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	<title>cão | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Diabetes em cachorros e em humanos: quais são as semelhanças e as diferenças?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 17:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa descobre que há grandes diferenças entre o diabetes dos cachorros e o nosso, mas encontra, também, similaridades surpreendentes. Cães sempre foram amigos do homem, mais são ainda mais amigos do homem com diabetes! Isto porque estes animais deram sua contribuição desde os primeiros experimentos que buscaram entender a condição, e agora voltam à cena &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa descobre que há grandes diferenças entre o diabetes dos cachorros e o nosso, mas encontra, também, similaridades surpreendentes.</em><br />
<span id="more-8910"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-8917" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/diabetes-em-cachorros.jpg" alt="diabetes em cachorros" width="850" height="565" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/diabetes-em-cachorros.jpg 850w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/diabetes-em-cachorros-768x510.jpg 768w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2015/08/diabetes-em-cachorros-361x240.jpg 361w" sizes="(max-width: 850px) 100vw, 850px" /></p>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >C</span>ães sempre foram amigos do homem, mais são ainda mais <strong>amigos do homem com diabetes</strong>! Isto porque estes animais deram sua contribuição <a href="http://www.diabeticool.com/a-historia-do-diabetes-parte-1-da-antiguidade-ao-seculo-xix/">desde os primeiros experimentos</a> que buscaram entender a condição, e agora voltam à cena como auxiliares da Ciência nos estudos sobre o diabetes em humanos.</p>
[pullquote]<span style="color: #ff6600;"><strong>A amizade não acaba por aí: cachorrinhos capazes de farejar a quantidade de açúcar no sangue já salvaram a vida de muita gente que passava por episódios de hipoglicemia! <a href="http://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/">Relembre algumas destas histórias aqui</a>.</strong></span>[/pullquote]
<p>Cachorros também adquirem diabetes – e inclusive podem ser tratados com insulina, assim como seus donos. Porém, existem diferenças entre o diabetes em cães e em humanos. Por exemplo, sabemos que o diabetes tipo 1 costuma surgir cedo na vida de uma pessoa, ainda na infância. Já em cães, o DM1 aparece na meia-idade. Outra diferença: o diabetes tipo 1 humano é uma doença auto-imune (<strong><a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">saiba mais sobre isto</a></strong>), mas não há evidência alguma que comprove que o tipo 1 canino seja, também, auto-imune.</p>
<p>Cientistas da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, e da Escola de Medicina Baylor se uniram para compreender melhor “como funciona” o diabetes em cães, buscando semelhanças e diferenças com os humanos. A busca, relatada na última edição da revista PLOS ONE, traz revelações surpreendentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: left;"><span style="color: #008cc8;"><strong>DIABETES EM CÃES E HUMANOS: SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS</strong></span></h4>
<span class="bdaia-shory-dropcap" >O</span>s pesquisadores analisaram a fundo o <a href="http://www.diabeticool.com/por-que-meu-pancreas-nao-produz-insulina/"><strong>pâncreas</strong></a> dos cachorros. O pâncreas é o órgão-chave para entender o diabetes. Nele residem as <strong>células beta</strong>, produtoras da insulina. É a falta ou mau funcionamento da insulina que gera o excesso de açúcar no sangue característico do diabetes.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a principal diferença entre cães e humanos é que o pâncreas de um cachorro diabético apresenta uma <strong>redução drástica no número total de células</strong>. Não são apenas as células beta que morem; outros tipos celulares, como as células alfa, também. No nosso caso, mesmo pessoas que estão com diabetes tipo 1 há várias décadas ainda mantêm os outros tipos celulares ativos no pâncreas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">Outra diferença...</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">Outra diferença...</span></h4><div class="toggle-content"><p>Outra diferença: em humanos não-diabéticos, as células beta correspondem a ~50% do pâncreas endócrino. Em cães não-diabéticos, 80%! Este número maior de células beta talvez explique por que o diabetes tipo 1 só aparece mais tarde na vida canina&#8230;</p></div></div>
<p>Mas nem tudo é diferente. Os cientistas descobriram, também, que em cachorros a organização das células beta dentro do pâncreas é mais similar à humana do que em camundongos, o modelo clássico de estudo da doença.</p>
<div class="bdaia-toggle open"><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-open"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-up"></span><span class="txt">Cachorros também têm diabetes tipo 2?</span></h4><h4 class="bdaia-toggle-head toggle-head-close"><span class="bdaia-sio bdaia-sio-angle-down"></span><span class="txt">Cachorros também têm diabetes tipo 2?</span></h4><div class="toggle-content"><p>Tanto cachorros quanto humanos podem ter diabetes tipo 1 ou tipo 2.</p>
<p>O tipo mais comum de diabetes nos cachorros é o tipo 1. Já nos seres humanos, o tipo 1 corresponde a apenas 10% dos casos – quase todos os outros casos podem ser associados ao diabetes do tipo 2!</p></div></div>
[pullquote]Será que veremos mais pesquisas científicas sobre diabetes sendo feitas com cachorros do que com camundongos daqui para a frente?[/pullquote]
<p>“Agora que sabemos mais sobre a doença em cachorros – particularmente como eles são mais parecidos com humanos do que camundongos &#8211; , eles se tornam mais atraentes como modelos [de estudo do diabetes]”, revelou Jake Kushner, chefe da seção de diabetes pediátrica na Escola de Medicina Baylor e um dos autores do estudo.</p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-6231" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/dogs4diabetics-cachorro-diabetes.jpg" alt="dogs4diabetics cachorro diabetes" width="600" height="266" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/dogs4diabetics-cachorro-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/12/dogs4diabetics-cachorro-diabetes-415x184.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>A pesquisa também poderá ajudar criadores de cães e evitar, no futuro, a doença em filhotes.</p>
<p>“Espero que uma análise genética possa eventualmente identificar cachorros com tendência ao diabetes; a partir daí faríamos recomendações de cruzamento para diminuir a incidência e a prevalência da doença nestes animais”, disse Rebecka Hess, professora na Escola de Medicina Veterinária da Universidade da Pensilvânia, nos EUA, e autora do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Meu cão tem diabetes &#8211; e agora?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 May 2014 11:05:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Confira quais são os sintomas e os cuidados necessários com um pet diabético. Esse é o questionamento mais frequente dos donos de cães acometidos por esta doença no momento do diagnóstico. As histórias contadas por eles ao chegarem ao consultório veterinário são muito parecidas: o animal tem muita fome, come bem, mas está emagrecendo, bebe &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Confira quais são os sintomas e os cuidados necessários com um pet diabético.<span id="more-7498"></span></p>
<p>Esse é o questionamento mais frequente dos donos de cães acometidos por esta doença no momento do diagnóstico. As histórias contadas por eles ao chegarem ao consultório veterinário são muito parecidas: o animal tem muita fome, come bem, mas está emagrecendo, bebe muita água e urina muito. Alguns relatam que observam formigas juntarem na urina feita na rua ou no quintal. Em casos mais avançados, o animal apresenta fraqueza, apatia e vômito.</p>
<p>O Diabetes mellitus ocorre quando o organismo do cão produz uma quantidade insuficiente de <a title="Novidade no transplante de células produtoras de insulina" href="http://www.diabeticool.com/novidade-no-transplante-de-celulas-produtoras-de-insulina/">insulina </a>(hormônio que possibilita o uso da glicose presente na corrente sanguínea pelas células do corpo) ou não a processa corretamente. Sem insulina suficiente a glicose não pode entrar nas células e acumula-se no sangue. Por isso, seu cão pode agir como se estivesse com fome, querendo comer constantemente, mas mesmo assim continua a demonstrar sinais de desnutrição porque as suas células não conseguem absorver a glicose.</p>
<p>O diagnóstico pode ser confirmado após a realização de um exame de sangue que detecta altos níveis de glicose (açúcar) no sangue e do exame de urina com a presença de glicose (que não aparece em animais sadios).  Em casos mais graves ou descompensados, há a presença de <a title="Análise do hálito pode medir a glicemia?" href="http://www.diabeticool.com/analise-do-halito-pode-medir-a-glicemia/">corpos cetônicos</a>, que são compostos tóxicos produzidos após o organismo tentar suprir a falta de energia causada pela doença.</p>
<p><strong>Convivendo com a doença</strong></p>
<p>A maior preocupação dos proprietários de animais diabéticos é como será a rotina e a qualidade de vida dos pets a partir do diagnóstico. Uma vez confirmado o diagnóstico da doença, é necessário ainda mais dedicação e disciplina para aprender a cuidar do seu animal de estimação diabético. O objetivo é manter as concentrações de glicose em níveis não elevados, evitando picos e quedas bruscas, além de reduzir ou até eliminar os sinais da diabetes, tais como sede excessiva e muita urina.</p>
<p>A dieta desempenha um papel fundamental no controle do cão diabético. O ideal é o seu cão ter acesso à mesma quantidade de alimento, nas mesmas horas, todos os dias. Esta dieta geralmente inclui uma fonte de proteína de alto valor biológico, carboidratos complexos e fibras alimentares para permitir uma absorção mais lenta da glicose pelo aparelho digestivo. Os alimentos também devem ter também baixos níveis de gordura, serem saborosos, nutritivos e que minimizem as flutuações da concentração da glicose no sangue e ajudem o seu cão a manter um peso adequado, o que é muito importante para o controle da doença.</p>
<p><a title="Qual é o melhor exercício físico para diabéticos tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/qual-e-o-melhor-exercicio-fisico-para-diabeticos-tipo-1/">Exercício físico</a> ajuda a manter os animais ativos, saudáveis e felizes. E para cães diabéticos não é diferente, ele afeta as concentrações sanguíneas de glicose auxiliando no controle da doença.</p>
<p>No entanto, a atividade física precisa ser regular e monitorada, porque em excesso ou feito de forma inadequada pode levar a mudanças bruscas com queda nos níveis glicêmicos. Por isso, o médico veterinário sempre orienta o dono de um animal diabético a reconhecer os sintomas e orienta sobre o que fazer numa possível queda de glicemia a fim de evitar complicações e situações de emergência.</p>
<p><strong>Complicações</strong></p>
<p>Depois de aprender sobre como conviver com a doença, vem a dúvida sobre as complicações decorrentes desta doença. Os cães diabéticos podem desenvolver algumas complicações, assim como os humanos.</p>
<p>A catarata costuma ser a complicação secundária mais comum decorrente das elevadas concentrações de glicose no sangue, e que pode levar à cegueira. Evitar as altas concentrações de glicose no sangue pode ajudar a prevenir ou retardar o desenvolvimento da catarata. A insuficiência renal também pode aparecer como complicação em alguns casos.</p>
<p><strong>Grupo de risco</strong></p>
<p>Embora qualquer cão possa desenvolver diabetes, cães de meia-idade ou idosos, especialmente fêmeas não castradas são mais frequentemente acometidas.<br />
A principal causa da diabetes canina é em grande parte desconhecida, mas especialistas sugerem que a genética pode desempenhar um papel importante. Por isso, a glicemia e exames simples de urina devem fazer parte do check-up anual de todo pet.</p>
<p>Embora não exista cura, a doença pode ser controlada com sucesso com injeções diárias de insulina, alterações na rotina e na dieta. Com um controle bem sucedido da diabetes o seu cão pode levar uma vida feliz, saudável, ativa e com qualidade de vida. O relacionamento com o veterinário nestes casos fica bastante próximo, pois a família e o médico precisam trabalhar juntos para um bom controle e o sucesso no tratamento.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/fernanda-fragata/noticia/2014/05/meu-cao-tem-diabetes-e-agora.html" target="_blank" rel="nofollow">Época</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/meu-cao-tem-diabetes-e-agora/">Meu cão tem diabetes – e agora?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Millie, a heroína que salvou uma vida com as próprias patas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Dec 2012 20:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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		<category><![CDATA[Paul McKenzie]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cachorrinha especialmente treinada salva, de maneira surpreendente, a vida de dono que havia entrado em coma diabético. A vida de Paul McKenzie não é fácil. O senhor de 47 anos, divorciado, sofre de neuropatia &#8211; ou danos nos nervos, uma complicação comum do diabetes &#8211; e tem de se locomover em uma cadeira de rodas. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cachorrinha especialmente treinada salva, de maneira surpreendente, a vida de dono que havia entrado em coma diabético.</em></p>
<p><span id="more-2495"></span></p>
 Paul McKenzie e sua grande amiga &#8211; e heroína &#8211; Millie.
<p>A vida de <span>Paul McKenzie</span> não é fácil. O senhor de 47 anos, divorciado, sofre de <a title="Quais são os efeitos do diabetes no corpo humano?" href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/quais-sao-os-efeitos-do-diabetes-no-corpo-humano/"><strong>neuropatia</strong> </a>&#8211; ou danos nos nervos, uma complicação comum do diabetes &#8211; e tem de se locomover em uma cadeira de rodas. Toda vez que algo caía no chão, a dificuldade em recuperar o objeto era imensa e tombos dolorosos eram comuns de ocorrer. Em vista disto, Paul decidiu adotar um cachorro para lhe fazer companhia e ajudar em pequenas tarefas domésticas. Foi assim que a cadela Millie, uma esperta labradora, entrou em sua vida &#8211; e a salvou, como veremos!</p>
<p>Millie foi treinada como ajudante para pessoas com deficiências pela ONG britânica <span>Canine Partners</span>, especializada neste tipo de adestramento. Uma das características dos cães da associação é que eles aprendem desde cedo a utilizar um aparelho chamado de &#8220;botão do pânico&#8221;. Toda vez que seu dono se encontrar em dificuldades, basta que ele grite &#8220;alarme!&#8221; e o cachorro corre para pressionar o botão. Com isto, um número de telefone é discado e equipes de plantão tentarão entrar em contato com a pessoa em apuros através de alto-falantes instalados em sua casa. Caso não haja resposta, o serviço de emergência é ativado e os vizinhos são postos em alerta. Paul já utilizou este moderno serviço de ajuda cerca de dez vezes nos últimos dois anos e meio. <strong>Porém, no último mês, mesmo que quisesse, não conseguiria usá-lo</strong>.</p>
<p>&#8220;Eu havia saído pela manhã com a Millie para fazer umas comprar e tudo estava bem, apenas minha glicemia se mantinha baixa&#8221;, relembra o sr. McKenzie. &#8220;Eu almocei, mas depois passei mal e fiquei um pouco ruim à tarde. Lá pelas 18:30, Millie e eu brincamos de cabo-de-guerra, o que foi minha última recordação por um tempo&#8221;. As taxas de açúcar no sangue de Paul estavam atingindo um limite perigosamente baixo. &#8220;O botão do pânico foi pressionado às 19:45. A equipe estava gritando para mim através do alto-falante &#8211; normalmente podemos nos comunicar através dele não importa onde eu esteja no apartamento -, mas quando eles não ouviram respostas, perceberam que foi a Millie quem apertou o botão e pediu ajuda.&#8221;</p>
 Alto falante através do qual Paul pode se comunicar com as equipes de emergência.
<p><strong>Dedicação canina</strong></p>
<p>O que impressionou tanto a equipe de emergência quanto o próprio sr. McKenzie foi que <strong>Millie nunca havia sido treinada para fazer o que fez</strong>. Todos os cachorros da Canine Partners sabem que devem pressionar o &#8220;botão de pânico&#8221; quando seus donos mandarem, porém nenhum deles é ensinado a apertá-lo quando não há ordem. Paul havia entrado em <a title="Crianças salvam mãe de coma diabético fatal" href="http://www.diabeticool.com/criancas-salvam-mae-de-coma-diabetico-fatal/"><strong>coma diabético</strong></a> &#8211; situação crítica na qual os níveis de glicose atingem níveis tão baixos que a pessoa perde completamente a consciência e pode morrer caso não receba tratamento com urgência &#8211; e, portanto, estava desacordado e não poderia gritar &#8220;alarme!&#8221;, alertando assim Millie. Mesmo assim, a labradora mostrou enorme inteligência e não tardou em chamar a ajuda.</p>
 Millie mostra o botão de emergência.
<p>&#8220;A Millie é minha própria Lassie &#8211; ela salvou minha vida, e <strong>se não fosse por ela, eu não estaria aqui hoje</strong>&#8220;, emociona-se Paul. &#8220;Eu não consigo acreditar o quão esperta ela é. Nós a treinamos para apertar o botão de emergência sob meu comando, e eu muitas vezes o uso para chamar ajuda quando eu caio em casa e não consigo me levantar. Porém nunca, nem em meus sonhos mais malucos, eu pensei que a Millie entendia as conseqüências de ela pressionar o botão &#8211; que a ajuda sempre vinha.&#8221; O dono derrete-se de elogios pela peluda amiga: &#8220;O serviço de emergência ficou maravilhado quando percebeu que havia sido meu cachorro que pediu ajuda.&#8221;</p>
<p><strong>&#8220;Ela é uma em um milhão &#8211; minha melhor amiga&#8221;.</strong></p>
<div style="background-color: #dadad1; border: 2px solid black; padding: 10px;">Relembre outras histórias emocionantes de dedicação de cachorros aos seus donos diabéticos nos links abaixo:<br />
&#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/">Já ouviu falar nos cachorros que farejam a glicemia?</a></strong>&#8221;<br />
&#8220;<strong><a href="http://www.diabeticool.com/como-e-que-eles-conseguem/">Como é que eles conseguem?</a></strong>&#8220;</div>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/millie-a-heroina-que-salvou-uma-vida-com-as-proprias-patas/">Millie, a heroína que salvou uma vida com as próprias patas</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como é que eles conseguem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Aug 2012 13:43:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[canil]]></category>
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		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[Lilly]]></category>
		<category><![CDATA[Lilly Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresa farmacêutica Lilly patrocina pesquisa &#8220;de ponta&#8221; visando a descobrir como é que cachorros são capazes de farejar hipoglicemia em seus donos. Já faz um bom tempo que pessoas com dificuldades de locomoção ou deficiências visuais utilizam cães companheiros para ajudá-las no dia a dia. Só mais recentemente é que cachorros começaram a ser utilizados &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Empresa farmacêutica Lilly patrocina pesquisa &#8220;de ponta&#8221; visando a descobrir como é que cachorros são capazes de farejar hipoglicemia em seus donos.</em></p>
<p><span id="more-1169"></span></p>
<p style="text-align: center;"><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/cachorro-remedios-2-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Já faz um bom tempo que pessoas com dificuldades de locomoção ou deficiências visuais utilizam cães companheiros para ajudá-las no dia a dia. Só mais recentemente é que cachorros começaram a ser utilizados no auxílio aos diabéticos. Animais treinados são capazes de farejar a hipoglicemia em seus donos. Apesar de caros &#8211; um cachorrinho treinado neste tipo de reconhecimento custa cerca de R$40,000 -, eles se tornam uma ajuda valiosa, especialmente para diabéticos tipo 1, os quais são muito mais propensos a ter crises de hipoglicemia. Além disso, como diabéticos tipo 1 possuem a condição desde muito cedo na vida, tendem a perder paulatinamente a capacidade de reconhecer os sintomas da hipoglicemia com o passar dos anos, o que é muito perigoso. Passar muito tempo com baixas taxas de glicose no sangue pode levar a convulsões, à perda de consciência e até mesmo à morte. Ter um cão farejador ao lado torna-se uma companhia inestimável.</p>
<p>Visando a entender o que exatamente estes cães treinados farejam em seus donos, a farmacêutica Lilly, através de sua divisão de diabetes, está financiando pesquisas em associação com canis dos EUA. Como disse um dos representantes da empresa, &#8220;Nós entendemos algumas das mudanças bioquímicas que ocorrem com a hipoglicemia, mas nós ainda não temos uma visão temporal abrangente destas mudanças, nem entendemos o que exatamente o cachorro sente. (&#8230;) O odor que captam parece ser bastante específico; de fato, cachorros são treinados de acordo com o cheiro de seus donos. Então se pudermos identificar o que o cachorro fareja, pode ser possível expô-los a quantidades maiores deste composto para um treinamento mais rápido e eficiente. Mas o que é empolgante nisso é como poderemos aplicar as descobertas para soluções práticas de tratamentos para pessoas com diabetes. Este é o cerne de tudo o que fazemos&#8221;.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.prnewswire.com/news-releases/lilly-supports-research-to-determine-what-a-dogs-nose-knows-about-people-with-diabetes-and-severe-hypoglycemia-164252006.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Se já é gostoso ter um cachorrinho em casa fazendo companhia, imagine um que auxilie ainda no tratamento do diabetes! Farejar baixas taxas de açúcar no sangue do dono e alertá-lo do perigo são uma enorme ajuda aos diabéticos, especialmente os do tipo 1, que costumam perder cedo a sensibilidade para os sintomas da hipoglicemia (cerca de 5 a 10 anos após o diagnóstico). Daí, quem não tem cão caça com picadas rotineiras no dedo &#8211; o que não é tão agradável quanto uma latida de alerta, convenhamos! </strong></p>
<p><strong>Comentamos sobre estes cães especiais <a href="http://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/" target="_blank" rel="noopener">neste post</a>, no qual uma mamãe diabética resolveu adquirir um depois que quase foi dormir com sua glicemia perigosamente baixa. </strong></p>
<p><strong>Agora é esperar que a moda chegue ao Brasil &#8211; e que os preços por aqui sejam um pouco menos salgados!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-e-que-eles-conseguem/">Como é que eles conseguem?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Já ouviu falar nos cachorros que farejam a glicemia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 17:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[animal]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[canil]]></category>
		<category><![CDATA[cão]]></category>
		<category><![CDATA[choque diabético]]></category>
		<category><![CDATA[hipoglicemia]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cães treinados para detectar níveis de glicose no sangue de seus donos são uma maneira curiosa de manter a saúde em dia. A norte-americana Becky Russo, 25 anos, estava prestes a dormir quando, de última hora, decidiu medir sua glicemia. Ficou tão chocada com o resultado no mostrador que perdeu o sono: a taxa de &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cães treinados para detectar níveis de glicose no sangue de seus donos são uma maneira curiosa de manter a saúde em dia.</em></p>
<p><span id="more-1116"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/07/cachorro-remedios-diabetes.jpg"></span></p>
<p>A norte-americana Becky Russo, 25 anos, estava prestes a dormir quando, de última hora, decidiu medir sua glicemia. Ficou tão chocada com o resultado no mostrador que perdeu o sono: a taxa de glicose no sangue estava tão baixa, <a title="A quase inacreditável história de Pudim, o gato" href="http://www.diabeticool.com/a-quase-inacreditavel-historia-de-pudim-o-gato/" target="_blank" rel="noopener">mas tão baixa</a>, que, se tivesse dormido, talvez não mais acordasse. Becky tem diabetes tipo 1 e teve <a title="Diabetes Tipo 1 combina, sim, com amamentação!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-1-combina-sim-com-amamentacao/" target="_blank" rel="noopener">diabetes gestacional</a> enquanto aguardava o nascimento da sua menininha, Vivi. Imaginar ter um choque hipoglicêmico durante a noite, sem mais ninguém em casa para cuidar de Vivi, fez com que Becky repensasse seus cuidados com o diabetes.</p>
<p>Ela resolveu procurar a ajuda de canis especializados, nos quais cachorros são treinados para ajudar diabéticos. Desde filhotinhos, eles são atraídos até um vasilhame com leite através de um pano embebido em solução com pouco açúcar diluído &#8211; simulando a hipoglicemia sangüínea. Após anos de treino, esses cães são capazes de farejar baixas taxas de açúcar no sangue de seus donos, sendo um alerta barulhento e efetivo para se corrigir o desvio! Dependendo do treinamento que recebem, alguns até mesmo são capazes de ir buscar medicamentos para seu dono, caso sintam alguma coisa errada.</p>
<p>Becky só não comprou ainda um cão desses porque, apesar de ajudarem os doces diabéticos, seus preços são bem salgados: um animal adulto custa em torno de R$40,000.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><span class="removed_link" title="http://www.pressconnects.com/article/20120703/NEWS01/207030409/Dog-could-help-alert-mom-low-blood-sugar-before-diabetic-crash?odyssey=tab|topnews|text|FRONTPAGE&amp;nclick_check=1"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></span></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O estado de choque diabético é algo realmente assustador, como ilustra a história de Becky. <a title="Miseráveis encontros entre motoristas diabéticos e a polícia" href="http://www.diabeticool.com/miseraveis-encontros-entre-motoristas-diabeticos-e-a-policia/" target="_blank" rel="noopener">Motoristas diabéticos</a> sabem bem disto! Por isso é fundamental checar sempre como anda sua glicemia, especialmente antes de sonecas e de realizar atividades potencialmente perigosas. </strong></p>
<p><strong>Um fato interessante no caso acima é que diabéticos, em especial os do tipo 1, possuem uma capacidade natural de perceber quando estão com hipoglicemia. Os sintomas são característicos e fáceis de identificar. Essa sensibilidade costuma diminuir apenas após uma década, 15 anos ou mais de convívio com a doença. Por isso é curioso Becky, tão novinha, já sentir estes efeitos. É bom que ela compre um babão amigo quadrúpede logo!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/ja-ouviu-falar-nos-cachorros-que-farejam-a-glicemia/">Já ouviu falar nos cachorros que farejam a glicemia?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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