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	<title>bactéria | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>A Teoria da Higiene e o Diabetes Tipo 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2013 21:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo estudo demonstra que a famosa &#8220;teoria da higiene&#8221; pode ser uma explicação plausível para o surgimento do diabetes tipo 1. Entenda! Ninguém entende por que o sistema de defesa de algumas pessoas passa a atacar o próprio corpo. Esta é a causa das doenças autoimunes, como por exemplo o diabetes tipo 1. Neste caso, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novo estudo demonstra que a famosa &#8220;teoria da higiene&#8221; pode ser uma explicação plausível para o surgimento do diabetes tipo 1. Entenda!</em></p>
<p><span id="more-4093"></span></p>
 Se sujar faz bem &#8211; eis uma verdade que vai muito além do slogan publicitário!
<p>Ninguém entende por que o sistema de defesa de algumas pessoas passa a atacar o próprio corpo. Esta é a causa das <a title="A falha de defesa do sistema de defesa" href="http://www.diabeticool.com/a-falha-de-defesa-do-sistema-de-defesa/"><strong>doenças autoimunes</strong></a>, como por exemplo o <a title="Por que o transplante de células-tronco não é a cura para o diabetes tipo 1?" href="http://www.diabeticool.com/por-que-o-transplante-de-celulas-tornco-nao-e-a-cura-para-o-diabetes-tipo-1/"><strong>diabetes tipo 1</strong></a>. Neste caso, as células que deveriam proteger o organismo contra invasores externos passam a destruir as células do pâncreas que produzem a insulina, causando o diabetes. Ao longo das últimas décadas, várias teorias foram propostas tentando explicar por que motivo o sistema imune parte para o auto-ataque. Uma das hipóteses mais conceituadas é a &#8220;<strong>teoria da higiene</strong>&#8221; &#8211; a qual parece ter recebido um reforço importante na última semana.</p>
<p>Na reunião da Sociedade de Endocrinologia inglesa deste ano, o cientista Stephen Fava apresentou um trabalho que demonstra que há grandes chances da &#8220;teoria da higiene&#8221; ser uma explicação correta para a incidência do diabetes tipo 1. Apesar dos dados apresentados não comprovarem definitivamente que a teoria é certa, eles fornecem fortes evidências de que ela é uma explicação bastante plausível para o número cada vez maior de casos de diabetes no mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DO QUE SE TRATA A TEORIA DA HIGIENE?</strong></p>
<p>A idéia por trás da teoria da higiene é bem simples. Segundo ela, o sistema de defesa do corpo humano precisa ser estimulado desde cedo para que funcione corretamente. Este estímulo é dado quando a criança entra em contato com germes, <a title="Como achar um diabético com um microscópio" href="http://www.diabeticool.com/como-achar-um-diabetico-com-um-microscopio/">bactérias</a> e parasitas naturalmente presentes na Natureza.</p>
<p>Todavia, hoje em dia a maioria das pessoas vive em ambientes extremamente limpos e busca manter seus filhos pequenos em condições impecáveis de asseio e higiene. Por um lado, isto é ótimo, já que evita doenças e infecções desnecessárias. Por outro, tanta &#8220;higiene&#8221; pode acabar sendo prejudicial ao desenvolvimento da criança, fazendo com que ela não entre em contato com elementos nocivos à saúde e que, assim, seu sistema imune deixe de ser &#8220;treinado&#8221;. Um <a title="As Bactérias do Bem" href="http://www.diabeticool.com/as-bacterias-do-bem/">sistema imune</a> que não recebeu estímulos tem mais chances de sofrer colapsos no futuro e não trabalhar direito &#8211; podendo até mesmo atacar o próprio organismo.</p>
 Entrar em contato com a natureza pode ser um caminho na prevenção de doenças autoimunes.
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE O NOVO TRABALHO CIENTÍFICO DESCOBRIU</strong></p>
<p>O estudo do professor Fava, que trabalha na Universidade de Malta, descobriu que as taxas de incidência de diabetes tipo 1 são maiores em países onde a mortalidade por doenças infecciosas é baixa. Em outras palavras, quanto mais &#8220;higiênico&#8221; o país, maiores são os índices de diabetes tipo 1.</p>
<p>&#8220;O aumento global do diabetes tipo 1 é um fenômeno sem explicação. Muitos sugerem que a exposição &#8211; ou melhor, a falta de exposição &#8211; a doenças infecciosas durante a juventude pode estar relacionada ao desenvolvimento da autoimunidade&#8221;, explicou Fava.</p>
<p>&#8220;Nossos dados dão suporte à noção de que o sistema imune pode, de alguma forma, se tornar desorganizado e atacar as próprias células do corpo se ele não for treinado através da exposição regular a microorganismos &#8211; que é a chamada &#8220;teoria da higiene&#8221; &#8220;, complementou o cientista.</p>
<p><strong>+ Na matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/prevenindo-o-diabetes-com-vermes/">Prevenindo o diabetes&#8230;com vermes?</a>&#8220;, do dia 31.12.2012, o <em>Diabeticool</em> conta a história da pesquisadora que, com base na teoria da higiene, sugere a ingestão de centenas de ovos de vermes a fim de prevenir o diabetes! É impressionante!</strong></p>
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		<title>As Bactérias do Bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jan 2013 16:40:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Macpherson]]></category>
		<category><![CDATA[bactéria]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novos estudos revelam que bactérias de nosso próprio intestino podem ajudar na prevenção do diabetes. por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool Todos nós temos um enorme número de bactérias e outros micro-organismos vivendo em nossos corpos. Não são bactérias que causam doenças ou infecções, mas bactérias que convivem em harmonia conosco e &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Novos estudos revelam que bactérias de nosso próprio intestino podem ajudar na prevenção do diabetes</em>.</p>
<p><span id="more-2961"></span></p>
<p><strong>por Ricardo Schinaider de Aguiar, especial para o Diabeticool</strong></p>
 Na figura, podemos ver células do intestino em azul e, em vermelho, uma densa<br />camada de bactérias (Fonte: Dr. Li Hai, UCVM, Universidade de Bern).
<p>Todos nós temos um enorme número de <a title="Como achar um diabético com um microscópio" href="http://www.diabeticool.com/como-achar-um-diabetico-com-um-microscopio/">bactérias </a>e outros micro-organismos vivendo em nossos corpos. Não são bactérias que causam doenças ou infecções, mas bactérias que convivem em harmonia conosco e que inclusive nos trazem benefícios, como a colaboração na digestão de diversos tipos de alimentos e até mesmo ajuda na prevenção de moléstias como a <em>salmonella</em>. Grupos de pesquisadores liderados por Jayne Danska, da Universidade de Toronto, e Andrew Macpherson, da Universidade de Bern, descobriram um novo e importante papel que essas bactérias podem desempenhar em nossos organismos: a prevenção da diabete.</p>
<p>Em jovens e crianças, <a href="http://www.diabeticool.com/perguntas-respostas/o-que-causa-diabetes/">a diabete pode ser causada por</a> danos nas células do pâncreas responsáveis pela produção de <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina </a>e que são causados por células do próprio sistema imune. A razão para isso parece ser genética. Estudos já haviam demonstrado que ratos com tendência a ter diabete possuíam um mesmo gene que tornavam humanos também mais suscetíveis à doença. Agora, com a ajuda dos laboratórios da Universidade de Bern, os pesquisadores comprovaram que bactérias intestinais, especialmente em ratos machos, produzem hormônios capazes de impedir o desenvolvimento da diabete, mesmo naqueles que possuem a tendência genética.</p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/a-explosao-do-diabetes-infantil/">O crescimento do número de crianças diabéticas visto nos últimos anos</a> faz alguns médicos falarem em uma possível epidemia de diabetes no futuro. Com essa descoberta, abre-se uma nova possibilidade para diminuir essa alta incidência de diabete, principalmente em pessoas que já nascem com uma predisposição genética para a doença. “Nós esperamos que com uma melhor compreensão sobre como essas bactérias intestinais previnem a diabete, nós poderemos criar novos tratamentos que impeçam o desenvolvimento da doença em jovens e crianças”, afirma Andrew Macpherson.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div style="background-color: #e9e9e3; border: 2px solid black; padding: 10px;">Ricardo Aguiar é formado em Ciências Biológicas pela Unicamp e atualmente faz o curso de &#8220;Especialização em Divulgação Científica&#8221; no Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), também pela Unicamp.</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Matérias relacionadas:</strong><br />
<a href="http://www.diabeticool.com/como-achar-um-diabetico-com-um-microscopio/">Como achar um diabético com um microscópio</a> &#8211; 21.11.2012</p>
<p>Chineses descobrem que diabéticos e não-diabéticos possuem seres vivos bem diferentes morando dentro de seus corpos.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/as-bacterias-do-bem/">As Bactérias do Bem</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Como achar um diabético com um microscópio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2012 18:31:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Chineses descobrem que diabéticos e não-diabéticos possuem seres vivos bem diferentes morando dentro de seus corpos. Estamos nos referindo, mais especificamente, à rica fauna de bactérias que habitam o sistema digestivo humano. Estes microscópicos seres vivos são tão numerosos que acredita-se que existam cerca de 1000 espécies vivendo nas nossas entranhas. Para cada célula humana, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Chineses descobrem que diabéticos e não-diabéticos possuem seres vivos bem diferentes morando dentro de seus corpos.</em></p>
<p><span id="more-1979"></span></p>
<p style="text-align: center;">
<p>Estamos nos referindo, mais especificamente, à rica fauna de <em><a title="Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio" href="http://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/"><strong>bactérias</strong> </a></em>que habitam o sistema digestivo humano. Estes microscópicos seres vivos são tão numerosos que acredita-se que existam cerca de 1000 espécies vivendo nas nossas entranhas. Para cada célula humana, são 10 microorganismos compartilhando espaço no estômago, intestinos e demais órgãos internos. E isto é <em>bom</em>, uma vez que as bactérias nos ajudam a digerir alimentos e liberar nutrientes.  A não ser que estejamos doentes e debilitados, o tipo e a quantidade de bactérias mantêm-se constante entre todas as pessoas. Isto é, desde que ela não seja diabética.</p>
<p>Uma pesquisa publicada na última edição da aclamada revista científica <a title="Saúde que vem da natureza" href="http://www.diabeticool.com/saude-que-vem-da-natureza/"><em>Nature</em></a>, realizada no instituto BGI-Shenzhewn, na China, descobriu que a fauna bacteriana de diabéticos tipo 2 é tão diferente daquela de pessoas saudáveis que este fato pode ser usado para identificar quem tem ou não a doença.</p>
<p>Vamos às diferenças! Em pessoas com diabetes tipo 2, os cientistas encontraram menor produção de <span style="color: #ff9900;"><strong>butirato</strong> </span>pelas bactérias, menor metabolismo de <span style="color: #339966;"><strong>cofatores</strong> </span>e <span style="color: #ff0000;"><strong>motilidade</strong> </span>comprometida. Calma, vamos explicar cada ponto! O <span style="color: #ff9900;">butirato</span> é uma molécula ligada à facilidade na digestão de alimentos e produção de enzimas digestivas. Além disso, ela é importante na manutenção saudável dos tecidos do trato digestivo, em seu desenvolvimento e reparo. Já os <span style="color: #339966;">cofatores</span> são compostos químicos que atuam como &#8220;ajudantes&#8221; em vários processos celulares. <span style="color: #ff0000;">Motilidade</span> é um termo que se refere à facilidade das células em se mover, mudar de formato ou se dividir. Ou seja, os três elementos são muito importantes na manutenção de um sistema digestivo ativo e sadio, o que nos leva a imaginar que os voluntários diabéticos do estudo possivelmente apresentavam maiores índices de problemas gástricos e de nutrição.</p>
<p>Além disso, os chineses também notaram componentes &#8220;estranhos&#8221; nos tratos digestivos dos diabéticos. Foram identificadas proteínas e patógenos oportunistas que afetam vários processos do <a title="Turnos noturnos aumentam os riscos de diabetes tipo 2" href="http://www.diabeticool.com/turnos-noturnos-aumentam-os-riscos-de-diabetes-tipo-2/">metabolismo</a> das células, como resistência à medicamentos e o stress oxidativo.</p>
<p>O Ph.D. Junjie Qin, líder do estudo, disse que seu trabalho vem mostrar que conclusões anteriores, as quais sustentavam que as diferenças de fauna bacteriana entre seres humanos eram devidas somente a efeitos do ambiente, devem ser revistas.</p>
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		<title>Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jun 2012 17:03:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.  Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Testes em camundongos com diabetes mostram melhora instantânea no fechamento de machucados através da nova terapia.</em> <span id="more-712"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/machudao-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Dentre todos os efeitos do diabetes no organismo humano, um dos mais prevalentes e aparentes é a dificuldade de cicatrização de feridas. Machucados que não saram são o tipo mais severo de feridas crônicas, afetando milhões de pessoas anualmente. Muitos dos aproximados 350 milhões de diabéticos no mundo desenvolvem úlceras nos pés, o que leva a amputações em 10-15 milhões de casos. Mesmo assim, ainda hoje, o tratamento primário para lesões em diabéticos consiste em aplicação de compressas e bandagens; não existe medicação efetiva conta a condição.</p>
<p>Ou, talvez, não <em>existia</em>. Pesquisadores de Universidade de Umeå, na Suécia, publicaram no periódico <em>Blood</em> o resultado de anos de pesquisas com uma proteína chamada de plasminogênio. Os dados são tão animadores que os cientistas, agora, esperam apenas um patrocínio para iniciar análises clínicas de um novo remédio para cicatrização, cujo princípio ativo já foi testado, com enorme sucesso, em camundongos.</p>
<h3>O segredo do plasminogênio</h3>
<p>O plasminogênio é uma proteína já bem conhecida pela Ciência, produzida pelo fígado e encontrada em todos os fluidos corporais. <span style="color: #334c80;">Os pesquisadores da Umeå foram capazes de reavaliar sua função e demonstrar que sua concentração aumenta dramaticamente dentro e ao redor de lesões, o que é um sinal importante para se iniciar a reação inflamatória necessária à cicatrização. Em diabéticos, esta concentração não aumenta tanto, o que parece ser a razão pela qual as feridas não saram. A fim de testar tal hipótese, os cientistas injetaram plasminogênio ao redor de machucados em camundongos e ratos diabéticos. O processo de cicatrização começou imediatamente, e as feridas eventualmente fecharam por completo.</span></p>
<h3>Nova medicação</h3>
<p>Uma linhagem celular produtora de plasminogênio em larga escala já foi desenvolvida em Umeå e os pesquisadores esperam apenas financiamento para que o desenvolvimento de uma nova medicação se inicie. As expectativas são altíssimas, uma vez que a proteína é endógena (produzida pelo organismo) e, por isso, não deve apresentar efeitos colaterais. A princípio, os cientistas concentram seus esforços nos machucados de diabéticos, porém o plasminogênio tem o potencial de auxiliar a cura de outras feridas (como perfurações da membrana timpânica e periodontite), além de ser efetivo na destruição de bactérias resistentes a antibióticos, devido às suas propriedades pró-inflamatórias.</p>
<p>&#8220;Hoje temos o conhecimento necessário para desenvolver um remédio&#8221;, garante, otimista, o professor Tor Ny, um dos autores do artigo. &#8220;O grosso da pesquisa pré-clínica já foi feito e nós temos tido reuniões com a Agência de Produtos Médicos (a &#8220;Anvisa&#8221; sueca) para discutir um programa para os testes clínicos.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/suecos-descobrem-por-que-feridas-de-diabeticos-nao-cicatrizam-e-se-preparam-para-lancar-remedio/">Suecos descobrem por que feridas de diabéticos não cicatrizam e se preparam para lançar remédio</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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