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	<title>AIDS | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Milton Nascimento e o diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 13:56:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cantor sofreu um bocado por causa do diabetes, mas soube aprender com as dificuldades e superar os desafios da doença! Milton Nascimento (1942 &#8211; ) é uma das maiores e mais famosas vozes da música brasileira. Seu timbre é único e inesquecível. Pouco importa o seu estilo musical preferido: se você ouvir &#8220;Canção da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><em>O cantor sofreu um bocado por causa do diabetes, mas soube aprender com as dificuldades e superar os desafios da doença!</em><span id="more-6985"></span><br />
<img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-6986" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/milton-nascimento-diabetes.jpg" alt="milton nascimento e o diabetes" width="600" height="356" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/milton-nascimento-diabetes.jpg 600w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2014/02/milton-nascimento-diabetes-404x240.jpg 404w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><strong>Milton Nascimento</strong> (1942 &#8211; ) é uma das maiores e mais famosas vozes da música brasileira. Seu timbre é único e inesquecível. Pouco importa o seu estilo musical preferido: se você ouvir &#8220;Canção da América&#8221; ou &#8220;Coração de Estudante&#8221;, grandes sucessos do cantor, será impossível não sentir um arrepio na pele com tamanha beleza e potência vocal!</p>
<p style="text-align: left;">Este carioca de nascença, mas mineiríssimo de coração, já venceu 5 prêmios Grammy e cantou com estrelas mundiais como Peter Gabriel, Sarah Vaughan e Duran Duran, além de ter realizado parcerias memoráveis com a nata da MPB, como Elis Regina e Gal Costa.</p>
<p style="text-align: left;">As canções de Milton tocam diretamente o coração, e sua voz doce e tranqüila acalma a alma. Sucessos como &#8220;Maria, Maria&#8221; já fazem parte do repertório de todo brasileiro.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Milton Nascimento - Maria Maria" width="850" height="478" src="https://www.youtube.com/embed/IElS9cxpImA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Em 1996, Milton contou, pela televisão, que estava com <strong>diabetes.</strong> Ele nunca foi muito chegado a dar entrevistas ou conversar com a mídia, mas precisou dar este anúncio porque, à época, sua saúde estava bem fragilizada. Chegou a pesar apenas 38 quilos. Muita gente disse, então, que Milton tinha AIDS. Mas não era nada disso; era simplesmente diabetes tipo 2 diagnosticada tardiamente a mal cuidada, que levou à anorexia, embolia pulmonar, amiotrofia&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Mas nada disso abalou o músico. Dando a volta por cima, Milton Nascimento alterou sua dieta e passou a utilizar diariamente a insulina para corrigir a glicemia. Com isso, pôde voltar aos palcos, ganhar prêmios prestigiosos e nos encantar com sua voz, instrumento poderoso e único que é um dos grandes orgulhos do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>COMO ESTÁ A SAÚDE DE MILTON NASCIMENTO ATUALMENTE?</strong></h2>
<p>Os fãs do cantor ficaram muitos anos preocupados com a sua saúde. Afinal, o cantor já está com 77 anos (em 2019) (faz aniversário no dia 26 de outubro) e havia muito tempo que Milton não fazia shows ou participava de programas de televisão. Hoje sabemos o motivo desse distanciamento.</p>
<p>Em 2013-2014, Milton Nascimento ficou bastante doente, com problemas cardiovasculares. Precisou passar por uma cirurgia de cateterismo. Seu controle do diabetes piorou. Na época, ficou também com uma grave depressão, perdendo a vontade de cantar. Ele precisou de pelo menos 03 anos para se recuperar.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Duran Duran -  Breath After Breath (Official Music Video)" width="850" height="638" src="https://www.youtube.com/embed/m1Jx7xARqmo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><span style="color: #808080;"><em>O cantor fez diversas parcerias internacionais ao longo da carreira. Confira sua participação inesquecível na música &#8220;Breath after Breath&#8221;, do grupo britânico Duran Duran.</em></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Felizmente, em 2017, atendendo aos anseios de seus milhões de fãs, Milton Nascimento novamente deu a volta por cima e subiu aos palcos para uma nova série de shows, de grande sucesso! Desde então, tem lançado novos projetos, músicas e discos, alegrando os brasileiros com sua elegância sem comparação.</p>
<p>Para finalizar com chave de ouro: em 2019, em <a href="https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2019/09/a-musica-brasileira-esta-uma-merda-diz-milton-nascimento.shtml">entrevista à Folha de São Paulo</a>, o cantor afirmou que sua saúde estava recuperada e que, agora, apenas trata o diabetes &#8211; como tem feito há tantos e tantos anos. Desejamos muita saúde e muitos (muitos!) anos de canto para este ícone imortal da música nacional!</p>
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		<title>Como é o diabetes para quem tem AIDS?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Mar 2013 21:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Washington]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra qual a relação entre as duas condições e como o medicamento Januvia pode ajudar a saúde de quem está com ambas. Conviver com o diabetes já é, por si só, uma realidade que exige muitos cuidados e disciplina no tratamento. Como será conviver com o diabetes e com mais alguma outra doença crônica, que &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Descubra qual a relação entre as duas condições e como o medicamento Januvia pode ajudar a saúde de quem está com ambas.</em></p>
<p><span id="more-4018"></span></p>
<p><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-4019" alt="aids diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/aids-diabetes.jpg" width="640" height="390" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/aids-diabetes.jpg 640w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/aids-diabetes-394x240.jpg 394w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></p>
<p>Conviver com o diabetes já é, por si só, uma realidade que exige muitos cuidados e disciplina no tratamento. Como será conviver com o diabetes e com mais alguma outra doença crônica, que também deve ser tratada com toda a atenção? Esta é a situação na qual se encontram muitos diabéticos HIV-postivos.</p>
<p>Indivíduos que contraíram o vírus HIV, causador da <a title="O lixeiro tem diabetes?" href="http://www.diabeticool.com/o-lixeiro-tem-diabetes/">AIDS </a>(ou SIDA, em Portugal e demais países), são estatisticamente mais propensos a desenvolver problemas no coração, diabetes e complicações no funcionamento da insulina. Para piorar a situação, estas pessoas precisam tomar muito cuidado com os medicamentos que ingerem, posto que seu sistema de defesa do corpo torna-se bastante comprometido por conta do vírus. E aí que está o dilema: como tratar o diabetes, por exemplo, de pessoas com HIV, se os remédios convencionais contra o diabetes podem fazer mal à sua saúde?</p>
<p>Uma boa notícia surgiu na última semana, publicada na revista científica <a title="Bebês primogênitos e o diabetes" href="http://www.diabeticool.com/bebes-primogenitos-e-o-diabetes/">Journal of Clinical Endocrinology &amp; Metabolism</a> e saída dos laboratórios da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos EUA.</p>
<p>No estudo, cientistas revelaram que o medicamento <a title="Diabetes tipo 2 em foco!" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-tipo-2-em-foco/"><strong>sitagliptina</strong></a>, o qual potencializa a ação da insulina no corpo humano, pode ser utilizado sem riscos por pessoas com AIDS e que também têm diabetes. A sitagliptina é comercializada sob o nome de <a title="Remédios para diabetes na mira do governo" href="http://www.diabeticool.com/remedios-para-diabetes-na-mira-do-governo/"><strong>Januvia</strong></a>, pela farmacêutica Merck Sharp &amp; Dohme.</p>
<p>&#8220;O medo era que se déssemos esta droga a pacientes com HIV, ela poderia alterar os seus sistemas imunes já comprometidos&#8221;, contou Kevin Yarasheki, professor de medicina, biologia celular e fisiologia e um dos autores da pesquisa. &#8220;Porém os resultados do nosso trabalho sugerem que isto não acontece&#8221;.</p>
<p>&#8220;A droga potencializa o funcionamento da insulina. Ela aumenta o tempo que a insulina permanece ativa no corpo, portanto mais açúcar pode ser retirado da corrente sangüínea.&#8221;, explica o cientista.</p>
<figure id="attachment_4020" aria-describedby="caption-attachment-4020" style="width: 591px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" class=" wp-image-4020 " alt="A sitagliptina é comercializada com o nome de Januvia, popular medicamento anti-diabético." src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/sitagliptina-januvia-diabetes.jpg" width="591" height="438" srcset="https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/sitagliptina-januvia-diabetes.jpg 591w, https://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2013/03/sitagliptina-januvia-diabetes-324x240.jpg 324w" sizes="(max-width: 591px) 100vw, 591px" /><figcaption id="caption-attachment-4020" class="wp-caption-text">A sitagliptina é o princípio ativo do Januvia, popular medicamento anti-diabético.</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>POR QUE TANTO CUIDADO COM AS PESSOAS COM HIV?</strong></p>
<p>Para que possam sobreviverem várias décadas e com saúde, os pacientes HIV-positivos devem tomar um coquetel de medicamentos. As drogas não conseguem eliminar completamente o vírus HIV do organismo, porém são capazes, até o momento, de mantê-lo em quantidades pequenas e inócuas no corpo da pessoa. Este coquetel, contudo, gera sérios efeitos colaterais em quem o toma, aumentando os riscos de anormalidades no colesterol e diabetes. Estes problemas, por sua vez, aumentam as chances de <a title="De olho no cálcio do coração dos diabéticos" href="http://www.diabeticool.com/de-olho-no-calcio-do-coracao-dos-diabeticos/">problemas cardíacos</a>. Como resultado, pacientes HIV-positivos são duas vezes mais susceptíveis do que a população normal a desenvolver diabetes e problemas cardíacos, e por este motivo todo e qualquer medicamento adicional que ingerem deve ser rigorosamente testado e ter sua segurança indubitavelmente comprovada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O QUE PODEMOS CONCLUIR DESTA PESQUISA?</strong></p>
<p>Os testes da sitagliptina em HIV-positivos e diabéticos, felizmente, foi um grande sucesso. No início do projeto, ninguém sabia se a droga seria segura para estes pacientes, uma vez que estudos prévios mostraram que remédios da família da sitagliptina podem gerar efeitos colaterais severos.</p>
<p>Apesar da conclusão positiva, os pesquisadores alertam que o estudo foi conduzido com um número muito pequeno de voluntários (foram 20 pessoas, de ambos os sexos), e que o próximo passo é realizar um projeto bem mais abrangente para confirmar, de vez, que a sitagliptina é um medicamento seguro. De qualquer maneira, estamos bem próximos de conseguir tratar bem o diabetes de quem já sofre com uma doença terrível como a AIDS.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-e-o-diabetes-para-quem-tem-aids/">Como é o diabetes para quem tem AIDS?</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Estudo do Incor quer entender o coração do diabético</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2012 19:42:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto de pesquisa busca voluntários para avaliar se cirurgia bariátrica em diabéticos tem influência na saúde cardiovascular dos pacientes. Procuram-se candidatos O Incor, hospital vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, está à procura de voluntários para um pesquisa que visa determinar a influência da cirurgia de redução de estômago em diabéticos &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Projeto de pesquisa busca voluntários para avaliar se cirurgia bariátrica em diabéticos tem influência na saúde cardiovascular dos pacientes.</em></p>
<p><span id="more-2199"></span></p>
<p><strong>Procuram-se candidatos</strong></p>
<p>O <strong>Incor</strong>, hospital vinculado à Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, está à procura de voluntários para um pesquisa que visa determinar a influência da <a title="Redução de estômago ajuda, mas não cura diabetes" href="http://www.diabeticool.com/reducao-de-estomago-ajuda-mas-nao-cura-diabetes/">cirurgia de redução de estômago</a> em diabéticos obesos ou acima do peso. A meta é avaliar se, após o procedimento cirúrgico, os pacientes apresentam menores chances de desenvolver <a title="Verdades &amp; Mitos" href="http://www.diabeticool.com/verdades-mitos/">doenças cardiovasculares</a>.</p>
<p><strong>Quem quiser concorrer a uma das 10 vagas que serão sorteadas para a cirurgia deverá se adequar a um estrito perfil</strong>. O candidato tem de ser homem, entre 18 e 65 anos, ter circunferência abdominal acima dos 102cm, ter sido diagnosticado com o diabetes há menos de dez e há mais de 2 anos e possuir Índice de Massa Corporal entre 28 e 35 (<a href="http://www.diabeticool.com/?p=2134">aprenda aqui a calcular seu IMC</a>!). Além disso, de acordo com o jornal O Estado de São Paulo, &#8220;os voluntários (&#8230;) não podem ser dependentes de álcool, cigarro ou drogas, nem ser portadores de doenças crônicas graves não relacionadas à obesidade, como câncer, Aids e distúrbios autoimunes.&#8221;</p>
<p>“Nosso objetivo é entender quais são as alterações metabólicas envolvidas e medir o impacto na redução do risco cardiovascular”, afirmou Fernanda Reis de Azevedo, responsável pelo projeto de pesquisa. De acordo com a matéria do Estadão, a pesquisadora ainda afirmou que &#8220;investigações recentes também têm mostrado que diabéticos operados apresentam melhora na glicemia antes mesmo que ocorra uma perda de peso significativa.&#8221;</p>
<p>Isto é bem verdade. Todavia, uma coisa é relacionar a perda de peso, resultado da cirurgia bariátrica, à melhora na glicemia; outra é correlacioná-la a melhoras na saúde cardiovascular. Quanto a este ponto, o infame estudo <a href="https://www.lookaheadtrial.org/public/home.cfm">Look AHEAD (Action for Help in Diabetes)</a>, do governo norte-americano, pode fornecer algumas pistas.</p>
<p><strong>As já clássicas conclusões do Look AHEAD</strong></p>
<p>De acordo com nossa matéria &#8220;<a href="http://www.diabeticool.com/?p=1754">Quando o estudo sai pela culatra</a>&#8220;, de 22 de outubro, o Look AHEAD foi um amplo trabalho de acompanhamento da saúde de milhares de diabéticos lançado nos EUA há mais de dez anos. &#8220;O objetivo era simples: provar que pessoas com diabetes tipo 2 e acima do peso, quando submetidas a tratamentos intensivos de perda de peso e aumento da atividade física, tornavam-se menos vulneráveis a <a title="Chá preto: um combatente dos sintomas cardiovasculares" href="http://www.diabeticool.com/cha-preto-um-combatente-dos-sintomas-cardiovasculares/">doenças cardiovasculares</a> &#8211; como enfartes e derrames.&#8221;</p>
<p>Todavia, os resultados preliminares do projeto foram tão contundentes que sua continuação foi cancelada por futilidade. <strong>Uma das conclusões do trabalho é que perder peso não influencia em nada os riscos de doenças cardiovasculares.</strong> &#8220;Apesar do estudo ter mostrado que a perda de peso tem muitos efeitos positivos para a saúde de pessoas com diabetes tipo 2, esta perda não reduziu o número de eventos cardiovasculares&#8221;, afirmou a Dra. Rena Wing, presidente do grupo Look AHEAD e professora de psiquiatria e comportamento humano na <a title="Biochip examina níveis de glicose na saliva e não no sangue" href="http://www.diabeticool.com/biochip-examina-niveis-de-glicose-na-saliva-e-nao-no-sangue/">Brown University</a>. Alguns destes efeitos positivos: diminuição da dependência de remédios para o diabetes, menor incidência de <a title="Cirurgia Bariátrica X Medicamentos: um embate de peso!" href="http://www.diabeticool.com/cirurgia-bariatrica-x-medicamentos-um-embate-de-peso/">apnéia obstrutiva do sono</a>, maior mobilidade física e aumento considerável na qualidade de vida. Ótimas notícias, de qualquer maneira!</p>
<p>&nbsp;</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/estudo-do-incor-quer-entender-o-coracao-do-diabetico/">Estudo do Incor quer entender o coração do diabético</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Diabetes pelo Mundo: Zimbabwe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2012 22:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Zimbabwiana de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional do Diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Mugabe]]></category>
		<category><![CDATA[Zimbábue]]></category>
		<category><![CDATA[Zimbabwe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a aproximação do Dia Internacional do Diabetes, governo zimbabwiano alerta que o diabetes está afetando mais pessoas do que a AIDS no país. Raramente vê-se alguma notícia na mídia sobre o Zimbabwe, um pequeno país de 12,5 milhões de habitantes no sul da África. Quando é notícia, geralmente trata-se do governo do presidente Robert &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com a aproximação do Dia Internacional do Diabetes, governo zimbabwiano alerta que o diabetes está afetando mais pessoas do que a AIDS no país.</em></p>
<p><span id="more-1723"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-zimbabwe/bandeira-zimbabwe/" rel="attachment wp-att-1724"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1724" title="bandeira zimbabwe" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/bandeira-zimbabwe.gif" alt="" width="1181" height="788" /></a></p>
<p>Raramente vê-se alguma notícia na mídia sobre o <strong>Zimbabwe</strong>, um pequeno país de 12,5 milhões de habitantes no sul da África. Quando é notícia, geralmente trata-se do governo do presidente Robert Mugabe, no poder há mais de 30 anos!, cometendo mais uma atrocidade contra os direitos humanos ou então alguma notícia preocupante sobre o avanço da AIDS e do HIV por lá. A saber, 13,7% da população zimbabwiana têm AIDS &#8211; a 5a maior taxa do mundo &#8211; e necessita constantemente de auxílio da comunidade internacional para viver em melhores condições. Mesmo assim, existe uma doença que afeta muito mais pessoas no país, porém é pouquíssimo discutida, até mesmo lá: o diabetes.</p>
<p>A Associação Zimbabwiana de Diabetes, dando início às ações em comemoração do Dia Internacional do Diabetes, no mês que vem, avisou que os níveis de diabetes tipo 2 no país já atingiram proporções alarmantes e culpou o consumo de &#8220;alimentos refinados&#8221; por isso. De acordo com o presidente da associação, Ngoni Chigwana,<strong> em 2005, 10% da população era diabética; hoje, apenas sete anos depois, o número já ultrapassa os 30%.</strong></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-zimbabwe/zimbabwe-atlas-diabetes/" rel="attachment wp-att-1725"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1725" title="zimbabwe atlas diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/zimbabwe-atlas-diabetes.gif" alt="" width="414" height="334" /></a></p>
<p><strong>Qual o motivo?</strong></p>
<p>Pode parecer estranho que um país vitimado pela fome crônica, e que <a href="http://www.wfp.org/countries/zimbabwe">recebe ajuda de programas de erradicação de miséria e fome da ONU</a>, tenha taxas tão altas de diabetes tipo 2, condição geralmente associada à obesidade e dieta rica em gorduras e carboidratos. De acordo com o doutor Elopy Sibanda, que trabalha em um hospital da capital zimbabwiana, o motivo para isso é que a imensa maioria dos recursos do governo para a saúde é destinada a programas de combate à AIDS. Além disso, explica o médico, muito pouco é feito a fim de educar os zimbabwianos sobre as sérias conseqüências para a saúde de condições como pressão sangüínea alta e doenças cardíacas e renais, fatores de risco para o diabetes tipo 2.</p>
<p>O ministro da saúde do Zimbabwe garante que o governo está dando atenção para campanhas educativas sobre doenças não-transmissíveis, como o diabetes, e que o foco delas se concentra em comunidades isoladas e nas pessoas que estão migrando do meio rural para o urbano. Dada a situação de risco do país, é ver para crer.</p>
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