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	<title>apnéia | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>A relação entre respirar mal à noite e o diabetes tipo 2</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-relacao-entre-respirar-mal-a-noite-e-o-diabetes-tipo-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2014 18:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia obstrutiva do sono]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes tipo 2]]></category>
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		<category><![CDATA[fator de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Tetyana Kendzerska]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa mostra que quem sofre da apnéia do sono &#8211; muito comum em todo o mundo &#8211; corre riscos maiores de ter diabetes tipo 2. Sabia que dormir mal também é um fator de risco para o desenvolvimento do diabetes tipo 2? Diversas pesquisas médicas já apontaram que um dos distúrbios do sono mais comuns, &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa mostra que quem sofre da apnéia do sono &#8211; muito comum em todo o mundo &#8211; corre riscos maiores de ter diabetes tipo 2.<br />
</em></p>
<p><span id="more-7627"></span></p>
<p>Sabia que<strong> dormir mal</strong> também é um <a title="Fator de risco para o diabetes: namorar um(a) diabético(a)!" href="http://www.diabeticool.com/fator-de-risco-para-o-diabetes-namorar-uma-diabeticoa/">fator de risco</a> para o desenvolvimento do diabetes tipo 2?</p>
<p>Diversas pesquisas médicas já apontaram que um dos distúrbios do sono mais comuns, a <strong>apnéia obstrutiva</strong>, está intimamente correlacionada ao<strong> aumento das chances de diabetes</strong>.</p>
<div style="background-color: #ffa366; border: 2px solid black; padding: 10px;"><strong>O QUE É APNEIA DO SONO?<br />
</strong></p>
<figure id="attachment_7027" aria-describedby="caption-attachment-7027" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-7027" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/esquema-apneia-do-sono-diabetes.jpg" alt="esquema apneia do sono diabetes" width="600" height="319" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/esquema-apneia-do-sono-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/esquema-apneia-do-sono-diabetes-415x221.jpg 415w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7027" class="wp-caption-text">Na apneia do sono, o ar encontra dificuldade para chegar aos pulmões, causando desconforto e falta de oxigenação adequada.</figcaption></figure>
<p>Enquanto dormimos, ocorre um relaxamento natural dos músculos da garganta. Esse relaxamento pode fazer com que a garganta se feche por alguns segundos e interrompa a passagem de oxigênio. Apneia do sono é quando esses fechamentos duram mais de 10 segundos e acontecem com frequencia durante a noite. A falta de oxigênio faz a pessoa acordar, prejudicando seu sono e sua qualidade de vida também durante o dia.</p>
</div>
<p>Um dos principais motivos para isto, como mostra <strong><a href="http://www.diabeticool.com/apneia-do-sono-saiba-o-que-e-e-como-tratar/">esta reportagem exclusiva</a> de Ricardo Aguiar, repórter do Diabeticool</strong>, é que a apnéia causa falta de oxigênio no nosso corpo enquanto dormimos. A má oxigenação é prejudicial às nossas células beta, as produtoras de insulina, causando desgaste e morte celular.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOVA PESQUISA</strong></p>
<p>Um estudo recém-publicado aumenta a gama de evidências de que ter apnéia obstrutiva do sono pode, de fato, levar ao diabetes. Uma equipe de cientistas, liderada pela dra. Tetyana Kendzerska, da Universidade de Toronto, analisou a progressão da saúde de mais de 8600 pessoas, durante os anos de 1994 a 2010. Todas elas sofriam da apnéia do sono.</p>
<p>Ao longo deste tempo de estudo, cerca de 12% do grupo desenvolveu diabetes tipo 2. A partir deste dado, os pesquisadores descobriram que quem tinha apnéia severa durante a noite (as vias aéreas superiores ficavam praticamente inteiras fechadas) teve chances 30% maiores do que o normal de desenvolver diabetes do tipo 2.</p>
 Tratar a apnéia ainda não é a coisa mais bonita ou confortável do mundo, mas pelo menos melhora muito a qualidade do sono e garante uma noite bem dormida.
<p>Outros fatores foram levados em consideração para se chegar a este número, como idade, sexo, peso, ser ou não fumante, etc.</p>
<p>&#8220;Após ajustarmos os dados para outras causas potenciais, pudemos demonstrar que há uma associação significativa entre apnéia obstrutiva do sono severa e o risco de desenvolver diabetes&#8221;, disse Tetyana em um comunicado à imprensa.</p>
<p>&#8220;Nossas descobertas de que a falta de oxigênio prolongada, o tempo menor de sono e a taxa maior cardíaca estão associadas ao diabetes são consistentes com os mecanismos fisiopatológicos que medeiam a relação entre a apnéia do sono e a doença pancreática&#8221;, revelou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>COMO TRATAR A APNÉIA DO SONO?</strong></p>
<p>Se você acredita estar com apnéia obstrutiva (ou tem certeza disto!), não deixe de <a href="http://www.diabeticool.com/apneia-do-sono-saiba-o-que-e-e-como-tratar/">clicar aqui</a> e ver dicas de como tratá-la!</p>
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		<title>Blog: Falta ou excesso de sono são relacionados ao diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2013 21:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[dormir]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[Janet B. Croft]]></category>
		<category><![CDATA[M. Safwan Badr]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialista afirma que dormir bem é tão importante quanto cuidados com a dieta e a prática de exercícios físicos. DO PORTAL ZERO HORA (link para a matéria aqui): Um novo estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, encontrou uma relação entre dormir muito pouco ou &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Especialista afirma que dormir bem é tão importante quanto cuidados com a dieta e a prática de exercícios físicos.</em></p>
<p><span id="more-5344"></span></p>
 É fundamental que adultos durmam de sete a nove horas por noite.<br />Foto: Filip Schneider / stock.xchng
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>DO PORTAL ZERO HORA (<a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2013/10/falta-ou-excesso-de-sono-estao-relacionados-a-doencas-cardiacas-e-diabetes-aponta-estudo-4288231.html" target="_blank" rel="nofollow noopener">link para a matéria aqui</a>):</strong></span></p>
<p>Um novo estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, encontrou uma relação entre dormir muito pouco ou dormir muito e doenças crônicas — incluindo problemas cardíacos, ansiedade e obesidade — em adultos com 45 anos ou mais. Na pesquisa, a incidência dessas doenças era maior em pessoas que afirmaram dormir menos de seis horas ou mais de dez.</p>
<p>— É fundamental que adultos durmam de sete a nove horas a cada noite para terem os benefícios do sono, mas isso é especialmente verdade para pessoas que estão lutando contra alguma doença crônica — afirmou o médico M. Safwan Badr, presidente da AASM.</p>
<p>Segundo o especialista, doenças comuns do sono, incluindo apneia e insônia, ocorrem frequentemente em pessoas com alguma doença crônica e podem dificultar a capacidade de dormir bem.</p>
<p>— Se você acorda exausto, deve falar com um médico para ver se existe algum problema. Se você for diagnosticado com alguma doença do sono, tratá-la pode significar uma diminuição dos sintomas e melhorar sua qualidade de vida — afirma Badr.</p>
<p>Para uma das autoras do estudo, Janet B. Croft, algumas das relações entre noites de sono não saudáveis e doenças crônicas são parcialmente explicadas pela e obesidade e a bem-estar pscicológico.</p>
<p>— Isto sugere que médicos deveriam considerar o monitoramento da saúde mental e do peso, além do sono saudável para pacientes com doenças crônicas — afirma Janet.</p>
<p>No estudo, publicado neste mês no Journal SLEEP, sonos curtos respondem por uma alta prevalência de doenças do coração, ataques cardíacos e diabetes, além da obesidade e frequentes aflições mentais, comparado com pessoas que reportaram dormir de sete a nove hora por dia. O mesmo ficou comprovado em pessoas que dormem mais do que o recomendado, e as associações com problemas cardíacos e diabetes foram ainda maiores.</p>
<p>— Dormir muito não necessiariamente significa que você dorme bem. É importante entender que tanto qualidade quanto quantidade impactam na saúde. Uma vida saudável equilibrada não está limitada a dieta e prática de exercícios físicos, quanto e como você dorme é tão importante quanto o que você come e como você se exercita — afirma Badr.</p>
<p>O estudo envolveu mais de 54 mil participantes com idades a partir de 45 anos em 14 estados norte-americanos. Aproximadamente, um terço dos participantes (31%) foi identificado como pessoas que dormem pouco, significando que eles reportaram dormir menos de seis hora por dia. Mais de 64% foram classificados como pessoas que dormem de sete a nove horas e apenas 4% foram classificados como pessoas que dormem mais de nove horas.</p>
<p>A Academia Americana de Medicina do Sono (AASM, na sigla em inglês) encoraja pacientes que sofrem com essas doenças crônicas comuns a falarem com um médico para poderem avaliar seus padrões de sono.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/falta-ou-excesso-de-sono-sao-relacionados-ao-diabetes/">Blog: Falta ou excesso de sono são relacionados ao diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Quando o estudo sai pela culatra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Oct 2012 23:14:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia]]></category>
		<category><![CDATA[Brown University]]></category>
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		<category><![CDATA[doenças cardiovasculares]]></category>
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		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Look AHEAD]]></category>
		<category><![CDATA[Rena Wing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa norte americana queria provar que perder peso diminuiria as chances de diabéticos tipo 2 sofrerem problemas cardíacos. Uma década depois, os resultados mostram uma história muito diferente! O governo dos Estados Unidos, através do seu Departamento da Saúde, lançou há mais de dez anos um projeto, intitulado Look AHEAD (Action for Help in Diabetes). &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisa norte americana queria provar que perder peso diminuiria as chances de diabéticos tipo 2 sofrerem problemas cardíacos. Uma década depois, os resultados mostram uma história muito diferente!</em></p>
<p><span id="more-1754"></span></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.diabeticool.com/quando-o-estudo-sai-pela-culatra/senior-couple-on-cycle-ride-in-countryside/" rel="attachment wp-att-1755"><img loading="lazy" class="aligncenter  wp-image-1755" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes.jpg" alt="" width="570" height="294" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes.jpg 570w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/estudo-look-ahead-diabetes-415x214.jpg 415w" sizes="(max-width: 570px) 100vw, 570px" /></a></p>
<p>O governo dos Estados Unidos, através do seu Departamento da Saúde, lançou há mais de dez anos um projeto, intitulado <a href="https://www.lookaheadtrial.org/public/home.cfm">Look AHEAD (Action for Help in Diabetes)</a>. O objetivo era simples: provar que pessoas com diabetes tipo 2 e acima do peso, quando submetidas a tratamentos intensivos de perda de peso e aumento da atividade física, tornavam-se menos vulneráveis a <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a> &#8211; como enfartes e derrames. Com a tal prova em mãos, o Departamento poderia incentivar, com propriedade, a criação de programas de governo focados nestas soluções. O único problema: <strong>os resultados do trabalho</strong>. Divulgados esta semana, eles mostraram que de nada adiantou perder peso: as taxas de doenças cardíacas mantiveram-se as mesmas!</p>
<p>O estudo acompanhou mais de 5000 americanos, divididos em dois times. Um deles recebeu o que foi chamado de &#8220;intervenção intensiva no estilo de vida&#8221;, o que incluía acompanhamento constante da saúde do paciente e estímulos para a perda de peso e aumento na freqüência da prática de esportes. O segundo time recebeu apenas o suporte básico para diabéticos e material educativo.</p>
<p><strong>Os resultados</strong></p>
<p>Após um ano do início do projeto, os voluntários do primeiro time &#8211; o que recebeu a &#8220;intervenção&#8221; &#8211; mostraram <a title="O ciclo testosterona-obesidade-diabetes" href="http://www.diabeticool.com/o-ciclo-testosterona-obesidade-diabetes/">perda de peso</a> de, em média, 8%. Após quatro anos, a perda de peso média chegou a 5%. Já o segundo grupo perdeu apenas 1% do peso, tanto após um ano quanto após quatro anos.</p>
<p>Ou seja, o primeiro grupo, de fato, perdeu mais peso que o segundo, como era de se esperar. Porém, teria isso se traduzido em menos complicações cardiovasculares?</p>
<p>A resposta é um incrível &#8220;não&#8221;. Depois de 11 anos, os pesquisadores não encontraram nenhuma diminuição nos números relativos de doenças cardíacas e derrames no primeiro grupo, contrariando o que era amplamente esperado.</p>
<p>&#8220;Apesar do estudo ter mostrado que a perda de peso tem muitos efeitos positivos para a saúde de pessoas com diabetes tipo 2, esta perda não reduziu o número de eventos cardiovasculares&#8221;, afirmou a Dra. Rena Wing, presidente do grupo Look AHEAD e professora de psiquiatria e comportamento humano na <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">Brown University</a>.</p>
<p><strong>Vantagens</strong></p>
<p>Perder peso pode não ter servido para diminuir a incidência de doenças cardiovasculares nos diabéticos do estudo, porém <strong>trouxe outros enormes benefícios</strong>: diminuição da dependência de remédios para o diabetes, menor incidência de <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">apnéia obstrutiva do sono</a>, maior mobilidade física e aumento considerável na qualidade de vida. Pode não ter sido o resultado esperado no início dos trabalhos, mas certamente trata-se de uma ótima notícia para todos os diabéticos.</p>
<p>O estudo Look AHEAD está programado para ser concluído apenas em 2014.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/quando-o-estudo-sai-pela-culatra/">Quando o estudo sai pela culatra</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2012 02:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dietas]]></category>
		<category><![CDATA[apn]]></category>
		<category><![CDATA[apnéia]]></category>
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		<category><![CDATA[Archives of Surgery]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Roma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cientistas italianos comparam os dois tratamentos para diabéticos acima do peso e concluem que apenas um deles é uma &#8216;meraviglia&#8217;. Sabendo, assim como nós, da relação direta entre obesidade e diabetes, a equipe da médica Frida Leonetti, da Universidade de Roma, na Itália, estudou 60 pacientes que tinham, além de diabetes, obesidade mórbida. Metade deles &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas italianos comparam os dois tratamentos para diabéticos acima do peso e concluem que apenas um deles é uma &#8216;meraviglia&#8217;.</em></p>
<p><span id="more-654"></span><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/05/mulher-dieta-cirurgia-bariatrica.jpg"></span><br />
Sabendo, <a title="Direto da terra do kiwi: Estratégias nacionais de guerra contra o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/direto-da-terra-do-kiwi-estrategias-nacionais-de-guerra-contra-o-diabetes/" target="_blank" rel="noopener">assim como nós</a>, da relação direta entre obesidade e diabetes, a equipe da médica Frida Leonetti, da Universidade de Roma, na Itália, estudou 60 pacientes que tinham, além de diabetes, obesidade mórbida. Metade deles passou por uma cirurgia bariátrica, na qual uma porção do estômago é desutilizada, e a outra metade recebeu o tratamento medicamentoso usual para tratar o diabetes. Os resultados, publicados no periódico <em>Archives of Surgery</em>, foram incríveis.</p>
<p><span style="color: #334c80;">O grupo italiano afirma, em relação ao grupo operado, que &#8220;a remissão do diabetes foi alcançada em 24 dos 30 pacientes (80%), em todos os 20 pacientes (100%) que tinham diabetes tipo 2 há menos de 10 anos, e em 4 dos 10 pacientes (40%) com diabetes tipo 2 há mais de 10 anos&#8221;. Enquanto isso, todos os 30 pacientes do segundo grupo de estudo, o que recebeu o tratamento convencional, se mantiveram diabéticos e tiveram de continuar ou aumentar a terapia.</span></p>
<p><span style="color: #334c80;">Outros resultados animadores para o grupo da cirurgia: o índice de massa corporal (IMC) destes pacientes antes da operação era de 41.3, número que caiu a 28.3 após 18 meses. O IMC do grupo controle pouco se alterou. Além disso, neste um ano e meio, os operados demonstraram queda considerável em casos de apnéia obstrutiva do sono (que é a dificuldade de se respirar enquanto dorme) e no uso de drogas antihipertensivas e hipolipidêmicas (para baixar o colesterol no sangue).</span></p>
<p>Os pesquisadores concluem: &#8220;Resultados de médio e longo prazo são necessários para confirmar o efeito positivo (remissão e/ou melhora) da cirurgia bariátrica no diabetes e, no geral, nas complicações crônicas da doença. Mais importante, os resultados de longo prazo permitir-nos-ão comparar os custos e benefícios da cirurgia bariátrica com os tratamentos médicos convencionais&#8221;.</p>
<p><span style="color: #334c80;">Estaremos entrando em uma era na qual a cirurgia bariátrica será, de fato, o &#8220;tratamento convencional&#8221; para diabéticos acima do peso?</span></p>
<p>Imagem:  <a href="http://www.freedigitalphotos.net" target="_blank" rel="noopener">FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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