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	<title>BMC Medicine | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Fator de risco para o diabetes: namorar um(a) diabético(a)!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 14:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
		<category><![CDATA[fator de risco]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Kaberi Dasgupta]]></category>
		<category><![CDATA[parceiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa surpreende ao constatar que parceiros de diabéticos tipo 2 têm chances maiores de desenvolver a doença. Entenda os motivos. Por esta ninguém esperava. Estar em um relacionamento amoroso com um diabético tipo 2 aumenta em 26% os riscos do companheiro desenvolver, ele também, diabetes. A constatação veio de uma pesquisa científica publicada na última &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa surpreende ao constatar que parceiros de diabéticos tipo 2 têm chances maiores de desenvolver a doença. Entenda os motivos.</em><span id="more-6690"></span></p>
<p>Por esta ninguém esperava. Estar em um relacionamento amoroso com um diabético tipo 2 <strong>aumenta em 26%</strong> os riscos do companheiro desenvolver, ele também, diabetes. A constatação veio de uma pesquisa científica publicada na última sexta-feira na revista <em>BMC Medicine</em>.</p>
<p>É a primeira vez que &#8220;relacionar-se com um diabético&#8221; entra na lista de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-2/">fatores de risco </a>para o diabetes. Até então, apenas ações como fumar, ser sedentário e estar acima do peso &#8211; ou seja, hábitos que envolvem somente a própria pessoa &#8211; eram consideradas de risco para o desenvolvimento da doença metabólica.</p>
<p>Os pesquisadores do Centro Médico da Universidade McGill, no Canadá, realizaram uma revisão de seis artigos científicos publicados anteriormente e que possuíam informações sobre a saúde dos participantes e de seus parceiros. No total, foram analisados os dados de mais de 75 mil casais.</p>
<p>&#8220;Quando nós falamos sobre o histórico familiar de diabetes tipo 2, nós geralmente entendemos que os riscos maiores dentro de uma família resultam de fatores genéticos. Mas o que a nossa análise demonstrou é que o risco é compartilhado com os cônjuges&#8221;, disse a doutora Kaberi Dasgupta, uma das autoras do trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>EXPLICAÇÕES</strong></p>
<p>Qual seria o motivo de cônjuges de diabéticos tipo 2 correrem riscos maiores de desenvolver a doença? Apesar de não darem certezas, os cientistas propõe uma hipótese.</p>
<p>Segundo eles, parceiros amorosos costumam compartilhar os mesmos ambientes e hábitos de vida. Isto significa que o casal, no geral, compartilha do mesmo tipo de <a href="http://www.diabeticool.com/noticias/receitas-nutricao/">alimentação</a>, das mesmas atividades físicas (ou falta delas) e, até mesmo, de um estilo de vida mais agitado (que pode levar à pressão alta e ao colesterol alto, também precursores do diabetes).</p>
<p>&#8220;[Os resultados] ressaltam os efeitos de se partilhar ambiente, atitudes e comportamentos, os quais presumivelmente são o motivo do risco compartilhado. Nossos dados não vem de apenas um estudo, mas sim da síntese dos trabalhos existentes&#8221;, frisou a dra. Dasgupta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O LADO BOM DA HISTÓRIA</strong></p>
<p>A cientista explicou que vê um lado positivo nas suas descobertas. Segundo Dasgupta, saber que namorar uma diabética tipo 2 eleva os riscos de desenvolver a doença pode ser um <strong>ótimo sinal de alerta</strong> para homens cuidarem melhor da <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Isto porque homens tendem a realizar menos exames médicos ao longo da vida, incluindo testes de açúcar no sangue.</p>
<p>Estar apaixonado por alguém que monitora continuamente a glicemia pode ser, assim, um lembrete de que a doçura do relacionamento deve ficar bem longe dos vasos sangüíneos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Para ler o artigo científico: &#8220;<em><a href="http://www.biomedcentral.com/1741-7015/12/12/abstract">Spousal diabetes as a diabetes risk factor: A systematic review and meta-analysis</a></em>&#8220;</strong></p>
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		<title>Para nossa alegria: remédio para diabetes diminui também a depressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 20:02:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
		<category><![CDATA[BMC Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Wahlqvist]]></category>
		<category><![CDATA[metformina]]></category>
		<category><![CDATA[Parkinson]]></category>
		<category><![CDATA[Taiwan]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Monash]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Medicamento mais utilizado no Brasil para tratar o diabetes possui outro efeito positivo: corta pela metade a incidência de depressão em diabéticos tipo 2. &#160; A metformina é o princípio ativo dos medicamentos antidiabéticos mais vendidos e receitados tanto no Brasil quanto nos EUA. Ela funciona ao inibir a liberação de glicose pelo fígado, o &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Medicamento mais utilizado no Brasil para tratar o diabetes possui outro efeito positivo: corta pela metade a incidência de depressão em diabéticos tipo 2.</em></p>
<p><span id="more-2186"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A metformina é o princípio ativo dos medicamentos antidiabéticos mais vendidos e receitados tanto no Brasil quanto nos EUA. Ela funciona ao inibir a liberação de glicose pelo fígado, o que ajuda a diminuir as taxas de açúcar no sangue, além de melhorar a sensibilidade das células do corpo à insulina. Mais do que ser uma excelente medida contra o diabetes, pesquisas já haviam demonstrado que <strong>a metformina estimula o crescimento dos neurônios </strong>(veja na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/">A Inteligência Diabética</a>&#8220;), as células cerebrais. Agora, mais um benefício do uso do medicamento foi encontrado: <strong>ele também combate a depressão</strong>.</p>
<p>Cientistas de Taiwan realizaram um amplo estudo de 12 anos e concluíram que diabéticos que tomavam a metformina eram menos propensos a desenvolver alterações patológicas de comportamento, além de doenças como <a title="As picadas no dedo estão com os dias contados" href="http://www.diabeticool.com/as-picadas-no-dedo-estao-com-os-dias-contados/">Parkinson </a>e <a title="Remédio para diabetes surpreende e melhora a memória e o aprendizado" href="http://www.diabeticool.com/remedio-para-diabetes-surpreende-e-melhora-a-memoria-e-o-aprendizado/">Alzheimer</a>. Quanto à <a title="O quão difícil é receber a notícia do diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-quao-dificil-e-receber-a-noticia-do-diabetes/">depressão</a>, o uso do medicamento diminuía em até 50% os casos do distúrbio neurológico. O trabalho foi feito por pesquisadores da Universidade Monash e do Centro Nacional de Pesquisas de Saúde e aparece online no site do periódico <a title="Como melhorar o humor, a glicemia e a qualidade de vida da maneira mais simples possível!" href="http://www.diabeticool.com/como-melhorar-o-humor-a-glicemia-e-a-qualidade-de-vida-da-maneira-mais-simples-possivel/">BMC Medicine</a>.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/?p=353">Já era sabido que diabéticos</a> eram mais propensos a ter problemas de humor e depressão. Após esta pesquisa, novas idéias surgiram acerca da ligação entre as condições. Diz o professor Mark Wahlqvist, do Departamento de Epidemiologia e Medicina Preventiva da Universidade Monash: &#8220;Em pesquisas anteriores, nós descobrimos que a demência e o mal de Parkinson &#8211; as formas mais comuns de doenças neurodegenerativas &#8211; são muito mais comuns após o início do diabetes. O mesmo parece ser verdade para distúrbios de humor, incluindo todas as formas de depressão. Nós descobrimos que depressão e diabetes têm maiores chances de ocorrer juntas do que seria esperado a partir de suas respectivas prevalências individuais.&#8221; O professor complementa: &#8220;É possível que processos neurodegenerativos estejam influindo na depressão associada ao diabetes e que o uso da metformina minimize este risco.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/um-remedio-dois-efeitos-beneficos/">Para nossa alegria: remédio para diabetes diminui também a depressão</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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