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	<title>economia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Quem deve pagar pelo tratamento de diabetes?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 12:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Elliot]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[plano de saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo afirma que empregadores que pagam mais benefícios para diabéticos acabam economizando dinheiro. Em tempos de crises econômicas globais, o tema &#8220;saúde&#8221; sempre vem à tona. O Diabeticool já noticiou, por exemplo, os problemas enfrentados por diabéticos em países como a Espanha e a Inglaterra, que por causa de seus problemas econômicos deixaram de fornecer &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Estudo afirma que empregadores que pagam mais benefícios para diabéticos acabam economizando dinheiro.</em></p>
<p><span id="more-3680"></span></p>
<p>Em tempos de crises econômicas globais, o tema &#8220;saúde&#8221; sempre vem à tona. O <strong>Diabeticool</strong> já noticiou, por exemplo, os problemas enfrentados por diabéticos em países como a Espanha e a Inglaterra, que por causa de seus problemas econômicos deixaram de fornecer medicamentos com a mesma &#8220;generosidade&#8221; de antigamente.</p>
<p><strong>+ Relembre aqui os problemas dos diabéticos na <a href="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/">Espanha</a> e na <a href="http://www.diabeticool.com/diabeticos-enfrentam-a-grande-crise-economica/">Inglaterra</a>.</strong></p>
<p>Além do serviço público de saúde, as questões econômicas influenciam também a iniciativa privada. Empresas de todo o mundo lutam para equilibrar o orçamento enquanto fornecem benefícios, como planos de saúde corporativos, a seus funcionários. Nos EUA, novas propostas do governo irão garantir aos trabalhadores uma série de benesses à sua saúde; porém, os custos para os empregadores e planos de saúde aumentarão bastante, o que pode prejudicar a economia &#8211; e, assim, os próprios trabalhadores &#8211; no futuro.</p>
<p><strong>A grande questão é como equilibrar os custos com a saúde em uma realidade de turbulência econômica e corte de gastos</strong>. Quando surgem neste contexto, estudos científicos como o apresentado nas próximas linhas podem ajudar a fornecer uma resposta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quando o custo mensal do diabético chega a R$0</strong></p>
<p>Uma equipe de cientistas norte-americanos, liderados pelo doutor Daniel Elliot, do <em>Jefferson Medical College</em>, na Pensilvânia, comparou a eficiência dos tratamentos de saúde para diabetes quando o empregador ou plano de saúde pagava de maneira integral pelos remédios dos funcionários e quando ambos, empregador e empregado, contribuíam com a fatura. A idéia de estudar o diabetes decorreu de vários fatos, como a alta prevalência da doença na comunidade e a percepção de que o diabetes causa altos índices de faltas e menor produtividade. Além disso, é sabido que pelo menos 1 de cada 10 dólares gastos com saúde nos EUA vão para o tratamento do diabetes.</p>
<p>Nos EUA, os planos de saúde corporativos costumam cobrir parte do custo dos medicamentos. Para pacientes com diabetes, isto significa um grande alívio para o bolso, já que eles precisam comprar mensalmente remédios, itens de dieta, seringas, monitores de glicemia, dentre outros e caros artigos. O estudo do dr. Elliot acompanhou o que acontecia quando este esquema de co-pagamento era abolido e o empregador pagava 100% dos custos dos medicamentos.</p>
<p>Seriam os resultados surpreendentes ou&#8230;óbvios? <strong>89% dos pacientes envolvidos disseram que o programa ajudou-os a melhor controlar o diabetes</strong>. Dados mostram que os envolvidos diminuíram seus custos mensais com a doença e tiveram melhor aderência aos tratamentos e medicamentos. As taxas de satisfação com o programa foram altíssimas.</p>
<p>E os empregadores, ficariam eles satisfeitos em pagar 100% do custo dos remédios de seus funcionários? A pesquisa indica que sim, posto que a melhor aderência aos tratamentos evita problemas de saúde mais graves no futuro, como doenças <a href="http://www.diabeticool.com/a-complicacao-mais-grave-do-diabetes/">renais</a> e <a title="Como ficar saudável exercitando-se só um pouquinho" href="http://www.diabeticool.com/como-ficar-saudavel-exercitando-se-so-um-pouquinho/">cardiovasculares</a>, e melhora a qualidade de vida imediata dos diabéticos. Segundo os autores do trabalho, <strong>os empregadores economizariam dinheiro ao pagar mais hoje e menos amanhã</strong>.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na revista científica <em>Population Health Management</em> e pode <a href="http://online.liebertpub.com/doi/full/10.1089/pop.2012.0031">ser lido na íntegra aqui</a> (em inglês).</p>
<p>Vale lembrar que a discussão sobre planos de saúde continua a todo o vapor nos Estados Unidos, polarizando parte da população e dos políticos. Muita gente argumenta que obrigar empresas a fornecer tratamentos de graça aos funcionários é apenas uma medida populista do governo e que, eventualmente, quebrará a economia. Outros tantos defendem com veemência as propostas do governo, citando os direitos dos trabalhadores. Este contexto é importante a fim de avaliar com bom senso as conclusões deste presente estudo.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quem-deve-pagar-pelo-tratamento-de-diabetes/">Quem deve pagar pelo tratamento de diabetes?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Diabéticos enfrentam a grande crise econômica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jan 2013 04:24:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com pouco dinheiro em caixa, governos da Europa cortam drasticamente gastos com a saúde. Diabéticos vão ter que suar a camisa se quiserem se manter saudáveis. A crise econômica européia começa a atingir os diabéticos do continente. Após países menores, como a Hungria, anunciarem cortes seletivos nos tratamentos da doença, agora a poderosa Inglaterra, dona &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com pouco dinheiro em caixa, governos da Europa cortam drasticamente gastos com a saúde. Diabéticos vão ter que suar a camisa se quiserem se manter saudáveis.</em></p>
<p><span id="more-2641"></span></p>
 O NHS, sistema de saúde público inglês, passa por uma drástica operação de corte de gastos.
<p>A crise econômica européia começa a atingir os diabéticos do continente. Após países menores, como a Hungria, anunciarem cortes seletivos nos tratamentos da doença, agora a poderosa Inglaterra, dona de um dos sistemas de saúde mais inclusivos do mundo, também irá enxugar os gastos com a saúde. As primeiras pessoas a sentirem os efeitos azedos da parcimônia serão os obesos com diabetes tipo 2. A população acima do peso se revoltou com os novos planos do governo.</p>
<p>Na Inglaterra, <a title="Os relógios internos, a alimentação e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/os-relogios-internos-a-alimentacao-e-o-diabetes/">obesos </a>diabéticos do tipo 2 estavam acostumados a receber uma série de regalias às custas do erário público. <strong>Eles tinham direito a descontos na compra de medicamentos, a redução de impostos sobre a moradia e a mensalidades menores em academias e clubes</strong>. Quem pagava por isto era o <a title="Uma simples medida para excelentes resultados" href="http://www.diabeticool.com/uma-simples-medida-para-excelentes-resultados/"><strong>NHS</strong></a>, o serviço público de saúde. Devido à crise econômica que assola a Europa e à enorme dívida do governo bretão, a partir de abril deste ano boa parte dos serviços que antes eram oferecidos pelo NHS serão cortados. Quem deverá arcar com os custos da saúde da população serão as administrações locais &#8211; as quais possuem muito menos dinheiro em caixa do que o NHS. Assim, a única solução para manter um pouco da qualidade no atendimento público será realizar cortes gigantescos de gastos.</p>
<p><strong>O diabetes e suas complicações custam aos cofres ingleses mais de 13 bilhões de reais por ano</strong>. Por isso, a doença é uma das primeiras para a qual reduções de financiamento foram anunciadas.</p>
 Um em cada quatro ingleses é obeso, um índice alarmante.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Controlando a glicemia e o paciente</strong></p>
<p>A partir deste ano, os obesos ingleses com diabetes que quiserem receber benefícios do governo deverão provar que estão se cuidando adequadamente e seguindo as orientações médicas. Para isto, cartões eletrônicos de acesso a academias serão distribuídos a eles. <strong>Com estes cartões, o governo poderá saber quando e por quanto tempo um paciente ficou em determinado estabelecimento de saúde</strong>. Se o obeso não freqüentar a academia de acordo com as regras impostas pelo médico, suas benesses &#8211; a começar pelos impostos reduzidos &#8211; serão eliminadas.</p>
<p>Uma grande parte da população ficou enfurecida com o anúncio das novas medidas. As estimativas mais recentes indicam que 1 de cada 4 ingleses é obeso. Além disso, 58 porcento das mulheres e 65% dos homens ou é obeso ou está acima do peso &#8211; números que correspondem a mais de 32 milhões de pessoas. O contingente de dessatisfeitos é, portanto, enorme &#8211; e parece dividir a comunidade diabética.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A doce voz do povo</strong></p>
<p>De uma lado, as vozes mais ferinas contra o governo são, obviamente, aquelas dos obesos diabéticos tipo 2. Pat Varnam, de Nottinghamshire, disse, irritado: &#8220;Por que eles [os políticos] não tentam cortar os próprios salários também? Eles não passam de idiotas que não servem para nada e que passam o dia em Westminster debatendo o que mais eles podem fazer para punir as pessoas que os elegeram.&#8221; &#8220;Estas pessoas não entendem que não pedimos para ser diabéticos&#8221;, lamentou Mark Mcfc Lee. Outras pessoas argumentaram que não era culpa delas que se encontram acima do peso. A londrina Irene Morley, por exemplo, afirmou: &#8220;Eu acho isto [as medidas do governo] horrível. Estou engordando por causa da insulina.&#8221;</p>
 Gordinhos diabéticos terão que suar a camisa para conseguir seus benefícios.
<p>Por outro lado, boa parte dos diabéticos tipo 1 do país apoia a medida. Segundo as opiniões coletadas via internet, os tipo 1 acreditam que muitos obesos recebem benefícios da sociedade, que paga por seus tratamentos, porém não se esforçam o suficiente para manterem-se saudáveis. A opinião da inglesa Vicky Beecham-Gray representa bem este segmento da sociedade: &#8220;Eu tenho diabetes tipo 1 e concordo plenamente [com as medidas econômicas]. Se eu tivesse sido diagnosticada com diabetes tipo 2, isto teria sido um sinal de alerta suficiente para eu começar a me cuidar. (&#8230;) Se eu tivesse a oportunidade de eliminar esta doença, eu o faria.&#8221; Outro ponto interessante levantado por quem defende as medidas de austeridade é que os cortes de benefícios serão feitos de acordo com cada caso dos pacientes, baseados nas análises de seus médicos. Portanto, obesos que não conseguem praticar exercícios físicos por motivos de saúde, por exemplo, não seriam isentos dos benefícios. As únicas pessoas atingidas seriam aquelas que não se tratam adequadamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Inglaterra não está sozinha</strong></p>
<p>O debate na sociedade britânica ainda vai longe e deve esquentar muito mais quando os planos forem postos em prática em abril. Em 2012, o <strong>Diabeticool</strong> noticiou outras histórias de percalços na saúde dos diabéticos europeus. Na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/">Falta insulina no primeiro mundo</a>&#8220;, veja como a crise econômica atingiu até mesmo as farmácias espanholas. Já o texto comicamente intitulado &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/na-hungria-diabetico-que-nao-se-trata-nao-mama/">Na Hungria, diabético que não se trata não mama</a>&#8221; apresenta as criativas medidas de austeridade promovidas pelo governo húngaro para os diabéticos. Naquele país, só recebe insulina de melhor qualidade quem provar, através de exames de sangue, que está controlando direitinho a glicemia. Este é, infelizmente, o preço de se depender do governo para arcar com os gastos de saúde: quando a economia vai mal, os cidadãos ficam invariavelmente à mercê das canetadas oficiais.</p>
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		<title>Falta insulina no primeiro mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Sep 2012 11:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crise européia acaba com os estoques de medicamentos em farmácias de grandes cidades como Valência, na Espanha. Houve um tempo em que a economia européia era forte o suficiente para bancar benefícios surreais a seus moradores, como era o caso dos abundantes programas de saúde coletivos de diversos países do continente. Na Espanha de outrora, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Crise européia acaba com os estoques de medicamentos em farmácias de grandes cidades como Valência, na Espanha.</em></p>
<p><span id="more-1549"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/falta-insulina-no-primeiro-mundo/praia-valencia-espanha-diabetes/"></span> Problemas no Paraíso.
<p style="text-align: left;">Houve um tempo em que a economia <a title="Por que diabéticos não estão tratando o colesterol?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-diabeticos-nao-estao-tratando-o-colesterol/">européia</a> era forte o suficiente para bancar benefícios surreais a seus moradores, como era o caso dos abundantes programas de saúde coletivos de diversos países do continente. Na Espanha de outrora, todo paciente tinha o direito de receber gratuitamente qualquer medicamento que precisasse. Todavia, quando a economia degringola &#8211; como é o caso atual &#8211; é hora de apertar o cinto nas despesas. E o que antes era pago exclusivamente pelo governo vira item de luxo nas prateleiras das farmácias. Quem paga o pato são os doentes.</p>
<p>A cidade de Valência, na Espanha, é um ótimo exemplo da situação atual da Europa. Terceira maior cidade do país, com cerca de 800 mil habitantes e sede de famosos clubes de futebol e museus, Valência praticamente não tem mais insulina para oferecer aos seus moradores diabéticos. Dependendo do dia, funcionários dos estabelecimentos de saúde têm de sair às ruas mendigando remédios para condições como doenças cardíacas e <a title="A cura pela drupa" href="http://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">derrames</a>. Segundo matéria da BBC Brasil,</p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #808080;"><span style="color: #000000;">&#8220;</span> &#8220;Uma farmácia traz na parede a seguinte inscrição: &#8220;Um aviso importante: o governo de Valência está devendo a esta farmácia por todos todos os medicamentos que foram fornecidos aos clientes nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril&#8221;.</span></p>
<p style="padding-left: 30px;"><span style="color: #808080;">A farmacêutica mostra uma gaveta onde são mantidos remédios que só podem ser adquiridos com prescrição médica. Normalmente, ela conta que a gaveta costumava estar cheia, mas agora ela está vazia e, segundo ela, o estoque de insulina da farmácia está quase acabando. &#8221;Não temos dinheiro para comprar mais.&#8221;</span> &#8220;</p>
<p>No momento, o governo espanhol estuda como conseguir dinheiro sem onerar em demasiado a população, já acostumada a não pagar por certos bens e serviços. Enquanto isso, a trabalhosa busca dos diabéticos por insulina na Espanha continua.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/09/120923_valencia_remedios_bg.shtml" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
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		<title>Na Hungria, diabético que não se trata não mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 20:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Gabor Winkler]]></category>
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governo húngaro decide punir diabéticos relapsos no controle de sua glicemia oferecendo a eles apenas remédios mais vagabundos. A Hungria poderia ser o paraíso europeu dos diabéticos. Absolutamente todos os tratamentos para a condição são subsidiados pelo Estado. Porém, o meio milhão de diabéticos do país custa 100 milhões de euros (250 milhões de reais) &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Governo húngaro decide punir diabéticos relapsos no controle de sua glicemia oferecendo a eles apenas remédios mais vagabundos.</em><br />
<span id="more-558"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/04/casal-discutindo1.jpg"></span><br />
A Hungria poderia ser o paraíso europeu dos diabéticos. Absolutamente todos os tratamentos para a condição são subsidiados pelo Estado. Porém, o meio milhão de diabéticos do país custa 100 milhões de euros (250 milhões de reais) anuais aos cofres públicos, e o governo pretende reduzir estes gastos.</p>
<p>A estratégia é a seguinte: todo diabético realiza, em média, um exame sangüíneo a cada três meses; caso encontre taxas de glicemia elevadas mais de duas vezes ao ano, o paciente deixará de receber insulina análoga &#8211; mais eficiente e cara &#8211; e receberá do governo apenas a insulina menos eficiente. &#8220;O dinheiro do contribuinte não deve ser gasto em pacientes que não cooperam com seus médicos&#8221;, afirmou o Diário Oficial húngaro sobre o tema.</p>
<p>E qual será a posição dos diabéticos quanto ao decreto? Interessantemente, a sociedade nacional de diabetes da Hungria se disse a favor da medida parcimoniosa. &#8220;O tratamento com insulina análoga deve ser utilizado apenas por aqueles que não conseguem alcançar níveis de glicose sangüínea corretos através de outros tratamentos&#8221;, disse o presidente da entidade, Gabor Winkler.</p>
<p>Fonte: AFP; france24.com</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=2125" target="_blank" rel="noopener">photostock / FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/na-hungria-diabetico-que-nao-se-trata-nao-mama/">Na Hungria, diabético que não se trata não mama</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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