse por mais tempo?</p>
<p>Esta é a novidade que um novo e importantíssimo trabalho, publicado na famosa revista científica <em>Nature</em>, traz. Os pesquisadores <strong>David Liu</strong> e<strong> Alan Saghatelian</strong>, da Universidade de Harvard, nos EUA, contam como conseguiram identificar <strong>uma molécula que impede que a insulina seja degradada</strong> no organismo, fazendo com que o controle da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia </a>fique ativo por mais tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
 O pesquisador Alan Saghatelian foi um dos descobridores da molécula que faz a insulina natural do organismo durar por mais tempo.
<p><strong>IDE &#8211; A MOLÉCULA QUE “MATA” A INSULINA</strong></p>
<p>Para quem está achando esta história um pouco confusa, aqui vai uma explicação. A insulina é o hormônio que ajuda a tirar o açúcar do sangue e passá-lo às nossas células, para que se transforme em energia (leia mais sobre a insulina aqui). Como toda coisa viva, uma hora a insulina “morre”. Ela é degradada por uma enzima chamada <strong>IDE</strong>.</p>
<p>Os cientistas de Harvard conseguiram encontrar – depois de procurar em mais de 14 mil candidatos, vale a pena dizer – uma molécula que <strong>impede a ação da IDE</strong>. Com isto, a degradação da insulina diminui e ela fica ativa por mais tempo em nosso corpo.</p>
<p>Testes em camundongos mostraram que a molécula que inibe a IDE mantém-se ativa no corpo e ajuda, realmente, a controlar a glicemia – um passo importante para que, no futuro, <strong>a descoberta possa se transformar em um novo medicamento antidiabético</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVO TRATAMENTO À CAMINHO?</strong></p>
<p>Em entrevista à <em>Harvard Gazette</em>, Saghatelian contou: “O que nosso trabalho fez foi validar do conceito de que focar nesta proteína é o caminho a ser seguido”.</p>
<p>“Para passar desta molécula a um medicamento, existem outros fatores que precisam ser otimizados. Mas nós já cantamos a bola para que a indústria farmacêutica e outros laboratórios comecem a olhar a IDE como um alvo potencial para o tratamento do diabetes e superem os desafios que ainda existem. Nós mostramos que vale a pena olhar para isso com maior profundidade, e, com sorte, abrimos os olhos das pessoas para a IDE como sendo um alvo terapêutico válido”, completou o pesquisador.</p>
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		<title>Os cachorrinhos curados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 12:05:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Beagle]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[cura]]></category>
		<category><![CDATA[cura do diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[DNA]]></category>
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		<category><![CDATA[Insulina]]></category>
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		<category><![CDATA[terapia gênica]]></category>
		<category><![CDATA[Universitat Autònoma de Barcelona]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cães têm o diabetes tipo 1 curado por equipe de cientistas espanhóis. O que isto significa para seus amigos humanos? Toda vez que uma equipe de cientistas afirma ter descoberto uma cura para o diabetes, muita gente sorri de alegria e esperanças, e outras tantas pessoas franzem o cenho, céticas. Há razão de ser para &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cães têm o diabetes tipo 1 curado por equipe de cientistas espanhóis. O que isto significa para seus amigos humanos?</em></p>
<p><span id="more-3486"></span></p>
<figure id="attachment_3487" aria-describedby="caption-attachment-3487" style="width: 643px" class="wp-caption aligncenter"><img class=" wp-image-3487 " alt="A equipe espanhola que curou o diabetes dos cachorrinhos Beagle. No centro, Fàtima Bosch, a líder do projeto. Foto: Pierre Caufapé" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/equipe-UAB-diabetes-cachorros.jpg" width="643" height="426" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/equipe-UAB-diabetes-cachorros.jpg 643w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/02/equipe-UAB-diabetes-cachorros-362x240.jpg 362w" sizes="(max-width: 643px) 100vw, 643px" /><figcaption id="caption-attachment-3487" class="wp-caption-text">A equipe espanhola que curou o diabetes dos cachorrinhos Beagle. No centro, Fàtima Bosch, a líder do projeto. Foto: Pierre Caufapé</figcaption></figure>
<p>Toda vez que uma equipe de cientistas afirma ter descoberto uma cura para o diabetes, muita gente sorri de alegria e esperanças, e outras tantas pessoas franzem o cenho, céticas. Há razão de ser para ambos os casos. Desta vez, porém, os céticos podem ficar um pouco mais sossegados. A pesquisa da vez foi publicada no periódico científico <em>Diabetes</em>, o mais respeitado do mundo sobre o tema, o que garante que este é um trabalho sério e de fortes bases teóricas e práticas.</p>
<p>A <a title="Cirurgia bariátrica controla diabetes em paciente com sobrepeso" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-controla-diabetes-em-paciente-com-sobrepeso/">cura do diabetes</a> &#8211; tipo 1, no caso &#8211; foi conseguida em cachorros, por uma equipe da Universitat Autònoma de Barcelona. Os pesquisadores já haviam atingido ótimos resultados de cura do diabetes tipo 1 em camundongos anteriormente, porém esta é a primeira vez que o método foi empregado, com sucesso, no tratamento de animais grandes.</p>
<p>Tal avanço terapêutico abre as portas para que pesquisas similares sejam realizadas também em humanos no futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como eles conseguiram a cura?</strong></p>
<p>A pesquisa se baseou na <strong>terapia gênica</strong>, que é o uso de DNA para tratar doenças.</p>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong>Jogo rápido: o que é a terapia gênica?</strong></div>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;">
<p>O DNA é o &#8220;banco de dados&#8221; do nosso corpo, um conjunto de instruções que as células seguem a fim de produzir proteínas. A idéia da terapia gênica é &#8220;inserir&#8221; novos pedaços de DNA nas células do paciente, fazendo com que elas produzam determinadas proteínas que normalmente não produziriam. Estes pedacinhos de material genético são entregues às células via vírus modificados.</p>
<p>A terapia gênica já foi vista, há algumas décadas, como o futuro da medicina; porém, os primeiros testes em humanos, desastrosos, mostraram que eram necessários muito mais anos de estudo antes que esta terapia fosse uma opção médica viável. O tempo passou, a Ciência progrediu, e, hoje em dia, a terapia gênica volta a ser o foco de diversos estudos para a cura de doenças.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os cachorrinhos que participaram do projeto (todos da simpática raça Beagle, por sinal!) receberam algumas injeções nas pernas traseiras, em uma única sessão. Estas injeções continham dois vetores da terapia gênica. O intuito de um dos vetores era expressar o gene da <a title="Tipos de Insulina" href="http://www.diabeticool.com/tipos-de-insulina/"><strong>insulina</strong></a>, e do outro era expressar o gene da <strong>glicoquinase</strong>. A insulina, nós sabemos, é o hormônio que permite ao açúcar do sangue penetrar nas nossas células. Já a glucoquinase é uma enzima que regula esta absorção do açúcar da corrente sangüínea. Quando funcionam em conjunto, a insulina e a glicoquinase trabalham como um &#8220;sensor de glicose&#8221;, ativando as vias metabólicas corretas para que a glicemia se mantenha sempre em bom equilíbrio.</p>
<p>De acordo com um comunicado à imprensa feito pela Universidade, os cachorros tratados com apenas uma sessão da terapia gênica mostraram um controle eficiente da glicemia tanto em jejum quanto após serem alimentados. Os resultados foram melhores do que os apresentados por cachorros diabéticos tipo 1 que receberam injeções diárias de insulina. Além disso, os cães tratados não apresentaram nenhum episódio de <a title="Crianças salvam mãe de coma diabético fatal" href="http://www.diabeticool.com/criancas-salvam-mae-de-coma-diabetico-fatal/">hipoglicemia</a>, mesmo após exercícios físicos, tiveram bom controle do peso e não desenvolveram efeitos colaterais. <strong>Em alguns casos, estes excelentes resultados se mostraram efetivos até 4 anos após as injeções</strong>.</p>
<p>Em suma, o diabetes havia sido curado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O futuro</strong></p>
<p>Daqui para a frente, mais estudos de eficácia e segurança da terapia gênica devem ser realizados em pets. Eles serão a base para que os tão aguardados estudos com humanos possam começar a ser feitos. Fàtima Bosch (com o acento assim trocado mesmo), principal autora do trabalho, explicou que estes procedimentos futuros são &#8220;lentos e muito custosos&#8221;, e que é preciso paciência antes de testar a técnica nos humanos.</p>
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		<title>As picadas no dedo estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 23:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Advanced Functional Materials]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[enzima]]></category>
		<category><![CDATA[etanol oxidase]]></category>
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		<category><![CDATA[U.S. Naval Research Laboratory]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina. Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do tipo 1, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina.</em></p>
<p><span id="more-1352"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/picar-dedo-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">tipo 1</a>, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar as taxas de <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Soluções para este dolorido problema surgem a cada ano: já noticiamos aqui, por exemplo, as tirinhas que <a title="O mais barato teste de glicemia já inventado troca gotinha de sangue por xixi" href="http://www.diabeticool.com/o-mais-barato-teste-de-glicemia-ja-inventado-troca-gotinha-de-sangue-por-xixi/">medem a quantidade de açúcar no sangue através do xixi</a>. Mas, pelo que parece, a novidade da vez é bem mais dinâmica e fácil de usar do que estas tiras de papel&#8230;</p>
<h6>E se eu não estiver com vontade de fazer xixi?</h6>
<p><strong>Um novo medidor de glicemia, anunciado no periódico científico <em>Advanced Functional Materials</em>, é capaz de detectar quantidades inimaginavelmente pequenas de glicose não apenas no sangue, mas também em lágrimas, na saliva e, é claro!, na urina. </strong></p>
<p>Desenvolvido em co-parceria entre pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA, e do U.S. Naval Research Laboratory, o medidor é capaz de detectar glicose em concentrações de até 0.3 micromolar, o que o torna mais sensível do que qualquer medidor atualmente no mercado. Além disto, devido à maneira como é projetado, ele pode ser utilizado na identificação de outras moléculas do corpo humano, através da troca de apenas um de seus componentes <strong>.</strong></p>
<p>Jonathan Claussen, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, explica: &#8220;Por utilizarmos a enzima glicose oxidase neste trabalho, ele é apropriado para o diabetes. Mas a gente poderia simplesmente trocar esta enzima por, por exemplo, glutamato oxidase, para medir o neurotransmissor glutamato em testes Parkinson e Alzheimer, ou então por etanol oxidase para monitorar níveis alcoólicos em bafômetros. (Nosso medidor) é muito versátil, rápido e portável.&#8221;</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.purdue.edu/newsroom/releases/2012/Q3/sensor-detects-glucose-in-saliva-and-tears-for-diabetes-testing.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais uma boa notícia para quem não agüenta mais furar a ponta dos dedos várias vezes por dia para medir a glicemia! O último método inovador que apresentamos no site, o das tirinhas de papel, tinha também alguns inconvenientes, como a ter de aplicar a urina no papel através de uma seringa especial &#8211; o que significa que teríamos que coletar o xixi nesta seringa antes, de alguma maneira! O novo medidor dos americanos parece resolver todos estes problemas. Já pensou que delícia poder saber, com uma precisão assombrosa, a sua taxa de glicose no sangue com um pouquinho da sua saliva? Ou então através das lágrimas de alegria que cairão por não ter mais de picar os dedos?!</strong></p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">As picadas no dedo estão com os dias contados</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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