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	<title>USA | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Encontradas células-tronco do pâncreas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Sep 2012 23:58:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[célula beta]]></category>
		<category><![CDATA[célula-tronco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina. Células-tronco são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pela primeira vez, cientistas identificam células-tronco no pâncreas humano; com o tratamento correto, elas podem se transformar em células produtoras de insulina.</em></p>
<p><span id="more-1488"></span></p>
<span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/09/celulas-pancreaticas-microscopia-diabetes.jpg"></span> Células pancreáticas, vistas através de microscópio de luz.
<p><strong>Células-tronco</strong> são células &#8220;jovens&#8221;, no início de suas vidas, com o potencial de se transformarem em diversos outros tipos celulares. Para isto, basta que os estímulos certos estejam presentes. Cientistas da Universidade da Califórnia, em San Diego, EUA, encontraram pela primeira vez exemplares de células-tronco no pâncreas. Quando &#8220;cultivadas&#8221; em laboratório, estas células se transformaram em produtoras de insulina, abrindo uma empolgante possibilidade de tratamento para o diabetes tipo 1.</p>
<p>O diabetes tipo 1 ocorre pela falha na produção de <a title="Insulina" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/"><strong>insulina</strong> </a>pelo <a title="Pâncreas" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/pancreas/"><strong>pâncreas</strong></a>. Mais especificamente, os componentes do pâncreas responsáveis pela produção de insulina &#8211; as chamadas <strong>células beta</strong> &#8211; não realizam corretamente esta função. Uma das estratégias de cura para a doença, portanto, seria substituir estas células beta defeituosas por outras saudáveis. Uma maneira de se fazer isso é justamente transformar células-tronco em células beta.</p>
<h6>A beleza da ciência pancreática</h6>
<p>As células-tronco foram encontradas no <strong>ducto pancreático</strong>, uma região do órgão que o une ao intestino. Elas apresentavam em sua superfície um marcador chamado de <strong>SSEA4</strong>, uma espécie de &#8220;sinal&#8221; característico de células-tronco. Em laboratório, os pesquisadores cultivaram-nas com sinais químicos específicos e elas se desenvolveram em células pancreáticas adultas, inclusive células produtoras de insulina.</p>
<p>Por enquanto, o que os cientistas fizeram foi explorar o potencial natural das células-tronco do pâncreas de se tornarem células adultas e funcionais deste órgão. Ainda não se sabe como &#8220;incentivar&#8221; uma célula-tronco encontrada em outros locais do organismo a se desenvolver em uma célula adulta pancreática. A aposta é que pesquisas como esta ajudem na solução do problema. &#8220;A identificação de células-tronco no pâncreas abre novas possibilidades para pesquisadores que tentam curar o diabetes tipo 1&#8221;, afirma Maebh Kelly, da ONG inglesa JDRF, que anunciou a descoberta. &#8220;Este estudo nos ajuda a compreender como é que o pâncreas faz novas células&#8221;, complementa.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.jdrf.org.uk/news/latest-news/new-stem-cells-found-in-the-pancreas-" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Foi-se o tempo em que falar de pesquisas com células-tronco era motivo de polêmica, inquietação e sinônimo de uma ciência distante! É que, até pouco tempo, acreditava-se que apenas embriões possuíam estas &#8220;jovens&#8221; células. Felizmente, elas cada vez mais são encontradas em órgãos já adultos, o que torna cada vez mais desnecessário as polêmicas pesquisas com células de embriões. Melhor ainda é saber que já foram identificadas células-tronco produzidas pelo próprio pâncreas, e que, por isso, fornecem chances maiores de ajudar os diabéticos tipo 1 na reposição de suas células beta!</strong> <strong>Ficaremos de olho no desenvolvimento destas pesquisas!</strong></p>
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		<title>As picadas no dedo estão com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Aug 2012 23:27:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[Advanced Functional Materials]]></category>
		<category><![CDATA[Alzheimer]]></category>
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		<category><![CDATA[U.S. Naval Research Laboratory]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade Purdue]]></category>
		<category><![CDATA[urina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina. Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do tipo 1, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cada vez mais surgem maneiras de medir a glicemia sem as incômodas picadas no dedo para coleta de sangue. A novidade desta vez usa saliva, lágrimas e urina.</em></p>
<p><span id="more-1352"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/picar-dedo-diabetes.jpg"></span></p>
<p>Uma das atividades mais desagradáveis para os diabéticos, em especial os do <a title="Diabetes Tipo 1" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/diabetes-tipo-1/">tipo 1</a>, é ter de retirar sangue da ponta dos dedos a fim de acompanhar as taxas de <a title="Glicemia" href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/glicemia/">glicemia</a>. Soluções para este dolorido problema surgem a cada ano: já noticiamos aqui, por exemplo, as tirinhas que <a title="O mais barato teste de glicemia já inventado troca gotinha de sangue por xixi" href="http://www.diabeticool.com/o-mais-barato-teste-de-glicemia-ja-inventado-troca-gotinha-de-sangue-por-xixi/">medem a quantidade de açúcar no sangue através do xixi</a>. Mas, pelo que parece, a novidade da vez é bem mais dinâmica e fácil de usar do que estas tiras de papel&#8230;</p>
<h6>E se eu não estiver com vontade de fazer xixi?</h6>
<p><strong>Um novo medidor de glicemia, anunciado no periódico científico <em>Advanced Functional Materials</em>, é capaz de detectar quantidades inimaginavelmente pequenas de glicose não apenas no sangue, mas também em lágrimas, na saliva e, é claro!, na urina. </strong></p>
<p>Desenvolvido em co-parceria entre pesquisadores da Universidade Purdue, nos EUA, e do U.S. Naval Research Laboratory, o medidor é capaz de detectar glicose em concentrações de até 0.3 micromolar, o que o torna mais sensível do que qualquer medidor atualmente no mercado. Além disto, devido à maneira como é projetado, ele pode ser utilizado na identificação de outras moléculas do corpo humano, através da troca de apenas um de seus componentes <strong>.</strong></p>
<p>Jonathan Claussen, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, explica: &#8220;Por utilizarmos a enzima glicose oxidase neste trabalho, ele é apropriado para o diabetes. Mas a gente poderia simplesmente trocar esta enzima por, por exemplo, glutamato oxidase, para medir o neurotransmissor glutamato em testes Parkinson e Alzheimer, ou então por etanol oxidase para monitorar níveis alcoólicos em bafômetros. (Nosso medidor) é muito versátil, rápido e portável.&#8221;</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://www.purdue.edu/newsroom/releases/2012/Q3/sensor-detects-glucose-in-saliva-and-tears-for-diabetes-testing.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais uma boa notícia para quem não agüenta mais furar a ponta dos dedos várias vezes por dia para medir a glicemia! O último método inovador que apresentamos no site, o das tirinhas de papel, tinha também alguns inconvenientes, como a ter de aplicar a urina no papel através de uma seringa especial &#8211; o que significa que teríamos que coletar o xixi nesta seringa antes, de alguma maneira! O novo medidor dos americanos parece resolver todos estes problemas. Já pensou que delícia poder saber, com uma precisão assombrosa, a sua taxa de glicose no sangue com um pouquinho da sua saliva? Ou então através das lágrimas de alegria que cairão por não ter mais de picar os dedos?!</strong></p>
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		<title>Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Aug 2012 02:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores descobrem que resistência à ação da insulina ocorre também em células nervosas, resultando em alterações na conectividade do cérebro. A idéia dos cientistas do Joslin Diabetes Center, em Boston, EUA, de estudar os cérebros de diabéticos tipo 2 baseou-se no fato de que a condição é fator de risco para o desenvolvimento do mal &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Pesquisadores descobrem que resistência à ação da insulina ocorre também em células nervosas, resultando em alterações na conectividade do cérebro.</em></p>
<p><span id="more-1165"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/08/ressonancia-magnetica-diabetes.jpg"></span></p>
<p>A idéia dos cientistas do <em>Joslin Diabetes Center</em>, em Boston, EUA, de estudar os cérebros de diabéticos tipo 2 baseou-se no fato de que a condição é fator de risco para o desenvolvimento do mal de Alzheimer. Uma das características de pessoas com propensão a ter Alzheimer é a de que seus cérebros apresentam padrão de atividade bem peculiar quando são analisados em um estado de repouso lúcido.</p>
<p>O trabalho aferiu imagens de ressonância magnética dos <a title="A inteligência diabética" href="http://www.diabeticool.com/a-inteligencia-diabetica/" target="_blank" rel="noopener">cérebros </a>de 10 diabéticos tipo 2 e 10 não-diabéticos de idade similar. Diferenças de conectividade das células cerebrais de determinadas regiões do órgão foram notadas nos diabéticos, e estas diferenças puderam ser correlacionadas a níveis mais expressivos de <a title="Quando todos achavam que o problema era a insulina…" href="http://www.diabeticool.com/quando-todos-achavam-que-o-problema-era-a-insulina/" target="_blank" rel="noopener">resistência à insulina</a> pelas células destas regiões.</p>
<h4><span style="color: #34465a;"><strong><a href="http://medicalxpress.com/news/2012-08-brain-diabetes.html" rel="nofollow noopener" target="_blank"><span style="color: #34465a;">Continue lendo a matéria aqui!</span></a></strong></span></h4>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pode parecer grego o que os cientistas pesquisaram e as conclusões as quais chegaram, mas, tirando a terminologia técnica, pode-se dizer que eles encontraram provas de que determinadas regiões do cérebro de quem está com diabetes tipo 2 se comunicam de maneira diferente do que em não-diabéticos. A troca de informações entre algumas regiões era mais fraca do que o normal. E essa diferença foi encontrada justamente nas regiões que possuem a maior quantidade de células com altas taxas de resistência à insulina, um problema super relacionado ao diabetes. </strong></p>
<p><strong>Todavia, <a href="http://www.diabeticool.com/produtos-de-beleza-podem-causar-diabetes-sera-mesmo/" target="_blank" rel="noopener">como já havíamos dito anteriormente</a>, eis mais uma pesquisa de correlação, e nenhuma conclusão sólida sobre o funcionamento cerebral pode ser tirada dela. Apenas está aí o dado de que o cérebro se comporta de maneira diferente em diabéticos, agora o que isso implica na vida das pessoas é outra história, que precisa de muito mais pesquisas para ser contada.</strong></p>
<p><strong>A boa notícia é que os pesquisadores do estudo acima disseram que, apesar das diferenças nas conexões entre as células terem sido encontradas, eles não observaram<em> nenhuma alteração na estrutura do cérebro como um todo e nem na consciência dos pacientes</em>!</strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/como-o-diabetes-tipo-2-mexe-com-a-sua-cabeca/">Como o diabetes tipo 2 mexe com a sua cabeça</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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