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	<title>corpos cetônicos | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Remédio usado para diabetes pode aliviar convulsões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2014 10:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[convulsões]]></category>
		<category><![CDATA[corpos cetônicos]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[epilepsia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vezes, um efeito benéfico inesperado para uma doença pode surgir de tratamentos comprovados para outra doença. É o caso da história contada aqui. Inesperadas, as convulsões recorrentes fazem da epilepsia uma preocupação constante para médicos e pacientes. A busca por estratégias eficazes de prevenção é um desafio antigo e que acaba de ganhar uma &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Às vezes, um efeito benéfico inesperado para uma doença pode surgir de tratamentos comprovados para outra doença. É o caso da história contada aqui.</em><span id="more-7009"></span></p>
<p>Inesperadas, as <a title="O que é a SHHC?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-a-shhc/">convulsões</a> recorrentes fazem da epilepsia uma preocupação constante para médicos e pacientes. A busca por estratégias eficazes de prevenção é um desafio antigo e que acaba de ganhar uma novidade promissora. Cientistas dos Estados Unidos realizaram um experimento que resultou em melhoras nas crises por meio de um medicamento usado contra o diabetes. Os testes foram feitos com moscas de fruta, que têm o metabolismo muito diferente do dos humanos. Ainda assim, os pesquisadores acreditam que o método proposto inova na prevenção e no controle do distúrbio.</p>
<p>“Essa técnica nos permitiu identificar uma série de metabolismos quando os alteramos com drogas que afetam as convulsões. Abrimos uma nova linha de investigação, que foca no efeito de modificações dietéticas quanto à suscetibilidade dos ataques”, destaca Daniel Kuebler, autor principal da pesquisa, publicada nesta semana no Journal of Experiments Visualized, e professor de biologia da Universidade Franciscana de Steubenville, nos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo Kuebler, os cientistas já sabem que algumas dietas têm efeito sobre as convulsões. A cetogênica — baseada na proibição de carboidratos e na liberação de proteínas —, por exemplo, é usada com esse intuito desde a década de 1920. Há, no entanto, pouco consenso sobre os mecanismos subjacentes a ela. “A técnica que desenvolvemos nos permitirá entender melhor essa questão”, explica.</p>
<p>A droga utilizada provoca um efeito parecido com o da dieta cetogênica. Ao inibir a produção de glicose, a metformina leva o organismo a produzir <a title="Análise do hálito pode medir a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/analise-do-halito-pode-medir-a-glicemia/">corpos cetônicos</a>, que, por um motivo ainda não totalmente esclarecido, evitam as crises convulsivas. “A restrição calórica gera a cetogênese nas moscas, estado que alivia as convulsões em alguns casos de epilepsia juvenil em seres humanos”, explica Kuebler.</p>
<p>No experimento, as cobaias foram induzidas a crises de convulsão e tiveram o comportamento gravado por uma webcam. Com o registro, os cientistas conseguiram analisar as melhoras e as pioras apresentadas pelas moscas da fruta de acordo com o medicamento recebido. “Os sistemas de rastreamento de vídeo têm sido amplamente utilizados para analisar o movimento e detectar várias anormalidades no comportamento locomotivo desse animais. Desse modo, abrimos uma nova linha de investigação, olhando para o efeito que as modificações dietéticas têm na apreensão de sensibilidade”, destaca o cientista.</p>
<p>Por conta desse novo indício, os cientistas pretendem aprofundar a busca analisando os efeitos de outras dietas. “Agora, focamos em modificações dietéticas e como elas afetam as apreensões nas moscas. Temos analisado todas as dietas de açúcar, bem como a alimentação rica em proteínas, para observar o efeito que elas têm sobre as apreensões”, diz Kuebler.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Falta aprofundar</p>
<p>As opções disponíveis para evitar ataques convulsivos incluem medicamentos, melhora na qualidade de vida (para manter sob controle o estado emocional) e, em alguns casos, intervenção cirúrgica. Segundo Ronaldo Maciel Dias, neurologista do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a estratégia de mudanças na dieta de epilépticos também é recorrente, mas os resultados apresentados pelos cientistas da Universidade Franciscana poderão ajudar na prescrição de ferramentas mais específicas.</p>
<p>“Há algum tempo, sabemos que alimentos específicos são úteis ao funcionamento cerebral, como os que fazem parte da dieta citogênica. Quando a pessoa adota uma alimentação que reduz a glicose, ela cria uma situação de jejum induzido. Isso faz com que o organismo produza os corpos cetônicos, o que também explica o resultado positivo da metformina nesse trabalho”, explica. O especialista pondera que os estudos sobre o uso do medicamento contra o diabetes para controlar a epilepsia precisam ser mais aprofundados, assim como o acompanhamento do efeito da droga. “Mas podemos ter, sim, expectativas de que pesquisas nessa linha tragam novas alternativas terapêuticas à epilepsia”, aposta.</p>
<p>Tarso Adoni, neurologista do Hospital Sírio-Libanês, também avalia que a pesquisa americana precisa de continuidade, já que as semelhanças entre as moscas e o metabolismo humano são pequenas. “É um passo inicial, mas, ainda sim, muito importante, pois pode abrir caminho na criação de drogas para um problema que acomete pelo menos 3% da população”, destaca.</p>
<p>O neurologista frisa ainda que o remédio usado no experimento tem sido menos prescrito para o tratamento do diabetes devido aos fortes efeitos colaterais, como cólicas abdominais, náuseas e agravamento de sintomas relacionados à <a title="A cidade deixa o paulistano doente" href="http://www.diabeticool.com/a-cidade-deixa-o-paulistano-doente/">gastrite</a>. “Ele pode ter auxiliado a cetogênese nas moscas e, por isso, as melhoras quanto aos ataques, mas esse efeito precisa ser testado em humanos para, quem sabe, consigamos elaborar um novo medicamento com base nesses resultados”, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Busca por menos efeitos colaterais</p>
<p>A busca por novos medicamentos que ajudam na prevenção da epilepsia tem sido extensa. Segundo Tarso Adoni, neurologista do Hospital Sírio-Libanês, nos últimos cinco anos, o desenvolvimento de substâncias para tratar as convulsões tem se focado bastante em alternativas que surtam menos efeitos colaterais, como menor alteração no raciocínio do pacientes e menos agressão ao fígado. “Atualmente, muitas drogas mais modernas estão surgindo, como esse resultado divulgado agora pelos americanos, com o objetivo de reduzir impactos tanto do ponto de vista farmacológico quanto das intervenções cirúrgicas. Há, inclusive, estudos que pretendem a cura de muitos indivíduos”, completa.</p>
<p>Daniel Kuebler, líder do estudo que mostra o efeito da dieta cetogênica no controle da epilepsia, acredita que a técnica poderá render muitos frutos na área de pesquisa, principalmente pelo fato de poder ser adaptada em qualquer laboratório de pesquisa. “Esse sistema de baixo custo pode ser configurado facilmente em um laboratório de ensino de graduação simples e permitir aos alunos fazer ensaios de aprendizagem com base em um orçamento relativamente bem econômico”, diz. Há ainda a possibilidade de o procedimento ser utilizado no combate a outros distúrbios. “Muitas doenças afetam a locomoção, e essa técnica pode identificar defeitos sutis em relação a movimentos locomotores em moscas ou em outros insetos por sua grande aplicabilidade”, avalia Kuebler.</p>
<p><strong>Fonte: <span class="removed_link" title="http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2014/02/25/interna_vidaurbana,491276/remedio-usado-para-diabetes-pode-aliviar-convulsoes.shtml">Diário de Pernambuco</span></strong></p>
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		<title>Análise do hálito pode medir a glicemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2013 17:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[acetoacetato]]></category>
		<category><![CDATA[acetona]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo método pode chegar em breve às prateleiras das farmácias! Entenda como partículas presentes no hálito podem ajudar a monitorar o diabetes. Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool O monitoramento do diabetes é geralmente feito através de exames de sangue, método invasivo e que pode ser desagradável para os pacientes que precisam &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Novo método pode chegar em breve às prateleiras das farmácias! Entenda como partículas presentes no hálito podem ajudar a monitorar o diabetes.</p>
<p><span id="more-4912"></span></p>
<p><em><strong>Por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></em></p>
<p>O monitoramento do diabetes é geralmente feito através de exames de sangue, método invasivo e que pode ser desagradável para os pacientes que precisam fazê-los diariamente. Cientistas da Universidade de Pittsburgh, porém, estão no caminho para desenvolver um novo método tanto de monitoramento quanto de diagnóstico do diabetes. Ele é baseado em uma condição chamada de cetoacidose e consiste apenas em analisar o hálito do paciente.</p>
<figure id="attachment_4913" aria-describedby="caption-attachment-4913" style="width: 182px" class="wp-caption alignleft"><img class=" wp-image-4913 " alt="O professor Alexander Star, do Departamento de Química da Universidade de Pittsburgh, nos EUA. " src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/06/alexander-star-diabetes.gif" width="182" height="234" /><figcaption id="caption-attachment-4913" class="wp-caption-text">O professor Alexander Star, do Departamento de Química da Universidade de Pittsburgh, nos EUA.</figcaption></figure>
<p>A <a title="O que é cetoacidose?" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e-cetoacidose/"><strong>cetoacidose</strong> </a>é uma condição na qual o hálito fica com um característico “cheiro de frutas”. Esse odor se deve à presença de uma substância química chamada <strong>acetona</strong>. Nosso organismo geralmente utiliza <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicose/">glicose </a>como fonte de energia, porém em pessoas com diabetes é possível que ela não seja usada do modo como deveria. Quando isso acontece, as gorduras são utilizadas para produção de energia. Esse processo gera <a title="Conhece o termo “Diabulimia”??" href="http://www.diabeticool.com/conhece-o-termo-diabulimia/"><strong>corpos cetônicos</strong></a>, substâncias que deixam o sangue ácido. A acetona é um de três tipos de corpos cetônicos (além do acetoacetato e do beta-hidroxibutirato) e pode ser detectada no hálito. Para quem não tem diabetes, a cetoacidose pode ser sintoma da doença. Para aqueles que têm diabetes, a cetoacidose pode estar relacionada a uma dose menor de insulina do que a necessária.</p>
<p>“Uma vez que o paciente é diagnosticado com <a title="Novo jogo ensina a cuidar do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/novo-jogo-ensina-a-cuidar-do-diabetes/">diabetes</a>, ele precisa monitorar sua condição para o resto de sua vida”, diz Alexander Star, professor associado de química da Universidade de Pittsburgh e principal pesquisador do estudo. “O monitoramento atualmente é baseado na análise do sangue dos pacientes, portanto o desenvolvimento de um aparelho não invasivo, barato e simples de se usar, como um analisador de hálito, poderia mudar completamente o paradigma do automonitoramento do diabetes”.</p>
<figure id="attachment_4914" aria-describedby="caption-attachment-4914" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" class="size-full wp-image-4914 " alt="Os nanotubos de carbono são estruturas finíssimas e prometem revolucionar várias áreas, inclusive a de diagnósticos médicos." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/06/nanotubos-de-carbono.jpg" width="300" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-4914" class="wp-caption-text">Os nanotubos de carbono são estruturas finíssimas e prometem revolucionar várias áreas, inclusive a de diagnósticos médicos.</figcaption></figure>
<p>Os pesquisadores utilizaram nanotubos de carbono e dióxido de titânio para construir o equipamento capaz de detectar as partículas do <a title="De mau hálito a câncer: veja 17 alimentos que combatem doenças" href="http://www.diabeticool.com/de-mau-halito-a-cancer-veja-17-alimentos-que-combatem-doencas/">hálito</a>. Após obterem resultados promissores, o sensor já está em desenvolvimento e será testado em humanos em breve.</p>
<p>“Nossos dados indicam uma excelente capacidade de detecção”, afirma Star. “Se esse sensor for comercializado, poderia transformar a maneira como os pacientes de diabetes monitoram seus níveis de glicose”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/analise-do-halito-pode-medir-a-glicemia/">Análise do hálito pode medir a glicemia?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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